Karym, a gostosa do Facebook

Fala, poringa boys, esse é meu primeiro post, é uma história real que criei coragem pra contar pra vocês. Mais pra frente vou postando outras histórias, sempre que vocês curtirem o que escrevo... abraços e bom ano.Karym e eu

Faz mais ou menos um ano, num grupo social, mais precisamente no Facebook, comecei a trocar ideia com uma mina muito gostosa de ascendência árabe, morena, cheia de atitude e com um corpo de matar. Durante esse tempo, a gente conversava, mas nada muito profundo, porque ela tava num relacionamento e já deixou claro de cara que não tava procurando nada sério. Então nunca passei do limite com os comentários, mas sempre dava uma indireta pra não perder o costume. Tudo seguia normal até que um dia minha internet tava uma bosta, e como os dois estavam entediados, ela me passou o número de telefone. Se eu soubesse o que ia rolar, tinha pedido antes. A voz dela me prendeu, sensualidade pura, embora ela risse muito, segundo ela, por nervosismo, porque eu, pelo que dizem, falo bonito e isso meio que a deixava sem graça. A verdade é que a gente teve uma conversa muito boa, onde bateu uma química e uma conexão especial. Eu, mesmo que ela não terminasse uma frase, já sabia o que ela queria dizer, e com ela era a mesma coisa. Como o clima tava pesado, não aguentei e cheguei junto com tudo, daqueles que vão direto na jugular. Ela disse:

Karym - Peraí, cavalheiro, eu tô num relacionamento, por mais química, clima ou o que quer que seja entre a gente.
Eu - Ok, entendido pra caralho, mas não me corta as pernas assim de cara. Vamos fazer uma parada: quando você definir sua situação ou estiver sozinha, aí a gente se conhece.
Karym - Me parece justo.

A conversa se estendeu por um bom tempo. Ela me contou a história da vida dela, eu a minha, o típico papo que se tem com alguém que você nunca viu na vida. Já tava tarde pra caralho e a gente teve que encerrar. Ela nunca mandava beijos, só o de despedida básico. Eu falei:

Eu - Junta teus dedos, o anelar com o mindinho, e beija eles.
Karym - Não, pra quê?
Eu - Só faz.
Karym - Ok (e fez).
Eu - Isso mesmo que você sentiu ao fazer, eu senti também.

A gente se despediu naquele dia. As conversas continuaram, mas algo tinha mudado. mudou, ela começou a me contar as coisas dela com mais profundidade e detalhes, até que um dia ela tava irritada, eu falava umas paradas pra tirar ela daquele estado e só conseguia que ela ficasse mais puta comigo. me senti um otário, porque com o passar dos dias e das conversas, a amizade tinha crescido pra caralho, mas pensei: vou mandar tudo pro caralho e dar um basta.

eu- Karym, lê direito o que vou te falar, a única coisa que posso fazer agora é te mandar um abraço gigante e você me imaginar do teu lado em silêncio (não foi por medo, não sei por que falei isso e não outra coisa, enfim)
Karym- tô triste e não quero imaginar isso, quero que você me dê o abraço, mas não quero um amante, quero um amigo que me faça sentir um pouco menos sozinha.
eu- me passa teu endereço, passo no Pertutti e compro duas dúzias de salgados, uma pra cada um, e a gente afoga as mágoas tomando um mate...

Ela hesitou um instante

Karym- Av. ............. número ....
não falei nem tchau, saí voando de táxi porque já era tarde e queria chegar rápido, e o Pertutti fica aberto 24h todo dia.
demorei pouco mais de meia hora pra chegar, ela tava com uma regata tipo camisola comprida e um micro short, meio surpresa, como se não acreditasse que eu tinha saído tão rápido e talvez menos ainda que eu tava ali, me viu com os salgados e sorriu falando.
Karym- com metade já dava, isso vai me fazer engordar
Eu- o que você engordar por comer esses salgados a mais não vai mudar nada na qualidade do abraço que vim te dar.

A gente riu, se cumprimentou com um beijo e eu apertei ela num abraço, vou dizer que foi estranho até ali, eu senti e ela também que era um abraço conhecido, que a gente não trocava há muito tempo.
ela preparou um mate, colocou um filme, qual era não sei, era mais uma desculpa, sei lá, a gente conversou um tempão, sentia melancolia nas palavras dela, olhei pra ela e só abracei, falei pra ela ficar em silêncio por um instante, não sei em que momento a gente tava ouvindo música, o filme tinha acabado,
a gente tava num sofá bem confortável, cochilando no silêncio, e eu beijei a testa dela,

eu- Isso aí é coisa de amigo, se você coçar minhas costas, eu durmo na hora.
Karym- hahaha e eu coço minhas costas. Que fofo você ficou.
Eu- não, só com você, e supostamente com isso eu durmo na hora, coça assim.
E comecei a coçar as costas dela, fiz suave com a ponta das unhas.
Karym- era só abraço de amigo. Não estraga.
Eu- isso também é de amigo, e como amigos vamos fazer o love mas sem sexo.
Karym- não me confunde com jogo de palavras.
Eu- não quero te confundir, tô dizendo que esses abraços e carinhos são um jeito de fazer o love só que sem sexo.
Karym- mas e se eu gostar?

Não falei nada e beijei ela suave mas intensamente, uma mistura difícil de explicar, e ficamos assim um tempo onde se somaram carícias. Não consigo explicar o gostoso e lindo que eram os beijos dela e o momento mágico que a gente tava vivendo.

Karym- para, a gente tá estragando tudo.

Ela se sentou no sofá.

