Ameaçava chuva, eu esperava ansiosa no meu quarto vestida bem sexy como meu filho me pediu. Pensei em usar a mesma lingerie que usei com o pai dele no sábado à noite, como ele tinha pedido, mas decidi surpreendê-lo.
Um sutiã azul celeste bem decotado, com o qual meus peitos pareciam querer escapar, cinta-liga da mesma cor com renda nas bordas segurando meias brancas quase transparentes, uma calcinha fio dental da mesma cor, sapatos de salto brancos, minha maquiagem discreta como sempre, um perfume chamado "POISON", que meu bebê adora.
Enquanto esperava, passava a mão na minha bunda, me olhava no espelho que coloquei na frente de propósito para nos vermos na tarefa sexual que me esperava. Acariciava minha buceta, meus peitos e passava a língua nos lábios saboreando aquela pica proibida para mim.
A espera parecia eterna, ouvi meu cachorro "Chocolate" latindo e se espiando pela janela, tinha quase esquecido dele e me senti ingrata com o bicho. Fiquei tão excitada que olhava pro pau do cachorro e a vontade aumentava, como se o cachorro soubesse que eu me tocava enquanto olhava, o pau dele se contraía e mostrava aquela coisa bem vermelha, mas me segurei, fechei a janela e as cortinas escuras para não me tentar.
Ouvi ele chegar, quase na mesma hora veio a chuva do banho do quarto dele, meu amante se preparava pra uma boa sessão de sexo e eu, a cada momento que passava, aumentava meu desejo animal de ser possuída.
Ele entrou no quarto, com uma toalha cobrindo a cintura, ao caminhar na minha direção, se descobriu mostrando a pica endurecida e gotejando um líquido pré-seminal. Eu estava de costas pro espelho, nos vimos através dele, ele se aproximou devagar sem tirar os olhos da minha bunda, sentia que o olhar dele me penetrava pelo cu, a pele arrepiou... ansiosa pra que ele me tocasse. As mãos dele pousaram na minha cintura, acariciavam minhas coxas que se destacavam com a cinta-liga e a calcinha fio dental que eu usava, bem suave ele tocava minha bunda, a calma dele me enchia. de ansiedade. Beijava minhas costas enquanto as mãos passavam pela minha bunda, com uma mão me inclinou um pouco, coloquei as mãos na parede e abri um pouco as pernas em forma de tesoura, ele olhava meu rosto cheio de luxúria e desejo, se ajoelhou atrás de mim, eu via só as mãos dele nos meus coxas, e sentia a boca dele beijando minha bunda, comecei a mexer elas em círculo, gemia de prazer e conseguia ver meus olhos revirando, curtindo o delicioso momento de sentir a língua comprida dele tentando penetrar meu cu.
Me abaixei um pouco pra olhar o pau dele, lá estava ele, ameaçador e gostoso, balançando. Senti os dedos dele explorarem minha buceta já molhada de prazer, a língua dele consegue alcançar meu clitóris nessa posição, e ele fez isso, me fazendo suspirar no contato, comecei a esfregar minha bunda na cara dele. Depois ele se levantou pra me beijar, parecia incrível ter ele assim, eu o via mais homem, e ele era, não lembro como foi que ele se esticou, o fato é que ele já é mais alto que eu, me pendurei no pescoço dele e nos beijamos como namorados tarados, nem meus melhores amantes me beijaram assim, a língua dele chegava na campainha da minha garganta maravilhosamente, os dedos dele não paravam de brincar com minha buceta molhada.
Peguei o pau dele nas minhas mãos, lubrificado pelo líquido transparente que escorria dele, me abaixei pra provar, sentia aquela necessidade de chupar o pau dele, desci devagar, meu filho suspirava esperando minha mamada. Na frente do pau dele, admirei, toquei nas bolas dele com minhas unhas, arranhando pra provocar mais prazer, as bolas dele se contraíam, lambi e beijei, chupei por um bom tempo, queria que ele me pedisse pra chupar o pau dele, ele se desesperou e pediu;
--JÁ, MAMÃE, CHUPA MEU PAU, DO JEITO QUE VOCÊ SABE FAZER!?
