Olá, tudo bem? Sou o Lucas, essa é minha primeira postagem e espero que gostem. Isso aconteceu comigo há muito tempo e queria contar minha história.
Bom, essa história foi quando eu estava namorando a Marta, uma morena divina da minha idade, 18 anos, com uma bunda boa e uns peitos lindos. A Marta tinha uma irmã chamada Mônica, de 38 anos, outra morena, mas uma gostosa do caralho em todos os sentidos, casada com o Carlos, um cara gente boa e muito divertido de 50 anos, 12 anos mais velho que a esposa. Por questões da vida, não tinham filhos. Para um feriado prolongado, eles nos convidaram para ir para a costa (Mar del Plata), já que tinham um apartamento na rua Colón. Quando chegamos na sexta à noite, descemos as malas, subimos para o apartamento, muito bonito, no 3º andar. Tinha 2 quartos, um banheiro grande, outro banheiro menor, uma cozinha com sala de jantar também grande, bem confortável. Quando nos acomodamos, o Carlos perguntou se queríamos jantar. Todos dissemos "simmm" e fomos jantar num restaurante. Pedimos umas massas e vinho branco, conversa vai, conversa vem, tomamos 3 garrafas. Quando chegamos no apartamento, as minas estavam meio altas por causa do vinho. A Mônica dizia pra irmã: "Mmmmm!! Irmãzinha, nunca te vi bebada!" E ela dizia que não, que estava alegre, mas não bêbada, e a verdade é que as duas estavam passadas. Já mais à vontade no apartamento, minha cunhada me diz que eu tenho que dormir com o Carlos porque não quer que eu me aproveite da Marta, que estava muito louca. Aí o Carlos fala pra ela: "Para de encher o saco, sua irmãzinha já entregou tudo faz tempo, diferente de você, que pra eu pegar num peito levei 3 anos." Eu tava morrendo de rir, a Marta também, e a gente zoava o Carlos, falando que ele passou 3 anos na punheta kkk. Depois, cada casal foi pro seu quarto, entre risadas e tropeços das minas. Umas 4 da manhã, eu levantei e fui ao banheiro. Quando saí, resolvi dar uma olhada no quarto dos meus cunhados e vi a porta meio aberta e um espetáculo lindo: a Mônica De barriga pra baixo e a bunda empinada pro ar, a verdade é que fiquei de pau duro, fui pro meu quarto e queria pegar a Marta, mas ela nem me deu bola e eu bati uma punheta daquelas. No outro dia, a gente acordou, as minhas tavam rindo do que tinham bebido e das merdas que fizeram. Assim passamos o dia, passeando, comendo, se divertindo juntos. De noite, de novo, jantar e vai uma garrafa, vem outra, tomamos quatro, uma a mais que o jantar anterior, mas dessa vez eu e o Carlos tomamos só uma e as minas três garrafas. Elas mal conseguiam ficar em pé quando saímos do restaurante. Colocar elas no carro foi um terror, mas também foi a melhor coisa que me aconteceu. Eu e o Carlos colocamos a Marta primeiro, depois a Mônica. Foi um saco, mas aproveitei pra passar a mão em tudo e curti pra caralho. Depois fomos pro elevador, haha, de novo mão vai, mão vem, mas o Carlos percebeu e com um olhar e um tom de voz me disse: "não toca no que você não gostaria que tocassem na Marta". E a verdade é que saiu, não sei se da alma ou do medo, minha resposta foi: "tô nem aí, brother in law" (e já imaginava que ia levar um murro na cara), mas não, o Carlos me disse: "vai, boludo, para de encher o saco e vamos levar elas pro apartamento". Eu, aliviado, ria de nervoso. Quando entramos no apê, levamos as minas pra sala e colocamos cada uma num sofá individual. O Carlos me pergunta: "quer um Tia Maria?" e eu falo: "bora". Ele prepara bem forte e me diz: "brother in law, se eu deixar você ver os peitos