Minha vida em B.S A.S: 15 (fazendo Marisol virar mulher)

FAZENDO MARISOL MULHER
Marisol - como a gente começa?
Ana - vamos tirar a roupa dele

As duas me jogaram na cama e começaram a me despir juntas.

Ana - agora filha, deixa o pau dele duro
Marisol - com a mão?
Ana - se fosse com a mão, eles já estariam de pau duro
Marisol - então vou fazer com a boca
Ana - exato, filha
Marisol - mas me dá nojo chupar um pau, porque minhas amigas falam que é salgado e eu não gosto de coisa salgada
Ana - então tem que ser doce

Ana saiu do quarto e voltou em poucos minutos com um pote de doce de leite.

Ana - beleza filha, bate uma pra ele
Marisol - ok

Marisol começou a me masturbar devagar e suave. Demorou um pouco, mas deixou meu pau duro.

Ana - fecha os olhos - Marisol tapou os olhos e Ana começou a cobrir meu pau com doce de leite - agora abre e come

Marisol abriu os olhos e começou a lamber meu pau. Ana deixou Marisol continuar lambendo e ela sentou na minha cara, e eu comecei a masturbar a Ana. Ana já tinha gozado três vezes quando Marisol parou de lamber meu pau.

Ana - agora engole ele, filha
Marisol - tá bom

Marisol começou a engolir meu pau. Ela conseguiu engolir até a metade e tirou.

Ana - boa filha, pra ser sua primeira vez foi ótimo - ela levantou da minha cara
Marisol - e agora o que a gente faz?
Ana - agora você vai se lubrificar
Marisol - como?
Ana - vem - pegou Marisol pela mão e a levou até minha cabeça - agora senta na cara do Enzo e aproveita

Marisol sentou devagar na minha cara. Quando já estava sentada, comecei a lamber a buceta virgem de Marisol.

Marisol - aahh - Marisol gemia a cada lambida que eu dava - aaahhh

Fiquei dando prazer pra Marisol até ela gozar.

Marisol - aaaaaaahhhhhh

Marisol demorou uns minutos pra se recuperar. Quando se recuperou, saiu de cima da minha cara.

Ana - filha, você tá pronta?
Marisol - tô
Ana - boa - deu uma chupada na cabeça do meu pau - senta no pau e desce no seu ritmo
Marisol - ok

Marisol sentou em cima da minha cintura. Ana pegou meu pau e colocou na buceta de Marisol.

Ana - quando quiser, começa, filha marisol - obrigada, mãe
marisol começou a se mover lentamente pra frente e pra trás. quando se sentiu segura, marisol sentou e encaixou a cabeça do meu pau
marisol - aaaahhhh
marisol continuou mexendo os quadris e meu pau entrava centímetro por centímetro, enquanto marisol gritava de prazer
marisol - aaahhhh
ana - continua, filha, tá indo bem
marisol teve o orgasmo dela quando meu pau entrou todo
marisol - aaaaaaahhhhhhh
ana - isso, filhota - acariciando as costas dela - agora pensa que tá montada num cavalo e galopa, galopa com tudo
marisol começou a se mover de cima pra baixo devagar. foi aumentando a intensidade dos movimentos. no segundo orgasmo de marisol
ana - agora, marisol, você vai ser comida como uma puta
marisol - ok aaahhh
ana - enzo, come minha filha como uma puta
sem dizer uma palavra, agarrei marisol pelos quadris e encostei ela na cabeceira da cama, começando a meter com força. também comecei a chupar os mamilos de marisol, e ela tava gemendo aos berros. no sétimo orgasmo de marisol
eu - vou gozar - tentei tirar meu pau
marisol - não - me prendeu com as pernas e eu gozei dentro da buceta dela - aaaaaahhhhh
quando marisol se recuperou do orgasmo, a gente se separou e ana abraçou marisol.
ana - muito bem, filha, agora você é mulher
quando já tava saindo do quarto, meu celular tocou, atendi
eu - alô
jesica - oi, meu amor
eu - aconteceu alguma coisa?
jesica - não, só quero falar com as meninas que dividem meu namorado comigo
eu - ok
fiquei me perguntando do que ela quer falar
eu - ana
ana - oi, o que foi, enzo?
eu - minha namorada quer falar com vocês
ana - pra quê será?
eu - sei lá
ana - bom, me dá aqui que a gente conversa
passei o celular pra ana, elas começaram a conversar até
ana - enzo, você podia chamar as meninas e continuar com seu trabalho, depois foda-se seu celular
eu - ok
me vesti e saí do quarto. fui pra cozinha e quando cheguei, silvia e lucia estavam lá.
silvia - oi, enzo
lucia - oi, enzo - ela tava usando um conjunto de lingerie preta
eu - oi, a ana disse pra vocês subirem todas pro quarto dela Lúcia - Ok
Fui limpar a piscina. Terminei de limpar e a Silvia me chamou.
Silvia - Enzo, vem comer.
Fui pra cozinha e não tinha ninguém. Vi a bancada e lá estava minha comida e meu celular. Comi e continuei trabalhando. Tinha que cortar uma árvore que tava velha e quase caindo. Comecei a cortar os galhos dela.

