Camaras de Seguridad (la nena y el novio)

Estava acabando novembro quando na empresa onde trabalho me avisaram que precisava ir para Córdoba, mais precisamente para Embalse, porque tinham terminado os trabalhos de troca de parte dos geradores da Usina Elétrica.

Embora os caras já estivessem lá há quinze dias e tivessem terminado sua tarefa, faltavam os detalhes e o controle final para aprovarem a obra.

Como éramos só três pessoas que a empresa enviava para isso e as cabanas que hospedavam o pessoal já estavam contratadas, sobrou uma cabana para cada um de nós. Foi por isso que surgiu a ideia de ir, no meu caso, acompanhado da minha "patroa".

Em La Plata, onde moro, a questão da segurança tá foda, bom, em todo lugar, mas eu moro lá e como minha família é composta pelas minhas duas filhas e minha mulher, o medo de que aconteça alguma coisa é permanente.

Já faz um tempo que decidi instalar um sistema de câmeras de vigilância que me permitisse monitorar a casa pelo "celular" ou pelo "computador".

Comentei com minha mulher sobre a possibilidade da viagem com tudo pago pela empresa, e a única coisa que ela conseguiu dizer foi que dava um "cagaço" deixar as meninas sozinhas.

As meninas não são tão meninas assim, a gente, como pai, mesmo que elas tenham trinta, vê como se tivessem dez.

No meu caso, Natalia, a mais nova, acabou de fazer dezoito, e Soledad, vinte e dois, e mesmo as vendo como garotinhas, percebo que já são duas mulheres. Para minha esposa não, para ela são seus dois bebês e quase, quase, ela ainda quer – brinco com ela – "trocar as fraldas".

Bom, nesses assuntos não me meto, são coisas de mãe e filhas, ela é quem tem todo o contato com elas porque são "gurias" e sempre têm seus segredos que guardam com a frase recorrente: "são coisas de mulher".

Diante da preocupação, me apressei a instalar as quatro câmeras que já tinha comprado: duas na frente da casa, uma no fundo e a quarta na sala, apontando para a porta principal.

Essa última, como precisava furar a parede e não... Eu tinha certeza de onde posicioná-la para que não chamasse muita atenção, ficou em cima da estante perto do corredor que vai para a cozinha, cobrindo quase toda a sala, a janela grande que dá para a rua, a porta principal e os três sofás com a mesinha de centro.

Na correria, porque a viagem era iminente, só fiz um teste com meu celular e a transmissão estava boa.

Na segunda-feira quase meia-noite, saímos de Retiro de ônibus para Córdoba. Chegamos no meio da manhã e na rodoviária uma caminhonete estava nos esperando para nos levar até a cabana.

Deixei as malas, minha esposa, e decidi voltar na mesma caminhonete para o centro, para ter uma ideia inicial do que os caras tinham feito. Percorri a obra, inspecionei os trabalhos feitos, parei para almoçar com um dos engenheiros do estado e por volta das quatro da tarde, cansado da viagem, pedi para me chamarem um táxi, assim eu poderia ir descansar.

Em poucos minutos estava na cabana, ouvi o barulho do chuveiro, avisei que já tinha chegado sem ouvir resposta de que me escutaram, e fui como um louco procurar no meu bolso um short e minhas havaianas. Como de costume, a bolsa estava vazia e as poucas roupas que trouxemos estavam arrumadas no guarda-roupa, a cama do quarto principal já tinha nossos lençóis e toda a cabana tinha a "organização" da nossa casa.

Coloquei uma bermuda, as havaianas e me aproximei do banheiro, onde ainda dava para ouvir a água do chuveiro caindo.

— Já cheguei — me escutou?

— Aiii... não! — Já saio, a água está divina —

Fui até a geladeira, não encontrei nada para beber que me agradasse e perguntei:

— Faço o mate?

— Sim, vai lá, já vou —

Peguei, por pura costume, meu celular e fui para a cozinha esquentar a água.

Procurei a cuia, a erva e enquanto a água esquentava, quase sem perceber, chequei o e-mail, o Facebook e as mensagens. Nada importante, então entrei no aplicativo das câmeras de segurança, sem pensar, só por curiosidade e esperando a água ficar pronta.

Aparece a Tela dividida em quatro com as imagens de cada uma das câmeras, não havia movimento em nenhuma. Sem saber por que, toquei na câmera da sala e ela se expandiu para a tela toda.

O celular fica sobre a mesa, vou buscar algo para comer na bolsa que trouxemos, vejo se a água já esquentou e, como me pareceu que estava, coloco na garrafa térmica.

Quando vou avisar a Marce — Marcela, assim se chama minha mulher —, vejo no celular a Natalia passando de calcinha na frente da câmera.

