Era verão e fazia um calor danado o tempo todo, era realmente muito chato aquele clima tão extremo. Quase sempre todos os membros da família estavam de mau humor por causa do clima insuportável; então a Cristina, minha mãe, teve a ideia de ir a um balneário passar o fim de semana, e todos aceitamos na hora, porque já não aguentávamos mais aquela situação terrível.
Chegou o sábado e partimos bem cedo pela manhã. Minha mãe também tinha convidado meu tio Carlos junto com a esposa dele, Rebeca, e as duas filhas deles, Ana e Vanessa.
Como já era mais gente que iria na viagem, meu pai, Luís, teve a ideia de alugar uma chácara nos arredores da cidade. A chácara tinha piscina e ar-condicionado, então o passeio prometia muito.
Ao chegar na cabana, corri para a piscina na mesma hora e, sem pensar duas vezes, me joguei para me refrescar. Meus tios e meus pais organizavam tudo e tiravam dos carros as coisas que trouxemos para comer e as malas, enquanto minha irmã Cindy, junto com minhas primas Ana e Vanessa, se trocavam para também entrar na piscina. Depois de 15 minutos, ouvi a Cindy, minha irmã, discutindo com minha mãe porque ela tinha esquecido de empacotar os biquínis.
Aí a Rebeca, minha tia, interveio dizendo para elas não se preocuparem, que ela tinha um par de biquínis de sobra. A esposa do meu tio Carlos, REBECA, era uma mulher alta, bem caderuda, de pele morena e mente muito aberta — ou pelo menos parecia. A roupa dela sempre chamava atenção onde quer que fosse, porque ela costumava vestir roupas bem justas, quase beirando o vulgar. A Cristina, minha mãe, às vezes criticava ela por isso, e apesar de minha mãe não gostar muito da ideia, teve que aceitar a oferta da minha tia Rebeca.
Meu tio Carlos e meu pai foram arrumar tudo enquanto assistiam a um jogo de futebol. Depois de um tempo, minhas primas Vanessa e Ana saíram da cabana já com seus biquínis vestidos.
Vanessa tem 22 anos e é Morena, mas não tão alta quanto a mãe dela. Ela tava usando um biquíni branco quase transparente, bem curtinho, mal cobrindo aquelas tetonas enormes que minha prima tem. Já a Ana tava com um igual, só que azul. Ela era menor que a Vanessa, mas com seus 20 anos tava uma gostosa, porque tinha um corpo perfeito graças a vários esportes que praticava. Além disso, era mais alta, de pele clara e tinha um quadril ainda maior que o da mãe dela.
Atrás delas apareceu minha irmã Cindy, que tinha acabado de fazer 19 anos. Ela era meio baixinha, morena e de cabelo curto. Em casa, ela sempre usava moletom e era meio desleixada, mas naquele dia minhas primas arrumaram ela e fizeram duas marias-chiquinhas. Ela tava usando um biquíni parecido com o das minhas primas, só que ainda mais curto e preto. Nunca tinha reparado no tamanho dos peitos da minha irmã, que por sinal eram enormes, iguais aos da minha prima Vanessa, só que mais empinados e firmes por causa da juventude, acho. Vi no rosto da minha irmã um certo desconforto. Ela tava se cobrindo com uma toalha na parte de baixo do biquíni.
Vanessa e Ana correram até a piscina e pularam dentro. Elas eram meio doidas. Comecei a jogar água na cara delas, e elas fizeram o mesmo comigo. Aí olhei pro lado e vi a Cindy. Minha irmã tava descendo as escadas pra entrar na piscina, já sem a toalha. E quando vi, entendi por que ela tava tão incomodada com aquele biquíni e por que usava a toalha. A porra do biquíni era pequeno demais, não cobria nada. Ela tava com a bunda toda de fora. Foi aí que vi pela primeira vez aquelas nádegas enormes, redondas e grandes da Cindy. Ela tava praticamente com a raba toda pra fora. Ela entrou rápido na piscina. Fingi que não vi quando ela virou pra onde a gente tava. Corri até ela e também joguei água na cara dela. A gente ficou brincando um pouco até que finalmente apareceram minha tia Rebeca e a Cristina, minha mãe.
As duas tavam perto de fazer 40 anos, mas não pareciam. Eu notei elas. Fiquei de boca aberta quando vi elas saírem vestidas com seus respectivos trajes. Minha tia Rebeca usava um biquíni preto fio dental que não deixava nada para a imaginação, porque os peitos dela, durinhos e grandes, escapavam pelos lados. Dava até pra ver os bicos dela de longe, parecia uma puta vulgar. Não entendia como o tio Carlos, irmão da minha mãe, tinha casado com alguém assim.
