Com carinho, deixo uma nova entrega de contos, espero que vocês curtam e gostem.
Para deixar isso um pouco mais didático, se quiserem pedir algum conto específico, podem deixar nos comentários ou mandar uma mensagem. Saúde e Anarquia!!
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A apenas 15 metros da minha casa tem uma barraca da ONCE que a Maria administra, uma anã que está aqui há pelo menos 10 anos.
Obviamente, eu já tinha reparado nela mil vezes. Vou te dizer, ela é uma mulher tremendamente vaidosa: se maquia com muito gosto, sempre tem uma manicure linda, penteia sua longa cabeleira com cuidado, se veste na última moda e adora sapatos de salto alto. Nunca passamos do típico "oi", "tchau" e dos comentários usuais sobre o tempo.
Um dia em setembro, saí de casa não sei para onde, e à distância vi a Maria fazendo sinais para que eu me aproximasse. Conforme eu ia chegando perto, vi que ela caía no chão. Corri até minha pequena grande deusa e a ajudei a levantar. Achei que ela tinha tido uma tontura ou algo parecido, então perguntei:
- Maria, você está bem?
- Sim, sim. Obrigada, Adrián. Os cupons caíram e quando fui pegar, eu caí. Ainda bem que você estava por aqui...
- Pois é... - disse, fixando o olhar no rosto maquiado dela.
Maria tremia.
- Olha, Maria, parece que você levou um baita susto. Vem, vou te convidar para um chá de tília para você relaxar. - disse, aproveitando que estávamos perto de um bar.
- Obrigada, Adrián, mas não estou a fim de barulho. Melhor eu entrar na barraca, sentar e relaxar.
- Tudo bem, como quiser.
- Obrigada, de verdade.
- De nada. A gente se vê.
E acompanhando-a até a barraca, fui embora.
Os dias passaram. No começo de outubro, decidi fazer uma visita a ela com a desculpa de comprar um cupom.
- Oi, tudo bem, Maria?
- Oi, Adrián. Tudo bom?
Ela estava realmente linda. Digo sério. Não sei se você já viu alguma anã, mas a Maria, acredite, era uma gostosa quando se maquiava com cuidado. E isso era sempre. As unhas dela eram longas e com uma manicure francesa que me deixou louco.
- Sabe? - acrescentou Maria - não sei por que, mas tinha um pressentimento de que hoje ia te ver, Adrián.
Aquilo me derrubou de vez.
- Ah, é? - consegui balbuciar - pois olha só que hoje eu pensei: vou comprar um cupomzinho, vamos ver como é…
- Hahaha… Ei, aquela camomila ainda tá valendo?
- Claro que sim.
- Beleza. E se a gente trocar por uma cerveja? – ele me disse.
- Ah… Tá bom.
- Vamos lá então. Mas eu que pago, hein!!
Ele fechou a banca e fomos pro bar. Tomamos pelo menos 3 cervejas. Rimos, conversamos…
- Adrián, você se importa de me ajudar a levar o carrinho pra casa? Sozinha, com essas cervejinhas… não consigo – disse Maria, corando.
- Claro.
Paguei e fomos embora.
A Maria tinha uma casa à sua altura. Não vou me alongar.
- Olha, deixa eu te pagar a última. Eu disse que ia pagar, e no fim além de você ter pago, ainda me ajudou a trazer o carrinho.
- Mas só uma, hein…
- Claro, ué. Senta aí no sofá.
Me sentei. Um minuto depois, Maria voltou com 2 cervejas. Sentou-se.
- Ei, Adrián, muito obrigada por tudo no outro dia… Talvez outro tivesse passado reto.
- Mulher, não fala isso. Você não é nenhum bicho, não!! Além do mais, você sabe bem que os homens são muito dados a ajudar as mulheres, e se são gatas, mais ainda – O que eu tinha dito?! Acabei de dar em cima da Maria!!
- Nossa… – disse Maria, vermelha que nem um tomate – Obrigada pelo elogio.
- Não é elogio, Maria… é verdade. Você é linda. Agora, por exemplo: seus lábios pintados de vermelho paixão com base de brilho, seus olhos, seu rosto… suas unhas perfeitamente feitas e pintadas…
Sem avisar, Maria desceu do sofá e foi embora.
- Maria?
- Espera um segundo.
“Fodeu tudo”, pensei. Esperei uns 10 minutos. E ela apareceu. Estava com uns sapatos de salto alto de couro, uma minissaia branca e uma blusa vermelha. Estava realmente sexy. Muito erótica. Se aproximou de mim, subiu no sofá e levou a mão até meus lábios. Suas unhas esculpidas entraram na minha boca.
