Olá, pessoal, de novo! Muito obrigado por visitarem meus contos e pelos comentários de vocês. Dessa vez, quero contar o que rolou comigo no fim do ano passado numa das praias do México.É fim de ano e, como a maioria das pessoas, decidi viajar para o México e passar o réveillon nas praias de Quintana Roo. Fiz minhas malas, comprei biquínis lindos e provocantes, e comecei minha viagem.
Escolhi um voo noturno porque assim o tempo passaria mais rápido e eu chegaria ao México com o dia pela frente. Peguei meu lugar na janela, como gosto, e aos poucos o avião foi lotando. Um senhor sentou ao meu lado, tinha uns 48 anos, muito educado, me deu boa noite e pegou seu livro de leitura. Eu, por minha vez, coloquei meus fones e me preparei para ouvir música e dormir.
O avião decolou e a viagem começou. Eu curtia a música e meu companheiro de assento curtia seu livro. De repente, sem querer, virei para olhar aquele senhor ao meu lado. Observei e examinei por alguns segundos (ele não era feio nem parecia tão velho, era um senhor bem conservado e em boa forma física). Um rosto quadrado, bonito e másculo, com rugas que acentuavam sua masculinidade. Continuei descendo o olhar: ele tinha ombros largos e um peito marcado. Tinha um pouco de gordura abdominal, mas era razoável para a idade. Desci um pouco mais e notei que na virilha tinha um volume grande, acomodado de um jeito que dava pra ver a silhueta do pau, com uma cabeça enorme e um saco grande, que juntos me deixaram fantasiando e imaginando como seria ter aquilo nas minhas mãos.
O senhor parecia bem concentrado na leitura (para minha sorte, porque assim eu podia ver como o pau dele se mexia quando ele trocava as pernas), como se estivesse vivo, ou como uma cobra tentando sair daquela calça marrom apertada. Não consegui evitar e comecei a ficar com tesão. Minha buceta foi se molhando aos poucos e o calor do meu corpo aumentava. Abri um pouco as pernas e, por sorte, estava usando uma saia curta linda pra aliviar o calor que tomava conta do meu corpo, graças àquele baita pedaço de homem. Ao meu lado,
com a mão esquerda comecei a tocar minhas pernas, abri um pouco mais e ao chegar na minha buceta vi que um rio estava prestes a jorrar do meu sexo, então me levantei do lugar para ir ao banheiro e terminar o que aquele senhor tinha começado, mas ao passar na frente dele pude ver como o pau dele já estava de fora, não sei em que momento o senhor tirou o pau, não sei se me viu me tocando, ou se a leitura dele o excitou, eu ia andando pelo corredor do avião pensando naquela grande besta que ele escondia debaixo da calça, e minha buceta estava a cada segundo mais molhada, pensava se ia ao banheiro me tocar até aliviar a pressão ou voltar e liberar minha enxurrada ao lado do meu companheiro de assento,
No final decidi voltar e ver até onde isso iria, passei de novo na frente daquele pau grosso e imponente, que a cada segundo ficava maior e maior, me acomodei e o senhor parecia não se importar que uma mulher estivesse ao lado dele e ele com aquele pau enorme pra fora, coloquei meus fones e me virei para a janela, quando quase de imediato senti uma mão pousar na minha perna direita, meu coração acelerou e minha respiração também, mas não virei, como se não sentisse o que estava acontecendo, em parte para ver até onde aquele coroa safado era capaz de chegar com essa jovem e gostosa mulher.
a mão dele continuou seu caminho em direção à minha buceta desejosa, molhada pelo tesão, minha minissaia subia até minha cintura, e minhas pernas, em vez de oferecer resistência, pareciam dar boas-vindas a essa visão tão excitante, se abrindo de par em par e com apenas uma pequena calcinha se interpondo entre aquela mão áspera e dura e meus lábios vaginais macios e molhados, a mão habilidosa dele conseguiu driblar minha calcinha e se enfiar entre minha buceta e a glória, enfiou um dedo e, de tão lubrificada que eu estava, não hesitou em enfiar 3 de uma vez só, entravam como faca quente na manteiga, eu abafava meus gritos de prazer e a única coisa que me denunciava eram meus olhos que viravam para o alto por causa do imenso prazer que eu estava recebendo.
