Olá, poringuer@s, hoje vim contar um relato de uma das melhores transas que já tive na vida. Umas duas semanas atrás, mais ou menos um mês, conheci uma mina (18 aninhos) numa festa onde tava trabalhando como barman. A gente trocou uma ideia, mas no começo não achei que fosse rolar nada. Num momento, já enturmado de tanto fernet, mandei uns cantos e ela respondeu tudo com risadinhas. Aí, quando a noite acalmou, preparei um drink e fiquei batendo papo com ela e mais umas minas que tavam trabalhando, enquanto a gente via um pouco do show, aproveitando que o trampo tinha dado uma trégua. Ali já percebi que a coisa tava boa. Ela perguntou meu nome e uma das amigas me conhecia e já falou. Eu tava com o celular no silêncio, quando olhei, vi o pedido de amizade dela. Aceitei e, totalmente sem vergonha, por causa do álcool, mandei uma mensagem dizendo que ela era muito gostosa e um monte dessas besteiras que vocês já conhecem. No outro dia, ela me escreveu e aí começamos a conversar mais. Trocamos os números de telefone e, pelo WhatsApp, a coisa esquentou. Chegamos a mandar relatos sexuais de coisas que faríamos um com o outro, que incendiaram nós dois. Durante a semana inteira, foi assim, ela sempre se despedia dizendo "beijos onde você mais gosta". Convidei ela várias vezes pra gente se ver, mas por causa da escola, ela sempre complicava. Num momento, pensei que ela tava enrolando, que era só conversa fiada. Tava muito enganado... Marcamos de nos ver na sexta. Quando faltavam horas e eu já tava acertando os detalhes de onde iria buscá-la, ela me disse que não ia dar por "coisas de mulher". Vocês sabem entender o que ela quis dizer, assim como vão entender minha reação. Respondi umas mensagens meio puto e, depois de uns minutos, ela falou que se eu quisesse, a gente dava uma volta, mas não ia rolar fazer o que a gente tinha combinado... Aí eu disse que pensava o mesmo. Mesmo que seja só pra chegar na parte dos beijinhos...
Fui buscá-la, lá pelas 12 da noite, era uma noite chuvosa, com tempestades elétricas, no meu carro tocava "Los Piojos", uma das minhas bandas favoritas. Sem muita enrolação, fomos direto pra um lugar bonito, nos arredores da cidade, o que alguns conhecem como "vila do amor". Quando encontrei o lugar que queria (onde já tinha ido umas vezes com outras minas), desliguei o motor, peguei no rosto dela, olhei nos olhos e nos beijamos com paixão. Depois de uns instantes assim, beijei o pescoço dela e notei como ela "acendia". Na hora, ela colocou a mão no zíper da minha calça e aí vi que a parada não ia ficar só em umas trocas de mensagens, como acontece com algumas minas daquela idade. Comecei a tocar devagar os peitos dela, por cima da jaqueta estilo universitária, desabotoei uns botões e tirei. A mesma coisa com a camiseta, e aí beijei aqueles peitos lindos dela por cima do sutiã, puxei ele de lado e mordi de leve os biquinhos, enquanto ela gemia igual uma louca e acariciava cada vez com mais vontade meu pau por cima da calça. Fiquei um tempão beijando os peitos dela, voltei pra boca dela, enquanto ela não tirava as mãos da minha virilha. Então chegou a hora: reclamei o banco do motorista, onde eu tava sentado, desabotoei 3 dos 4 botões da minha jeans e baixei até os joelhos. Ela pôde ver, com a luz fraca do som do carro e algum relâmpago de vez em quando, como meu pau tava. Mordeu ele de leve por cima da cueca, passou a língua por cima e puxou pra baixo. Pegou ele com as duas mãos e enfiou devagar na boca dela, deixando ele bem duro. Começou a chupar com paixão, só parava pra se ajeitar um pouco no banco. Eu tirei o sutiã dela e acariciava os peitos dela com as duas mãos, e de vez em quando beliscava um biquinho pra ouvir aquele gemido que me deixava doido. Só parava pra pegar ela pelo cabelo e forçar ela a chupar mais rápido. Ela adora ser dominada... Ela continuava. aproveitando me fazer gozar desse jeito, de vez em quando um relâmpago iluminava um pouco a cena e eu via como ela curtia com meu pau na boca dela, só se ouvia o barulho da chuva, umas músicas tranquilas dos piojos e o som da boca dela chupando, situação imbatível se é que existe.
