Saudações de novo! Aqui vai a segunda parte da nossa história:
Como comecei a contar no primeiro post, minha esposa topou a gente visitar um clube de swing, com a condição de que a gente fosse só pra olhar. Óbvio que eu disse que sim (mas minha cabeça já tava fantasiando com outra coisa).
Numa sexta, depois de sair pra jantar juntos, dar uma volta por aí e visitar um motel, a gente concluiu que era hora de ir conhecer aquele lugar. Anchorena (ficamos sabendo do clube por recomendação da dona de uma sex shop). Não posso negar, também senti um certo nervosismo na hora de entrar no lugar, afinal, assim como minha esposa, era minha primeira experiência desse tipo. Mesmo assim, deixando de lado os nervos e os preconceitos, fomos direto pro bar, que também funciona como pista de dança. Por lá a gente se acomodou, pediu umas garrafas de champanhe. Minha esposa, rebolando devagar ao ritmo da música latina que tava tocando, se aproxima e sussurra no meu ouvido... "Lugar bonito esse, dá pra ver pela galera que a maioria é gente fina, né? E muito educados, ninguém fica de babão, cada um na sua." Esse comentário me deu uma tranquilidade danada, porque vi que ela não tava se sentindo obrigada nem muito menos desconfortável. Aí a gente se preparou pra curtir a noite "só olhando" e começamos a dançar. Os copos iam e vinham, e quanto mais a noite avançava, mais o clima do lugar ficava excitante, tudo esquentando. Eu enchendo ela de beijos e carícias inocentes a noite toda, até que, com o tempo, os dois se entregaram ao ambiente e nossa dança já tinha passado de inocente pra provocante. Enquanto a gente dançava, eu percorria o pescoço dela com beijos de fogo, bem na hora em que minhas mãos levantavam devagar aquele vestido colado no corpo, que com uma leve transparência deixava ver a tanguinha preta que brincava comigo. Eu, sem hesitar, acariciava a buceta dela que, como prova de prazer, deixava sentir como ficava molhada numa dança que parecia um ritual de sexo, onde eu apertava ela contra meu pau e fazia carícias nos biquinhos dela. por baixo do vestido dela a gente continuava bebendo, já poucas pessoas dançavam, a maioria já tinha ido pra casa. enquanto vou pedir mais champanhe, uma mulher linda chamada Natália se aproxima da minha mulher e, com uma voz sensual e elegante, dentro de um cumprimento cordial, diz como ela está gostosa e, com toda cara de pau, convida ela pra um drink. minha esposa responde: "Meu marido vem ali, ele foi buscar uma coisa". bem na hora eu chego, a mulher me cumprimenta, minha esposa me conta no ouvido o que aconteceu, e minha simples imaginação da intenção daquela dama com a minha esposa deixou minha pica dura igual uma lança. eu falei pra minha esposa: "Não se preocupa, se te incomoda, a gente muda de lugar". aí minha esposa responde: "Não, não incomoda nada". na mesma hora, convido a Natália pra dançar com a gente e tomar uns copos. ela disse: "Dançar não sei, mas por que a gente não senta e conversa?" a gente topou. palavras iam e vinham, ela jogava indiretas elogiosas pra minha esposa, que por sinal tava bem excitada. o tempo passou até que Natália, num momento, me diz: "Se não te incomoda, quero te parabenizar pela mulher gostosa que você tem. olha esses peitos, essa bunda e que boca. melhor eu ir embora porque sua esposa tá pra ser sequestrada, hahaha..." eu respondo rápido: "De jeito nenhum, não me incomoda nada. na verdade, é pra minha esposa que você devia dizer isso". minha esposa sorria e se fazia de desentendida. como a gente não conhecia o lugar, Natália se oferece pra mostrar os andares. a gente percorreu o lugar todo até que chegamos num descanso pra sentar entre gente que fazia de tudo. pude perceber o quanto minha esposa tava excitada, e ali, esquecendo minha promessa de só olhar, me jogo em cima da minha esposa, começo a beijar ela sob o olhar atento da Natália. comecei a beijar minha esposa com um fogo, sem perder tempo arranco a calcinha dela e jogo longe. ela meio deitada na borda de um sofá abre as pernas, me deixa dar uma chupada que a deixava louca. passava minha língua naquela buceta gostosa, e no sobe e desce da minha boca também beijava aquela bunda. Gostosa que ela é, coloquei ela de quatro ali mesmo e continuei chupando a bunda dela enquanto com meus dedos dava prazer naquela buceta. Minha esposa descontrolada me faz sentar e chupa minha pica com tanta vontade que quase gozo. Natalia se aproxima