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http://www.poringa.net/posts/relatos/2595090/Adoptado-cap-5.htmlA coisa para o Pedro tava começando a clarear, ele já tava sacando como a casa funcionava.
Ele entendeu que ele e a Liliana eram tipo brinquedos sexuais, cada um com sua função, sempre prontos pros prazeres do casal e tinham que satisfazê-los. Por um lado, era o que ele tinha vindo buscar e tava feliz por ter conseguido, e achava que a Liliana tava de boa com o que rolava. Mas o que o Pedro ainda não via é que a trama era mais complexa e que tinha mais peças nesse jogo.
Os dias foram passando tranquilos, às vezes ele era chamado pra cama do casal, mas não era tão frequente, também se encontravam com a Liliana, no quarto dele ou no dela, e nesses dias o sexo entre eles era mais comum do que com o casal.
No trampo ele se adaptou na hora, tava mais pra resolver papelada e fazer mandados do que outra coisa, mas servia pra ele se ligar no mundo do trabalho em Buenos Aires e, claro, a grana que ele ganhava vinha bem a calhar.
Ele sentia falta dos amigos, especialmente da Doris, e sempre que podia ia visitá-los.
No primeiro sábado que a Vero e o Damião saíram pra uma festa, ele aproveitou pra ir vê-los. Chegou na pensão e a Doris tava esperando por ele, recém-saída do banho, com uma toalha envolvendo o corpo moreno dela, o cabelo molhado e bagunçado caindo nos ombros, o que deixava o Pedro louco.
Ela se pendurou no pescoço do rapaz e deu um beijo carinhoso na boca dele, ele a acariciou sem jeito e fez a toalha escorregar, o corpo quentinho da garota terminou de enlouquecê-lo, e eles caíram abraçados na cama dela.
O Willy tava tomando banho, mas eles não esperaram, e logo o Pedro também ficou pelado e começou a beijar avidamente o corpo dela, parando nos peitos docinhos e descendo até a tão desejada buceta, bebendo os sucos dela enquanto fazia a garota delirar.
Nenhum dos dois aguentou mais, e o Pedro se levantou pra enfiar o pau dele dentro da buceta quentinha da Doris, que ao sentir ele... Explodiu num orgasmo, cravando as unhas nas costas dele.
Muito devagar foi entrando e saindo, parando e voltando a entrar… beijando ela, acariciando os peitos dela, indo mais forte, voltando a ser lento… fazendo ela desejar… em pouco tempo tinha aperfeiçoado o estilo, a experiência que estava adquirindo estava transformando ele num amante muito bom.
Nisso Pedro estava quando sentiu uma língua úmida e quente percorrer o cu dele, adivinhou que era Willy, que saiu silenciosamente do banheiro e se juntou a eles.
Ele lambeu longamente o cu de Pedro, enchendo bem de saliva e, como sabia o que viria, colocou Doris de quatro e meteu de novo na buceta dela, deixando o cu dela pra Willy, que não demorou pra enfiar a pica quente dele.
Foderam assim por um bom tempo, cada estocada de Willy fazia Pedro enterrar fundo em Doris, e ela gemia como uma louca… mas alguém perdeu o equilíbrio e os três caíram rolando no chão entre gargalhadas.
Doris, que queria mais ação, derrubou Pedro na cama e montou nele, e quando a pica do garoto estava bem encaixada, parou o cu pra que o irmão dela penetrasse, e assim ficou com os dois males bem dentro e não parou de se mexer até que as cavidades dela estivessem cheias de porra.
Quando os caras se retiraram, os dois buracos quentes dela começaram a jorrar porra, ela, sorridente, juntava com os dedos e metia na boca, saboreando, eles não demoraram pra enfiar as línguas e saborear juntos aquele néctar.
O mais lindo neles era que não questionavam nada, não tentavam se rotular, a essa altura se amavam os três, livremente, faziam e deixavam fazer seguindo só o desejo, e o desejo era grande, eram muito felizes os três juntos, nus e na cama, e isso marcaria eles pra vida toda.