Depois olhei pro lado. Minha mãe, Cristina, vestia um biquíni branco. Ela tinha uma toalha amarrada na cintura, igual a Cindy, e notei que ela estava meio corada. Ela era de pele branca, com os peitos pequenos, mas firmes, apesar da idade.
A tia Rebeca foi a primeira a entrar na piscina. Ela se virou pra descer pelas escadas e foi aí que percebi que ela usava uma tanga. A bunda dela, embora meio gorda, era durinha e muito excitante, o que me deu uma ereção.
Depois, Cristina, minha mãe, largou a toalha de lado e se inclinou pra descer na piscina. Não podia acreditar: ela também usava uma tanga, só que branca. A bunda dela era maior que a da minha tia, das minhas primas e até da minha irmã. Além disso, parecia bem firme também.
Depois de um tempo, minha mãe e minha irmã perderam a vergonha e começaram a se divertir, igual à tia Rebeca e minhas primas Ana e Vanessa. Várias vezes eu vi os peitos delas, porque o biquíni era tão pequeno que descia e os peitões enormes ficavam de fora.
Aí eu tive a ideia de jogar com uma bola de plástico, tipo um futebol americano leve. Então minha tia Rebeca foi chamar meu tio Carlos e meu pai, Luís, pra participarem também. Eles já tinham terminado os serviços e já estavam até meio bêbados com as bebidas que tinham tomado. Meu pai olhava pra bunda da tia Rebeca sem vergonha nenhuma, e meu tio Carlos não tirava os olhos da minha irmã Cindy.
O jogo seria homens contra mulheres. Começamos a partida e, aos poucos, foi ficando mais pesado. mais intenso, porque quem perdesse lavava a louça da comida. reparei como o tio carlos, sempre que podia, ia atrás da minha irmã cindy e pegava ela pela cintura com a desculpa de tirar a bola, mas o que ele realmente fazia era esfregar o pau na bunda da minha irmã.
meu pai percebeu isso, então marcava faltas ou coisas do tipo pra separar eles quando via os dois se enroscando, mas o tio carlos não ligava e continuava fazendo, enquanto minha irmã não percebia o que realmente tava rolando.
decidi me vingar, então fiz a mesma coisa. primeiro fui atrás da vanesa e, com a desculpa de tirar a bola, coloquei meu pau entre as bundas dela. não consegui evitar, meu pau ficou duro, ela notou mas não fez nada. pelo contrário, ela empurrava a raba pra trás. eu queria penetrar ela naquele momento, sentindo a bunda dela se mexendo. finalmente, ela jogou a bola pra minha tia rebeca, mas a bola saiu da piscina. minha mãe cristina foi buscar, esquecendo todo o pudor.
quando ela saiu da piscina, todos ficamos de boca aberta ao ver aquela bundona enorme, toda molhada, com a sunga enfiada entre as nádegas. a roupa era quase invisível, se perdia naquele par de peitos. meu pai e meu tio não tinham visto ela fora da piscina antes, então não conseguiram disfarçar o espanto. agora o tio carlos não só perturbava minha irmã cindy, mas também minha mãe cristina. mesmo ela sendo irmã dele, ele não se importava em esfregar o pau nela de um jeito descarado. minha irmã e minha mãe eram meio inocentes, ou pelo menos era o que eu pensava, porque não faziam nada pra evitar.
meu pai não ficou atrás e foi atrás da minha prima ana. várias vezes ele pegava ela por trás e depois deixava cair, só pra esfregar o pau nela de um jeito também muito óbvio. ana ria toda vez que meu pai fazia isso, embora eu notasse os peitos e os bicos dela crescendo. ela tava ficando excitada com aqueles roces tão intensos.
o jogo tava quase acabando. Estávamos prestes a perder, corri atrás da minha tia Rebeca pra tirar a bola dela, mas ela se virou e encostou a bunda em mim pra me impedir. Nunca na vida tinha sentido umas nádegas daquelas — mesmo não sendo tão firmes, eram imensas. Eu tentava tirar a bola dela e, sem querer, peguei nos peitos dela umas duas vezes. Tava tão excitado que queria tirar a pica pra fora e foder ela ali mesmo. Tava com uma ereção enorme, ela percebeu e pegou na minha pica por baixo da água. Eu me assustei, e ela conseguiu o ponto que fez a gente perder o jogo.