da Mônica, você me deixa ver os da Marta?" Eu não sabia o que fazer, olhei pras minas e, na verdade, em um segundo, falei que sim. Nessa hora, o Carlos vai até a Marta e começa a apalpar os peitos dela. Ele me olha e fala: "vai, boludo, vai ficar só olhando? Ou não vai aproveitar pra pegar nos peitos da minha mulher?!!" Eu, devagar, fui até meu brother in law e, aos poucos, toquei nos peitos dela, abri a camisa e tirei do sutiã dois melões duros, grandes, com uns bicos do caralho. A verdade é que... Não sei quanto tempo demorei ou fiquei apalpando os peitos dela, quando olho pro Carlos pra ver o que ele tava fazendo, vejo que a Marta já tava nua e o Carlos chupando a buceta dela. Ao ver isso, pergunto pro Carlos: "O que cê tá fazendo?" Ele me olha e responde: "A mesma coisa que vou deixar você fazer com ela e muito mais." A Mônica levantou, apagou a luz e disse: "É a nossa festinha, vamos aproveitar." Ela pegou a Marta no colo e levou pro quarto. Eu fiquei com a Mônica e, pra ser sincero, mal conseguia mexer nela pra tirar a roupa. Do jeito que deu, deixei ela pelada e na hora pude ver a magnitude daquela mulher — uma puta, por favor! Que peitos, que buceta toda depilada, que mulher! E a verdade é que não tinha mão nem boca suficientes pra percorrer um corpo daquele. (Apalpei os peitos, chupei, mordi, apertei.) Fiquei louco naqueles peitos.
Depois ouvi uns barulhos e fui ver o Carlos. Vi ele chupando o cu dela e enfiando os dedos. Ele me olha e diz: "Cunhado, ela tem o cu fechado, tô tentando abrir mas tá apertadinho. Me diz que você nunca comeu ela pelo cu." Eu falei que não. Carlos responde: "Não sei se vou conseguir meter no cu dessa puta porque tá bem fechadinho, mas se quiser ver um cu comer uma rola, mete no cu da Mônica e vai ver como é lindo!" Olhei pra Marta e deixei ela de cu pra cima, com um dedo do Carlos enfiado, e ela, no estado dela, parecia estar adorando — e acho que ela pensava que era eu quem tava tocando ela.
Rápido, fui até a Mônica, comecei a chupar a buceta dela e na hora ela me agarrou pelas orelhas e enfiou minha cara toda na buceta dela e disse: "Vai, promíscuo, chupa minha buceta que eu vou gozar na sua boca." E saiu daquela buceta uma cachoeira de fluxo — sério, nunca vi nada igual! A Mônica me disse: "Promíscuo, como você me faz gozar, vai, me dá mais." E eu continuei chupando buceta e buceta. Daí a pouco ela falou: "Mete no meu cu. Eu realizei o desejo dela quando quis encostar a cabeça da minha pica na bunda dela. Ela agarrou minha pica e de uma vez enfiou tudo de uma só vez. Na terceira metida, gozei todo meu leite no cu dela. Ela me olhou e disse: "Não, não, cunhado, olha, você tem que dar todo seu leite na minha pussy. Vem aqui que eu chupo tudo pra ficar limpinho e você mete na pussy." Num movimento só, já tinha minha pica na boca dela. Ela me olhou nos olhos e disse: "Você vai meter na minha pussy e vai me dar todo o leite." Eu respondi: "Sim, Moni." Ela se levantou, ficou de quatro e enfiou minha pica naquela pussy enorme e suculenta. Depois de várias metidas, ela gozou feito uma cachoeira e me pediu pra encher a pussy dela de leite. Depois de mais várias metidas, enchi a pussy dela de porra e fiquei caído em cima dela. A Mônica disse: "Valeu, cunhada, por me dar todo o leite." Naquela hora, o Carlos saiu do quarto e a Mônica fingiu que tava dormindo. Ele me perguntou: "Conseguiu comer ela?" Eu falei: "Um pouco, ela tá dormindo e não consegui me ajeitar pra dar como ela merece." Ele disse: "Eu, em vez disso, trabalhei tanto