Aqui vai um miniconto homoerótico e de brinde umas fotos. Tchau!Sair do trabalho sem demora, dirigir cinco quarteirões sem tirar a gravata e entrar no bar, cumprimentar só com um aceno de cabeça, ir direto abrir a porta do banheiro público e se excitar com o cheiro forte de amônia impregnado, olhar de canto e ver o desconhecido maduro mijando no mictório amarelado, ouvir barulho vindo de um dos cubículos, se aproximar do homem que está mijando, sentir o cheiro da sua desleixo, do suor do dia, encontrar seu olhar permissivo, levar a mão morna até a pica que ainda pinga amarelo, afastar os pelos enrolados do pau, acariciar o membro que vai ficando duro, olhar com ansiedade e desejo, ver os homens que saem do cubículo, olhar pro desconhecido cinquentão e fazer um gesto, abrir o cubículo, esperar ele sentar, se ajoelhar e molhar a calça do terno com uma água suja e fedorenta, abaixar as calças do outro até os tornozelos, abrir a própria camisa, a gravata ainda no lugar, beliscar com força os próprios mamilos, sentir a própria ereção, o cu ardendo, a barriga quente, chupar de leve a cabeça da pica, olhar pro dono dela que está com o olhar perdido nos desenhos de paus e números de telefone, engasgar com o pau, lamber até as bolas enquanto ele goteja contra a campainha, fazer movimentos rápidos com a cabeça, e receber a torrentada de porra que vai grudando na boca, na língua, na garganta. Engolir os últimos jatos, esperar a pica relaxar e se levantar, arrumando a roupa enquanto o outro acorda como de um torpor, dar tchau ou nem isso, sair do banheiro, dar uma gorjeta, sair, entrar no carro, esperar outras 24 horas.





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