Consegui trampo numa consultoria como administrativo. No escritório onde trabalhava, éramos uns trinta entre mulheres e homens, a empresa ocupava vários andares do prédio. Era um trabalho bem chato e mal pago, que servia só pra encher o currículo. A real é que sou bem na minha com os colegas, me relaciono com o pessoal mas sem muito envolvimento e, no geral, sou bem distante. A empresa terceirizava a limpeza, então tinha uns funcionários que durante o dia esvaziavam meus cestos de papel, e lá trabalhava a Andrea. Morena baixinha, uns vinte e poucos anos, rostinho bonito, mas vivia com um uniforme horrível. Nunca dei muita bola porque a gente se cruzava bem pouco. Com o tempo, notei que ela engordou, depois ficou óbvio que tava grávida. Nas poucas vezes que a gente conversou, perguntei sobre a barriga, se não era melhor fazer outro tipo de tarefa pra evitar risco — foi preocupação genuína. Ela disse que sim, mas que por enquanto não tinha vaga em outro lugar. Chegou a festa de fim de ano no trampo, era numa balada em Puerto Madero. Vou sempre por obrigação, fico um tempinho fazendo presença e vazo. Um pouco de álcool faz geral se pegar, mas pra mim sempre foi foda. Por mais que eu tentasse chegar na mais puta das vadias do escritório, levava toco. Isso, com os anos, me fez criar distância desse tipo de evento. A surpresa foi encontrar a Andrea no meio da galera. Ela me cumprimentou simpática enquanto tomava uma cerveja num canto da festa, pegou na minha mão e falou: "vem". Tava tocando um cumbia e até os mais metidos começaram a rebolar. Entendi como um gesto carinhoso pra eu não ficar de fora e aceitei, com toda a falta de jeito do meu corpo. Era a Andrea, de barrigão, e eu. Ela tava com uns seis meses, vestido solto mas decotado em cima, marcando os peitos. Nunca tinha visto ela como algo sexual. Ela começou a dançar e era ela quem comandava o movimento, primeiro com a barriga dela frente entre nós dois, depois com a meia-volta ela apoiou a bunda disfarçadamente e na hora subiu a pica. Ela percebeu e os roços começaram a ficar mais frequentes, sentia a bunda toda dela com aquele vestido, ela apertava minhas mãos que suavam por causa da cerveja e do tesão, ela sorria e eu não sabia o que fazer. No meio da noite a festa foi se dispersando, meus colegas foram pra outros lugares comer. Andrea disse que ia pedir um táxi pra ir embora, mas eu me ofereci pra levar ela em casa, ainda não tinha rolado nada, mas a situação já tinha me deixado muito excitado. Logo saímos e subimos no meu carro. Naquele momento relaxamos e conversamos como se nada tivesse acontecido, aí fiquei sabendo que ela ia ser mãe solteira, morava em San Miguel (na hora eu quis me matar), então peguei a estrada e segui as indicações dela. Chegamos numa casa de bairro, entramos por um corredor onde no fundo do quintal tinha um quarto. Ela disse "entra sem medo", tinha uma cama e roupas jogadas, as paredes estavam sem reboco mas parecia confortável. Andrea tirou os sapatos e de uma vez me beijou, me comeu a boca desesperada enquanto eu sentia a barriga entre nós dois, sentia que a pica ia explodir enquanto ela acariciava por cima da calça, eu apertava as nádegas dela com uma vontade enorme de meter ela em cima de uma vez. Deitei na beirada da cama, ela puxou a pica pra fora e começou a chupar com toda força, fazia punheta e enfiava de volta na boca. Parou de repente, sem tirar o vestido, tirou a calcinha fio dental e montou em cima de mim até que a buceta ficasse na altura do meu rosto, chupei ela pra caralho até quase me afogar debaixo daqueles lábios. Ela fazia uma cara de puta que eu não conhecia. Deitou pra eu comer ela, abriu as pernas e eu pude ver uma linda buceta depilada com uma barriga enorme em cima, enfiei devagar, ela estava toda molhada e se masturbava, então eu sentia a umidade até nos ovos. Ela me virou e pediu pra eu ficar parado. acomodo a pica na entrada da buceta e ela começou a cavalgar devagar enquanto eu tocava nos peitos dela cheios de porra e via a barriga subindo e descendo, a Andrea tava explodindo, era uma puta gostosa na cama. Gozei e ela pediu leite nos peitos, já não aguentava mais, ajoelhou e bateu uma punheta pra mim umas duas vezes, eu jorrei tudo. Ela passou todo o sêmen como se fosse um creme pela barriga e pelos peitos, é uma imagem que nunca esqueço. Depois de um tempo fui embora, a gente ficou junto mais algumas vezes até que mudaram ela de função.
4 comentários - mi primera vez con una embarazada