Surpresa de saia

Você já foi numa convenção de quadrinhos? Já viu todas aquelas meninas fazendo cosplay de personagens de anime, videogame e série de TV? Todas lindas e gostosas, mas como tudo hoje em dia, às vezes tem coisa que parece o que não é, e foi com uma dessas surpresas que eu me deparei no último dia de uma dessas convenções.

Moro numa cidade onde rolam umas 3 ou 4 convenções, entre quadrinhos, terror e essas paradas, muito divertidas. Não me considero otaku, mas curto essas coisas. Então, naquele domingo, último dia da convenção, cheguei tarde por causa do trampo, umas 6 da tarde. Só faltavam umas 2 ou 3 horas pro evento acabar, então fiquei tirando foto com todas as minas e caras cosplayers que encontrava. Tinha muito cosplay foda, muita parafernália e produto bom. Saí de lá com a sacola cheia.

Mas beleza, antes de ir embora, perto das 8:15, vi uma mina fantasiada de loli ou lolita, muito bonitinha, meio baixinha, magrinha, sem muito peito, mas tudo bem. Cheguei nela e pedi uma foto. Tiramos uma selfie, conversamos um pouco sobre como ela fez o vestido, quem maquiou ela e se ela ia vir na próxima convenção. Chegou uma hora que me despedi e comecei a caminhar pra saída. Senti uma mão pegando no meu braço.

— Ei, amigo novo, você mora por aqui? — ela perguntou.
— Não, moro em Santa — falei. — Precisa de carona? Onde você mora? — perguntei enquanto via os olhos dela brilharem e ela sorrir.
— Eu moro em Santa também e não tenho como voltar. Minha amiga foi embora cedo porque passou mal e levou o carro — ela disse.
— Hum, beleza, posso te levar — falei.
— Que bom! Pode me esperar na saída enquanto eu troco de roupa? — ela disse.
— Fechou, te vejo lá — falei, recebendo um beijo na bochecha.

Fui pra saída, pensando na minha sorte, já que ia levar uma mina gostosa e ainda ia pedir o número dela. Com um pouco de sorte, podia até chamar ela pra sair. Esperei uns 30 minutos e vi ela chegando. Tava de minissaia jeans, meia até o joelho listrada de preto e... Morenas, uma blusa de alcinha com estampa de um personagem que não reconheci, o cabelo preso num rabo de cavalo, uma maquiagem leve e os tênis Converse normais. Ela estava carregando duas malas grandes, me aproximei pra ajudar.

— Desculpa, hoje usei três vestidos, além das perucas e da maquiagem — ela me disse.

— Sem problema, meu carro tem um porta-malas bem grande — chegamos no meu carro, colocamos todas as malas e partimos pro nosso destino. No caminho, a gente batia papo, eu percebia que a voz dela às vezes falhava um pouco, ficava meio rouca, mas pensei que era porque ela tinha passado o dia todo respondendo perguntas.

— Você tá bem? — perguntei. — Pega um doce pra clarear a garganta — ofereci, e ela pegou.

— Valeu, falei muito hoje — disse ela.

Seguimos nosso caminho. Quando chegamos perto da minha casa, ela disse que morava ali por perto, umas dez quadras. Pensei que nunca tinha visto ela, mas também, por causa do meu trabalho, só fico em casa à tarde e só saio pra ir no mercado, no lado contrário da casa dela.

— Ei, você topa jantar comigo? — ela perguntou.

— É tarde, você tem escola amanhã? — perguntei.

— Não, e mesmo se tivesse, nunca vou às segundas. Você tem trabalho? — disse ela.

— Não, amanhã folgo, porque trabalhei hoje — falei.

— Então pode virar a noite com sua nova amiga. A propósito, me chamo Rene, mas quando faço cosplay me chamo Imari — estendendo a mão.

— Oi, Rene, eu sou Esaú — falei.

Fomos até a casa dela. Ela me ajudou a entrar na garagem e deixei meu carro. Entrei na casa dela e, pra minha surpresa, ela mora com a amiga, uma garota chamada Fernanda, mas não estava porque tava visitando os pais e devia chegar em uns três dias. Então vi ela entrar na cozinha.

— Ei, então você gosta de lolitas? — disse ela.

— Pois é, ainda mais se tão com um vestido bonito e são gostosas — falei.

— E eu te pareço gostosa? Meu vestido não era o melhor — disse ela.

— Sim, você é muito gostosa, por isso pedi a foto e me ofereci pra te trazer — falei.

— Ah, então só me trouxe porque queria ver se eu deixava fazer umas safadezas? — disse rindo.

— Não, claro que não, hahaha — ri. Também
seguimos conversando sobre uma coisa e outra, e a madrugada chegou. Já estávamos um pouco bêbados porque tínhamos umas cervejas. Ela estava sentada ao meu lado no sofá e, de vez em quando, diminuía a distância.

— Sabe? — disse ela — Não te agradeci por me trazer — falou enquanto aproximava o rosto do meu e me dava um beijo.

— Desculpa — disse ao ver minha surpresa — Não tenho muita sorte com os caras, achei que teria uma chance com você — falou meio triste.

— Não se preocupa — respondi enquanto a beijava de volta.

— Então vou te agradecer no estilo hentai — disse ela enquanto abria minha calça e tirava meu pau, que não é o mais espetacular, mas é respeitável e, sim, bem grosso. Algumas já me proibiram de sexo anal porque acham que vou machucá-las.

— Nossa, isso é muito bom — disse ela enquanto acariciava ele de cima pra baixo. Estava me fazendo uma punheta bem gostosa, beijava a ponta, lambia devagar, mas a mão continuava se movendo rápido. De repente, sem aviso, enfiou ele inteiro na boca, chupava e engolia tudo. Às vezes só mantinha o troço na boca e com a mão me masturbava. Foi um dos melhores boquetes que já recebi na vida. A mina era uma expert. Não aguentei muito e gozei na boca dela, e ela bebeu tudo.

Levantei e peguei ela pela cintura, mas ela me parou.

— Espera, ainda não — disse ela — Só vou te dar um boquete, o resto fica pra depois — falou.

Mas não liguei e toquei na bunda dela.

— Espera, espera — ela repetia.

Toquei na buceta dela, ou onde pensei que fosse, e encontrei um pinto pequeno. Pelo menos pequeno comparado ao meu. Ela se afastou.

— Te falei pra esperar — disse com os olhos cheios de lágrimas.

— Então você é gay? — perguntei.

— Claro, bom, você é o primeiro cara com quem faço isso. Só fiz uma vez, com uma mulher — disse — Com certeza você vai embora e vai me xingar por ser um viado que te chupou sem falar que era homem — falou chorando.

— Ei, espera — falei.

— Não, vaza — ela disse.

— Não, espera, sério, não tem problema. Na verdade, já desconfiava. — Desde aquela sua voz no carro, mas não quis falar nada — falei.
— Sério? — ela disse — Não importa que eu tenha mentido pra você?
— Não, a verdade é que você me interessa, não só porque é gostosa e seus olhos são lindos, você é uma garota muito divertida. Deixa eu ficar do seu lado — falei.
— Primeiro vamos nos conhecer, vamos ser amigos, mesmo que amigos especiais — ela disse, já contente, piscando o olho e sorrindo enquanto me dava um abraço.

Bom, esse é o primeiro relato das minhas aventuras com a Imari, minha garota com surpresa.

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