- chupa… lambe elas – ela me disse – mmmmhh… assim…
Eu comecei a lamber. Mordi as unhas, que deviam ter uns 1 cm de comprimento. Coloquei 3 dedos na minha boca. Minha língua passava entre eles. Maria fechou os olhos… Agarrei seus quadris, tirei os dedos e procurei sua boca. Ela me beijou com paixão, como nenhuma mulher tinha me beijado antes. Nossas línguas se procuravam, brincavam. Maria gemía... Lambi seus lábios vermelhos como sangue.
- Espera. Deixa eu levar o ritmo – Maria me ordenou. Eu aceitei.
Ela me deixou no sofá, desceu e ficou na minha frente. Tirou meu cinto, baixou minha calça e cueca, e observou meu pau duro e tenso. Levantou a blusa e mostrou seus peitos. Eram redondos, firmes, brancos como a neve... muito apetitosos.
- Nossa, que pauzão você tem, meu amor – ela disse.
Ela se aproximou e começou a me chupar. Sua língua passava pela cabeça do meu pau, espalhando sua saliva. Gemía como uma putinha. Engolia até quase engasgar. E continuava, continuava...
- Mmmmhhh... Que delícia... Eu adoro, seu safado...
A forma como ela chupava era barulhenta, como a gente gosta, sugando saliva e fluidos ao mesmo tempo. Eu a afastei. Me ajoelhei e lambi seu peito direito. Meus dentes morderam seu mamilo gostoso. Coloquei o peito inteiro na boca e mordi, chupei. Maria gritava de prazer.
- Quero te foder
- Não. Quero que você encha minha cara de porra
Então ela voltou a me chupar. Segurei sua cabeça para pegar ritmo. Ela mordia de leve minha glande, o pau todo. Engolia como se fosse a última vez (depois vieram muitas outras chupadas e gozadas...), com paixão, com devoção, como a maior puta do mundo.
- Vou gozar, rainha
- Sim, vamos, me dá toda sua porra
Gozei. Meu sêmen caiu no rosto dela, no pescoço... Ela se lambeu, e com a mão espalhou a porra pelos seios e abdômen. Levou um pouco aos lábios e engoliu sensual um pouco do meu leite...
- Adrián, espero que você tenha gozado
- Muito, Maria, muito
- Quero poder ter mais encontros com você, amor. Quero ser sua raposa
- Sério, Maria? Vamos ter todos os encontros que você quiser, meu amor
- Mmmmhhh… Sua pica gostosa me deixa louca, filho da puta… Quero ela na minha bucetinha
- Você vai ter. Acredite, você vai ter. Sempre que quiser, meu safado
E assim termina meu primeiro encontro com Maria…
EM BREVE MARIA VOLTARÁ!!
Para deixar isso um pouco mais didático, se quiserem pedir algum conto específico, podem deixar nos comentários ou mandar uma mensagem. Saúde e Anarquia!!
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A apenas 15 metros da minha casa tem uma barraca da ONCE que a Maria administra, uma anã que está aqui há pelo menos 10 anos.Obviamente, eu já tinha reparado nela mil vezes. Vou te dizer, ela é uma mulher tremendamente vaidosa: se maquia com muito gosto, sempre tem uma manicure linda, penteia sua longa cabeleira com cuidado, se veste na última moda e adora sapatos de salto alto. Nunca passamos do típico "oi", "tchau" e dos comentários usuais sobre o tempo.
Um dia em setembro, saí de casa não sei para onde, e à distância vi a Maria fazendo sinais para que eu me aproximasse. Conforme eu ia chegando perto, vi que ela caía no chão. Corri até minha pequena grande deusa e a ajudei a levantar. Achei que ela tinha tido uma tontura ou algo parecido, então perguntei:
- Maria, você está bem?
- Sim, sim. Obrigada, Adrián. Os cupons caíram e quando fui pegar, eu caí. Ainda bem que você estava por aqui...
- Pois é... - disse, fixando o olhar no rosto maquiado dela.
Maria tremia.
- Olha, Maria, parece que você levou um baita susto. Vem, vou te convidar para um chá de tília para você relaxar. - disse, aproveitando que estávamos perto de um bar.
- Obrigada, Adrián, mas não estou a fim de barulho. Melhor eu entrar na barraca, sentar e relaxar.
- Tudo bem, como quiser.
- Obrigada, de verdade.
- De nada. A gente se vê.
E acompanhando-a até a barraca, fui embora.
Os dias passaram. No começo de outubro, decidi fazer uma visita a ela com a desculpa de comprar um cupom.
- Oi, tudo bem, Maria?
- Oi, Adrián. Tudo bom?
Ela estava realmente linda. Digo sério. Não sei se você já viu alguma anã, mas a Maria, acredite, era uma gostosa quando se maquiava com cuidado. E isso era sempre. As unhas dela eram longas e com uma manicure francesa que me deixou louco.
- Sabe? - acrescentou Maria - não sei por que, mas tinha um pressentimento de que hoje ia te ver, Adrián.
Aquilo me derrubou de vez.
- Ah, é? - consegui balbuciar - pois olha só que hoje eu pensei: vou comprar um cupomzinho, vamos ver como é…
- Hahaha… Ei, aquela camomila ainda tá valendo?