Às 3 da tarde entrou um carro e eu tava em cima da árvore. Era a Jéssica e a Jasmim que estavam no carro. Perguntei o que vieram fazer e o que queriam, não quis ficar viajando na maionese e continuei cortando a árvore. As minas foram embora uma hora depois e eu tava prestes a derrubar a árvore, quando a Ana saiu de roupão e veio andando na minha direção.

Eu - Aconteceu algo?
Ana - Sim - me beijou de língua - Amei o clube privado que você montou com suas minas.
Ana me jogou no chão, tirou meu pau pra fora, tirou o roupão dela e começou a cavalgar em mim. Ana parecia possuída, porque cavalgava e gemia sem parar. Eu gozei no quinto orgasmo da Ana.
Ana - Aaaaahhhhhh

Quando ela se recuperou, perguntei:
Eu - Que clube privado você tava falando?
Ana - Sua parceira não te contou?
Eu - Não.
Ana - Bom, ela vai te contar com certeza.
Eu - Não vai me contar?
Ana - Não - ela se levantou, vestiu o roupão e foi pra casa.

Deixei pra amanhã a derrubada da árvore e fui pra minha casa. Quando cheguei e estacionei, dava pra ouvir gritos de discussão. Entrei e a Akemi tava doida. Todas as minas estavam de vestidos soltos.