Finalmente, saímos todos da piscina. O tio Carlos não parava de olhar pra raba da minha irmã e da minha mãe. Depois, ele foi pegar mais cervejas enquanto o resto de nós ia pra cozinha, porque depois do jogo a gente tava com muita fome.
Minha mãe e a Cindy estavam prestes a tirar a roupa de banho, mas meu tio Carlos falou pra elas não tirarem, que ele queria a revanche depois de comer. Era óbvio que ele só queria continuar olhando a bunda delas, mas elas obedeceram. Meu pai não ficava atrás — babava pelos peitos da minha tia Rebeca e por aquele par de bundinhas das minhas primas, que estavam muito apetitosas.
Jantamos tranquilamente e bebemos mais cervejas. Depois, todos já meio bêbados, fomos pra piscina de novo, mas não entramos na água. Sentamos nuns bancos e começamos a conversar. Meu tio sentou do lado do meu pai e sussurrou algo no ouvido dele. Meu pai fez cara de surpreso, e meu tio tentava convencê-lo de alguma coisa. Ouvi quando meu pai disse: "Tá bom". Depois, o irmão da minha mãe foi pra cozinha, demorou um pouco, mas quando voltou, deu pra todo mundo uma taça de "vinho" pra brindar.
Ele disse: "Bebam tudo de uma vez e não desperdicem nada". Eu não gostei muito, porque não costumo beber muito, mas minhas primas, minha tia, minha mãe e a Cindy, minha irmã, beberam tudo, exatamente como o tio Carlos tinha mandado. Imediatamente depois disso, fui pra dentro de casa, pro banheiro, demorei uns 5 minutos. Saí de novo pra fora, em direção... A piscina e eu não podia acreditar no que tava vendo
Meu pai tava com minha prima Ana sentada no colo dele, Ana tinha o sutiã desabotoado enquanto papai acariciava os peitos dela e beijava ela ao mesmo tempo, Ana gemia que nem uma puta no cio
Minha outra prima Vanessa tava ajoelhada na frente do meu pai e segurava o pau dele nas mãos, que depois de duas ou três punhetadas dava lambidas como se fosse um sorvete pra depois continuar masturbando ele
Virei pra olhar minha mãe que tava igual a Ana, sentada no colo do meu tio Carlos, só que ela tinha dois dedos enfiados na buceta e gemia de olhos fechados, enquanto minha tia Rebeca tava de quatro e chupava o pau inteiro do marido Carlos, minha irmã Cindy tava de um lado deitada de bruços sem fazer nada, parecendo dormindo
Não sabia o que fazer, tava chocado com aquela cena tão perversa, me surpreendia muito o que tava rolando, fiquei ali paralisado com aquela situação
Depois vi minha mãe ajeitar o pau do meu tio Carlos pra poder sentar nele de frente,
Minha tia Rebeca teve que sair pra minha mãe Cristina conseguir o que queria, ela começou a dar umas sentadas tão fortes que dava pra ouvir a bunda batendo nas coxas do meu tio de onde eu tava, meu tio não parava de gemer e apertar a bunda da minha mãe, minha tia Rebeca esfregava a virilha e o tio Carlos gritava pra minha mãe: assim assim puta rabuda pula!!, pula rabuda!!, pula!!! que tu pula puta!!!
Isso excitava ainda mais minha mãe porque ela gemia mais forte ouvindo os gritos do meu tio Carlos, já que ela sentava com mais força, minha tia Rebeca foi até minha irmã e começou a tirar a roupa dela, enfiou dois dedos na buceta da Cindy enquanto chupava os peitos da minha irmã que começou a reagir e depois de um tempo acariciava a bunda da minha tia Rebeca toda excitada
Minha irmã tomou a dianteira depois e jogou Rebeca no chão pra começar a chupar a buceta minha tia deitada com as pernas abertas e minha irmã de quatro com a cara entre as pernas da minha tia Rebeca, dando o melhor de si pra agradar ela
meu pai agora tinha a Ana e a Vanessa chupando o pau dele ao mesmo tempo, a Vanessa era a mais vulgar, tentava engolir tudo, até as bolas, enquanto a Ana dava umas engasgadas enormes porque não sabia muito bem como engolir ele inteiro, ou pelo menos não como a irmã dela. Eu não aguentei ficar ali parado sem fazer nada, caminhei pra frente, passei na frente do meu pai e das minhas primas, e depois na frente da minha mãe e do tio Carlos, que me sorriu quando me viu, e finalmente cheguei onde estava a tia Rebeca com minha irmã, que ainda estava de quatro. Eu coloquei minha cara entre as nádegas da Cindy pra lamber a buceta dela, que estava encharcada de tanta excitação
