Embora eu nunca tivesse nem imaginado isso, ver sua filha se transformar numa putinha é algo para o qual a gente nunca está preparado, mas tenho que admitir que foi a melhor coisa que me aconteceu.
Tudo começou quando me divorciei da mãe dela e, na hora de perguntar com quem ela queria ficar, sem hesitar ela disse: comigo. Lorena, esse é o nome dela, tinha 15 anos quando sua mãe e eu decidimos que o melhor era nos separarmos. Ela sempre foi muito apegada a mim, então, embora tenha me chamado a atenção, não foi uma surpresa que quisesse ficar comigo.
O tempo foi passando e nossa relação foi ficando cada vez mais próxima. E mesmo ela começando a ter namoradinhos, passávamos muitos fins de semana vendo filmes juntos.
Depois de um tempo, conheci uma garota bem mais nova. Eu tinha 44 e ela 25, então demorei um pouco para trazê-la para casa porque não sabia como a Lore ia reagir, já que não tinha muita diferença de idade entre elas — a Lore tinha 17.
Uma noite, depois de ver um filme, comentei que estava saindo com uma garota e queria que ela a conhecesse. Ela deu um pulo no sofá e, me abraçando, disse que estava muito feliz por mim e super animada com a ideia de eu trazê-la para casa para se conhecerem.
O tempo passou e Carla — assim se chamava minha namorada — e a Lore ficaram muito amigas e comparsas, a ponto da Lore confiar nela seus segredos mais íntimos. Mas eu nunca imaginei que esse seria o começo da minha nova vida.
Com a Carla, comecei a experimentar coisas, sexualmente falando, que com minha ex só eram possíveis nas minhas fantasias. Ela era uma garota de mente muito aberta e gostava de experimentar sem tabus. Assim, começamos a transar em lugares públicos, conheci o swing, fizemos ménage com garotas e com homens, e até quando ela confessou seu fanatismo por sexo com vários homens, entramos no mundo do gangbang — algo que eu só conhecia pela internet quando minha ex reclamava de dor de cabeça. Mas ao ver minha namorada chupando com paixão todas aquelas... Pijas (chegou a ficar com até 10 homens) e dando pra todos, pra depois um por um gozar na sua boca (esqueci de dizer que ela era apaixonada por porra) me deixava maluco e eu não tava nem aí, amava ela assim, tão puta.
Claro que sexo na minha casa era coisa de todo dia e se eu tava cansado ela me chupava, mas não ia dormir sem sua cota de pau e porra.
Essa situação mudou minha vida, mas também a da minha filha, já que comecei a notar algo diferente nela. Pensei que fosse por causa das minhas distrações que essa nova vida tava me dando. Teve vezes que ela me viu de cueca indo na cozinha buscar água, ou então os barulhos à noite de sexo com a Carla, por isso decidi ter uma conversa com ela.
— Lore, vem cá, senta aqui comigo, quero conversar.
— Sim, pai, o que foi? (ela falou com tom de menininha)
— Desde que a Carla chegou nessa casa, algumas coisas mudaram, mas quero que você saiba que você é a coisa mais importante pra mim. Então, se tem algo que você não tá gostando, tem que me contar e a gente resolve.
— Não, pai, não tem nada com a Carla e muito menos com você. É só que tô com um pouco de ciúmes porque não tenho um namorado pra poder curtir como a Carla curte.
Numa conversa com a Carla, perguntei se ela sabia se tinha algo a mais rolando com a Lore além do que ela tinha me contado, e ela disse que sim.
— A Lore tá quase fazendo 18 anos e quer de presente implantes nos peitos, mas tá com vergonha de te pedir.
— Mas ela sabe que pode confiar em mim.
— Sim, mas ela acha que você vai dizer não. Além disso, sabe que você tá preparando a festa e não quer fazer você gastar mais.
— Ela é uma garota muito linda, não acho que precise colocar silicone. (Minha filhinha é morena e tem uns lindos olhos verdes que puxou da mãe, tem 1,65m, é magrinha como toda adolescente que se cuida, e tem uma bunda empinada de 98, que faz com que tanto de saia, jeans ou shortinho seja um espetáculo vê-la indo embora.) Mas se é o que ela quer, eu vou pagar.
— Além disso, não esquece que ela tá dando seus primeiros passos na... Sexo e estar gostosa é o mais importante para uma garota.
- É verdade, mas prefiro não pensar nisso, sei que elas transam, mas prefiro não pensar.
- Kkkkk, que antiquado! Tenho certeza que ela adora chupar picas, igual a mim.
- Não seja má! Melhor eu ir embora (mas esse comentário mexeu com a minha cabeça e, ao me levantar, dava pra notar uma ereção bem visível).
- Opa, opa, vamos ter que fazer algo com isso, degenerado tarado kkkk.
Claro que a Carla sabia mais do que estava me dizendo, mas preferia não falar sobre o assunto.
Minha filha faz aniversário no inverno, mas, a pedido dela, esperamos até o verão para comemorar, já que ela queria a festa na chácara para exibir os peitos na piscina. Para a festa de dezoito anos da minha filhinha, ela já tinha os peitões feitos. A festa não passava de um encontro de amigos com churrasco e, claro, um dia de piscina, mas com a Carla fomos na noite anterior para preparar tudo e aproveitar a casa sozinhos para soltar nossas fantasias. Então, fomos acompanhados de um casal de amigos e de uns caras solteiros que conhecíamos das baladas swing.
Para comemorar o aniversário, nos acompanhou esse casal com quem havíamos passado a noite, já que conheciam a Lorena e ela os considerava como "tios". Depois, ao meio-dia, começaram a chegar os caras e, entre eles, minha filha.
- Oi, pai! Chegamos! Já quero entrar na piscina.
- Feliz aniversário, Lore. Estamos terminando de preparar tudo, fiquem à vontade.