Não me importava que ele me chamasse de mãe, nada, eu estava dando o carinho mais íntimo que uma mulher pode dar a um homem. Peguei o pau dele e olhei nos olhos dele de baixo, abri a boca sem tirar o olhar dele, passei a língua na ponta e recolhi os líquidos dele, percorri o tronco masculino com minha língua, via como os olhos dele fechavam e voltavam a olhar pro meu boquete. Respirei fundo e coloquei a cabecinha na minha boca como se fosse um pirulito... chupei, e devagar enfiei na garganta, quando já tinha metade, tava batendo na campainha, senti as mãos dele na minha cabeça como se não quisesse me soltar, engoli o pau inteiro, minha cara batia na barriga dele e aí estiquei a língua pra lamber as bolas, adoro ficar assim, me excita chupar rola, é o máximo, o melhor pra uma puta que nem eu.
As pernas dele ficaram tensas, mas eu não queria que ele gozasse, mesmo que meu filho na idade dele possa soltar umas quatro gozadas, nunca se sabe. Levantei e a gente se beijou de novo como loucos, ele adora me beijar com paixão, não sei por quê. Ele me virou e se colocou atrás de mim, esfregando o pau na minha bunda, peguei na mão dele e guiei até a cama, aí ele me curvou e voltou a brincar com meu rabo, me fazia ver estrelas com os dedos nos meus buracos, meus peitos balançavam, nem lembrava quando tinha descido o sutiã até a cintura. Olhava no espelho e me via gostosa, meu filho acariciando, agarrando e dando tapas na minha bunda, as mãos dele marcavam na minha bunda branca. Olhei o pau dele mais duro e maior do que nunca, pedi pra ele me comer logo...
-JÁ amor, JÁÁÁ, QUERO SER SUA. ME FAÇA SUA!.- Ele não perdeu tempo, mal colocou o pau na minha buceta e enfiou sem piedade, segurava a cinta-liga como se fossem rédeas de uma puta gostosa. Metia com a força da juventude e energia, bagunçando meus sentidos e me perdendo na luxúria de ser comida por ele, meu próprio filho!!. A gente ofegava sem se importar com nada, estávamos sozinhos, ninguém sabia o que tava rolando naquela casa, se sabiam, era só que tinha uma mãe carinhosa e um adolescente, mas não imaginam a perversão que rola entre os dois.
Meu filho parecia que tava me montando, esticava as ligas, as alças do meu sutiã, e às vezes meu cabelo, as mãos dele batiam na minha bunda como se estivesse tocando a puta gostosa da mãe dele, eu feliz em dar esse prazer pra ele. Depois ele tirou a roupa e me mandou subir nele. Ele ficou de barriga pra cima, e eu sentei de frente, enfiando a pica dele em mim. As mãos dele se agarraram nos meus peitos, que ele mordia e lambia, enquanto eu aplicava tudo que sabia naquela posição. Eu movia minha bunda pra trás e pra frente, depois em círculo, sem perder tempo. Tocava nas bolas dele pra sentir elas do lado de fora, pedindo pra entrar. Me posicionei de um jeito que dava pra ver no espelho. A visão era perversa: a pica do meu filho sumindo dentro da buceta da mãe dele, ansiosa e louca pra receber ele lá dentro. Meu filho assumiu o controle, me segurou pela cintura e me virou. Eu tava de barriga pra cima, minhas pernas nos ombros dele, permitindo uma penetração total. As bolas dele batiam no meu cu molhado dos nossos fluidos, e cada estocada me fazia arranhar as costas dele. Deixei escapar um orgasmo, gritei que tava gozando, e ele acelerou pra fazer o mesmo. A gozada dele foi majestosa, jorrava o leite dele pra fora da minha buceta. Eu tava louca de prazer sentindo ele se esvaziar dentro do meu útero.
Mas não acabou por ali. Quase na mesma hora, ele sentou no meu peito e brincou com a pica dele nos meus peitos. Eu lambia quando a cabeça chegava perto da minha boca. Ele deitou de barriga pra cima e me segurou pela cabeça, eu sabia o que ele queria. Comecei a chupar de novo, a pica dele endureceu na hora. O sêmen que ainda tinha nele era delicioso. Eu tava de quatro, e ele recostado na cabeceira da minha cama. Sabia que ele tava olhando minha bunda refletida no espelho. Aí ele pediu pra eu rebolar como se alguém tivesse me comendo enquanto eu chupava ele. Pra mim não foi difícil, já fiz isso muitas vezes, e eu obedeci.
— AHH, MAMÃE, VOCÊ ADORA PICA DEMAIS! — Eu não respondia, tava ocupada com o pedaço dele na minha boca. — ASSIM, MAMÃE, ASSIM, QUE MAMADA GOSTOSA!
