Me calente con el pajero de mi sobrino

Olá de novo, amigos. Aqui trago mais um relato real de uma amiga de um fórum, ela se chama Sandra e topou contar a história dela.

Oi gente. Hoje quero contar uma história que aconteceu comigo e meu sobrino, o filho da minha irmã. Isso aconteceu porque eu tava com tesão e por jogar certos joguinhos com o punheteiro do meu sobrino, que acabou me deixando toda excitada.

Meu nome é Sandra e meu sobrino Lucas tinha na época 19 anos. Ele era um cara alto, moreno, com um corpo malhado na academia, já tava virando um homem de verdade, mas eu ainda via ele como um menino, e um menino bem punheteiro, haha. Ele e a família moravam a poucas quadras da minha casa, era uma família de 6: ele, duas irmãs e um irmão mais novo, minha irmã e o marido dela. Eu tinha pouco tempo que morava ali, porque antes eu era casada e vivia em outra cidade. Fiquei um bom tempo casada e afastada da minha família, então fazia muito que não convivia com eles, mas desde que me separei e me mudei perto, comecei a me relacionar mais com eles. O motivo da minha separação foi por putaria, porque não conseguia ficar com um pau só, adoro bagunça e transar muito, basicamente quero todos, por isso voltei pra vida de puta que tinha antes de casar. Além disso, ainda não tô tão velha pra me acomodar, vou contar que tenho uns 39 anos e me mantenho bem, vou na academia também pra ficar em forma, o que me dá um corpo lindo e provocante pra idade que tenho. Sou uma mulher morena de cabelo castanho, com uns peitos um pouco grandes e redondos, tenho pernas carnudas e grossas, com uma bunda grande bem definida e quadris largos por causa da idade e da genética, claro, mas bem formada e tonificada.

Essa casa, por ser grande, era onde mais frequentemente rolavam as reuniões de família entre primos e irmãos. Eu tinha pouco tempo que tava me aproximando mais da minha família, porque antes tava mais distante por causa do meu casamento. Todo mundo na família tinha crescido e mudado desde a última vez que os vi, principalmente o Lucas, que já era um homem feito. A última vez que o vi, ele ainda tava no ensino médio, saindo pras primeiras festas. Depois de tanto tempo longe deles... Ainda não havia tanta intimidade com eles, e especialmente com o panguinha, ele era bem distante e bastante tímido comigo, a gente não conversava muito, pelo menos nas primeiras vezes, aos poucos fomos criando confiança e falando mais.

Mas a coisa mudou a partir de uma das primeiras festas de família que fui, uma das muitas festas e reuniões familiares que minha irmã e meu cunhado organizavam. Naquela noite escolhi vestir um vestido rosa bem justo, escolhi porque ele não era tão decotado quanto os outros, toda a roupa que tenho é bem provocante e esse era bem provocador, mas não era tão decotado, embora fosse um pouquinho curto, mas era o melhor que tinha para a ocasião. Não queria provocar muito já que era uma festa de família, queria estar dentro do adequado. Cheguei cedo naquela noite porque fiquei responsável pelas bebidas, ao chegar quem me abriu foi o Lucas, ele me cumprimentou com um beijo e me fez entrar, já naquele momento comecei a notar como o cara estava me olhando, e percebi que o vestido era bem mais provocante do que eu pensava ou ele era bem tarado e degenerado para ficar olhando a tia dele. Com o passar das horas chegou mais gente e a festa começou, cada vez que eu cruzava com o cara ele me dava um olhar, era a primeira vez que notava ele me olhando assim, bom, era a primeira festa que eu ia e ele me via tão provocante. Mas naquela noite não era o único que me olhava daquele jeito, roubei vários olhares naquela noite, e notei que algumas das mulheres que estavam lá não gostaram do que eu tinha vestido, não me importaria muito em outra ocasião, mas ali e na casa da minha irmã me incomodou um pouco, então evitei ficar passeando pela casa toda e fiquei na sala com algumas das minhas primas.

Na sala tinha muita gente e entre eles estava o cara do meu sobrinho, ele estava sentado quase de frente para mim conversando com a irmã e a prima dele, eu estava sentada no sofá conversando com as meninas, nesses momentos notei como meu sobrinho me olhava, ele tentava disfarçar por minha causa e por causa das meninas, às vezes eu olhava pra ele e ele fingia estar distraído, desviando o olhar, mas algumas dessas olhadas me deixavam um pouco desconfortável. Tentei deixar pra lá, mas esse punheteiro continuou me encarando — óbvio, sem olhar nos meus olhos. Ele olhava meu corpo, mas mais do que o corpo, o que ele ficava encarando eram minhas pernas, ou melhor dizendo, minha virilha. O vestido era bem curto e deixava minha calcinha branca à mostra. Dava pra perceber que era isso que o cara tava olhando. Cruzei as pernas pra acabar com o espetáculo, mas o vestido não permitia — deixava minhas pernas em todo o seu esplendor.

De qualquer forma, o cara tava se deleitando. Não tinha jeito de eu me sentar que não fosse provocá-lo. Olhei firme pra ele dessa vez, e ele me encarou. Ficou desconfortável, tentando disfarçar, mas não teve outra saída a não ser levantar e se retirar pra outro canto da casa. Foi assim que começou. Depois dessa festa, toda vez que eu o via, ele já me olhava de outro jeito. Às vezes, quando conversávamos, eu percebia como ele olhava pros meus peitos com algumas regatas ou tops que eu usava. Isso me irritava e deixava bastante desconfortável. Em outras circunstâncias, os olhares dos homens não me incomodariam, mas dessa vez sim, pelo fato de ser meu sobrino. Pensei em falar com a mãe dele, mas decidi não fazer isso — queria evitar problemas ou que me culpassem por me vestir assim e pelo estilo de vida que levo.

