Naquele sábado, antes de sair para trabalhar, ela, minha esposa, se aproximou de mim, me deu um beijão e disse: - hoje à noite a gente sai, eu vou te pagar uma saída.
- Posso saber pra onde a gente vai?
- É uma surpresa, mas pensa bem: você sempre me pediu e a gente nunca fez.
Fui pro trabalho, no caminho ficava pensando na surpresa que minha esposa tinha pra mim, mas não fazia ideia do que podia ser. Não me preocupei, claro que ia ser algo normal.
Quando a noite chegou, depois de um dia longo — já que trabalhei até 13h, comi alguma coisa no centro e fui jogar futebol como todo sábado, depois passei numa loja pra comprar um terno novo, porque a saída à noite, na minha opinião, merecia uma roupa bacana. Ao chegar em casa, ela estava de roupão, já banhada e se arrumando pra sair. Entrei no chuveiro e, quando saí, ela já tava quase pronta. Tava com um vestido bem curto, justo no quadril, costas totalmente de fora, e do pescoço saíam dois pedaços de pano que cobriam só os peitos. As pernas lindas dela, conquistadas com anos de academia, os peitos grandes, mas naturais, um pouco caídos por ter amamentado dois filhos, mas bem colocados pra idade dela — ela tinha 43 anos na época. Sempre me ofereci pra pagar a cirurgia, mas ela tinha medo e nunca aceitava. O cabelo dela tava ondulado, sempre comprido, bem maquiada, os olhos bem marcados e o batom dos lábios num vermelho forte e brilhante que destacava a grossura e a sensualidade deles. Resumindo, ela tava uma gostosa. Eu não demorei muito nos meus preparativos; depois de uns 20 minutos, saímos pro estacionamento, entramos no carro e eu perguntei:
- Pra onde, amor?
- Pega pela avenida até o trevo, depois entra na rodovia 66 e segue reto por uns 60 quilômetros.
Fiz isso. Depois de um tempinho dirigindo, ela em silêncio e eu com uma ansiedade incomum, falei:
- Falta muito, amor?
- Não, vida. Olha, bem naquela placa ali tem uma entrada. Vira por ali e segue reto. O letreiro dizia "Estância La Carlota", a entrada estava aberta, depois tinha uma estrada de terra e, após uns 2 quilômetros e passando uma curva, uma grande mansão apareceu diante dos nossos olhos. Quando chegamos, tinha vários carros de luxo. Estacionamos e, antes de descer, ela olhou nos meus olhos, me deu um beijão e disse:
— Não esquece que eu te amo, que essa surpresa é pra gente aproveitar juntos. Não importa o que acontecer lá dentro, eu sempre vou te amar e quero ficar com você até que a morte nos separe.
Com um sorriso meio nervoso, perguntei:
— Mas o que vai rolar lá dentro? Tô ficando preocupado.
— Não se preocupa, amor, vai dar tudo certo. Só vamos curtir a noite.
Depois saímos do carro, fomos até a entrada. Dois seguranças de terno nos esperavam. Um deles veio até nós pedindo os cartões. Minha esposa procurou na bolsa e tirou dois cartões dourados, entregou pra ele. Depois de verificar numa planilha, eles deixaram a gente passar. Outro segurança abriu a porta pra nós. Entramos num salão lindo, uma moça nos recebeu, pediu nossos casacos e minha esposa também entregou a bolsa dela. Fomos em direção a outra entrada. Quando ela se abriu, entramos num salão maior. No centro, uma mesa comprida toda arrumada pra um jantarão. Já tinha gente, todos sentados em poltronas confortáveis. Só reconheci a Mariana e o marido dela num canto. Ela sorriu pra minha esposa, se aproximou e disse:
— Achei que você não ia vir.
— Os cartões tão pagos, não vou jogar tanta grana fora.
Ela deu um beijo no rosto de cada um de nós e nos convidou pra sentar. A gente sentou. Depois chegaram mais casais. Num momento, depois de uns 15 minutos de conversa, um garçom nos ofereceu uns drinks longos, que nos esquentaram. Minutos depois, um homem apareceu, tocou uma campainha e nos convidou pra sentar à mesa, dizendo:
— Senhoras e senhores, podem se dirigir à mesa. Lembrem-se de que cada lugar tem o nome de vocês numa plaquinha. Por favor, respeitem os lugares.
