Bom, a história é meio longa, mas vale a pena ler — conforme for avançando, vai melhorando. Agora vou descrever a protagonista: ela é uma mulher linda de 25 anos, bem alta, 1,70m, pele branca, uns peitos grandes e macios, mas ao mesmo tempo bem firmes, uma bunda redonda, nem grande nem pequena demais, perfeita pro corpo dela, bem firme e torneada pelas horas pesadas na academia, e umas pernas longas e bem definidas. Só avisando, ela se chama Mônica, mas não uso muito o nome dela, no máximo prima ou priminha, era assim que a gente se tratava.
Desde pequeno, nunca tive uma boa relação com minha família, nem com meus pais, mas sempre tive uma ligação muito forte com minha prima. A gente sempre foi muito unido e carinhoso um com o outro. Foi com ela que eu dei meu primeiro beijo e tive aqueles jogos de criança que não passavam de umas apalpadas, mas nunca fomos além. A gente se via por temporadas, porque ela morava nos Estados Unidos, então sempre que ela vinha, passávamos a maior parte do tempo juntos. Isso era quando eu tinha entre 8 e 10 anos. Quando a gente cresceu, ela sempre que vinha já não ficava mais comigo, passava mais tempo com um dos meus primos que tinha quase a mesma idade que ela. E foi assim por muito tempo. Depois, teve uma temporada em que ela parou de vir. Até que recentemente minha avó me disse que, por questões de família, meu tio e os filhos dele iam se mudar pra nossa cidade. Não liguei muito, porque já tinha perdido a relação que tinha com ela.
Chegou o dia em que a gente tinha que ir buscá-los no aeroporto. Todo mundo estava animado, porque finalmente grande parte da família ia se reunir. Eu nem tava ligando praquilo. Saímos de casa às 3 da madrugada pra evitar o trânsito. Chegamos no aeroporto às 11 da manhã. Eles só chegavam à 1 da tarde, então decidimos passar o tempo. Entre passeios e almoço, chegou 1 da tarde. Eles estavam saindo do... Aeroporto, todo mundo animado correu pra recepcionar eles, eu cumprimentei eles na maior indiferença. Quando minha prima me viu, ela se emocionou na hora, veio correndo me abraçar e me deu um baita beijo na bochecha.
M – Primo, senti tanto a sua falta.
Y – Eu também.
Quando ela me cumprimentou daquele jeito tão intenso, fiquei pasmo, porque já fazia um tempão que a gente não se falava direito, só aquele cumprimento básico no aniversário dela por educação, mas de resto, anos sem trocar uma ideia. Quando a gente tava arrumando tudo no ônibus pra voltar pra casa, eu fui na frente, do lado do motorista, e ela grudou em mim, falou que queria ir na frente comigo. Minha família estranhou, mas não deu muita bola, e eu menos ainda. No caminho de volta, ela foi me contando como tava louca pra vir, que já queria voltar há tempos mas não tinha oportunidade, e que tava feliz de morar na nossa cidade. Eu só fingia que tava prestando atenção. Quando a noite caiu, a gente ainda tava na estrada e ela dormiu no meu ombro. O que achei mais estranho foi que ela colocou a mão na minha perna, mas não liguei.
Chegamos bem tarde em casa, umas meia-noite, todo mundo exausto. Cada um foi direto dormir: eu na minha casa, e meu tio e meus primos na casa que ele mandou construir. No dia seguinte, me acordaram cedo porque combinaram que a família toda ia tomar café da manhã junto pra comemorar a chegada do meu tio e dos primos. Então a gente tinha que se reunir na casa do meu tio. Quando todo mundo se juntou, decidiram o que cada um ia fazer. Eu fiquei de ir comprar as bebidas e umas carnes pra comer. Na hora, minha prima grudou em mim e disse que ia me ajudar. Todo mundo concordou. Aí peguei a moto pra ir no supermercado comprar tudo. Enquanto eu dirigia, percebi que minha prima me abraçava bem forte, dava pra sentir os peitos dela encostando em mim. de costas, e as mãos dela estavam na minha virilha, e com os pequenos solavancos eu sentia como se ela estivesse esfregando minha rola, senti minha rola começar a crescer e acho que ela também percebeu, porque começou a esfregar o peito com mais força nas minhas costas. Quando chegamos no supermercado, minha rola tava dura que nem ferro em brasa, sentia que ia explodir. Por sorte, eu tava usando uma calça larga naquele dia e ninguém percebeu minha ereção enorme, mas eu percebi que minha prima ficava me encarando e só ria, toda safada, sabia o que tinha feito comigo. Enquanto a gente comprava, vimos na área de farmácia uma caixa de camisinhas que tavam à venda. Ela se aproximou, viu o tamanho, que era médio, e chegou perto de mim e falou:
M — Acho que essas iam ficar pequenas demais em você, não é, priminho?