e fala pra minha esposa: "Que puta gostosa você é, o que eu daria pra poder só te tocar um pouquinho". Minha esposa ri e responde: "NÃO, fica aí mesmo!!!" Eu, entre carícias e beijos ardentes, digo pra minha mulher: "Pelo menos dá um beijinho nela, meu amor". Minha esposa, com o vestido levantado, dá um beijinho rápido e ri, e eu respondo: "Amor, dá um de verdade". E me abaixo pra chupar a buceta dela de novo. Minha esposa vira e dá um beijinho mais sensual e com vontade escondida, depois me diz: "Papi, vamos tomar mais uma no bar". Sem dúvida, eu coloquei o vestido nela já sem a calcinha. Caminhamos até o bar com a Natalia, sempre educada, que se acomoda do meu lado, de mãos dadas com minha esposa. Eu de novo comecei a passar a mão nela, a beijar, tirei os peitos dela pra fora, e minha esposa diz: "Amor, para que a menina tá me olhando". E Natalia rapidamente também tira os peitos enormes dela e diz: "Então você também olha os meus". Eu, como de brincadeira, falo: "Amor, viu as tetas que ela tem? São lindas, né?" Minha esposa diz: "Sim, ela tem muito bonitas". Eu, como resposta, digo: "Deixa ela dar um beijinho aí nos seus mamilos". Ela diz: "Não". Automaticamente respondo: "Então passa esse peito lindo que você tem pelos peitos dela pra ela sentir pelo menos". Minha esposa se ajeita e esfrega os peitos brancos dela pelos grandes peitos da Natalia. Eu passo minha mão por baixo do vestido da minha esposa, chegando por trás pra tocar naquela buceta linda que já estava molhada de tanto prazer. No momento exato em que Natalia quer colocar as mãos sobre minha esposa, ela se afasta e me diz: "Amor, me acompanha no banheiro?" Eu sabia que algo não estava bem. Chegamos até a porta do banheiro e, com olhos bravos, ela diz: "E você, safado? O que você está fazendo? Eu não gosto de mulheres, se eu não quero, não. Não quero que você fique me enchendo o saco e me apressando... Eu, com vergonha, peço desculpas, imploro pra gente ficar mais um pouco. Ela, já mais calma, fala: "Vamos ficar, mas longe daquela mulher. Sim, ela é legal, bonita e tudo, mas não curto mulheres..." Eu, por dentro, sorria e comecei a falar umas coisas gostosas no ouvido dela, carreguei ela no colo e levei pra dançar numa pista quase vazia, com uns poucos casais que nem dançavam, só se esfregavam e se esquentavam. Minha esposa sorria enquanto eu, entre um passo e outro, beijava cada parte do corpo dela. Rápido, a gente se incendiou num fogo de paixão. Falei: "Love, vamos fazer um menage. Você sabe que esse é meu sonho. Te prometo o que quiser, mas só uma vez, vamos fazer isso." Quando terminei essa frase, um cara vestido como galã de novela se aproximou, deixou educadamente uma garrafa de champanhe na nossa mesinha e disse: "Desculpa, se não te ofender, quero te dar essa garrafa porque você é um cara foda, tem uma mulherzona. E falo isso sem querer ofender." Eu, claro, agradeci o gesto e, com a permissão da minha esposa, convidei ele pra dividir a garrafa com a gente. O cara respondeu: "Adoraria, mas essa mulher já tá tão gostosa que é melhor eu ficar no bar olhando vocês..." Eu percebi o olhar da minha esposa quando ela viu esse cara. Quando ele se afastou, falei: "Love, chama ele pra dançar, quer que eu chame?" Ela disse: "Não, deixa quieto, por algo ele foi embora." Com essa resposta, confirmei que ela tava afim dele e, somando que os dois estavam pegando fogo de desejo sem freio, pensei: "Essa é minha chance." Junto com minha esposa, continuei nos beijando e dançando, quase transando ali mesmo. Quando não aguentei mais, queria meter forte. Falei: "Mami, vamos subir, achar um lugar que quero te partir ao meio." Minha esposa, me beijando, subiu as escadas comigo. A gente mal alcançou um sofá dentro de um quarto onde só tinha um casal fazendo a festa. Ela se sentiu à vontade porque: 1) não tinha gente olhando, 2) ela tava explodindo. Sem perder tempo, levantei a saia dela... vestido começo com seus peitos, que por sinal são seu ponto fraco, desço com minha língua suave percorrendo sua barriguinha até chegar numa buceta que pedia por pau aos berros. Ela, entre gemidos apaixonados, me diz: "Mete, papai, mete, não aguento mais". Eu, sem hesitar, levanto suas pernas abertas e começo a meter forte. Minha esposa estava irreconhecível, muito safada, e isso me deixava ainda mais excitado. Viro ela, coloco de quatro, pego no cabelo e meto forte. Ela gozava como nunca. No fundo, o tesão