Assim, fomos contornando a mesa. A mesa, com a surpresa de que meu nome estava de um lado e o da minha esposa do outro, bem afastado de mim. Não dei importância, depois chegaram os garçons com a comida, que saboreamos com muito gosto. Eu não conversava com ninguém, minha esposa, por outro lado, já tinha feito amizade com os dois vizinhos dela, os dois homens, e parecia estar se divertindo pra caralho, já que as risadas dela não paravam de soar. Assim os minutos passaram, a comida estava deliciosa, os vinhos muito selecionados, depois veio a sobremesa, mais tarde ofereceram charutos e café ou licor à escolha. Pedi um licor e um charuto, eram cubanos, de um sabor gostoso, o que me surpreendeu foi ver minha esposa tomar o licor e fumar o charuto, os olhos dela se dirigiam para mim com aquele olhar safado de quando ela tá com tesão, passando a língua na ponta do charuto como se fosse um pau.
Depois de mais um tempo, levantaram os serviços, a mesa ficou limpa, o mesmo homem tocou a campainha de novo e com voz forte anunciou:
- Com vocês..... Alexa.
De uma porta saiu uma mulher linda, vestida totalmente sexy, com uma máscara, e começou a tocar uma música. Ela dançava sensual, subiu na mesa e começou um striptease espetacular. Eu estava muito nervoso, olhava de canto para minha esposa, não sabia se aproveitava a vista ou que porra fazer. De repente, recebi uma mensagem no meu celular, que dizia:
- Aproveita, amor, foi pra isso que te trouxe, eu vou fazer o mesmo e depois nada de ciúmes, te prometo.
Então comecei a olhar e a relaxar, curtindo o show.
Quando tudo terminou, nos convidaram a passar para outra sala. Entramos e, no final, sobre um sofá grande que mais parecia um trono, um homem negro, gigante e musculoso estava sentado, parecia um rei ou algo assim. Vestia uma cueca preta que deixava ver um belo volume entre as pernas, torso nu e uma máscara, tinha várias tatuagens. Ao lado dele, algo como guardas reais, estavam dois negros igualmente gigantes, tipo dois metros, vestidos de modo parecido, mas sem máscara, só Observava, o resto do salão só tinha uns sofás aparentemente bem confortáveis. A gente sentou, cada um por si, e aí me aproximei da minha esposa e perguntei:
- Do que se trata tudo isso?
- Ela me disse: são só jogos, fica tranquilo e aproveita que tudo vai dar certo.
Ela soltou uma gargalhada, daquelas que só saem quando ela tá de porre. A gente sentou junto, daí o anfitrião tocou a campainha de novo, entraram as camareiras com bebidas e vendas, e eu percebi que só os homens estavam vendados. Já no escuro, colocaram um drink na minha mão, que eu tomei de um gole só, porque tava mais nervoso que o normal. Do meu lado tava minha esposa, aí convidaram as mulheres a se levantar e eu ouvi a voz do anfitrião dizendo:
- Garotas, ao trabalho.
Uns segundos depois, senti umas mãos abrindo minha camisa e beijando meu torso, com certeza era minha esposa. Daí ela desceu direto pra minha calça, desabotoou, tirou meu pau e começou a chupar e passar a língua. Já imaginando do que se tratava, e com certeza minha esposa tava ali na minha frente, eu dizia:
- Isso, amor, assim, você sempre faz tão bem, continua que eu vou às estrelas.
Depois de um tempo, ela se levantou, sentou no meu pau e eu segurei ela pela cintura. Quando subi as mãos pros peitos da minha esposa, senti algo estranho, aqueles peitos não eram da minha mulher, porque ela tinha peitos grandes mas naturais, os dessa garota estavam bem durinhos, tipo quando tem silicone. Aí falei no ouvido dela:
- Você não é minha esposa.
Ela virou o pescoço e me disse:
- Não, nada a ver, não faz sentido fazer com sua esposa numa festa swinger.
- Quêeeeeeeeeee?
