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Compêndio INa véspera do meu retorno (e de passar as noites assim, escrevendo e batendo uma), resolvi aceitar o convite do Tom pra tomar uns drinks na cidade.
Ele veio me buscar mais três vezes.
Diz que "Sou um santo...", que "Não entende como não sinto falta do Cargo..."
Confesso que tento não pensar muito nisso. Que, assim como eu tenho minha esposa, a Hannah tem o Douglas.
Mas o que o Tom mais sente falta é da bunda e das cadeiras dela...
Que ele, no meu lugar, viveria "metendo por trás... o tempo todo..." e que "por eu comer ela, me admira".
Sei que não é o único que pensa assim, mas são homens de honra, e a Hannah é uma mulher de convicções fortes, então não vão passar dos limites com ela durante as férias.
Além disso, esse jeito de pensar dificilmente vai deixar ele provar a bunda dela. Os próprios colegas dele já trataram de fazê-la se sentir um objeto. Comigo, como sou mais atencioso, ela me dá mais facilidades...
Pago a bebida dele e volto pra pensão.
A Marisol queria ir pra praia no sábado. Eu não tinha certeza se o parque de diversões estaria aberto no domingo, então tive que mudar os planos dela.
Pensei que a gente fosse na caminhonete pras praias do sul, quando as três me dizem que querem ir pra praia que a Amelia levou.
Tá quase tão vazia quanto na quarta. Além de uns casais solitários e uns pelicanos, a praia é toda nossa.
Olham pra gente com estranheza ao me ver carregando o guarda-sol, o cooler e umas cadeiras, enquanto elas levam as toalhas e algumas bolsas. Aprendendo com meu pai, enterro o guarda-sol e monto tudo, junto com as cadeiras.
Deixamos as pequenas com o Kevin. Já que a barriga da Fio tá um pouco maior, o entusiasmo pelo instinto paterno diminuiu.
Mas a Fio me olhava com saudade. Dava pra ver que sentia minha falta... mas a Amelia garantia que eu não me distraísse tanto com ela...
Depois de estender minha toalha, começou o que chamei de "desfile de moda": Marisol e Amelia tiraram os bermudas e as camisetas, deixando à mostra seus biquínis…
E dá pra ver que capricharam na escolha, porque só de olhar, a cabeça de baixo já acordou: Amelia usava um mais tradicional, branquinho, mas com as curvas generosas dela e o busto enorme, a bunda parecia gigante e os peitos estavam quase estourando de tão apertados, o que deixava ela morrendo de vergonha.
E minha passarinhos não ficava atrás: um biquíni vermelho vibrante, fininho como fio dental, que mal cobria o contorno dos biquinhos e aquele triangulinho gostoso…
Já a Verônica tava com mais frio. O dia tava meio nublado e com um ventinho. Ela vestia uma saia branca fina e uma camiseta com pingentes, mas assim que descemos pra praia, se enrolou numa coberta e sentou numa cadeira.
Eu tirei a camiseta e as três sorriram pra mim…
“O quê?” perguntei.
“Bom, amor… você não percebeu… mas seu abdômen tá… bem sexy…” respondeu a Marisol, com um sorriso meigo.
Fiquei sem graça. Não me olho muito no espelho quando tomo banho. Mas pelo olhar das três, já sabia que tavam afim de mim…
“Eu ensino a Violeta a nadar e você ensina a Amelia.” Ordenou a Marisol.
Mais do que feliz. Servir aquela ninfa, no meio do mar…
A gente foi mais pra dentro. Amelia tava preocupada com tubarões (mesmo que, ironicamente, tivesse um do lado), mas garanti que não tinha muito risco.
Fomos até a água bater na base do pescoço dela. A praia não era lá essas coisas, porque depois da área com cascalho, o fundo ficava lodoso.
Segurei ela pela cintura, pra aprender a bater perna e braço. Não resisti e peguei um dos melões dela, mas além de um sorrisinho safado, ela não reclamou.
