Um mês depois da nossa noite com Luisito, Alberto fez um corte de pessoal e demitiu ele e mais dois funcionários. Depois, me demitiu também e pouco tempo depois fechou a fábrica. Pelo visto o filho, Nahuel, tinha se metido em dívidas e estava até o pescoço. Alberto, no entanto, me pagou tudo que era devido e mais.
Em dezembro do mesmo ano, recebi as notas do curso de guarda-vidas que vinha fazendo desde o começo do ano. Tinha uma média de 8 e pouco nas matérias teóricas e 9 redondo nas práticas. O verão estava chegando, o mês estava terminando e nos deram os cronogramas das guardas no litoral. Como sabia que minhas amigas iam passar o mês de janeiro inteiro em San Bernardo, e como de acordo com minha média podia escolher a cidade, imaginem qual foi o resultado.
Fazíamos guardas de 12h direto em grupos de quatro no mesmo posto. Éramos dois homens e duas mulheres. O trabalho era bem estressante por volta do meio-dia e ia até umas 7 da tarde, hora do dia em que começava a encher de pivetada e as famílias iam abandonando a praia aos poucos. Além de ficar de olho no que acontecia na água, tinha que ver se quem bebia álcool não ficava tão louco a ponto de passar mal ou partir pra briga. O legal de tudo era que podíamos pegar um bronze, curtir o mar e os homens e mulheres que estavam na praia, que eram um espetáculo à parte de tão gostosos.
Uma das noites que tive livre, me juntei no apartamento das minhas amigas e levei a Paola, minha colega de trabalho, pra que se juntasse com a gente e não ficasse sozinha. Nem ela nem eu trabalhávamos na manhã seguinte, mas sim depois do meio-dia. Como queríamos sair e ser nós mesmas, em vez de sair por San Bernardo, nos dividimos em dois carros e fomos pra Villa Gesell. Jantamos na casa do Esteban, "a putinha" do grupo, fizemos a prévia e depois fomos pro Pueblo Limite. Esteban já tinha ficado, pelo menos uma vez com todas as minas do grupo, por isso a gente chamava ele de putão, porque quando alguma tava precisada, ele comia e ficava felizão. Assim que chegamos, ele cumprimentou todas e, me agarrando pelas mãos e me olhando, disse que eu tava lindíssima. Antes de me soltar, deu aquela olhada no meu bumbum, como sempre fazia.
Comemos um churrasco da hora feito pelas mãos do Esteban, que era um cozinheiro filho da puta: moelinhas no limão, churrasquinho de miúdos, rins com alho e salsinha (meus preferidos), picanha, costela, morzi e linguiça rolando, provolone, bondiola... e não sei mais quantas coisas... mas comemos até estourar, e olha que éramos um monte. Depois começou a festa, a música no talo naquela casa enorme que ele tinha longe do centro, com piscina, jacuzzi... Esteban tava nadando na grana. E bebida, tudo que você imaginar (se for listar, preciso de 3 histórias). A Paola chega perto de mim e fala:
- Mana, qual é a dessa parada toda?
- Qual das coisas dessa "parada toda"?! kkkkkkk - Contei de onde conhecia ele, há quanto tempo, falei que tinha transado várias vezes quando éramos mais novos, mas eu fazia pelo menos um ano e meio que não ficava com ele...
- E como é que tá o gatinho?
- Gatinho? Se você disser que acha que ele é novinho, ele casa com você. O Esteban tem 30 anos e na época era bom, mas eu era bem inocente e não pude aproveitar direito.
- Me dá uma força, faz 6 meses que ninguém me dá atenção...
- 6 MESES!!! COMO ASSIM 6 MESES?
