Celebrando a vitória no chuveiro com 2 amigas

Buenas de novo pra todo mundo. Tô de volta com mais uma fantasia, os personagens da minha fantasia anterior continuam aparecendo, e mais alguns também. De novo, os nomes não são reais. E embora não tenha rolado de verdade, chegou bem perto, hehehe.

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Mais um campeonato, mais um jogo, e o time cada vez mais unido. Já era o terceiro ano desde que montamos o time de futsal. Era um time pra competir num campeonato de amadores, mas a gente era um grupo de atletas e, no geral, costumava ficar na frente dos outros times. Embora alguns colegas fossem menos integrados, o núcleo duro era claro: Andrés, Sebas, Isma, Antonio e eu. A gente tava sempre armando alguma festa, sempre organizando alguma coisa.

Naquele dia, a gente tava jogando um jogo de eliminatórias bem avançado, nunca tínhamos chegado na final do campeonato, tínhamos parado nas semifinais nas duas temporadas anteriores. De novo estávamos nas semis e dessa vez queríamos passar do nosso limite. A gente tava meio nervoso, meio empolgado. Normalmente ninguém vinha torcer, mas naquele dia a Marga apareceu, e com ela veio a Alba, que era amiga dela e alguns do time conheciam. Elas pegaram nosso bom humor e nossa animação. Desde o começo começaram a torcer.

Marga: Vai, rapaziada, que dessa vez vocês passam das semis!!! Corram mais, seus preguiçosos!!!

De vez em quando ela zoava alguém pra irritar e fazer o cara se animar. Principalmente o Andrés.

Marga: Andrés, se continuar assim, hoje você não faz nem aquele gol que você faz em todo jogo!!!

Andrés ficava vermelho, parte de raiva, parte de ódio, e parte porque ele era bem introvertido. Andrés era muito na dele, tanto que tinha dificuldade de falar com mulher e morria de vergonha, por isso também só tinha ficado com umas duas. E quando a Marga falava isso, ele ficava... vermelho.

O jogo inteiro tava bem equilibrado. O time adversário era figurinha carimbada no campeonato, sempre que a gente jogava contra eles tinha alguma treta. Eles não sabiam jogar sem arrumar briga na base de chutes, empurrões e cotoveladas. E esse jogo não ia ser diferente, já tínhamos levado uns bons golpes, reclamávamos com o juiz, mas o juiz parecia que não queria se meter em encrenca, então deixava rolar. Aí a Marga não demorou pra começar a gritar com o juiz e xingar ele de tudo quanto é nome.

Marga: Juiz, seu cego filho da puta!!!
Marga: Juizinho de merda!!!
Marga: Juiz filho da puta, cê tá deixando eles fazerem o que querem, aposto que tão te paparicando e por isso cê tá do lado deles!!!

A voz dela ecoava bem. E parecia que tava começando a surtir efeito, porque numa jogada que era mais que óbvia, eles cometeram um pênalti atropelando o Andrés. Todo mundo foi pra cima do juiz e a Marga parecia que ia invadir o campo e morder o juiz, parecia uma puta raivosa. E o juiz apitou o pênalti. Deixamos o Andrés bater, porque ele sempre fazia um gol por jogo e naquele dia ainda não tinha marcado. O pênalti veio na hora certa. Todo mundo começou a ficar de melhor humor porque expulsaram o jogador que cometeu o pênalti, e se a gente marcasse, podia desatarraxar o jogo. Então ficamos muito mais de boa. E isso refletiu na arquibancada, onde a Marga tava totalmente solta e pra animar o Andrés gritou:

Marga: Vai Andrés, essa é sua chance de fazer seu golzinho!!! Se fizer, eu deixo você fazer um golzinho em mim!!!

Todo mundo ouviu, todo mundo se virou. O Sebas e o Isma olharam com cara de surpresa e sem saber o que dizer. O Andrés ficou tão vermelho quanto o cartão que o juiz mostrou pro jogador adversário. E o Antonio e eu nos olhamos e demos um sorriso. Os dois lembramos o quão puta a Marga podia ser. Voltamos pro jogo, o Andrés bateu e fez o gol, e a gente comemorou aquele gol que podia nos levar pra final. O Antonio e eu nos Chegando bem perto da arquibancada, gritamos pra Marga.

Antonio: "E aí, Marga? Tá fazendo esse tipo de promessa pra qualquer um na minha frente?" – Antonio sabia que falar isso ia deixar ela com tesão.

Marga: "Ué, se ele merece esse prêmio, por que não vou dar?"