Me surpreendi, mas nem tanto, algo já tava me dizendo isso há um tempão, mas eu não queria perceber.
- Cadê ela? – perguntei.
- Não sei quem é sua esposa.
- Quero ver, preciso ver, tenho que tirar a venda.
- Então, se quer ver, tira a venda dos olhos.
Essa Resposta, acho que ele não tava se referindo ao pano que eu tinha sobre os olhos, mas sim que, aparentemente, lá no fundo, quem não queria ver era eu mesmo.
- Não é proibido?
- Não, nada disso, é só uma cena pra começar a festa, pra vocês não saberem como a sua esposa escolheu o acompanhante dela.
Então tirei a venda dos meus olhos, as duas: o pano preto e a que eu tinha no coração. A visão, primeiro embaçada, depois aos poucos mais clara, começou a procurar minha esposa no salão. Quando a vi, duas coisas opostas aconteceram comigo: vi minha amada esposa de joelhos num dos sofás, olhando pra onde o negro estava sentado no trono, com o vestido levantado até a cintura, sem a calcinha fio dental, a parte do peito puxada pra baixo e descoberta — na verdade, tava coberta por duas mãos alheias. Atrás dela, um cara totalmente desconhecido tava metendo por trás na bucetinha rosada dela, aquela que por tanto tempo tinha sido só minha, ou pelo menos era o que eu achava. Mas com isso, as dúvidas começaram a surgir. E por outro lado, senti meu pau ficar muito mais duro, mais do que nunca tinha ficado. Depois olhei pra minha parceira e vi uma mulher loira, de olhos azuis lindos, umas tetas enormes, uma cintura espetacular e uma bunda que se destacava da cintura, totalmente escultural.
A excitação e a raiva, ou talvez o orgulho de homem, encheram minha cabeça. Peguei ela pela cintura, levantei e desci no meu pau, metendo forte, quase com raiva. Ela respondeu com uns gritos e gemidos de prazer, me dizendo:
"Isso, papai, isso, assim mais, como você tá dura, me dá mais, papai, você é um garanhão, quero mais pau, me dá tudo, goza dentro de mim, isso, isso, siiiiiiiiiiiiiiiiiim."
Quando virei a cabeça, vi minha esposa pegando a piroca do acompanhante dela, que era bem grande, e batendo uma pra ele e chupando até ele gozar, engolindo toda aquela porra viscosa, escapando pelos cantos dos lábios. Ela me olhou enquanto engolia. toda a porra do parceiro dela me deu uma piscadela e passou a língua nos lábios, isso me deixou mais quente em dois sentidos, quente de raiva, ciúme, ódio e confusão e quente de tesão de ver minha esposa chupando e recebendo pica alheia.
Ele deixou o cara largado no sofá, deu um beijo nele e foi pro banheiro, tentei olhar ao redor e fui percebendo aos poucos que os homens estavam perdendo o encontro, um a um ia abandonando a batalha, sentados de lado, fumando um cigarro, conversando, ouvindo a música de fundo, curtindo o espetáculo que as outras pessoas davam no salão, mas não fui o único que percebeu isso, então o anfitrião tocando de novo a porra da campainha dele, anunciou o seguinte:
— Que entrem os reforços.
Então de uma porta lateral, entraram em fila, 10 homens jovens, bem definidos, todos de máscara e pelados, era um exército de picas imensas, grossas e prontas pra penetrar qualquer buceta ou boca que estivesse disposta a aceitá-los, parando de lado, depois o anfitrião tocando a campainha dele disse:
— Meninas, têm mais guerreiros pra escolher, peguem quem quiserem e quantos quiserem.
Vi minha esposa que já tinha saído do banheiro, com uma toalha como se tivesse tomado um banho, se levantar, soltar a toalha que cobria o corpo dela, ir na direção dos caras, passando na frente de cada um, olhando e analisando todos, depois de volta pegou na mão do segundo, depois do quinto e depois do décimo, o que me surpreendeu, três caras jovens sexualmente preparados pra dar prazer, com uns trabucos descomunais entre as pernas, contra uma dama frágil e o mais incrível é que ela tinha escolhido eles pra luta.