- Cala a boca, mana, se continuar assim meu hímen vai crescer de novo
A espontaneidade dela me fez explodir de rir. Enquanto a gente bebia, comecei a prestar atenção nela e não entendia como ela podia ficar tanto tempo sem dar pelo menos uma trepada. Era uma moça jovem de altura normal, quase como eu, morena clara e com uns olhos lindos, verdes claros. De corpo era uma bomba, tinha feito cirurgia pra reduzir os seios porque tinha demais, e pelo que vi nas fotos era de família. Tinha as costas um pouco largas, mas era O ideal para manter o peso dos peitos e não ficar corcunda, e a bunda era normal, típica de uma gatinha que treina natação. Era bem sensual, principalmente quando dançava com Keila, uma das minhas amigas. Keila era a baixinha bunduda segundo os caras, era baixinha, quase não tinha peito, mas tinha uma raba que rachava o chão. Enquanto via elas dançando, e com o álcool que já tinha bebido, não vou mentir, mas fiquei um pouco excitado. Tão absorto naquele atrito de corpos que nem percebi a aproximação do Esteban atrás de mim, que sem me tocar em um fio de cabelo se aproximou e sussurrou no meu ouvido.Há quanto tempo não te vejo, gostosa- É isso aí, um ano?1 ano e 8 meses- Já tá igual presidiário, contando os diasNão te ver é uma tortura, já estava com saudades. E preciso dizer, mas você está muito, mas muito mais gostosa do que da última vez que nos vimos.Naquele momento, ele tinha as mãos na minha cintura e, aos poucos, sem que eu percebesse, tinha se colado em mim. Com as mãos, acariciava meu abdômen, introduzindo delicadamente um dedo por baixo do elástico da saia solta que eu estava usando. Ele sabia que aquele movimento e aquela zona eram minha fraqueza, mas eu tentava com todas as forças manter a coerência nos meus atos.Algumas coisas mudam, mas outras continuam iguais.- Você tá olhando muito Matrix, heinSome things never change, hahahaha. I got a new car, come check it out.- Já vi na entrada, cor muito bonita e sei quais são suas intenções. Mas por enquanto, te garanto que conheço esse carro, já estive nele ano passado.Pelo visto você não perdeu tempo- Nunca perco tempo, você me conhece.
Tentei me soltar dele como pude e fui dançar com as meninas. Ufff, que calor que tava ou me parecia. Entre Keila e Pao deixamos mais de um de pau duro, principalmente com o golpe final do chupão que Keila me deu do nada. Minha vida, você tinha que ver a cara de todos os homens e os volumes, estavam todos duros. Mas com tanta cerveja uma tem que ir ao banheiro, então por mais que não quisesse, fui direto pro banheiro. Quando terminei abri a porta pra ir embora, mas pra minha surpresa tinha o Esteban bloqueando a saída. Ele entrou e fechou a porta atrás de si. A festa ia começar!
- Me deixa sair, por favor?Depois que eu te foder, se quiser pode ir embora.- Não vamos transar, nenémvocê não, mas eu vou te comer...Adoro bancar a durona e fazer ele me desejar. Mas as bolhas estavam fazendo efeito e eu me entreguei. Me aproximei dele e o beijei na boca, e ele respondeu com um beijo possessivo. Queria me tocar, mas eu tirava as mãos dele. Eu tenho o controle e eu decido o que fazer. Desviei a boca para que ele comesse meu pescoço e ele entendeu na hora, saboreou cada centímetro do meu pescoço, impregnou-se do meu perfume, deu mordidas alternando entre o pescoço e o ombro. Com uma das mãos acariciava seu cabelo e com a outra o peito e o abdômen tão definido que ele tinha desenvolvido ultimamente. Ele tentou me tocar de novo, mas não deixei. Tirei a camisa branca justa dele e saboreei com os olhos aqueles abdomens marcados. Encostei ele na bancada do banheiro e percorri com um dedo todo o abdômen dele até enfiá-lo debaixo do cinto. Arranquei o cinto de uma vez e deixei em cima da bancada. Desabotoei os três botões do jeans e desci ele junto com a cueca. O pau dele saiu como uma mola contra meu rosto. Segurei com as mãos, comecei a usá-lo para acariciar meu rosto, lambia as bolas e podia ver como toda a pica dura em cima do meu rosto chegava até a testa. Venosa e grossa, não longa mas normal. A essa altura eu estava molhada como um pêssego. Acariciei com a língua a cabeça e a enfiei devagar na minha boca, agarrei as bolas e ele deu um salto, sei que ele gosta do contato frio da minha mão com as bolas. Tirei um pouco da boca e cuspi nele, depois enfiei tudo de novo na boca, entrava e saía várias vezes e cada vez tentava deixar muito mais molhado que antes. Enquanto chupava, olhava nos olhos dele e em seu rosto pude ver prazer extremo. Chupando a cabeça, aquela zona sensível do pau do homem, com um monte de terminações nervosas, geravam contrações no abdômen e ele soltava gemidos... os gemidos masculinos inconscientes são excitantes. Parei de chupar e ainda segurando ele, tirei ele da bancada, deixando-o em o outro extremo. Me apoiei meio sentada na bancada e enquanto olhava pra ele, acariciava meus peitos por cima da roupa e molhava meus lábios com a língua, fazia uma cara de puta e isso fazia o pau dele latejar e balançar de cima pra baixo.