Eu: "Hahahaha, Antonio, tua namorada é uma putinha. Não liga que você tá na frente, até curte mais assim. Marga, vai deixar ele te marcar o gol também com o Antonio olhando?"

Marga: "Se ele vai ficar sabendo, então que veja. Ele também gosta de ver como me comem."

E a conversa parou por aí, porque o jogo recomeçou. Agora, a princípio, tava mais fácil, só precisávamos segurar o placar. Mas mesmo com um a menos, os caras sabiam que não tinham escolha a não ser arriscar e atacar com tudo pra pelo menos empatar. Então a gente teve que aguentar ataque atrás de ataque, o jogo tava uma loucura. Eles continuavam dando empurrão, chute, cotovelada, até um ou outro soco disfarçado escapou – era assim que conseguiam nos pressionar. Na arquibancada, Marga e Alba viam que a gente tava desmoronando. Na cabeça de Marga, um pensamento bem sujo devia ter começado a tomar forma, e ela não hesitou em começar o jogo dela.

Marga: "Vamos, rapaziada, não desanimem!!! Tão perto de ganhar!!! Se vencerem, eu comemoro com vocês no vestiário depois!"

Antonio e eu, quando ouvimos aquilo, nem viramos a cabeça pra olhar pra ela, só soltamos uma gargalhada enorme. Andrés ainda não tinha perdido a cara vermelha desde o pênalti, mas parecia que ficou excitado e se desconcentrou bem na hora que tava marcando o cara que vinha com a bola. Ismael olhou pra Marga e ficou com uma cara misturada de surpresa e de quem já tava imaginando a festa. Sebas, que sempre foi mais ousado, olhou pra ela com menos cara de surpresa e dava pra ver que também tava imaginando a festa, então gritou do campo:

Sebas: "Vai comemorar a vitória com o time no chuveiro? Olha que a gente é uma galera... e temos muito o que comemorar.
Marga: Bom, muito papo, mas mesmo assim, todos juntos não dão conta de mim.

A festa já estava se armando, kkkkk. Eu e o Antonio estávamos rindo, o Sebas entrou na brincadeira, como é que era aquilo? O erro do Andrés fez com que eles chegassem até o gol, mas eu, por sorte, consegui cortar a jogada afastando pra escanteio. A gente se preparou, dividindo os adversários pra marcar, e enquanto esperávamos, na cabecinha da Alba alguma coisa devia estar passando. Ela era de pavio mais longo, demorava um pouco mais pra entrar na brincadeira, mas não queria perder aquilo. No fundo, ela era tão piranha quanto a Marga, e foi aí que ela gritou pela primeira vez.

Alba: Não deixem eles fazerem gol agora, rapaziada!!! Se eles fizerem, não vai ter comemoração, e eu não quero ficar sem festa!!!

Aí sim, eu e o Antonio nos olhamos surpresos (achávamos que a Alba era mais recatada) e também sorrimos, pensando no que poderia ser o fim do jogo. A situação já não tinha volta, cada vez mais alguém se animava. Dessa vez foi o Isma, que mais tarde confessou que sempre quis pegar a Alba.

Isma: Fica tranquila, você vai ter sua comemoração, não vou deixar você perder isso.

Essa era uma jogada chave, porque já faltava pouco tempo pro fim e a gente não podia errar. Na briga pela bola, o Isma usou a força física dele e levou a bola de cabeça contra dois adversários. Afastou longe e saímos rápido pra pressionar lá na frente, pra não ter complicação. Naquele momento, a gente já não pensava na vitória, mas na comemoração, então estávamos entregues. Foram 2 minutos eternos, mas o fim do jogo chegou e a gente conseguiu a vitória. Comemoramos no campo, nos abraçamos, cumprimentamos os adversários (embora alguns dessem mais vontade de dar um soco do que a mão). O Andrés estava no auge pela vitória e dava pra ver que também estava bem excitado. Enquanto a gente cumprimentava os adversários, ele, levado pelo auge, deixou de lado toda a timidez e os medos e foi em direção às arquibancadas para pegar as meninas.

Andrés: Já estamos na final, agora é hora de comemorar nossa primeira final, então vocês vão descendo pra nos acompanhar até o vestiário, porque pelo menos uma de vocês tem que saber como eu faço os gols.

Aí sim que ficamos todos surpresos. E dessa cena, todo mundo caiu na risada, e eu e Antonio tomamos a iniciativa.