— A Nati tá em casa — avisei pra Marcela, que ainda estava no banho.
— Tô vendo ela no celular.
— Ela tinha prova hoje — ela respondeu. — Será que foi bem?
— Sei lá, acho que sim... Tem que avisar elas pra não andarem peladas porque tem câmera.
— Ela tá pelada?
— Nãooo, de fio-dental!

— Traz o mate que vou lá pra fora na piscina — ela disse, saindo do banheiro enrolada no roupão salmão que dei de aniversário pra ela.

Nos instalamos numa mesinha de plástico que tinha na beirada da piscina, coloquei um pacote de bolachas, a garrafa térmica e o celular em cima.

Enquanto preparava o primeiro mate, vejo no celular a Nati se aproximando da porta e começando a abrir as trancas. Ela abre, se afastando um pouquinho pra quem tá de fora não ver que ela só tá de calcinha, e entra o Federico, namorado dela.

— Nossa, sua filha! — Ela acabou de receber o Fede de fio-dental.
— Desliga isso! — Não seja fofoqueiro.

Não desliguei, só afastei o celular e só desliguei a tela.

Passei um mate pra ela, tomei outro, comi uns biscoitinhos e liguei o celular de novo.

Não sei que cara eu fiz nem se soltei alguma exclamação, mas juro que fiquei duro.

A Natalia estava de costas pra câmera sem nada em cima, com o fio-dental enfiado entre as dobrinhas do bumbum, e o magrelo sem camiseta, com o short preso nos tornozelos, segurando com as mãos as bundinhas da Nati.

Nunca gostei do Fede — quietão, com um rabo de cavalo de dreads na nuca e meio "esquerdinha". Desde o começo me passou má impressão, mas enfim, não posso escolher os namorados delas.

Fiquei pasmo, olhando... como ele massageava as bundas dela, como subia as mãos para pegar os peitinhos, quando de repente eles se viram um pouco e eu vejo que o magricela tem um pau duro apontando pra buceta dela, de pelo menos vinte e cinco centímetros ou mais.

Alguma exclamação escapou ou algo que fiz fez a Marce perguntar:

- O que foi?

Como não consegui responder, ela puxou o celular para ver melhor e ficou dura, só conseguiu tapar a boca com as duas mãos cruzadas e engolir de uma vez todo o ar que nos cercava.

A Nati pula e se pendura nos ombros dele, envolvendo-o e cruzando as pernas nas costas dele.

O magricela a pega pela cintura e levanta bem alto, uma mão que acho que é dela desce e ajusta o pau dele e o "trouxa" a deixa cair. Ele enfia a menina até as bolas. Quero matá-lo, mas a menina, agarrada nos ombros dele, sobe e desce num frenesi louco e brutal.

Perdi a noção do tempo naquele momento, voltei à realidade quando vejo o rosto desfigurado da minha mulher e ouço seu tipo de grito abafado:

- Ele não botou nada, vai engravidar ela!

- Pega o telefone para ligar!

- Como faço para ligar? - era o seu pedido desesperado.

- Para! A Natalia não é nenhuma boba, deve tomar algo. - falei, querendo acalmá-la e a mim mesmo.

- Ayyy! Vou ter um infarto!

Enquanto isso acontecia conosco, o Fede se virou, dando as costas para a câmera, apoiou a Natalia contra a parede e deu com gosto.

Parece que o imbecil acabou rápido porque ele a baixou e a Nati saiu de câmera, o magricela foi para o sofá com o pedaço descomunal de pau pendurado, meio morto, mas ainda com uns vinte centímetros.

- Que pedaço de rola esse cara tem! - exclamei.

- Ainda bem que é fino, senão arrebentava ela toda - pensei.

- Ele comeu a Natalia na nossa cara e você repara no pau do magricela! - foi a única coisa que ela disse em forma de recriminação.

- Bom! - Quem o recebeu de calcinha e pulou em cima foi ela, a Nati já não é uma menina. - comentei, tentando tentar acalmá-la um pouco sem conseguir, porque sua frase seguinte foi:
- Quando ele voltar, eu mato esse infeliz!

Nossa turbação, desconcerto e surpresa eram tais que não conseguíamos dizer nada com um mínimo de coerência. Parecia que todas as palavras estavam sobrando ou poderiam soar mal.
- Câmera de merda! – ela disse depois de um tempo.
- Desliga isso!

Desliguei o celular e fomos calados para dentro. Para a cozinha.
- Vou ver o que faço para comer. Ou a gente pede algo?
- Não sei, como você quiser.

Deixei a garrafa térmica, a cuia e o celular na mesinha da cozinha e fui para a sala, depois para a churrasqueira, depois para o quarto, e então me sentei na sala de jantar ao lado do meu notebook.

Liguei, ativei as câmeras e comecei a assistir.