Ela estava ajoelhada de quatro no banco do carona, eu como falei antes no do motorista.
Depois de um tempo, comecei a tocar as pernas dela, meti a mão na calça dela e apalpei as nádegas, comecei a acariciar a bunda dela, voltava pra cabeça dela e "obrigava" ela a tentar enfiar meu pau inteiro na boca, não conseguiu, mas ela adorava a experiência de garganta profunda, parava pra respirar de vez em quando e voltava, acariciava minhas bolas, chupava devagar e subia de novo pelo meu pau, passava a língua devagar na cabeça, brincava um pouquinho ali e enfiava de novo na boca, isso claramente tava me deixando louco e ela sabia.
Ela apoiou as mãos nas minhas pernas e parou de me masturbar enquanto chupava, pra só chupar, todo o trabalho era da cabeça dela, num momento decidi dar uma incrementada e comecei a me mexer como se a gente tivesse transando, enfiava meu pau cada vez mais fundo e mais rápido na boca dela, enquanto continuava acariciando os peitos dela, ela adorava, não parava de gozar, assim a gente ficou por mais de 40 minutos.
Quando percebi que ela tava cansando de tanto trabalho, decidi gozar, pra dar o prêmio que ela merecia, embora por mim tivesse continuado a noite toda.
De novo vieram minhas dúvidas, se ela ia engolir ou não...
Peguei a mão dela, coloquei no meu pau e com a mão dela e a minha comecei a me masturbar, depois de uns 5 ou 10 minutos, tive um dos orgasmos mais maravilhosos que lembro, ela ficou com a boca perto do meu pau, esperando... meu gozo saiu disparado, direto pra boca dela, ela me viu gozar com uma cara de gulosa incrível, pegou meu pau e começou a chupar de novo, sem deixar nenhuma rastro de porra nenhum lugar, ela queria tudo pra ela, continuou chupando e me masturbando até sair a última gota, parecia querer me espremer, seguiu assim, até meu pau satisfeito dormir completamente e só aí parou, me olhou com cara de puta satisfeita e engoliu o resto de porra que faltava enquanto se tocava nos peitos devagar.
Enquanto isso, os relâmpagos e a chuva estavam cada vez mais fortes, então nos vestimos e decidimos voltar pra vila, a uns 4 km do nosso "ninho do amor". Tínhamos que percorrer uns 500 metros de terra, que quando chegamos estavam bons, mas quando fomos embora o caminho já estava intransitável. Comentei: "Que jeito de chover, olha como essa rua tá agora! Quando viemos, tava firme." E ela respondeu: "Acho que isso fala bem de você... da resistência que você tem.