naquele cu que só consegui colocar a cabeça e enchi ele de leite." Eu fiquei olhando pra ele, me levantei e fui pro quarto com a Marta. Vi ela nua, de lado, e saindo leite e um fio de sangue da bunda dela — razão evidente que ele tinha arrebentado o cu dela. O Carlos pegou a Mônica e levou pro quarto dele, ela fingindo que tava dormindo. No dia seguinte, de tarde, acordamos e a Marta me disse: "Filho da puta, você arrebentou meu cu, não consigo nem sentar. Te falei que não gostava." Eu, sem dizer uma palavra. Depois disso, nosso fim de semana foi piorando. Na viagem de volta, nem uma palavra. O Carlos e a Mônica tentavam levantar nosso astral, mas foi o fim do nosso relacionamento. Dias depois, brigamos e cada um foi pro seu lado. Anos mais tarde, encontro o Carlos e a Mônica, e ela me conta que a Marta tinha casado e tinha uma menina de 2 anos, e eram muito felizes. Eles também estavam muito felizes, porque conseguiram ter um filho que já tem quase 5 anos. Nós... Nós nos despedimos. Carlos aperta minha mão e diz: "Valeu, brother-in-law. Você foi a melhor coisa que aconteceu na nossa família. Pena que o seu lance com a Marta não deu certo." E eu respondo: "Tudo bem, Carlos. Valeu." Ele dá uns passos à frente e fica olhando pra Mônica. Eu chego perto e pergunto por que ele disse aquilo. Mônica responde: "É que graças a você, a gente conseguiu ter um filho. Nossa vida mudou. Agora somos muito felizes." Eu fico gaguejando, e ela diz: "Sim, Lucas. Você é o pai do nosso filho. Graças àquela noite, nossa vida mudou." Ela me deu um abraço forte com um beijo — daqueles beijos que uma mãe dá num filho — e foram embora. Desde aquele momento, senti que era feliz, mesmo tendo perdido a Marta.
Bom, essa história foi quando eu estava namorando a Marta, uma morena divina da minha idade, 18 anos, com uma bunda boa e uns peitos lindos. A Marta tinha uma irmã chamada Mônica, de 38 anos, outra morena, mas uma gostosa do caralho em todos os sentidos, casada com o Carlos, um cara gente boa e muito divertido de 50 anos, 12 anos mais velho que a esposa. Por questões da vida, não tinham filhos. Para um feriado prolongado, eles nos convidaram para ir para a costa (Mar del Plata), já que tinham um apartamento na rua Colón. Quando chegamos na sexta à noite, descemos as malas, subimos para o apartamento, muito bonito, no 3º andar. Tinha 2 quartos, um banheiro grande, outro banheiro menor, uma cozinha com sala de jantar também grande, bem confortável. Quando nos acomodamos, o Carlos perguntou se queríamos jantar. Todos dissemos "simmm" e fomos jantar num restaurante. Pedimos umas massas e vinho branco, conversa vai, conversa vem, tomamos 3 garrafas. Quando chegamos no apartamento, as minas estavam meio altas por causa do vinho. A Mônica dizia pra irmã: "Mmmmm!! Irmãzinha, nunca te vi bebada!" E ela dizia que não, que estava alegre, mas não bêbada, e a verdade é que as duas estavam passadas. Já mais à vontade no apartamento, minha cunhada me diz que eu tenho que dormir com o Carlos porque não quer que eu me aproveite da Marta, que estava muito louca. Aí o Carlos fala pra ela: "Para de encher o saco, sua irmãzinha já entregou tudo faz tempo, diferente de você, que pra eu pegar num peito levei 3 anos." Eu tava morrendo de rir, a Marta também, e a gente zoava o Carlos, falando que ele passou 3 anos na punheta kkk. Depois, cada casal foi pro seu quarto, entre risadas e tropeços das minas. Umas 4 da manhã, eu levantei e fui ao banheiro. Quando saí, resolvi dar uma olhada no quarto dos meus