Depois, peguei nas mãos dela e forcei ela a bater as pernas, pra se manter boiando.
“Marco, para! Tá muito fundo!” ela disse, tentando tocar o fundo com os pés.
“Calma! Eu ainda toco…”
“Mas… e se eu cansar e afundar?”
“Você não vai” Afunda!" tentei acalmá-la. "Essa água é muito salgada..."
Quando eu disse isso, ela se acalmou um pouco mais...
"E o que isso significa?"
"Quanto mais salgada a água, mais fácil é flutuar." Expliquei. "No Mar Morto, a água é tão salgada que é muito difícil uma pessoa afundar. Além disso, como você é mais atlética, consegue se manter na superfície batendo os pés ou deitando sobre a água..."
Ela sorriu com essa ideia.
"Como é isso?"
Levei-a para mais longe, onde ela pudesse se apoiar com os pés, e demonstrei, deixando-me flutuar.
"É incrível!" exclamou ela, ao me ver deitado na água.
"O importante é ficar reta e relaxada. Se você ficar muito nervosa, não vai conseguir flutuar."
Ela tentou, mas se assustou quando água salgada entrou pelo nariz...
"Não consigo! Tenho medo!" me disse.
"Não se preocupe! Vamos te acostumar a flutuar!"
Levei-a comigo para a parte mais funda, onde ela não conseguia tocar o chão.
"Não, Marco! Vou me afogar!"
Beijei-a para acalmá-la... (e devorá-la).
"Relaxa! Não vou te soltar!"
"Não, Marco!... Aqui não!... porque se eu me soltar... e me afogar..." disse ela, enquanto massageava sua bucetinha debaixo d'água.
Eu a beijava. Não conseguia evitar...
"Você precisa se acalmar..." falei, enquanto o olhar dela ficava mais sereno.
Por sorte, a água é mais morna. A besta teria diminuído de tamanho consideravelmente na corrente de Humboldt.
Ela deu um gemidinho quando me sentiu lá dentro...
"Você está bem?"
"Simmm..." exclamou intensamente, me dando um beijo molhado.
Ela começou a se mexer, mas afundava até o nariz.
"Não pensei que fosse tão difícil!" falei, abraçando-a. "Deixa eu te levar para mais fora!"
"Não! Não!" ela implorou. "Vamos fazer aqui! Não quero que a Violeta me veja..."
"Mas parece que você vai ter que fazer todo o trabalho..." expliquei. "Mal consigo me mexer..."
Ela me beijou com muita paixão... e com uma carinha meiga.
"Você está dizendo... que é a primeira vez que faz isso no mar?"
"Bom... sim..." respondi, lambendo os lábios como um pondia.
Ela deu um gemidinho intenso e começou a se sacudir tão gostosa.
“Ai, sim, Marco!... Sim, Marco!... Você e eu!... Aqui sozinhos!... Nossa primeira vez!...”
A água batia tão gostosa e ela se sentia tão bem, que nem percebi quando comecei a flutuar.
Eu agarrava os peitos dela, molhados e com os bicos durinhos como diamantes. E olha que os lábios dela não me deixavam em paz…
“Te amo, Marco!... Te amo, Marco!... É tão gostoso!... Te quero! Te quero! Te quero!” dizia Amélia, enfiando fundo tão bem.
De repente, ouvimos a voz da Violetinha…
“Marco! Amélia!... Vocês estão bem?”
Estávamos a uns 20 metros de distância. Ela me contou depois que achou que a gente tava se afogando, mas a Marisol me disse que claramente a gente tava transando na água.
“Não, princesinha!” respondi, sem a Amélia parar. “A gente tá brincando de ‘cavalinho’… Né, Amélia?”
Tive que virar ela, pra acalmar a irmã. A correnteza tinha nos jogado pra perto da margem e os movimentos dela, mais fortes e a água mais rala, faziam os peitos dela aparecerem ainda mais.