Antonio: Viu o que você conseguiu, Marga? Agora o Andrés quer o prêmio dele, e com o tesão que ele tá, nem eu, nem acho que ninguém do time vai entrar no chuveiro com ele assim. Então você vai ter que cumprir o que prometeu.

Eu: E não só isso, você também prometeu comemorar com os outros.

Marga: Vocês sabem que eu cumpro o que prometo, então não se preocupem com o Andrés que ele vai ser bem atendido, e os outros também.

Isma: Ei, mas não é só você que tem que cumprir o prometido. A Alba também prometeu comemorar com a gente, não vai ficar aqui sozinha.

Sebas: Isso, isso, a Marga diz que dá conta de todo mundo sozinha, mas ainda não tô muito certo, uma ajudinha vai cair bem.

Alba: Se vocês acham que eu vou ficar aqui fora esperando vocês todos saírem do vestiário sem participar da comemoração, é porque tão malucos.

Os 4 do time já tinham entrado no vestiário, felizes pela vitória, mas como sempre dava pra ver que não estavam totalmente integrados (ou talvez a gente fosse uma influência muito ruim, hahahaha). Então nós 7 lá fora: Alba, Andrés, Antonio, Isma, Marga, Sebas e eu, ficamos esperando um tempinho até o resto terminar de tomar banho e deixar o vestiário e os chuveiros só pra gente. Foram 10 minutos que pareceram horas, mas assim que o último saiu, a gente entrou. Andrés não perdeu tempo e, como no final do jogo, foi o primeiro a se jogar, agarrando Marga pela cintura e colando ela bem no corpo dele.

Andrés: Então, Marga, acho que mereço mais prêmio que o resto, porque o gol foi eu quem fez.

Marga: Você Você vai ter seu prêmio agora mesmo, vai ser o primeiro a receber ele.

Marga tinha notado que Andrés estava com uma ereção enorme e meteu a mão direto dentro do shorts de esporte dele. Pra surpresa dela, Andrés tinha um "prêmio" enorme pra dar pra ela. A cara dela foi um poema. Andrés tava sorrindo, a gente tava rindo porque sabia bem o que pendia entre as pernas dele. Sempre zoávamos ele por como podia ser que nunca tivesse ficado com mais de um par de mulheres na vida tendo um monstro daquele (22 cm e bem grossa). Andrés começou a beijar a boca de Marga com gosto, dava pra ver que tava há tempos sem uma mulher, parecia que ia devorar a Marga por inteiro. Isma e Sebas riam, olhavam a cena, olhavam pro Antonio, não acreditavam que ele tivesse tão tranquilo enquanto a namorada dele tava ali com Andrés, e de novo voltavam a olhar a cena. Numa dessas, Isma virou pra Alba, agarrou ela também pela cintura, beijou ela com desejo.

Isma: Você disse que não queria ficar sem comemoração, eu salvei o jogo no último minuto, então também mereço um prêmio bom.
Alba: Beleza, então você também vai ter seu prêmio pessoal. — E seguiu o exemplo de Marga com Andrés. Não se surpreendeu tanto quanto a amiga, mas sabia que ia curtir uma boa festa do mesmo jeito.

Antonio e eu nos olhamos, e sem falar nada a gente se entendeu, por enquanto íamos deixar eles fazerem o deles enquanto a gente entrava no chuveiro. Sebas não sabia se interrompia os casais se juntando a um deles ou se fazia igual a gente e esperava a festa todo mundo junto, mas vendo que a gente não tava perturbando ninguém, ele nos seguiu.

Os chuveiros eram abertos pro resto do vestiário, sem nada separando, então dava pra ver o show todo. Andrés tinha tirado a blusa e o sutiã de Marga e tava apalpando os peitos dela, apertando com desespero. Marga jogava a cabeça pra trás e dava pra ver a mão dela subindo e descendo dentro do shorts de Andrés. Do outro lado, Isma tinha Tomando um pouco a dianteira, Alba já só estava de fio dental. Ela estava de joelhos e chupando o pau do Isma, que tinha as mãos na cabeça dela acompanhando de leve os movimentos. Alba não era tão selvagem quanto a Marga, mas o que fazia, fazia com perfeição, arrancando suspiros do Isma a cada subida e descida da cabeça. Marga deu uma olhada na "concorrente" e, vendo que ela estava ganhando terreno, soltou o Andrés, sentou num banco, tirou toda a roupa, pegou o Andrés de novo pela cintura e puxou ele pra perto dela. A calça dele ficava na altura do rosto dela, e aquele monstro que o Andrés escondia tava doido pra sair. Marga puxou a calça do Andrés pra baixo de uma vez, e lá saiu como uma mola aquela pica enorme. Marga pegou nela e levou à boca, enchendo o máximo que conseguiu. Era enorme, nunca tinha visto uma assim na frente, e isso a deixava ainda mais excitada. Ela tentava engolir o máximo que podia, mas era impossível, dava ânsia.

