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Compêndio IE aquela noite foi excelente. Memorável. Deliciosa.
Depois que voltamos da universidade, após o jantar, a Marisol decidiu cortar de vez e me emprestar definitivamente pra mãe e pra irmã dela. Não achei que ela tivesse segundas intenções, mas fiquei feliz com a decisão dela.
É que era evidente entre nós quatro aquela tensão no ar. Elas sabem que eu gosto de cada uma separadamente, e eu seria mentiroso se tentasse resistir…
Embora todas me desejassem por igual, a Marisol decidiu providencialmente que uma delas tinha preferência, porque os olhinhos dela ainda se envergonhavam com a ideia de passar uma noite juntos de vez, como se fôssemos casados…
“E como é ser casada, Amélia?” perguntei. “Porque esta noite, você vai ser minha esposa…”
Não sei. Mesmo que pareça egoísta, espero que ela nunca se case. Porque transar com a Amélia é uma delícia…
Na real, com toda a família da Marisol… (Embora, sendo sincero, falte a tia Lúcia… Ah, Janeiro! Que surpresas me aguardam no ano que vem?)
Porque tem minha esposa, com aquele espírito competitivo, de ser a melhor das minhas mulheres, me pedindo toda vez uma repetição do que faço com as outras.
Tem minha sogra, que é simplesmente uma mulher fenomenal: uma amante experiente, que entregou o corpinho gostoso dela tantas vezes pra satisfazer o prazer dos homens e que tá sempre pronta pra experimentar coisas novas.
Também tem a Pamela, com aquele gênio difícil, o corpo de deusa e a feminilidade tão sensível, que me fez acreditar toda vez que transei com ela que eu não merecia, porque ela é uma beleza digna de um jogador de futebol ou um ator de cinema.
E claro, ela, minha cunhada. Tão deliciosamente meiga…
Ela cobria o rosto com o lençol, pra eu não ver o rubor dela. Mas tava de olho em como eu me despia e vestia a calça do pijama.
A Marisol ficou no quarto de casal, com as pequenas, escrevendo, enquanto eu me servia da irmã mais nova dela.
Com ela eu estrearia As camas de solteiro. Embora tivesse tido encontros, nunca passei a noite inteira dormindo.
Duas pessoas podem deitar, dormir abraçadinhas e fazer mais coisas. Isso eu descobri brincando com a Megan e a Diana. Mas botar em prática, seria com a Amelia.
Eu tava nervosa. Suspirava…
Ela se deitou na ponta da parede, como se tentasse fugir de mim. Não que não quisesse. Só que tava com medo.
E quando levantei o lençol pra me deitar, senti como se fosse fazer aquilo pela primeira vez: porque tava envergonhada e a camisola branquinha dela, curtinha até um pouquinho abaixo da buceta, os brincos pendurados, a pele clarinha e o rubor, me davam a impressão de que ia provar a virgindade dela de novo… mesmo já tendo provado a virgindade de todos os buracos e superfícies dela.
“Amelia, você é muito gostosa!”
“Não zoa!” ela reclamou, com as bochechas coradas. “Já são duas vezes que você me chama de gorda…”
Eu sorria. Como uma mulher adulta, ela já lembrava de cada transgressão que eu fazia.
“Mas ainda não me respondeu. Como é que é ser casada?”
Ela ficou mais séria…
“Não brinca com isso! É muito ruim!...”
“Por quê?”
“Porque eu sei que você tá mentindo. Sei que não me ama tanto quanto ama a Marisol ou a Pamela…” ela disse, anunciando o que seria o assunto da noite.
“Ai, princesa!” exclamei.
E comecei a beijá-la, a fazer dela minha…
Às vezes me pergunto se eu a estuprei. Quer dizer, sou incapaz disso, mas ela é tão submissa…
Eu me perdia nos lábios carnudos e suculentos dela, enquanto minhas mãos acariciavam impunemente os peitos dela.
Ela suspirava em êxtase, enquanto eu beijava o pescoço dela, lambia o contorno dos peitos e deslizava meus dedos pelo tesouro rosadinho mais tenro dela.
“Você não… tá mentindo?” ela tentou perguntar, sem gemer demais. “Hoje… eu serei sua esposa?”