Eu enquanto isso continuava com a minha mina, a vizinha terminou com o parceiro dela e se aproximou de mim dizendo que queria se juntar a nós, já que ela não gostava de caras tipo stripper, então ela subiu em cima e colocou a buceta dela na minha boca, meu prazer tava no auge Nuvens por dois motivos: um era ter duas mulheres gostosas em cima de mim, e o outro era imaginar minha mulher sendo literalmente macetada por três máquinas sexuais, o que me deixava furioso mas excitado com a pica a mil.
Depois de um tempo, mudei a posição das minas, coloquei elas de joelhos, rabo empinado no sofá e falei que ia arrebentar o cu delas, elas concordaram e comecei a meter uma por uma. Só que, na real, as duas já tinham os cus bem dilatados, então não foi difícil penetrá-las, isso me deixou muito tesudo, então depois de um tempo não aguentei mais e pedi pra elas virarem. Elas chuparam minha pica juntas e eu gozei toda a porra na cara delas, boca, olhos, elas se lamberam mutuamente e engoliram todo o líquido esbranquiçado e viscoso.
Terminado meu ato sexual, lembrei da minha esposa, sentei no sofá, acendi um cigarro que pedi pra uma das camareiras que distribuíam todo tipo de vício, e me preparei pra observar minha amada mulher, que estava de joelhos rodeada por três paus enormes, que ela pegava, punhetava e chupava alternando cada um, conseguindo umas ereções incríveis. Ela sempre teve o dom de saber usar a boca com uma pica na frente, agora estava com três ao mesmo tempo, isso era inédito, pelo menos pra mim. Enquanto também observava outras mulheres, a maioria já estava cansada, os homens todos já estavam só observando o espetáculo, só restavam três mulheres na ação, cada uma com três dos caras que tinham entrado agora, menos minha esposa que, ao ver um deles parado sozinho de lado, olhou pra ele e fez sinal pra se aproximar, e ele obedeceu. Então o anfitrião disse:
- Senhores, restaram três como de costume, agora começa a competição. A vencedora será merecedora de ser possuída por "O ESCOLHIDO" e ainda vai levar o prêmio surpresa oferecido gentilmente por ele mesmo. Agora é só observar quanto tempo aguentam e quantas picas e orgasmos conseguem. aguentar.
Então vi minha esposa entre as competidoras, o resto observava, comentava, incentivava e de vez em quando aplaudia. Eu comecei a torcer também, obviamente pra minha esposa, enquanto ela montava um dos caras e chupava e batia punheta pros outros três. Daí ela olhou pra um deles e falou alguma coisa, o cara a rodeou e ficou atrás dela, pegou um vidro de vaselina e derramou no pau dele e na bunda da minha esposa, também caiu no outro cara que ela tava montando. Então ele apontou aquele cano enorme pro cu dela, empurrou um pouco, ela deu um gritinho, mesmo já acostumada com sexo anal, aquela arma era de alto calibre. Aí o cara parou e começou a empurrar de volta, e assim foi até penetrar ela até o fundo. Depois os três se ajeitaram e começaram a bombar no ritmo, ela e os dois intrusos se moviam numa coreografia como se tivessem treinado e praticado por anos. Os outros dois caras só deixavam ela chupar eles. Depois de um tempo, ela olhou pra outro dos caras e ele fez a mesma coisa, foi por trás. Eu achei que ele ia substituir o cara que tava no cu da minha querida mulherzinha, mas não, tava errado de novo. Ele se ajeitou atrás do outro cara e tentou fazer uma dupla penetração, acho que vaginal, porque o cu dela não aguentaria duas salsichas daquelas. Ela gritou tanto que todo mundo ficou em silêncio, enquanto as outras competidoras estavam mais ou menos na mesma situação. Quase todo o salão tava prestando atenção na minha querida Estela.