Y — Não sei, o que você acha? Quer medir?
Quando eu falei isso, ela ficou vermelha, mas ao mesmo tempo me olhou com uns olhos cheios de tesão e um sorriso bem safado. Ela chegou perto, me deu um selinho nos lábios, discretamente colocou a mão na minha rola e falou no meu ouvido: "Você não faz ideia da vontade que eu tô." Quando senti a mão dela na minha rola, achei que ia gozar na hora, mas consegui segurar. Terminamos de comprar as coisas pro café da manhã. A gente tava voltando pra casa do meu tio quando ela falou: "Priminho, vamos passar em outro lugar antes de ir comer." Eu respondi: "Onde você quer ir?" "Sei lá, num parque ou algum lugar onde a gente possa conversar sossegado." Aí decidi levá-la pro parque central. Guardamos as coisas dentro da moto, caminhamos um pouco pelo parque, compramos uns sorvetes e sentamos num banco pra comer. Era meio cedo, então o parque tava meio vazio. Nesse ponto, eu já sabia o que tava rolando, mas queria brincar com ela e perguntei: "Por que você tá agindo assim? Faz tempo que a gente nem se falava nem nada, e agora você tá toda agarrada comigo." Aí ela respondeu me beijando de um jeito tão intenso e apaixonado que... Senti que o tempo parou, senti a língua dela procurando a minha e se fundindo numa só. Quando a gente se separou daquele beijo intenso, ela deitou a cabeça no meu peito de um jeito tão meigo e, com uma voz suave, falou: "Lembra quando a gente era pequeno e sempre brincava junto? Nosso primeiro beijo e como a gente se acariciava quando ficava sozinho?" Fiquei surpreso porque ela ainda lembrava disso.
Então respondi: "Sim, lembro. Lembro até que depois você parou de ficar comigo e só andava com o nosso outro primo." Aí senti algo molhado na minha camiseta. Quando baixei a cabeça pra ver o que era, vi que minha prima estava chorando e começou a dizer: "Me desculpa, sério, me desculpa. Não queria ter feito isso." "Então por que fez?", perguntei. "Eu tinha medo", respondeu. "Desde que a gente era pequeno, comecei a sentir esses sentimentos por você. Queria ser mais que sua prima, queria fazer muito mais coisas, mas tinha medo de você me rejeitar. Tinha muito medo de te perder. Por isso comecei a me afastar de você, mas nunca parei de pensar em você. Sempre que você me escrevia ou me desejava feliz aniversário, eu ficava muito feliz porque pensava que você ainda gostava de mim e ainda se lembrava de mim. Toda vez que você vinha, eu só queria correr pra te abraçar e te beijar, mas sabia que isso era errado. Somos primos, não deveríamos fazer isso. Por isso, quando meu pai disse que a gente ia se mudar pra cá, decidi que confessaria tudo e aceitaria o que você decidisse. Então me diz: o que você sente?"
Depois de ouvir tudo o que ela tinha passado, quase meu coração partiu. Ela não tinha me esquecido. Naquele momento, abracei ela forte entre meus braços e, tentando acalmá-la, falei baixinho, quase sussurrando no ouvido dela: "Como eu não ia querer uma mulher tão gostosa como você? Eu também não te esqueci. Quando você começou a se afastar de mim, pensei que você tinha me esquecido, que não queria mais ficar comigo. Por isso fico feliz em saber que você sempre me quis. mas calminha, ao ouvir minhas palavras, ela levantou a cabeça e me perguntou "então isso…". não deixei ela terminar a frase e comecei a beijá-la, mas já não era um beijo de paixão e luxúria, agora era um beijo de amor, um beijo carinhoso onde dava pra sentir o coração um do outro batendo no mesmo ritmo. quando nos separamos, enxuguei as lágrimas dela com dois beijinhos suaves. "vamos, já perdemos tempo demais", falei, e ela respondeu rindo: "grande sermão que nos espera em casa". começamos a andar de mãos dadas, feito dois apaixonados. quando chegamos na casa do meu tio, todo mundo começou a perguntar por que a gente tinha demorado tanto. respondi: "tava cheio de gente no supermercado, e ainda dei uma volta com minha prima pra mostrar um pouco da cidade". com essa resposta, eles se deram por satisfeitos e pararam de perguntar. passamos o resto da manhã na maior normalidade. nos momentos em que ficávamos sozinhos, ela sempre me dava uns beijinhos de leve nos lábios, que eu adorava, mas sempre pedia pra ela ter mais cuidado, que podiam nos descobrir. ela só ria. então decidi dar uma liçãozinha nela. estávamos na cozinha ajudando minha tia a servir a comida, enquanto todo mundo já estava sentado à mesa. num momento em que minha tia saiu pra levar os refrigerantes pra mesa, eu rapidamente peguei minha prima pela cintura