de foder na frente dos outros nos excitava. Quando ouvia minha esposa gemer enquanto eu metia forte, confessava minhas fantasias mais loucas. Ela dizia: "Sim, sim, sim, amor, o que você quiser". Eu, com ela de quatro, comendo aquela buceta linda e, no ritmo de uns dedos inquietos que se enfiavam naquele cuzinho delicioso, digo: "Minha vida, sente como estou ocupando seus dois buraquinhos?" Ela responde: "Sim, siiiim, me dá na bunda". Eu, sem hesitar um segundo, mando ela abaixar a cabeça até a base do sofá, deixando aquele rabo empinado e à mostra, junto com uma buceta molhada que parecia quente. Comecei a meter, e ela explodia de paixão enquanto fodíamos como animais. Percebo que o mesmo homem, com cara de galã de novela, que tinha me dado o champanhe, estava se masturbando olhando o rabo da minha esposa e como estávamos fodendo. Eu, mais excitado do que nunca, digo pra minha esposa enquanto meto: "Amor, vamos fazer como aquele pornô que vimos. Pega no pau desse cara, e eu vou continuar te comendo". Ela, sem dizer nada, pega no pau do homem e começa a masturbá-lo com muito tesão, respirando bem perto da cabeça de um pau que estava louco pela minha esposa. Eu, separando as nádegas da minha mulher, começo a chupar tudo. Minha esposa gemia de prazer e, com vontade, segurava aquele pau alheio na mão, perto do rosto, como se quisesse chupá-lo, mas não tinha coragem. Viro minha esposa, coloco ela de barriga pra cima, abro suas pernas e começo a meter meu pau uma e outra vez. Me aproximo e chupo seus peitos. segurando ela firme pela cintura, aproveito e falo: amor, chupa ele, vai, chupa ele. ela, sem dizer uma palavra, mete aquela rola na boca. o cara tímido tava adorando enquanto minha esposa mamava com gosto aquela pica. eu, por minha vez, esfregava com meus dedos a buceta da minha esposa, metia a língua, virava ela de novo como uma putinha, quase de quatro, e fazia a raba nela enquanto ela, gulosa, chupava aquela rola. quando a gente percebeu, já não tinha mais ninguém por perto, o lugar tava fechando. bem na hora que eu e minha esposa curtíamos nosso primeiro menage HMH, ela fala: amor, amor, para, ahhh, ahhh, para, tão fechando, vamos. ela para de repente, veste o vestido e fala: vamos. eu, todo cavalheiro, me vesti, saímos. o cara também já tava pelado, vestiu a roupa e saiu. descemos as escadas, éramos as únicas três pessoas que sobraram. pegamos nossas coisas e, já na rua esperando um táxi, vejo o cara subir no carro dele como quem vai embora. aí falo pra minha esposa, que tava nos meus braços me beijando sem me dar espaço pra falar: amor, falo pra ela pedir pra ele nos levar até em casa. ela ri e diz: nãooo, tô com muita vergonha dele. eu respondo rápido: mamãe, não tem nada disso, e andei até o carro que tava olhando pra onde a gente tava enquanto ele se preparava pra sair. falo: amigo, faz a boa pra gente, dá uma carona até nossa casa. ele, educado, diz: sim, claro, sem problema, meu nome é Daniel. até então a gente nem sabia o nome dele. na hora falo pra minha esposa: vamos, ele nos leva. já dentro do carro, minha esposa se deita entre minhas pernas como quem dorme, mas era fingimento, porque sono era o que não tava tendo. Daniel pergunta até onde a gente vai, e eu, com minhas mãos entre as nádegas da minha esposa, fazendo meu dedo chegar na buceta dela, respondo: vamos pra um motel, deixa a gente lá. minha esposa ouvindo tudo não falava nada. chegamos na porta do hotel, e por sinal, o caminho inteiro não falamos uma palavra, porque eu e minha esposa nos beijávamos loucamente. uma vez na entrada do motel... Daniel se despede e eu, sem aviso, levanto o vestido da minha esposa, que já estava há horas sem calcinha, mostrando a bunda linda dela, e falo pro Danny: "Viu? Sonha com isso." Danny sorri e responde: "Te garanto que por muito tempo vou sonhar com isso." Minha esposa, como reflexo, abaixa o vestido e só me diz: "Louco!!!" Enquanto o carro esperava espaço pra sair na estrada, andando devagar, falo pra minha esposa: "Love, vamos convidar ele pra nos ver transando." Minha esposa pergunta: "Tem certeza?" Eu, com tesão, digo: "Sim, só pra nos olhar." Ela fala: "Tá bom, sem mentira, só pra nos olhar." Aí, antes que o carro fosse longe, faço sinal pra ele parar e convido ele a ver como eu e minha esposa transamos. Ele, já quase com o pau na mão, estaciona o carro e, num piscar de olhos, estávamos no quarto. Ele, bem tranquilo e