— Você é feliz na sua casa nova? — perguntou Doris pra Pedro
— Aqui sou feliz, com vocês, lá estou muito confortável e satisfeito, é mais do que sonhei, mas aqui sou feliz, com vocês.
Os irmãos sorriram e começaram a beijar ele, logo Estavam se rolando de novo naquela cama… não importava o papel que cada um assumia, o que importava era que gozavam juntos e gozavam juntos de novo, sem se importar quem estava dentro de quem.
Os dias na casa eram tranquilos, o Pedro gostava de acordar cedo e estudar tomando uns mates, no quarto dele ou na varanda, dependendo do tempo. Essa era a rotina dele, a menos que alguma atividade sexual o distraísse…
Nessa manhã, enquanto ele estudava, chegou uma massagista para atender a Vero, era a primeira vez que o Pedro a via, mas ela vinha com frequência quando a Vero precisava relaxar um pouco.
Romina, esse era o nome da massagista, era baixinha e tinha um corpinho gostoso, cabelo cacheado e um sorriso muito doce no rosto que a fazia parecer angelical. Ela fazia um estilo de massagem chamado californiano, muito bom para relaxar a musculatura e bem sensual nos movimentos.
Pequenininha como era, chegou com uma bolsa e a maca dobrável, e o Pedro não entendia como ela tinha dado conta de carregar tudo aquilo.
Montou tudo no quarto do casal e se trancaram lá para a sessão.
Nessa manhã, o Pedro estudava na varanda, a varanda enorme que ocupava toda a largura da casa e dava para o lindo parque dos fundos.
Ficou absorto por mais de meia hora, esquecendo dos massagens, até que achou ouvir uns sons suspeitos.
Pela varanda, chegou até a janela do quarto do casal e espiou, a curiosidade dele falou mais alto que a prudência (nessa casa, a prudência não era uma virtude muito praticada…). Viu a Vero de bruços na maca, pelada, e a Romina percorrendo o corpo dela com as mãos bem oleadas. O rapaz não entendia muito de massagem, mas ficou hipnotizado por aquela prática. A sensualidade dos movimentos da Romina sobre o corpo da Vero era muito excitante, ela estava adorando e gemia a cada passada, era isso que o Pedro tinha ouvido e que o convidou a espiar.
Nesse momento, a moça massageava a generosa Booty da Vero e ela descia com as mãos entre as pernas, se perdendo nelas, arrancando suspiros profundos dela… Pedro não conseguia ver até onde os dedos dela iam, mas não precisava, era óbvio pelos suspiros de Vero.
De repente, ela levantou a booty pra massagista poder brincar à vontade, os suspiros viraram gemidos fortes quando Romina a masturbava do jeito que só uma mulher com a experiência dela sabia fazer.
Vero virou, abriu bem as pernas e Romina mergulhou a língua nela, enquanto esticava as mãos pra acariciar os peitos dela, assim arrancou um orgasmo profundo e não demorou pra estarem as duas peladas se rolando na cama de casal, se acabando de prazer como duas gostosas safadas que eram.
Pedro olhava a cena sem acreditar no que via. Tava muito excitado e foi sem noção ao não querer ser visto. Vero viu ele e achou graça do cara espiando, adorava deixá-lo excitado e sacou bem que ele nunca tinha visto duas mulheres juntas na cama, e isso deu a ideia pra próxima brincadeira dela.
Quando Romina foi embora, Vero andou pela sacada com um roupão de seda que colava no corpo e deixava adivinhar toda a anatomia dela.
Pedro, deitado numa espreguiçadeira, lendo um livro, não conseguia esconder a ereção e ela se mexia bem sensual pra se fazer de desejada e castigá-lo pela ousadia, mas também tinha bolado um plano, não mais pra castigar, mas pra instruir ele sobre sexo entre duas mulheres.
