Retomo a série Caminhando pelo Lado Selvagem

O DISSIDENTE
Com os manos, a gente jogava uns rachas fudidos no beco em frente a um casarão abandonado que arrepiava os cabelos e fascinava a gente ao mesmo tempo. Sempre fazia plano pra invadir, sempre se enganava falando que já tinha entrado, essas paradas de moleque, até que uma tarde a bola caiu do outro lado do portão de ferro da casa. Como ninguém tinha coragem de ir, mandamos o Gero (um mano com um leve atraso, que a gente submetia a um monte de maldade de criança), dizendo que se ele não fosse, nunca mais deixaria ele jogar com a gente. O negócio é que o Gero pulou o portão e, como não achava a bola, gritou que uma janela tava aberta e que a bola devia ter caído lá dentro... Só que o tempo foi passando e, como ele não saía, a gente começou a gritar por ele. Com a bagunça, a mãe do gordo Tito apareceu, preocupada, e foi buscar o policial do banco a duas quadras. Bem na hora que eles estavam chegando, o Gero apareceu com a bola, os olhos vermelhos como se tivesse chorado. E ainda levou uma bronca do tira... A mãe do Tito percebeu que tinha algo errado, abraçou ele e perguntou o que ele tinha feito lá dentro, mas o Gero se soltou e, falando "nada, nada", foi pra casa dele e nunca mais voltou a jogar com a gente.
Com o tempo, os rachas viraram cerveja e baseado no beco. De noite, o casarão continuava exercendo sobre a gente um poder que lembrava que a gente não era tão foda quanto se achava nas rodinhas. O Gero foi embora do bairro, e a lembrança dele (agora que a gente conseguia entender) deixava a gente muito sem graça.
Uma noite, o Tito chegou com a história de que a casa não tava vazia, que o pai dele (que é padeiro) comentou que viu alguém entrando lá de madrugada. A gente começou a olhar pra casa e, ao mesmo tempo, todo mundo gritou porque viu uma cara pálida que apareceu por um segundo na janela do primeiro andar.
- A gente viajou demais, mano - o Matu jogou o baseado no chão e pisoteou.
- Para de ser burro, todo mundo viu! - o gordo falou com cara de susto.
- Mano, já é. Tamos grandinhos, né? Vamo ver que merda tem aí dentro — Fede peita
— Nem fudendo — os gêmeos falam em coro
— Eu vou — me ouço dizer, sem nem acreditar direito
— Os otários que vazem, o resto vai.
— E se a gente esperar e fizer de dia?
— Mariquinha — fala Fede, já atravessando a rua, eu fui atrás com Carlitos, os outros olhavam bestificados.
Pulamos o portão iluminados pela luz do meu celular, vimos a janela aberta e entramos, lá dentro tava limpo demais pra ser abandonado
— Aqui mora alguém — entramos na sala, na mesa dois pratos sujos…
— Oi, tem alguém? — grito Fede
Atrás da gente, levantou, dando o susto da nossa vida, uma gostosa enrolada num cobertor
— Vocês quem caralhos são? — perguntou enquanto tampava com a mão a luz do celular.
— Não se assusta, somos do bairro e como a casa tá abandonada há anos, quando vimos movimento entramos pra ver.
Algo se mexeu na escuridão e veio pra cima da gente, era outra gostosa com uma faca na mão
— Que merda vocês querem? — gritou enquanto ameaçava com a faca
— Para, burra, são caras, abaixa a faca, quer! — a ordem soou sem apelação — Sou Carla, ela é Sofi, acende uma vela…
Quando a vela iluminou elas, a luz fraca revelou que eram lindas, deviam ter 27 ou 30 anos, Carla alta, cabelo curto preto, olhos castanhos e um olhar muito intenso, Sofia ruiva de cachos, gordinha e com uns peitos hipnóticos.
— Que que uns otários grandinhos tão fazendo brincando de caça-fantasma? — fala Carla rindo
— E vocês querem o quê? Essa é nossa casa mal-assombrada, não dividimos! Vocês são de onde?
— Da província — Sofi olhou pra Carla e baixou o olhar
— De que província? — pergunta Carlitos, sempre atrapalhado
— Olha, vamos ficar uns dias só, precisamos parar aqui — Carla toma as rédeas da conversa.