educado, perguntava tudo, mas tava nervoso. Eu peguei minha esposa, fomos pro chuveiro, debaixo d'água beijava ela toda, como diria Ricardo Arjona, beijei até a sombra dela. No momento de maior êxtase, sob o olhar quente do Daniel, falo pra minha esposa: "Love, vamos fazer um ménage, dale." Ela, gemendo: "Não, love, pedi um brinquedinho e mete em mim." Eu, sem discutir, chamo a recepção e peço um vibrador. Enquanto minha esposa não terminava de tomar banho, sem ela perceber, falo pro Daniel: "Tira a roupa, fica de cueca." Minha esposa não terminava de se lavar, chegou um pau de brinquedo com vibrador. Aí, pego minha mulher no colo e levo até a cama, nós dois cheios de fogo, emoção e prazer misturados, começamos a foder como loucos. Daniel nos olhava e se tocava. Eu coloco ela de joelhos no chão, com a cabeça na cama e a bunda apontada pra vista quente do Daniel, e começo a meter nela por trás. Minha esposa, como nunca, entrava no jogo, toda quente. Enquanto metia por trás, comecei a enfiar o vibrador na buceta molhada dela de tanto prazer. Quanto mais enfiava, falava no ouvido dela: "Cê gosta de ter duas picas, mamãe?" Ela, cheia de prazer, dizia: "Sim, papai, mete forte." Eu, vendo tanta safadeza nela... corri pra onde o Daniel tava sentado se tocando por cima da cueca, praticamente coloquei a cara dela entre as pernas do Daniel e ela gemendo de prazer, segura de si, abaixa a cueca do Daniel e mete aquela pica de novo na boca, chupando com gosto enquanto eu tinha minha pica numa bunda gostosa e um vibrador na buceta dela enfiado até o fundo. Quando a gente tava tipo loucos, falo pra ela: "deixa ele chupar tua buceta também". Ela se ajeita, pega minha pica, se põe toda putinha, deixando a bunda linda dela à mercê do Daniel. Ela, tipo uma loba, chupava minha pica, brincava com ela entre os peitos, e aí escutei como ela tava adorando que o Daniel tava chupando ela por trás. Eu pego minha esposa, coloco ela de barriga pra cima na cama, abro as pernas dela o máximo que posso, pego o Daniel e aí ele continua chupando a buceta dela, brincando com os dedos. Eu sentado, a cara da minha mulher na minha pica, ela chegava na garganta, depois saio, beijo os peitos dela e falo: "love... amorrr". Ela diz, com pouco fôlego: "sim, papi, me fala". Eu, com as tetas dela nas mãos e o Daniel chupando a buceta dela, falo: "mami, quero te ver dando pra outro". Ela se vira sozinha, de barriga pra baixo, reta na cama, e diz: "assim, papi? Assim que você quer que me comam?" Eu, cheio de paixão, falo: "sim". E o Daniel sobe nela, começa a meter a pica dele numa buceta cheia de tesão. Eu me enfio num canto, me masturbando, vejo o Daniel comendo minha mulher. Ela gozava, ele metia e tirava, virou ela, se meteu entre as pernas dela e continuou dando. Eu, com a pica na mão, falo: "dá um beijo nela, meu love". Aí eles começam a se beijar como loucos enquanto ele dava nela. Então eu, que não aguentava mais, falei pro Daniel: "deita aí". Ele se ajeitou, minha mulher montou nele, aí coloco minha pica na boca dela, ela chupava e gozava, ajeito ela bem e começo a dar na bunda dela. Minha esposa, como nenhuma outra, curtia uma dupla penetração que nunca imaginou, enquanto tinha minha pica no cuzinho dela e a pica do Daniel na buceta. palavra: buceta chupava o brinquedo vibrador exaustos transando igual uns loucos gozamos nos peitos da minha esposa que parecia prestes a gozar de novo eu continuo chupando ela toda com ajuda dos meus dedos e minha língua fiz ela gozar de novo minha esposa Daniel e eu passamos uma noite super cansados nos despedimos e fui pra minha casa quando chegamos subimos no elevador e tudo vinha na memória fiquei com tesão saímos e na porta do apartamento transamos uma rapidinha deitamos nus os dois e ela antes de dormir me disse: love cumpri contigo primeira e última vez, eu perguntei o que foi não gostou mamãe? ela disse sim gostei muito mas não vamos fazer de novo. eu como todo bom cavalheiro falei sim love o que você quiser. No dia seguinte com o que fizemos na memória transamos a cada dois segundos eu falo love hoje é sábado vamos dançar ela diz vamos mas não me leva pra onde fomos ontem nos preparamos saímos e sabem onde eu levei Anchorena Swinger club ela com cara de brava disse você mentiu pra mim eu falei vamos dançar beber algo e saímos então entramos pra saber o que aconteceu naquele sábado no dia seguinte leia a Terceira parte do Plano a história da minha esposa