As duplas penetrações foram rolando uma atrás da outra. Eu via minha esposa aguentar uma porrada atrás da outra dos seus carrascos, se revezando um a um pra ocupar o lugar que o anterior deixava no cu ou na buceta da Estela, e ela, como uma possessa, gritava e gozava com aqueles garanhões que davam prazer e mais prazer pra ela como nunca antes tinha tido, enquanto nos outros cantos as outras mulheres já estavam... Elas estavam exaustas. Uma delas, apressando a situação, forçou os agressores a terminarem, se acomodando ao redor deles e chupando as picas deles pra que eles gozassem na cara, nos peitos e na boca dela, lambendo os restos do projétil cremoso que batia no corpo dela, e depois se deixou cair, exausta. A terceira fez o mesmo, abandonando a batalha alguns minutos depois, ficando rendida aos pés dos brutais estupradores, enquanto minha esposa só curtia e obrigava eles a continuarem. Quando o último dos incontáveis orgasmos acabou, ela pediu que enchessem a boca dela de esperma, um por um, e eles fizeram isso, entupindo as goelas dela com aquele líquido viscoso e gostoso, que ela não engoliu na hora, mas guardou. Depois, abriu a mandíbula, mostrando pra todo mundo, e de uma só vez engoliu tudo, chupando, limpando e lambendo as cabaças daqueles atacantes safados, terminando com uma salva de palmas alta e prolongada de todos os presentes.
De repente, o Escolhido se levantou, andou devagar até minha esposa. A um sinal, duas mulheres se aproximaram e tiraram a cueca dele, deixando à mostra uma pica enorme, maior que qualquer uma das presentes, uns 22 centímetros de comprimento e uns 8 centímetros de diâmetro. Era algo descomunal. Ele disse pra ela, com uma voz grave e quase sedutora: "Você mereceu, pega teu prêmio." Ela pegou com as duas mãos, já dura, tentando enfiar na boca, mas só a cabaça entrava. Era algo nunca visto. Depois de alguns minutos, ele a colocou de quatro e posicionou a ponta daquela pica monstra na porta do cu já maltratado da minha esposa, e sem cerimônia deu um empurrão firme, mas suave. Ela deu um grito desgarrador, arqueando as costas, olhando pro teto e abrindo os olhos como se fosse morrer, mas o que se rasgava era o cu dela. As paredes do ânus estavam totalmente esticadas. Depois de parar uns segundos e pedir pra ela relaxar, ele investiu de novo, pegando ela pela cintura e... trazendo ela pra perto do seu míssil terra-ar, conseguindo enfiar quase metade daquela linguiçona, começou movimentos suaves, um vai e vem sexual que a cada entrada arrancava um grito da Estela, a cada estocada abria caminho como um quebra-gelo no meio do polo norte, rompendo, rasgando, despedaçando minha amada esposa, ela só mordia um travesseiro que tinha perto e soluçava e gritava de dor, eu queria fazer algo, mas também sabia que ela tinha merecido o que estava acontecendo, pra bem ou pra mal, ela tinha ido atrás.
Por um momento saí da minha concentração no que acontecia com minha querida Estela, olhei pra baixo e me deparei com a surpresa, tinha a pica dura e pulsando, minha mão batendo uma, é como se cada pica que entrava na minha mulher me desse um grau a mais de excitação, então uma das mulheres ao meu lado abaixou a cabeça como pra me chupar, não sem antes me dizer:
- Que bem que sua esposa dá, é uma verdadeira profissional, com certeza você deve se divertir pra caralho com ela, depois te passo meu cartão, se um dia quiserem fazer um encontro, me liga e a gente se diverte.
- Como você sabia que era minha esposa?
- Pelo jeito que você olhava pra ela, se você perceber, os outros tão com a pica mole, você é o único que tá prestes a explodir, deixa que eu te ajudo.
