mi vida en B.S A.S: 8 ( cuidando las hembras de mi jefe 5 )

CUIDANDO AS FEMEAS DO MEU CHEFE 5
Terminei de limpar a piscina, fui até minha caminhonete pegar ferramentas pra fazer uns reparos e me dirigi pro quarto da Marisol. Entrei e ela tava sentada na cama.
Marisol – Valeu por ter vindo – ela levantou da cama com um sorriso – ali tá meu móvel – apontou pro móvel que tava quebrado – se puder tirar a caixa roxa, porque tem roupa que quero usar.
Eu – Já tiro ela.
A base do móvel tinha quebrado, e a maioria dos gabinetes também. Toda a roupa tava espalhada. Peguei uma cadeira do quarto e comecei a colocar as roupas em cima. Fui tirando peça por peça até achar as madeiras dos gabinetes. Tirei elas e encontrei a caixa roxa que a Marisol queria.
Eu – Aqui tá a caixa.
Marisol – Me passa – peguei a caixa e entreguei pra ela – brigada – falou com um sorriso, levou a caixa pra cama e começou a fuçar.
Eu continuei tirando a roupa, até que tirei tudo e as madeiras. Comecei a juntar a base do móvel com outra madeira que tinha trazido. Quis ver o que a Marisol tava fazendo, olhei pra trás e ela tava pelada de costas, escolhendo biquínis. A bunda dela era redondinha e firme, a pele clarinha. Fiquei olhando por uns minutos, até que um sutiã caiu no chão e ela se abaixou pra pegar. Quando se abaixou, pude ver a buceta dela, lisinha e virgem, e o cuzinho também virgem. Meu pau já tava duro e pronto pra atacar aquela virgem, mas me segurei e continuei arrumando o móvel. Terminei.
Eu – Pronto, Marisol – ela tava de fio dental rosa e sem nada em cima, se virou e me abraçou.
Marisol – Valeu, Enzo – as aréolas dela eram pequenas, cor de mel, e os biquinhos pequenos, marrom.
Eu – Bom, vou seguir com meu trampo – ela me soltou.
Marisol – Até mais – com um sorriso e os peitos de fora, me cumprimentou.
Saí do quarto e meu pau tava doendo de tanto tesão, então decidi tirar ele pra fora. Meu pau ficou no ar livre e fui andando pela casa toda. Caminhei até encontrar a Lucia saindo do quarto dela de fio dental verde e uma regatinha branca bem curtinha. Com bordas rosadas.
Lúcia — O leiteiro chegou na minha porta — me agarrou e me jogou contra a parede, tirou a camiseta e os peitos lindos dela ficaram de fora — Hora de tomar o leite — abaixei minha calça e a cueca até o tornozelo e ela começou a chupar meu pau. Ela mamou até a gente ouvir passos no corredor.
Lúcia — Vem — me pegou e me levou pro quarto dela.
Fechou a porta, Lúcia, e a gente começou a se beijar e tirar a roupa. Quando os dois estavam pelados, Lúcia me jogou na cama e a gente fez um 69. Ficamos nessa posição até a porta abrir. Nós dois congelamos, e era a Sílvia.
Sílvia — Lúcia, tu tem um bagulho sujo, apa — largou o cesto de roupa suja no chão — Aqui tem festa — fechou a porta e tirou o uniforme, ficou só de calcinha preta — Deixa eu entrar na festa?
Lúcia tirou meu pau da boca dela.
Lúcia — Claro, vem e vamos gozar.
Sílvia tirou toda a roupa que tinha e começou a cavalgar no meu pau. Enquanto eu satisfazia as duas, elas estavam se comendo de boca. Lúcia já tinha tido 5 orgasmos, e no quarto dela, Sílvia gozou também.
Sílvia — Aaaaaaahhhhhhh — Lúcia beijou ela pra calar a boca.
Sílvia limpou meu pau e Lúcia começou a lamber a buceta da Sílvia. Lúcia levantou a bunda e eu comecei a meter na buceta dela. Sílvia gritava de prazer com a lambida da Lúcia. Sílvia teve 4 orgasmos com a lambida da Lúcia, e eu gozei no quinto orgasmo da Lúcia. Peguei a Sílvia e deitei ela de barriga pra cima, levantei as pernas dela e enfiei meu pau no cu dela, fechando as pernas. Comecei a meter com força, Lúcia aproveitou e sentou na cara da Sílvia. Lúcia se mexia pra frente e pra trás, e eu metia com tudo. Sílvia teve mais 3 orgasmos com a lambida, e eu gozei no quinto orgasmo da Sílvia. Quando Sílvia tirou a cara da virilha da Lúcia, a cara dela tava branca. Sílvia se vestiu e foi embora. Lúcia começou de novo a me dar beijos por todo lado. Quando a gente já tava no clima pra eu arrebentar o cu dela, bateram na porta. Porta
Marisol — Posso falar com você um pouquinho, Lucia?
Lucia pulou da cama, vestiu a roupa que tinha, me deu a minha e me enfiou no armário. Lucia abriu a porta.
Lucia — O que foi, irmãzinha? — Marisol estava triste e abraçou ela. Lucia — Entra, vamos conversar — Marisol entrou e sentou na cama. Lucia segurou a mão de Marisol — O que houve, irmã?
Marisol — Acho que me apaixonei — Eu estava vendo tudo pela fresta do armário.
Lucia — Isso não é ruim, é bom — Abraçou ela — E por que você está triste?
Marisol — Porque o cara que eu gosto tem namorada.
Lucia — Ah, que merda — Marisol baixou o olhar — E o que você quer que eu faça?
Marisol — Que me dê uns conselhos pra ele me querer.
Lucia — Deixa eu pensar, e à noite a gente conversa, tá?
Marisol — Tá, obrigada.
Marisol saiu do quarto e Lucia abriu as portas do armário pra mim, mas eu já estava vestido.
Lucia — Por que você tá de roupa?
Eu — Tenho que trabalhar, já tem gente acordada e podem nos ouvir.
Lucia — Tem razão, mas quando você vai arrombar minha buceta?
Eu — Quando eu voltar, você vai ser a primeira — Dei um beijo nela e saí do quarto.
Almocei com a Silvia e, quando terminei, comecei a cortar a cerca. Lá pelas 5:45 da tarde, o Juan chegou e eu fui pegar minhas coisas. Quando voltei com minha mochila pra me despedir do Juan:
Eu — Oi, seu Juan.
Juan — Oi, Enzo, tudo certo no sítio?
Eu — Sim.
Juan — Bom, a gente se vê daqui a três dias, Enzo.
Eu — A gente se vê.
Subi na caminhonete e fui pra minha casa. Cheguei, estacionei a caminhonete e entrei. Lá dentro, a Jesica estava vendo TV e, quando entrei:
Jesica — Oi, meu amor — Ela estava de camisola branca.
Eu — Oi, Jesica.
Jesica — Sentiu minha falta?
Eu — Sim.
Vimos um pouco de TV e a Jesica pegou meu celular e viu minhas mensagens.
Jesica — Quem é essa tal de Akemi e por que ela quer te ver amanhã?
CONTINUA...

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