Olhei nos olhos dela. Embora seja o mesmo tom da mãe e da irmã, consigo distinguir os olhos da Amelia pela ternura, pureza e desejo…
“Claro!” respondi. “É a nossa noite de núpcias!”
“Ah, Marco!” ela exclamou. e me recebeu dentro dela.
Sem camisinha nenhuma. Partindo pra cima "no pelo"…
Marisol odeia elas. Desde a vez que engravidou, tem nojo e agora, sabendo que ia rever elas, me pediu pra não usar, porque se ela não gostava, a mãe e a irmã dela, muito menos…
Isso é uma das coisas que me confunde na minha rouxinol: Ela nem se preocupa se eu engravidar a irmã dela.
“Sim, Marco!... Sim, Marco!... Mais fundo!... Mais fundo!... Por favor!” implorava, enquanto eu metia com força.
Não precisava, porque eu queria estar ali. Amo beijar ela, enquanto ela me abraçava e eu sentia o peito vibrante dela encostado no meu.
Acariciava a bunda dela, porque queria preparar.
“Sim, marido!... Por favor, pega ela também!” falava com uma voz tão ansiosa e sensual…
Porque minha cunhada curte mais pelo rabo…
Enfiava os dedos e a língua dela se soltava na minha boca.
“Te amo!... Te amo!... Te amo!...” repetia num frenesi sem fim.
E eu tive aquela sensação… aquela, tipo quando você não quer espirrar, porque sabe que vai sujar de meleca…
Embora, claro, não senti no nariz e ela queria que eu espirrasse…
4 espirros, dentro do ser dela…
“Que gostoso!...” ela dizia, com uns olhos lindíssimos, cheios de alegria “Me sinto tão bem!... Marco, eu te amo!”
Eu sorria e acariciava o rosto dela. Ela me olhava feliz e me beijava, porque a gente gosta de se beijar.
Esperamos os nossos 10 minutos de sempre, até baixar o máximo que desse. Mas não baixou totalmente, porque eu ainda tava excitado.
Ela me apresentou a bunda dela, ansiosa. Enorme. Imponente. Escultural…
Branquinha.
Foi um alívio pros dois enfiar. Se transar é gostoso, melhor ainda é aproveitar as coisas que a gente mais gosta juntos.
O prazer de dominar ela de novo, do mesmo jeito que fazia quando a gente saía pra correr: com as pernas dobradas, apoiada nas duas mãos, enquanto eu enfiava meu pau no cu apertado e estreito dela…
Não falou palavras. Como eu falei, ela curte Mais pela Booty…
Sorria, lembrando dos seus gritinhos de surpresa, na primeira vez que fiz isso…
“Ip!... Ip!... Ip!”
O verdadeiro sinal “Amelia”…
Ela adora demais. Só se ouviam suspiros…
Gemidos de prazer… como quando você come uma sopa deliciosa e, involuntariamente, não resiste à sinfonia de sabores na boca.
Eu tentava ir com calma. Dava pra ver que o que ela disse antes era verdade: ninguém, em todos esses meses, tinha penetrado ela…
Minha menina preciosa…
Eu a bombava, imaginando as folhas de outono, com seu uniforme escolar e os longos cabelos castanhos voando, na sua bundinha de cavalo, que teimavam em atrapalhar o rosto dela, enquanto ela voltava pra casa… sozinha, meiga e gostosa.
Me perguntei quantas vezes ela deve ter se tocado, pensando em mim ou fazendo o quê…
Os gemidos dela ficavam mais intensos. Como se fossem um pouco doloridos. Mas ela não reclamava… ou se reclamava, gostava daquela dor.
Deslizei minha mão até o grelinho dela. Tava encharcado…
Óbvio, porque o marido dela tava aproveitando.
Me agarrei nos peitinhos dela, enfiando tudo. Ela deu um gemido de surpresa, mas não menos sensual.
Eu a macetava, com violência, e ela adorava que eu tivesse mais fundo, entrando e saindo, entrando e saindo, daquele interior apertadíssimo.
Gozei dentro dela, de novo, mas queria provar o buraco da frente mais uma vez.