Até aquele momento, nunca tinha reparado nas amiguinhas da Lore, mas com o tamanho reduzido dos biquínis delas, chamaram muito minha atenção. Elas tinham uns bundinhas redondas e empinadas, e ver aquelas tangas enfiadas entre as nádegas era algo que me deixava louco.
E, para piorar, a Lore se aproxima pulando com aquelas tetas enormes que colocou e com uma tanga igual às das amigas, e me abraça. A verdade é que ter o corpo sensual da minha filha colado no meu estava me excitando, e não consegui segurar minha ereção, coisa que, de novo, a Carla notou. Com o Martín, a gente se dedicou a cuidar da churrasqueira, o que dava uma chance pra gente conversar sobre as novinhas que tinham vindo. Porque, mesmo sabendo que a Carla não teria problemas, a gente não tinha ideia de como a Carmen (a esposa do Martín) ia reagir. Foi aí que a gente começou a fantasiar sobre como a gente ia foder aquelas piranhas com suas bucetinhas depiladas e apertadas, e enfiar nossos paus na boca delas até elas tirarem a última gota de porra. Até que, em um momento, duas novinhas saíram da piscina e começaram a caminhar na nossa direção. As duas tinham um andar bem gatinho, e os peitos balançavam a cada passo. Uma era uma ruiva de olhos verdes que partia a terra, e a outra uma loirinha de cabelo curto, não tão gostosa quanto a amiga, mas dava pra ver que ela tinha a melhor bunda das duas. Quando finalmente chegaram, a ruiva, com um sorriso safado, disse:
—A gente ganha alguma coisa pra comer? Tô morrendo de fome.
—Tá quase pronto — respondeu rápido o Martín —, falta um pouquinho, mas se quiserem a gente pode dar um chouriço pra entreter a boca.
Eu nem queria olhar, mas elas riram e, cúmplices da dupla intenção, disseram:
—Tá bom… mas que seja grande, e a gente escolhe.
—Vem cá. Me diz o que você quer — disse o Martín pra loirinha, e se posicionou estrategicamente atrás dela, dando passagem pra ela ver a churrasqueira, mas ao mesmo tempo aproveitou pra ficar encostando naquele bumbum perfeito, enfiado num biquíni preto.
Surpreendentemente, a mina não pareceu se importar, pelo contrário, notei como ela ajustou aquele rabinho pra que o Adrián encostasse melhor enquanto olhavam o churrasco.
—Deixa eu ver. Eu também quero alguma coisa — disse a ruiva e fez o mesmo comigo.
Quando elas foram embora, o Martín me falou:
—Viu só? Elas estão a fim de qualquer coisa.
—Sim, são umas putinhas, mas a gente não vai fazer escândalo no aniversário da Lore, vamos com calma.
Depois do almoço, nossas mulheres sugeriram uma soneca, então os quatro fomos pra casa e deixamos a galera curtindo a piscina. supostamente a soneca era desculpa e nós quatro acabamos transando loucamente, só que eu fiz pensando naquelas garotas mas também na minha filha, em como chupava aqueles peitos lindos e depois descia até enfiar minha língua na sua buceta.
Apesar de ter gostado, pensar nisso me perturbou bastante já que se tratava da minha filha, então depois que terminamos, Martín e Carmen ficaram dormindo e com Carla fomos dar uma caminhada.
Carla me viu mal e perguntou o que tinha acontecido e como minha resposta foi que era nada, ela perguntou se tinha a ver com as ereções que tive com a Lore, ao ver que ela tinha percebido contei o que sentia e ela riu e me disse para me acalmar que não era para tanto, que com tempo e calma ela também tinha coisas para me contar sobre a Lore.
Depois de um tempo caminhando, voltamos para a casa de campo. O terreno da casa era muito grande e com várias entradas. Nesse caso entramos por uma que não era a principal já que ficava mais cômodo. Perto dessa entrada tem um quarto de ferramentas que ficava bem afastado do resto das construções da propriedade. Ao passar a alguns metros desse quartinho, com Carla ouvimos algumas vozes murmurando e gemidos que vinham de trás do quartinho. Nos olhamos com cara de dúvida, fomos nos aproximando sorrateiramente.
A imagem que vi ao espiar pela esquina da parede me deixou gelado. Minha filhinha, Lorena, estava pelada cavalgando o pau de um dos amigos dela enquanto chupava outros dois que estavam na frente dela. Meu primeiro impulso foi pular e espancar todos. Mas Carla me acalmou:
— Para, o que você vai fazer, louco?! A única coisa que vai conseguir é armar uma confusão da porra e não vai resolver nada.
— Não acredito. Meu anjinho. Olha pra ela! Que puta, enfiada por três caras.
— O que você vai fazer, ela curte sexo como quer — me dizia Carla como para dar alguma lógica à situação.
— Mas é minha filha! Não consigo vê-la assim.
— Mesmo assim... não Parece que ela não está nada mal. Relaxa. Sugiro que a gente fique aqui pra garantir que nada de ruim aconteça com ela, e eu fiquei do lado dela observando a cena.
Minha filha continuou cavalgando aquela pica enquanto alternadamente chupava os dois pauzões que tinha na frente. Era uma verdadeira especialista. Ela mexia a cinturinha de um jeito extremamente erótico, fazendo a pica entrar cada vez mais fundo. Seus peitões, grandes mas bem firmes, balançavam ritmicamente. Entre seus lábios perfeitos e carnudos, desapareciam os grossos pedaços de carne de seus amigos.
Olhei pro meu lado e vi que a Carla estava se esfregando a buceta por cima da calça. Naquele momento, me toquei e notei que eu estava com uma ereção considerável. Evidentemente, a imagem de uma novinha sendo comida por três homens despertou em mim um tesão danado, mesmo que essa novinha fosse minha filha.