Fui buscá-la, lá pelas 12 da noite, era uma noite chuvosa, com tempestades elétricas, no meu carro tocava "Los Piojos", uma das minhas bandas favoritas. Sem muita enrolação, fomos direto pra um lugar bonito, nos arredores da cidade, o que alguns conhecem como "vila do amor". Quando encontrei o lugar que queria (onde já tinha ido umas vezes com outras minas), desliguei o motor, peguei no rosto dela, olhei nos olhos e nos beijamos com paixão. Depois de uns instantes assim, beijei o pescoço dela e notei como ela "acendia". Na hora, ela colocou a mão no zíper da minha calça e aí vi que a parada não ia ficar só em umas trocas de mensagens, como acontece com algumas minas daquela idade. Comecei a tocar devagar os peitos dela, por cima da jaqueta estilo universitária, desabotoei uns botões e tirei. A mesma coisa com a camiseta, e aí beijei aqueles peitos lindos dela por cima do sutiã, puxei ele de lado e mordi de leve os biquinhos, enquanto ela gemia igual uma louca e acariciava cada vez com mais vontade meu pau por cima da calça. Fiquei um tempão beijando os peitos dela, voltei pra boca dela, enquanto ela não tirava as mãos da minha virilha. Então chegou a hora: reclamei o banco do motorista, onde eu tava sentado, desabotoei 3 dos 4 botões da minha jeans e baixei até os joelhos. Ela pôde ver, com a luz fraca do som do carro e algum relâmpago de vez em quando, como meu pau tava. Mordeu ele de leve por cima da cueca, passou a língua por cima e puxou pra baixo. Pegou ele com as duas mãos e enfiou devagar na boca dela, deixando ele bem duro. Começou a chupar com paixão, só parava pra se ajeitar um pouco no banco. Eu tirei o sutiã dela e acariciava os peitos dela com as duas mãos, e de vez em quando beliscava um biquinho pra ouvir aquele gemido que me deixava doido. Só parava pra pegar ela pelo cabelo e forçar ela a chupar mais rápido. Ela adora ser dominada... Ela continuava. aproveitando me fazer gozar desse jeito, de vez em quando um relâmpago iluminava um pouco a cena e eu via como ela curtia com meu pau na boca dela, só se ouvia o barulho da chuva, umas músicas tranquilas dos piojos e o som da boca dela chupando, situação imbatível se é que existe.
Ela estava ajoelhada de quatro no banco do carona, eu como falei antes no do motorista.
Depois de um tempo, comecei a tocar as pernas dela, meti a mão na calça dela e apalpei as nádegas, comecei a acariciar a bunda dela, voltava pra cabeça dela e "obrigava" ela a tentar enfiar meu pau inteiro na boca, não conseguiu, mas ela adorava a experiência de garganta profunda, parava pra respirar de vez em quando e voltava, acariciava minhas bolas, chupava devagar e subia de novo pelo meu pau, passava a língua devagar na cabeça, brincava um pouquinho ali e enfiava de novo na boca, isso claramente tava me deixando louco e ela sabia.
Ela apoiou as mãos nas minhas pernas e parou de me masturbar enquanto chupava, pra só chupar, todo o trabalho era da cabeça dela, num momento decidi dar uma incrementada e comecei a me mexer como se a gente tivesse transando, enfiava meu pau cada vez mais fundo e mais rápido na boca dela, enquanto continuava acariciando os peitos dela, ela adorava, não parava de gozar, assim a gente ficou por mais de 40 minutos.
Quando percebi que ela tava cansando de tanto trabalho, decidi gozar, pra dar o prêmio que ela merecia, embora por mim tivesse continuado a noite toda.
De novo vieram minhas dúvidas, se ela ia engolir ou não...
Peguei a mão dela, coloquei no meu pau e com a mão dela e a minha comecei a me masturbar, depois de uns 5 ou 10 minutos, tive um dos orgasmos mais maravilhosos que lembro, ela ficou com a boca perto do meu pau, esperando... meu gozo saiu disparado, direto pra boca dela, ela me viu gozar com uma cara de gulosa incrível, pegou meu pau e começou a chupar de novo, sem deixar nenhuma rastro de porra nenhum lugar, ela queria tudo pra ela, continuou chupando e me masturbando até sair a última gota, parecia querer me espremer, seguiu assim, até meu pau satisfeito dormir completamente e só aí parou, me olhou com cara de puta satisfeita e engoliu o resto de porra que faltava enquanto se tocava nos peitos devagar.
Enquanto isso, os relâmpagos e a chuva estavam cada vez mais fortes, então nos vestimos e decidimos voltar pra vila, a uns 4 km do nosso "ninho do amor". Tínhamos que percorrer uns 500 metros de terra, que quando chegamos estavam bons, mas quando fomos embora o caminho já estava intransitável. Comentei: "Que jeito de chover, olha como essa rua tá agora! Quando viemos, tava firme." E ela respondeu: "Acho que isso fala bem de você... da resistência que você tem.
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