cunhados e vi a porta meio aberta e um espetáculo lindo: a Mônica De barriga pra baixo e a bunda empinada pro ar, a verdade é que fiquei de pau duro, fui pro meu quarto e queria pegar a Marta, mas ela nem me deu bola e eu bati uma punheta daquelas. No outro dia, a gente acordou, as minhas tavam rindo do que tinham bebido e das merdas que fizeram. Assim passamos o dia, passeando, comendo, se divertindo juntos. De noite, de novo, jantar e vai uma garrafa, vem outra, tomamos quatro, uma a mais que o jantar anterior, mas dessa vez eu e o Carlos tomamos só uma e as minas três garrafas. Elas mal conseguiam ficar em pé quando saímos do restaurante. Colocar elas no carro foi um terror, mas também foi a melhor coisa que me aconteceu. Eu e o Carlos colocamos a Marta primeiro, depois a Mônica. Foi um saco, mas aproveitei pra passar a mão em tudo e curti pra caralho. Depois fomos pro elevador, haha, de novo mão vai, mão vem, mas o Carlos percebeu e com um olhar e um tom de voz me disse: "não toca no que você não gostaria que tocassem na Marta". E a verdade é que saiu, não sei se da alma ou do medo, minha resposta foi: "tô nem aí, brother in law" (e já imaginava que ia levar um murro na cara), mas não, o Carlos me disse: "vai, boludo, para de encher o saco e vamos levar elas pro apartamento". Eu, aliviado, ria de nervoso. Quando entramos no apê, levamos as minas pra sala e colocamos cada uma num sofá individual. O Carlos me pergunta: "quer um Tia Maria?" e eu falo: "bora". Ele prepara bem forte e me diz: "brother in law, se eu deixar você ver os peitos da Mônica, você me deixa ver os da Marta?" Eu não sabia o que fazer, olhei pras minas e, na verdade, em um segundo, falei que sim. Nessa hora, o Carlos vai até a Marta e começa a apalpar os peitos dela. Ele me olha e fala: "vai, boludo, vai ficar só olhando? Ou não vai aproveitar pra pegar nos peitos da minha mulher?!!" Eu, devagar, fui até meu brother in law e, aos poucos, toquei nos peitos dela, abri a camisa e tirei do sutiã dois melões duros, grandes, com uns bicos do caralho. A verdade é que... Não sei quanto tempo demorei ou fiquei apalpando os peitos dela, quando olho pro Carlos pra ver o que ele tava fazendo, vejo que a Marta já tava nua e o Carlos chupando a buceta dela. Ao ver isso, pergunto pro Carlos: "O que cê tá fazendo?" Ele me olha e responde: "A mesma coisa que vou deixar você fazer com ela e muito mais." A Mônica levantou, apagou a luz e disse: "É a nossa festinha, vamos aproveitar." Ela pegou a Marta no colo e levou pro quarto. Eu fiquei com a Mônica e, pra ser sincero, mal conseguia mexer nela pra tirar a roupa. Do jeito que deu, deixei ela pelada e na hora pude ver a magnitude daquela mulher — uma puta, por favor! Que peitos, que buceta toda depilada, que mulher! E a verdade é que não tinha mão nem boca suficientes pra percorrer um corpo daquele. (Apalpei os peitos, chupei, mordi, apertei.) Fiquei louco naqueles peitos.
Depois ouvi uns barulhos e fui ver o Carlos. Vi ele chupando o cu dela e enfiando os dedos. Ele me olha e diz: "Cunhado, ela tem o cu fechado, tô tentando abrir mas tá apertadinho. Me diz que você nunca comeu ela pelo cu." Eu falei que não. Carlos responde: "Não sei se vou conseguir meter no cu dessa puta porque tá bem fechadinho, mas se quiser ver um cu comer uma rola, mete no cu da Mônica e vai ver como é lindo!" Olhei pra Marta e deixei ela de cu pra cima, com um dedo do Carlos enfiado, e ela, no estado dela, parecia estar adorando — e acho que ela pensava que era eu quem tava tocando ela.