Ele se esticou pra brincar com minha bunda, enfiou um dedo, depois dois. Lembrei do "Juan", meu vibrador, e perguntei se ele queria que eu pegasse. Ele topou.
Me levantei e aproveitei pra tirar a calcinha completamente, colocando minha bunda quase na cara dele. Fui até o armário. Onde escondo meu brinquedo sexual, ele da cama olhava meu andar gostoso, me aquecia o olhar dele.
Quando cheguei com o "João", ele se surpreendeu, é muito grande, mas falei que aguentava, ele pegou e sem perder tempo começou a brincar com ele na minha buceta, passei lubrificante e ele começou a meter, devagar, até chegar no fundo, minha pelve começou a se mexer ritmadamente enquanto ele via como a mãe dele conseguia engolir com a buceta um pau daqueles. Depois me ajeitei, ele enfiou de novo o pênis de borracha na minha buceta e se posicionou atrás de mim, perguntou se podia me comer pelo cu, eu concordei toda gostosa.
Colocou o pau dele no meu ânus, enfiou quase até a metade e eu empurrei pra trás pra sentir, o pau de borracha na minha buceta era segurado por ele enquanto, apressado, me possuía analmente.
Depois parou de me comer assim, tirou o consolo e colocou no meu ânus, lubrificou antes meu cu, eu mesma abri minhas nádegas, e deixei ele me penetrar com o brinquedo, já tinha feito isso então não me assustava. Quando já estava quase todo dentro, meu filho expressava espanto, comecei a mexer minha bunda e ele enfiava e tirava o consolo por completo, primeiro devagar e já com minhas nádegas descontroladas ele fez sem piedade, me fazendo gritar que nem uma louca sendo comida. Como se adivinhasse meu pensamento, os dedos dele esfregavam meu clitóris, o sêmen dele se misturava com meus sucos abundantes, já o "João" entrava como "João na casa dele", meu cu aberto recebia feliz a visita.
Meu filho, espantado com o espetáculo, tirou o brinquedo e enfiou violentamente, falando palavras obscenas que me excitavam. Depois ele se afastou, pensei que usaria o consolo de novo, mas o safado o que fez me assustou no começo, de uma vez conseguiu enfiar o punho, meu cu se abriu ao máximo, ele girava a mão no meu ânus e aos poucos enfiava mais, pensei que desistiria com meus gritos, mas ele pouco se importou, senti meu reto sendo invadido como nunca, o punho dele era o mais difícil, e quando conseguiu entrar o resto empurrou, me causando umas... Vontade de cagar que pedi pra ele tirar a mão. Ele tirou soltando uns peidos como se não tivesse fundo, não me deixou descansar do susto e voltou ao ataque, dessa vez a mão dele entrava mais fácil, e ele fazia como se fosse uma rola, entrava e saía, eu não aguentei e entre dor e prazer, um orgasmo magnífico invadiu minhas entranhas, gritei como nunca, foi um orgasmo longo, muito longo e intenso, um daqueles raros que aproveitei ao máximo. Enquanto eu gozava, o percurso da mão dele dentro de mim me dava um prazer delicioso, e já no último espasmo da minha gozada, senti uma dor tremenda, mas que me deixou completamente satisfeita.
Caí exausta, sentia que meu cu podia abrigar um poste de luz de mercúrio, tava feliz por ter sentido aquilo, e melhor ainda que foi meu filho quem teve essa loucura. Meu cansaço era tanto que queria dormir, mas meu filho queria gozar. Então ele se colocou na minha frente, meteu a rola na minha boca e, sem eu me mexer um centímetro, ele me fodia com ela, ele fazia todo o trabalho, até que os gemidos dele anunciavam que ele tava prestes a se esvaziar, as mãos dele se agarraram na minha cabeça, e ele soltou a porra deliciosa dele, engoli sem deixar escapar uma gota, os ovos dele se contraíam na passagem do sêmen, e finalmente ele parou de jorrar.
Sem tirar a rola da minha boca, ele se deitou, e ficamos presos um no outro, ele em posição fetal, e eu com minha boca conectada na rola dele, até que murchou de vez.
Foi assim que acordamos, meu rosto na frente da rola dele que ainda tava dura mesmo ele dormindo, me acomodei com ele e fiquei contemplando, parecia incrível o que a gente fazia, eu e ele. Um amor que é incestuoso tá me preenchendo como nunca, e não ligo pra mais nada, ele é meu filho mas me faz a mulher mais feliz, e tô contente com essa perversidade incestuosa.