- Claro que sim.
- Beleza. E se a gente trocar por uma cerveja? – ele me disse.
- Ah… Tá bom.
- Vamos lá então. Mas eu que pago, hein!!
Ele fechou a banca e fomos pro bar. Tomamos pelo menos 3 cervejas. Rimos, conversamos…
- Adrián, você se importa de me ajudar a levar o carrinho pra casa? Sozinha, com essas cervejinhas… não consigo – disse Maria, corando.
- Claro.
Paguei e fomos embora.
A Maria tinha uma casa à sua altura. Não vou me alongar.
- Olha, deixa eu te pagar a última. Eu disse que ia pagar, e no fim além de você ter pago, ainda me ajudou a trazer o carrinho.
- Mas só uma, hein…
- Claro, ué. Senta aí no sofá.
Me sentei. Um minuto depois, Maria voltou com 2 cervejas. Sentou-se.
- Ei, Adrián, muito obrigada por tudo no outro dia… Talvez outro tivesse passado reto.
- Mulher, não fala isso. Você não é nenhum bicho, não!! Além do mais, você sabe bem que os homens são muito dados a ajudar as mulheres, e se são gatas, mais ainda – O que eu tinha dito?! Acabei de dar em cima da Maria!!
- Nossa… – disse Maria, vermelha que nem um tomate – Obrigada pelo elogio.
- Não é elogio, Maria… é verdade. Você é linda. Agora, por exemplo: seus lábios pintados de vermelho paixão com base de brilho, seus olhos, seu rosto… suas unhas perfeitamente feitas e pintadas…
Sem avisar, Maria desceu do sofá e foi embora.
- Maria?
- Espera um segundo.
“Fodeu tudo”, pensei. Esperei uns 10 minutos. E ela apareceu. Estava com uns sapatos de salto alto de couro, uma minissaia branca e uma blusa vermelha. Estava realmente sexy. Muito erótica. Se aproximou de mim, subiu no sofá e levou a mão até meus lábios. Suas unhas esculpidas entraram na minha boca.
- chupa… lambe elas – ela me disse – mmmmhh… assim…
Eu comecei a lamber. Mordi as unhas, que deviam ter uns 1 cm de comprimento. Coloquei 3 dedos na minha boca. Minha língua passava entre eles. Maria fechou os olhos… Agarrei seus quadris, tirei os dedos e procurei sua boca. Ela me beijou com paixão, como nenhuma mulher tinha me beijado antes. Nossas línguas se procuravam, brincavam. Maria gemía... Lambi seus lábios vermelhos como sangue.
- Espera. Deixa eu levar o ritmo – Maria me ordenou. Eu aceitei.
Ela me deixou no sofá, desceu e ficou na minha frente. Tirou meu cinto, baixou minha calça e cueca, e observou meu pau duro e tenso. Levantou a blusa e mostrou seus peitos. Eram redondos, firmes, brancos como a neve... muito apetitosos.
- Nossa, que pauzão você tem, meu amor – ela disse.
Ela se aproximou e começou a me chupar. Sua língua passava pela cabeça do meu pau, espalhando sua saliva. Gemía como uma putinha. Engolia até quase engasgar. E continuava, continuava...
- Mmmmhhh... Que delícia... Eu adoro, seu safado...
A forma como ela chupava era barulhenta, como a gente gosta, sugando saliva e fluidos ao mesmo tempo. Eu a afastei. Me ajoelhei e lambi seu peito direito. Meus dentes morderam seu mamilo gostoso. Coloquei o peito inteiro na boca e mordi, chupei. Maria gritava de prazer.
- Quero te foder- Não. Quero que você encha minha cara de porra
Então ela voltou a me chupar. Segurei sua cabeça para pegar ritmo. Ela mordia de leve minha glande, o pau todo. Engolia como se fosse a última vez (depois vieram muitas outras chupadas e gozadas...), com paixão, com devoção, como a maior puta do mundo.
- Vou gozar, rainha
- Sim, vamos, me dá toda sua porra
Gozei. Meu sêmen caiu no rosto dela, no pescoço... Ela se lambeu, e com a mão espalhou a porra pelos seios e abdômen. Levou um pouco aos lábios e engoliu sensual um pouco do meu leite...
- Adrián, espero que você tenha gozado
- Muito, Maria, muito
- Quero poder ter mais encontros com você, amor. Quero ser sua raposa
- Sério, Maria? Vamos ter todos os encontros que você quiser, meu amor
- Mmmmhhh… Sua pica gostosa me deixa louca, filho da puta… Quero ela na minha bucetinha
- Você vai ter. Acredite, você vai ter. Sempre que quiser, meu safado
E assim termina meu primeiro encontro com Maria…
EM BREVE MARIA VOLTARÁ!!
1 comentários - Una gran mamada de la Enana del quiosco...