com minha mão Esquerda: comecei a tocar meus peitos, por cima da blusa, e com a mão direita comecei a tentar domar aquele pauzão, mesmo sem muito sucesso, porque minha mão não conseguia abarcar a grossura daquele animal. Como já era de madrugada, todos ou quase todos dormiam, enquanto eu e meu companheiro de assento descarregávamos o prazer de duas almas queimando de desejo. Continuei masturbando ele até me reclinar e começar a me aproximar do pau dele: primeiro minha língua provou, depois meus lábios deram beijos na ponta, minha língua como uma trepadeira tomou conta daquele pauzão, rodeando e molhando ele. Tentei enfiar na boca, mas só entrou a ponta, que era a parte mais estreita daquele animal grosso.
E enquanto minha boca dava prazer ao pau dele, ele com um dos dedos queria dar prazer ao meu cu. Ele cuspiu e, de forma magistral, começou a dilatar minha cavidade apertada, até conseguir enfiar o dedo. O prazer era mútuo: ele curtia aquela mamada que eu dava e eu estava nas nuvens com essa aventura anal gostosa.
E pela primeira vez, depois do "boa noite", o senhor me dirige a palavra para dizer: —Finge que está dormindo entre minhas pernas que vem uma aeromoça!!! Ele estendeu a coberta para tampar minha bunda e eu, com o rosto, escondi o pau dele, fingindo estar dormindo no colo do meu pai. A aeromoça perguntou: —Está tudo bem, senhor? Precisa de algo? Ele respondeu: —Tudo bem, obrigado. Ela disse: —Parece que sua filhinha foi vencida pelo sono. Ele respondeu: —É uma viagem longa, é melhor ela descansar. A aeromoça foi embora e eu não podia acreditar que ela não tinha percebido o que estava rolando.
Quando o silêncio voltou, retomamos para alimentar essa besta chamada desejo. Parei de chupar o pau dele e me ajeitei por cima dele, tudo em silêncio para não acordar os passageiros sonolentos. Queria sentir o pau dele na minha buceta, queria sentir as veias dele roçando minhas paredes vaginais, queria sentir o tamanho dele batendo no fundo de mim. E foi assim: comecei a descer devagar e podia sentir o pau dele. venosa abrindo caminho pela minha buceta molhada e dilatada até que senti o tamanho enorme dele chegar aos meus limites, queria gritar, de prazer, mas só soltava gemidos abafados de segredo.
ele pegava nas minhas tetas, enquanto eu montava aquela besta, cada vez mais rápido e com penetradas mais profundas, da ponta do pau dele até o fundo da minha xota, eu já estava em êxtase, como em transe, só queria que o pau dele explodisse dentro de mim, sem me importar com as consequências daquela putaria toda. ele me puxou pelo cabelo e me deu três estocadas bem brutas, e na terceira eu senti dentro de mim algo que queimava, algo quente, o gozo dele enchendo minha buceta. eu me levantei e da minha xota escorria o esperma dele, que peguei com a mão e levei à boca para engolir até a última gota daquele precioso elixir.
arrumei minha roupa e fui ao banheiro. uma vez lá dentro, me olhei no espelho e disse para mim mesma: você é a maior puta de Madri!!! peguei minha calcinha cheia dos meus fluidos e joguei no lixo, joguei água no rosto e voltei para o meu lugar, onde meu companheiro de viagem tinha retomado a leitura. me acomodei no meu assento e, sem dizer uma palavra, coloquei meus fones de ouvido.
foi só isso, sexo sem compromisso e sem nomes. ele se chamava desejo e eu me chamava paixão...CONTINUA...Espero que essa "PRIMEIRA PARTE" agrade e que vocês curtam tanto quanto eu curti e gozei, e na segunda parte já vou contar como foi nas praias lindas do México, e como foi o tratamento dos mexicanos e dos estrangeiros. Aguardo seus comentários e obrigado por me lerem mais uma vez.
