Me chamo Laura, acabei de fazer 18 anos e é meu primeiro ano na faculdade. Moro só com minha mãe há muitos anos, desde que tinha uns seis, quando meu pai nos largou.
Mãe é uma pessoa muito trabalhadora e bem solitária, diferente de mim, que sou mais sociável. Nunca vi ela com nenhum pretendente, enquanto eu sou o oposto: tenho vários caras atrás de mim, mas tô procurando o cara perfeito. Uma manhã, voltei pra casa umas dez horas. Tinha combinado de almoçar com um cara e resolvi passar em casa pra me arrumar e ficar pronta pro encontro. Tava terminando de me ajeitar quando ouvi a porta da casa abrir. Minha mãe ia me matar se descobrisse que matei aula pra sair com um cara, então minha primeira reação foi me esconder debaixo da cama. Aliás, tava no quarto da mãe, porque o chuveiro dela é maior e mais forte. Sempre que ela não tá, aproveito a ausência dela pra usar um dos poucos prazeres que ela tem: o banho.
Ouvi passos e me assustei, pensei que fosse ladrão, mas reconheci os sapatos da mãe. Ela tava acompanhada de um homem, que ficou parado na frente do quarto. Poucos minutos depois, mãe voltou e disse:
"Romão, estamos sozinhos, minha filha só volta à tarde."
Pelo nome, deduzi que o cara era o chefe dela. O filho da puta era casado e tava a sós com minha mãe. Um dos espelhos pendurados na parede me deixava ver parte do reflexo do que tava rolando no quarto. Mãe mal chegava na metade do peito dele, eu mal podia acreditar no que tava vendo. A mão dela começou a acariciar o pau daquele cara, o tecido foi marcando uma ereção enorme, e então uma das mãos do sujeito foi suficiente pra agarrar a bunda da mãe e colocá-la em volta da cintura dele, com as pernas abertas. Com a outra mão, segurava o pescoço dela, beijando-a de forma muito apaixonada nos lábios, bochechas, orelhas e pescoço. Aquele cara... estava chupando a mamãe e ela estava gemendo e esfregando a buceta dela no pau do chefe dela, o Román, o casado.
"Evelin, tava morrendo de vontade de ficar a sós com você" depois que ele falou isso, achei que mamãe ia sufocar ele de tanto beijo, ela também tava comendo aquele filho da puta infiel, e mamãe era a outra. Começaram a se pelar sem muita enrolação, o pau do cara era enorme, eu nunca tinha visto nada igual, não sou virgem, mas os caras que eu peguei não eram tão bem dotados; os dois foram pro banheiro, pensei em aproveitar a chance pra vazar e tentar tirar da cabeça o que eu tinha visto, nunca imaginei mamãe transando com alguém, muito menos sendo a outra. Tava me enfiando debaixo da cama pra sair do quarto; parei de repente, o Román saiu do banheiro, com aquele pauzão dele de fora, se abaixando pra pegar alguma coisa no bolso da calça, ele tava de costas e abaixado, e eu pude ver o tamanho das bolas enormes dele, balançando debaixo do pau, tudo raspado, dava pra ver que ele malhava pra caralho, porque as costas dele eram bem largas comparadas com a cintura. Ele foi pro banheiro deixando a porta aberta, pra minha má sorte, colocou mamãe na frente do espelho e falou:
"Meu amor, fecha os olhos" eu tentava ver o que tava rolando, e mamãe disse:
"Pai, quer me enforcar ou o quê..." eu me assustei, mas a expressão da mamãe, "Pai, que colar lindo, nunca tive pérolas", e eu vi que era um colar, que parecia que ela tava usando umas cinco ou seis voltas de pérolas. O cara pegou minha mãe pela cintura e ela passou o braço em volta do pescoço do Román, do nada ele ligou a água da pia e começou a lavar a buceta da mamãe, entre risadas e beijos, depois ele subiu pelas pernas dela pra aproximar ela da pia e mamãe fez o mesmo, se secaram e saíram do banheiro, minha mãe pegou um tapete pequeno do armário e se ajoelhou na frente do Román, pegando o pau dele. Com as duas mãos, começou a masturbá-lo, depois aproximou a boca de uma das bolas de Román e começou a lamber como se fosse um docinho. A brincadeira da mamãe excitava Román cada vez mais. Ela lambia e chupava aquelas bolas com força enquanto as mãos masturbavam aquele pauzão.