Eu: Antonio, a Marga encontrou o limite dela, essa ela não vai conseguir engolir inteira, hahahaha.
Antonio: Sim, ela vai se divertir com essa pica por um bom tempo, mas vai ficar com vontade de comer ela inteira.
Sebas: E a tal de Promíscua dizia que ia dar conta de todos!!! Pois é melhor não se acabar tão cedo.

Antonio e eu ficamos olhando pro Sebas surpresos, ele tinha superado aquela "vergonha" ou respeito inicial que tinha ao falar da namorada de um amigo. Agora falava sem segurar nada, e vimos que ele tava andando de um lado pro outro enquanto via a cena.

Eu: Calma, Sebas, a namorada desse aí é uma puta boa e não se acaba tão fácil. — Sebas me olhou meio sem entender no começo, até perceber que eu já tinha provado ela. Olhou pro Antonio, que confirmou com a cabeça.
Antonio: Marga, aqui já tem mais um que tá doido pra te dar prazer.

Nós no chuveiro curtíamos a cena, sabendo que depois seria a nossa vez.

A competição tinha continuado. continuando. Alba quase fez o Isma gozar, e ele decidiu que agora era a vez dele assumir o controle. Alba agora estava deitada num banco do vestiário, e ele estava com a boca e os dedos arrancando gemidos dela. Ela estava excitadíssima, o Isma era um mestre chupando buceta, e ainda por cima serem vistos fez ela gozar na hora. Já a Marga teve que aceitar que não conseguia enfiar a boca inteira naquele pica de carne do Andrés, então se deitou no banco que estava deitada, e agora o Andrés estava metendo nela e bombando. Os gritos de prazer eram quase tão altos quanto os que ela deu pro juiz.

Marga: Seu filho da puta, vai me arrebentar!!! Me enche, me arrebenta com esse pedaço de pica!!!

Andrés tinha ficado quieto de novo, mas agora não era por timidez, ele estava curtindo a Marga como não curtia uma mulher há muito tempo. Levado pelos gritos dela, ele dava estocadas tão fortes que o banco onde estavam se mexia a cada metida, e se não estivesse preso entre duas colunas, teriam arrastado ele até a outra parede.

Agora não era só o Sebas que estava andando de um lado pro outro, o Antonio e eu estávamos fazendo o mesmo, sem nem perceber de tão excitados que estávamos. Virando o olhar pro outro lado do vestiário, a gente via que agora o Isma estava comendo a Alba. Era completamente diferente do que se via na outra ponta. O Isma pegava ela com toda a doçura do mundo, trocavam olhares de paixão, se beijavam. Ela respirava acelerado, gemia, e tinha as mãos no pescoço do Isma.

Um casal tão selvagem, o outro tão doce, mas a competição de casais estava prestes a explodir. Tanto que num momento quase inacreditável, os quatro estavam gozando quase ao mesmo tempo. A Marga gritando, parecia uivar como uma puta. O Andrés grunhindo, como um gorila selvagem. A Alba e o Isma com gemidos e fechando os olhos. Num instante, os quatro ficaram como congelados, como em tensão. O Isma gozava dentro da Alba, o Andrés dentro da Marga, e No instante seguinte, os dois se relaxaram. Ficaram os quatro ali se recuperando por uns momentos. Mas a gente do chuveiro não ia aguentar muito sem a nossa parte da festa.

Antonio: Meninas, agora que vocês deram o prêmio pessoal pra esse par, chegou a hora da festa de celebração em grupo.

Marga parecia ter uma mola, pulou e, com movimentos provocantes, se aproximou do chuveiro. Mas não foi nem pro Antonio, nem pra mim. Foi direto pro Sebas.

Marga: Vamos ver, Sebas. Você disse que eu não aguentaria uma festa aqui, e depois que eu não me desgastasse com o Andrés. Já vi que você tava impaciente, vai me aguentar muito? — E falando isso, se abaixou pra começar a chupar ele. Essa sim, podia engolir inteira.

Sebas ficou em silêncio, curtindo a boca da Marga, enquanto a gente ria e depois olhou pra Alba, que nos encarou, se levantou e veio pro chuveiro com a gente. Ela agarrou nossas rolas e começou a bater uma pra nós enquanto beijava nossa boca, primeiro um, depois o outro. A gente percorria o corpo dela: os peitos, a bunda, tudo que tava ao nosso alcance.