Tentei não dar importância, até que uma vez, depois de um almoço na minha casa com minha irmã, decidimos sair pra tomar sorvete e dar uma volta de carro. Dois dos meus sobrinos nos acompanharam, exceto Lucas e Ayeen, a mais velha, que foi com o namorado. Ele ficou na minha casa com o computador. Depois de horas fora, voltamos e, ao chegar, notei o desconforto do cara, e também notei o volume na calça dele. O punheteiro provavelmente tava vendo pornô, foi o que pensei, pela ereção que ele tinha e tentava disfarçar. Quando foram embora, comecei a arrumar a casa e, ao arrumar o quarto, notei que minhas roupas estavam um pouco bagunçadas. A gaveta de roupas íntimas... também estava diferente de como eu tinha deixado, a primeira coisa que me veio à cabeça foi o cara, naquele momento me deu uma raiva, além de me encarar agora ele mexia e revirava minhas coisas, isso me deixou muito puta e não só isso, à noite conectada no computador, fui ver o histórico e o que tinha era tudo página pornô, minhas não eram, eu veio porno e adoro, mas pra isso sempre uso um notebook que tenho escondido, isso me deixou pior ainda, aquele computador eu usava pra trabalhar e ele usava pra ver porno e bater uma certeza com minha calcinha.

Estava furiosa, queria falar com o cara e com a mãe, me irritaram todas aquelas atitudes de punheteiro e pervertido, como podia fazer isso com a própria tia, fiquei enfurecida com o que aconteceu, mas como sou muito puta e vingativa em vez de falar com a mãe ou com ele decidi algo melhor, decidi esquentar o punheteiro, brincaria de provocar e seduzir ele, e deixar ele de pau duro e com porra até a cabeça. Então coloquei mãos à obra e comecei vendo o que ele gostava olhando a pornografia que ele via, mas ao ver as páginas que o cara visitou acabei me esquentando também, e terminei nua na cama gemendo como uma puta me enfiando um consolo, um dos vários que tinha, esse era grande e venoso entrando na minha use the word: buceta tirando todos meus fluidos e molhando a cama.

Então depois disso comecei a provocar o cara, aproveitaria qualquer oportunidade para esquentar ele, com as reuniões e festas que minha irmã organizava seria uma boa oportunidade, mas não podia esperar então num fim de semana que saía pra dançar ou caçar pau como queiram chamar fui na casa da minha irmã com a desculpa de tomar alguma coisa antes de sair, mas com a intenção de subir a temperatura daquele punheteiro. Naquela noite escolhi um vestido preto justo, curto e com um grande e sedutor decote, nas pernas coloquei meia-calça arrastão preta também, mas com uma calcinha branca de renda assim o cara pudesse ver melhor.

Ao chegarmos fomos pra cozinha e minha irmã me Ela reclamou que eu saísse vestida assim, eu disse que gosto de ser sexy (a palavra na verdade é puta, mas com minha irmã sou mais sutil kkkk). Ao ver o cara, ele ficou me encarando e me cumprimentou timidamente, eu me aproximei para cumprimentá-lo com um beijo e um abraço. Para que ele sentisse bem meu corpo e meu perfume, cheiro de mulher. O cara ficou e pediu que a gente convidasse ele para o que estávamos bebendo, aproveitei o momento para dizer que a mãe dele não gostava de como eu estava vestida.Lucas, sua mãe não gostou de como estou vestida. E você, o que acha? Tá bom assim pra ir dançar? É assim que as gostosas tão saindo agora?


Nada a ver, mãe! Tia, você tá muito linda e bem vestida, é assim que as minas se vestem hoje em dia.Quando eu disse aquilo, dei uma volta completa pra ele me observar todinha, continuamos conversando os três, e quando minha irmã foi embora aproveitei o momento, me aproximei dele epergunta de novo.


- Você acha que eu tô gostosa?


Você tá muito gostosa, tá linda.


Obrigada, meu bem. Tô sexy ou você acha que tá provocante demais? Não tá muito justo?


- Se é muito provocante, mas você tá muito gostosa assim, tia. Tá bom, marca todo seu corpo. Eu gosto de como fica em você.

O cara me fulminava com o olhar, queria ficar perguntando coisas e insinuando como se estivesse marcando muito a coisa, os peitos, mas não queria cair no ordinário também, só queria provocar e deixar ele duro, não queria que o cara pensasse que eu estava dando mole pra ele.

Fomos pra sala e uma das minhas sobrinas se juntou a gente. Quando sentei, me certifiquei que o cara notasse minhas pernas e a liga que eu tava usando, sentando de lado. E não foi só o pivete que notou, minha irmã percebeu também. Me arrumei bem e me cobri um pouco. Toda vez que olhava, via o cara de olhando de soslaio e se mexendo com a desculpa de olhar pra mim. Parecia que meu plano tava funcionando. A noite toda fiquei me mexendo e mudando de posição pra que o masturbador se deliciasse. No final, antes de ir embora, sentei de frente pra ele sem cruzar as pernas e me mexendo um pouco. O cara não perdia uma oportunidade, tentava disfarçar na frente da mãe e da irmã dele, mas comigo não conseguia disfarçar, eu percebia e pegava ele me encarando.

Quando chegou a hora de ir embora, decidi dar uma bela vista. Sem olhar pra ele, me levantei abrindo as pernas mais do que o normal. Quando fiz isso, notei que ele tava com o olhar grudado na minha calcinha branca que ele já tinha descoberto antes. Fiquei satisfeita com o que fiz, mas isso seria só o começo. Me despedi de todo mundo bem carinhosamente, principalmente pra que o cara sentisse meu corpo de novo. Com certeza aquela noite o cara ia dedicar várias pra tia dele. E a tia, a puta safada, ia procurar um pauzão pra dar uma boa noite de sexo.

Assim comecei meu joguinho de provocação. Aproveitava toda vez que via ele pra provocar e me fazer desejada. Sempre que saía, passava na casa dele pra tomar alguma coisa com alguma desculpa, sempre com vestidos provocantes, decotados, curtos e bem justos. O pivete tava na festa, e mais ainda quando eu abria as pernas pra mostrar minhas calcinhas. Ele já conhecia muitas das que tinha revirado em casa, umas pretas e vermelhas de renda, algumas cor-de-rosa, sempre... uma diferente
para deleitá-lo e deixá-lo bem excitado. Minha irmã sempre me criticava pela forma como eu me vestia, mas eu não dava bola, continuava com meu joguinho de provocação.