Os gemidos da mamãe se misturavam com os de Román, até que ela disse:
"Buceta, vou comer esse pedaço de carne, que é só meu..." E Román respondeu: "Sim, meu amor, é só seu." Mamãe abriu a boca e começou a fazer um boquete nele. Ela mal conseguia gemer, porque engasgava a cada estocada. Os gemidos de Román eram muito altos. Em um momento, ele pegou uma mesinha e a aproximou, subindo uma das pernas. Minha mãe ficou com o rosto virado para cima, recebendo aquele pedaço de carne na boca. Me lembrou aqueles mágicos que engolem uma espada. Mamãe era o mágico, e a espada parecia que só queria entrar cada vez mais fundo. Umas lágrimas escorriam pelo rosto da mamãe, enquanto uma das mãos dela se agarrava na bunda de Román, impedindo que ele saísse do corpo dela. O suor começava a molhar os dois corpos, enquanto eu sentia o estômago embrulhado de ver minha própria mãe dando um boquete num cara casado.
Román segurou o cabelo da mamãe. Eu sabia o que ia acontecer: ele ia gozar na boca dela, naquela boca que já me encheu de beijos tantas vezes. Mamãe começou a subir e descer o corpo para que o pau de Román entrasse mais fundo na boca e na garganta dela. Não sei como ela conseguia respirar. Ela segurou ele, cravando as unhas na bunda dele, enquanto ele gritava de prazer. Eu podia ver os testículos enormes dele no queixo da mamãe. Ela tinha as veias do pescoço dilatadas. Os dois corpos suavam, mas mamãe não deixava Román tirar aquele membro nojento. Aos poucos, mamãe foi deixando aquele pau enorme escapar da boca. Eu podia ver fios de porra descendo pelas veias dilatadas do pau de Román. Eu estava tão concentrada que mal percebi. que com a outra mão, mamãe estava enfiando o dedo do meio entre as nádegas dele. Eu nunca tinha feito isso com um cara, me senti perdida. Umas últimas gotas de sêmen escorriam pela ponta do pau do Román, mas mamãe não deixou escaparem, colocando a boca na frente daquela pica enorme e com as mãos masturbando ele pra tirar até a última gota.
Román ajudou ela a se levantar, beijando-a. Nunca pensei que um cara beijasse uma mulher depois que ela fizesse um boquete nele. Depois, Román sentou no tapete e mamãe foi até a cama pegar vários travesseiros e almofadas. Ele ficou reclinado nas almofadas, mamãe aproximou a mesinha onde Román tinha se apoiado pra receber um boquete melhor. Aí ela abriu as pernas sobre o rosto de Román, colocando as mãos na mesinha. Ele segurou a cintura dela e aproximou a língua da buceta de mamãe. Ela se mexia, se esfregando no rosto de Román. Eu via a língua dele entrando na buceta dela uma e outra vez. Diferente de Román, mamãe mantinha a ppk intacta, sem nenhum tipo de corte ou depilação, e isso não parecia incomodar ele, que segurava mamãe com força contra o rosto, fazendo ela gritar de prazer. Eu nunca tinha tido um orgasmo como o que mamãe teve. Ver o rosto dela cheio de prazer, ouvir os gritos e ver o corpo dela tremer me deu inveja. Eu nunca tinha gozado tanto quanto ela estava gozando agora.