Ela bufava, cansada, com a Booty pra cima, sorrindo e esperando eu descer…
Um anjo. Um anjo maravilhoso e delicioso…
Ela pensou que eu ia montar, mas não. Não queria. Queria agarrar ela, beijar, acariciar o corpo dela…
Torná-la minha. Nada de palavras doces nem comentários fofos. Se tem boca, usa pra beijar ou lamber…
“Marco! O que você…?” ela conseguiu perguntar, quando minha boca fogosa calou a dela.
Eu a atacava com força, enfiando fundo…
Ela tentava falar, mas eu calava ela com meus lábios. Finalmente entendeu e começou a me beijar com gosto.
Ela tremia quando eu amassava os peitos dela. Mordia meu ombro, enquanto eu acariciava a bunda dela…
E eu, uma força imparável: não sentia cansaço. Metia nela sem dar trégua, enquanto os sucos dela escorriam sem parar.
Ela gemia, gemia. Eu amava os gemidos dela… minha cunhadinha gostosa, gemendo daquele jeito por mim… me deixava mais tesudo…
Eu tava queimando ela. Sentia isso, porque minha vara tava ardendo de desejo por ela…
Ela reclamava, sem parar de me abraçar, nem deixar de beijar minhas bochechas, enquanto a atmosfera densa, úmida e quente de suor nos envolvia…
Finalmente, quando ela tava na terceira ou quarta gozada, ela falou…
“Goza dentro!... Goza dentro!... Por favor, Marco, goza dentro!...” ela implorava, com lágrimas nos olhos.
Eu sorria, curtindo o delicioso “Plaf! Plaf! Plaf!”, do choque dos nossos corpos, enquanto metia nela com toda a força.
Eu beijava ela e até os lábios dela tremiam, ansiosos pela minha gozada iminente…
Ela se encheu de alegria quando viu meu suspiro, e é que simplesmente, eu não conseguia resistir ao interior quentinho e macio dela.
“Ahhhh!” ela exclamou, encharcada de suor, e eu me senti levemente tonto… mas sorrindo.
Era a terceira vez que gozava dentro dela naquela noite e tava muito ansioso pra tentar uma quarta e, com sorte, uma quinta e já projetando uma sexta…
“3 vezes, Marco!... 3 vezes!” ela sorria, toda contente, tentando se descobrir, porque tava banhada em suor.
Eu curtia o sorriso dela…
“É, isso mesmo!”
“E o que vai acontecer se eu engravidar, Marco? Cê não se preocupa mais com isso?” ela perguntava, com um olhar cheio de desejo.
“Claro que me preocupo!” respondi com vigor, pra dar um beijo carinhoso nos lábios carnudos dela. “Mas por esta noite, você é minha esposa… e tenho que te satisfazer.”
O olhar da Amélia foi tão meigo quando ela fechou os olhos. Ela ainda tinha vergonha dessas coisas e eu curtia isso…
“Te amo muito!” falei, beijando o pescoço dela e partindo pra quarta vez…
Mas o olhar dela ficou mais triste… “Tá acontecendo alguma coisa?”
“Não é nada…” ela disse, tirando a importância. “Só tava me perguntando se você sente o mesmo pela Pamela…”
Eu ri.
“E de onde veio isso?” parando meus carinhos.
“É que ainda lembro do que você escreveu sobre ela…”
Depois do nosso casamento, como presente de despedida, mandei pra cada uma delas uma cópia do diário que contava o que compartilhei com elas.
Foi a primeira versão do que depois chamei de “Seis por Oito”. Mas uma boa parte era feita de encontros intensos entre eu e a Pamela.
E era inevitável, já que a gente morava debaixo do mesmo teto, junto com a Marisol. A gente se amava, mas não podia reconhecer esses sentimentos, porque a Pamela sabia que eu queria casar com a Marisol e porque eu mesmo me culpava pelo que sentia pela Pamela.
“Você gosta mais dela?” perguntou, com umas lágrimas começando a aparecer.
Me surpreendeu ela perguntar isso naquele momento. Eu tinha aproveitado ela intensamente e em nenhum minuto passou pela minha cabeça a Marisol ou a Pamela.