Depois dessas visitas que eu fazia na casa dele e já tendo mais intimidade com o cara, comecei a convidá-lo para minha casa. A primeira desculpa foi me ajudar a instalar algumas coisas. Já em casa, eu não o recebia vestida para sair, mas sim com roupas soltas ou de ficar em casa, sempre sexy — até minha roupa de ficar em casa era sexy. Na primeira vez, estava calor, então o recebi com um shortinho justo de jeans e uma regata branca sem sutiã. O cara não conseguiu disfarçar: mal abri a porta, ele direcionou os olhos para os meus peitos. E, já dentro, eu ficava andando pela casa para que ele pudesse ter o luxo de ver minha bunda também. Me aproximava para que ele visse com mais detalhes meus peitos e como meus mamilos ficavam durinhos sob a roupa.

Enquanto ele estava no computador, eu me aproximava por trás para ver o que ele estava fazendo e pedir que me explicasse algumas coisas — eram só desculpas para encostar os peitos nas costas dele. O punheteiro ficava nervoso, e dava para notar sua ereção através da calça.

Depois disso, comecei com a desculpa de que ele fizesse alguns trabalhos no computador para mim, pelos quais eu pagava. Era um bom negócio para ele: ganhava dinheiro, comida e ainda podia admirar os peitos e a bunda da putinha da tia dele. Às vezes, eu o deixava sozinho em casa para depois checar o histórico e ver quais sites pornô ele visitava. O punheteiro sempre aproveitava para ver pornô, e eu sempre encontrava minha roupa íntima fora do lugar. Uma vez, encontrei uma calcinha suja que tinha deixado no banheiro do meu quarto — parece que o cara esqueceu lá. Com certeza, ele ficou cheirando e tocando com minhas tangas.

Desde aquela primeira provocação, não parei — pelo contrário, continuei avançando. Fiquei mais ousada e, sempre que pegava ele olhando meus peitos ou minha bunda, eu dizia coisas como se fosse uma repreensão: "Olha nos meus olhos quando estou falando com você", "Os olhos estão aqui em cima", esse tipo de coisa. Com o passar do tempo, o cara... Ele também ficava cada vez mais louco, e sempre arrumava qualquer desculpa para aparecer em casa. Eu, por minha parte, estava sempre pronta para mostrar a bunda e os peitos e andar pela casa só para deixá-lo com tesão.

Além dele, eu também dava um jeito e inventava desculpas para trazê-lo pra minha casa ou me aproximar da dele. Uma dessas foi quando vieram instalar uma piscina na minha casa e reformar o jardim. Eu queria deixar tudo pronto para a primavera, quando os dias de calor chegassem. Como desculpa, chamei ele para vir cuidar da casa enquanto eu trabalhava. Quando chegava, sempre o cumprimentava com um abraço e um beijo, e ele sempre estava no computador. Eu chegava e começava a tirar a roupa na frente dele, sem chegar a ficar nua ou mostrar nada, apenas insinuando. O safado começava a se concentrar mais em mim do que no PC, que ficava cheio de páginas pornô por minha causa. Durante essas estadias na minha casa, continuei subindo o nível da situação. Uma vez, ao chegar, ele estava no PC como sempre. Comecei a tirar a roupa, tirar os sapatos, soltar a blusa, mas dessa vez tirei a blusa completamente e fiquei só com um corpete branco. Ele se limitava a olhar de esguelha, mas eu, chamando sua atenção e perguntando se ele queria um lanche, conquistava seus olhares. Ele não conseguia disfarçar e seus iam direto para os meus peitos. E assim eu aproveitava cada oportunidade para avançar e mostrar e insinuar um pouco mais. Uma dessas vezes, enquanto ele me explicava algo no computador, notei como ele gaguejava ao falar. Não sabia por quê, pensei que estava deixando ele nervoso, mas depois de um tempo percebi como ele olhava para os meus peitos. Que espetáculo eu dava para o cara! Eu tinha colocado uma camiseta larga e bem decotada, sem sutiã, e ao me abaixar, dava uma bela vista dos meus peitos balançando a centímetros do rosto dele. O cara se deliciava. Não era que ele estava nervoso, mas sim que não conseguia se concentrar com aquele decote que permitia que ele visse todos os meus peitos, até os meus mamilos, muito mais do que eu tinha permitido antes.

Mas as coisas começaram a mudar e se virar contra mim. Eu continuava apostando mais alto... Esse joguinho e decidiram na mesma academia onde ele ia no centro, às vezes eu levava, às vezes voltávamos juntos no carro. Eu sempre com minhas calças super justas e meus tops bem pequenos, todos os homens se deliciavam comigo, sempre estavam na espreita e sempre tentavam me dar em cima, e eu, muito puta, aceitava os convites e os telefones, sempre procurando um novo pau para saciar minha buceta. Mas não deixava de dar atenção ao meu sobrinho, me aproximava e tentava fazer coisas perto dele, e ele fazia o mesmo, sempre para poder olhar, inúmeras vezes mostrei a bunda e os peitos, agachando e fazendo exercícios, aproveitava as diversas poses que minhas rotinas me davam para oferecer uma bela paisagem para ele admirar. Mas foi ali na academia que a coisa começou a mudar e eu comecei a olhá-lo de outra maneira, vê-lo assim trabalhando o corpo, todo suado e definido, às vezes sem camiseta, ele começou a ganhar meus olhares, o cara estava gostoso, tinha um corpo lindo, havia homens melhores na academia, com corpos incríveis, mas esse me atraiu mais por ser meu sobrino, meu sobrino o masturbador.

Daí pra frente tudo virou de cabeça para baixo, a situação começou a me deixar com tesão, a ponto de dedicar uma boa masturbação ao meu sobrino. Foi no dia que voltamos juntos para casa, ele me pediu para usar o banheiro para poder tomar um banho tranquilo porque na casa dele sempre era um problema pela quantidade de gente e ele não pôde tomar banho na academia, aceitei com todo prazer, ao chegar deixei que ele fosse primeiro. Ele tinha toalha então usou a dele, tirou a camiseta e entrou no banheiro, eu entrei com ele, de puta mesmo, com a desculpa de mostrar como abrir o chuveiro e disse que depois ele podia se trocar no meu quarto. Esse dia eu estava ligada não só pelo meu sobrino, mas porque um cara me deixou com muito tesão na academia, por sorte peguei o número dele e tinha um pau para saciar minha sede. Mas continuei com meu joguinho, entrei no meu quarto, tirei o top azul que combinava com a legging azul, por baixo não tinha nada, fiquei de peitos prontos, preparei a toalha e coloquei do meu lado, esperando que ele entrasse. quando senti a porta do banheiro abrir, me levantei e aguardei. mal ele entrou, de costas para ele, tirei a legging, mostrando pela primeira vez minha bunda nua, vestindo apenas um minúscuo fio dental turquesa.Ah, desculpa tia, não sabia que você tava-Ele me disse e se preparou para sair.Tranquilo sobrinho, sem problema nenhum, pode entrar de boa, eu vou tomar um banho.