— Com certeza tão fugindo da polícia — sussurra Carlitos pra mim, achando que não se ouvia
— Não, cara, tamo fugindo de uma seita que comeu nossa cabeça Durante dois anos... Sê sincera. Carla e Sofi olharam estranho pra ela (não sei se porque resolveu contar ou se acabou de inventar). Elas nos mantinham trancadas e nos usavam como escravas sexuais.
— E por que vocês não denunciam pra polícia? — perguntei, achando que estavam tirando onda com a gente.
— Porque obviamente tem policial envolvido, dos círculos mais altos — disse Carla, e o olhar dela à luz das velas me fez acreditar.
— E por que aqui? Entraram na primeira casa abandonada que viram? — agora era o Fede, descrente.
— Não, não. Essa casa tem um feitiço de proteção... Aqui morou um dissidente da ordem durante anos e eles não conseguiram descobrir.
— Ahã, e vocês acharam ele pesquisando no Google — ironizou Fede.
— Olha, é complicado. Todo mundo que ficou muito tempo na ordem está conectado. O dissidente nos deu a chance de nos escondermos aqui...
— Ele tá aqui agora?
— Não de forma material.
— Ah, bom! Tá me tirando pra p... — Fede não conseguiu terminar a frase. Carla fez um gesto estranho com a mão, e Fede arregalou os olhos com uma expressão de pavor, depois ficou de cabeça baixa, soluçando.
— O que você fez com ele, filha da puta? — Carlitos se adiantou pra bater nela, e de novo o gesto o deixou fora da realidade... Entendi, apavorado, que não podia enfrentar pela força.
— Para, Carla, para. Vejo que esse negócio da ordem é sério e nos supera. Deixa a gente ir, prometo não abrir a boca...
— Antes preciso da ajuda de vocês pra juntar forças — algo no tom da voz dela era ameaçador.
— Que tipo de ajuda?
— Um ritual. Fica tranquilo, não preciso de sangue — disse, e olhou pra Sofi, que sorriu.
— Beleza, do que você precisa? Arranjo pra você e nos deixa ir!
— Sêmen.
— O quê?
— Sêmen, porra, gozo, como vocês chamam — ela me olhou como se tivesse pedindo meio quilo de pão e eu não entendesse.
— Quer que eu bata uma na sua frente?
— Não vai precisar. Sofi, parte pra sua — ordenou —. Você vem comigo. Olha pra ela, é uma expert.
Sofi se juntou aos caras que continuavam como zumbis, baixou as calças deles e começou a acariciar o pau deles enquanto se despia. Era uma mina realmente gostosa, cheia de sardas, bem carnuda e uns peitos que me deixaram duro na hora, Carla me olhou e sacou que eu já tava no osso
— cê gostou, né? fica tranquilo, tudo chega — eu não consegui segurar o olhar, ela me intimidava pra caralho
Sofi ajoelhou na frente dos caras e começou a alternar chupada e punheta em cada um, a situação era muito bizarra, uma gostosa chupando a pica deles e eles nem ligavam, comecei a ouvir uma música sussurrada, não vinha da Carla, então deduzi que a putinha tava cantarolando enquanto chupava pica, quando deixou eles bem duros, colocou os dois de frente e, se abaixando, enfiou a do Fede enquanto chupava a do Carlitos
— agora? — perguntou Carla, e com o sinal positivo da Sofi começou a falar umas paradas numa língua estranha e fazer gestos com as mãos, os caras pareceram acordar e começou uma dança frenética de penetração, a ruiva bufava entre as estocadas de pica que enchiam ela… eu tava com uma ereção impossível de esconder, Carla parou atrás de mim e me tocou por cima da calça, tentei me virar mas ela não deixou
— não me olha, garoto, olha pra ela — tirou minha pica da calça e começou a me punhetar bem devagar
Sofi era sacudida pelas estocadas e engasgava com a pica do Carlitos, tirou da boca e, olhando por cima do meu ombro, mostrou a língua de um jeito incrivelmente pervertido, na minha orelha senti a língua da Carla… elas se beijavam à distância, mas de um jeito malvado, não consigo explicar direito, a língua da ruiva de repente se enrolou na pica igual uma cobra e, com um movimento incrível, fez meu amigo gozar pra caralho, mas muito mesmo, que ela guardou na boca, pelo visto o Fede também gozou e encheu a pussy dela, Sofi se aproximou de quatro, os caras caíram no chão e ela, sempre olhando pra amiga, engoliu minha pica até a base, Carla por trás empurrava a cabeça dela pra entrar toda, a língua fazia movimentos impossíveis — Enche ela — me ordena e eu gozo litros, me sinto convulsiono e caio no chão, sentindo que tão secando minhas bolas…
Quando me recupero, vejo que a Carla tá lambendo e engolindo nosso esperma da buceta da Sofi, que tá resfolegando de olho virado. As duas tão em transe, brilhando, o ar ficou pesado. Tento me levantar pra fugir, mas tô muito fraco.