Mando milhares de beijos quentes e cheios de paixão.
Escolhi um voo noturno porque assim o tempo passaria mais rápido e eu chegaria ao México com o dia pela frente. Peguei meu lugar na janela, como gosto, e aos poucos o avião foi lotando. Um senhor sentou ao meu lado, tinha uns 48 anos, muito educado, me deu boa noite e pegou seu livro de leitura. Eu, por minha vez, coloquei meus fones e me preparei para ouvir música e dormir.
O avião decolou e a viagem começou. Eu curtia a música e meu companheiro de assento curtia seu livro. De repente, sem querer, virei para olhar aquele senhor ao meu lado. Observei e examinei por alguns segundos (ele não era feio nem parecia tão velho, era um senhor bem conservado e em boa forma física). Um rosto quadrado, bonito e másculo, com rugas que acentuavam sua masculinidade. Continuei descendo o olhar: ele tinha ombros largos e um peito marcado. Tinha um pouco de gordura abdominal, mas era razoável para a idade. Desci um pouco mais e notei que na virilha tinha um volume grande, acomodado de um jeito que dava pra ver a silhueta do pau, com uma cabeça enorme e um saco grande, que juntos me deixaram fantasiando e imaginando como seria ter aquilo nas minhas mãos.
O senhor parecia bem concentrado na leitura (para minha sorte, porque assim eu podia ver como o pau dele se mexia quando ele trocava as pernas), como se estivesse vivo, ou como uma cobra tentando sair daquela calça marrom apertada. Não consegui evitar e comecei a ficar com tesão. Minha buceta foi se molhando aos poucos e o calor do meu corpo aumentava. Abri um pouco as pernas e, por sorte, estava usando uma saia curta linda pra aliviar o calor que tomava conta do meu corpo, graças àquele baita pedaço de homem. Ao meu lado,
com a mão esquerda comecei a tocar minhas pernas, abri um pouco mais e ao chegar na minha buceta vi que um rio estava prestes a jorrar do meu sexo, então me levantei do lugar para ir ao banheiro e terminar o que aquele senhor tinha começado, mas ao passar na frente dele pude ver como o pau dele já estava de fora, não sei em que momento o senhor tirou o pau, não sei se me viu me tocando, ou se a leitura dele o excitou, eu ia andando pelo corredor do avião pensando naquela grande besta que ele escondia debaixo da calça, e minha buceta estava a cada segundo mais molhada, pensava se ia ao banheiro me tocar até aliviar a pressão ou voltar e liberar minha enxurrada ao lado do meu companheiro de assento,
No final decidi voltar e ver até onde isso iria, passei de novo na frente daquele pau grosso e imponente, que a cada segundo ficava maior e maior, me acomodei e o senhor parecia não se importar que uma mulher estivesse ao lado dele e ele com aquele pau enorme pra fora, coloquei meus fones e me virei para a janela, quando quase de imediato senti uma mão pousar na minha perna direita, meu coração acelerou e minha respiração também, mas não virei, como se não sentisse o que estava acontecendo, em parte para ver até onde aquele coroa safado era capaz de chegar com essa jovem e gostosa mulher.
a mão dele continuou seu caminho em direção à minha buceta desejosa, molhada pelo tesão, minha minissaia subia até minha cintura, e minhas pernas, em vez de oferecer resistência, pareciam dar boas-vindas a essa visão tão excitante, se abrindo de par em par e com apenas uma pequena calcinha se interpondo entre aquela mão áspera e dura e meus lábios vaginais macios e molhados, a mão habilidosa dele conseguiu driblar minha calcinha e se enfiar entre minha buceta e a glória, enfiou um dedo e, de tão lubrificada que eu estava, não hesitou em enfiar 3 de uma vez só, entravam como faca quente na manteiga, eu abafava meus gritos de prazer e a única coisa que me denunciava eram meus olhos que viravam para o alto por causa do imenso prazer que eu estava recebendo.