“É, Violetinha… Ahhh!... tô ganhando!... e por isso eu pulo… tão gostoso…” completou, olhando nos meus olhos.
Dava pra sentir pelo calor e pelos fluidos lá dentro, como a safadeza da irmãzinha ver ela excitava ela ainda mais.
Ela subia e descia, intensamente, enquanto os peitos dela balançavam tão suculentos…
“Não, Marco!... Não faz isso!... Ahh!..”
Não deu pra segurar! Pareciam mamadeiras, cheias de leite. Então enfiei um bico inteiro na boca…
São tão elásticos, que não me surpreende quando ela diz que adora chupar eles.
A água não ajudava muito. Embora a Amélia se “esforçasse” pra me enfiar, os movimentos debaixo d’água eram bem mais lentos e eu tava ficando com tesão.
Tive que levar ela uns passos pra fora e me agarrar nos peitões dela.
“Ah!... Sim, Marco!... Ah! Sim, Marco!... Assim, Marco!... Assim, Marco!” dizia, enquanto eu metia com mais força. Força.
Era uma sensação estranha. Parecia que a gente flutuava no espaço. Além disso, as gotas d'água, respingando no peito dela, me deixavam mais excitado.
"Te quero!... Te quero!... Isso!... Isso!... Continua assim!... Continua assim!... Vai fundo!... Vai mais fundo!... Ahhhh!"
Gozei dentro dela, pra caralho...
E como eu esperava, ela ficou super relaxada, com os peitões enormes e meio clarinhos semi-expostos, boiando na água.
Segurei ela pelos braços, enquanto continuava dentro dela, caso ela se assustasse e começasse a se afogar.
Mas não. Ela boiava como se fosse uma folha numa piscina.
"Me sinto... tão bem!" ela disse com uma voz bem relaxada.
"Amélia, o que você acha de eu pegar sua bunda?" perguntei, porque o monstro não baixava.
Ela sorriu.
"Marco... eu até gostaria, mas me sinto cansada demais..." deu um baita bocejo. "Na verdade, até tô com vontade de tirar um cochilo..."
Lamentei, mas entendi. Fazer coisas na água cansa, e ela fez todo o trabalho, então ajudei ela a arrumar o biquíni e a levei até a beira.
Teve outro casal que nos viu e sorriu pra gente. Enquanto voltávamos pra praia, eu via como o biquíni da Amélia marcava a bunda dela, e quando cheguei na areia, a ereção ainda tava firme.
Ela se jogou na toalha, exausta, e eu me estendi na minha.
"Marco, vou ver se compro um balde pra Violeta, porque ela quer levar pedrinhas..." avisou a Marisol.
"Sem problema! Pega minha carteira!"
"E como a mãe vai ficar cuidando de você, a gente vai comprar sorvete..." ela disse, com um sorrisão.
Não passou um minuto e elas foram, quando a Verônica aparece do meu lado.
"Tá com frio?" perguntou, ainda enrolada no cobertor.
"Não se preocupa! Tô bem!" falei, aproveitando pra me secar no sol.
"Deixa eu te ajudar a esquentar!" ela disse, dividindo o cobertor comigo.
Senti a mão dela desabotoando a sunga e acariciando...
"Viu que você precisava?" ela pergunta, pra depois colocar na boca.
O boquete dela foi providencial, porque a água salgada tava fazendo minha glande coçar de um jeito nada agradável.
Eu suspirava fundo, enquanto via o cobertor subir e descer…
“Tem gostinho de mar!” ela exclamou. “Bom… agora vou te esquentar com o resto do meu corpo…”
Ela enfiou na rachinha dela e, sem se descobrir, começamos a meter de novo…
“Viu que foi uma boa ideia?”
Minhas mãos percorriam a cintura dela, me acostumando mais com a falta das gordurinhas.