Alba: Acho que a Marga tem uma treta pessoal com o Sebas, então vocês dois e eu vamos celebrar a vitória juntos.

De novo, eu e Antonio íamos curtir uma mulher juntos, mas dessa vez não era a namorada de nenhum de nós. A gente se sorriu e, como sempre fazia quando curtia algo junto, bateu as mãos. Alba se ajoelhou no chuveiro e começou a chupar nossas rolas, ia de uma pra outra saboreando, acariciando as cabeças com a ponta da língua pra depois meter na boca e mamar. Quando chupava a de um, batia uma pro outro. Enquanto isso, Sebas tava curtindo a Marga, com as mãos na cabeça dela, metendo na boca dela bem forte, e Marga engolia a rola toda como se fosse nada. De novo, a diferença era nítida: Marga, uma gata selvagem; Alba, uma princesinha bem putinha. Sebas cansou de só receber boquete, tinha pegado o tesão Raiva dela, levantei ela, apoiei na parede e comecei a foder ela com fúria. De novo Marga gritava. Antonio e eu levantamos com ternura a Alba, segurando cada um de uma mão.

Antonio: Bom, já que você tem que comemorar com nós dois juntos, você sabe que a gente gosta de compartilhar tudo ao mesmo tempo.
Eu: E sua bunda tá pedindo aos berros pra eu enfiar meu pau dentro.
Alba: Bem, se é desse jeito que tenho que comemorar com vocês, não me resta outra opção a não ser aproveitar os dois paus de vocês ao mesmo tempo.

Antonio beijou Alba, e com uma suavidade que contrastava com o casal que tínhamos ao lado, começou a foder ela pela buceta. Enquanto eu beijava e mordiscava o pescoço dela, e com muita delicadeza fui enfiando meu pau na bunda dela. Fui devagar, porque era o que ela pedia, ela foi se acostumando com meu pau e quando já passou um pouco, Antonio e eu nos apertamos, comprimindo ela num sanduíche, e começamos a nos mover no mesmo ritmo, harmoniosamente. Alba gemia, os olhos fechados, e nós enroscados no corpo dela, não tinha uma gota d'água do chuveiro que pudesse entrar entre nossos corpos apertados.

Quem estava agora nos chuveiros perdia o que acontecia lá fora. Andrés se recuperava a duras penas da foda selvagem que tinha dado em Marga, mas ainda assim tinha outra boa ereção e estava se masturbando vendo a cena. Isma, por outro lado, não tinha gastado tanta energia, e não só isso, como também tinha energia pra continuar a festa. Então foi até Marga e Sebas. Quando chegou onde eles estavam, fez Sebas se colocar entre Marga e a parede e continuar fodendo ela dali, e então ele, sem dizer uma palavra, por trás de Marga, apoiou a ponta do pau no cu dela e enfiou tudo de uma vez. Mais um grito novo de Marga. De novo outra competição rolando. Agora dois trios competindo. E de novo Marga gritando como possessa e entre movimentos violentos, e Alba gemendo docemente enquanto a gente fodia ela. com uns movimentos que eram quase como uma dança. A porrada selvagem que a gente tava dando na Marga fez ela gozar umas duas vezes pelo menos, e os gritos dela junto com a doçura que a gente tava comendo a Alba fizeram ela também gozar umas duas vezes. Mas a gente ainda não tinha terminado.

Ficamos assim por um tempo até o Sebas falar que tava perto de gozar. A Marga disse que queria que ele gozasse na cara e nos peitos dela, na verdade ela gritou isso. Então ajoelharam ela e ficaram na frente dela. A Alba, ouvindo aqueles gritos, disse que queria a mesma coisa, então se ajoelhou do lado da Marga. Lá estavam as duas de joelhos esperando os jatos de porra dos 5, porque o Andrés tinha chegado e entrado no final da festa. E como se fossem fogos de artifício, um depois do outro a gente começou a terminar, jogando nossa porra nas caras e nos peitos delas.

Foi uma grande celebração. Terminamos de tomar banho todos juntos, nos secamos, arrumamos tudo e fomos embora, combinando que a gente ia celebrar muitas outras vitórias nos chuveiros do vestiário.

1 comentários - Celebrando a vitória no chuveiro com 2 amigas

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Muy bueno amigo @CanislupusLupus!! esto si que es celebrar con todo 😉

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