Eu disse isso porque você estava se despindo.


- Você não precisa ficar com vergonha, nunca viu uma mina de calcinha?


-Não, sim, mas não quis incomodar tirando sua roupa.


-Não, fica tranquilo, não precisa fazer drama. Ou será que te incomoda ver uma mina tão feia, tô tão mal assim?


-Não, tia, não, você é uma gostosa, tem um corpo lindo.O cara estava só com uma toalha branca e com o torso descoberto e molhado, ao dizer isso e vê-lo assim, minha pele arrepiou, fiquei que nem doida. Então só saí do quarto, enquanto conversávamos e ao sair me cobri com a toalha, dei um beijo na bochecha dele e agradeci pelo elogio. No banheiro, fiquei com um tesão danado por causa daquela situação e pelo que vinha acontecendo, a culpa e o remorso estavam me assediando, mas o tesão podia mais, não me masturbei ali no banheiro porque sabia que à noite teria uma boa pica para me acalmar, não a do meu sobrinho, mas do gostoso que me esquentou na academia, mas na minha cabeça girou a ideia de querer a pica e o corpo do meu sobrinho.

A essa altura, a coisa mudou e quem começou a esquentar fui eu. Comecei a me questionar se continuava ou não brincando esse joguinho, evitei contato com o cara por alguns dias, precisava pensar e analisar a coisa com calma. Uma parte de mim queria terminar com isso, mas as atitudes de punheteiro dele não me permitiam, o cara começou a roubar minha roupa íntima, toda vez que vinha em casa ou se banhava aqui depois da academia, minha calcinha sumia, e voltava a aparecer do nada, era o punheteiro que levava, cheirava e depois trazia de volta, tão otário era para fazer isso, achava que eu não perceberia?

Isso me fez redobrar a aposta, então em uma semana todas as tangas que usei não lavei e junto com outra roupa coloquei em uma sacola com a desculpa de lavar na casa da minha irmã, chamei o imbecil para buscá-la e levá-la para a casa dele, à noite eu iria lavar, o cara muito gentilmente as levou. Ele ia se deleitar com o cheiro da minha buceta, já que deixei tangas bem sujas e bastante sexy, deixei uma preta e uma branca de renda, uma calcinha fio-dental vermelha, 2 tangas animal print bem minúsculas, e um micro fio-dental cor-de-rosa, sabia que o cara faria uma festa com minhas calcinhas toda suja e cheia dos meus fluidos, deixei-as praticamente o dia todo. Às Ontem fui lavar elas lá e quando perguntei pra minha irmã, ela não sabia que tinha deixado roupa, e perguntei pro cara, o muito otário não tinha colocado a sacola no lavanderia, pelo contrário, tinha deixado no quarto dele. Ele saiu correndo pra buscar, e eu fui por trás pra pegar a sacola. Quando cheguei no quarto dele, dava pra ouvir o barulho da sacola preta de lixo. Entrei no quarto e ele me deu, mas ela não estava amarrada como eu tinha amarrado. Quando ele me deu, perguntei o que ele estava fazendo com minhas roupas no quarto dele. Meio nervoso, ele disse que tinha esquecido de deixar lá embaixo. Eu tinha certeza absoluta que, até eu chegar, ele tinha ficado se deliciando com meu cheiro de **buceta** de vagabunda. Disse que não tinha problema, cumprimentei ele com um beijo na bochecha e agradeci pelo favor. Sempre aproveitando pra provocar.

Na hora de lavar, percebi que ainda faltava uma. Faltava o micro thong rosa, bem de vagabunda. Subi pra perguntar se ele tinha aberto a sacola ou tirado algo e, mentindo obviamente, ele disse que não. Fingi que não percebi nada e fiquei conversando um pouco com ele. Quando senti que a máquina de lavar parou, saí pra colocar a segunda leva de roupa, mas antes disse pra ele se podia sair um pouco. Quando deixei ele entrar de novo, perguntou o que tinha acontecido, e eu estava com um thong azul na mão. Tinha tirado só pra provocar e fiquei sem nada por baixo de uma legging cinza que estava usando. Disse pro otário que tinha esquecido que também precisava lavar essa. O otário automaticamente olhou pra minha **buceta**, que marcava muito mais agora sem o thong. Saí do quarto e disse pra ele não contar pra ninguém o que eu fiz. Ele disse que não contaria e eu fui embora. Tenho certeza que naquela noite deixei ele muito excitado, que sobrinho teria uma tia tão vagabunda que tira a calcinha no próprio quarto dele.

E assim, sem intenção de parar a provocação, continuei com meu joguinho, sempre dobrando a aposta e subindo o nível de tesão. E não só deixava ele excitado, mas também ficava excitada. A situação na academia e as vezes que ele... deixar ele tomar banho em casa era o que mais me deixava com tesão. Numa dessas vezes, depois da academia, convidei ele pra lanchar lá em casa, com as intenções de sempre - era mais fácil provocar ele no meu território. Conversando, puxamos o assunto dos exercícios e as áreas mais difíceis de fortalecer no corpo, assunto que eu trouxe por um único motivo. Falamos sobre a bunda, eu mostrava a raba pra ele dar a opinião dele, e ele adorou. Fiquei em várias poses até que a puta que tem dentro de mim falou.