Passaram uns dias e uma manhã ela chamou ele no quarto, de novo com o roupão sensual e arrumou uma desculpa pra entreter ele e falar enquanto ela tava deitada na cama com o notebook e papéis, trabalhando em casa naquele dia.
Liliana entrou trazendo um chá, colocou na mesinha de cabeceira e quando ia sair, Vero pegou a mão dela e puxou, fazendo ela sentar na beira da cama, olhou fixo pro Pedro e disse:
— Outro dia te vi todo animado querendo saber como duas mulheres se amam… (Acariciando os cabelos dela) (Liliana) Essa inquietação é gostosa, essa curiosidade… (chegou perto de Liliana e a beijou com ternura, enfiando a língua bem fundo na boca dela)… te abre pra novas experiências… (começou a desabotoar o uniforme de Liliana, botão por botão. Bem devagar)… porque uma mulher pode excitar outra mulher de um jeito muito sensível… (terminou de soltar os botões de Liliana e puxou os peitos fartos dela, os mamilos escuros bem durinhos, lambeu com muita ternura)… vem… senta aqui na cama… curte tudo na primeira fila… tira a roupa e bate uma se quiser… mas isso é só pra nós duas… hoje você só olha e aprende…
Pedro obedeceu, tirou a roupa e, sentado na cama, observou de pertinho as duas mulheres se dando prazer.
Já estavam as duas peladas, se beijando e se acariciando, Pedro tava excitadíssimo e não demorou pra começar a acariciar o próprio pau, já bem duro.
Vero virou rapidinho e enfiou a cabeça entre as pernas de Liliana, que no segundo seguinte fez o mesmo com a patroa dela. Logo se sacudiram num orgasmo forte, primeiro Liliana e logo depois Vero, estimulada pela garota. Uma experiência muito intensa ver as duas mulheres gozando assim… Mas isso era só o começo.
Virou de novo e começou a devorar a boca de Liliana de um jeito frenético, as duas mulheres com os corpos encharcados de suor se abraçavam e se beijavam com muita paixão… Pedro, enlouquecido com o espetáculo, batia uma lentamente pra durar mais.
As garotas, com as pernas entreabertas, montaram uma na coxa da outra e começaram a se esfregar, de repente o movimento ficou frenético, os fluidos delas eram o melhor lubrificante pro roçar das bucetas ardentes. As duas abraçadas, se beijando e se sacudindo com tudo, não demoraram pra gozar uma e outra vez, gritando a paixão a plenos pulmões, desenfreadas, loucas, tesudas…
Pedro não aguentava mais, ia gozar, chegou perto dos rostos delas e, enquanto as garotas se beijavam, gozou generosamente por cima delas.
As garotas lamberam todo o Porra e Vero disse pra ele:
—Você se comportou mal, não devia ter participado… mas já foi, já nos viu bem de perto, agora vai e deixa a gente, que acho que vamos brincar mais um pouco.
Pedro foi pro quarto dele e entrou no banheiro pra tomar um banho. Tava puto, não gostava de ser tratado daquele jeito pela Vero, embora entendesse que era um preço pequeno que tinha que pagar pela vida que tava levando, e não queria de jeito nenhum perder aquilo.
Mas o gosto amargo continuava ali.
Ficou um tempão debaixo do chuveiro pra não ouvir elas, tentou que a água caindo nele tirasse a fossa.
Quando saiu, a casa tava em silêncio, desceu pra cozinha pra esquentar água pro mate e pareceu que a Liliana tava tomando banho.
Subiu pro quarto dele, botou uma música e tomou uns mates bons, assim clareou a mente, não podia ficar puto, tinha que ser esperto pra continuar nessa vida.
Pensou por que uma coisa tão besta tinha deixado ele tão irritado, percebeu que não era o fato em si que o irritava, mas tudo que tava vivendo — depois dos primeiros dias de euforia sexual e empolgação com a vida nova, ficava aquele gosto agridoce de se sentir usado sexualmente.
Mas era exatamente isso que ele tinha oferecido em troca da vida que tava levando.