— Quietinho, lindo, isso ainda não acabou — a Carla falou, me encarando (passaram pela minha mente imagens de cobras hipnotizando as futuras vítimas). A Sofia tirou a roupa dela. Quando chegou do meu lado, ajoelhou na minha cara e me obrigou a chupar a buceta dela. Se divertiu um tempão me afogando entre os lábios dela. Quando senti que tavam chupando minha pica, pensei que era a ruiva, mas vejo ela passando, desenhando alguma coisa no chão…
—Você chegou… sempre chega na hora da diversão, né? — Carla sai de cima de mim e eu não consigo ver ninguém chupando, mas sinto. Ela me olha sorrindo — te apresento nosso benfeitor, parece que tá com fome hoje — diz acariciando o ar, que vai se turvando e se moldando num homem. Ela manda eu ficar de pé e obriga a Sofia a lamber meu cu. Entre as duas sensações, eu ficava tonto e perdia o equilíbrio, mas ela me segurava pelo cabelo pra eu não cair… Num instante, ela chuta a ruiva pra longe e enfia um dedo no meu cu, me fazendo soltar uma baita porrada de esperma. E a cada gozada que eu dava, a criatura que me chupava ia se materializando mais… Não sei se descrevo como homem ou mulher, uma criatura linda, de um jeito andrógino, que sorria enquanto engolia meu leite…
Apaguei, mas tenho lembranças em flashes: ver os três numa orgia, o dissidente comendo elas com um pauzão enorme, e também ver Carla e a criatura destruírem o corpo da Sofi e beberem o sangue dela enquanto riam e se masturbavam…
Acordei num hospital, com o pulso algemado na maca. Os policiais não acreditam que eu tenho 19 anos (pareço um coroa de quarenta) e tô sendo acusado de três assassinatos.



O DISSIDENTE
Com os manos, a gente jogava uns rachas fudidos no beco em frente a um casarão abandonado que arrepiava os cabelos e fascinava a gente ao mesmo tempo. Sempre fazia plano pra invadir, sempre se enganava falando que já tinha entrado, essas paradas de moleque, até que uma tarde a bola caiu do outro lado do portão de ferro da casa. Como ninguém tinha coragem de ir, mandamos o Gero (um mano com um leve atraso, que a gente submetia a um monte de maldade de criança), dizendo que se ele não fosse, nunca mais deixaria ele jogar com a gente. O negócio é que o Gero pulou o portão e, como não achava a bola, gritou que uma janela tava aberta e que a bola devia ter caído lá dentro... Só que o tempo foi passando e, como ele não saía, a gente começou a gritar por ele. Com a bagunça, a mãe do gordo Tito apareceu, preocupada, e foi buscar o policial do banco a duas quadras. Bem na hora que eles estavam chegando, o Gero apareceu com a bola, os olhos vermelhos como se tivesse chorado. E ainda levou uma bronca do tira... A mãe do Tito percebeu que tinha algo errado, abraçou ele e perguntou o que ele tinha feito lá dentro, mas o Gero se soltou e, falando "nada, nada", foi pra casa dele e nunca mais voltou a jogar com a gente.
Com o tempo, os rachas viraram cerveja e baseado no beco. De noite, o casarão continuava exercendo sobre a gente um poder que lembrava que a gente não era tão foda quanto se achava nas rodinhas. O Gero foi embora do bairro, e a lembrança dele (agora que a gente conseguia entender) deixava a gente muito sem graça.
Uma noite, o Tito chegou com a história de que a casa não tava vazia, que o pai dele (que é padeiro) comentou que viu alguém entrando lá de madrugada. A gente começou a olhar pra casa e, ao mesmo tempo, todo mundo gritou porque viu uma cara pálida que apareceu por um segundo na janela do primeiro andar.
- A gente viajou demais, mano - o Matu jogou o baseado no chão e pisoteou.
- Para de ser burro, todo mundo viu! - o gordo falou com cara de susto.
- Mano, já é. Tamos grandinhos, né? Vamo ver que merda tem aí dentro — Fede peita
— Nem fudendo — os gêmeos falam em coro
— Eu vou — me ouço dizer, sem nem acreditar direito
— Os otários que vazem, o resto vai.