“Claro que não! Não tem nada a ver…”
“Marco, você não precisa mentir pra mim!” ela disse, tentando sorrir com coragem. “Você sempre gostou dela… e não se preocupa… eu consigo entender…”
Eu beijei ela. Coisas assim são o que eu mais amo nela…
“Marco!” exclamou, corada e surpresa.
Eu beijei ela de novo…
“Eu amo que você é meiga, Amélia!... é a coisa mais gostosa que você tem…”
Em vão ela tentava resistir: queria falar comigo (eu sabia pelo olhar dela), mas a língua dela, longe de me rejeitar, me beijava com a mesma intensidade que eu tava dando.
“Marco!... Por favor, acredita em mim!” ela implorava, enquanto eu cuidava das bochechas dela e apertava de leve os peitinhos dela, o que arrancava gemidos sensuais de desejo. “Eu sou madura, Marco!... Já sou mulher!”
“Sim, sim, eu sei!” falei, enquanto recomeçava a quarta… embora, legalmente, fosse a quinta vez que eu entrava nela.
Ela suspirava…
“Não, você não sabe!” dizia, aproveitando de novo o intenso vai e vem com que ela tinha me recebido a noite toda.
Mesmo assim, tentava explicar o ponto dela…
“Marco… sério… sou tão madura… Ahh!... quanto a Pamela… ou a Marisol!”
“Não duvido!” respondi, surpreso e satisfeito com a apertadinha, umidade e calor interno dela, que depois de 2 investidas, recebia igual apertada como antes. “Sempre soube!”
Os olhinhos dela brilharam divinamente…
“Sério?” perguntou ela, apertando a bucetinha dela um pouco mais…
“Isso mesmo!... deixa eu gozar em você e te explico…”
Antigamente, os beijos dela eram meigos. Não eram tão bons, porque a prática que ela tinha era com a irmã Marisol.
Mas agora, uma das melhores coisas que ela faz é beijar. E é que a sucção dela me lembra os desenhos, quando os socos ficam presos na cabeça.
Quem dirá dos boquetes dela, que são sensacionais…
Mas fazer amor com ela desse jeito (sim, Marisol, sei que fico repetindo isso), é gostoso, porque das minhas 4 favoritas, é a única que se deixa guiar por mim.
4 favoritas… Nunca pensei que poderia montar um harém, se quisesse!
Marisol também faz, mas é que ela e eu já fizemos tantas vezes, que mesmo guiando, ela já sabe o caminho que vou seguir.
Mas a Amelia não. Com ela, quase tudo parece primeira vez…
Era a segunda vez que ela montava em mim desde que chegou. Confesso que gosto mais de forçar ela, porque o corpo musculoso dela oferece uma resistência natural.
No entanto, quando ela faz e se estica, se erguendo, os peitos dela ficam expostos e aproveito para apertá-los, brincando com os biquinhos.
Porque igual a mãe dela, também é muito sensível nessas partes…
“Marco… você me toca aí… e sinto um choque!”
E outra coisa única da Amelia é que, quando a gente faz coisas assim, ela solta um movimento de quadril que te deixa besta…
Literalmente, me enterra nela, fazendo círculos leves na minha barriga, que fazem a ponta da cabeça pressionar diferentes partes do útero. Pelo menos, essa é a sensação que tanto ela quanto eu sentimos e que minha mente incansável de engenheiro tenta explicar.
E o melhor é que preciso deslizar minha mão até a cintura dela, pra ela começar a meter com mais violência.
“Isso, Marco!... Mais fundo!... Assim, Marco!... Por favor!... Não para!” ela diz…
Mas nesses momentos, minha participação é quase nula. Ela é tão violenta que o colchão afunda, e o próprio colchão, ao voltar à posição inicial, faz minha penetração ser mais eficaz, sem eu precisar me mexer.
Mas diferente da vez anterior, ela fica ereta e pega minhas mãos pra eu acariciar os bicos dos peitos dela, que estão inchadíssimos…
É que dessa vez, ela tá fervendo de lascívia, enquanto antes a gente se abraçava e se beijava…
Não. Dessa vez ela queria que eu gozasse dentro dela, mais uma vez, e fazia isso desse jeito pra sentir, pra aproveitar a sensação e se sentir completa…
Um “Ahhhh!” intensíssimo avisou quando eu banhava o interior dela de novo. A carinha de anjo dela, satisfeita pela quarta vez, me sorria e se deitava no meu peito, igual uma gatinha mimada.