Um sutiã azul celeste bem decotado, com o qual meus peitos pareciam querer escapar, cinta-liga da mesma cor com renda nas bordas segurando meias brancas quase transparentes, uma calcinha fio dental da mesma cor, sapatos de salto brancos, minha maquiagem discreta como sempre, um perfume chamado "POISON", que meu bebê adora.
Enquanto esperava, passava a mão na minha bunda, me olhava no espelho que coloquei na frente de propósito para nos vermos na tarefa sexual que me esperava. Acariciava minha buceta, meus peitos e passava a língua nos lábios saboreando aquela pica proibida para mim.
A espera parecia eterna, ouvi meu cachorro "Chocolate" latindo e se espiando pela janela, tinha quase esquecido dele e me senti ingrata com o bicho. Fiquei tão excitada que olhava pro pau do cachorro e a vontade aumentava, como se o cachorro soubesse que eu me tocava enquanto olhava, o pau dele se contraía e mostrava aquela coisa bem vermelha, mas me segurei, fechei a janela e as cortinas escuras para não me tentar.
Ouvi ele chegar, quase na mesma hora veio a chuva do banho do quarto dele, meu amante se preparava pra uma boa sessão de sexo e eu, a cada momento que passava, aumentava meu desejo animal de ser possuída.
Ele entrou no quarto, com uma toalha cobrindo a cintura, ao caminhar na minha direção, se descobriu mostrando a pica endurecida e gotejando um líquido pré-seminal. Eu estava de costas pro espelho, nos vimos através dele, ele se aproximou devagar sem tirar os olhos da minha bunda, sentia que o olhar dele me penetrava pelo cu, a pele arrepiou... ansiosa pra que ele me tocasse. As mãos dele pousaram na minha cintura, acariciavam minhas coxas que se destacavam com a cinta-liga e a calcinha fio dental que eu usava, bem suave ele tocava minha bunda, a calma dele me enchia. de ansiedade. Beijava minhas costas enquanto as mãos passavam pela minha bunda, com uma mão me inclinou um pouco, coloquei as mãos na parede e abri um pouco as pernas em forma de tesoura, ele olhava meu rosto cheio de luxúria e desejo, se ajoelhou atrás de mim, eu via só as mãos dele nos meus coxas, e sentia a boca dele beijando minha bunda, comecei a mexer elas em círculo, gemia de prazer e conseguia ver meus olhos revirando, curtindo o delicioso momento de sentir a língua comprida dele tentando penetrar meu cu.
Me abaixei um pouco pra olhar o pau dele, lá estava ele, ameaçador e gostoso, balançando. Senti os dedos dele explorarem minha buceta já molhada de prazer, a língua dele consegue alcançar meu clitóris nessa posição, e ele fez isso, me fazendo suspirar no contato, comecei a esfregar minha bunda na cara dele. Depois ele se levantou pra me beijar, parecia incrível ter ele assim, eu o via mais homem, e ele era, não lembro como foi que ele se esticou, o fato é que ele já é mais alto que eu, me pendurei no pescoço dele e nos beijamos como namorados tarados, nem meus melhores amantes me beijaram assim, a língua dele chegava na campainha da minha garganta maravilhosamente, os dedos dele não paravam de brincar com minha buceta molhada.
Peguei o pau dele nas minhas mãos, lubrificado pelo líquido transparente que escorria dele, me abaixei pra provar, sentia aquela necessidade de chupar o pau dele, desci devagar, meu filho suspirava esperando minha mamada. Na frente do pau dele, admirei, toquei nas bolas dele com minhas unhas, arranhando pra provocar mais prazer, as bolas dele se contraíam, lambi e beijei, chupei por um bom tempo, queria que ele me pedisse pra chupar o pau dele, ele se desesperou e pediu;
--JÁ, MAMÃE, CHUPA MEU PAU, DO JEITO QUE VOCÊ SABE FAZER!?
Não me importava que ele me chamasse de mãe, nada, eu estava dando o carinho mais íntimo que uma mulher pode dar a um homem. Peguei o pau dele e olhei nos olhos dele de baixo, abri a boca sem tirar o olhar dele, passei a língua na ponta e recolhi os líquidos dele, percorri o tronco masculino com minha língua, via como os olhos dele fechavam e voltavam a olhar pro meu boquete. Respirei fundo e coloquei a cabecinha na minha boca como se fosse um pirulito... chupei, e devagar enfiei na garganta, quando já tinha metade, tava batendo na campainha, senti as mãos dele na minha cabeça como se não quisesse me soltar, engoli o pau inteiro, minha cara batia na barriga dele e aí estiquei a língua pra lamber as bolas, adoro ficar assim, me excita chupar rola, é o máximo, o melhor pra uma puta que nem eu.