toca e me diz como táFalei pra ele pegar na minha bunda, o otário me olhou surpreso.Não seja tímido, sou sua tia, não tem nada de sexual em você tocar minha bunda, é só pra ver como está.O cara, meio hesitante e nervoso, aproximou a mão e tocou uma das minhas nádegas timidamente. Eu ri e peguei a mão dele, levei de volta até minha bunda e ajudei a apertar com força. Essa situação me deixou com tesão. O cara só se limitou a dizer que estava muito bem trabalhada, mas na minha cabeça de puta soou comoQue bunda divina que você tem, gataDepois disso, me recompus e pedi pra ele me mostrar a dele. Quando o cara se levantou, não conseguiu disfarçar a ereção — a calça curta tava bem marcada. Ele se virou com timidez, e eu dei um aperto forte na bunda dele, falando: “Assimela toca uma bundaDepois dessa situação, fiquei com tanto tesão que à noite me dei uma bela de uma masturbação. Sentimentos de culpa vinham, mas longe de parar, continuei apostando e subindo o nível de provocação. Com mais confiança, comecei a ser mais toquetona e a roçar mais nele, a abraçá-lo, dar palmadas na bunda dele. Cada vez que o chamava em casa para fazer serviços no computador, aproveitava para abraçá-lo e encostar os peitos nas costas dele. Tanta era a confiança que cheguei ao ponto de sentar em cima dele: primeiro comecei a fazer isso na perna, depois já me sentava sobre as duas pernas e sobre o pauzão dele. Sempre que ele me mostrava ou explicava algo — e isso ficou frequente, já que ele sempre tinha algo pra explicar e eu algo pra perguntar —, nesses momentos eu podia sentir aquele pau duro pulsando na minha bunda e como às vezes ele ia ficando duro; eu sentia tudo com o meu cu. Isso me deixou muito mais excitada, fiquei com muito tesão ao sentir aquela rola sempre ereta. No fim das contas, a excitada e provocada era eu: aquela rola me dominava e me provocava muito mais do que eu gostaria. E cada vez eu encontrava novas maneiras de provocá-lo, até comecei a desfilar de roupa íntima na frente dele. A primeira vez foi com um sutiã e uma calcinha branca de renda; depois fui dando desfiles com toda a minha roupa íntima. Eu sempre comprava mais, porque adorava e também porque precisava para dar o melhor espetáculo pro cara, ainda mais nos dias de muito calor. Ele não conseguia se concentrar e me olhava de todas as maneiras possíveis.

Longe de terminar aí, eu continuei, mas mais do que um castigo ou uma vingança, a coisa foi virando sedução, e isso me deixava com mais tesão ainda. Cada vez eu queria avançar e ver até onde chegaria. Uma das vezes que ele me deixou maluca foi quando me mostrou uns vídeos de reggaeton que nós dois adorávamos, e eu sentada em cima dele com um sutiã preto e uma calcinha fio-dental branca com linhas azuis, comecei a dançar e me mexer em cima dele, me rebolando no ritmo da canção, isso fazia com que aquela pica latejante roçasse toda minha bunda e eu use a palavra: buceta, em um momento fiquei com toda a use the word: buceta em cima do pau dele, todo aquele tronco me apoiava na racha, isso me deixou louca, em um momento que perdi a cabeça me joguei para trás e já os movimentos eram mais sexuais, e com minha mão acariciava sua cabeça e seu cabelo, em um momento levei sua mão até minha cintura, esperando que fizesse algo mas ele não se animou, quando me senti levemente molhada foi quando percebi o que estava fazendo, já tinha deixado a provocação de lado e caí nos braços do prazer, a tesão me levou a fazer isso. Mas com todo disfarce saí dessa, muito bom o vídeo eu disse e fui para o quarto, me sentei para refletir sobre o que fiz, mas a tesão só me fazia lembrar daquele pau duro debaixo de mim, roçando minha use the word: buceta, olhei minha calcinha e tinha uma mancha grande de umidade. Era a primeira vez que eu tinha ficado tão excitada assim com os roçados do cara. A única coisa que passava pela minha cabeça era sexo, e curiosidade, já naquele momento com a tesão que eu tinha e o quanto eu adorava aquele joguinho continuei e continuei para ver até onde ia.

Os dias seguintes a coisa continuou assim, mas agora cada vez que ele me mostrava um vídeo ou eu mostrava um nos levantávamos e começávamos a dançar inventando e imitando alguns passos, nossas danças eram bem quentes, muito sensuais e com um grau de excitação enorme, ele sempre estava de pau duro e eu roçava minha bunda, minha use the word: buceta nele, às vezes vestida às vezes de calcinha, deixava ele tocar minha bunda nessas oportunidades, ele não se atrevia a fazer sozinho, mas eu levava sua mão para esses lugares no ritmo da música. Essas danças nos deixavam com tesão os 2, molhava todas minhas calcinhas quando dançava assim com o cara qualquer outro cara já teria me violentado naquela situação, mas esse ainda me respeitava por ser a tia, e eu a ele por ser meu sobrinho, mas sei que ambos queríamos faltar com o respeito e nos dar uma boa Transava como dois cachorros no cio. Mas a gente se segurava.

Para minha alegria, a piscina e o quintal já estavam prontos, e no primeiro fim de semana de muito calor decidi convidar toda a minha família para inaugurar a piscina. Mas alguns dias antes, um dia inteiro de semana estava muito quente, então depois da academia fui com o cara para a piscina. Eu coloquei um biquíni turquesa bem minúsculo, minha bunda engolia a parte de baixo do biquíni, ele estava de maiô. Naquele dia, a gente brincou um pouco dentro da piscina, mais para se roçar e esquentar ele ainda mais. Eu aproveitava cada situação para tocá-lo, para que ele me tocasse e para dar bons ângulos da minha bunda para ele. Eu conseguia sentir em alguns esbarrões que ele dava em mim o quanto ele estava duro. Se não fosse meu sobrinho, eu já estaria comendo aquele pau. Mas não quis ir além, era só provocação, provocação que me deixava com muito tesão.

Depois, no fim de semana, comemoramos com toda a família. Meu cunhado fez churrasco e compramos bebidas. A casa estava cheia e todos aproveitamos aquela tarde. Naquela tarde, me controlei nas provocações porque seria muito óbvio, mas em alguns momentos eu dava uma boa visão da minha bunda para o meu sobrinho.

Os dias foram passando e eu ficava cada vez mais excitada com a situação. Já praticamente não nos desgrudávamos, o pivete e eu. Íamos à academia juntos, ele vinha à minha casa para fazer uns trabalhos e também compartilhávamos tardes na piscina. Todas essas situações saíram do meu controle. Ele agora aproveitava para tocar e se esfregar em mim. Tanta era a confiança que, principalmente nas brincadeiras na piscina, ele dava cada esbarrada em mim. Eu ficava louca, me masturbava toda hora, procurava por paus todas as noites para aliviar meu tesão. Mas cada vez que estávamos juntos, era um fogo, eu e ele. Já nossos olhares diziam outra coisa. Eu comecei a desejá-lo e, mais do que tudo, a desejar aquele pau. Queria vê-lo e tê-lo. Tão puta eu era, que queria comer até meu próprio sobrinho. E era isso que mais me excitava, o morbo.