e comecei a beijá-la com paixão, misturando a língua dela com a minha. quando ouvi minha tia voltando, me afastei na hora e voltei a preparar os pratos. ela ainda estava meio surpresa, mal conseguiu reagir. minha tia, vendo ela meio corada, perguntou: "minha filha, você tá bem? tá meio vermelhinha". "tô sim, tia, só um pouco de calor, ainda não me acostumei com o clima", respondeu ela. "tá bom", disse minha tia, "aqui estão seus pratos", e saiu pra se juntar aos outros na mesa. quando ficamos sozinhos, ela se virou pra mim e começou a me encher o saco, me dando tapinhas de leve no peito: "o que você tava pensando? quase nos descobrem, não faz isso, quase me dá um infarto". eu só ía da reação dela. Então você também se controla um pouco, eu também quero te abraçar e te beijar, mas me seguro, já vai ter tempo, eu disse, e ela, com cara de choro e fingindo, "tá bom, vou me controlar", "essa é a minha prima linda", eu disse, beijando a testa dela, "vamos que todo mundo tá nos esperando", falei, e fomos com o resto da família. Entre conversas e bebidas, o tempo passou, terminamos o café da manhã, nos despedimos e cada um foi pra sua casa. Quando cheguei em casa, fui direto pro meu quarto e me deitei na cama. O dia foi tranquilo, fui pra academia com um amigo e à noite fomos treinar. Voltei pra casa já tarde da noite. Depois de tomar banho, recebi uma mensagem da minha prima, dizendo que tinham planejado um passeio com meus outros primos pra um parque aquático, e perguntou se eu queria ir. Respondi com uma mensagem dizendo que sim, que tava dentro. Já era muito tarde, então pensei que ela não fosse responder, mas depois de 5 minutos meu celular tocou. Era uma mensagem dela: "Tô muito feliz, agora sim vamos poder ficar juntos os dois. Se você não fosse, eu também não iria." Eu dormi.
No dia seguinte, eram umas 7 da manhã quando comecei a sentir algo estranho. Quando abri os olhos, vi que era minha prima chupando minha boca apaixonadamente. Levantei, surpreso e assustado, e afastei ela rapidamente de mim. "O que você pensa que tá fazendo? E se minha mãe ou minha avó pegar a gente?" Ela, rindo, respondeu: "Minha tia (sua mãe) foi trabalhar porque chamaram ela cedo, minha avó foi pro mercado e seus irmãos foram estudar. A casa é só nossa." "E o que você tá fazendo aqui tão cedo?", perguntei. "Meu pai (seu tio) mandou eu entregar umas coisas que ele trouxe pra minha avó. Quando cheguei, sua tia já tava saindo com seus irmãos, e minha avó disse que ia pro mercado, pra eu deixar as coisas no quarto dela e te acordar pra me fazer companhia." "Então, estamos sozinhos?", perguntei. "Sim." Naquele momento, levantei, peguei ela pela cintura e virei ela de costas. Fiquei deitada e eu por cima dela, comecei a fazer cócegas no corpo todo dela entre risadas e gargalhadas, comecei a beijá-la, beijava a testa dela, as bochechas, os lábios, o pescoço, comecei tirando a blusa que ela vestia, até que só ficou de sutiã, era um sutiã de renda preta, bem sexy, e perguntei sobre esse conjunto tão provocante, "coloquei só pra você", ela respondeu me beijando de novo. Depois daquele beijo tão gostoso, comecei a descer, dando beijinhos na barriga dela até chegar na calça, tirei a calça que estava meio justa nela, quando tirei, ficou na minha frente o corpo de uma deusa, uns peitos grandes e macios mas ao mesmo tempo firmes, uma cintura e uma barriga duras e esculpidas por horas de academia, e umas pernas longas e firmes, não acreditava no que meus olhos viam. Nesse ponto, já estava com uma barraca na cueca, então ela me tirou do transe, com o rosto corado me disse "não fica me olhando tanto que me dá uma vergonha". Ao vê-la tão vulnerável, tão delicada, não pude evitar que meu coração se partisse pela ternura de mulher que ela era. Continuamos nos beijando, e aos poucos fui tirando o sutiã e a calcinha fio dental dela, eu também tirei minha roupa e ficamos completamente pelados na minha cama. Queria que aquele momento fosse especial, reviver aquele carinho que tínhamos quando éramos pequenos, só que tinha deixado de ser carinho e se transformado em amor. Comecei beijando seus lábios lindos, descendo pelo pescoço até chegar nos peitos dela, aqueles peitos lindos com os mamilos rosados, e a buceta linda dela, rosadinha e bem depilada, enquanto chupava e mordia de leve o mamilo dela que começava a endurecer, com uma mão massageava o outro peito e com a outra estimulava o clitóris dela com movimentos circulares pequenos, naquele momento ela gemia de prazer.