Procedi a tirar a regata e meus peitos ficaram à mostra (não costumo usar sutiã). Peguei o peito esquerdo e aproximei da boca, com minha língua rocei o mamilo e automaticamente senti como uma gota de umidade escapava da minha calcinha e descia pelas minhas coxas. Virei de costas pra ele e tirei devagarzinho a saia e a calcinha ao mesmo tempo. Através do espelho podia ver a cara de excitação dele e como seus olhos percorriam meus movimentos. Separei as pernas, me apoiei bem na bancada e ordenei com a voz doce carregada de excitação:
- Me faz toda sua, filho da puta. Sou toda sua...
Ele não esperou um segundo. Se ajoelhou e minha bunda ficou à mercê dele. Abriu as nádegas e passou a língua afiada desde minha buceta até o cuzinho. Que prazer, meu Deus! Ele tinha uma máquina de dar orgasmos na língua. Direcionou a língua pro buraquinho da minha bunda e dava chupadinhas constantes e batidinhas com a língua enquanto já tinha metido dois dedos na minha buceta. Tirava e metia freneticamente e eu gemia, gemia como louca, gemia como puta. Os lábios da minha buceta estavam abertos, podia sentir tudo no meu corpo, enquanto ele introduzia um pouquinho a linguinha no meu cu e me fazia delirar. Mordiscando uma nádega e depois a outra. Eu não aguentava mais.
- Me come, gato, me come agora
Ele não se fez de rogado, cuspiu na mão e lubrificou o pau, desnecessário pela umidade da minha buceta. Separou os lábios dela e de uma empurrada meteu até o fundo, meus peitos balançaram mas antes que voltassem ao lugar ele já os tinha nas mãos, apertando, torcendo meus mamilos. Tinha deixado o pau na metade do caminho. Eu queria mais, movia meus quadris pra frente e pra trás, de novo e de novo, sentindo aquela pica venosa entrando e saindo. Pela posição, meu clitóris roçava no mármor da bancada e me arrepiava toda. Não demorei muito para ter um orgasmo e outro, e mais outro enquanto ele pegava o ritmo das enfiadas profundas, fazendo sua pica bater no fundo e arrancando gemidos de mim. Entrava em um orgasmo atrás do outro, contínuos, como as penetrações do Esteban. Suávamos, gotas de suor escorriam pelos nossos corpos e se misturavam com meus fluidos que escorriam da minha buceta.
Naquele momento já estávamos há um bom tempo na mesma posição. Ele puxa a pica completamente pra fora e me vira, me obriga a sentar em cima da mesa e abaixa a boca até minha buceta, gozei duas vezes e ele não perdeu uma única delas, saboreou todas, degustou como um sommelier. Voltou a enfiar e minhas pernas foram parar nos seus antebraços, ele me fodeu freneticamente. O simples balançar dos meus peitos me excitou e eu gozei de novo, acompanhada de outro gemido.
