Fala aí, pessoal! Essa é minha primeira história, então se tiver erro de ortografia é porque tenho sérios problemas pra colocar acento na net, e se estiver mal escrita, me avisem nos comentários, me desculpem aí.
Bom, como vai dar pra ver no meu post de apresentação, sou alto, magro, cabelo preto, faço esporte há 4 anos e não sou definido nem nada, infelizmente. Pelo menos sei que de baixo não venho mal, já me falaram e é meio grossa, hahaha.
O assunto e o ponto dessa história é que eu precisava ir ao psicólogo por questões pessoais, desabafar um pouco e tal.
Quando moleque, já tinha ido em duas que eram mulheres: a primeira, uma loira peituda, muito bem cuidada, com uns 30 e poucos na época, que não lembro o nome; e a outra chamada Karen, tinha uns 25, morena ruiva, com uns peitos lindos e gostosa, sempre usava algo que mostrava eles e eu ficava olhando nas sessões, se é assim que se fala.
Fui pro centro onde tinha ido com essa última, nessa organização ou como se chama, onde tem vários psicólogos, e fiz os papéis pra me atender. Caiu no sistema que eu já tinha ido e que podia voltar com a mesma que me atendeu há alguns anos. Não tenho problema com isso e dias depois voltei. Quando vi ela, não podia acreditar, continuava igual depois desses anos, vi ela mais peituda, linda de rosto e notei que tinha uma raba muito gostosa.
Conversamos como com toda psicóloga, como eu tava nesse tempo, blá blá blá.
Numa das sessões, ela me diz que por um motivo X não vai poder ir ao lugar no centro, mas que pode na casa dela em Devoto se eu não tivesse problema. Falei que não e na próxima já me esperava lá.
Nesse dia, chego na casa dela, apartamento na verdade, a região é incrível, sempre gostei, e vou pro apê dela.
Ela me abre vestindo uma legging (já tinha ido várias vezes no centro assim pra atender) e uma blusinha solta por cima que deixava ver o começo dos peitos dela. Cumprimentei ela e entrei.
Começa a sessão e eu sento num sofá enquanto ela senta em outro. Enfrenta. Não conseguia parar de pensar nas tetas dela e na bunda dela, o que fez o amigo acordar e começar a fazer volume no jeans, aí pedi pra ir no banheiro quase que na urgência. Entrei, desabotoei a calça pra fazer uma punheta braba quando ela abre a porta.
K: era essa a urgência?
Eu tava com a rola toda dura, segurando ela com uma mão, e fiquei gelado, sem saber o que fazer.
Eu—hãã... não... (gaguejei)
K—cê acha que eu não percebi que quando você era mais moleque não parava de olhar pras minhas tetas? E continua fazendo isso agora que cresceu (e olha pra minha rola)
Eu—não... não tava... (ela coloca um dedo na minha boca me calando e pega na minha rola)
K—você vai ver agora... pivete mal-educado
Ela me levou pro sofá e me jogou nele. Começou a beijar minha rola bem devagar sem tirar os olhos de mim e passou a língua nela toda.
K—me surpreendeu, se fosse menor eu ia te encher de porrada e te expulsar mas... (ela beija)
gostei, é grossa
Eu não conseguia falar nem pensar, só de ter uma gostosa daquela com minha rola na boca já me desconcentrava. Num momento ela começa a chupar, enfiando só até a metade e apertando.
Deixei ela chupando assim, acariciando o cabelo dela, vendo os olhos dela enquanto me chupava.
Eu—nem nas minhas punhetas de mais novo eu imaginava você me chupando assim
K—mmmmm bom, mas agora não precisa de imaginação
Segurei a nuca dela e comecei a enfiar devagar tudo na boca, mas não consegui enfiar tudo quando ela começa a engasgar e tira tossindo um pouco.
K—para (tosse) você tem grossa (tosse de novo) me engasga
Eu—desculpa, achei que você conseguia não...