Voltei a prestar atenção na situação, e agora tinha mudado. A Lore continuava cavalgando um dos caras no chão, só que agora estavam de frente um pro outro, nos dando uma vista espetacular daquele bumbum redondo e durinho. Ela ainda estava chupando uma pica, mas um dos jovens tinha encontrado outra possibilidade. Evidentemente atraído pelo bumbum perfeito da minha filha, ele começou a brincar com seu cu. Ia introduzindo dedos e lubrificando. A Lorena não se opunha nem um pouco, pelo contrário, relaxava seu cuzinho apertado pra facilitar a entrada dos dedos. Em determinado momento, ele posicionou seu pau duro como um mastro no bumbum da Lore e a penetrou sem mais delongas. A Lore soltou uns gritinhos no começo, mas logo foram substituídos por gemidos que denotavam um prazer extremo.
Meu anjinho estava sendo comida por todos os buracos e adorava. E eu, seu pai, curtia a situação. Era perturbador.
Uns momentos depois, decidiram dar por encerrada a orgia com a Lore e a fizeram se ajoelhar. Um por um, passaram seus paus pela boquinha da minha filha e gozaram na cara dela, seus... peitos e seu cabelo. Era extremamente erótica a imagem da minha docinha filhinha toda coberta por aquele sêmen grosso e branco e pelo sorriso no seu rostinho, eu tinha curtido pra caralho.
Com Carla, nos retiramos de fininho.
O primeiro a falar fui eu:
- E bem. Acaba sendo uma putinha. O que a gente vai fazer.
- É. Coisas que acontecem. Pelo menos ela é bem boa no que faz, não acha? Dá pra ver que aprendeu comigo.
- Hahahaha... que filha de puta... Será que você tava ensinando? Hahahaha.
Depois desse meu comentário, voltamos andando em silêncio até em casa e, uma vez lá, Carla me contou que, mais de uma vez, a Lore tinha dito que ficava excitada pensando em mim e costumava se masturbar muito com isso, até que uma vez ela me espiou tomando banho e que, nas noites que passávamos vendo filmes, ela já pensou em se abaixar e chupar meu pau.
- Você tá maluca!!!! Foi minha primeira reação.
- Não, só que ela me pediu pra não falar nada porque era menor e não queria te causar um problema ou que você falasse com a mãe dela, é por isso que não me surpreende que, ao fazer dezoito, ela faça essas coisas.
Ela me perguntou muitas vezes sobre as coisas que a gente faz com outras pessoas, minhas práticas de gangbang e também sobre nossas relações, até como você é de grande e que gosto tem sua porra.
- E você contou tudo?
- Sim, a gente teve umas conversas bem interessantes... E até, tenho que reconhecer que, diante da curiosidade dela pelas minhas histórias com outra garota, há algumas semanas, a gente teve uma sessão de sexo onde eu deixei ela chupar minha buceta pra que ela soubesse como é a sensação.
Eu não conseguia acreditar no que ouvia. Minha filhinha ficava excitada comigo e tinha transado com sua madrastra... Minha cabeça estava girando.
No caminho de volta, a gente veio todo mundo em silêncio e então minha morbidez pôde mais e perguntei:
- Lore, como foi hoje?
- Muito bem, Papi, muito obrigada.
- E o que vocês fizeram quando a gente foi tirar uma soneca? (Carla não me olhava, mas sorria)
- Nada especial, a gente ficou com os meninos e meninas brincando.
- Ah, bom, mas você se divertiu, né?
- Sim, muito.
- Bom, já que você fez aniversário há alguns meses, agora é oficial, você já tem 18 anos e pode fazer o que quiser.
- Sim, mal podia esperar hahahaha.
Depois de conversarem sobre outras coisas, Carla disse a Lore, com um tom de cumplicidade, se ela não queria descansar e dormir um pouco, ao que Lore concordou e deitou no banco de trás com a cabeça virada para o lado do passageiro, de onde podia me ver.
Passado um tempo, Carla começou a tocar no meu pau com a intenção de deixá-lo duro para chupar, como era costume nas viagens que fazíamos sozinhos. No começo, eu resisti, mas ela me convenceu a deixar, e começou a chupar. A situação era muito erótica: minha namorada me chupando enquanto eu dirigia e minha filha "dormindo" no banco de trás. Foi muito excitante, e em minutos eu enchi a boca da Carla de porra.
Os meses passaram e a vontade com minha filha só aumentava, mas eu não tinha coragem de ir além de espiá-la e me masturbar deixando a porta aberta para que ela pudesse me ver, ou quando transava com Carla na esperança de que ela entrasse e participasse conosco.
Um dia, Carla, depois de uma conversa com minha filhinha, arrumou tudo para que Lore e eu ficássemos sozinhos. Como de costume, nos jogamos no sofá para ver um filme que Carla tinha recomendado e, segundo ela, já estava no DVD. Quando colocamos, apareceu na tela um pornô no qual uma garota bem jovem era penetrada por um homem mais velho enquanto chupava outros dois. Tentei me apressar para tirar, mas Lore me impediu e, com uma vozinha de menina, disse:
- Deixa, papai, já tenho idade para ver, além do mais nunca vi um.
- Ok, se quiser, te deixo sozinha.
- Não, não, vamos ver juntos. Você nunca viu um pornô?
Ficamos assistindo, e eu estava bem nervoso. Ela estava com uma camiseta curtinha e uma calça bem justa. Em um momento, ela me pergunta:
- Te incomoda se eu deitar no seu colo?
- Não, filhinha, fique à vontade.
Com a cabeça dela sobre... minhas pernas e eventualmente roçando no meu pau e o filme passando, não pensei em nada e coloquei minha mão direita na bunda dela, ela não se mexeu então desci um pouco e toquei toda a fenda, desde a bunda até a buceta e senti um calor anormal na virilha dela, (minha garotinha estava excitada.)