Rápido, fui até a Mônica, comecei a chupar a buceta dela e na hora ela me agarrou pelas orelhas e enfiou minha cara toda na buceta dela e disse: "Vai, promíscuo, chupa minha buceta que eu vou gozar na sua boca." E saiu daquela buceta uma cachoeira de fluxo — sério, nunca vi nada igual! A Mônica me disse: "Promíscuo, como você me faz gozar, vai, me dá mais." E eu continuei chupando buceta e buceta. Daí a pouco ela falou: "Mete no meu cu. Eu realizei o desejo dela quando quis encostar a cabeça da minha pica na bunda dela. Ela agarrou minha pica e de uma vez enfiou tudo de uma só vez. Na terceira metida, gozei todo meu leite no cu dela. Ela me olhou e disse: "Não, não, cunhado, olha, você tem que dar todo seu leite na minha pussy. Vem aqui que eu chupo tudo pra ficar limpinho e você mete na pussy." Num movimento só, já tinha minha pica na boca dela. Ela me olhou nos olhos e disse: "Você vai meter na minha pussy e vai me dar todo o leite." Eu respondi: "Sim, Moni." Ela se levantou, ficou de quatro e enfiou minha pica naquela pussy enorme e suculenta. Depois de várias metidas, ela gozou feito uma cachoeira e me pediu pra encher a pussy dela de leite. Depois de mais várias metidas, enchi a pussy dela de porra e fiquei caído em cima dela. A Mônica disse: "Valeu, cunhada, por me dar todo o leite." Naquela hora, o Carlos saiu do quarto e a Mônica fingiu que tava dormindo. Ele me perguntou: "Conseguiu comer ela?" Eu falei: "Um pouco, ela tá dormindo e não consegui me ajeitar pra dar como ela merece." Ele disse: "Eu, em vez disso, trabalhei tanto naquele cu que só consegui colocar a cabeça e enchi ele de leite." Eu fiquei olhando pra ele, me levantei e fui pro quarto com a Marta. Vi ela nua, de lado, e saindo leite e um fio de sangue da bunda dela — razão evidente que ele tinha arrebentado o cu dela. O Carlos pegou a Mônica e levou pro quarto dele, ela fingindo que tava dormindo. No dia seguinte, de tarde, acordamos e a Marta me disse: "Filho da puta, você arrebentou meu cu, não consigo nem sentar. Te falei que não gostava." Eu, sem dizer uma palavra. Depois disso, nosso fim de semana foi piorando. Na viagem de volta, nem uma palavra. O Carlos e a Mônica tentavam levantar nosso astral, mas foi o fim do nosso relacionamento. Dias depois, brigamos e cada um foi pro seu lado. Anos mais tarde, encontro o Carlos e a Mônica, e ela me conta que a Marta tinha casado e tinha uma menina de 2 anos, e eram muito felizes. Eles também estavam muito felizes, porque conseguiram ter um filho que já tem quase 5 anos. Nós... Nós nos despedimos. Carlos aperta minha mão e diz: "Valeu, brother-in-law. Você foi a melhor coisa que aconteceu na nossa família. Pena que o seu lance com a Marta não deu certo." E eu respondo: "Tudo bem, Carlos. Valeu." Ele dá uns passos à frente e fica olhando pra Mônica. Eu chego perto e pergunto por que ele disse aquilo. Mônica responde: "É que graças a você, a gente conseguiu ter um filho. Nossa vida mudou. Agora somos muito felizes." Eu fico gaguejando, e ela diz: "Sim, Lucas. Você é o pai do nosso filho. Graças àquela noite, nossa vida mudou." Ela me deu um abraço forte com um beijo — daqueles beijos que uma mãe dá num filho — e foram embora. Desde aquele momento, senti que era feliz, mesmo tendo perdido a Marta.
5 comentários - Fim de semana com minha mina, cunhada e cunhão