a Cindy não demorou pra gemer ao sentir minha língua passar uma e outra vez pela buceta dela. Eu tirei o pau pra fora e, quando ia meter, o tio Carlos interrompeu, dizendo: "Para aí, garoto, que eu e seu pai temos um trato. Eu desvirgino minha sobrinha Cindy e ele vai desvirginar minhas filhas, então sai daí." Não podia acreditar, aquele par de pervertidos já tinha tudo planejado
depois ele ordenou pra esposa dele, Rebeca: "Vai, sua puta, mete o pau do teu sobrinho, olha como o coitado tá." Minha tia se levantou e fez eu sentar numa das cadeiras, passou saliva na buceta dela e sentou no meu pau. Que jeito de rebolar que minha tia tinha, ela imediatamente começou a gemer: "Aaaahhh, aaaahhh, aaaaahhh"
ela gritava a cada sentada que dava no meu pau, e esfregava os peitos dela no meu peito, o que a deixava mais excitada ainda
o tio Carlos ficou de pé na minha frente, segurando minha mãe Cristina nos braços, ainda enfiada no pau dele, e começou a foder ela em pé na minha frente. Eu olhava as nádegas enormes da minha mãe engolindo o pau do meu tio enquanto ele me encarava e dizia: "Então você gosta de foder minha esposa, filho da puta? Olha como eu fodo a puta da sua mãe." E cada vez que ele falava isso
minha mãe grunhia como uma porca e minha tia apertava mas as duas nádegas estavam prestes a gozar e foi assim que minha mãe deu um tremendo grito de prazer dizendo
siiiiii sou uma putaaaaa!!! enquanto os fluidos escorriam pelas pernas dela e do meu tio, logo depois senti minha tia Rebeca gozar ao mesmo tempo que cravava as unhas nas minhas costas. O tio Carlos sentou minha mãe Cristina numa cadeira, precisava de um descanso, assim como minha tia Rebeca, que foi sentar ao lado da minha mãe
é hora de preparar sua irmã disse o tio Carlos esfregando as mãos, olhei para minha irmã Cindy, dava pra ver um pouco de medo pela expressão do meu tio, além disso meu tio tinha uma piroca grande demais pra minha irmã, pra ser sincero fiquei preocupado que ele fosse machucar ela
o tio Carlos gritou pro pai Luís vem cá que vou foder sua filha agora, o pai pegou Ana e Vanessa pelos cabelos e como se fossem cachorrinhas dele as trouxe de quatro até ficarem bem na frente de Cindy e do tio Carlos, ao ver minhas primas tão submissas e putas respondi ao meu tio não é justo suas filhas já não são virgens e ele respondeu não são mesmo graças ao seu pai
olhei pro pai e ele disse seu tio tem razão, então não tive escolha a não ser sentar e ver minha irmã ser desvirginada, Vanessa veio até mim e começou a me estimular enquanto Ana fazia o mesmo com o pai, nós dois observávamos, enquanto o tio Carlos pegava Cindy pela cintura e a colocava a gosto dele de quatro com a raba empinada e o rosto apoiado numa toalha, minha pica cresceu ao ver aquela bunda enorme da minha irmã empinada daquele jeito, parecia ainda maior do que já era, o pai dizia não seja tão duro com ela e o tio respondia claro vou tratar ela como você tratou minhas filhas rindo sarcasticamente
Cindy apesar de toda a agitação ainda conservava suas duas maria-chiquinhas enfeitadas com laços brancos, o tio Carlos cuspiu na xerequinha da minha irmã Cindy que com os olhos bem abertos esperava a primeira estocada do tio que a segurou As tranças e, de uma só vez, atravessou ela. O tio Carlos era alto e muito maior que a Cindy, que era baixinha, mas a bunda enorme dela aguentava muito bem aquelas porradas que o tio dava nela.
— Que apertada você tá, sobrinha, e que bunda gostosa, mais firme que a da sua mãe — dizia o tio Carlos pra minha irmã, que só gemia e aguentava uma trepada daquelas. O tio Carlos tirava a rola toda e depois cuspia na buceta dela, só pra meter de novo, enquanto falava: — Assim, gata, pra escorregar tudo até o fundo.
A Cindy não aguentou muito tempo naquela posição. O peso e a brutalidade da foda que tava levando eram demais pra ela, e ela caiu de bruços no chão. O que meu tio aproveitou pra subir em cima dela e depois se deixar cair de cima. Minha irmã berrava igual uma cadela no cio, com os olhos quase virados, fora de si:
— Aaaaaaai, aaaaaaai, aaaaaaaai... Tiiiiio... você tá me comendo tão gostoso...