Enquanto ela me chupava, vi como o Escolhido deu uma última estocada na minha mulher, enfiando os 22 centímetros de pica dentro do cu dela, percebi porque o grito dela foi mais forte que o anterior, depois ele envolveu a cintura dela com os dois braços e a levantou no ar, sem tirar o míssil nuclear do cu da minha mulher, dando ordem pra um dos guardas se aproximar, então o negão veio com uma linguiçona parecida com a do Escolhido em comprimento, largura e cor, apontou pra buceta da Estela e enfiou tudo de uma vez, entre os dois seguravam ela no ar só com as picas e as mãos nas pernas dela que estavam em forma de M, recebendo mais pica do que nunca tinha levado. recebido em toda a vida. Eles manejavam o corpo dela como se fosse uma boneca de pano, ela começou a trocar os gritos de dor por gemidos de prazer, os movimentos foram ficando cada vez mais rápidos, brutais, ferozes, bestiais, mas ela só gemia no começo, depois de uns minutos começou a gritar, mas de prazer, pedindo e implorando por mais:
- Mais assim, mais, mais, mais... aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh quero mais pica, sou a maior puta, deem pra essa puta uma pica maior, quero mais, me deem porra de homem, tratem essa puta como o que ela é: uma puta, vagabunda, prostituta, piranha, rabuda, isso que eu sou, me deem pica que é o que eu preciso, maaaaaaaaaaaaaaaaa maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa ahhhhh aaaaaaaaaaaaaaah aahhhhhhhh aaaaaaaaaaaaaaahhhh maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais sim, meus donos, sim, meus garanhõeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeees donos da minha bucetaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa mais.
Os gritos dela tocaram algo dentro de mim, que me fez gozar na boca da garota que me chupava quase ao mesmo tempo que o último dos múltiplos orgasmos da minha delicada esposa.
Os algozes dela começaram a movê-la muito mais rápido e forte, dava pra ver que gozavam dentro dela, os bufidos deles foram ficando cada vez mais fortes, ela depois dos orgasmos só se deixava manejar como eles quisessem, a cabeça dela balançava de um lado pro outro, como se estivesse desmaiada, até que a dureza dos movimentos deu pra todos o sinal de que o Escolhido e a guarda dele tinham ejaculado dentro da minha amada e frágil esposa, além disso começou a jorrar porra pra todo lado da entreperna da Estela, era uma quantidade grande de líquido viscoso, eles deixaram ela largada num dos sofás e disseram: deem banho nela, vistam ela e preparem ela pra receber o prêmio, o resto tem meia hora pra se arrumar e vir pro salão, onde vão comer e assistir à entrega do prêmio.
Meia hora depois, todo mundo estava tomado banho e pronto, no salão, pra onde nos levaram tinha uma mesa com todo tipo de comida, era tipo um café da manhã. americano, tinha sucos, frutas, frios, jarras com café, chá, porra, de tudo, cada um se servia do que queria, mas minha esposa não estava. Eu começava a me preocupar, mas de repente tocou aquela campainha de puta e a voz do anfitrião soou dizendo:
— Senhoras e senhores, com vocês, o Escolhido e a vencedora.
Uma porta dupla se abriu, de onde saíram esse homem, de mãos dadas com minha amada esposa, que estava radiante, com um vestido colado ao corpo cor de fúcsia, com um decote até a cintura, uns sapatos de salto com plataforma de acrílico de uns 20 centímetros, um penteado espetacular, uma maquiagem de atriz pornô de primeira linha, toda uma deusa. Então o homem negro de pauzão falou:
— Este evento anual é algo que meu pai começou há 37 anos. A fortuna que temos nos permite realizar nossos desejos e fantasias mais íntimos. Não quero que se sintam usados ou ultrajados, porque fazemos isso para que muitas pessoas também realizem suas fantasias e, de quebra, ajudar alguém a salvar seu casamento ou apimentar suas relações. Nada é pessoal, tudo é sexual. Aqui não tem amor, o amor fica em casa, nos seus lares, com seus parceiros e famílias. Aqui são só jogos sexuais. E a vencedora indiscutível deste ano é Estela. Uma salva de palmas forte para ela.
Os presentes explodiram em aplausos, assobios, elogios e gritos como "bravo, Estela, você é a melhor" ou coisas assim. Depois, um grupo começou a gritar em coro: "puuuuuta, puuuuuta, puuuuuta". Ela, sorrindo, disse:
— Senhora puta.
O Escolhido pegou um objeto e entregou a ela, parabenizando-a com um beijo na bochecha:
— Como vencedora do evento número 37 dos jogos sexuais, te premio com o PAU DE OURO, que é uma estatueta de um pau feita de ouro maciço de 24 quilates, e também o prêmio surpresa, que está neste pacote de presente, que só poderá ser aberto quando você estiver a sós com seu marido e com a promessa de que ninguém nunca saberá o que é.