M – HmmmmHmmm continua aí
M – finalmente, esperava por isso há muito tempo
De vez em quando alternava entre o peito esquerdo e direito dela até sentir uma onda de fluidos minha mão, ela tinha tido o primeiro orgasmo dela, minha mão tinha ficado encharcada do néctar doce dela, que eu saboreei com gosto, e ela também, e nos fundimos num beijo longo. Não satisfeito com isso, decidi descer até ter meu rosto na buceta linda dela e comecei a chupar como nunca tinha feito com nenhuma outra mulher. Dava beijinhos no clitóris dela enquanto estimulava a vagina dela com um dos meus dedos, depois trocava e estimulava o clitóris dela com um dedo em círculos pequenos enquanto penetrava o mais fundo que conseguia a vagina dela com minha língua. Depois disso, ela chegou ao segundo orgasmo. Eu tava com uma vontade imensa de comer ela selvagemente, mas queria que ela aproveitasse ao máximo. Ofegante, ela me disse: "Eu também quero te fazer sentir bem." Na hora, ela me deitou na cama e, entre beijos, desceu rapidinho pro meu pau, que já tava mais que preparado. Quando ela lambeu meu pau sem jeito, ainda assim foi incrível. Ela tentava enfiar tudo na boca, mas não aguentava. "Você não precisa se forçar muito, faz do teu jeito."
Ela continuou com beijinhos, chupando até a metade, que era o máximo que aguentava, brincando com a língua na minha glande até que eu não aguentei mais e gozei dentro da boca dela. Pensei que ela fosse cuspir tudo, mas, em vez disso, engoliu tudo. "Tem um gosto meio forte, mas eu gosto", ela disse. Depois disso, deitei ela suavemente na cama e coloquei meu pau na entrada da vagina dela. Ainda meio na dúvida, perguntei: "Tem certeza que quer fazer isso? Depois disso, não tem volta." Ela só me puxou pelo pescoço e disse: "Se é você, não me importa mais nada." Com essas palavras, eu sabia que a gente tinha entrado num lugar sem volta. Devagar, fui deslizando meu pau dentro da vagina dela. Quando entrou até a metade, notei que ela começou a sangrar. Olhei surpreso e falei: "Mônica, por acaso você..." Ela só riu: "Queria que você fosse o primeiro e o único." Não podia acreditar. Minha prima tinha me dado a virgindade dela, isso só fez meu desejo e luxúria crescerem ainda mais, então enfiei o resto da minha pica e comecei a bombar devagar, já que era a primeira vez dela. Quando fui percebendo que os gemidos dela mudavam de dor para prazer, eu aumentava cada vez mais a velocidade, enquanto beijava e acariciava os peitos dela. Ela me prendeu com as pernas, e nesse momento minha excitação foi tão longe que acabei gozando dentro dela. Dava pra sentir os espasmos dela apertando deliciosamente minha pica. Depois, quando meu pau voltou ao tamanho normal, a gente se deitou junto, os dois.
Ela rapidamente desceu pra chupar minha pica de novo, até deixar ela dura outra vez. "Agora é minha vez", ela disse enquanto começava a montar em mim. Cavalgava deliciosamente, eu ainda sentia como ela apertava aquela buceta gostosa que há poucos minutos ainda era virgem. Enquanto ela me cavalgava, eu massageava e chupava aqueles peitos que me deixavam louco. Quando tentei mexer ela pra mudar de posição, ela me empurrou na cama e me beijou, dizendo: "Você só curte". Não podia acreditar, era toda uma expert montando. Não aguentei mais e acabei gozando dentro dela de novo, até ficarmos exaustos. Ela caiu cansada no meu peito. "Isso foi melhor do que eu sonhei. Fico feliz de ter tido coragem de confessar o que sentia por você." "Eu também fico feliz, amor. Você não sabe o quanto eu te quero." "Eu também te quero, meu amor", ela disse. Nessa hora já eram 10 da manhã, e a gente se trocou rápido. Ela aproveitou pra tomar um banho rápido, e eu também. Por sorte, tem dois banheiros na minha casa, e terminamos rápido. Às 10:30 já estávamos tranquilos na sala. Bem nessa hora minha avó chegou, e nós dois fomos ajudar ela com as compras. Ela perguntou se a gente tinha tomado café da manhã e se queria comer algo, e a gente disse que estava tudo bem. Com um sorriso de cúmplices, fomos pra cozinha. Nisso, nossos primos chegaram pra ir ao parque aquático, que a gente tinha combinado de ir às 11 da manhã.