A ambiguidade de sentimentos e todos os conflitos que eu sentia por querer espionar desapareceram quando a imagem da câmera da sala abriu em tela cheia.

O Fede continuava sentado no sofá, bem de frente para a câmera, com as pernas abertas e o pau meio mole apoiado no meu sofá.

A Nati aparece em cena totalmente pelada, e aí eu percebo que ele a comeu de pé com a calcinha fio dental posta. A questão é que agora ela nem a calcinha tinha mais. De costas para a câmera, começou a rebolando, fazendo círculos, aproximando e afastando a pélvis do rosto do sortudo, numa dança tão sensual que parecia de uma profissional do sexo.

Enquanto ela se mexia, o Fede começou a esticar as bolas, a esfregar o pau que, aos poucos, começou a ganhar vida e tamanho de novo.

Uma almofada caiu no chão. A Nati se ajoelhou sobre ela, e eu imaginei como ela chupava a cabeça do pau, porque aquele pedaço não entrava na boca dela nem a pau.

A cabeça da Natalia não me deixava ver o que ela estava fazendo, então imaginei sua linguinha rodeando a cabeça, cutucando com a pontinha o buraquinho do pau, enfiando até onde desse – que não podia ser muito –, e foi aí que o cara se deitou de lado e minha gata subiu no sofá entre as... pernas dele e então não precisei imaginar mais nada, ao vivo e a cores vi a Natalia segurando a tremenda pica dele com uma mão e o resto ela enfiava pela garganta. Não dava pra acreditar, ela enfiava toda a trolha enorme do magricela e ainda botava a língua pra fora pra tentar lamber os ovos dele.

Chupava a cabeça do pau com movimentos circulares, passava a língua por todo o comprimento e quando com a mão juntava os ovos, enfiava na boca primeiro um e depois o outro com alguma dificuldade, porque tem que reconhecer que esse magrelo filho da puta tem uma pica de respeito e dos ovos não fica atrás.

Acomodava as bolas na boca e começava a puxar o rosto pra trás sem soltar elas, imaginei que devia doer, mas o Federico só sentia prazer. Já devia ter esticado uns dez centímetros quando o magricela segura o pau pela base com uma mão e começa a bater com o pau na cara dela.

A Nati soltou elas, babando saliva e de uma vez engoliu o pau inteiro, devia passar toda a garganta. Não dava pra acreditar, é minha filha mas não pode ser tão puta a ponto de nem fazer um engasgo com aquele tremendo cacete atravessado na garganta.

Olhei pra cozinha e vejo minha mulher concentrada olhando a mesa com cara de espanto.

Ela tinha ligado o celular e estava olhando a mesma coisa que eu.

— Tá olhando o celular?

— Tô.

— Vem aqui, dá pra ver melhor, MAIOR.

Ela sentou do meu lado ainda enrolada no seu roupão salmão.

Continuamos olhando. Parecia que a Natalia estava cansada de chupar ou algo assim, porque não tínhamos som, quando o Fede se levanta, deita ela no sofá de barriga pra cima, pega pelos joelhos abrindo bem as pernas dela e começa a chupetear a buceta. A Nati parece que desmaia de êxtase. O Fede levanta bem as pernas dela fazendo quase apoiar os joelhos nos peitinhos e enfia a língua no cu que imagino rosadinho.

Já fazia um tempo que meu pau Estava durão, já tinha enfiado uma mão dentro do short e estava me masturbando gostoso.

– O que você tá fazendo? Não tá se masturbando, né? – Marcela me recriminou.

– Não – respondi. Ele ficou meio duro e eu só estava ajustando.

– E você? Tinha a mão aí embaixo agora há pouco.

– Não fala besteira! Você é o único punheteiro aqui.

– Ahh, é mesmo? Deixa eu ver, me dá sua mão.

Ela tentou passar os dedos pela roupa, mas agarrei sua mão e levei à boca seus dedos indicador e médio, que ainda tinham entre eles o fluxo grosso e salgadinho da sua buceta encharcada.

– Mmmmmm, que delícia!

Ela puxou a mão sem dizer nada e olhou para a tela.

Natalia estava sentada no sofá brincando com o pau do Fede e eles conversavam algo. Então, a Nati se ajoelha no sofá com as mãos apoiadas no braço. O Fede, que já estava de pau duro de novo, mas como dessa vez a pica não apontava para o queixo, e sim para frente, parecia que estava ainda maior.

Ver aquele pedaço de rola a noventa graus impressionava demais.

A Nati se ajeita melhor, abre os joelhos o máximo que pode, abaixa o peito até apoiar os peitos na almofada do sofá, puxa a barriguinha para baixo e fica com a buceta e o bumbum abertos e desprotegidos, à mercê do rasta. O Flaco se ajoelha atrás dela, a pica enorme e ameaçadora na ponta, e nós assistindo perplexos, eu com a mão esfregando minhas bolas e a mão da minha mulher se encharcando na sua buceta.