“4 vezes!” ela repetia, suspirando. “4 vezes… A gente teria muitos filhos!”
Ela ria e suspirava. Eu queria beijar ela e acalmar um pouco, pra explicar o que sinto por ela.
“Amélia… não acho que você seja a mais imatura.” falei, desejando ser fumante e poder fumar decentemente naquela hora.
Ela me olhava humilde…
“Marco!” ela disse, depois de me dar um beijinho carinhoso. “Não precisa mentir pra mim!... eu te entendo…”
“Não.” respondi. “Porque você ainda acha que Marisol e Pamela são milf… e isso é uma grande falácia.”
Ela me olhava confusa, mas tendo ficado com as 3, eu tinha minhas justificativas.
É que, no fundo, ninguém é “totalmente maduro”, porque todos fazemos coisas que não combinam com nossa idade: eu jogo videogame feito pra crianças e adolescentes; eu e Marisol ainda vemos desenhos e cantamos temas de anime…
E bom… já contei várias vezes os trejeitos da Marisol.
Mas É que são essas coisas da vida que dão o tempero: seria muito chato se eu só pensasse em trabalhar, pagar contas, ver noticiário e todas essas coisas que a gente vê quando é pequeno, sem me dar um momento de distração.
Até minha avó, com mais de 90 anos, esconde balas no quarto dela pra comer de noite e, literalmente, se escapa pra dar de comer pros passarinhos na casa dos meus pais ou lavar a louça, mesmo com a visão tão ruim.
E nesse aspecto, a Amelia é facilmente 5 vezes mais adulta que a Pamela.
Entendo que a Pamela tenha tido uma das infâncias mais difíceis. Mas na véspera do meu casamento, depois dos resultados do vestibular dela e quando ela estava fazendo as pazes com a mãe, nosso relacionamento já era um namoro escancarado.
No entanto, ela vivia dizendo que não gostava que eu fizesse a booty, que eu agarrasse os peitos dela, que beijasse ela, entre outras coisas, quando na verdade, ela adorava.
Mas não nego que fazer amor com uma mulher assim (além das múltiplas virtudes e atributos que a Pamela tem por si só) tornava tudo mais prazeroso. Porque no nível sugestivo, existia uma resistência "mental" à penetração, onde eu tinha que domar uma espanhola "encabritada" pra sentir prazer.
No entanto, com a Amelia, fazer amor é completamente o oposto…
A personalidade submissa e tímida dela a transforma numa bonequinha nos meus braços.
Posso fazer o que der na telha e ela sabe disso e me deixa. Porque genuinamente confia em mim (que é algo que curto muito numa mulher, enquanto faço amor… porque quando transo, não necessariamente ganho a confiança delas, Marisol!) e se entrega pra realizar meus desejos.
Sei que ela gosta de sexo anal, de eu chupar a bucetinha dela e, claro, de me dar boquetes. Mas ela me respeita e me deixa tocar ela como eu quiser, porque sabe que, mais cedo ou mais tarde, vou dar o gosto pra ela.
E ela é honesta. Me pergunta abertamente quando tá com vontade…
Ela ficou toda corada quando terminei de explicar… Então... Você me ama tanto quanto ama a Pamela?" ela perguntou, com sua timidez adorável.
"Na verdade, acho que um pouco mais..." confessei.
Ela ficou vermelha que nem um tomate...
"P-por quê?" ela perguntou, gaguejando um pouco.
Beijei ela, pra acalmar.
"Porque você é o que a Marisol mais protegeu: o mais meigo, o mais puro, o mais doce... e isso, meu bem, me encanta."
Foi ela quem procurou a quinta vez... mas quando terminamos, ela ficou exausta.
Mesmo eu estando cansado, não queria dormir, porque tava curtindo ela, igual a gente faz com vinho.
Deitados de conchinha, com a luz verde do relógio marcando 4:26 da manhã, me lembrava daquela noite, há muito, muito tempo atrás, em que a Marisol tinha me afastado por um tempo e que naquela noite (a que eu tava lembrando), tinha me aceitado de volta.