Sem se assustar com minha mão, ela me disse:
— Carla me contou que vocês estão com outros caras e todos transam com ela.
— Sim, é assim mesmo.
— Te incomodaria se eu fizesse o mesmo?
— Não, desde que você curta tanto quanto ela. Enquanto isso, continuei acariciando a bunda dela.
— Eu gosto de homens grandes, sabe?
— É? Por quê? Perguntei com muita malícia.
— Porque eles não acabam rápido como os jovens. E logo em seguida ela abriu meu zíper e tirou meu pau, duro.
— Mmmm, que pau lindo você tem, papi, deixa eu chupar?
Ela começou a lamber a cabecinha e passava a língua pelos lábios, se lambendo, e voltava a lamber todo o tronco, descia e chupava minhas bolas e enfiava tudo dentro da boquinha, enchia de saliva e recomeçava.
— Você gosta de como eu chupo? Gosta de como sua garotinha chupa seu pau?
Depois de um tempo chupando, chegou minha vez, tirei a camiseta dela e ela não tinha sutiã, então ficaram na minha frente aqueles dois peitos lindos e grandes que chupei e enchi de saliva aqueles mamilos rosadinhos de adolescente, depois tirei a calça dela e ela estava usando uma calcinha fio dental bem pequena que decidi deixar, mas a afastei para mergulhar naquela buceta totalmente depilada e molhada, com os movimentos da minha língua senti ela gozar e sentir aquele fluxo na boca me fez chupar com mais energia, depois de um tempo ela ficou de quatro e me ofereceu aquela buceta para eu comer, dizendo:
— Me come, pá, quero sentir seu pau dentro de mim.
A imagem era maravilhosa, meu pau dividindo ao meio aquela bunda linda enquanto eu puxava o cabelo dela como a melhor das putas.
— Você gosta, meu amor? Gosta do pau do papi? — eu dizia enquanto entrava e saía daquela... Bucetinha linda de adolescente.
- Eu adoro, papai. Me come mais. - ela me dizia entre gemidos.
Fodemos em várias posições até que eu finalmente estava prestes a gozar, e quando avisei, ela se ajoelhou na minha frente e pediu para eu dar na boca dela.
- Vai, papai, me dá todo o leite na boquinha como você faz com a Carla, quero provar.
E foi assim que fiz, gozei como nunca, os jatos de porra saltaram para a boca dela e alguns atingiram o rosto e o cabelo. Ela limpou meu pau com a língua até a última gota e, quando não tinha mais nada saindo, limpou o rosto com os dedos e os chupou, me presenteando com um espetáculo maravilhoso.
Os meses passaram e continuamos transando: eu com minha filha, eu com a Carla ou os três juntos.
Quando a Carla ficava na casa dela, a Lorena trazia as amigas para a gente foder as duas juntas. Eu conseguia homens para comer elas ou chupar os paus delas. Essas noites terminavam com as bocas delas cheias de porra, e elas passavam o sêmen uma para a outra em beijos de língua para eu ver.
Minha filha chupava meu pau no carro sempre que podia. Íamos a cinemas pornô e eu colocava meu pau na boca dela, e em poucos segundos tinha uma sala cheia de degenerados com a intenção de encher a boquinha dela de sêmen. Transávamos na rua ou em lugares públicos para que outras pessoas se juntassem a nós. Minha filhinha já não era mais minha filhinha, era uma putinha festeira.
Para o aniversário de 21 anos dela, já vivíamos como um casal, e para comemorar, ela trouxe uma garota de 18 anos para eu comer e relembrar como foi com ela. Ela também me pediu para conseguir quatro homens mais velhos para foder ela.
Essa noite foi mágica. Ela trouxe uma garotinha loira, com peitões grandes, mas não como os dela, com um bundinha redonda, usando uma minissaia branca e um top rosa.
Eu coloquei um anúncio em um site e rapidamente consegui quatro velhos degenerados com vontade de comer uma garota de 21 anos.
A Lore os recebeu de calcinha fio-dental e cinta-liga, e eles logo ficaram loucos. Começaram a apalpar e chupar ela toda. Ela gemia de prazer, me olhava e me dava as... obrigado, ela se agachou e começou a chupar os paus, eles batiam com os paus no rosto dela e faziam ela engolir inteiros, eu enquanto isso sentado na poltrona curtia o espetáculo e me masturbava freneticamente, depois ela ficou de quatro e um por um passou comendo ela pela buceta enquanto ela chupava os paus que colocavam na frente dela, depois o que tinha o maior deitou e minha filhinha subiu para cavalgar nele e os outros foram passando pelo seu cu enquanto ela chupava os paus de quem ficava de fora. Assim ficaram quase duas horas até que agachada no meio de todos esses paus os cinco começaram a gozar na sua boquinha e no seu rosto, engolindo a porra para me excitar ainda mais, assim que todos acabaram ela os tirou rápido do lugar e assim com o rosto cheio de sêmen fez a girl entrar e se sentou para ver como eu a comia.
A girl tinha uma buceta bem apertada e molhada que chupei até fazê-la gozar e um cuzinho bem apertado que tive a oportunidade de desvirgar, comi ela por uns vinte minutos e quando dei para ela beber minha porra, Lore a beijou profundamente passando a porra de uma para outra e também a tirou rápido do lugar.
Ficamos sozinhos, ela me olhou com seu rosto angelical e abriu a boca mostrando que tinha meu sêmen e engoliu, depois com voz de neném que recebe um presente me agradeceu e transamos a noite toda com a promessa da minha filhinha de tirar até a última gota do meu sêmen.
Assim é como minha filha se tornou minha putinha.
Tudo começou quando me divorciei da mãe dela e, na hora de perguntar com quem ela queria ficar, sem hesitar ela disse: comigo. Lorena, esse é o nome dela, tinha 15 anos quando sua mãe e eu decidimos que o melhor era nos separarmos. Ela sempre foi muito apegada a mim, então, embora tenha me chamado a atenção, não foi uma surpresa que quisesse ficar comigo.