Bom... Dependendo de como essa história for aceita, vou contar pra vocês o que rolou no parque aquático.
Desde pequeno, nunca tive uma boa relação com minha família, nem com meus pais, mas sempre tive uma ligação muito forte com minha prima. A gente sempre foi muito unido e carinhoso um com o outro. Foi com ela que eu dei meu primeiro beijo e tive aqueles jogos de criança que não passavam de umas apalpadas, mas nunca fomos além. A gente se via por temporadas, porque ela morava nos Estados Unidos, então sempre que ela vinha, passávamos a maior parte do tempo juntos. Isso era quando eu tinha entre 8 e 10 anos. Quando a gente cresceu, ela sempre que vinha já não ficava mais comigo, passava mais tempo com um dos meus primos que tinha quase a mesma idade que ela. E foi assim por muito tempo. Depois, teve uma temporada em que ela parou de vir. Até que recentemente minha avó me disse que, por questões de família, meu tio e os filhos dele iam se mudar pra nossa cidade. Não liguei muito, porque já tinha perdido a relação que tinha com ela.
Chegou o dia em que a gente tinha que ir buscá-los no aeroporto. Todo mundo estava animado, porque finalmente grande parte da família ia se reunir. Eu nem tava ligando praquilo. Saímos de casa às 3 da madrugada pra evitar o trânsito. Chegamos no aeroporto às 11 da manhã. Eles só chegavam à 1 da tarde, então decidimos passar o tempo. Entre passeios e almoço, chegou 1 da tarde. Eles estavam saindo do... Aeroporto, todo mundo animado correu pra recepcionar eles, eu cumprimentei eles na maior indiferença. Quando minha prima me viu, ela se emocionou na hora, veio correndo me abraçar e me deu um baita beijo na bochecha.
M – Primo, senti tanto a sua falta.
Y – Eu também.
Quando ela me cumprimentou daquele jeito tão intenso, fiquei pasmo, porque já fazia um tempão que a gente não se falava direito, só aquele cumprimento básico no aniversário dela por educação, mas de resto, anos sem trocar uma ideia. Quando a gente tava arrumando tudo no ônibus pra voltar pra casa, eu fui na frente, do lado do motorista, e ela grudou em mim, falou que queria ir na frente comigo. Minha família estranhou, mas não deu muita bola, e eu menos ainda. No caminho de volta, ela foi me contando como tava louca pra vir, que já queria voltar há tempos mas não tinha oportunidade, e que tava feliz de morar na nossa cidade. Eu só fingia que tava prestando atenção. Quando a noite caiu, a gente ainda tava na estrada e ela dormiu no meu ombro. O que achei mais estranho foi que ela colocou a mão na minha perna, mas não liguei.
Chegamos bem tarde em casa, umas meia-noite, todo mundo exausto. Cada um foi direto dormir: eu na minha casa, e meu tio e meus primos na casa que ele mandou construir. No dia seguinte, me acordaram cedo porque combinaram que a família toda ia tomar café da manhã junto pra comemorar a chegada do meu tio e dos primos. Então a gente tinha que se reunir na casa do meu tio. Quando todo mundo se juntou, decidiram o que cada um ia fazer. Eu fiquei de ir comprar as bebidas e umas carnes pra comer. Na hora, minha prima grudou em mim e disse que ia me ajudar. Todo mundo concordou. Aí peguei a moto pra ir no supermercado comprar tudo. Enquanto eu dirigia, percebi que minha prima me abraçava bem forte, dava pra sentir os peitos dela encostando em mim. de costas, e as mãos dela estavam na minha virilha, e com os pequenos solavancos eu sentia como se ela estivesse esfregando minha rola, senti minha rola começar a crescer e acho que ela também percebeu, porque começou a esfregar o peito com mais força nas minhas costas. Quando chegamos no supermercado, minha rola tava dura que nem ferro em brasa, sentia que ia explodir. Por sorte, eu tava usando uma calça larga naquele dia e ninguém percebeu minha ereção enorme, mas eu percebi que minha prima ficava me encarando e só ria, toda safada, sabia o que tinha feito comigo. Enquanto a gente comprava, vimos na área de farmácia uma caixa de camisinhas que tavam à venda. Ela se aproximou, viu o tamanho, que era médio, e chegou perto de mim e falou:
M — Acho que essas iam ficar pequenas demais em você, não é, priminho?
Y — Não sei, o que você acha? Quer medir?