Dizia a putinha e levantava a bunda pra meterem de novo.CONTINUARÁ
Chegou o sábado e partimos bem cedo pela manhã. Minha mãe também tinha convidado meu tio Carlos junto com a esposa dele, Rebeca, e as duas filhas deles, Ana e Vanessa.
Como já era mais gente que iria na viagem, meu pai, Luís, teve a ideia de alugar uma chácara nos arredores da cidade. A chácara tinha piscina e ar-condicionado, então o passeio prometia muito.
Ao chegar na cabana, corri para a piscina na mesma hora e, sem pensar duas vezes, me joguei para me refrescar. Meus tios e meus pais organizavam tudo e tiravam dos carros as coisas que trouxemos para comer e as malas, enquanto minha irmã Cindy, junto com minhas primas Ana e Vanessa, se trocavam para também entrar na piscina. Depois de 15 minutos, ouvi a Cindy, minha irmã, discutindo com minha mãe porque ela tinha esquecido de empacotar os biquínis.
Aí a Rebeca, minha tia, interveio dizendo para elas não se preocuparem, que ela tinha um par de biquínis de sobra. A esposa do meu tio Carlos, REBECA, era uma mulher alta, bem caderuda, de pele morena e mente muito aberta — ou pelo menos parecia. A roupa dela sempre chamava atenção onde quer que fosse, porque ela costumava vestir roupas bem justas, quase beirando o vulgar. A Cristina, minha mãe, às vezes criticava ela por isso, e apesar de minha mãe não gostar muito da ideia, teve que aceitar a oferta da minha tia Rebeca.
Meu tio Carlos e meu pai foram arrumar tudo enquanto assistiam a um jogo de futebol. Depois de um tempo, minhas primas Vanessa e Ana saíram da cabana já com seus biquínis vestidos.
Vanessa tem 22 anos e é Morena, mas não tão alta quanto a mãe dela. Ela tava usando um biquíni branco quase transparente, bem curtinho, mal cobrindo aquelas tetonas enormes que minha prima tem. Já a Ana tava com um igual, só que azul. Ela era menor que a Vanessa, mas com seus 20 anos tava uma gostosa, porque tinha um corpo perfeito graças a vários esportes que praticava. Além disso, era mais alta, de pele clara e tinha um quadril ainda maior que o da mãe dela.
Atrás delas apareceu minha irmã Cindy, que tinha acabado de fazer 19 anos. Ela era meio baixinha, morena e de cabelo curto. Em casa, ela sempre usava moletom e era meio desleixada, mas naquele dia minhas primas arrumaram ela e fizeram duas marias-chiquinhas. Ela tava usando um biquíni parecido com o das minhas primas, só que ainda mais curto e preto. Nunca tinha reparado no tamanho dos peitos da minha irmã, que por sinal eram enormes, iguais aos da minha prima Vanessa, só que mais empinados e firmes por causa da juventude, acho. Vi no rosto da minha irmã um certo desconforto. Ela tava se cobrindo com uma toalha na parte de baixo do biquíni.
Vanessa e Ana correram até a piscina e pularam dentro. Elas eram meio doidas. Comecei a jogar água na cara delas, e elas fizeram o mesmo comigo. Aí olhei pro lado e vi a Cindy. Minha irmã tava descendo as escadas pra entrar na piscina, já sem a toalha. E quando vi, entendi por que ela tava tão incomodada com aquele biquíni e por que usava a toalha. A porra do biquíni era pequeno demais, não cobria nada. Ela tava com a bunda toda de fora. Foi aí que vi pela primeira vez aquelas nádegas enormes, redondas e grandes da Cindy. Ela tava praticamente com a raba toda pra fora. Ela entrou rápido na piscina. Fingi que não vi quando ela virou pra onde a gente tava. Corri até ela e também joguei água na cara dela. A gente ficou brincando um pouco até que finalmente apareceram minha tia Rebeca e a Cristina, minha mãe.
As duas tavam perto de fazer 40 anos, mas não pareciam. Eu notei elas. Fiquei de boca aberta quando vi elas saírem vestidas com seus respectivos trajes. Minha tia Rebeca usava um biquíni preto fio dental que não deixava nada para a imaginação, porque os peitos dela, durinhos e grandes, escapavam pelos lados. Dava até pra ver os bicos dela de longe, parecia uma puta vulgar. Não entendia como o tio Carlos, irmão da minha mãe, tinha casado com alguém assim.