Como comecei a contar no primeiro post, minha esposa topou a gente visitar um clube de swing, com a condição de que a gente fosse só pra olhar. Óbvio que eu disse que sim (mas minha cabeça já tava fantasiando com outra coisa).
Numa sexta, depois de sair pra jantar juntos, dar uma volta por aí e visitar um motel, a gente concluiu que era hora de ir conhecer aquele lugar. Anchorena (ficamos sabendo do clube por recomendação da dona de uma sex shop). Não posso negar, também senti um certo nervosismo na hora de entrar no lugar, afinal, assim como minha esposa, era minha primeira experiência desse tipo. Mesmo assim, deixando de lado os nervos e os preconceitos, fomos direto pro bar, que também funciona como pista de dança. Por lá a gente se acomodou, pediu umas garrafas de champanhe. Minha esposa, rebolando devagar ao ritmo da música latina que tava tocando, se aproxima e sussurra no meu ouvido... "Lugar bonito esse, dá pra ver pela galera que a maioria é gente fina, né? E muito educados, ninguém fica de babão, cada um na sua." Esse comentário me deu uma tranquilidade danada, porque vi que ela não tava se sentindo obrigada nem muito menos desconfortável. Aí a gente se preparou pra curtir a noite "só olhando" e começamos a dançar. Os copos iam e vinham, e quanto mais a noite avançava, mais o clima do lugar ficava excitante, tudo esquentando. Eu enchendo ela de beijos e carícias inocentes a noite toda, até que, com o tempo, os dois se entregaram ao ambiente e nossa dança já tinha passado de inocente pra provocante. Enquanto a gente dançava, eu percorria o pescoço dela com beijos de fogo, bem na hora em que minhas mãos levantavam devagar aquele vestido colado no corpo, que com uma leve transparência deixava ver a tanguinha preta que brincava comigo. Eu, sem hesitar, acariciava a buceta dela que, como prova de prazer, deixava sentir como ficava molhada numa dança que parecia um ritual de sexo, onde eu apertava ela contra meu pau e fazia carícias nos biquinhos dela. por baixo do vestido dela a gente continuava bebendo, já poucas pessoas dançavam, a maioria já tinha ido pra casa. enquanto vou pedir mais champanhe, uma mulher linda chamada Natália se aproxima da minha mulher e, com uma voz sensual e elegante, dentro de um cumprimento cordial, diz como ela está gostosa e, com toda cara de pau, convida ela pra um drink. minha esposa responde: "Meu marido vem ali, ele foi buscar uma coisa". bem na hora eu chego, a mulher me cumprimenta, minha esposa me conta no ouvido o que aconteceu, e minha simples imaginação da intenção daquela dama com a minha esposa deixou minha pica dura igual uma lança. eu falei pra minha esposa: "Não se preocupa, se te incomoda, a gente muda de lugar". aí minha esposa responde: "Não, não incomoda nada". na mesma hora, convido a Natália pra dançar com a gente e tomar uns copos. ela disse: "Dançar não sei, mas por que a gente não senta e conversa?" a gente topou. palavras iam e vinham, ela jogava indiretas elogiosas pra minha esposa, que por sinal tava bem excitada. o tempo passou até que Natália, num momento, me diz: "Se não te incomoda, quero te parabenizar pela mulher gostosa que você tem. olha esses peitos, essa bunda e que boca. melhor eu ir embora porque sua esposa tá pra ser sequestrada, hahaha..." eu respondo rápido: "De jeito nenhum, não me incomoda nada. na verdade, é pra minha esposa que você devia dizer isso". minha esposa sorria e se fazia de desentendida. como a gente não conhecia o lugar, Natália se oferece pra mostrar os andares. a gente percorreu o lugar todo até que chegamos num descanso pra sentar entre gente que fazia de tudo. pude perceber o quanto minha esposa tava excitada, e ali, esquecendo minha promessa de só olhar, me jogo em cima da minha esposa, começo a beijar ela sob o olhar atento da Natália. comecei a beijar minha esposa com um fogo, sem perder tempo arranco a calcinha dela e jogo longe. ela meio deitada na borda de um sofá abre as pernas, me deixa dar uma chupada que a deixava louca. passava minha língua naquela buceta gostosa, e no sobe e desce da minha boca também beijava aquela bunda. Gostosa que ela é, coloquei ela de quatro ali mesmo e continuei chupando a bunda dela enquanto com meus dedos dava prazer naquela buceta. Minha esposa descontrolada me faz sentar e chupa minha pica com tanta vontade que quase gozo. Natalia se aproxima e fala pra minha esposa: "Que puta gostosa você é, o