Ela quase caiu no colo de Román, e de novo se beijaram. O rosto de Román brilhava com o mel da buceta de mamãe. Os dois se levantaram. Pensei que agora seria minha chance de vazar dali. Minha cabeça tava a mil com tanta coisa passando, mas eles não pararam. Román fez mamãe ficar de quatro na cama, mas o que ele fez me chocou mais: ele se ajoelhou no chão e continuou fazendo sexo oral nela. Ela tava de quatro e eu podia ouvir o rangido da cama cada vez que ela se contorcia. Pelo espelho, eu via o rosto de Román enfiado entre as nádegas dela. As mãos dele segurando a cintura dela, enquanto a centímetros do meu rosto o pau do Román ficava cada vez maior, as veias injetadas de sangue fazendo ele crescer ainda mais. Quase encostei nele com uma das mãos, sentia curiosidade, o calor que emanava dava pra sentir, e o cheiro de porra era muito forte, mesmo depois da minha mãe ter ordenhado ele.
Román se levantou e soltou aquela pica enorme dentro da minha mãe, ela gritou de prazer, arqueando as costas. Segurando ela pela cintura, começou a meter e tirar aquele pauzão, os dois gemendo e gritando a cada estocada. As bolas do Román batiam com cada penetrada. Num instante, ele segurou ela e se levantou, minha mãe ficou suspensa no ar enquanto ele gritava e derramava o leite dentro dela.
Eles se jogaram na cama. "Meu amor, pensei que você ia me partir ao meio." Os dois riram do comentário da minha mãe, e depois de um tempo, eu me arrastei pra sair de debaixo da cama. Em silêncio, me levantei, achando que os dois estavam dormindo. Quando ia saindo, olhei de canto e o Román estava me encarando. Tomei um susto, vi o pau dele endurecer de novo. Saí na rua, meu encontro tinha ido pro caralho e era o menor dos problemas. Andei por várias ruas e não conseguia tirar da cabeça o Román, minha mãe e a pica enorme daquele cara casado.
Mãe é uma pessoa muito trabalhadora e bem solitária, diferente de mim, que sou mais sociável. Nunca vi ela com nenhum pretendente, enquanto eu sou o oposto: tenho vários caras atrás de mim, mas tô procurando o cara perfeito. Uma manhã, voltei pra casa umas dez horas. Tinha combinado de almoçar com um cara e resolvi passar em casa pra me arrumar e ficar pronta pro encontro. Tava terminando de me ajeitar quando ouvi a porta da casa abrir. Minha mãe ia me matar se descobrisse que matei aula pra sair com um cara, então minha primeira reação foi me esconder debaixo da cama. Aliás, tava no quarto da mãe, porque o chuveiro dela é maior e mais forte. Sempre que ela não tá, aproveito a ausência dela pra usar um dos poucos prazeres que ela tem: o banho.
Ouvi passos e me assustei, pensei que fosse ladrão, mas reconheci os sapatos da mãe. Ela tava acompanhada de um homem, que ficou parado na frente do quarto. Poucos minutos depois, mãe voltou e disse:
"Romão, estamos sozinhos, minha filha só volta à tarde."
Pelo nome, deduzi que o cara era o chefe dela. O filho da puta era casado e tava a sós com minha mãe. Um dos espelhos pendurados na parede me deixava ver parte do reflexo do que tava rolando no quarto. Mãe mal chegava na metade do peito dele, eu mal podia acreditar no que tava vendo. A mão dela começou a acariciar o pau daquele cara, o tecido foi marcando uma ereção enorme, e então uma das mãos do sujeito foi suficiente pra agarrar a bunda da mãe e colocá-la em volta da cintura dele, com as pernas abertas. Com a outra mão, segurava o pescoço dela, beijando-a de forma muito apaixonada nos lábios, bochechas, orelhas e pescoço. Aquele cara... estava chupando a mamãe e ela estava gemendo e esfregando a buceta dela no pau do chefe dela, o Román, o casado.