K—espero conseguir, adoro essa rola, cara
Eu—então vamos tentar de outro jeito (levanto do sofá) senta você agora
Ela senta e pega na minha rola, começa a chupar devagar de novo.
Seguro a cabeça dela de novo e tento enfiar tudo pela boca dela de novo. Escuto ela engasgar de novo mas não faz A intenção era tirar ela, então continuei até enfiar tudo. Nessa altura, ela já estava babando pra caralho e tinha molhado a blusa toda.
Pego ela pelo cabelo e começo uma foda lenta na boca dela, depois vou aumentando o ritmo até foder desenfreadamente, batendo minha pélvis no nariz e na testa dela enquanto ouvia ela tentando respirar.
Não sei quanto tempo fiquei fodendo a boca dela, mas sem avisar gozei como nunca antes, soltando a porra diretão na garganta dela. Continuei por mais uns minutos e tirei, vendo que a psicóloga engoliu tudo. Ela respira, passa a língua nos lábios me olhando, limpa minha rola com a língua e se levanta.
Ela me dá um tapa de leve...
K—(tossiu um pouco) Filho da puta hahaha, podia ter avisado que ia gozar.
Eu—Desculpa... não estava planejado.
K—Não importa, que jeito de gozar, garoto, não tive escolha senão engolir... seu gozo é muito gostoso.
Sento no sofá porque minhas pernas não aguentavam mais, e ela vai se trocar porque tinha umas gotas de porra em cima e tinha babado um pouco.
Quando volta, senta do meu lado e, enquanto eu batia uma leve, a gente conversa um pouco.
Perto do fim da sessão, ela se despede e diz que vai pensar seriamente em me deixar comer ela.
E assim termina esse relato. O boquete monumental que levei deve ter durado menos de 30 minutos, mas foi um dos melhores boquetes da minha vida. É o primeiro relato, então peço compreensão se fiz algo errado hahaha.
E o prometido no título: uma foto do protagonista do relato.
Bom, como vai dar pra ver no meu post de apresentação, sou alto, magro, cabelo preto, faço esporte há 4 anos e não sou definido nem nada, infelizmente. Pelo menos sei que de baixo não venho mal, já me falaram e é meio grossa, hahaha.
O assunto e o ponto dessa história é que eu precisava ir ao psicólogo por questões pessoais, desabafar um pouco e tal.
Quando moleque, já tinha ido em duas que eram mulheres: a primeira, uma loira peituda, muito bem cuidada, com uns 30 e poucos na época, que não lembro o nome; e a outra chamada Karen, tinha uns 25, morena ruiva, com uns peitos lindos e gostosa, sempre usava algo que mostrava eles e eu ficava olhando nas sessões, se é assim que se fala.
Fui pro centro onde tinha ido com essa última, nessa organização ou como se chama, onde tem vários psicólogos, e fiz os papéis pra me atender. Caiu no sistema que eu já tinha ido e que podia voltar com a mesma que me atendeu há alguns anos. Não tenho problema com isso e dias depois voltei. Quando vi ela, não podia acreditar, continuava igual depois desses anos, vi ela mais peituda, linda de rosto e notei que tinha uma raba muito gostosa.
Conversamos como com toda psicóloga, como eu tava nesse tempo, blá blá blá.
Numa das sessões, ela me diz que por um motivo X não vai poder ir ao lugar no centro, mas que pode na casa dela em Devoto se eu não tivesse problema. Falei que não e na próxima já me esperava lá.
Nesse dia, chego na casa dela, apartamento na verdade, a região é incrível, sempre gostei, e vou pro apê dela.
Ela me abre vestindo uma legging (já tinha ido várias vezes no centro assim pra atender) e uma blusinha solta por cima que deixava ver o começo dos peitos dela. Cumprimentei ela e entrei.