Dava pra ver nos olhos dela o quanto ela tava tesuda. Ela descobriu os peitos, sempre enrolada no cobertor…
“Tão tasty!” ela dizia, enquanto chupava eles. “Quantos meses… passaram… sem você chupar… a Marisol?”
“3 meses…” respondi, lembrando daqueles dias intermináveis…
“Ah, sim!” ela exclamou, gozando gostoso, enquanto mordiscava o peito dela com a mesma vontade que eu tinha pela Marisol naqueles dias.
“Imagina eu… todos esses meses… esperando a pica… do meu genro querido…”
Minha sogra é foda! Uma gênia! Sabe exatamente o que falar pra te deixar louco…
Eu metia forte… mas minhas costas tavam incomodando.
“Isso, Marco!... Isso, Marco!... Ah!... Tava com saudade da sua!... Suas gozadas são as melhores!... As mais gostosas!” Ela dizia, cavalgando em mim que nem um cavalo.
“De… verdade?” perguntei, sentindo um monte de coisa ao mesmo tempo. De um lado, as porcarias das pedras cravando nas minhas costas, do outro, o calor e os jorros lá dentro da minha sogra fogosa.
“Sim, Marco!... Te desejava!...” Ela se sacudia com tanta força que eu me arranhava nas pedras. “Eu sabia… eu sabia… que você era virgem… quando dava aula… pra Marisol… e tava morrendo de vontade de te comer…”
Ela me beijava sem freio, e pelas pernas dela escorria um rio…
“Eu sabia que você transava assim!… Imaginava!… Você parecia tão sério… quando ensinava a Marisol!” Ela apertava minhas mãos na cintura dela, enquanto os peitos balançavam loucos, sem largar o cobertor. “E de noite… quando dormia com o Sérgio… eu me tocava pensando em você…”
Ela mencionou o baixinho… foi como se uma bomba tivesse explodido dentro de mim…
Virei ela e comecei a meter com mais violência. Ela estava felizmente descontrolada…
“Isso, Marco!... Me arrebenta!... Me arrebenta!... Feito uma puta!” gritava como uma louca.
Nem me perguntem como a Amélia continuava dormindo. Talvez ela estivesse ouvindo e se fazendo de sonâmbula.
Mas eu era uma marreta elétrica na minha sogra, quebrando ela como se fosse concreto. Bombava sem respeito nem consideração, e minha sogra adorava…
“Você come tão gostoso!... Ai!... Marco, eu te amo!... Te amo!... Quero ser sua, Marco!... Se você tiver vontade de meter, é só falar!...”
A gente se beijava sem freio. A língua dela, com uma saliva bem grossa. E os olhos dela…
Ela não estava só com tesão. Estava em fogo no cio…
Gozava sem parar e eu não parava.
“É tão dura!... E você não cansa!” ela me dizia, me enterrando nos peitos dela. “Já transei… com todos os amigos… do Sérgio… com os chefes dele… Ai!... e nenhum me comeu… tão gostoso quanto você… Nem o Diego!…”
Tinha que mencionar o “merda espanhol”…
“Ahhh!” ela exclamou, quando enfiei ainda mais fundo…
E aí eu já bombava com malícia, frustração e ódio do pai da Pamela.
“Isso, Marco!... Você vai me matar!... Vai me matar!... Vou morrer feliz!” ela dizia, com lágrimas nos olhos.
Eu fechava os meus. Era tão porra de gostoso, que eu lutava pra não gozar. Os peitos dela, o suor, o calor, o cheiro de mulher no cio…
Tudo era inimigo pra mim. Até as palavras dela…
“Marco, me enche!... Por favor, me enche!... Sou sua puta, Marco!... Pode gozar dentro de mim quando quiser!... Isso, Marco!... Me dá!... Me queima com seu leite!... Por favor!... Por favor!... Adoro!... Quero dentro de mim!... Siiim!... Assiiim!... Ahhh!... Que delíciaaaa!... Marisoool!... Filhinha!... Que maridão você tem!...”