– Me dá no cu, me fode na bunda do jeito que você gosta...
Esteban puxou a pica completamente pra fora e enfiou de uma vez. Me fez delirar. Apoiou a cabeça no buraco do meu cu e como se tivesse um reconhecimento carnal, ele se dilatou pra dar passagem. A forma da pica dele é incrível, engrossa no meio e depois volta ao normal. Enfiou a cabeça e metade da pica, devagar, curtindo o momento. Depois fez um pouco de pressão e meteu o resto. Não consigo explicar o que senti naquele momento, só posso dizer que gozei de novo. Ele deixou um momento lá dentro, parada, só sentia meu cu se moldando àquele pedaço de carne que pulsava dentro de mim. Ele acariciava meu clitóris e eu apertava meus peitos. Mordi o lábio deixando escapar outro orgasmo, só o toque ou a roçada no meu clitóris me fazia gozar. Ele foi tirando aos poucos e metendo de novo. Uma vez acostumado meu cu à falta daquela pica dentro dele, voltou a acelerar as enfiadas, de novo e de novo, até aumentar a intensidade. Obligou a... Levar a bunda para ter uma penetração muito mais profunda na minha raba.
Nossos gemidos estavam sincronizados. Não precisava de palavras para incentivar, já que a tesão era evidente, os gemidos eram interrompidos quando eu gritava por mais um e outro orgasmo, dois consecutivos, molhei o abdômen dele com meu gozo e enquanto ele continuava me comendo a bunda como um possesso, juntei meu gozo, saboreei e dei um pouco para ele. Dava para ver, dava para ver que ele não aguentava mais e eu também não. Ele saiu de mim, levantou a mão e a desceu duas vezes e gozou nos meus peitos e um pouco no pescoço. Ele se sentou no vaso para descansar, por minha parte, juntei o gozo dos meus peitos e levei à boca, estava grosso mas quase doce, yummy. Desci da bancada e entrei no chuveiro, e ali mesmo enquanto via Esteban cair no sono, me toquei, me toquei de novo...
Em dezembro do mesmo ano, recebi as notas do curso de guarda-vidas que vinha fazendo desde o começo do ano. Tinha uma média de 8 e pouco nas matérias teóricas e 9 redondo nas práticas. O verão estava chegando, o mês estava terminando e nos deram os cronogramas das guardas no litoral. Como sabia que minhas amigas iam passar o mês de janeiro inteiro em San Bernardo, e como de acordo com minha média podia escolher a cidade, imaginem qual foi o resultado.
Fazíamos guardas de 12h direto em grupos de quatro no mesmo posto. Éramos dois homens e duas mulheres. O trabalho era bem estressante por volta do meio-dia e ia até umas 7 da tarde, hora do dia em que começava a encher de pivetada e as famílias iam abandonando a praia aos poucos. Além de ficar de olho no que acontecia na água, tinha que ver se quem bebia álcool não ficava tão louco a ponto de passar mal ou partir pra briga. O legal de tudo era que podíamos pegar um bronze, curtir o mar e os homens e mulheres que estavam na praia, que eram um espetáculo à parte de tão gostosos.
Uma das noites que tive livre, me juntei no apartamento das minhas amigas e levei a Paola, minha colega de trabalho, pra que se juntasse com a gente e não ficasse sozinha. Nem ela nem eu trabalhávamos na manhã seguinte, mas sim depois do meio-dia. Como queríamos sair e ser nós mesmas, em vez de sair por San Bernardo, nos dividimos em dois carros e fomos pra Villa Gesell. Jantamos na casa do Esteban, "a putinha" do grupo, fizemos a prévia e depois fomos pro Pueblo Limite. Esteban já tinha ficado, pelo menos uma vez com todas as minas do grupo, por isso a gente chamava ele de putão, porque quando alguma tava precisada, ele comia e ficava felizão. Assim que chegamos, ele cumprimentou todas e, me agarrando pelas mãos e me olhando, disse que eu tava lindíssima. Antes de me soltar, deu aquela olhada no meu bumbum, como sempre fazia.