Começa a sessão e eu sento num sofá enquanto ela senta em outro. Enfrenta. Não conseguia parar de pensar nas tetas dela e na bunda dela, o que fez o amigo acordar e começar a fazer volume no jeans, aí pedi pra ir no banheiro quase que na urgência. Entrei, desabotoei a calça pra fazer uma punheta braba quando ela abre a porta.
K: era essa a urgência?
Eu tava com a rola toda dura, segurando ela com uma mão, e fiquei gelado, sem saber o que fazer.
Eu—hãã... não... (gaguejei)
K—cê acha que eu não percebi que quando você era mais moleque não parava de olhar pras minhas tetas? E continua fazendo isso agora que cresceu (e olha pra minha rola)
Eu—não... não tava... (ela coloca um dedo na minha boca me calando e pega na minha rola)
K—você vai ver agora... pivete mal-educado
Ela me levou pro sofá e me jogou nele. Começou a beijar minha rola bem devagar sem tirar os olhos de mim e passou a língua nela toda.
K—me surpreendeu, se fosse menor eu ia te encher de porrada e te expulsar mas... (ela beija)
gostei, é grossa
Eu não conseguia falar nem pensar, só de ter uma gostosa daquela com minha rola na boca já me desconcentrava. Num momento ela começa a chupar, enfiando só até a metade e apertando.
Deixei ela chupando assim, acariciando o cabelo dela, vendo os olhos dela enquanto me chupava.
Eu—nem nas minhas punhetas de mais novo eu imaginava você me chupando assim
K—mmmmm bom, mas agora não precisa de imaginação
Segurei a nuca dela e comecei a enfiar devagar tudo na boca, mas não consegui enfiar tudo quando ela começa a engasgar e tira tossindo um pouco.
K—para (tosse) você tem grossa (tosse de novo) me engasga
Eu—desculpa, achei que você conseguia não...
K—espero conseguir, adoro essa rola, cara
Eu—então vamos tentar de outro jeito (levanto do sofá) senta você agora
Ela senta e pega na minha rola, começa a chupar devagar de novo.
Seguro a cabeça dela de novo e tento enfiar tudo pela boca dela de novo. Escuto ela engasgar de novo mas não faz A intenção era tirar ela, então continuei até enfiar tudo. Nessa altura, ela já estava babando pra caralho e tinha molhado a blusa toda.
Pego ela pelo cabelo e começo uma foda lenta na boca dela, depois vou aumentando o ritmo até foder desenfreadamente, batendo minha pélvis no nariz e na testa dela enquanto ouvia ela tentando respirar.
Não sei quanto tempo fiquei fodendo a boca dela, mas sem avisar gozei como nunca antes, soltando a porra diretão na garganta dela. Continuei por mais uns minutos e tirei, vendo que a psicóloga engoliu tudo. Ela respira, passa a língua nos lábios me olhando, limpa minha rola com a língua e se levanta.
Ela me dá um tapa de leve...
K—(tossiu um pouco) Filho da puta hahaha, podia ter avisado que ia gozar.
Eu—Desculpa... não estava planejado.
K—Não importa, que jeito de gozar, garoto, não tive escolha senão engolir... seu gozo é muito gostoso.
Sento no sofá porque minhas pernas não aguentavam mais, e ela vai se trocar porque tinha umas gotas de porra em cima e tinha babado um pouco.
Quando volta, senta do meu lado e, enquanto eu batia uma leve, a gente conversa um pouco.
Perto do fim da sessão, ela se despede e diz que vai pensar seriamente em me deixar comer ela.
E assim termina esse relato. O boquete monumental que levei deve ter durado menos de 30 minutos, mas foi um dos melhores boquetes da minha vida. É o primeiro relato, então peço compreensão se fiz algo errado hahaha.
E o prometido no título: uma foto do protagonista do relato.
8 comentários - Psicóloga gostosa se desleixa com foto própria
con esa pija yo haría lo mismo, se ve re rica