O tempo foi passando e nossa relação foi ficando cada vez mais próxima. E mesmo ela começando a ter namoradinhos, passávamos muitos fins de semana vendo filmes juntos.
Depois de um tempo, conheci uma garota bem mais nova. Eu tinha 44 e ela 25, então demorei um pouco para trazê-la para casa porque não sabia como a Lore ia reagir, já que não tinha muita diferença de idade entre elas — a Lore tinha 17.
Uma noite, depois de ver um filme, comentei que estava saindo com uma garota e queria que ela a conhecesse. Ela deu um pulo no sofá e, me abraçando, disse que estava muito feliz por mim e super animada com a ideia de eu trazê-la para casa para se conhecerem.
O tempo passou e Carla — assim se chamava minha namorada — e a Lore ficaram muito amigas e comparsas, a ponto da Lore confiar nela seus segredos mais íntimos. Mas eu nunca imaginei que esse seria o começo da minha nova vida.
Com a Carla, comecei a experimentar coisas, sexualmente falando, que com minha ex só eram possíveis nas minhas fantasias. Ela era uma garota de mente muito aberta e gostava de experimentar sem tabus. Assim, começamos a transar em lugares públicos, conheci o swing, fizemos ménage com garotas e com homens, e até quando ela confessou seu fanatismo por sexo com vários homens, entramos no mundo do gangbang — algo que eu só conhecia pela internet quando minha ex reclamava de dor de cabeça. Mas ao ver minha namorada chupando com paixão todas aquelas... Pijas (chegou a ficar com até 10 homens) e dando pra todos, pra depois um por um gozar na sua boca (esqueci de dizer que ela era apaixonada por porra) me deixava maluco e eu não tava nem aí, amava ela assim, tão puta.
Claro que sexo na minha casa era coisa de todo dia e se eu tava cansado ela me chupava, mas não ia dormir sem sua cota de pau e porra.
Essa situação mudou minha vida, mas também a da minha filha, já que comecei a notar algo diferente nela. Pensei que fosse por causa das minhas distrações que essa nova vida tava me dando. Teve vezes que ela me viu de cueca indo na cozinha buscar água, ou então os barulhos à noite de sexo com a Carla, por isso decidi ter uma conversa com ela.
— Lore, vem cá, senta aqui comigo, quero conversar.
— Sim, pai, o que foi? (ela falou com tom de menininha)
— Desde que a Carla chegou nessa casa, algumas coisas mudaram, mas quero que você saiba que você é a coisa mais importante pra mim. Então, se tem algo que você não tá gostando, tem que me contar e a gente resolve.
— Não, pai, não tem nada com a Carla e muito menos com você. É só que tô com um pouco de ciúmes porque não tenho um namorado pra poder curtir como a Carla curte.
Numa conversa com a Carla, perguntei se ela sabia se tinha algo a mais rolando com a Lore além do que ela tinha me contado, e ela disse que sim.
— A Lore tá quase fazendo 18 anos e quer de presente implantes nos peitos, mas tá com vergonha de te pedir.
— Mas ela sabe que pode confiar em mim.
— Sim, mas ela acha que você vai dizer não. Além disso, sabe que você tá preparando a festa e não quer fazer você gastar mais.
— Ela é uma garota muito linda, não acho que precise colocar silicone. (Minha filhinha é morena e tem uns lindos olhos verdes que puxou da mãe, tem 1,65m, é magrinha como toda adolescente que se cuida, e tem uma bunda empinada de 98, que faz com que tanto de saia, jeans ou shortinho seja um espetáculo vê-la indo embora.) Mas se é o que ela quer, eu vou pagar.
— Além disso, não esquece que ela tá dando seus primeiros passos na... Sexo e estar gostosa é o mais importante para uma garota.
- É verdade, mas prefiro não pensar nisso, sei que elas transam, mas prefiro não pensar.
- Kkkkk, que antiquado! Tenho certeza que ela adora chupar picas, igual a mim.
- Não seja má! Melhor eu ir embora (mas esse comentário mexeu com a minha cabeça e, ao me levantar, dava pra notar uma ereção bem visível).
- Opa, opa, vamos ter que fazer algo com isso, degenerado tarado kkkk.
Claro que a Carla sabia mais do que estava me dizendo, mas preferia não falar sobre o assunto.
Minha filha faz aniversário no inverno, mas, a pedido dela, esperamos até o verão para comemorar, já que ela queria a festa na chácara para exibir os peitos na piscina. Para a festa de dezoito anos da minha filhinha, ela já tinha os peitões feitos. A festa não passava de um encontro de amigos com churrasco e, claro, um dia de piscina, mas com a Carla fomos na noite anterior para preparar tudo e aproveitar a casa sozinhos para soltar nossas fantasias. Então, fomos acompanhados de um casal de amigos e de uns caras solteiros que conhecíamos das baladas swing.
Para comemorar o aniversário, nos acompanhou esse casal com quem havíamos passado a noite, já que conheciam a Lorena e ela os considerava como "tios". Depois, ao meio-dia, começaram a chegar os caras e, entre eles, minha filha.
- Oi, pai! Chegamos! Já quero entrar na piscina.
- Feliz aniversário, Lore. Estamos terminando de preparar tudo, fiquem à vontade.
Até aquele momento, nunca tinha reparado nas amiguinhas da Lore, mas com o tamanho reduzido dos biquínis delas, chamaram muito minha atenção. Elas tinham uns bundinhas redondas e empinadas, e ver aquelas tangas enfiadas entre as nádegas era algo que me deixava louco.