Akemi - O irmão dela é um degenerado, como esse idiota ousa me apalpar?
Camila - Calma, ele deve ter se confundido.
Akemi - Confusão, confusão uma ova, aquele idiota quase me estuprou.
Eu - O que tá rolando? - A Maria veio até mim e respondeu:
Maria - O vizinho apalpou a Akemi.
Eu - Querem que eu bata nele?
Maria - Não, ainda, porque não temos provas disso. Se você tem uma ideia de como descobrir, nos conta - fiquei pensando uns minutos.
Eu - Vamos fazer ele cair de novo.
Maria - Como?
Eu - Tenho uma ideia pra resolver o problema - gritei.
Jasmim - Como?
Eu - Deixar ele ousar apalpar a Akemi de novo e a gente grava.
Jéssica - Boa ideia. akemi — se ele me apalpar de novo, você, Enzo, tem que quebrar a mandíbula dele
eu — ok
a gente bolou o plano e executou.
akemi passou na frente da casa vizinha e emanuel saiu de lá
emanuel — oi, vizinha
akemi — sai daqui, otário
emanuel — tá brava comigo?
ele agarrou o braço dela e puxou pra perto. eu tava com a jazmin vendo a cena
eu — aposto que eu derrubo ele com no máximo três golpes
jazmin — quer apostar?
eu — sim, quem perder paga a ceia de natal
jazmin — fechado
a gente olhou de novo a cena e emanuel tava descendo a mão pra parte de baixo da akemi.
emanuel — se me der um beijinho, eu solto
akemi — nunca
emanuel — você pediu — enfiou a mão
akemi — me solta
eu saí do esconderijo e fui até onde eles estavam.
eu — solta ela
emanuel — sai daqui, Enzo, essa mina é minha — eu tirei a akemi das mãos dele e dei um soco na região do pulmão — aaaai — e quando ele baixou a cabeça, acertei um soco na têmpora e ele caiu no chão
jazmin — nunca mais vou apostar com você, Enzo — ela gritava
eu — tá bem, akemi?
akemi — tô — ela deu um chute nas costelas do emanuel — tchau, idiota
quando chegamos em casa, vi a caixa de correio e tinha uma carta. fui ver o que era.
jazmin — o que é isso?
eu — uma carta — arregalei os olhos quando vi quem mandou
jazmin — quem mandou?
eu — a ur...ba
akemi — o quê?
jazmin — a urba? e o que diz? — abri a carta e li
eu — me convidaram pra jogar um amistoso
jazmin — mas você não se aposentou?
eu — sim, mas eles convocam os melhores jogadores do ano de 18 anos
jazmin — vamos pra dentro e você explica direito
eu — ok
entramos em casa e todas estavam nos esperando
camila — e aí, o que rolou? — eu tava concentrado na carta
jazmin — o Enzo deu uma lição no seu irmão
jesica — e o que você tá lendo, Enzo?
eu — é uma carta da urba — ainda tava impressionado com a carta
jesica — e o que diz?
eu sentei e expliquei tudo sobre a carta.
eu — a urba me convocou pra um amistoso contra o time de Brasil, esse jogo é no domingo que vem e é pra fazer o rugby ficar mais popular. Tenho que ir na sede da URBA confirmar minha participação.

Maria – E você vai jogar?
Eu – É o sonho de todo jogador de rugby, e é só um jogo.
Jéssica – Beleza, vai se trocar e vai confirmar.
Eu – Valeu.

Fui pegar minha roupa, mas parei na cozinha.
Eu – Que história é essa de clube privado, meninas?
Jasmim – É o clube das suas garotas – ela disse, olhando uma revista.
Eu – Como assim?
Maria – Simples – ela procurou alguma coisa na bolsa – São as garotas que podem transar com você. E as do grupo ganham um colar, uma calcinha vibratória e – ela tirou da bolsa – o consolo com as iniciais do clube.
Jéssica – Enzo, vai logo tomar banho, vai ficar tarde.
Eu – Ok.

Tomei banho, vesti uma calça jeans preta e uma camisa azul. Me despedi das meninas e entrei na caminhonete.
Maria – Vou com você – ela subiu na caminhonete.
Eu – Beleza.

Dirigi até a sede da URBA. Conversamos sobre minha carreira no rugby. Chegamos, entramos na sede e fomos falar com a secretária.
Eu – Oi, vim confirmar minha participação no jogo amistoso da URBA.
Secretária – Ok, seu nome? – Ela usava uma camisa branca e uma saia justa preta curta. Era loira, uns 25 anos, pele clara, olhos pretos, medidas 73-62-75 e devia ter 1,69m.
Eu – Enzo Gonzales.
Secretária – Certo, senhor. A partir de amanhã, você precisa vir das 21h às 22h30 para treinar até o dia do jogo.
Eu – Ok.

Saímos da URBA.
Maria – Dava pra comer aquela secretária.
Eu – Hahaha.

Fomos pra casa. No caminho não aconteceu nada demais. Quando abrimos a porta, a Marta e o Emanuel estavam no sofá.
Marta – Oi, Enzo.
CONTINUA...

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