Assim como fiz com a irmã dela, eu observava os trejeitos da Amelia enquanto dormia: a respiração dela, o ronquinho leve...
E tentava equilibrar meus instintos com meus sentimentos...
A razão sempre me dizia o quanto seria ruim se a Amelia tivesse um filho meu. Mas o coração e os meus sentimentos pesavam mais.
As pequenas, no entanto, eram as únicas que mantinham esse navio de sonhos e ilusões ancorado. Porque eu já me via com a Amelia, numa casa, abraçando o nosso próprio bebê...
Mas era verdade. Ela se entregava deliciosamente...
"Porque você é meu namorado..."
Adoro quando ela me diz isso, porque eu acredito. E não acho que seja uma ilusão causada pela imaturidade.
De jeito nenhum. Provavelmente, ela me amou tanto quanto a Marisol...
Mas diferente de antes, eu não me preocupava com o "que os outros vão dizer", se eu engravidasse a Amelia. O que me preocupava era o que minhas pequenas diriam se descobrissem que os primos delas são meio-irmãos, e isso me segurava.
Até no sonho dela, ela se entregava: eu podia acariciar os peitinhos sofridos dela, brincando com os biquinhos, ou então, brincar com a bucetinha dela e ver como a respiração dela acelerava...
Mas apesar do que a gente tinha feito, eu Decidi pelo cuzinho dela… mas queria fazer de um jeito diferente do que ela conhecia.
Deslizei por baixo dos lençóis, levantei a barra da camisola e apalpei aqueles bombons enormes, enfiando a língua no meio deles.
Adoro aquele cheiro de sabonete, misturado com o aroma natural de uma mulher e o calor do corpo dela.
Chupava aquele buraquinho apertado, sem me importar muito com os sabores, que acabaram sumindo com minha saliva.
Ouvia a respiração dela ficar ofegante, enquanto a invasão inesperada percorria a ponta do esfíncter dela.
Na minha cabeça, brincava imaginando que minha língua era um corretor de imóveis, preparando uma casa pra um cliente estrangeiro…
Sr. Pica A.
Claro, o Sr. Língua tinha que fazer um trabalho caprichado, porque o Sr. Pica era um cliente muito, muito importante. Grande e poderoso, aliás…
Não importava que o prédio tremesse perigosamente com os reparos exaustivos do Sr. Língua.
O Sr. Pica é uma pessoa… complicada. Ele gosta de ambientes mais molhados e quentes…
E o Sr. Língua passou meia hora montando o apartamento, enquanto a casa vizinha tava uma inundação danada…
O Sr. Língua era um profissional… pretendia consertar aquele vazamento outro dia, mas não podia se preocupar naquele momento. O Sr. Pica já tava a caminho do prédio.
Era um apartamento apertado… mas o Pica era uma pessoa teimosa. Tinha investido pesado no imóvel e, mesmo com dificuldade pra entrar, continuava se esforçando…
Entrava, saía e entrava de novo…
Era um poderoso. Não ia se deixar intimidar por uma casa pequena…
Era uma casa aconchegante, romântica, em formato de bombons. As paredes externas eram lisas e macias, enquanto as internas eram molhadas e pegajosas.
O Pica adorava a casa dele. Principalmente a proteção antissísmica…
Embora não negasse que tava bem apertado, o que o Pica mais gostava era que podia avançar o mais fundo possível naquela casa comprida, sem se preocupar que fosse desabar em cima dele.
Ele amava, especialmente, a textura das paredes, que pareciam envolvê-lo confortavelmente e aquecê-lo de um jeito refrescante.
Finalmente, mais satisfeito com seu novo lar, Mr. Verg decidiu celebrar a compra com uma garrafa de champanhe…
Infelizmente, a garrafa abriu e sujou as paredes da casa…
Sou um desequilibrado e, provavelmente, se tivesse contado a história pra Amelia, ela teria ficado com vergonha.
No entanto, vê-la dormindo, agitada e com um sorrisão, me fez entender que ela sempre seria minha esposa e minha bonequinha pra brincar…Próximo post
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