que eu daria pra poder só te tocar um pouquinho". Minha esposa ri e responde: "NÃO, fica aí mesmo!!!" Eu, entre carícias e beijos ardentes, digo pra minha mulher: "Pelo menos dá um beijinho nela, meu amor". Minha esposa, com o vestido levantado, dá um beijinho rápido e ri, e eu respondo: "Amor, dá um de verdade". E me abaixo pra chupar a buceta dela de novo. Minha esposa vira e dá um beijinho mais sensual e com vontade escondida, depois me diz: "Papi, vamos tomar mais uma no bar". Sem dúvida, eu coloquei o vestido nela já sem a calcinha. Caminhamos até o bar com a Natalia, sempre educada, que se acomoda do meu lado, de mãos dadas com minha esposa. Eu de novo comecei a passar a mão nela, a beijar, tirei os peitos dela pra fora, e minha esposa diz: "Amor, para que a menina tá me olhando". E Natalia rapidamente também tira os peitos enormes dela e diz: "Então você também olha os meus". Eu, como de brincadeira, falo: "Amor, viu as tetas que ela tem? São lindas, né?" Minha esposa diz: "Sim, ela tem muito bonitas". Eu, como resposta, digo: "Deixa ela dar um beijinho aí nos seus mamilos". Ela diz: "Não". Automaticamente respondo: "Então passa esse peito lindo que você tem pelos peitos dela pra ela sentir pelo menos". Minha esposa se ajeita e esfrega os peitos brancos dela pelos grandes peitos da Natalia. Eu passo minha mão por baixo do vestido da minha esposa, chegando por trás pra tocar naquela buceta linda que já estava molhada de tanto prazer. No momento exato em que Natalia quer colocar as mãos sobre minha esposa, ela se afasta e me diz: "Amor, me acompanha no banheiro?" Eu sabia que algo não estava bem. Chegamos até a porta do banheiro e, com olhos bravos, ela diz: "E você, safado? O que você está fazendo? Eu não gosto de mulheres, se eu não quero, não. Não quero que você fique me enchendo o saco e me apressando... Eu, com vergonha, peço desculpas, imploro pra gente ficar mais um pouco. Ela, já mais calma, fala: "Vamos ficar, mas longe daquela mulher. Sim, ela é legal, bonita e tudo, mas não curto mulheres..." Eu, por dentro, sorria e comecei a falar umas coisas gostosas no ouvido dela, carreguei ela no colo e levei pra dançar numa pista quase vazia, com uns poucos casais que nem dançavam, só se esfregavam e se esquentavam. Minha esposa sorria enquanto eu, entre um passo e outro, beijava cada parte do corpo dela. Rápido, a gente se incendiou num fogo de paixão. Falei: "Love, vamos fazer um menage. Você sabe que esse é meu sonho. Te prometo o que quiser, mas só uma vez, vamos fazer isso." Quando terminei essa frase, um cara vestido como galã de novela se aproximou, deixou educadamente uma garrafa de champanhe na nossa mesinha e disse: "Desculpa, se não te ofender, quero te dar essa garrafa porque você é um cara foda, tem uma mulherzona. E falo isso sem querer ofender." Eu, claro, agradeci o gesto e, com a permissão da minha esposa, convidei ele pra dividir a garrafa com a gente. O cara respondeu: "Adoraria, mas essa mulher já tá tão gostosa que é melhor eu ficar no bar olhando vocês..." Eu percebi o olhar da minha esposa quando ela viu esse cara. Quando ele se afastou, falei: "Love, chama ele pra dançar, quer que eu chame?" Ela disse: "Não, deixa quieto, por algo ele foi embora." Com essa resposta, confirmei que ela tava afim dele e, somando que os dois estavam pegando fogo de desejo sem freio, pensei: "Essa é minha chance." Junto com minha esposa, continuei nos beijando e dançando, quase transando ali mesmo. Quando não aguentei mais, queria meter forte. Falei: "Mami, vamos subir, achar um lugar que quero te partir ao meio." Minha esposa, me beijando, subiu as escadas comigo. A gente mal alcançou um sofá dentro de um quarto onde só tinha um casal fazendo a festa. Ela se sentiu à vontade porque: 1) não tinha gente olhando, 2) ela tava explodindo. Sem perder tempo, levantei a saia dela... vestido começo com seus peitos, que por sinal são seu ponto fraco, desço com minha língua suave percorrendo sua barriguinha até chegar numa buceta que pedia por pau aos berros. Ela, entre gemidos apaixonados, me diz: "Mete, papai, mete, não aguento mais". Eu, sem hesitar, levanto suas pernas abertas e começo a meter forte. Minha esposa estava irreconhecível, muito safada, e isso me deixava ainda mais excitado. Viro ela, coloco de quatro, pego no cabelo e meto forte. Ela gozava como nunca. No fundo, o tesão de foder na frente dos outros nos excitava. Quando