Comemos um churrasco da hora feito pelas mãos do Esteban, que era um cozinheiro filho da puta: moelinhas no limão, churrasquinho de miúdos, rins com alho e salsinha (meus preferidos), picanha, costela, morzi e linguiça rolando, provolone, bondiola... e não sei mais quantas coisas... mas comemos até estourar, e olha que éramos um monte. Depois começou a festa, a música no talo naquela casa enorme que ele tinha longe do centro, com piscina, jacuzzi... Esteban tava nadando na grana. E bebida, tudo que você imaginar (se for listar, preciso de 3 histórias). A Paola chega perto de mim e fala:
- Mana, qual é a dessa parada toda?
- Qual das coisas dessa "parada toda"?! kkkkkkk - Contei de onde conhecia ele, há quanto tempo, falei que tinha transado várias vezes quando éramos mais novos, mas eu fazia pelo menos um ano e meio que não ficava com ele...
- E como é que tá o gatinho?
- Gatinho? Se você disser que acha que ele é novinho, ele casa com você. O Esteban tem 30 anos e na época era bom, mas eu era bem inocente e não pude aproveitar direito.
- Me dá uma força, faz 6 meses que ninguém me dá atenção...
- 6 MESES!!! COMO ASSIM 6 MESES?
- Cala a boca, mana, se continuar assim meu hímen vai crescer de novo
A espontaneidade dela me fez explodir de rir. Enquanto a gente bebia, comecei a prestar atenção nela e não entendia como ela podia ficar tanto tempo sem dar pelo menos uma trepada. Era uma moça jovem de altura normal, quase como eu, morena clara e com uns olhos lindos, verdes claros. De corpo era uma bomba, tinha feito cirurgia pra reduzir os seios porque tinha demais, e pelo que vi nas fotos era de família. Tinha as costas um pouco largas, mas era O ideal para manter o peso dos peitos e não ficar corcunda, e a bunda era normal, típica de uma gatinha que treina natação. Era bem sensual, principalmente quando dançava com Keila, uma das minhas amigas. Keila era a baixinha bunduda segundo os caras, era baixinha, quase não tinha peito, mas tinha uma raba que rachava o chão. Enquanto via elas dançando, e com o álcool que já tinha bebido, não vou mentir, mas fiquei um pouco excitado. Tão absorto naquele atrito de corpos que nem percebi a aproximação do Esteban atrás de mim, que sem me tocar em um fio de cabelo se aproximou e sussurrou no meu ouvido.Há quanto tempo não te vejo, gostosa- É isso aí, um ano?1 ano e 8 meses- Já tá igual presidiário, contando os diasNão te ver é uma tortura, já estava com saudades. E preciso dizer, mas você está muito, mas muito mais gostosa do que da última vez que nos vimos.Naquele momento, ele tinha as mãos na minha cintura e, aos poucos, sem que eu percebesse, tinha se colado em mim. Com as mãos, acariciava meu abdômen, introduzindo delicadamente um dedo por baixo do elástico da saia solta que eu estava usando. Ele sabia que aquele movimento e aquela zona eram minha fraqueza, mas eu tentava com todas as forças manter a coerência nos meus atos.Algumas coisas mudam, mas outras continuam iguais.- Você tá olhando muito Matrix, heinSome things never change, hahahaha. I got a new car, come check it out.- Já vi na entrada, cor muito bonita e sei quais são suas intenções. Mas por enquanto, te garanto que conheço esse carro, já estive nele ano passado.Pelo visto você não perdeu tempo- Nunca perco tempo, você me conhece.
Tentei me soltar dele como pude e fui dançar com as meninas. Ufff, que calor que tava ou me parecia. Entre Keila e Pao deixamos mais de um de pau duro, principalmente com o golpe final do chupão que Keila me deu do nada. Minha vida, você tinha que ver a cara de todos os homens e os volumes, estavam todos duros. Mas com tanta cerveja uma tem que ir ao banheiro, então por mais que não quisesse, fui direto pro banheiro. Quando terminei abri a porta pra ir embora, mas pra minha surpresa tinha o Esteban bloqueando a saída. Ele entrou e fechou a porta atrás de si. A festa ia começar!