Será que tava puto consigo mesmo? Provavelmente, só ele tinha se metido nessa e era o preço justo que tinha que pagar.
Isso, os mates e a música acalmaram ele, e também o orgulho dele de não mostrar que essas coisas o afetavam. Ia se mostrar sorrindo e feliz e levar essa vida o melhor possível até conseguir o que queria: avançar nos estudos e ter um nível econômico melhor pra se adaptar à vida em Buenos Aires.
Uma tarde no estúdio, o Damián chamou ele no escritório e disse:
— Sexta é o aniversário da Vero e quero realizar uma fantasia que ela tem há um tempão. Sabe o que é um Gang Bang, um Bukkake?
— Não — respondeu o garoto com cara de quem tava ouvindo chinês — nem ideia.
— Bom, imagina um Um monte de homem pra satisfazer sexualmente uma mulher, tudo ao mesmo tempo, gozando na cara dela... bom, algo assim – disse Damián, se divertindo com a cara de espanto do garoto – essa é a fantasia da Vero, que eu leve ela pra uma oficina ou algum lugar assim e que vários homens trabalhadores, sujos, suados, dominem ela. Eu não preciso estar lá, mas ela quer ser filmada, você vai acompanhar ela e filmar com seu celular. Já arrumei tudo com a oficina mecânica aqui da esquina, trabalham uns sete homens mais ou menos com as características que ela deseja. Pra ela vai ser uma surpresa, mesmo que ela desconfie pelo fato de eu mandar ela perguntar algo lá. O que preciso de você, além de filmar, é ficar de olho pra não dar merda e, se acontecer, me ligar urgente que eu vou estar bem perto pra chegar rápido.
Pedro ficou com muito medo disso. Se sentia muito responsável pelo que pudesse acontecer com a Vero, temia o que aqueles brutos poderiam fazer com ela quando estivessem loucos pra comer ela.
Mas fazer o quê, era mais do mesmo, mais uma prova que ele tinha que passar, mais um pagamento pela vida que levava e que não queria largar.
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http://www.poringa.net/posts/relatos/2595090/Adoptado-cap-5.htmlA coisa para o Pedro tava começando a clarear, ele já tava sacando como a casa funcionava.
Ele entendeu que ele e a Liliana eram tipo brinquedos sexuais, cada um com sua função, sempre prontos pros prazeres do casal e tinham que satisfazê-los. Por um lado, era o que ele tinha vindo buscar e tava feliz por ter conseguido, e achava que a Liliana tava de boa com o que rolava. Mas o que o Pedro ainda não via é que a trama era mais complexa e que tinha mais peças nesse jogo.
Os dias foram passando tranquilos, às vezes ele era chamado pra cama do casal, mas não era tão frequente, também se encontravam com a Liliana, no quarto dele ou no dela, e nesses dias o sexo entre eles era mais comum do que com o casal.
No trampo ele se adaptou na hora, tava mais pra resolver papelada e fazer mandados do que outra coisa, mas servia pra ele se ligar no mundo do trabalho em Buenos Aires e, claro, a grana que ele ganhava vinha bem a calhar.
Ele sentia falta dos amigos, especialmente da Doris, e sempre que podia ia visitá-los.
No primeiro sábado que a Vero e o Damião saíram pra uma festa, ele aproveitou pra ir vê-los. Chegou na pensão e a Doris tava esperando por ele, recém-saída do banho, com uma toalha envolvendo o corpo moreno dela, o cabelo molhado e bagunçado caindo nos ombros, o que deixava o Pedro louco.
Ela se pendurou no pescoço do rapaz e deu um beijo carinhoso na boca dele, ele a acariciou sem jeito e fez a toalha escorregar, o corpo quentinho da garota terminou de enlouquecê-lo, e eles caíram abraçados na cama dela.
O Willy tava tomando banho, mas eles não esperaram, e logo o Pedro também ficou pelado e começou a beijar avidamente o corpo dela, parando nos peitos docinhos e descendo até a tão desejada buceta, bebendo os sucos dela enquanto fazia a garota delirar.