Depois olhei pro lado. Minha mãe, Cristina, vestia um biquíni branco. Ela tinha uma toalha amarrada na cintura, igual a Cindy, e notei que ela estava meio corada. Ela era de pele branca, com os peitos pequenos, mas firmes, apesar da idade.
A tia Rebeca foi a primeira a entrar na piscina. Ela se virou pra descer pelas escadas e foi aí que percebi que ela usava uma tanga. A bunda dela, embora meio gorda, era durinha e muito excitante, o que me deu uma ereção.
Depois, Cristina, minha mãe, largou a toalha de lado e se inclinou pra descer na piscina. Não podia acreditar: ela também usava uma tanga, só que branca. A bunda dela era maior que a da minha tia, das minhas primas e até da minha irmã. Além disso, parecia bem firme também.
Depois de um tempo, minha mãe e minha irmã perderam a vergonha e começaram a se divertir, igual à tia Rebeca e minhas primas Ana e Vanessa. Várias vezes eu vi os peitos delas, porque o biquíni era tão pequeno que descia e os peitões enormes ficavam de fora.
Aí eu tive a ideia de jogar com uma bola de plástico, tipo um futebol americano leve. Então minha tia Rebeca foi chamar meu tio Carlos e meu pai, Luís, pra participarem também. Eles já tinham terminado os serviços e já estavam até meio bêbados com as bebidas que tinham tomado. Meu pai olhava pra bunda da tia Rebeca sem vergonha nenhuma, e meu tio Carlos não tirava os olhos da minha irmã Cindy.
O jogo seria homens contra mulheres. Começamos a partida e, aos poucos, foi ficando mais pesado. mais intenso, porque quem perdesse lavava a louça da comida. reparei como o tio carlos, sempre que podia, ia atrás da minha irmã cindy e pegava ela pela cintura com a desculpa de tirar a bola, mas o que ele realmente fazia era esfregar o pau na bunda da minha irmã.
meu pai percebeu isso, então marcava faltas ou coisas do tipo pra separar eles quando via os dois se enroscando, mas o tio carlos não ligava e continuava fazendo, enquanto minha irmã não percebia o que realmente tava rolando.
decidi me vingar, então fiz a mesma coisa. primeiro fui atrás da vanesa e, com a desculpa de tirar a bola, coloquei meu pau entre as bundas dela. não consegui evitar, meu pau ficou duro, ela notou mas não fez nada. pelo contrário, ela empurrava a raba pra trás. eu queria penetrar ela naquele momento, sentindo a bunda dela se mexendo. finalmente, ela jogou a bola pra minha tia rebeca, mas a bola saiu da piscina. minha mãe cristina foi buscar, esquecendo todo o pudor.
quando ela saiu da piscina, todos ficamos de boca aberta ao ver aquela bundona enorme, toda molhada, com a sunga enfiada entre as nádegas. a roupa era quase invisível, se perdia naquele par de peitos. meu pai e meu tio não tinham visto ela fora da piscina antes, então não conseguiram disfarçar o espanto. agora o tio carlos não só perturbava minha irmã cindy, mas também minha mãe cristina. mesmo ela sendo irmã dele, ele não se importava em esfregar o pau nela de um jeito descarado. minha irmã e minha mãe eram meio inocentes, ou pelo menos era o que eu pensava, porque não faziam nada pra evitar.
meu pai não ficou atrás e foi atrás da minha prima ana. várias vezes ele pegava ela por trás e depois deixava cair, só pra esfregar o pau nela de um jeito também muito óbvio. ana ria toda vez que meu pai fazia isso, embora eu notasse os peitos e os bicos dela crescendo. ela tava ficando excitada com aqueles roces tão intensos.
o jogo tava quase acabando. Estávamos prestes a perder, corri atrás da minha tia Rebeca pra tirar a bola dela, mas ela se virou e encostou a bunda em mim pra me impedir. Nunca na vida tinha sentido umas nádegas daquelas — mesmo não sendo tão firmes, eram imensas. Eu tentava tirar a bola dela e, sem querer, peguei nos peitos dela umas duas vezes. Tava tão excitado que queria tirar a pica pra fora e foder ela ali mesmo. Tava com uma ereção enorme, ela percebeu e pegou na minha pica por baixo da água. Eu me assustei, e ela conseguiu o ponto que fez a gente perder o jogo.
Finalmente, saímos todos da piscina. O tio Carlos não parava de olhar pra raba da minha irmã e da minha mãe. Depois, ele foi pegar mais cervejas enquanto o resto de nós ia pra cozinha, porque depois do jogo a gente tava com muita fome.
