E aí, poringa boys. Compartilho com vocês esse primeiro relato. Foi há 8 dias, numa festa onde a gente se encontrava entre amigos e alguns desconhecidos. Enfim, a noite foi passando e ficava cada vez mais gostosa, mas na real tava faltando algo. Nisso, viro e vejo uma mina dançando, com um olhar que pedia pra fornicar — e não me enganei. A Ana tava atrás de uma noite com mais diversão. O olhar foi óbvio e não hesitei em chegar pra dançar junto com aquele corpo, com umas bundas muito yummy, e olha que nem vou falar dos peitos, porque o decote já fazia a gente divagar.
Foram só duas músicas onde a gente mostrou as intenções. A dança tão sugestiva só indicava que naquela noite a gente tinha que foder. A roçada da bunda dela no meu pau era uma delícia, e era óbvio que com aqueles movimentos ela já tava ficando excitada. E claro, eu duro, só esperando o momento pra agir. Fomos pegar uma bebida e sentamos por uns minutos. O clima ficava cada vez mais ousado, e claro, minhas mãos já sabiam o caminho dos quadris dela e, aos poucos, iam pra sua buceta yummy, que já começava a escorrer. Ela não ficou atrás: na mesma hora, levou as mãos pro meu pau e começou a acariciar.
Sem perder tempo, fomos correndo pro banheiro. Eu apertava a bunda dela e ela ficava mais tesuda. Quando chegamos, vimos que já tava ocupado, então optamos por ir pro quarto que tava do lado. Sorte que o quarto tava livre. Comecei desabotoando e dedando ela, e os gemidos dela já me excitavam mais e mais. Ela se ajoelha e me dá uma mamada sublime — puta merda, foi tão tasty. Coloco ela de costas na parede, e ela fala: "Me faz tua, sou tua puta hoje, quero que me coma e me faça gozar". Sem pensar duas vezes, penetrei aquela buceta tão molhada — foi um manjar. O começo foi frenético, fiquei nessa por uns 10 minutos. Os gemidos dela me excitavam demais, o calor da buceta dela me fazia meter com tudo. Agarrei e terminei tirando a calcinha dela. blusa e seus peitos tão deliciosos que não hesitei em beijar, me fizeram desejar ela ainda mais. Sentei no sofá e ela subiu em mim, seu olhar era perverso. "De novo montar em você", ela me diz, sua putinha. Ela começou com movimentos circulares e, ao mesmo tempo, gemia e gozou. Foi tão gostoso que comecei a dar tapas na bunda dela, e parece que isso a deixou ainda mais excitada. Foi aí que ela me disse: "Não para, me dá mais". Eu, com prazer, dava tudo. Mudamos de posição, eu ainda sentado, ela virou de costas e a bunda dela estava tão vermelha dos tapas que eu dei. Puxei ela e fiz sentar em mim, ela rebolando gostoso. O movimento dos quadris dela interagia com a música de fundo. Ela começou a gritar e dizer "isso, papai" enquanto se mexia com mais energia. Chegou o clímax e o grito dela foi único. Ela diz: "Vem, papai, você fez bem feito". Naquele momento, nós dois gozamos. Virei ela para ver seu olhar e dei um beijo para continuar. Assim terminamos, nos vestimos e descemos de volta pra festa, já satisfeitos com a noite tão gostosa para nós dois. Saudações, Poringa Boys.
Foram só duas músicas onde a gente mostrou as intenções. A dança tão sugestiva só indicava que naquela noite a gente tinha que foder. A roçada da bunda dela no meu pau era uma delícia, e era óbvio que com aqueles movimentos ela já tava ficando excitada. E claro, eu duro, só esperando o momento pra agir. Fomos pegar uma bebida e sentamos por uns minutos. O clima ficava cada vez mais ousado, e claro, minhas mãos já sabiam o caminho dos quadris dela e, aos poucos, iam pra sua buceta yummy, que já começava a escorrer. Ela não ficou atrás: na mesma hora, levou as mãos pro meu pau e começou a acariciar.
Sem perder tempo, fomos correndo pro banheiro. Eu apertava a bunda dela e ela ficava mais tesuda. Quando chegamos, vimos que já tava ocupado, então optamos por ir pro quarto que tava do lado. Sorte que o quarto tava livre. Comecei desabotoando e dedando ela, e os gemidos dela já me excitavam mais e mais. Ela se ajoelha e me dá uma mamada sublime — puta merda, foi tão tasty. Coloco ela de costas na parede, e ela fala: "Me faz tua, sou tua puta hoje, quero que me coma e me faça gozar". Sem pensar duas vezes, penetrei aquela buceta tão molhada — foi um manjar. O começo foi frenético, fiquei nessa por uns 10 minutos. Os gemidos dela me excitavam demais, o calor da buceta dela me fazia meter com tudo. Agarrei e terminei tirando a calcinha dela. blusa e seus peitos tão deliciosos que não hesitei em beijar, me fizeram desejar ela ainda mais. Sentei no sofá e ela subiu em mim, seu olhar era perverso. "De novo montar em você", ela me diz, sua putinha. Ela começou com movimentos circulares e, ao mesmo tempo, gemia e gozou. Foi tão gostoso que comecei a dar tapas na bunda dela, e parece que isso a deixou ainda mais excitada. Foi aí que ela me disse: "Não para, me dá mais". Eu, com prazer, dava tudo. Mudamos de posição, eu ainda sentado, ela virou de costas e a bunda dela estava tão vermelha dos tapas que eu dei. Puxei ela e fiz sentar em mim, ela rebolando gostoso. O movimento dos quadris dela interagia com a música de fundo. Ela começou a gritar e dizer "isso, papai" enquanto se mexia com mais energia. Chegou o clímax e o grito dela foi único. Ela diz: "Vem, papai, você fez bem feito". Naquele momento, nós dois gozamos. Virei ela para ver seu olhar e dei um beijo para continuar. Assim terminamos, nos vestimos e descemos de volta pra festa, já satisfeitos com a noite tão gostosa para nós dois. Saudações, Poringa Boys.
0 comentários - mi primer relato