Eu precisava ver aquele pau com mais detalhes, então muito... Viva e safada comprei uma sunga daquelas que os nadadores usam. Tudo para ver como o pacote marcava. Comprei duas, uma preta e uma branca. Depois do trabalho cheguei e ele estava no computador fazendo uns pedidos que sempre peço. Cumprimentei com um beijo e enquanto tirava a camisa e a saia, ficando num conjunto vermelho com uma calcinha fio-dental enterrada na minha bunda minúscula, disse pra ele largar tudo e irmos para a piscina.

- Mas eu não trouxe o biquíni, tia. Vou buscar.


- Você não precisa se preocupar, justamente te trouxe um presentinho.Naquele dia, decidi dar só a blanca pra ela, pra ver melhor como aquele volume marcava. Dei pra ela e mandei ir se trocar.





É um presente como agradecimento, amor. Você pode usar quando entrar na minha piscina.


Adorei, valeu tia. Caiu como uma luva pra usar nesses casos.Fui colocar o biquíni e escolhi o mais putinha: um fio dental minúsculo bem enfiado no cu, azul celeste, e um top triangular também azul, mostrando pelas laterais a redondeza deliciosa das minhas tetas. Não entrei na piscina, esperei que ele saísse para me ver. Fiquei de quatro, dando o bunda para a porta, pra ele ter a melhor vista ao sair. Ele apareceu estreando a sunga branca que eu dei de presente. Quando o vi, fiquei hipnotizada. Vê-lo daquele jeito, com aquele corpão, essas pernas e, principalmente, com o volume que a sunga guardava, me deixava louca. Pode ser um punheteiro, o moleque, mas tá gostoso, tá com cara de quem merece ser devorado. E por ser meu sobrino, me excitava ainda mais.

Entramos na piscina e ficamos curtindo, brincando e conversando. Saíamos e dávamos uns mergulhos, e com a sunga molhada dava pra ver como aquele pau marcava. A água deixava o tronco dele ainda mais visível, e eu o desejava como uma puta no cio. Queria colocar aquele pau na minha boca, queria devorar, queria deixá-lo duro. E foi o que fiz. Era fácil deixar esse punheteiro de pau duro, ele ficava excitado do jeito que eu provocava e o provocava.

Não contente com isso, saí da piscina, deixando que ele visse minha bunda linda banhada pela água, e coloquei uma música. Reggaeton, especialmente. Quando começou a tocar, me aproximei da piscina dançando sensual, rebolando e descendo como nos clipes, dando um espetáculo maravilhoso pro meu sobrino. Fiquei bem puta e dancei de um jeito mais pesado, digno de um clube de strip, ficando de quatro e abrindo as pernas. O cara se mexia ali embaixo, mas se limitava a olhar, não queria perder a concentração. Sentei, abri as pernas e disse pra ele dançar comigo. Ele se aproximou e o ajudei a subir. Quando ele subiu, aproveitei o momento pra me jogar pra trás, simulando uma queda, e puxando ele pelo braço, o trouxe comigo. Caí com as pernas abertas e ele em cima de mim. Essa imagem me esquentou demais. Tinha o punheteiro do meu sobrino entre as minhas pernas, isso me deixou terrivelmente excitada. Ficamos assim um tempão. nos olhando, ele pediu desculpas, eu o puxei para mim, fazendo com que ele me abraçasse como uma brincadeira, e disse que tinha perdido o equilíbrio.

Nos levantamos, ele me ajudou com toda a sua força, eu me levantei indo em direção a ele como se sua gravidade me atraísse. Imediatamente comecei a dançar para ele e ele fez o mesmo, começamos a dançar de um jeito bem sensual como sempre fazíamos, me contorcia e rebolava bem colada nele e ele dava uns movimentos de quadril que me faziam perder a cabeça. Virei de costas e descia e subia, me agachei apoiando minha bunda na sua deliciosa rola que já estava dura, com movimentos rápidos e sensuais, e batidinhas no seu pacote, ele se mexia como se estivesse me comendo, eu ficava ainda mais excitada. Tanta dança fez com que meu biquíni se mexesse, meu corpo queria experimentar a nudez, mas queria que fosse ele quem me desnudasse. Ao terminar a música, tive um pequeno momento de consciência e me afastei dele, jogando-o de brincadeira na piscina. Eu já podia sentir minha buceta soltando seus líquidos, estava ficando molhada com aquela dança tão quente.

Eu me sentei na borda da piscina com os pés na água, não aguentava o tesão, essa brincadeira de provocação e dança me deixou com muito fogo, a imagem do cara entre minhas pernas ou me dando com as pernas apoiadas na bunda me excitava ainda mais, e esse cara ainda não partia para o tudo comigo, que era o que eu queria, com certeza me entregaria completamente se ele fosse além, mas ainda havia um pouco de moral e culpa por essas situações. Mas a puta em mim podia muito mais. Então não aguentei e, sendo a puta que sou, eu disse a ele.

– Te incomoda se eu tirar o sutiã, sobrinho? É pra pegar um sol.Eu perguntei, mas nunca esperei uma aprobación, já naquele momento soltei umas lágrimas de trás.

Nada disso, mana, além do mais é sua casa.– O cara me disse isso e ficou me encarando, esperando ver meus peitos.

Mas não olha, não?– Eu falei brincando e acabei tirando, deixando meus peitos redondinhos à mostra, ele olhou pro lado dando atenção ao que eu disse, mas eu falei que não tinha problema nenhum, que era só brincadeira.

