Isso aconteceu de verdade e não vou divulgar nomes.
Leio muitas histórias cheias de glória e glamour nessa página.
Essa história não tem nada disso, mas foi real, porque as coisas podem dar errado.
Uma tarde de agosto de 2014, entediado na fábrica, mando uma mensagem no WhatsApp pra "Mulher 1". Ela mora a 10 quadras da empresa e é uma magrinha gostosa, foi namoradinha de adolescência do meu amigo. Queria perguntar como tava o bebê dela — imaginem que perguntar isso pra ex de um amigo é porque não tinha ninguém pra encher o saco naquele horário (meu amigo seguiu a vida com outra mulher, esse bebê não é dele, e com essa mina eu mantive contato porque ela é uma pessoa maravilhosa).
"Mulher 1" responde rápido no WhatsApp que tá bem e que tava tomando um café com "Mulher 2" (que foi uma parceira casual minha de sexo uns 10 anos atrás), de quem eu nunca mais tive notícias. Ela manda eu passar na casa dela pra ver a menina.
Saio às 17h da oficina e, todo sujo do jeito que tava, vou pra casa dela. As duas tavam tomando café, como tinham dito. Como "Mulher 2" tava feia! O tempo passa pra todo mundo, gorda e feia. Fiquei no máximo uns vinte minutos conversando.
"Mulher 1", muito esperta, me fala: "Por que você não leva a 'Mulher 2' até o ponto de ônibus, já que você tem carro?" Ela já tava indo embora (e eu, com cara de inocente, falei ok).
Enquanto dirigia, pensava: "Tenho que fazer alguma coisa com essa daí." E, sem vergonha nenhuma, estacionei na rua e falei: — "Me dá um beijo."
Só pra constar, a área não é legal e já tava escurecendo. O carro tem vidros fumê médio e o vidro traseiro não tem insulfilm.
"Mulher 2" começou: — "Não, como vou te dar um beijo? Faz 10 anos que a gente não se vê, não seja sem noção, tenho namorado." — e tal, e tal. Peguei ela pelo rosto e comecei a beijar como nos velhos tempos.
Ela não recusou e se entregou de verdade. Enquanto beijava, comecei a passar a mão na perna dela (ela tava de legging, e isso ajuda). No Ficar em silêncio e não dizer nada, comecei a acariciar os peitos dela devagar. Fui descendo lentamente e vi como ela abria levemente as pernas pra eu continuar na parte de baixo. Não recusei e, depois de alguns minutos, ela, bem safadinha, colocou o polegar na legging e esticou (tava me convidando a enfiar a mão por dentro da roupa). Comecei a tocar ela e percebi na hora que tava toda molhada, com um cheiro fortíssimo dos fluidos dela — pra mim, desagradável. Naquele momento, pensei: "Sai do meu chapéu, truque helicóptero" ou "que seja o que Deus quiser". Ela me dizia: "Me leva pra um hotel", mas tinha dois problemas: a área era muito industrial e eu não conhecia nenhum hotel perto, não tinha mais de 200 reais na carteira, não tinha débito nem crédito naquele dia, e o ponteiro da gasolina tava no chão. Percebi que não ia longe. Falei: "Não, vamos fazer aqui". Liguei o carro e tentei achar um lugar mais escuro ainda. Quanto mais eu andava de carro, mais feia a zona ficava. Parei o carro num lugar deserto. Meu pau tava animado, mas não totalmente duro. Ela desabotoou minha calça de trabalho e começou a chupar com vontade, foi endurecendo dentro da boca dela. Eu queria comer ela, mas tava com medo — não tinha camisinha, nada. Mandei ela pra trás e falei: "Abaixa a legging, quero meter". Ela obedeceu na hora, deitou de lado e comecei a penetrar ela, sem camisinha, zona feia, uma loucura. Eu metia e ficava de olho no vidro traseiro. Ela tava encantada, gemendo como se aquele ambiente todo não importasse. Passaram uns quatro ou cinco minutos de bombada e eu avistei uma van vindo na contramão, a uns 300 metros, se aproximando rápido com a frente virada pro meu carro. Foram uns segundos (pensei: "vão me roubar"). Com o pau duro, me joguei no volante do motorista, com ela deitada e sem saber o que tava rolando, liguei o carro e saí de primeira, fundo. Fiz isso. Arar em primeira, segunda e terceira marcha. Perdi rápido, tenho um carro turbo, arrancando de baixo.
Acabou a história, senhores, meu pau caiu e naquela altura nem um guincho levantaria, coloquei o GPS, alcancei ela até o ponto de ônibus e nunca mais nos falamos.
Ficou na minha calça, pau, mãos e roupa o cheiro desagradável dos fluidos dela e uma dorzinha nos ovos que tive que calar enfiando uma boa punheta quando cheguei em casa.