E, para piorar, a Lore se aproxima pulando com aquelas tetas enormes que colocou e com uma tanga igual às das amigas, e me abraça. A verdade é que ter o corpo sensual da minha filha colado no meu estava me excitando, e não consegui segurar minha ereção, coisa que, de novo, a Carla notou. Com o Martín, a gente se dedicou a cuidar da churrasqueira, o que dava uma chance pra gente conversar sobre as novinhas que tinham vindo. Porque, mesmo sabendo que a Carla não teria problemas, a gente não tinha ideia de como a Carmen (a esposa do Martín) ia reagir. Foi aí que a gente começou a fantasiar sobre como a gente ia foder aquelas piranhas com suas bucetinhas depiladas e apertadas, e enfiar nossos paus na boca delas até elas tirarem a última gota de porra. Até que, em um momento, duas novinhas saíram da piscina e começaram a caminhar na nossa direção. As duas tinham um andar bem gatinho, e os peitos balançavam a cada passo. Uma era uma ruiva de olhos verdes que partia a terra, e a outra uma loirinha de cabelo curto, não tão gostosa quanto a amiga, mas dava pra ver que ela tinha a melhor bunda das duas. Quando finalmente chegaram, a ruiva, com um sorriso safado, disse:
—A gente ganha alguma coisa pra comer? Tô morrendo de fome.
—Tá quase pronto — respondeu rápido o Martín —, falta um pouquinho, mas se quiserem a gente pode dar um chouriço pra entreter a boca.
Eu nem queria olhar, mas elas riram e, cúmplices da dupla intenção, disseram:
—Tá bom… mas que seja grande, e a gente escolhe.
—Vem cá. Me diz o que você quer — disse o Martín pra loirinha, e se posicionou estrategicamente atrás dela, dando passagem pra ela ver a churrasqueira, mas ao mesmo tempo aproveitou pra ficar encostando naquele bumbum perfeito, enfiado num biquíni preto.
Surpreendentemente, a mina não pareceu se importar, pelo contrário, notei como ela ajustou aquele rabinho pra que o Adrián encostasse melhor enquanto olhavam o churrasco.
—Deixa eu ver. Eu também quero alguma coisa — disse a ruiva e fez o mesmo comigo.
Quando elas foram embora, o Martín me falou:
—Viu só? Elas estão a fim de qualquer coisa.
—Sim, são umas putinhas, mas a gente não vai fazer escândalo no aniversário da Lore, vamos com calma.
Depois do almoço, nossas mulheres sugeriram uma soneca, então os quatro fomos pra casa e deixamos a galera curtindo a piscina. supostamente a soneca era desculpa e nós quatro acabamos transando loucamente, só que eu fiz pensando naquelas garotas mas também na minha filha, em como chupava aqueles peitos lindos e depois descia até enfiar minha língua na sua buceta.
Apesar de ter gostado, pensar nisso me perturbou bastante já que se tratava da minha filha, então depois que terminamos, Martín e Carmen ficaram dormindo e com Carla fomos dar uma caminhada.
Carla me viu mal e perguntou o que tinha acontecido e como minha resposta foi que era nada, ela perguntou se tinha a ver com as ereções que tive com a Lore, ao ver que ela tinha percebido contei o que sentia e ela riu e me disse para me acalmar que não era para tanto, que com tempo e calma ela também tinha coisas para me contar sobre a Lore.
Depois de um tempo caminhando, voltamos para a casa de campo. O terreno da casa era muito grande e com várias entradas. Nesse caso entramos por uma que não era a principal já que ficava mais cômodo. Perto dessa entrada tem um quarto de ferramentas que ficava bem afastado do resto das construções da propriedade. Ao passar a alguns metros desse quartinho, com Carla ouvimos algumas vozes murmurando e gemidos que vinham de trás do quartinho. Nos olhamos com cara de dúvida, fomos nos aproximando sorrateiramente.
A imagem que vi ao espiar pela esquina da parede me deixou gelado. Minha filhinha, Lorena, estava pelada cavalgando o pau de um dos amigos dela enquanto chupava outros dois que estavam na frente dela. Meu primeiro impulso foi pular e espancar todos. Mas Carla me acalmou:
— Para, o que você vai fazer, louco?! A única coisa que vai conseguir é armar uma confusão da porra e não vai resolver nada.
— Não acredito. Meu anjinho. Olha pra ela! Que puta, enfiada por três caras.
— O que você vai fazer, ela curte sexo como quer — me dizia Carla como para dar alguma lógica à situação.
— Mas é minha filha! Não consigo vê-la assim.
— Mesmo assim... não Parece que ela não está nada mal. Relaxa. Sugiro que a gente fique aqui pra garantir que nada de ruim aconteça com ela, e eu fiquei do lado dela observando a cena.
Minha filha continuou cavalgando aquela pica enquanto alternadamente chupava os dois pauzões que tinha na frente. Era uma verdadeira especialista. Ela mexia a cinturinha de um jeito extremamente erótico, fazendo a pica entrar cada vez mais fundo. Seus peitões, grandes mas bem firmes, balançavam ritmicamente. Entre seus lábios perfeitos e carnudos, desapareciam os grossos pedaços de carne de seus amigos.
Olhei pro meu lado e vi que a Carla estava se esfregando a buceta por cima da calça. Naquele momento, me toquei e notei que eu estava com uma ereção considerável. Evidentemente, a imagem de uma novinha sendo comida por três homens despertou em mim um tesão danado, mesmo que essa novinha fosse minha filha.
Voltei a prestar atenção na situação, e agora tinha mudado. A Lore continuava cavalgando um dos caras no chão, só que agora estavam de frente um pro outro, nos dando uma vista espetacular daquele bumbum redondo e durinho. Ela ainda estava chupando uma pica, mas um dos jovens tinha encontrado outra possibilidade. Evidentemente atraído pelo bumbum perfeito da minha filha, ele começou a brincar com seu cu. Ia introduzindo dedos e lubrificando. A Lorena não se opunha nem um pouco, pelo contrário, relaxava seu cuzinho apertado pra facilitar a entrada dos dedos. Em determinado momento, ele posicionou seu pau duro como um mastro no bumbum da Lore e a penetrou sem mais delongas. A Lore soltou uns gritinhos no começo, mas logo foram substituídos por gemidos que denotavam um prazer extremo.