Fiquei assim mesmo, sem entrar na piscina, o cara não tirava os olhos de mim. Entrei de novo na piscina e começamos a brincar de novo, a gente se jogava água, se empurrava pra ver quem derrubava quem, tudo joguinho pra se aproximar mais. Quando tocou uma música que a gente adorava, começamos a dançar dentro da piscina, a gente se mexia bem coladinho e eu conseguia sentir a dureza dele na minha buceta e na minha bunda. Eu disse que era melhor dançar fora da água e saí, deixando, como sempre, ele ver a melhor visão do meu rabo. Ao sair, comecei a me rebolando de costas pra ele, ele levantou e eu notei o volume inchado na virilha dele. Ver aquilo não me fez perder tempo e eu me grudei nele como uma puta, a gente dançou, desceu, rebolou, já aumentando o nível de sensualidade. Eu esfregava nele e sentia aquela dureza em mim, me deixava louca, já estava perdendo a cabeça, queria ele dentro de mim. A culpa me fazia hesitar, mas a tesão e o tesão me levavam a me entregar. De frente, esfregava meus peitos no peito dele, em um momento levei as mãos dele pra minha bunda e ele apertou com força. Na hora, ele me levantou pelas nádegas e me ergueu sem parar de se mexer, eu também seguindo o ritmo me movia e tudo parecia uma linda cena de sexo com roupa. Ele me baixou, eu já não aguentava mais a tesão e não tive ideia melhor do que botar a mão, desci até tocar no pau duro dele. O cara tinha uma rola tremenda, eu olhei e arregalei os olhos de tão duro e empinado que aquele pau estava.

Sobrinho, como você tá?Eu disse

desculpa, tiaEle me disse e entrou de novo na piscina, envergonhado.

Naquele momento, me senti um lixo, uma sensação dupla: estraguei o clima, o envergonhei, e ao mesmo tempo perdi a chance de continuar dançando daquele jeito e ver até onde a gente ia. Essa curiosidade me matava, e saber que tinha estragado tudo. Mas ao mesmo tempo me sentia culpada por tê-lo envergonhado assim, por ter chegado a tal provocação, eram sentimentos demais misturados que não me deixavam pensar com clareza. Mas dei prioridade a fazê-lo se sentir melhor e que não se envergonhasse daquilo.

-Não precisa pedir desculpas, Lucas, e não tem nada do que se envergonhar. É algo natural.– eu disse, tentando acalmá-lo. Ele só mantinha o olhar baixo. Entrei de novo na piscina junto com ele para tranquilizá-lo, ao fazer isso ele foi em direção à escada para ir embora, peguei sua mão e novamente disse que ele não precisava ficar assim, é natural ficar assim com uma dança daquelas e com a tia dele de peitos pra fora. 


- É, você tem razão. Mas você é minha tia, isso é errado. Com você eu fico assim.


- Se eu sou sua tia, mas o corpo e a tesão não distinguem isso. Além disso, pra você ficar tranquilo, eu também fiquei com vontade...Eu disse e peguei sua mão, levando-a até meus peitos- …Olha só esses mamilos duros sob a camiseta. Você é meu sobrinho, mas já é todo um homem e com um corpão desses, qualquer mulher ficaria atraída por um garoto como você.


- Tia, você também? Bom, você é uma mulher linda, meus amigos dizem que você é uma deusa, e pra mim também é.


- Sério? Bom, obrigada, lindo. E sim, ter você aqui ultimamente me fez ficar assim, por um momento quase perdi a cabeça, mas somos família, só devemos levar como uma dança, um jogo, não ir além.Minha boca dizia isso, mas na minha cabeça eu queria ir além, e tão perto dele muito mais, e enquanto ele continuava tocando meus mamilos eu ficava mais excitada.

Conversamos mais um pouco, ficando mais à vontade de novo, e com o passar do tempo era como se nossos corpos se sentissem atraídos, e muito mais o meu. No ritmo da música começamos a dançar de novo. Nos colávamos e nos mexíamos outra vez, mas debaixo d'água.

Tranquilo, é só uma dança.– Eu dizia enquanto dançávamos, mas de novo a situação estava nos levando, o pau dele estava duro de novo e eu podia sentir em mim, eu esfregava minha bunda nele, mais excitada eu ficava com seus toques, aos poucos ele também começava a meter a mão.

- Se for só uma dança, tia, não tem com o que se preocupar.Ele me disse e na minha cabeça só ouvi uma aceitação que me fez não parar, minha mente me dizia para parar já, mas meu corpo não conseguia deixar de se mexer e aproveitar aquele garoto lindo e seu pau. Continuamos nos movendo e dançando, muito mais sensual e quente, eu estava de frente para ele, e cara a cara continuávamos dizendo que era só uma dança. Ele me levantou novamente pela bunda e me colocou sobre o pau dele, o que me fez soltar um pequeno suspiro. Eu mexia e ele também, ele dava batidinhas com o pau na minha bunda, e eu vibrava, meus suspiros já estavam bem evidentes. Continuei me movendo muito mais rápido, esfregando muito aquela pijaca dura e pulsante, eu estava como uma louca, perdendo a cabeça. Quando eu me preparava para parar o atrito daquele pau, ele não me deixava, ele também tentava parar, mas eu não o deixava. Aí ele me soltou e, enquanto não parávamos de dançar, me despi de todos os meus preconceitos e tabus, e comecei a dar beijos nele, no pescoço, no rosto e, sem esperar mais nada, devorei aquela boca, estampei um beijo de língua. E ficamos como dois cachorros no cio, nos devorando na boca, eu enfiava minha língua na boca dele e ele na minha, aquela língua me deixava ainda pior, eu estava toda ligada, bem colada nele, esfregando minha buceta no pedaço dele, subindo e descendo. Estávamos entregues naquele momento, mas minha cabeça, apesar da tesão, ainda em um ponto ficava dando voltas, é que eu tinha ido mais longe do que havia pensado e o pior é que não pensava em parar. Mas um pouco de moralidade me dizia chega, me vinha à cabeça a imagem da minha irmã me vendo naquele momento e dando um grito no céu. Naquele momento comecei a balbuciar coisas comoNão tá certo… a gente devia parar… não vamos continuar com isso… é melhor a gente sairMas nem eu nem ele parávamos, muito menos eu, pelo contrário, era eu que mais me esforçava para tocá-lo. Me virei como se tentasse me afastar, mas as mãos dele não me deixavam ir. Na verdade, era eu quem pegava as mãos dele na minha cintura e voltava sozinha para ele. Nisso, o cara estava com o pau apoiado na minha bunda e me tocava os peitos. Eu levei as mãos dele para lá, ele beijava meu pescoço e eu suspirava, enquanto continuava balbuciando essas coisas e terminava com isso.