Fim.
Leio muitas histórias cheias de glória e glamour nessa página.
Essa história não tem nada disso, mas foi real, porque as coisas podem dar errado.
Uma tarde de agosto de 2014, entediado na fábrica, mando uma mensagem no WhatsApp pra "Mulher 1". Ela mora a 10 quadras da empresa e é uma magrinha gostosa, foi namoradinha de adolescência do meu amigo. Queria perguntar como tava o bebê dela — imaginem que perguntar isso pra ex de um amigo é porque não tinha ninguém pra encher o saco naquele horário (meu amigo seguiu a vida com outra mulher, esse bebê não é dele, e com essa mina eu mantive contato porque ela é uma pessoa maravilhosa).
"Mulher 1" responde rápido no WhatsApp que tá bem e que tava tomando um café com "Mulher 2" (que foi uma parceira casual minha de sexo uns 10 anos atrás), de quem eu nunca mais tive notícias. Ela manda eu passar na casa dela pra ver a menina.
Saio às 17h da oficina e, todo sujo do jeito que tava, vou pra casa dela. As duas tavam tomando café, como tinham dito. Como "Mulher 2" tava feia! O tempo passa pra todo mundo, gorda e feia. Fiquei no máximo uns vinte minutos conversando.
"Mulher 1", muito esperta, me fala: "Por que você não leva a 'Mulher 2' até o ponto de ônibus, já que você tem carro?" Ela já tava indo embora (e eu, com cara de inocente, falei ok).
Enquanto dirigia, pensava: "Tenho que fazer alguma coisa com essa daí." E, sem vergonha nenhuma, estacionei na rua e falei: — "Me dá um beijo."
Só pra constar, a área não é legal e já tava escurecendo. O carro tem vidros fumê médio e o vidro traseiro não tem insulfilm.
"Mulher 2" começou: — "Não, como vou te dar um beijo? Faz 10 anos que a gente não se vê, não seja sem noção, tenho namorado." — e tal, e tal. Peguei ela pelo rosto e comecei a beijar como nos velhos tempos.
Ela não recusou e se entregou de verdade. Enquanto beijava, comecei a passar a mão na perna dela (ela tava de legging, e isso ajuda). No Ficar em silêncio e não dizer nada, comecei a acariciar os peitos dela devagar. Fui descendo lentamente e vi como ela abria levemente as pernas pra eu continuar na parte de baixo. Não recusei e, depois de alguns minutos, ela, bem safadinha, colocou o polegar na legging e esticou (tava me convidando a enfiar a mão por dentro da roupa). Comecei a tocar ela e percebi na hora que tava toda molhada, com um cheiro fortíssimo dos fluidos dela — pra mim, desagradável. Naquele momento, pensei: "Sai do meu chapéu, truque helicóptero" ou "que seja o que Deus quiser". Ela me dizia: "Me leva pra um hotel", mas tinha dois problemas: a área era muito industrial e eu não conhecia nenhum hotel perto, não tinha mais de 200 reais na carteira, não tinha débito nem crédito naquele dia, e o ponteiro da gasolina tava no chão. Percebi que não ia longe. Falei: "Não, vamos fazer aqui". Liguei o carro e tentei achar um lugar mais escuro ainda. Quanto mais eu andava de carro, mais feia a zona ficava. Parei o carro num lugar deserto. Meu pau tava animado, mas não totalmente duro. Ela desabotoou minha calça de trabalho e começou a chupar com vontade, foi endurecendo dentro da boca dela. Eu queria comer ela, mas tava com medo — não tinha camisinha, nada. Mandei ela pra trás e falei: "Abaixa a legging, quero meter". Ela obedeceu na hora, deitou de lado e comecei a penetrar ela, sem camisinha, zona feia, uma loucura. Eu metia e ficava de olho no vidro traseiro. Ela tava encantada, gemendo como se aquele ambiente todo não importasse. Passaram uns quatro ou cinco minutos de bombada e eu avistei uma van vindo na contramão, a uns 300 metros, se aproximando rápido com a frente virada pro meu carro. Foram uns segundos (pensei: "vão me roubar"). Com o pau duro, me joguei no volante do motorista, com ela deitada e sem saber o que tava rolando, liguei o carro e saí de primeira, fundo. Fiz isso. Arar em primeira, segunda e terceira marcha. Perdi rápido, tenho um carro turbo, arrancando de baixo.
Acabou a história, senhores, meu pau caiu e naquela altura nem um guincho levantaria, coloquei o GPS, alcancei ela até o ponto de ônibus e nunca mais nos falamos.
Ficou na minha calça, pau, mãos e roupa o cheiro desagradável dos fluidos dela e uma dorzinha nos ovos que tive que calar enfiando uma boa punheta quando cheguei em casa.
Fim.
4 comentários - Uma história real