— E se a gente esperar e fizer de dia?
— Mariquinha — fala Fede, já atravessando a rua, eu fui atrás com Carlitos, os outros olhavam bestificados.
Pulamos o portão iluminados pela luz do meu celular, vimos a janela aberta e entramos, lá dentro tava limpo demais pra ser abandonado
— Aqui mora alguém — entramos na sala, na mesa dois pratos sujos…
— Oi, tem alguém? — grito Fede
Atrás da gente, levantou, dando o susto da nossa vida, uma gostosa enrolada num cobertor
— Vocês quem caralhos são? — perguntou enquanto tampava com a mão a luz do celular.
— Não se assusta, somos do bairro e como a casa tá abandonada há anos, quando vimos movimento entramos pra ver.
Algo se mexeu na escuridão e veio pra cima da gente, era outra gostosa com uma faca na mão
— Que merda vocês querem? — gritou enquanto ameaçava com a faca
— Para, burra, são caras, abaixa a faca, quer! — a ordem soou sem apelação — Sou Carla, ela é Sofi, acende uma vela…
Quando a vela iluminou elas, a luz fraca revelou que eram lindas, deviam ter 27 ou 30 anos, Carla alta, cabelo curto preto, olhos castanhos e um olhar muito intenso, Sofia ruiva de cachos, gordinha e com uns peitos hipnóticos.
— Que que uns otários grandinhos tão fazendo brincando de caça-fantasma? — fala Carla rindo
— E vocês querem o quê? Essa é nossa casa mal-assombrada, não dividimos! Vocês são de onde?
— Da província — Sofi olhou pra Carla e baixou o olhar
— De que província? — pergunta Carlitos, sempre atrapalhado
— Olha, vamos ficar uns dias só, precisamos parar aqui — Carla toma as rédeas da conversa.
— Com certeza tão fugindo da polícia — sussurra Carlitos pra mim, achando que não se ouvia
— Não, cara, tamo fugindo de uma seita que comeu nossa cabeça Durante dois anos... Sê sincera. Carla e Sofi olharam estranho pra ela (não sei se porque resolveu contar ou se acabou de inventar). Elas nos mantinham trancadas e nos usavam como escravas sexuais.
— E por que vocês não denunciam pra polícia? — perguntei, achando que estavam tirando onda com a gente.
— Porque obviamente tem policial envolvido, dos círculos mais altos — disse Carla, e o olhar dela à luz das velas me fez acreditar.
— E por que aqui? Entraram na primeira casa abandonada que viram? — agora era o Fede, descrente.
— Não, não. Essa casa tem um feitiço de proteção... Aqui morou um dissidente da ordem durante anos e eles não conseguiram descobrir.
— Ahã, e vocês acharam ele pesquisando no Google — ironizou Fede.
— Olha, é complicado. Todo mundo que ficou muito tempo na ordem está conectado. O dissidente nos deu a chance de nos escondermos aqui...
— Ele tá aqui agora?
— Não de forma material.
— Ah, bom! Tá me tirando pra p... — Fede não conseguiu terminar a frase. Carla fez um gesto estranho com a mão, e Fede arregalou os olhos com uma expressão de pavor, depois ficou de cabeça baixa, soluçando.
— O que você fez com ele, filha da puta? — Carlitos se adiantou pra bater nela, e de novo o gesto o deixou fora da realidade... Entendi, apavorado, que não podia enfrentar pela força.
— Para, Carla, para. Vejo que esse negócio da ordem é sério e nos supera. Deixa a gente ir, prometo não abrir a boca...
— Antes preciso da ajuda de vocês pra juntar forças — algo no tom da voz dela era ameaçador.
— Que tipo de ajuda?
— Um ritual. Fica tranquilo, não preciso de sangue — disse, e olhou pra Sofi, que sorriu.
— Beleza, do que você precisa? Arranjo pra você e nos deixa ir!
— Sêmen.
— O quê?
— Sêmen, porra, gozo, como vocês chamam — ela me olhou como se tivesse pedindo meio quilo de pão e eu não entendesse.
— Quer que eu bata uma na sua frente?
— Não vai precisar. Sofi, parte pra sua — ordenou —. Você vem comigo. Olha pra ela, é uma expert.