com minha mão Esquerda: comecei a tocar meus peitos, por cima da blusa, e com a mão direita comecei a tentar domar aquele pauzão, mesmo sem muito sucesso, porque minha mão não conseguia abarcar a grossura daquele animal. Como já era de madrugada, todos ou quase todos dormiam, enquanto eu e meu companheiro de assento descarregávamos o prazer de duas almas queimando de desejo. Continuei masturbando ele até me reclinar e começar a me aproximar do pau dele: primeiro minha língua provou, depois meus lábios deram beijos na ponta, minha língua como uma trepadeira tomou conta daquele pauzão, rodeando e molhando ele. Tentei enfiar na boca, mas só entrou a ponta, que era a parte mais estreita daquele animal grosso.
E enquanto minha boca dava prazer ao pau dele, ele com um dos dedos queria dar prazer ao meu cu. Ele cuspiu e, de forma magistral, começou a dilatar minha cavidade apertada, até conseguir enfiar o dedo. O prazer era mútuo: ele curtia aquela mamada que eu dava e eu estava nas nuvens com essa aventura anal gostosa.
E pela primeira vez, depois do "boa noite", o senhor me dirige a palavra para dizer: —Finge que está dormindo entre minhas pernas que vem uma aeromoça!!! Ele estendeu a coberta para tampar minha bunda e eu, com o rosto, escondi o pau dele, fingindo estar dormindo no colo do meu pai. A aeromoça perguntou: —Está tudo bem, senhor? Precisa de algo? Ele respondeu: —Tudo bem, obrigado. Ela disse: —Parece que sua filhinha foi vencida pelo sono. Ele respondeu: —É uma viagem longa, é melhor ela descansar. A aeromoça foi embora e eu não podia acreditar que ela não tinha percebido o que estava rolando.
Quando o silêncio voltou, retomamos para alimentar essa besta chamada desejo. Parei de chupar o pau dele e me ajeitei por cima dele, tudo em silêncio para não acordar os passageiros sonolentos. Queria sentir o pau dele na minha buceta, queria sentir as veias dele roçando minhas paredes vaginais, queria sentir o tamanho dele batendo no fundo de mim. E foi assim: comecei a descer devagar e podia sentir o pau dele. venosa abrindo caminho pela minha buceta molhada e dilatada até que senti o tamanho enorme dele chegar aos meus limites, queria gritar, de prazer, mas só soltava gemidos abafados de segredo.
ele pegava nas minhas tetas, enquanto eu montava aquela besta, cada vez mais rápido e com penetradas mais profundas, da ponta do pau dele até o fundo da minha xota, eu já estava em êxtase, como em transe, só queria que o pau dele explodisse dentro de mim, sem me importar com as consequências daquela putaria toda. ele me puxou pelo cabelo e me deu três estocadas bem brutas, e na terceira eu senti dentro de mim algo que queimava, algo quente, o gozo dele enchendo minha buceta. eu me levantei e da minha xota escorria o esperma dele, que peguei com a mão e levei à boca para engolir até a última gota daquele precioso elixir.
arrumei minha roupa e fui ao banheiro. uma vez lá dentro, me olhei no espelho e disse para mim mesma: você é a maior puta de Madri!!! peguei minha calcinha cheia dos meus fluidos e joguei no lixo, joguei água no rosto e voltei para o meu lugar, onde meu companheiro de viagem tinha retomado a leitura. me acomodei no meu assento e, sem dizer uma palavra, coloquei meus fones de ouvido.
foi só isso, sexo sem compromisso e sem nomes. ele se chamava desejo e eu me chamava paixão...CONTINUA...Espero que essa "PRIMEIRA PARTE" agrade e que vocês curtam tanto quanto eu curti e gozei, e na segunda parte já vou contar como foi nas praias lindas do México, e como foi o tratamento dos mexicanos e dos estrangeiros. Aguardo seus comentários e obrigado por me lerem mais uma vez.
Mando milhares de beijos quentes e cheios de paixão.
4 comentários - Mi viaje a las playas de Mexico. (relato)
espero la segunda parte ! 😃
❤️ +10