Me amarra devagar que tô com pressa. Parte 1.

Chove muito, como eu não lembro antes em Carlos Paz, tarde cinzenta e escura. Todo mundo se abrigava como podia debaixo de algum teto bondoso, ela também.

Fazia fila igual todo mundo pra pegar a passagem pra Mendoza, a sorte tava me dando uma moral, claro, ela também tava na fila, 4 pessoas na minha frente.

O fato é que não tinha nem sol, nem calor, e olha que era pleno dezembro! Mas bom, a única coisa que passava na minha cabeça naquele momento era… “se eu viajo sozinho, e ela também, que a gente pegue o mesmo assento”. Os minutos passam sem grandes novidades até que chego no guichê pra pegar minha passagem, a moça me mostra os assentos disponíveis e vejo 2 que estavam livres mas com o acompanhante ocupado, e pensei… “deve ser um desses 2, mas qual!”

Sim, o que você tá pensando, não cheguei nem perto e acabei viajando com a “Mirtha”, que no fim era uma professora de ensino fundamental super gente boa de uma escola rural em Mendoza.

A viagem dura umas 9 horas e conforme a gente se aproximava das terras de sol e vinho, o clima ia ficando cada vez mais amigável.

Já lá pelas 3 da tarde, mais ou menos, chegamos em “Desaguadero”, a divisa entre San Luis e Mendoza. O busão para e o motorista avisa que podemos descer pra esticar as pernas 15 minutos e que em uma hora a gente chegaria em Mendoza.

Desci porque não aguentava mais de vontade de mijar, passei pelo assento dela que era do lado da escada e ela não tava.

Primeiro as prioridades, o banheiro, desci quase correndo, entro no banheiro… LOTADO! Nem um cantinho, e olha que eu mijo em qualquer lugar, mas nada… lotado. Eu não aguentava mais, saí do banheiro… tentei me afastar o máximo que dava, até chegar numa construção abandonada, naquela hora você imagina que se demorar 30 segundos, o busão te deixa.

Todo mundo sabe que a gente, por algum motivo, quando viaja de busão, fica de pau duro, não sei qual é o motivo mas SOBE SOZINHO. E mijar com o pau duro é foda. um desafio… calça jeans pra baixo, camiseta pra cima presa na boca e acrobacias com as duas mãos. No momento EXATO em que eu tiro a pica pra fora, EU VEJO ela… sim, ela, procurando um lugar pra fazer xixi, me encarando bem na minha cara com o pau na mão, parada e arqueada pra mijar. Senhores, minha vontade de pegar a mulher solitária tinha acabado… será que tinha acabado?

De todas as maneiras que imaginei a Mendocina me olhando com a pica dura, essa era claramente a última, e foi a primeira.

Olhei nos olhos dela, e ela tava vidrada na minha pica. Ela vestia uma saia preta e uma camiseta branca meio decotada, cabelo castanho claro puxando pro loiro, olhar perigoso e boca carnuda. Ela chegou perto de mim sem falar nada e com a mão direita agarrou minha pica me olhando nos olhos e me deu um beijo que me partiu a boca. Reagi como pude e comecei a acariciar as costas dela e a chupar devagar o pescoço enquanto minha mão percorria a nuca dela suavemente.

Os beijos ficaram mais intensos, a respiração acelerou, as mãos dela deslizavam pela minha pica dura de cima pra baixo e a boca dela se juntava com a minha num beijo molhado e apaixonado. Procurei com minhas mãos a bunda dela por baixo da saia e nesse momento percebi que ela não tava de calcinha fio dental e eu podia sentir o calor e a umidade daquela bunda que, ao sentir com minhas mãos, fazia minha pica querer penetrar ela com força e tesão.

Levantei a saia dela e coloquei ela em cima de uma borda que tinha… a buceta dela totalmente depilada ficou na frente da minha boca, sem hesitar um segundo comecei a chupar a buceta dela passando a língua pelos lábios que a essa altura já estavam bem molhados… dava mordidinhas lentas no clitóris dela e enfiava bem fundo a ponta da língua, ela gemia e me agarrava com força pela cabeça. Levantei ainda mais as pernas dela pra poder chupar o cu dela, e com minha língua brincar desde a buceta dela até o cuzinho gostoso e molhado. Ela gritava, gemia de prazer, parecia que ia gozar, apertava com força os peitos que a essa altura já tinha tirado da musculosa.

Sentia pela minha garganta todos os sucos vaginais dela, muito gostosos, muito úmidos, muito molhados nós dois. Ela se levanta com a bunda e a buceta gotejando e agarra minha rola bem forte, coloca na boca e começa a dançar com a língua na minha cabeça e nas minhas bolas. Uma expert em todos os sentidos, chupava a rola como ninguém, COM PAIXÃO… com uma mão segurava minhas bolas e com a outra enfiava a rola toda até a garganta. Ela também tem habilidades culinárias, se abaixou, segurou minhas bolas e começou a chupar meu cu… parecia que a rola ia explodir, não aguentava mais, ia encher ela de porra, então decidi agarrar ela pelo braço, levantar e virar ela contra a parede.

Levantei a saia dela, abri as pernas, e enfiei tudo bem até o fundo da buceta de uma vez só enquanto puxava o cabelo dela! Estava muito gostosa, toda a bucetinha apertada, com minha rola dentro… a gente ficou transando assim com violência uns 15 minutos sem parar, onde ela deve ter gozado umas 2 vezes, porque minha rola estava ensopada dos sucos vaginais gostosos dela.

Ela se vira e com aquela carinha de puta me pede: ARROMBA MEU CU. Ela se vira de novo e fica de quatro, com uma mão se toca na buceta e com a outra passa um dedinho no cu.

Eu me posiciono e como o cu dela por uns segundos pra deixar bem molhado e pra ela sentir, encosto toda a cabeça da rola no buraquinho do cu e vou enfiando devagar, devagar… Continua.

1 comentários - Me amarra devagar que tô com pressa. Parte 1.

MattQ
Muy buenoo, pero cómo sigue?!