- Me deixa sair, por favor?Depois que eu te foder, se quiser pode ir embora.- Não vamos transar, nenémvocê não, mas eu vou te comer...Adoro bancar a durona e fazer ele me desejar. Mas as bolhas estavam fazendo efeito e eu me entreguei. Me aproximei dele e o beijei na boca, e ele respondeu com um beijo possessivo. Queria me tocar, mas eu tirava as mãos dele. Eu tenho o controle e eu decido o que fazer. Desviei a boca para que ele comesse meu pescoço e ele entendeu na hora, saboreou cada centímetro do meu pescoço, impregnou-se do meu perfume, deu mordidas alternando entre o pescoço e o ombro. Com uma das mãos acariciava seu cabelo e com a outra o peito e o abdômen tão definido que ele tinha desenvolvido ultimamente. Ele tentou me tocar de novo, mas não deixei. Tirei a camisa branca justa dele e saboreei com os olhos aqueles abdomens marcados. Encostei ele na bancada do banheiro e percorri com um dedo todo o abdômen dele até enfiá-lo debaixo do cinto. Arranquei o cinto de uma vez e deixei em cima da bancada. Desabotoei os três botões do jeans e desci ele junto com a cueca. O pau dele saiu como uma mola contra meu rosto. Segurei com as mãos, comecei a usá-lo para acariciar meu rosto, lambia as bolas e podia ver como toda a pica dura em cima do meu rosto chegava até a testa. Venosa e grossa, não longa mas normal. A essa altura eu estava molhada como um pêssego. Acariciei com a língua a cabeça e a enfiei devagar na minha boca, agarrei as bolas e ele deu um salto, sei que ele gosta do contato frio da minha mão com as bolas. Tirei um pouco da boca e cuspi nele, depois enfiei tudo de novo na boca, entrava e saía várias vezes e cada vez tentava deixar muito mais molhado que antes. Enquanto chupava, olhava nos olhos dele e em seu rosto pude ver prazer extremo. Chupando a cabeça, aquela zona sensível do pau do homem, com um monte de terminações nervosas, geravam contrações no abdômen e ele soltava gemidos... os gemidos masculinos inconscientes são excitantes. Parei de chupar e ainda segurando ele, tirei ele da bancada, deixando-o em o outro extremo. Me apoiei meio sentada na bancada e enquanto olhava pra ele, acariciava meus peitos por cima da roupa e molhava meus lábios com a língua, fazia uma cara de puta e isso fazia o pau dele latejar e balançar de cima pra baixo.
Procedi a tirar a regata e meus peitos ficaram à mostra (não costumo usar sutiã). Peguei o peito esquerdo e aproximei da boca, com minha língua rocei o mamilo e automaticamente senti como uma gota de umidade escapava da minha calcinha e descia pelas minhas coxas. Virei de costas pra ele e tirei devagarzinho a saia e a calcinha ao mesmo tempo. Através do espelho podia ver a cara de excitação dele e como seus olhos percorriam meus movimentos. Separei as pernas, me apoiei bem na bancada e ordenei com a voz doce carregada de excitação:
- Me faz toda sua, filho da puta. Sou toda sua...
Ele não esperou um segundo. Se ajoelhou e minha bunda ficou à mercê dele. Abriu as nádegas e passou a língua afiada desde minha buceta até o cuzinho. Que prazer, meu Deus! Ele tinha uma máquina de dar orgasmos na língua. Direcionou a língua pro buraquinho da minha bunda e dava chupadinhas constantes e batidinhas com a língua enquanto já tinha metido dois dedos na minha buceta. Tirava e metia freneticamente e eu gemia, gemia como louca, gemia como puta. Os lábios da minha buceta estavam abertos, podia sentir tudo no meu corpo, enquanto ele introduzia um pouquinho a linguinha no meu cu e me fazia delirar. Mordiscando uma nádega e depois a outra. Eu não aguentava mais.