Eu me soltava, mas voltava para ele. Era uma luta terrível na minha cabeça, entre a puta safada e a puta contra a tia moral e consciente. A música parou e isso me fez parar também. Ele tinha me soltado, queria ver até onde ia, e percebi que, de tão puta e excitada que estava, iria mais longe do que deveria, muito mais. Sabia que estava disposta e que era muito mais puta do que pensava, a ponto de querer transar com minha própria família. Começou com a provocação e chegou a isso, e o objetivo era só provocá-lo, não dar para o cara. Então nos olhamos, e a primeira coisa que disse foi que era melhor ele ir embora, que tínhamos perdido a cabeça e fomos longe demais. Ele, envergonhado, disse que estava bem e se desculpou, saiu da piscina e foi se trocar, cabisbaixo.

Eu peguei o roupão e entrei atrás dele, sem pensar entrei no quarto. Já estava meio perdida, tinha esquecido que ele estava se trocando. Entrei e o cara estava completamente pelado, com o pau ainda duro. Ver ele assim, todo vermelho, me deixou ainda mais excitada. Ia sair para deixá-lo sozinho, mas ver aquele pau me fez entrar, chamando a situação. Como a puta que sou, não aguentei. Sentei ao lado dele e comecei a falar, mas enquanto fazia o papel da tia moralista, minha mão estava dando uma boa massageada naquele pau bem duro. Sem dizer nada, me joguei sobre ele e dei um beijo na boca, enquanto continuava tocando aquele pau. Nos levantamos e continuamos nos beijando, ele pegava minha bunda e apoiava o pau na minha buceta. Entre beijos, eu dizia a ele... que não podíamos, mas como uma putinha continuei chupando sua boca e tocando ele. Me coloquei de novo no papel de putinha histérica e gostosa e enquanto nos apalpávamos, eu balbuciava que devíamos parar. Continuei dizendo que não devíamos fazer o que estávamos fazendo, mas aquele atrito daquela pica dura na minha buceta me deixava louca, eu já estava muito molhada além da água da piscina, peguei a pica com minha mão e a acariciava, eu voltava a dizer para não continuar, dessa vez mais insistente e autoritária, mas ele se afastou um pouco e me disse.Mas tia, eu não tô fazendo nada não.

Esse comentário me abriu os olhos, e o cara tinha razão, era eu que estava errada, que estava indo além, com minha mão no pau dele, eu cruzei o limite, ele só estava entregue e eu acabei caindo nas mãos da tesão, naquele momento uma sensação de culpa me invadiu, pedi que por favor se trocasse e fosse embora, mas falei de um jeito muito ruim, brigando com ele e muito brava, não tinha palavras naquela hora, a excitação me fez dizer coisas que não devia e humilhar ele quando eu sempre fui a que deu o primeiro passo. Ele se trocou, me pediu perdão e me olhava esperando algo, só disse que ninguém ficaria sabendo disso e que fosse embora. Muito envergonhado e com a cabeça baixa saiu, e eu fiquei muito mal por essa situação, muito excitada pelo que vivi com meu próprio sobrinho, mas muito arrependida de como agi naquele momento, deixando que me invadisse a puta que sou até com minha própria família… Mas depois disso a tesão e a excitação não me deram tempo, fui até o quarto buscar um vibrador que tinha para me dar prazer e fui para a piscina, tirei o fio dental e entrei de novo, ali naquela piscina onde senti aquele pau duro divino fiz uma bela de uma masturbação, e tão excitada estava que enfiei outro mais lá fora na grama, estava muito excitada, precisava de um pau. Tive uns orgasmos terríveis naquele momento, gritei como uma verdadeira puta, naquela hora só a tesão me invadia, depois viria a culpa e o tempo para refletir, naquele momento só precisava me descarregar…Em breve trago a continuação dessa história quente

39 comentários - Me calente con el pajero de mi sobrino

esju +1
exelente! al palo me dejo! y te imagine como la mujer q mas me calento en mi vida.. una señora de tu edad y la misma forma de ser, provocadora o puta como quieras llamarlo (lo de puta va con respeto)
Buena lo leí todo , yo igual me calentaba pero con las hermanas de mi padrastro
Hot-Ice +1
Muy muy bueno el relato, espero la segunda parte...
puffff me dejastes ka maguera cargada ............
hermoso,,, igual,, el pendejo medio lenteja,, yo te te llevaba al baño y te cojia el primer dia que te pusiste el vestido corto!! 😃
por lo menos a mi prima no la perdone
@rodrigox96 y como arrepentirse,,, !!! ya fue,, si ellas tambien quisieron jajaja!! saludos
Si, si hubiera sido mi tia temprano le hubiera faltado el respeto ya, jajaja!! Nada mas lindo q las primas, soy de los que tambien tuvo experiencias con una de mis primas.
urra por las primas hot¡¡¡
q buenn relato...no podia parar de leer jaja...un final inesperado y apetece a una 2da parte...re caliennte kede jaja+5
La ortografía de tu relato me dió cáncer en los ojos. Por favor pide que te vuelvan a inscribir en la primaria, debes aprender a escribir con propiedad.
Intentas escribir bien, y pones comas donde no van, tildes faltántes, puntos que no tienen lugar, en fin.
Excitante relato, se me puso muy dura...pero me dejó con ganas de más, amo los incestos...yo tmb le tengo ganas a mi tia, tiene 62 años y el año pasado se operó las tetas y el culo...y ella no tiene arrugas por la vida q lleva....y me sentí identificado y rogando q algun dia mi tia me manotée el choto
no me gusto nadamas andaba de puta y al final pinche vieja calienta huevos
Quiero una tía así de trola..... Muy buen relato, lástima que no se la coje.....
Va... yo pensé que te lo ibas a cojer ahi en la pieza jaja muchos sentimientos de histeriquees pero comprenden por ser familia.
fedelrh +1
para cuando la segunda parte??
Ya en unos dias subo la 2da parte.
ih8pop +1
para cuando la segunda parte!? eres tu la que escribio esto?
excelente!!!! me dejo la pija al palo!!! queremos la segunda parte por favor
llevo esperando la segunda parte muuuuucho tiempo 😞 😞
Stooge
como lo prometido es deuda y ahora son 3 post, te dejo mis 18 pts repartido en 6 cada post... muy bueno. la hizo larga la tia pero valio la pena jajaja saludos.

Me calente con el pajero de mi sobrino
Pasame tu numero mamita quiero ponerte a full y que me dejes cogerte...