Quando eu falei isso, ela ficou vermelha, mas ao mesmo tempo me olhou com uns olhos cheios de tesão e um sorriso bem safado. Ela chegou perto, me deu um selinho nos lábios, discretamente colocou a mão na minha rola e falou no meu ouvido: "Você não faz ideia da vontade que eu tô." Quando senti a mão dela na minha rola, achei que ia gozar na hora, mas consegui segurar. Terminamos de comprar as coisas pro café da manhã. A gente tava voltando pra casa do meu tio quando ela falou: "Priminho, vamos passar em outro lugar antes de ir comer." Eu respondi: "Onde você quer ir?" "Sei lá, num parque ou algum lugar onde a gente possa conversar sossegado." Aí decidi levá-la pro parque central. Guardamos as coisas dentro da moto, caminhamos um pouco pelo parque, compramos uns sorvetes e sentamos num banco pra comer. Era meio cedo, então o parque tava meio vazio. Nesse ponto, eu já sabia o que tava rolando, mas queria brincar com ela e perguntei: "Por que você tá agindo assim? Faz tempo que a gente nem se falava nem nada, e agora você tá toda agarrada comigo." Aí ela respondeu me beijando de um jeito tão intenso e apaixonado que... Senti que o tempo parou, senti a língua dela procurando a minha e se fundindo numa só. Quando a gente se separou daquele beijo intenso, ela deitou a cabeça no meu peito de um jeito tão meigo e, com uma voz suave, falou: "Lembra quando a gente era pequeno e sempre brincava junto? Nosso primeiro beijo e como a gente se acariciava quando ficava sozinho?" Fiquei surpreso porque ela ainda lembrava disso.
Então respondi: "Sim, lembro. Lembro até que depois você parou de ficar comigo e só andava com o nosso outro primo." Aí senti algo molhado na minha camiseta. Quando baixei a cabeça pra ver o que era, vi que minha prima estava chorando e começou a dizer: "Me desculpa, sério, me desculpa. Não queria ter feito isso." "Então por que fez?", perguntei. "Eu tinha medo", respondeu. "Desde que a gente era pequeno, comecei a sentir esses sentimentos por você. Queria ser mais que sua prima, queria fazer muito mais coisas, mas tinha medo de você me rejeitar. Tinha muito medo de te perder. Por isso comecei a me afastar de você, mas nunca parei de pensar em você. Sempre que você me escrevia ou me desejava feliz aniversário, eu ficava muito feliz porque pensava que você ainda gostava de mim e ainda se lembrava de mim. Toda vez que você vinha, eu só queria correr pra te abraçar e te beijar, mas sabia que isso era errado. Somos primos, não deveríamos fazer isso. Por isso, quando meu pai disse que a gente ia se mudar pra cá, decidi que confessaria tudo e aceitaria o que você decidisse. Então me diz: o que você sente?"
Depois de ouvir tudo o que ela tinha passado, quase meu coração partiu. Ela não tinha me esquecido. Naquele momento, abracei ela forte entre meus braços e, tentando acalmá-la, falei baixinho, quase sussurrando no ouvido dela: "Como eu não ia querer uma mulher tão gostosa como você? Eu também não te esqueci. Quando você começou a se afastar de mim, pensei que você tinha me esquecido, que não queria mais ficar comigo. Por isso fico feliz em saber que você sempre me quis. mas calminha, ao ouvir minhas palavras, ela levantou a cabeça e me perguntou "então isso…". não deixei ela terminar a frase e comecei a beijá-la, mas já não era um beijo de paixão e luxúria, agora era um beijo de amor, um beijo carinhoso onde dava pra sentir o coração um do outro batendo no mesmo ritmo. quando nos separamos, enxuguei as lágrimas dela com dois beijinhos suaves. "vamos, já perdemos tempo demais", falei, e ela respondeu rindo: "grande sermão que nos espera em casa". começamos a andar de mãos dadas, feito dois apaixonados. quando chegamos na casa do meu tio, todo mundo começou a perguntar por que a gente tinha demorado tanto. respondi: "tava cheio de gente no supermercado, e ainda dei uma volta com minha prima pra mostrar um pouco da cidade". com essa resposta, eles se deram por satisfeitos e pararam de perguntar. passamos o resto da manhã na maior normalidade. nos momentos em que ficávamos sozinhos, ela sempre me dava uns beijinhos de leve nos lábios, que eu adorava, mas sempre pedia pra ela ter mais cuidado, que podiam nos descobrir. ela só ria. então decidi dar uma liçãozinha nela. estávamos na cozinha ajudando minha tia a servir a comida, enquanto todo mundo já estava sentado à mesa. num momento em que minha tia saiu pra levar os refrigerantes pra mesa, eu rapidamente peguei minha prima pela cintura e comecei a beijá-la