Depois, todos foram embora. nos despedindo, e fomos saindo de casa, Anastasia se aproximou de mim, era a mulher que me chupou quando minha esposa estava sendo penetrada por aquelas duas super negonas pretas, gigantes e brilhantes, me deu um papel com um número de telefone e se despediu com um beijinho, na minha esposa ela disse que a admirava e que esperava nossa ligação quando quiséssemos passar um tempo gostoso.
Subimos no carro e comecei a dirigir, eu estava sério, ela estava cansada, mas me olhava de canto de olho, depois de alguns quilômetros ela disse:
- Você está bravo?
- Sim.
- Se quiser se divorciar, vou entender, sei que errei, mas precisava fazer isso, nosso casamento estava por um fio, cada vez transamos menos, não conversamos, e apesar de estarmos juntos e nos dizer que nos amamos, nos relacionamos menos a cada dia. Eu te amo loucamente, e precisava te mostrar a mulher que você tem em casa, tudo que ela pode fazer por você, mas se você não gostou, juro que vou deixar tudo seguir seu curso, se quiser que eu vá embora, eu vou, os filhos já são grandes e estão estudando, não vão sofrer tanto, e sei que não vai faltar nada porque você sempre foi um bom pai...
- Você pode calar a boca e me deixar terminar? Estou bravo não pelo que você fez, mas por como fez, você deveria ter me consultado, sempre fomos abertos no sexo, embora nunca tenhamos compartilhado com ninguém, mas nas nossas fantasias nós dois conhecíamos elas, e você sabia que se me pedisse, eu não diria não. Hoje te vi aguentar umas pirocas enormes no seu corpo e isso me excitou pra caralho, gozei duas vezes, fui chupado por três gostosas lindas e comi a bunda delas, você ganhou um prêmio de ouro maciço, e nunca me consultou. Eu também te amo loucamente, você é a mulher que escolhi pra passar a vida toda, podemos dar a volta por cima, mas nunca mais com enganos, sempre de frente e com a verdade.
- Sério que você me ama, depois de tudo que fiz naquela mansão?
- Claro que sim, sempre vou te amar.
Ela me deu um beijo carinhoso e se aninhou no meu braço. Direto. Depois de um tempo, chegamos em casa, ela tava dormindo. Eu carreguei ela, deitei na cama, tirei a roupa dela, abri as pernas, e a buceta e o cu dela estavam totalmente dilatados. Ela dormiu dois dias seguidos. Quando acordou, servi um café da manhã caprichado e dei um baita beijo. Ela me perguntou se tinha dormido muito, eu contei quanto tempo, ela sorriu e me abraçou, dizendo:
— Vou te compensar.
Depois, ela lembrou e perguntou:
— Já abriu o presente?
— Não, é seu presente, você quem tem que abrir.
— Não, é nosso presente, é dos dois. Foi o que o Escolhido me disse, e falou que a gente devia aproveitar junto.
— Beleza, então vamos abrir.
Peguei o presente em cima da cômoda e entreguei pra ela. Ela rasgou o papel. Era uma maleta. Quando abrimos a maleta, vimos algo que não dava pra acreditar: era uma porrada de dólares, parecia um milhão. Isso não importa agora. O importante é que o Escolhido não só salvou nosso casamento, mas também nos deu as ferramentas pra curtir sem culpa os prazeres da vida.
- Posso saber pra onde a gente vai?
- É uma surpresa, mas pensa bem: você sempre me pediu e a gente nunca fez.
Fui pro trabalho, no caminho ficava pensando na surpresa que minha esposa tinha pra mim, mas não fazia ideia do que podia ser. Não me preocupei, claro que ia ser algo normal.