- Me come, gato, me come agora
Ele não se fez de rogado, cuspiu na mão e lubrificou o pau, desnecessário pela umidade da minha buceta. Separou os lábios dela e de uma empurrada meteu até o fundo, meus peitos balançaram mas antes que voltassem ao lugar ele já os tinha nas mãos, apertando, torcendo meus mamilos. Tinha deixado o pau na metade do caminho. Eu queria mais, movia meus quadris pra frente e pra trás, de novo e de novo, sentindo aquela pica venosa entrando e saindo. Pela posição, meu clitóris roçava no mármor da bancada e me arrepiava toda. Não demorei muito para ter um orgasmo e outro, e mais outro enquanto ele pegava o ritmo das enfiadas profundas, fazendo sua pica bater no fundo e arrancando gemidos de mim. Entrava em um orgasmo atrás do outro, contínuos, como as penetrações do Esteban. Suávamos, gotas de suor escorriam pelos nossos corpos e se misturavam com meus fluidos que escorriam da minha buceta.
Naquele momento já estávamos há um bom tempo na mesma posição. Ele puxa a pica completamente pra fora e me vira, me obriga a sentar em cima da mesa e abaixa a boca até minha buceta, gozei duas vezes e ele não perdeu uma única delas, saboreou todas, degustou como um sommelier. Voltou a enfiar e minhas pernas foram parar nos seus antebraços, ele me fodeu freneticamente. O simples balançar dos meus peitos me excitou e eu gozei de novo, acompanhada de outro gemido.
– Me dá no cu, me fode na bunda do jeito que você gosta...
Esteban puxou a pica completamente pra fora e enfiou de uma vez. Me fez delirar. Apoiou a cabeça no buraco do meu cu e como se tivesse um reconhecimento carnal, ele se dilatou pra dar passagem. A forma da pica dele é incrível, engrossa no meio e depois volta ao normal. Enfiou a cabeça e metade da pica, devagar, curtindo o momento. Depois fez um pouco de pressão e meteu o resto. Não consigo explicar o que senti naquele momento, só posso dizer que gozei de novo. Ele deixou um momento lá dentro, parada, só sentia meu cu se moldando àquele pedaço de carne que pulsava dentro de mim. Ele acariciava meu clitóris e eu apertava meus peitos. Mordi o lábio deixando escapar outro orgasmo, só o toque ou a roçada no meu clitóris me fazia gozar. Ele foi tirando aos poucos e metendo de novo. Uma vez acostumado meu cu à falta daquela pica dentro dele, voltou a acelerar as enfiadas, de novo e de novo, até aumentar a intensidade. Obligou a... Levar a bunda para ter uma penetração muito mais profunda na minha raba.
Nossos gemidos estavam sincronizados. Não precisava de palavras para incentivar, já que a tesão era evidente, os gemidos eram interrompidos quando eu gritava por mais um e outro orgasmo, dois consecutivos, molhei o abdômen dele com meu gozo e enquanto ele continuava me comendo a bunda como um possesso, juntei meu gozo, saboreei e dei um pouco para ele. Dava para ver, dava para ver que ele não aguentava mais e eu também não. Ele saiu de mim, levantou a mão e a desceu duas vezes e gozou nos meus peitos e um pouco no pescoço. Ele se sentou no vaso para descansar, por minha parte, juntei o gozo dos meus peitos e levei à boca, estava grosso mas quase doce, yummy. Desci da bancada e entrei no chuveiro, e ali mesmo enquanto via Esteban cair no sono, me toquei, me toquei de novo...
10 comentários - Curso de Guardavidas - Esteban
No puedo pensar ahora mismo, creo que ya sabes por que, jajajaja. favoritos, reco, puntos....
Muy bien contado y super caliente !
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamohttp://i.imgbox.com/8pds403os cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!