com paixão, misturando a língua dela com a minha. quando ouvi minha tia voltando, me afastei na hora e voltei a preparar os pratos. ela ainda estava meio surpresa, mal conseguiu reagir. minha tia, vendo ela meio corada, perguntou: "minha filha, você tá bem? tá meio vermelhinha". "tô sim, tia, só um pouco de calor, ainda não me acostumei com o clima", respondeu ela. "tá bom", disse minha tia, "aqui estão seus pratos", e saiu pra se juntar aos outros na mesa. quando ficamos sozinhos, ela se virou pra mim e começou a me encher o saco, me dando tapinhas de leve no peito: "o que você tava pensando? quase nos descobrem, não faz isso, quase me dá um infarto". eu só ía da reação dela. Então você também se controla um pouco, eu também quero te abraçar e te beijar, mas me seguro, já vai ter tempo, eu disse, e ela, com cara de choro e fingindo, "tá bom, vou me controlar", "essa é a minha prima linda", eu disse, beijando a testa dela, "vamos que todo mundo tá nos esperando", falei, e fomos com o resto da família. Entre conversas e bebidas, o tempo passou, terminamos o café da manhã, nos despedimos e cada um foi pra sua casa. Quando cheguei em casa, fui direto pro meu quarto e me deitei na cama. O dia foi tranquilo, fui pra academia com um amigo e à noite fomos treinar. Voltei pra casa já tarde da noite. Depois de tomar banho, recebi uma mensagem da minha prima, dizendo que tinham planejado um passeio com meus outros primos pra um parque aquático, e perguntou se eu queria ir. Respondi com uma mensagem dizendo que sim, que tava dentro. Já era muito tarde, então pensei que ela não fosse responder, mas depois de 5 minutos meu celular tocou. Era uma mensagem dela: "Tô muito feliz, agora sim vamos poder ficar juntos os dois. Se você não fosse, eu também não iria." Eu dormi.
No dia seguinte, eram umas 7 da manhã quando comecei a sentir algo estranho. Quando abri os olhos, vi que era minha prima chupando minha boca apaixonadamente. Levantei, surpreso e assustado, e afastei ela rapidamente de mim. "O que você pensa que tá fazendo? E se minha mãe ou minha avó pegar a gente?" Ela, rindo, respondeu: "Minha tia (sua mãe) foi trabalhar porque chamaram ela cedo, minha avó foi pro mercado e seus irmãos foram estudar. A casa é só nossa." "E o que você tá fazendo aqui tão cedo?", perguntei. "Meu pai (seu tio) mandou eu entregar umas coisas que ele trouxe pra minha avó. Quando cheguei, sua tia já tava saindo com seus irmãos, e minha avó disse que ia pro mercado, pra eu deixar as coisas no quarto dela e te acordar pra me fazer companhia." "Então, estamos sozinhos?", perguntei. "Sim." Naquele momento, levantei, peguei ela pela cintura e virei ela de costas. Fiquei deitada e eu por cima dela, comecei a fazer cócegas no corpo todo dela entre risadas e gargalhadas, comecei a beijá-la, beijava a testa dela, as bochechas, os lábios, o pescoço, comecei tirando a blusa que ela vestia, até que só ficou de sutiã, era um sutiã de renda preta, bem sexy, e perguntei sobre esse conjunto tão provocante, "coloquei só pra você", ela respondeu me beijando de novo. Depois daquele beijo tão gostoso, comecei a descer, dando beijinhos na barriga dela até chegar na calça, tirei a calça que estava meio justa nela, quando tirei, ficou na minha frente o corpo de uma deusa, uns peitos grandes e macios mas ao mesmo tempo firmes, uma cintura e uma barriga duras e esculpidas por horas de academia, e umas pernas longas e firmes, não acreditava no que meus olhos viam. Nesse ponto, já estava com uma barraca na cueca, então ela me tirou do transe, com o rosto corado me disse "não fica me olhando tanto que me dá uma vergonha". Ao vê-la tão vulnerável, tão delicada, não pude evitar que meu coração se partisse pela ternura de mulher que ela era. Continuamos nos beijando, e aos poucos fui tirando o sutiã e a calcinha fio dental dela, eu também tirei minha roupa e ficamos completamente pelados na minha cama. Queria que aquele momento fosse especial, reviver aquele carinho que tínhamos quando éramos pequenos, só que tinha deixado de ser carinho e se transformado em amor. Comecei beijando seus lábios lindos, descendo pelo pescoço até chegar nos peitos dela, aqueles peitos lindos com os mamilos rosados, e a buceta linda dela, rosadinha e bem depilada, enquanto chupava e mordia de leve o mamilo dela que começava a endurecer, com uma mão massageava o outro peito e com a outra estimulava o clitóris dela com movimentos circulares pequenos, naquele momento ela gemia de prazer.