E aí ficamos, exaustos, sorrindo e morrendo de calor…
“Marco, eu te amo!... Eu te amo, Marco!... você é tão carinhoso… e come tão gostoso… Te amo, Marco!” ela repetia sem parar, enquanto esperávamos pra nos desgrudar…
Mas eu tava afim de uma buceta…
Verônica sorria…
“Você quer mesmo meter? Não tá cansado?” perguntou, se lambuzando com os sucos da própria rachinha molhada, pra se lubrificar, enquanto ficava de quatro.
Tava suando e já não ligava mais pro frio.
“Um pouco, mas amanhã vou pra gostosa e não vou poder meter…” respondi, apresentando a vara pro buraquinho dela…
Ela ria que nem uma criança…
“Siiim!” exclamou, quando enfiei a ponta. “Você tem um pau grosso!… Adoro!…”
Comecei a bombar com mais força…
“Quando você ia dar aula… Eu queria que você me comesse!…” falou, aguentando as estocadas. “Sabia que você pegava a Marisol!… mas nunca pensei… que tivesse uma piroca dessa…”
Falo pra vocês, ela é foda. Tava me sentindo cansado, mas essa conversa motivacional me deixava a mil.
“Você… sempre… fica durasso!… Adoro… quando enfia… no meu cu!”
Eu me agarrava nas bundas dela, pra meter mais fundo.
“Por isso… quando você morava comigo… a gente transava tanto… Ahh!… adorava… dar um chifre no Sergio… fazendo coisas… Aiii!… que não fazia com ele…”
Se alguém já teve o prazer de arrombar uma bunda por vingança, entende o que eu sentia…
Os quadris dela tavam pegando fogo. E as palavras dela me esquentavam cada vez mais.
“Eu falava que… você fazia errado… e que precisava de prática… Ai!… porque adorava… Ahh!… transar com você!…”
“Mas sua prática… me ajudou…” respondi, me agarrando cada vez mais fundo. “Quando comecei… a comer a Pamela… e a Marisol… conseguia aguentar mais…”
Ela me beijou que nem uma louca.
“Por isso… a Pamelinha… não conseguiu te esquecer!… Ahhh!… E por isso… não quis vir agora…!”
As palavras dela me confundiam e aceleravam cada vez mais meus movimentos.
“Por… quê? O que você sabe… ahhh… da Pamela?”
“Não posso… ahhh… te contar!”
Eu metia até arrancar lágrimas dela…
“Me conta!”
“Não posso!”
“Fala!” insisti.
“Ahhhhhhh!”
Nenhum de nós dois aguentou mais. Enchi ela de porra toda e deitei em cima dela…
“É que… é minha culpa.” Confessou Verônica, bufando, com a bunda pra cima… chamas. "Com a Lucia… a gente virou boa amiga… igual a Amelita e a Marisol… e depois do que aconteceu… com a Pamelita… seu casamento… e o da Violetita… ela tá morrendo de vontade de te pegar…"
"É… verdade?" perguntei, ofegante pela atividade.
"Contei tudo… como você comeu eu… a Amelita… a filha dela… a Marisol…"
"E ela não ficou brava?" perguntei com medo.
Verônica sorriu.
"Claro que não!… Te falei que ela tá doida por você!… ela diz que você é um homem honrado… que se sente em dívida por causa da Pamela…"
Eu estava maravilhado, porque a Lucia tem os mesmos olhos cor de esmeralda da Verônica e traços parecidos, mas com um corpo de arrasar e uns peitos que fazem os da Amélia parecerem pequenos.
"E como a Pamela sabe que a mãe dela não ficou com outro homem desde que separou do Diego… o ciúme dela diminuiu…"
Essa frase me quebrou de vez. A separação com o "Cocô espanhol" do Diego aconteceu há quase uns 8 anos… e na vez que quase nos estranhamos, ela me disse que eu lembrava bastante o ex-marido dela, quando se conheceram.