Meu anjinho estava sendo comida por todos os buracos e adorava. E eu, seu pai, curtia a situação. Era perturbador.
Uns momentos depois, decidiram dar por encerrada a orgia com a Lore e a fizeram se ajoelhar. Um por um, passaram seus paus pela boquinha da minha filha e gozaram na cara dela, seus... peitos e seu cabelo. Era extremamente erótica a imagem da minha docinha filhinha toda coberta por aquele sêmen grosso e branco e pelo sorriso no seu rostinho, eu tinha curtido pra caralho.
Com Carla, nos retiramos de fininho.
O primeiro a falar fui eu:
- E bem. Acaba sendo uma putinha. O que a gente vai fazer.
- É. Coisas que acontecem. Pelo menos ela é bem boa no que faz, não acha? Dá pra ver que aprendeu comigo.
- Hahahaha... que filha de puta... Será que você tava ensinando? Hahahaha.
Depois desse meu comentário, voltamos andando em silêncio até em casa e, uma vez lá, Carla me contou que, mais de uma vez, a Lore tinha dito que ficava excitada pensando em mim e costumava se masturbar muito com isso, até que uma vez ela me espiou tomando banho e que, nas noites que passávamos vendo filmes, ela já pensou em se abaixar e chupar meu pau.
- Você tá maluca!!!! Foi minha primeira reação.
- Não, só que ela me pediu pra não falar nada porque era menor e não queria te causar um problema ou que você falasse com a mãe dela, é por isso que não me surpreende que, ao fazer dezoito, ela faça essas coisas.
Ela me perguntou muitas vezes sobre as coisas que a gente faz com outras pessoas, minhas práticas de gangbang e também sobre nossas relações, até como você é de grande e que gosto tem sua porra.
- E você contou tudo?
- Sim, a gente teve umas conversas bem interessantes... E até, tenho que reconhecer que, diante da curiosidade dela pelas minhas histórias com outra garota, há algumas semanas, a gente teve uma sessão de sexo onde eu deixei ela chupar minha buceta pra que ela soubesse como é a sensação.
Eu não conseguia acreditar no que ouvia. Minha filhinha ficava excitada comigo e tinha transado com sua madrastra... Minha cabeça estava girando.
No caminho de volta, a gente veio todo mundo em silêncio e então minha morbidez pôde mais e perguntei:
- Lore, como foi hoje?
- Muito bem, Papi, muito obrigada.
- E o que vocês fizeram quando a gente foi tirar uma soneca? (Carla não me olhava, mas sorria)
- Nada especial, a gente ficou com os meninos e meninas brincando.
- Ah, bom, mas você se divertiu, né?
- Sim, muito.
- Bom, já que você fez aniversário há alguns meses, agora é oficial, você já tem 18 anos e pode fazer o que quiser.
- Sim, mal podia esperar hahahaha.
Depois de conversarem sobre outras coisas, Carla disse a Lore, com um tom de cumplicidade, se ela não queria descansar e dormir um pouco, ao que Lore concordou e deitou no banco de trás com a cabeça virada para o lado do passageiro, de onde podia me ver.
Passado um tempo, Carla começou a tocar no meu pau com a intenção de deixá-lo duro para chupar, como era costume nas viagens que fazíamos sozinhos. No começo, eu resisti, mas ela me convenceu a deixar, e começou a chupar. A situação era muito erótica: minha namorada me chupando enquanto eu dirigia e minha filha "dormindo" no banco de trás. Foi muito excitante, e em minutos eu enchi a boca da Carla de porra.
Os meses passaram e a vontade com minha filha só aumentava, mas eu não tinha coragem de ir além de espiá-la e me masturbar deixando a porta aberta para que ela pudesse me ver, ou quando transava com Carla na esperança de que ela entrasse e participasse conosco.
Um dia, Carla, depois de uma conversa com minha filhinha, arrumou tudo para que Lore e eu ficássemos sozinhos. Como de costume, nos jogamos no sofá para ver um filme que Carla tinha recomendado e, segundo ela, já estava no DVD. Quando colocamos, apareceu na tela um pornô no qual uma garota bem jovem era penetrada por um homem mais velho enquanto chupava outros dois. Tentei me apressar para tirar, mas Lore me impediu e, com uma vozinha de menina, disse:
- Deixa, papai, já tenho idade para ver, além do mais nunca vi um.
- Ok, se quiser, te deixo sozinha.
- Não, não, vamos ver juntos. Você nunca viu um pornô?
Ficamos assistindo, e eu estava bem nervoso. Ela estava com uma camiseta curtinha e uma calça bem justa. Em um momento, ela me pergunta:
- Te incomoda se eu deitar no seu colo?
- Não, filhinha, fique à vontade.
Com a cabeça dela sobre... minhas pernas e eventualmente roçando no meu pau e o filme passando, não pensei em nada e coloquei minha mão direita na bunda dela, ela não se mexeu então desci um pouco e toquei toda a fenda, desde a bunda até a buceta e senti um calor anormal na virilha dela, (minha garotinha estava excitada.)
Sem se assustar com minha mão, ela me disse:
— Carla me contou que vocês estão com outros caras e todos transam com ela.
— Sim, é assim mesmo.
— Te incomodaria se eu fizesse o mesmo?
— Não, desde que você curta tanto quanto ela. Enquanto isso, continuei acariciando a bunda dela.
— Eu gosto de homens grandes, sabe?
— É? Por quê? Perguntei com muita malícia.