Nenhum dos dois aguentou mais, e o Pedro se levantou pra enfiar o pau dele dentro da buceta quentinha da Doris, que ao sentir ele... Explodiu num orgasmo, cravando as unhas nas costas dele.
Muito devagar foi entrando e saindo, parando e voltando a entrar… beijando ela, acariciando os peitos dela, indo mais forte, voltando a ser lento… fazendo ela desejar… em pouco tempo tinha aperfeiçoado o estilo, a experiência que estava adquirindo estava transformando ele num amante muito bom.
Nisso Pedro estava quando sentiu uma língua úmida e quente percorrer o cu dele, adivinhou que era Willy, que saiu silenciosamente do banheiro e se juntou a eles.
Ele lambeu longamente o cu de Pedro, enchendo bem de saliva e, como sabia o que viria, colocou Doris de quatro e meteu de novo na buceta dela, deixando o cu dela pra Willy, que não demorou pra enfiar a pica quente dele.
Foderam assim por um bom tempo, cada estocada de Willy fazia Pedro enterrar fundo em Doris, e ela gemia como uma louca… mas alguém perdeu o equilíbrio e os três caíram rolando no chão entre gargalhadas.
Doris, que queria mais ação, derrubou Pedro na cama e montou nele, e quando a pica do garoto estava bem encaixada, parou o cu pra que o irmão dela penetrasse, e assim ficou com os dois males bem dentro e não parou de se mexer até que as cavidades dela estivessem cheias de porra.
Quando os caras se retiraram, os dois buracos quentes dela começaram a jorrar porra, ela, sorridente, juntava com os dedos e metia na boca, saboreando, eles não demoraram pra enfiar as línguas e saborear juntos aquele néctar.
O mais lindo neles era que não questionavam nada, não tentavam se rotular, a essa altura se amavam os três, livremente, faziam e deixavam fazer seguindo só o desejo, e o desejo era grande, eram muito felizes os três juntos, nus e na cama, e isso marcaria eles pra vida toda.
— Você é feliz na sua casa nova? — perguntou Doris pra Pedro
— Aqui sou feliz, com vocês, lá estou muito confortável e satisfeito, é mais do que sonhei, mas aqui sou feliz, com vocês.
Os irmãos sorriram e começaram a beijar ele, logo Estavam se rolando de novo naquela cama… não importava o papel que cada um assumia, o que importava era que gozavam juntos e gozavam juntos de novo, sem se importar quem estava dentro de quem.
Os dias na casa eram tranquilos, o Pedro gostava de acordar cedo e estudar tomando uns mates, no quarto dele ou na varanda, dependendo do tempo. Essa era a rotina dele, a menos que alguma atividade sexual o distraísse…
Nessa manhã, enquanto ele estudava, chegou uma massagista para atender a Vero, era a primeira vez que o Pedro a via, mas ela vinha com frequência quando a Vero precisava relaxar um pouco.
Romina, esse era o nome da massagista, era baixinha e tinha um corpinho gostoso, cabelo cacheado e um sorriso muito doce no rosto que a fazia parecer angelical. Ela fazia um estilo de massagem chamado californiano, muito bom para relaxar a musculatura e bem sensual nos movimentos.
Pequenininha como era, chegou com uma bolsa e a maca dobrável, e o Pedro não entendia como ela tinha dado conta de carregar tudo aquilo.
Montou tudo no quarto do casal e se trancaram lá para a sessão.
Nessa manhã, o Pedro estudava na varanda, a varanda enorme que ocupava toda a largura da casa e dava para o lindo parque dos fundos.
Ficou absorto por mais de meia hora, esquecendo dos massagens, até que achou ouvir uns sons suspeitos.