Minha mãe e a Cindy estavam prestes a tirar a roupa de banho, mas meu tio Carlos falou pra elas não tirarem, que ele queria a revanche depois de comer. Era óbvio que ele só queria continuar olhando a bunda delas, mas elas obedeceram. Meu pai não ficava atrás — babava pelos peitos da minha tia Rebeca e por aquele par de bundinhas das minhas primas, que estavam muito apetitosas.
Jantamos tranquilamente e bebemos mais cervejas. Depois, todos já meio bêbados, fomos pra piscina de novo, mas não entramos na água. Sentamos nuns bancos e começamos a conversar. Meu tio sentou do lado do meu pai e sussurrou algo no ouvido dele. Meu pai fez cara de surpreso, e meu tio tentava convencê-lo de alguma coisa. Ouvi quando meu pai disse: "Tá bom". Depois, o irmão da minha mãe foi pra cozinha, demorou um pouco, mas quando voltou, deu pra todo mundo uma taça de "vinho" pra brindar.
Ele disse: "Bebam tudo de uma vez e não desperdicem nada". Eu não gostei muito, porque não costumo beber muito, mas minhas primas, minha tia, minha mãe e a Cindy, minha irmã, beberam tudo, exatamente como o tio Carlos tinha mandado. Imediatamente depois disso, fui pra dentro de casa, pro banheiro, demorei uns 5 minutos. Saí de novo pra fora, em direção... A piscina e eu não podia acreditar no que tava vendo
Meu pai tava com minha prima Ana sentada no colo dele, Ana tinha o sutiã desabotoado enquanto papai acariciava os peitos dela e beijava ela ao mesmo tempo, Ana gemia que nem uma puta no cio
Minha outra prima Vanessa tava ajoelhada na frente do meu pai e segurava o pau dele nas mãos, que depois de duas ou três punhetadas dava lambidas como se fosse um sorvete pra depois continuar masturbando ele
Virei pra olhar minha mãe que tava igual a Ana, sentada no colo do meu tio Carlos, só que ela tinha dois dedos enfiados na buceta e gemia de olhos fechados, enquanto minha tia Rebeca tava de quatro e chupava o pau inteiro do marido Carlos, minha irmã Cindy tava de um lado deitada de bruços sem fazer nada, parecendo dormindo
Não sabia o que fazer, tava chocado com aquela cena tão perversa, me surpreendia muito o que tava rolando, fiquei ali paralisado com aquela situação
Depois vi minha mãe ajeitar o pau do meu tio Carlos pra poder sentar nele de frente,
Minha tia Rebeca teve que sair pra minha mãe Cristina conseguir o que queria, ela começou a dar umas sentadas tão fortes que dava pra ouvir a bunda batendo nas coxas do meu tio de onde eu tava, meu tio não parava de gemer e apertar a bunda da minha mãe, minha tia Rebeca esfregava a virilha e o tio Carlos gritava pra minha mãe: assim assim puta rabuda pula!!, pula rabuda!!, pula!!! que tu pula puta!!!
Isso excitava ainda mais minha mãe porque ela gemia mais forte ouvindo os gritos do meu tio Carlos, já que ela sentava com mais força, minha tia Rebeca foi até minha irmã e começou a tirar a roupa dela, enfiou dois dedos na buceta da Cindy enquanto chupava os peitos da minha irmã que começou a reagir e depois de um tempo acariciava a bunda da minha tia Rebeca toda excitada
Minha irmã tomou a dianteira depois e jogou Rebeca no chão pra começar a chupar a buceta minha tia deitada com as pernas abertas e minha irmã de quatro com a cara entre as pernas da minha tia Rebeca, dando o melhor de si pra agradar ela
meu pai agora tinha a Ana e a Vanessa chupando o pau dele ao mesmo tempo, a Vanessa era a mais vulgar, tentava engolir tudo, até as bolas, enquanto a Ana dava umas engasgadas enormes porque não sabia muito bem como engolir ele inteiro, ou pelo menos não como a irmã dela. Eu não aguentei ficar ali parado sem fazer nada, caminhei pra frente, passei na frente do meu pai e das minhas primas, e depois na frente da minha mãe e do tio Carlos, que me sorriu quando me viu, e finalmente cheguei onde estava a tia Rebeca com minha irmã, que ainda estava de quatro. Eu coloquei minha cara entre as nádegas da Cindy pra lamber a buceta dela, que estava encharcada de tanta excitação