Eu- o que cê tá fazendo, o que houve?
Karym- vou vestir uma calça jeans, tô em desvantagem e a temperatura subiu demais, a gente tá indo longe demais.
Olhamos nos olhos, a luxúria entrelaçou nossos olhares.
Eu- vem cá, eu cuido da sua desvantagem.
Acho que na minha vida nunca tirei a calça tão rápido.
Karym- não, para, não faz isso, a gente foi pro caralho, melhor você ir embora.
Eu- ok, como você quiser. Vou fazer o que você quer.

Abracei ela de novo, ela tentou se soltar, e beijei ela com mais luxúria que antes; ela tentou se afastar quase sem forças e ficamos deitados no sofá, mergulhados na luxúria, as carícias iam e vinham, eu beijava a boca dela, o rosto, o pescoço, chegava até os peitos, lambia, dava mordidinhas com os lábios nos bicos dos peitos dela, que duros e eretos me deixavam mais luxurioso, ela sentada no meu colo beijava meu pescoço, meu peito e com os beijos e carícias me provocava pra eu descer, num momento, como se eu tivesse pedido, ela se deitou de costas no sofá, minha língua descia entre os peitos dela, chegava no umbigo e minha língua se enfiava no meu... Mãos, uma tocava os peitos dela, a outra acariciava as pernas e a bunda dela, eu esfregava minha mão na buceta molhada dela...

Eu - Nossa, como você tá molhadinha.
Karym - Com tudo isso, é impossível não me molhar. Você devia parar.
Eu - Quero matar minha sede com sua umidade e quero seu primeiro orgasmo na minha boca.
Karym - Isso saiu do nosso controle e quero que acabe.
Eu - Só tem dois jeitos disso acabar: 1 - você me pedir por favor pra parar, ou 2 - você me pedir por favor pra te comer.

Eu ri, beijei ela sem deixar ela falar, ela arranhava minhas costas, eu descia pelo pescoço dela sem parar nos peitos, desci lambendo e beijando a barriga dela, cheguei na ppk dela bem devagar, tirei o micro short dela, o mesmo que instantes antes não deixava meu pau entrar livremente. Minha língua explorava os lábios dela e cada dobra da buceta, minha mão esquerda cuidava dos peitos dela, minha língua se enroscava numa luta com o clitóris dela enquanto meus dedos indicador e médio penetravam a ppk dela. As pernas dela se fechavam, me apertavam com força, minha mão esquerda largou os peitos dela pra pressionar a ppk dela, o corpo dela começou a tremer de prazer, as mãos dela pegavam meu cabelo, minhas orelhas, e me empurravam pra dentro dela. Ela me inundou com o prazer dela, quando as pernas dela afrouxaram, eu pude ver os olhos dela, ela mordia os lábios enquanto me olhava.
Eu - Você tem dois jeitos disso acabar...

E eu continuei chupando, lambendo, sugando o clitóris dela...
Karym - Me come (sussurrou)
Eu - O quê?
Karym - Tô te pedindo pra parar pra você me penetrar de uma vez.
Eu - Não, esse não é o jeito de pedir.
Karym - Dany, por favor me come, me come de uma vez. Por favor me come.

Sorrindo, lambi a ppk dela, a barriga dela, os peitos dela, subi bem devagar até a boca dela. Ela, num movimento, com ajuda das mãos e dos pés, baixou minha cueca. Eu, sem parar de beijar, queria penetrar ela devagar, aproveitando ao máximo o momento, mas ela, num movimento de quadril, controlou a penetração, uma penetração tão profunda que minha ppk e a dela ficaram como uma só. Ela gemeu tão fundo, que da... Excitação. Mordi a boca dela, ela gemeu "mmm" e cravou as unhas nas minhas costas. Aquilo foi como apertar um acelerador que me fez meter rápido e fundo. Não sei mais quem dos dois tava no ritmo das metidas — um entra e sai, outros movimentos circulares. Os corpos suados e as respirações ofegantes dos dois mostravam que o desfecho tava chegando. Afogada no prazer, ouvi ela dizer:

Karym — Não, não, não goza ainda. Me vira.

Sem parar de penetrar ela, virei ela. Ela ficou deitada de bruços, eu por cima dela com meu peito colado nas costas dela. Minha mão esquerda passou por baixo da axila dela até a boca. Ela lambia e chupava meus dedos como se tivesse chupando meu pau.

Eu, com a intenção safada de sodomizar ela, os gemidos dela me fizeram continuar. Minhas estocadas fortes e fundas aumentavam de velocidade enquanto eu lambia as orelhas dela e penetrava os ouvidos. Entre gemidos, ela dizia:

Karym — Continua, continua, não para, não para, por favor. Me come assim, sim, sim, não para...

Cego de tesão, eu aumentava os movimentos. Nossos corpos convulsionavam, os movimentos diminuíam e eu me esvaziava dentro dela. Meu gozo batia na parede vaginal dela. Um suspiro fundo dos dois marcou a chegada dos orgasmos. Ficamos parados, quietinhos por um instante. Não falamos nada, só nos beijamos suave, igual no começo. Um silêncio tomou conta da gente. Tentei me levantar.

Karym — Fica quieto!!!

Ouvir ela falando feito uma bebum me deu uma ternura, e um véu de tristeza tomou conta do meu olhar.

Karym — O que foi?

Eu — Depois disso, você não vai querer que eu te abrace de novo.

Karym — Quem disse que não? Se for assim, não me incomoda que se repita toda noite.

Rimos, nos beijamos, conversamos — e não vou dizer como essa noite continuou. Talvez outro momento eu conte o que rolou no resto da noite. Desde o começo, escrevi essa história porque ela me disse:

Karym — Quando terminar de contar esse encontro, vai ganhar um prêmio que tenho certeza que você vai adorar. pra encantar.
Espero que tenham gostado
Daniel "Talos"
Este post é de minha autoria, baseado numa experiência própria

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