— Porque eles não acabam rápido como os jovens. E logo em seguida ela abriu meu zíper e tirou meu pau, duro.
— Mmmm, que pau lindo você tem, papi, deixa eu chupar?
Ela começou a lamber a cabecinha e passava a língua pelos lábios, se lambendo, e voltava a lamber todo o tronco, descia e chupava minhas bolas e enfiava tudo dentro da boquinha, enchia de saliva e recomeçava.
— Você gosta de como eu chupo? Gosta de como sua garotinha chupa seu pau?
Depois de um tempo chupando, chegou minha vez, tirei a camiseta dela e ela não tinha sutiã, então ficaram na minha frente aqueles dois peitos lindos e grandes que chupei e enchi de saliva aqueles mamilos rosadinhos de adolescente, depois tirei a calça dela e ela estava usando uma calcinha fio dental bem pequena que decidi deixar, mas a afastei para mergulhar naquela buceta totalmente depilada e molhada, com os movimentos da minha língua senti ela gozar e sentir aquele fluxo na boca me fez chupar com mais energia, depois de um tempo ela ficou de quatro e me ofereceu aquela buceta para eu comer, dizendo:
— Me come, pá, quero sentir seu pau dentro de mim.
A imagem era maravilhosa, meu pau dividindo ao meio aquela bunda linda enquanto eu puxava o cabelo dela como a melhor das putas.
— Você gosta, meu amor? Gosta do pau do papi? — eu dizia enquanto entrava e saía daquela... Bucetinha linda de adolescente.
- Eu adoro, papai. Me come mais. - ela me dizia entre gemidos.
Fodemos em várias posições até que eu finalmente estava prestes a gozar, e quando avisei, ela se ajoelhou na minha frente e pediu para eu dar na boca dela.
- Vai, papai, me dá todo o leite na boquinha como você faz com a Carla, quero provar.
E foi assim que fiz, gozei como nunca, os jatos de porra saltaram para a boca dela e alguns atingiram o rosto e o cabelo. Ela limpou meu pau com a língua até a última gota e, quando não tinha mais nada saindo, limpou o rosto com os dedos e os chupou, me presenteando com um espetáculo maravilhoso.
Os meses passaram e continuamos transando: eu com minha filha, eu com a Carla ou os três juntos.
Quando a Carla ficava na casa dela, a Lorena trazia as amigas para a gente foder as duas juntas. Eu conseguia homens para comer elas ou chupar os paus delas. Essas noites terminavam com as bocas delas cheias de porra, e elas passavam o sêmen uma para a outra em beijos de língua para eu ver.
Minha filha chupava meu pau no carro sempre que podia. Íamos a cinemas pornô e eu colocava meu pau na boca dela, e em poucos segundos tinha uma sala cheia de degenerados com a intenção de encher a boquinha dela de sêmen. Transávamos na rua ou em lugares públicos para que outras pessoas se juntassem a nós. Minha filhinha já não era mais minha filhinha, era uma putinha festeira.
Para o aniversário de 21 anos dela, já vivíamos como um casal, e para comemorar, ela trouxe uma garota de 18 anos para eu comer e relembrar como foi com ela. Ela também me pediu para conseguir quatro homens mais velhos para foder ela.
Essa noite foi mágica. Ela trouxe uma garotinha loira, com peitões grandes, mas não como os dela, com um bundinha redonda, usando uma minissaia branca e um top rosa.
Eu coloquei um anúncio em um site e rapidamente consegui quatro velhos degenerados com vontade de comer uma garota de 21 anos.
A Lore os recebeu de calcinha fio-dental e cinta-liga, e eles logo ficaram loucos. Começaram a apalpar e chupar ela toda. Ela gemia de prazer, me olhava e me dava as... obrigado, ela se agachou e começou a chupar os paus, eles batiam com os paus no rosto dela e faziam ela engolir inteiros, eu enquanto isso sentado na poltrona curtia o espetáculo e me masturbava freneticamente, depois ela ficou de quatro e um por um passou comendo ela pela buceta enquanto ela chupava os paus que colocavam na frente dela, depois o que tinha o maior deitou e minha filhinha subiu para cavalgar nele e os outros foram passando pelo seu cu enquanto ela chupava os paus de quem ficava de fora. Assim ficaram quase duas horas até que agachada no meio de todos esses paus os cinco começaram a gozar na sua boquinha e no seu rosto, engolindo a porra para me excitar ainda mais, assim que todos acabaram ela os tirou rápido do lugar e assim com o rosto cheio de sêmen fez a girl entrar e se sentou para ver como eu a comia.
A girl tinha uma buceta bem apertada e molhada que chupei até fazê-la gozar e um cuzinho bem apertado que tive a oportunidade de desvirgar, comi ela por uns vinte minutos e quando dei para ela beber minha porra, Lore a beijou profundamente passando a porra de uma para outra e também a tirou rápido do lugar.
Ficamos sozinhos, ela me olhou com seu rosto angelical e abriu a boca mostrando que tinha meu sêmen e engoliu, depois com voz de neném que recebe um presente me agradeceu e transamos a noite toda com a promessa da minha filhinha de tirar até a última gota do meu sêmen.
Assim é como minha filha se tornou minha putinha.
9 comentários - Minha filha virou minha putinha
Ahora si comento en frio, es una verguenza cogerte a tu hija, igual no te juzgo, yo me garcharía tanto a mi prima, mi tia y hasta hace unos años a mi sobrina !!!!...la de leche que les daría !!!! ....mi prima es personal trainnes y medio tetona, imaginate, mi tia 62 años y se operó las tetas y el culo el año pasado, parecen hermanas....y mi sobrina peló el culo de la madre ( ex d mi hno)....bueno, le voy a dedicar una paja a tu hija y las amiguitas, si precisás un treintañero, morrudo y alto...contás conmigo para llenarla de leche