Pela varanda, chegou até a janela do quarto do casal e espiou, a curiosidade dele falou mais alto que a prudência (nessa casa, a prudência não era uma virtude muito praticada…). Viu a Vero de bruços na maca, pelada, e a Romina percorrendo o corpo dela com as mãos bem oleadas. O rapaz não entendia muito de massagem, mas ficou hipnotizado por aquela prática. A sensualidade dos movimentos da Romina sobre o corpo da Vero era muito excitante, ela estava adorando e gemia a cada passada, era isso que o Pedro tinha ouvido e que o convidou a espiar.
Nesse momento, a moça massageava a generosa Booty da Vero e ela descia com as mãos entre as pernas, se perdendo nelas, arrancando suspiros profundos dela… Pedro não conseguia ver até onde os dedos dela iam, mas não precisava, era óbvio pelos suspiros de Vero.
De repente, ela levantou a booty pra massagista poder brincar à vontade, os suspiros viraram gemidos fortes quando Romina a masturbava do jeito que só uma mulher com a experiência dela sabia fazer.
Vero virou, abriu bem as pernas e Romina mergulhou a língua nela, enquanto esticava as mãos pra acariciar os peitos dela, assim arrancou um orgasmo profundo e não demorou pra estarem as duas peladas se rolando na cama de casal, se acabando de prazer como duas gostosas safadas que eram.
Pedro olhava a cena sem acreditar no que via. Tava muito excitado e foi sem noção ao não querer ser visto. Vero viu ele e achou graça do cara espiando, adorava deixá-lo excitado e sacou bem que ele nunca tinha visto duas mulheres juntas na cama, e isso deu a ideia pra próxima brincadeira dela.
Quando Romina foi embora, Vero andou pela sacada com um roupão de seda que colava no corpo e deixava adivinhar toda a anatomia dela.
Pedro, deitado numa espreguiçadeira, lendo um livro, não conseguia esconder a ereção e ela se mexia bem sensual pra se fazer de desejada e castigá-lo pela ousadia, mas também tinha bolado um plano, não mais pra castigar, mas pra instruir ele sobre sexo entre duas mulheres.
Passaram uns dias e uma manhã ela chamou ele no quarto, de novo com o roupão sensual e arrumou uma desculpa pra entreter ele e falar enquanto ela tava deitada na cama com o notebook e papéis, trabalhando em casa naquele dia.
Liliana entrou trazendo um chá, colocou na mesinha de cabeceira e quando ia sair, Vero pegou a mão dela e puxou, fazendo ela sentar na beira da cama, olhou fixo pro Pedro e disse:
— Outro dia te vi todo animado querendo saber como duas mulheres se amam… (Acariciando os cabelos dela) (Liliana) Essa inquietação é gostosa, essa curiosidade… (chegou perto de Liliana e a beijou com ternura, enfiando a língua bem fundo na boca dela)… te abre pra novas experiências… (começou a desabotoar o uniforme de Liliana, botão por botão. Bem devagar)… porque uma mulher pode excitar outra mulher de um jeito muito sensível… (terminou de soltar os botões de Liliana e puxou os peitos fartos dela, os mamilos escuros bem durinhos, lambeu com muita ternura)… vem… senta aqui na cama… curte tudo na primeira fila… tira a roupa e bate uma se quiser… mas isso é só pra nós duas… hoje você só olha e aprende…
Pedro obedeceu, tirou a roupa e, sentado na cama, observou de pertinho as duas mulheres se dando prazer.
Já estavam as duas peladas, se beijando e se acariciando, Pedro tava excitadíssimo e não demorou pra começar a acariciar o próprio pau, já bem duro.
Vero virou rapidinho e enfiou a cabeça entre as pernas de Liliana, que no segundo seguinte fez o mesmo com a patroa dela. Logo se sacudiram num orgasmo forte, primeiro Liliana e logo depois Vero, estimulada pela garota. Uma experiência muito intensa ver as duas mulheres gozando assim… Mas isso era só o começo.
Virou de novo e começou a devorar a boca de Liliana de um jeito frenético, as duas mulheres com os corpos encharcados de suor se abraçavam e se beijavam com muita paixão… Pedro, enlouquecido com o espetáculo, batia uma lentamente pra durar mais.