ouvia minha esposa gemer enquanto eu metia forte, confessava minhas fantasias mais loucas. Ela dizia: "Sim, sim, sim, amor, o que você quiser". Eu, com ela de quatro, comendo aquela buceta linda e, no ritmo de uns dedos inquietos que se enfiavam naquele cuzinho delicioso, digo: "Minha vida, sente como estou ocupando seus dois buraquinhos?" Ela responde: "Sim, siiiim, me dá na bunda". Eu, sem hesitar um segundo, mando ela abaixar a cabeça até a base do sofá, deixando aquele rabo empinado e à mostra, junto com uma buceta molhada que parecia quente. Comecei a meter, e ela explodia de paixão enquanto fodíamos como animais. Percebo que o mesmo homem, com cara de galã de novela, que tinha me dado o champanhe, estava se masturbando olhando o rabo da minha esposa e como estávamos fodendo. Eu, mais excitado do que nunca, digo pra minha esposa enquanto meto: "Amor, vamos fazer como aquele pornô que vimos. Pega no pau desse cara, e eu vou continuar te comendo". Ela, sem dizer nada, pega no pau do homem e começa a masturbá-lo com muito tesão, respirando bem perto da cabeça de um pau que estava louco pela minha esposa. Eu, separando as nádegas da minha mulher, começo a chupar tudo. Minha esposa gemia de prazer e, com vontade, segurava aquele pau alheio na mão, perto do rosto, como se quisesse chupá-lo, mas não tinha coragem. Viro minha esposa, coloco ela de barriga pra cima, abro suas pernas e começo a meter meu pau uma e outra vez. Me aproximo e chupo seus peitos. segurando ela firme pela cintura, aproveito e falo: amor, chupa ele, vai, chupa ele. ela, sem dizer uma palavra, mete aquela rola na boca. o cara tímido tava adorando enquanto minha esposa mamava com gosto aquela pica. eu, por minha vez, esfregava com meus dedos a buceta da minha esposa, metia a língua, virava ela de novo como uma putinha, quase de quatro, e fazia a raba nela enquanto ela, gulosa, chupava aquela rola. quando a gente percebeu, já não tinha mais ninguém por perto, o lugar tava fechando. bem na hora que eu e minha esposa curtíamos nosso primeiro menage HMH, ela fala: amor, amor, para, ahhh, ahhh, para, tão fechando, vamos. ela para de repente, veste o vestido e fala: vamos. eu, todo cavalheiro, me vesti, saímos. o cara também já tava pelado, vestiu a roupa e saiu. descemos as escadas, éramos as únicas três pessoas que sobraram. pegamos nossas coisas e, já na rua esperando um táxi, vejo o cara subir no carro dele como quem vai embora. aí falo pra minha esposa, que tava nos meus braços me beijando sem me dar espaço pra falar: amor, falo pra ela pedir pra ele nos levar até em casa. ela ri e diz: nãooo, tô com muita vergonha dele. eu respondo rápido: mamãe, não tem nada disso, e andei até o carro que tava olhando pra onde a gente tava enquanto ele se preparava pra sair. falo: amigo, faz a boa pra gente, dá uma carona até nossa casa. ele, educado, diz: sim, claro, sem problema, meu nome é Daniel. até então a gente nem sabia o nome dele. na hora falo pra minha esposa: vamos, ele nos leva. já dentro do carro, minha esposa se deita entre minhas pernas como quem dorme, mas era fingimento, porque sono era o que não tava tendo. Daniel pergunta até onde a gente vai, e eu, com minhas mãos entre as nádegas da minha esposa, fazendo meu dedo chegar na buceta dela, respondo: vamos pra um motel, deixa a gente lá. minha esposa ouvindo tudo não falava nada. chegamos na porta do hotel, e por sinal, o caminho inteiro não falamos uma palavra, porque eu e minha esposa nos beijávamos loucamente. uma vez na entrada do motel... Daniel se despede e eu, sem aviso, levanto o vestido da minha esposa, que já estava há horas sem calcinha, mostrando a bunda linda dela, e falo pro Danny: "Viu? Sonha com isso." Danny sorri e responde: "Te garanto que por muito tempo vou sonhar com isso." Minha esposa, como reflexo, abaixa o vestido e só me diz: "Louco!!!" Enquanto o carro esperava espaço pra sair na estrada, andando devagar, falo pra minha esposa: "Love, vamos convidar ele pra nos ver transando." Minha esposa pergunta: "Tem certeza?" Eu, com tesão, digo: "Sim, só pra nos olhar." Ela fala: "Tá bom, sem mentira, só pra nos olhar." Aí, antes que o carro fosse longe, faço sinal pra ele parar e convido ele a ver como eu e minha esposa transamos. Ele, já quase com o pau na mão, estaciona o carro e, num piscar de olhos, estávamos no quarto. Ele, bem tranquilo e educado, perguntava tudo, mas tava nervoso. Eu peguei minha