Dava um medinho ver a cena. A menina aberta de pernas e o cara com uma pica que já parecia de quarenta em vez de vinte e cinco centímetros apontando ameaçadoramente.

Aquele pauzão vai enfiar de uma vez e partir ela ao meio – pensei.

A cena estava ficando longa, ele aproximava a cabeça do pau do coisinho da Nati, certamente para molhar, a Nati recuava o máximo que podia tentando fazer ele enfiar de uma vez, e o Flaco era puro preparo.

Eu já estava me masturbando descaradamente e a Marcela era um mar de lubrificação e já estava começando. a respirar ofegante, como quando era bem jovem e estava com o pau latejando.

Aquele líquido transparente que sempre escorria, aquele lubrificante que parece uma aguinha grossa, esse já tinha vazado todo e agora já era porra, o primeiro jato eu segurei com os dedos e enfiei na boca da Marce e disse: - Toma!

Ela engoliu meus dedos, lambeu os lábios, saboreou o gostinho salgado e me disse: agora é sua vez.

Ela levantou a mão encharcada daquele fluxo salgado com aquele cheirinho incrível e gostoso de buceta quente e eu passei a língua entre todos os dedos até secá-los.

Enquanto isso, Nati e o magricela continuavam nas preliminares. Minha tesão era tanta que eu tinha certeza que assim que o cara enfiasse na Nati, eu ia gozar numa porra monstruosa, então eu tirei o pau e as bolas pra fora do short, me preparando para o inevitável.

- O que você tá fazendo! Não aguento mais, vou gozar!

- E não tem pena de me deixar assim, com a xereca toda doidinha? Vem, enfia em mim.

Tanto fazia se eles estivessem metendo na minha filha ou se eu estivesse metendo na minha mulher, minha tesão era tanta que o jorro de porra era inevitável.

Eu já não aguentava mais.

Foi aí que o Federico, com a rola dura que nem pedra, agarrou pelo tronco e se posicionou para rasgar a buceta da Nati, mas ele deslizou a mão, segurou perto da cabeça e, apoiando, movia, ajustava, tirava, movia de novo até deixar paradinha na parte de cima da buceta da Nati.

- O que ele tá fazendo? É mais pra baixo.

- Ele tá encaixando a cabeça no cu. Ele vai enfiar no cu. - Confirmei.

- Nããão, ele vai machucar ela!!!

- Cadê o telefone? - ela reclamou desesperada.

- Espera! O que você vai fazer?

- Vou ligar pra eles pararem.

- Tá na cozinha. - Eu disse.

Assim que ela se endireitou pra ir pegar o telefone, eu falei:

- Não vai. Olha.

O magricela já tinha enfiado a rola tremenda no cu dela e a Nati se esfregava contra ele pedindo mais. Dava medo ver como aquele pauzão imenso entrava e saía do cu da Nati cada vez... com mais força e velocidade

Nati se deixou cair e o magricela, sem tirar, continuou bombando sem parar

- Vem, se apoia aqui

Fiz a Marcela apoiar as mãos numa cadeira, me coloquei atrás dela com o pau duro como ferro e encostei na bunda dela

- O que você tá fazendo? Por aí não

- Em vinte e cinco anos você me deu o cu duas vezes, então se entrou na Nati, também entra em você

- Mas o seu é mais grosso que o do Fede

- Vou meter devagar

Como já estava colocado, empurrei um pouquinho e a cabeça entrou. Mova ela com minha mão de um lado pro outro, tirei, umedeci na sua buceta, cuspi no buraco e aí vi que ela estava louca esperando que eu enfiasse.

A bunda dela pulsava e ela fazia força pra abrir

Vê-la tão excitada, com o cu pulsando esperando meu pau fez com que, assim que a cabeça entrou, eu gozasse monumentalmente e enfiasse até as bolas, escorregando na minha própria porra.

Ela gozou duas ou três vezes e seu último orgasmo, com meu pau ainda meio morto dentro do seu cu, foi quando o desgraçado filho da puta do Federico tirou o pau do cu da Nati e agora sim, mirando na cara, começou a esguichar porra por toda a casa, parecia um ** leiteiro.

Nunca vi tanta porra junta, nem nunca minha mulher aproveitou tanto ter o cu arrombado.

E isso não é fanfarronice, fomos pro chuveiro e como a Marce perdeu o medo do anal e já tinha o bum dilatado, dei matraca até secar as bolas.

Na próxima conto quando enfiei uma bola no cu dela.

Não de galinha, não, uma das minhas.

5 comentários - Camaras de Seguridad (la nena y el novio)

jaja..!! sin querer, hasta cobrastes vos, y por adelantado....o por atras...jaaaa..!! muy bueno..