Isso, além de saber que a Pamela continuava com ciúmes de mim…
Eu sorria, vendo meu volume armado…
Depois de quase uma hora e meia, a Marisol voltou com a Violeta…
"Marisol, quer ir pra praia?" perguntei.
"Claro!" respondeu sorrindo, ao notar meu volume, passando o sorvete dela pra mãe.
Depois de uma conversa daquelas, não surpreendeu a Verônica eu levar ela pro mar. Enquanto isso, ela cuidaria da filhinha.
"Te deixamos tão tesudo assim?" comentou a Marisol, enquanto a gente nadava mar adentro.
"Sim… mas sua mãe falou da Pamela…"
Ao ouvir isso, ela parou…
"Que merda!" disse ela. "Eu queria te contar…"
"Relaxa! Tá tudo bem!" falei, me apoiando na área lodosa.
"É que a Pamela criou muitas expectativas com o namorado dela… e quando viu que ele não era igual a você, o coração dela se partiu…"
Eu era um gelo…
"Vocês falaram sobre isso?" perguntou, com um sorrisão ao ver minha cara.
Neguei com a cabeça, mudo de surpresa…
"Amor… a Pamela não te esquecido…”
Confesso que naqueles momentos, queria chorar…
Marisol sorria com ternura…
“Ele vive me dizendo que sente sua falta e me pergunta quando você planeja voltar… eu digo que você está feliz com seu trabalho e com as pequenas…”
“Pamela… sente minha falta?” perguntei, abraçando Marisol.
“Claro, love! Diz que nunca conheceu outro cara ‘tão foda’ quanto você…” respondeu, com uma frase tão típica da Pamela. “Pergunta se você ainda ‘come como os deuses’… e se eu ainda não tenho problemas em dividir você com ela…”
Eu estava surpreso…
“E você tem?” perguntei.
Marisol sorriu.
“Claro que não, bobinho!” disse, acariciando minha virilha. “Olha como você ficou duro, e isso depois de ter estado com minha irmã e com a mãe!... além disso, sei que ela é especial pra você… e não tenho ciúmes, porque sei que você me ama mais…”
Naqueles momentos, não podia desejar mais a Marisol…
Tava com uma sobrecarga de tesão. Não consigo explicar de outro jeito. Tinha que comer Marisol de qualquer jeito…
“Você tá tão duro… love!... Você faz… tão bem!” dizia meu rouxinol, enquanto eu a bombava debaixo d’água…
Confesso que nem sentia o cansaço causado pela densidade maior da água, comparada ao ar. Tava tão excitado que a única coisa que queria era estar freneticamente dentro da minha esposa.
“Isso, Marco!... Isso, Marco!... Você faz… tão bem!... Te amo… meu love!” eu me perdia na língua dela com gosto de limão, misturada com sal.
“Você faz… com tanta força!... Me sinto tão gostosa!... Dá mais… love!” ela me provocava, com uma voz tão sensual.
Nem pensava na Pamela ou nas outras. Pensava em como minha esposa é generosa, que me deixa experimentar com uma, com outra e com outra… e mesmo assim, continuo amando ela tanto.
“Isso, Marco!... Ai, Marco!... Você tá me queimando!” ela dizia, enquanto nossos movimentos criavam pequenas ondas.
Eu me perdia nos peitos dela, com cheiro de gozo, e chupava os mamilos com prazer…
“Marco, te amo!... Te amo tanto!... Você me faz sentir tão gostosa!... Quero ter mais filhos com você!”
Essa última frase foi o estopim… virei uma máquina.