"Evelin, tava morrendo de vontade de ficar a sós com você" depois que ele falou isso, achei que mamãe ia sufocar ele de tanto beijo, ela também tava comendo aquele filho da puta infiel, e mamãe era a outra. Começaram a se pelar sem muita enrolação, o pau do cara era enorme, eu nunca tinha visto nada igual, não sou virgem, mas os caras que eu peguei não eram tão bem dotados; os dois foram pro banheiro, pensei em aproveitar a chance pra vazar e tentar tirar da cabeça o que eu tinha visto, nunca imaginei mamãe transando com alguém, muito menos sendo a outra. Tava me enfiando debaixo da cama pra sair do quarto; parei de repente, o Román saiu do banheiro, com aquele pauzão dele de fora, se abaixando pra pegar alguma coisa no bolso da calça, ele tava de costas e abaixado, e eu pude ver o tamanho das bolas enormes dele, balançando debaixo do pau, tudo raspado, dava pra ver que ele malhava pra caralho, porque as costas dele eram bem largas comparadas com a cintura. Ele foi pro banheiro deixando a porta aberta, pra minha má sorte, colocou mamãe na frente do espelho e falou:
"Meu amor, fecha os olhos" eu tentava ver o que tava rolando, e mamãe disse:
"Pai, quer me enforcar ou o quê..." eu me assustei, mas a expressão da mamãe, "Pai, que colar lindo, nunca tive pérolas", e eu vi que era um colar, que parecia que ela tava usando umas cinco ou seis voltas de pérolas. O cara pegou minha mãe pela cintura e ela passou o braço em volta do pescoço do Román, do nada ele ligou a água da pia e começou a lavar a buceta da mamãe, entre risadas e beijos, depois ele subiu pelas pernas dela pra aproximar ela da pia e mamãe fez o mesmo, se secaram e saíram do banheiro, minha mãe pegou um tapete pequeno do armário e se ajoelhou na frente do Román, pegando o pau dele. Com as duas mãos, começou a masturbá-lo, depois aproximou a boca de uma das bolas de Román e começou a lamber como se fosse um docinho. A brincadeira da mamãe excitava Román cada vez mais. Ela lambia e chupava aquelas bolas com força enquanto as mãos masturbavam aquele pauzão.
Os gemidos da mamãe se misturavam com os de Román, até que ela disse:
"Buceta, vou comer esse pedaço de carne, que é só meu..." E Román respondeu: "Sim, meu amor, é só seu." Mamãe abriu a boca e começou a fazer um boquete nele. Ela mal conseguia gemer, porque engasgava a cada estocada. Os gemidos de Román eram muito altos. Em um momento, ele pegou uma mesinha e a aproximou, subindo uma das pernas. Minha mãe ficou com o rosto virado para cima, recebendo aquele pedaço de carne na boca. Me lembrou aqueles mágicos que engolem uma espada. Mamãe era o mágico, e a espada parecia que só queria entrar cada vez mais fundo. Umas lágrimas escorriam pelo rosto da mamãe, enquanto uma das mãos dela se agarrava na bunda de Román, impedindo que ele saísse do corpo dela. O suor começava a molhar os dois corpos, enquanto eu sentia o estômago embrulhado de ver minha própria mãe dando um boquete num cara casado.