Sofi se juntou aos caras que continuavam como zumbis, baixou as calças deles e começou a acariciar o pau deles enquanto se despia. Era uma mina realmente gostosa, cheia de sardas, bem carnuda e uns peitos que me deixaram duro na hora, Carla me olhou e sacou que eu já tava no osso
— cê gostou, né? fica tranquilo, tudo chega — eu não consegui segurar o olhar, ela me intimidava pra caralho
Sofi ajoelhou na frente dos caras e começou a alternar chupada e punheta em cada um, a situação era muito bizarra, uma gostosa chupando a pica deles e eles nem ligavam, comecei a ouvir uma música sussurrada, não vinha da Carla, então deduzi que a putinha tava cantarolando enquanto chupava pica, quando deixou eles bem duros, colocou os dois de frente e, se abaixando, enfiou a do Fede enquanto chupava a do Carlitos
— agora? — perguntou Carla, e com o sinal positivo da Sofi começou a falar umas paradas numa língua estranha e fazer gestos com as mãos, os caras pareceram acordar e começou uma dança frenética de penetração, a ruiva bufava entre as estocadas de pica que enchiam ela… eu tava com uma ereção impossível de esconder, Carla parou atrás de mim e me tocou por cima da calça, tentei me virar mas ela não deixou
— não me olha, garoto, olha pra ela — tirou minha pica da calça e começou a me punhetar bem devagar
Sofi era sacudida pelas estocadas e engasgava com a pica do Carlitos, tirou da boca e, olhando por cima do meu ombro, mostrou a língua de um jeito incrivelmente pervertido, na minha orelha senti a língua da Carla… elas se beijavam à distância, mas de um jeito malvado, não consigo explicar direito, a língua da ruiva de repente se enrolou na pica igual uma cobra e, com um movimento incrível, fez meu amigo gozar pra caralho, mas muito mesmo, que ela guardou na boca, pelo visto o Fede também gozou e encheu a pussy dela, Sofi se aproximou de quatro, os caras caíram no chão e ela, sempre olhando pra amiga, engoliu minha pica até a base, Carla por trás empurrava a cabeça dela pra entrar toda, a língua fazia movimentos impossíveis — Enche ela — me ordena e eu gozo litros, me sinto convulsiono e caio no chão, sentindo que tão secando minhas bolas…

Quando me recupero, vejo que a Carla tá lambendo e engolindo nosso esperma da buceta da Sofi, que tá resfolegando de olho virado. As duas tão em transe, brilhando, o ar ficou pesado. Tento me levantar pra fugir, mas tô muito fraco. — Quietinho, lindo, isso ainda não acabou — a Carla falou, me encarando (passaram pela minha mente imagens de cobras hipnotizando as futuras vítimas). A Sofia tirou a roupa dela. Quando chegou do meu lado, ajoelhou na minha cara e me obrigou a chupar a buceta dela. Se divertiu um tempão me afogando entre os lábios dela. Quando senti que tavam chupando minha pica, pensei que era a ruiva, mas vejo ela passando, desenhando alguma coisa no chão…
—Você chegou… sempre chega na hora da diversão, né? — Carla sai de cima de mim e eu não consigo ver ninguém chupando, mas sinto. Ela me olha sorrindo — te apresento nosso benfeitor, parece que tá com fome hoje — diz acariciando o ar, que vai se turvando e se moldando num homem. Ela manda eu ficar de pé e obriga a Sofia a lamber meu cu. Entre as duas sensações, eu ficava tonto e perdia o equilíbrio, mas ela me segurava pelo cabelo pra eu não cair… Num instante, ela chuta a ruiva pra longe e enfia um dedo no meu cu, me fazendo soltar uma baita porrada de esperma. E a cada gozada que eu dava, a criatura que me chupava ia se materializando mais… Não sei se descrevo como homem ou mulher, uma criatura linda, de um jeito andrógino, que sorria enquanto engolia meu leite…Apaguei, mas tenho lembranças em flashes: ver os três numa orgia, o dissidente comendo elas com um pauzão enorme, e também ver Carla e a criatura destruírem o corpo da Sofi e beberem o sangue dela enquanto riam e se masturbavam…
Acordei num hospital, com o pulso algemado na maca. Os policiais não acreditam que eu tenho 19 anos (pareço um coroa de quarenta) e tô sendo acusado de três assassinatos.



9 comentários - El disidente(Caminando por el lado salvaje)
En conclusión el relato me pareció excelente y una muy buena trama para un corto !!!
Felicitaciones !
A favoritos y volveré !!!
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamohttp://i.imgbox.com/8pds403os cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!