As pernas dele ficaram tensas, mas eu não queria que ele gozasse, mesmo que meu filho na idade dele possa soltar umas quatro gozadas, nunca se sabe. Levantei e a gente se beijou de novo como loucos, ele adora me beijar com paixão, não sei por quê. Ele me virou e se colocou atrás de mim, esfregando o pau na minha bunda, peguei na mão dele e guiei até a cama, aí ele me curvou e voltou a brincar com meu rabo, me fazia ver estrelas com os dedos nos meus buracos, meus peitos balançavam, nem lembrava quando tinha descido o sutiã até a cintura. Olhava no espelho e me via gostosa, meu filho acariciando, agarrando e dando tapas na minha bunda, as mãos dele marcavam na minha bunda branca. Olhei o pau dele mais duro e maior do que nunca, pedi pra ele me comer logo...
-JÁ amor, JÁÁÁ, QUERO SER SUA. ME FAÇA SUA!.- Ele não perdeu tempo, mal colocou o pau na minha buceta e enfiou sem piedade, segurava a cinta-liga como se fossem rédeas de uma puta gostosa. Metia com a força da juventude e energia, bagunçando meus sentidos e me perdendo na luxúria de ser comida por ele, meu próprio filho!!. A gente ofegava sem se importar com nada, estávamos sozinhos, ninguém sabia o que tava rolando naquela casa, se sabiam, era só que tinha uma mãe carinhosa e um adolescente, mas não imaginam a perversão que rola entre os dois.
Meu filho parecia que tava me montando, esticava as ligas, as alças do meu sutiã, e às vezes meu cabelo, as mãos dele batiam na minha bunda como se estivesse tocando a puta gostosa da mãe dele, eu feliz em dar esse prazer pra ele. Depois ele tirou a roupa e me mandou subir nele. Ele ficou de barriga pra cima, e eu sentei de frente, enfiando a pica dele em mim. As mãos dele se agarraram nos meus peitos, que ele mordia e lambia, enquanto eu aplicava tudo que sabia naquela posição. Eu movia minha bunda pra trás e pra frente, depois em círculo, sem perder tempo. Tocava nas bolas dele pra sentir elas do lado de fora, pedindo pra entrar. Me posicionei de um jeito que dava pra ver no espelho. A visão era perversa: a pica do meu filho sumindo dentro da buceta da mãe dele, ansiosa e louca pra receber ele lá dentro. Meu filho assumiu o controle, me segurou pela cintura e me virou. Eu tava de barriga pra cima, minhas pernas nos ombros dele, permitindo uma penetração total. As bolas dele batiam no meu cu molhado dos nossos fluidos, e cada estocada me fazia arranhar as costas dele. Deixei escapar um orgasmo, gritei que tava gozando, e ele acelerou pra fazer o mesmo. A gozada dele foi majestosa, jorrava o leite dele pra fora da minha buceta. Eu tava louca de prazer sentindo ele se esvaziar dentro do meu útero.
Mas não acabou por ali. Quase na mesma hora, ele sentou no meu peito e brincou com a pica dele nos meus peitos. Eu lambia quando a cabeça chegava perto da minha boca. Ele deitou de barriga pra cima e me segurou pela cabeça, eu sabia o que ele queria. Comecei a chupar de novo, a pica dele endureceu na hora. O sêmen que ainda tinha nele era delicioso. Eu tava de quatro, e ele recostado na cabeceira da minha cama. Sabia que ele tava olhando minha bunda refletida no espelho. Aí ele pediu pra eu rebolar como se alguém tivesse me comendo enquanto eu chupava ele. Pra mim não foi difícil, já fiz isso muitas vezes, e eu obedeci.
— AHH, MAMÃE, VOCÊ ADORA PICA DEMAIS! — Eu não respondia, tava ocupada com o pedaço dele na minha boca. — ASSIM, MAMÃE, ASSIM, QUE MAMADA GOSTOSA!
Ele se esticou pra brincar com minha bunda, enfiou um dedo, depois dois. Lembrei do "Juan", meu vibrador, e perguntei se ele queria que eu pegasse. Ele topou.