Román segurou o cabelo da mamãe. Eu sabia o que ia acontecer: ele ia gozar na boca dela, naquela boca que já me encheu de beijos tantas vezes. Mamãe começou a subir e descer o corpo para que o pau de Román entrasse mais fundo na boca e na garganta dela. Não sei como ela conseguia respirar. Ela segurou ele, cravando as unhas na bunda dele, enquanto ele gritava de prazer. Eu podia ver os testículos enormes dele no queixo da mamãe. Ela tinha as veias do pescoço dilatadas. Os dois corpos suavam, mas mamãe não deixava Román tirar aquele membro nojento. Aos poucos, mamãe foi deixando aquele pau enorme escapar da boca. Eu podia ver fios de porra descendo pelas veias dilatadas do pau de Román. Eu estava tão concentrada que mal percebi. que com a outra mão, mamãe estava enfiando o dedo do meio entre as nádegas dele. Eu nunca tinha feito isso com um cara, me senti perdida. Umas últimas gotas de sêmen escorriam pela ponta do pau do Román, mas mamãe não deixou escaparem, colocando a boca na frente daquela pica enorme e com as mãos masturbando ele pra tirar até a última gota.
Román ajudou ela a se levantar, beijando-a. Nunca pensei que um cara beijasse uma mulher depois que ela fizesse um boquete nele. Depois, Román sentou no tapete e mamãe foi até a cama pegar vários travesseiros e almofadas. Ele ficou reclinado nas almofadas, mamãe aproximou a mesinha onde Román tinha se apoiado pra receber um boquete melhor. Aí ela abriu as pernas sobre o rosto de Román, colocando as mãos na mesinha. Ele segurou a cintura dela e aproximou a língua da buceta de mamãe. Ela se mexia, se esfregando no rosto de Román. Eu via a língua dele entrando na buceta dela uma e outra vez. Diferente de Román, mamãe mantinha a ppk intacta, sem nenhum tipo de corte ou depilação, e isso não parecia incomodar ele, que segurava mamãe com força contra o rosto, fazendo ela gritar de prazer. Eu nunca tinha tido um orgasmo como o que mamãe teve. Ver o rosto dela cheio de prazer, ouvir os gritos e ver o corpo dela tremer me deu inveja. Eu nunca tinha gozado tanto quanto ela estava gozando agora.
Ela quase caiu no colo de Román, e de novo se beijaram. O rosto de Román brilhava com o mel da buceta de mamãe. Os dois se levantaram. Pensei que agora seria minha chance de vazar dali. Minha cabeça tava a mil com tanta coisa passando, mas eles não pararam. Román fez mamãe ficar de quatro na cama, mas o que ele fez me chocou mais: ele se ajoelhou no chão e continuou fazendo sexo oral nela. Ela tava de quatro e eu podia ouvir o rangido da cama cada vez que ela se contorcia. Pelo espelho, eu via o rosto de Román enfiado entre as nádegas dela. As mãos dele segurando a cintura dela, enquanto a centímetros do meu rosto o pau do Román ficava cada vez maior, as veias injetadas de sangue fazendo ele crescer ainda mais. Quase encostei nele com uma das mãos, sentia curiosidade, o calor que emanava dava pra sentir, e o cheiro de porra era muito forte, mesmo depois da minha mãe ter ordenhado ele.
Román se levantou e soltou aquela pica enorme dentro da minha mãe, ela gritou de prazer, arqueando as costas. Segurando ela pela cintura, começou a meter e tirar aquele pauzão, os dois gemendo e gritando a cada estocada. As bolas do Román batiam com cada penetrada. Num instante, ele segurou ela e se levantou, minha mãe ficou suspensa no ar enquanto ele gritava e derramava o leite dentro dela.
Eles se jogaram na cama. "Meu amor, pensei que você ia me partir ao meio." Os dois riram do comentário da minha mãe, e depois de um tempo, eu me arrastei pra sair de debaixo da cama. Em silêncio, me levantei, achando que os dois estavam dormindo. Quando ia saindo, olhei de canto e o Román estava me encarando. Tomei um susto, vi o pau dele endurecer de novo. Saí na rua, meu encontro tinha ido pro caralho e era o menor dos problemas. Andei por várias ruas e não conseguia tirar da cabeça o Román, minha mãe e a pica enorme daquele cara casado.
6 comentários - Sorprendida por mamá
Esa hija no se podrá sacar de la mente esa experiencia hasta hacerla realidad !!