M – HmmmmHmmm continua aí
M – finalmente, esperava por isso há muito tempo
De vez em quando alternava entre o peito esquerdo e direito dela até sentir uma onda de fluidos minha mão, ela tinha tido o primeiro orgasmo dela, minha mão tinha ficado encharcada do néctar doce dela, que eu saboreei com gosto, e ela também, e nos fundimos num beijo longo. Não satisfeito com isso, decidi descer até ter meu rosto na buceta linda dela e comecei a chupar como nunca tinha feito com nenhuma outra mulher. Dava beijinhos no clitóris dela enquanto estimulava a vagina dela com um dos meus dedos, depois trocava e estimulava o clitóris dela com um dedo em círculos pequenos enquanto penetrava o mais fundo que conseguia a vagina dela com minha língua. Depois disso, ela chegou ao segundo orgasmo. Eu tava com uma vontade imensa de comer ela selvagemente, mas queria que ela aproveitasse ao máximo. Ofegante, ela me disse: "Eu também quero te fazer sentir bem." Na hora, ela me deitou na cama e, entre beijos, desceu rapidinho pro meu pau, que já tava mais que preparado. Quando ela lambeu meu pau sem jeito, ainda assim foi incrível. Ela tentava enfiar tudo na boca, mas não aguentava. "Você não precisa se forçar muito, faz do teu jeito."
Ela continuou com beijinhos, chupando até a metade, que era o máximo que aguentava, brincando com a língua na minha glande até que eu não aguentei mais e gozei dentro da boca dela. Pensei que ela fosse cuspir tudo, mas, em vez disso, engoliu tudo. "Tem um gosto meio forte, mas eu gosto", ela disse. Depois disso, deitei ela suavemente na cama e coloquei meu pau na entrada da vagina dela. Ainda meio na dúvida, perguntei: "Tem certeza que quer fazer isso? Depois disso, não tem volta." Ela só me puxou pelo pescoço e disse: "Se é você, não me importa mais nada." Com essas palavras, eu sabia que a gente tinha entrado num lugar sem volta. Devagar, fui deslizando meu pau dentro da vagina dela. Quando entrou até a metade, notei que ela começou a sangrar. Olhei surpreso e falei: "Mônica, por acaso você..." Ela só riu: "Queria que você fosse o primeiro e o único." Não podia acreditar. Minha prima tinha me dado a virgindade dela, isso só fez meu desejo e luxúria crescerem ainda mais, então enfiei o resto da minha pica e comecei a bombar devagar, já que era a primeira vez dela. Quando fui percebendo que os gemidos dela mudavam de dor para prazer, eu aumentava cada vez mais a velocidade, enquanto beijava e acariciava os peitos dela. Ela me prendeu com as pernas, e nesse momento minha excitação foi tão longe que acabei gozando dentro dela. Dava pra sentir os espasmos dela apertando deliciosamente minha pica. Depois, quando meu pau voltou ao tamanho normal, a gente se deitou junto, os dois.
Ela rapidamente desceu pra chupar minha pica de novo, até deixar ela dura outra vez. "Agora é minha vez", ela disse enquanto começava a montar em mim. Cavalgava deliciosamente, eu ainda sentia como ela apertava aquela buceta gostosa que há poucos minutos ainda era virgem. Enquanto ela me cavalgava, eu massageava e chupava aqueles peitos que me deixavam louco. Quando tentei mexer ela pra mudar de posição, ela me empurrou na cama e me beijou, dizendo: "Você só curte". Não podia acreditar, era toda uma expert montando. Não aguentei mais e acabei gozando dentro dela de novo, até ficarmos exaustos. Ela caiu cansada no meu peito. "Isso foi melhor do que eu sonhei. Fico feliz de ter tido coragem de confessar o que sentia por você." "Eu também fico feliz, amor. Você não sabe o quanto eu te quero." "Eu também te quero, meu amor", ela disse. Nessa hora já eram 10 da manhã, e a gente se trocou rápido. Ela aproveitou pra tomar um banho rápido, e eu também. Por sorte, tem dois banheiros na minha casa, e terminamos rápido. Às 10:30 já estávamos tranquilos na sala. Bem nessa hora minha avó chegou, e nós dois fomos ajudar ela com as compras. Ela perguntou se a gente tinha tomado café da manhã e se queria comer algo, e a gente disse que estava tudo bem. Com um sorriso de cúmplices, fomos pra cozinha. Nisso, nossos primos chegaram pra ir ao parque aquático, que a gente tinha combinado de ir às 11 da manhã.
Bom... Dependendo de como essa história for aceita, vou contar pra vocês o que rolou no parque aquático.
4 comentários - Reavivando paixão com minha prima