esposa, fomos pro chuveiro, debaixo d'água beijava ela toda, como diria Ricardo Arjona, beijei até a sombra dela. No momento de maior êxtase, sob o olhar quente do Daniel, falo pra minha esposa: "Love, vamos fazer um ménage, dale." Ela, gemendo: "Não, love, pedi um brinquedinho e mete em mim." Eu, sem discutir, chamo a recepção e peço um vibrador. Enquanto minha esposa não terminava de tomar banho, sem ela perceber, falo pro Daniel: "Tira a roupa, fica de cueca." Minha esposa não terminava de se lavar, chegou um pau de brinquedo com vibrador. Aí, pego minha mulher no colo e levo até a cama, nós dois cheios de fogo, emoção e prazer misturados, começamos a foder como loucos. Daniel nos olhava e se tocava. Eu coloco ela de joelhos no chão, com a cabeça na cama e a bunda apontada pra vista quente do Daniel, e começo a meter nela por trás. Minha esposa, como nunca, entrava no jogo, toda quente. Enquanto metia por trás, comecei a enfiar o vibrador na buceta molhada dela de tanto prazer. Quanto mais enfiava, falava no ouvido dela: "Cê gosta de ter duas picas, mamãe?" Ela, cheia de prazer, dizia: "Sim, papai, mete forte." Eu, vendo tanta safadeza nela... corri pra onde o Daniel tava sentado se tocando por cima da cueca, praticamente coloquei a cara dela entre as pernas do Daniel e ela gemendo de prazer, segura de si, abaixa a cueca do Daniel e mete aquela pica de novo na boca, chupando com gosto enquanto eu tinha minha pica numa bunda gostosa e um vibrador na buceta dela enfiado até o fundo. Quando a gente tava tipo loucos, falo pra ela: "deixa ele chupar tua buceta também". Ela se ajeita, pega minha pica, se põe toda putinha, deixando a bunda linda dela à mercê do Daniel. Ela, tipo uma loba, chupava minha pica, brincava com ela entre os peitos, e aí escutei como ela tava adorando que o Daniel tava chupando ela por trás. Eu pego minha esposa, coloco ela de barriga pra cima na cama, abro as pernas dela o máximo que posso, pego o Daniel e aí ele continua chupando a buceta dela, brincando com os dedos. Eu sentado, a cara da minha mulher na minha pica, ela chegava na garganta, depois saio, beijo os peitos dela e falo: "love... amorrr". Ela diz, com pouco fôlego: "sim, papi, me fala". Eu, com as tetas dela nas mãos e o Daniel chupando a buceta dela, falo: "mami, quero te ver dando pra outro". Ela se vira sozinha, de barriga pra baixo, reta na cama, e diz: "assim, papi? Assim que você quer que me comam?" Eu, cheio de paixão, falo: "sim". E o Daniel sobe nela, começa a meter a pica dele numa buceta cheia de tesão. Eu me enfio num canto, me masturbando, vejo o Daniel comendo minha mulher. Ela gozava, ele metia e tirava, virou ela, se meteu entre as pernas dela e continuou dando. Eu, com a pica na mão, falo: "dá um beijo nela, meu love". Aí eles começam a se beijar como loucos enquanto ele dava nela. Então eu, que não aguentava mais, falei pro Daniel: "deita aí". Ele se ajeitou, minha mulher montou nele, aí coloco minha pica na boca dela, ela chupava e gozava, ajeito ela bem e começo a dar na bunda dela. Minha esposa, como nenhuma outra, curtia uma dupla penetração que nunca imaginou, enquanto tinha minha pica no cuzinho dela e a pica do Daniel na buceta. palavra: buceta chupava o brinquedo vibrador exaustos transando igual uns loucos gozamos nos peitos da minha esposa que parecia prestes a gozar de novo eu continuo chupando ela toda com ajuda dos meus dedos e minha língua fiz ela gozar de novo minha esposa Daniel e eu passamos uma noite super cansados nos despedimos e fui pra minha casa quando chegamos subimos no elevador e tudo vinha na memória fiquei com tesão saímos e na porta do apartamento transamos uma rapidinha deitamos nus os dois e ela antes de dormir me disse: love cumpri contigo primeira e última vez, eu perguntei o que foi não gostou mamãe? ela disse sim gostei muito mas não vamos fazer de novo. eu como todo bom cavalheiro falei sim love o que você quiser. No dia seguinte com o que fizemos na memória transamos a cada dois segundos eu falo love hoje é sábado vamos dançar ela diz vamos mas não me leva pra onde fomos ontem nos preparamos saímos e sabem onde eu levei Anchorena Swinger club ela com cara de brava disse você mentiu pra mim eu falei vamos dançar beber algo e saímos então entramos pra saber o que aconteceu naquele sábado no dia seguinte leia a Terceira parte do Plano a história da minha esposa
1 comentários - El Plan (segunda parte)