a Cindy não demorou pra gemer ao sentir minha língua passar uma e outra vez pela buceta dela. Eu tirei o pau pra fora e, quando ia meter, o tio Carlos interrompeu, dizendo: "Para aí, garoto, que eu e seu pai temos um trato. Eu desvirgino minha sobrinha Cindy e ele vai desvirginar minhas filhas, então sai daí." Não podia acreditar, aquele par de pervertidos já tinha tudo planejado
depois ele ordenou pra esposa dele, Rebeca: "Vai, sua puta, mete o pau do teu sobrinho, olha como o coitado tá." Minha tia se levantou e fez eu sentar numa das cadeiras, passou saliva na buceta dela e sentou no meu pau. Que jeito de rebolar que minha tia tinha, ela imediatamente começou a gemer: "Aaaahhh, aaaahhh, aaaaahhh"
ela gritava a cada sentada que dava no meu pau, e esfregava os peitos dela no meu peito, o que a deixava mais excitada ainda
o tio Carlos ficou de pé na minha frente, segurando minha mãe Cristina nos braços, ainda enfiada no pau dele, e começou a foder ela em pé na minha frente. Eu olhava as nádegas enormes da minha mãe engolindo o pau do meu tio enquanto ele me encarava e dizia: "Então você gosta de foder minha esposa, filho da puta? Olha como eu fodo a puta da sua mãe." E cada vez que ele falava isso
minha mãe grunhia como uma porca e minha tia apertava mas as duas nádegas estavam prestes a gozar e foi assim que minha mãe deu um tremendo grito de prazer dizendo
siiiiii sou uma putaaaaa!!! enquanto os fluidos escorriam pelas pernas dela e do meu tio, logo depois senti minha tia Rebeca gozar ao mesmo tempo que cravava as unhas nas minhas costas. O tio Carlos sentou minha mãe Cristina numa cadeira, precisava de um descanso, assim como minha tia Rebeca, que foi sentar ao lado da minha mãe
é hora de preparar sua irmã disse o tio Carlos esfregando as mãos, olhei para minha irmã Cindy, dava pra ver um pouco de medo pela expressão do meu tio, além disso meu tio tinha uma piroca grande demais pra minha irmã, pra ser sincero fiquei preocupado que ele fosse machucar ela
o tio Carlos gritou pro pai Luís vem cá que vou foder sua filha agora, o pai pegou Ana e Vanessa pelos cabelos e como se fossem cachorrinhas dele as trouxe de quatro até ficarem bem na frente de Cindy e do tio Carlos, ao ver minhas primas tão submissas e putas respondi ao meu tio não é justo suas filhas já não são virgens e ele respondeu não são mesmo graças ao seu pai
olhei pro pai e ele disse seu tio tem razão, então não tive escolha a não ser sentar e ver minha irmã ser desvirginada, Vanessa veio até mim e começou a me estimular enquanto Ana fazia o mesmo com o pai, nós dois observávamos, enquanto o tio Carlos pegava Cindy pela cintura e a colocava a gosto dele de quatro com a raba empinada e o rosto apoiado numa toalha, minha pica cresceu ao ver aquela bunda enorme da minha irmã empinada daquele jeito, parecia ainda maior do que já era, o pai dizia não seja tão duro com ela e o tio respondia claro vou tratar ela como você tratou minhas filhas rindo sarcasticamente
Cindy apesar de toda a agitação ainda conservava suas duas maria-chiquinhas enfeitadas com laços brancos, o tio Carlos cuspiu na xerequinha da minha irmã Cindy que com os olhos bem abertos esperava a primeira estocada do tio que a segurou As tranças e, de uma só vez, atravessou ela. O tio Carlos era alto e muito maior que a Cindy, que era baixinha, mas a bunda enorme dela aguentava muito bem aquelas porradas que o tio dava nela.
— Que apertada você tá, sobrinha, e que bunda gostosa, mais firme que a da sua mãe — dizia o tio Carlos pra minha irmã, que só gemia e aguentava uma trepada daquelas. O tio Carlos tirava a rola toda e depois cuspia na buceta dela, só pra meter de novo, enquanto falava: — Assim, gata, pra escorregar tudo até o fundo.
A Cindy não aguentou muito tempo naquela posição. O peso e a brutalidade da foda que tava levando eram demais pra ela, e ela caiu de bruços no chão. O que meu tio aproveitou pra subir em cima dela e depois se deixar cair de cima. Minha irmã berrava igual uma cadela no cio, com os olhos quase virados, fora de si:
— Aaaaaaai, aaaaaaai, aaaaaaaai... Tiiiiio... você tá me comendo tão gostoso...
Dizia a putinha e levantava a bunda pra meterem de novo.CONTINUARÁ
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