As garotas, com as pernas entreabertas, montaram uma na coxa da outra e começaram a se esfregar, de repente o movimento ficou frenético, os fluidos delas eram o melhor lubrificante pro roçar das bucetas ardentes. As duas abraçadas, se beijando e se sacudindo com tudo, não demoraram pra gozar uma e outra vez, gritando a paixão a plenos pulmões, desenfreadas, loucas, tesudas…
Pedro não aguentava mais, ia gozar, chegou perto dos rostos delas e, enquanto as garotas se beijavam, gozou generosamente por cima delas.
As garotas lamberam todo o Porra e Vero disse pra ele:
—Você se comportou mal, não devia ter participado… mas já foi, já nos viu bem de perto, agora vai e deixa a gente, que acho que vamos brincar mais um pouco.
Pedro foi pro quarto dele e entrou no banheiro pra tomar um banho. Tava puto, não gostava de ser tratado daquele jeito pela Vero, embora entendesse que era um preço pequeno que tinha que pagar pela vida que tava levando, e não queria de jeito nenhum perder aquilo.
Mas o gosto amargo continuava ali.
Ficou um tempão debaixo do chuveiro pra não ouvir elas, tentou que a água caindo nele tirasse a fossa.
Quando saiu, a casa tava em silêncio, desceu pra cozinha pra esquentar água pro mate e pareceu que a Liliana tava tomando banho.
Subiu pro quarto dele, botou uma música e tomou uns mates bons, assim clareou a mente, não podia ficar puto, tinha que ser esperto pra continuar nessa vida.
Pensou por que uma coisa tão besta tinha deixado ele tão irritado, percebeu que não era o fato em si que o irritava, mas tudo que tava vivendo — depois dos primeiros dias de euforia sexual e empolgação com a vida nova, ficava aquele gosto agridoce de se sentir usado sexualmente.
Mas era exatamente isso que ele tinha oferecido em troca da vida que tava levando.
Será que tava puto consigo mesmo? Provavelmente, só ele tinha se metido nessa e era o preço justo que tinha que pagar.
Isso, os mates e a música acalmaram ele, e também o orgulho dele de não mostrar que essas coisas o afetavam. Ia se mostrar sorrindo e feliz e levar essa vida o melhor possível até conseguir o que queria: avançar nos estudos e ter um nível econômico melhor pra se adaptar à vida em Buenos Aires.
Uma tarde no estúdio, o Damián chamou ele no escritório e disse:
— Sexta é o aniversário da Vero e quero realizar uma fantasia que ela tem há um tempão. Sabe o que é um Gang Bang, um Bukkake?
— Não — respondeu o garoto com cara de quem tava ouvindo chinês — nem ideia.
— Bom, imagina um Um monte de homem pra satisfazer sexualmente uma mulher, tudo ao mesmo tempo, gozando na cara dela... bom, algo assim – disse Damián, se divertindo com a cara de espanto do garoto – essa é a fantasia da Vero, que eu leve ela pra uma oficina ou algum lugar assim e que vários homens trabalhadores, sujos, suados, dominem ela. Eu não preciso estar lá, mas ela quer ser filmada, você vai acompanhar ela e filmar com seu celular. Já arrumei tudo com a oficina mecânica aqui da esquina, trabalham uns sete homens mais ou menos com as características que ela deseja. Pra ela vai ser uma surpresa, mesmo que ela desconfie pelo fato de eu mandar ela perguntar algo lá. O que preciso de você, além de filmar, é ficar de olho pra não dar merda e, se acontecer, me ligar urgente que eu vou estar bem perto pra chegar rápido.
Pedro ficou com muito medo disso. Se sentia muito responsável pelo que pudesse acontecer com a Vero, temia o que aqueles brutos poderiam fazer com ela quando estivessem loucos pra comer ela.
Mas fazer o quê, era mais do mesmo, mais uma prova que ele tinha que passar, mais um pagamento pela vida que levava e que não queria largar.
5 comentários - Adoptado (cap.6).
Muy bueno