Mi mujer y su amante retro

A seguir, conto sobre nosso último triângulo HMH. Luján, como sempre, estava com muito tesão e mal podia esperar pra cair na farra. Fazia muito tempo desde a nossa última vez na cama com outros. Toda vez que transávamos, ela sabia como me excitar: me contava com todos os detalhes como gozava dando pra outros caras, que eu lembrasse de cada masturbação que ela fazia, que outras fantasias queria realizar. Eu decidi realizar, mas era especial o que ela fantasiava. Nos meus relatos anteriores, contei que ela me traiu com alguém ligado à igreja. O cara em questão largou a batina, pelo que entendi se juntou com uma mulher e foi morar a poucos quilômetros de onde vivemos. Ele sempre estava nas nossas fantasias, me excitava que ela tivesse dado pra ele, que desejasse tanto a bunda da minha esposa. Uma noite, transando com ela, propus que viajaria a negócios pra Buenos Aires, e daria a oportunidade dela transar com outro cara. Alguém que ela desejasse, alguém pra aliviar o tesão. Esperava que ela dissesse o nome do cara em questão, até que ela mencionou. Juro que me excitou tanto que acabei chupando a buceta dela de novo. Nem preciso dizer que toda vez que tocava no assunto, pedia por favor que ela contasse cada detalhe do encontro. Onde pensava em fazer. O que ia fazer com ele. Chegou o dia e eu viajei. As horas de viagem no ônibus serviram só pra me excitar, mal via a hora de voltar e ouvir cada detalhe do encontro. Fiquei três dias fora, sexta, sábado e domingo. Só mandei umas mensagens, e em horários de meio-dia, nada de ser chato, digamos. Meu retorno foi na segunda de manhã, ela me esperava no terminal, e quando entrei no carro beijei ela com ar de desinteresse em saber como foi o fim de semana sozinha, mas por dentro de mim... Esse dia amanheceu com garoa, era ideal pra cama, então não aguentei mais, e à tarde me joguei em cima dela e comecei a apertar os peitos dela por trás, esfregando meu pau na bunda dela. Levantei a vestido, dei umas voltas nela e joguei na cama. Chupei a pussy dela por um bom tempo, tava toda molhada, sinal que tava esperando por isso. Fiz ela gozar com minha língua e meus dedos. Agora começava a parte dela: o boquete e as histórias dela pra me excitar e me levar pro céu.
Luji: quer que eu te conte o que fiz na sua ausência?
Eu: siiiiiiiiii
L: Quando você foi embora, peguei meu telefone e liguei pra ele... surpreendi ele, pedi, não lembro a desculpa, se ele tivesse por perto pra passar em casa, que queria conversar com ele. Ele respondeu que estaria no sábado à tarde, que eu esperasse.
Eu: e? chupa um pouco aqui e continua contando...
L: Ele chegou lá pelas quatro da tarde, tava mais forte que da última vez que vi ele. Uma calça jeans, camisa e uma jaqueta, mais pra chuva do que pro frio. Demos um beijo no rosto, não tinha vizinhos indiscretos, mas só por precaução... Assim que entrei em casa, fui preparar o mate. Juro, senti os olhos dele cravados na minha bunda. A legging que eu tava usando era pra isso: pra ele me desejar como antes. A conversa não passou de algo chata. O que ele fez da vida quando largou os hábitos, que trampo arrumou, embora eu soubesse, sabia tudo, a gente tinha tido umas conversas por telefone quando ele foi embora. Quando tive a chance, levei a conversa pra onde queria: sexo.

Enquanto ouvia a história dela, coloquei ela de lado, pra bunda dela ficar perto da minha mão, e enfiei o dedo maior nela e fiquei esfregando os peitos dela, enquanto ela dava longas lambidas no meu pau. Não queria gozar ainda, então de vez em quando tirava ela da minha piroca.

L: Ele mostrou um sorrisão, cheio de tesão, como se esperasse que eu desse o primeiro passo. Levantou e veio até mim, me beijou com paixão, agarrou minha bunda, aquela que ele tanto desejou, e disse: "vou arrebentar essa bunda linda que você tem!"
Eu disse que sim, mas não em casa. Ele perguntou onde então, e eu falei o lugar. Ele se surpreendeu, já que era um parque, um lugar onde se vai acampar, meio isolado, ainda mais no inverno, mas ele adorou.
Ele pegou o carro dele e se despediu de mim. A gente tava na calçada, então... Simulamos tudo, como se ela já tivesse indo embora e eu ficasse em casa. Quinze minutos depois, saí com o carro e fui pra estrada, onde ele esperava no acostamento. Cada um no seu veículo, fomos até um posto de gasolina no contorno de Paraná. Ele deixou o carro dele e entrou no meu, e fomos rápidos pro Parque.

Era umas seis da tarde e já começava a escurecer. Chegamos e nos posicionamos debaixo das árvores, longe da pouca gente que tinha. A primeira coisa que ele fez foi beijar meu pescoço, apalpar meus peitos, meter as mãos na minha entreperna. A legging fazia parecer que eu não tava vestindo nada, minha buceta mostrava o grande grelo, e a tanga enfiada na minha racha do cu.

Eu só consegui agarrar o pau dele, massageava até o ponto de querer explodir. Quando consegui, abaixei o zíper da calça jeans e saiu o pauzão que ele tem, duro, nervudo, quente, brilhoso. Minha boca se abriu e comecei a chupar. O gemido que ele soltou foi tremendo, o corpo todo vibrava. Nessa altura, ele já tinha um dedo enfiado no meu cu, eu tava muito tesuda, não queria que ele gozasse ainda, não queria que fosse algo rápido.

Paramos um segundo, reclinamos os bancos e aí sim, ele começou a chupar minha buceta, a devorar ela. A língua até o fundo e um dedo no cu, entrando e saindo. Quando senti que ia gozar, afastei o rosto dele da minha entreperna e fiquei de quatro, entregando o cu.

"Mete ele, me arrebenta toda", pedi. Foi questão de segundos, ele se apoiou no meu buraco e empurrou, o prazer foi tremendo, pros dois. Ele me montou por um bom tempo, eu não queria que parasse. Ele gemia no meu ouvido "como eu esperava por isso", me chamava de puta dele. Eu respondia que sim.

Quando ele tava quase gozando, pedi pra ele dar todo o leite dele na minha boca, então como pude me virei, abri minha boca, e ele me encheu de porra. Engoli tudo, não sobrou nada.

EU: que puta que você é, meu amor!!!!

Bom, essa é a primeira parte. Daqui a alguns dias, conto o resto.....

0 comentários - Mi mujer y su amante retro