Me levantei e aproveitei pra tirar a calcinha completamente, colocando minha bunda quase na cara dele. Fui até o armário. Onde escondo meu brinquedo sexual, ele da cama olhava meu andar gostoso, me aquecia o olhar dele.
Quando cheguei com o "João", ele se surpreendeu, é muito grande, mas falei que aguentava, ele pegou e sem perder tempo começou a brincar com ele na minha buceta, passei lubrificante e ele começou a meter, devagar, até chegar no fundo, minha pelve começou a se mexer ritmadamente enquanto ele via como a mãe dele conseguia engolir com a buceta um pau daqueles. Depois me ajeitei, ele enfiou de novo o pênis de borracha na minha buceta e se posicionou atrás de mim, perguntou se podia me comer pelo cu, eu concordei toda gostosa.
Colocou o pau dele no meu ânus, enfiou quase até a metade e eu empurrei pra trás pra sentir, o pau de borracha na minha buceta era segurado por ele enquanto, apressado, me possuía analmente.
Depois parou de me comer assim, tirou o consolo e colocou no meu ânus, lubrificou antes meu cu, eu mesma abri minhas nádegas, e deixei ele me penetrar com o brinquedo, já tinha feito isso então não me assustava. Quando já estava quase todo dentro, meu filho expressava espanto, comecei a mexer minha bunda e ele enfiava e tirava o consolo por completo, primeiro devagar e já com minhas nádegas descontroladas ele fez sem piedade, me fazendo gritar que nem uma louca sendo comida. Como se adivinhasse meu pensamento, os dedos dele esfregavam meu clitóris, o sêmen dele se misturava com meus sucos abundantes, já o "João" entrava como "João na casa dele", meu cu aberto recebia feliz a visita.
Meu filho, espantado com o espetáculo, tirou o brinquedo e enfiou violentamente, falando palavras obscenas que me excitavam. Depois ele se afastou, pensei que usaria o consolo de novo, mas o safado o que fez me assustou no começo, de uma vez conseguiu enfiar o punho, meu cu se abriu ao máximo, ele girava a mão no meu ânus e aos poucos enfiava mais, pensei que desistiria com meus gritos, mas ele pouco se importou, senti meu reto sendo invadido como nunca, o punho dele era o mais difícil, e quando conseguiu entrar o resto empurrou, me causando umas... Vontade de cagar que pedi pra ele tirar a mão. Ele tirou soltando uns peidos como se não tivesse fundo, não me deixou descansar do susto e voltou ao ataque, dessa vez a mão dele entrava mais fácil, e ele fazia como se fosse uma rola, entrava e saía, eu não aguentei e entre dor e prazer, um orgasmo magnífico invadiu minhas entranhas, gritei como nunca, foi um orgasmo longo, muito longo e intenso, um daqueles raros que aproveitei ao máximo. Enquanto eu gozava, o percurso da mão dele dentro de mim me dava um prazer delicioso, e já no último espasmo da minha gozada, senti uma dor tremenda, mas que me deixou completamente satisfeita.
Caí exausta, sentia que meu cu podia abrigar um poste de luz de mercúrio, tava feliz por ter sentido aquilo, e melhor ainda que foi meu filho quem teve essa loucura. Meu cansaço era tanto que queria dormir, mas meu filho queria gozar. Então ele se colocou na minha frente, meteu a rola na minha boca e, sem eu me mexer um centímetro, ele me fodia com ela, ele fazia todo o trabalho, até que os gemidos dele anunciavam que ele tava prestes a se esvaziar, as mãos dele se agarraram na minha cabeça, e ele soltou a porra deliciosa dele, engoli sem deixar escapar uma gota, os ovos dele se contraíam na passagem do sêmen, e finalmente ele parou de jorrar.
Sem tirar a rola da minha boca, ele se deitou, e ficamos presos um no outro, ele em posição fetal, e eu com minha boca conectada na rola dele, até que murchou de vez.
Foi assim que acordamos, meu rosto na frente da rola dele que ainda tava dura mesmo ele dormindo, me acomodei com ele e fiquei contemplando, parecia incrível o que a gente fazia, eu e ele. Um amor que é incestuoso tá me preenchendo como nunca, e não ligo pra mais nada, ele é meu filho mas me faz a mulher mais feliz, e tô contente com essa perversidade incestuosa.
1 comentários - Mãe e filho transando de verdade