“Sim, Marco!... Sim!...” dizia minha esposa, curtindo minha invasão. “Vamos ter mais filhos!... Muitos, muitos filhos!... Com minha irmã!... E com minha prima!... pra sermos uma grande família feliz…”
Os pensamentos que eu vinha guardando na semana ameaçavam me fazer gozar magistralmente dentro dela…
“Todas me invejam… porque você é meu marido!... Ai!... Todas querem te ter… como eu tenho!... e você é tão lindo… sempre me escolhe…”
Nos beijamos, fundindo nossas línguas. Seu aroma, seu gosto de limão, todos aqueles pensamentos.
Foi inevitável convergir num orgasmo maravilhoso, no buraco quente da Marisol…
“Você é o que mais me invejam, love!” ela dizia, acariciando meu rosto, enquanto esperávamos.
“Marisol…”
“Fala…” ela me olhou, com uma carinha compreensiva.
“Quero te dar no Booty!” pedi.
É que eu não conseguia parar. Era coisa demais… 3 das minhas 5… saber que a Pamela ainda me queria… o corpo da Lucia…
Queria trepar, trepar, trepar, como se fosse um desvairado…
E olha que a Marisol foi muito gentil em me ajudar…
“Sim, Marco!... Sim, Marco!... Adoro te dar meu Booty!... Me faz muito feliz!...” ela gemia, enquanto eu bombava por trás.
“Love… é que seu Booty… é um dos melhores…” confessei.
“Eu sei!... e por isso… quando você pedir… eu vou dar… porque sei que você gosta… e adoro te fazer feliz…”
“E como é que… você se sente?” perguntei, enquanto socava a bunda dela.
“É estranho!” ela dizia, me beijando.
“Mas é gostoso… né?”
“Sim… como se a gente voasse…”
Eu agarrava os peitos dela por trás e apertava…
“Talvez… eu devesse montar uma piscina… pra fazer isso mais vezes…”
A língua dela procurava a minha, fascinada.
“Ah, siiiim!... Adoraria, love!… A gente podia fazer… sempre!”
Nos beijávamos intensamente. Eu segurava a cintura dela e enterrava com violência, enquanto massageava um dos peitos e a bucetinha, como se fosse uma guitarra elétrica…
“Sim, Marco!...” Sim, Marco!... Te amo muito!... Você é tão gostoso!..."
Perder-me nos lábios com gosto de limão da Marisol, misturados com água salgada, era outra experiência.
"Sim, Marco!... Sim, Marco!... Quero que você me coma!... Sempre!... O que você quiser!... Você me faz sentir tão gostosa!..."
Gozei na bunda dela, já bem exausto. Ela adorou, porque jorrei um monte de porra de novo...
Voltamos para a praia mortos de cansaço. O sol estava enorme e já começava a descer no horizonte.
"Você se divertiu muito, princesinha?" perguntei pra Violeta, enquanto a gente saía.
"Sim! Achei muitas pedras mágicas, como as que você deu pra Amelia!"
A gente ria com as palavras dela...
"E quem ganhou, Marco, quando você brincava de cavalinho?" ela perguntou, inocente.
As duas irmãs dela não conseguiam olhar pra ela...
"Obviamente que eu... porque sou mais forte..."
E de repente, enquanto chegávamos nos estacionamentos, avistei algo que me fez sorrir...
"Marisol, vocês me esperam um pouco no carro?" falei, deixando as coisas de lado e pegando a mão da Amelia. "Amelia e eu vamos trocar de roupa... e vamos demorar um pouco..."
Amelia estava vermelha de vergonha, mas disposta...
"Sim, amor! Não se preocupa!" ela disse, sorrindo pra mãe dela... "Mas não demora muito, porque amanhã você volta a trabalhar... e a mamãe vai te preparar um jantar delicioso..."
Levei ela voando pros provadores, que, assim como o resto da praia, estavam vazios...
"Sim, Marco!... Mete!... Mete mais!" implorava Amelia, enquanto esfregava o rosto na parede.
Eu tinha que ser generoso com minha cunhada... porque era algo que ela adorava.
Precisava tratar ela igual à minha sogra e à minha esposa...
E nem preciso dizer que eu não parava...Próximo post
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