Quando a noite chegou, depois de um dia longo — já que trabalhei até 13h, comi alguma coisa no centro e fui jogar futebol como todo sábado, depois passei numa loja pra comprar um terno novo, porque a saída à noite, na minha opinião, merecia uma roupa bacana. Ao chegar em casa, ela estava de roupão, já banhada e se arrumando pra sair. Entrei no chuveiro e, quando saí, ela já tava quase pronta. Tava com um vestido bem curto, justo no quadril, costas totalmente de fora, e do pescoço saíam dois pedaços de pano que cobriam só os peitos. As pernas lindas dela, conquistadas com anos de academia, os peitos grandes, mas naturais, um pouco caídos por ter amamentado dois filhos, mas bem colocados pra idade dela — ela tinha 43 anos na época. Sempre me ofereci pra pagar a cirurgia, mas ela tinha medo e nunca aceitava. O cabelo dela tava ondulado, sempre comprido, bem maquiada, os olhos bem marcados e o batom dos lábios num vermelho forte e brilhante que destacava a grossura e a sensualidade deles. Resumindo, ela tava uma gostosa. Eu não demorei muito nos meus preparativos; depois de uns 20 minutos, saímos pro estacionamento, entramos no carro e eu perguntei:
- Pra onde, amor?
- Pega pela avenida até o trevo, depois entra na rodovia 66 e segue reto por uns 60 quilômetros.
Fiz isso. Depois de um tempinho dirigindo, ela em silêncio e eu com uma ansiedade incomum, falei:
- Falta muito, amor?
- Não, vida. Olha, bem naquela placa ali tem uma entrada. Vira por ali e segue reto. O letreiro dizia "Estância La Carlota", a entrada estava aberta, depois tinha uma estrada de terra e, após uns 2 quilômetros e passando uma curva, uma grande mansão apareceu diante dos nossos olhos. Quando chegamos, tinha vários carros de luxo. Estacionamos e, antes de descer, ela olhou nos meus olhos, me deu um beijão e disse:
— Não esquece que eu te amo, que essa surpresa é pra gente aproveitar juntos. Não importa o que acontecer lá dentro, eu sempre vou te amar e quero ficar com você até que a morte nos separe.
Com um sorriso meio nervoso, perguntei:
— Mas o que vai rolar lá dentro? Tô ficando preocupado.
— Não se preocupa, amor, vai dar tudo certo. Só vamos curtir a noite.
Depois saímos do carro, fomos até a entrada. Dois seguranças de terno nos esperavam. Um deles veio até nós pedindo os cartões. Minha esposa procurou na bolsa e tirou dois cartões dourados, entregou pra ele. Depois de verificar numa planilha, eles deixaram a gente passar. Outro segurança abriu a porta pra nós. Entramos num salão lindo, uma moça nos recebeu, pediu nossos casacos e minha esposa também entregou a bolsa dela. Fomos em direção a outra entrada. Quando ela se abriu, entramos num salão maior. No centro, uma mesa comprida toda arrumada pra um jantarão. Já tinha gente, todos sentados em poltronas confortáveis. Só reconheci a Mariana e o marido dela num canto. Ela sorriu pra minha esposa, se aproximou e disse:
— Achei que você não ia vir.
— Os cartões tão pagos, não vou jogar tanta grana fora.
Ela deu um beijo no rosto de cada um de nós e nos convidou pra sentar. A gente sentou. Depois chegaram mais casais. Num momento, depois de uns 15 minutos de conversa, um garçom nos ofereceu uns drinks longos, que nos esquentaram. Minutos depois, um homem apareceu, tocou uma campainha e nos convidou pra sentar à mesa, dizendo:
— Senhoras e senhores, podem se dirigir à mesa. Lembrem-se de que cada lugar tem o nome de vocês numa plaquinha. Por favor, respeitem os lugares.
Assim, fomos contornando a mesa. A mesa, com a surpresa de que meu nome estava de um lado e o da minha esposa do outro, bem afastado de mim. Não dei importância, depois chegaram os garçons com a comida, que saboreamos com muito gosto. Eu não conversava com ninguém, minha esposa, por outro lado, já tinha feito amizade com os dois vizinhos dela, os dois homens, e parecia estar se divertindo pra caralho, já que as risadas dela não paravam de soar. Assim os minutos passaram, a comida estava deliciosa, os vinhos muito selecionados, depois veio a sobremesa, mais tarde ofereceram charutos e café ou licor à escolha. Pedi um licor e um charuto, eram cubanos, de um sabor gostoso, o que me surpreendeu foi ver minha esposa tomar o licor e fumar o charuto, os olhos dela se dirigiam para mim com aquele olhar safado de quando ela tá com tesão, passando a língua na ponta do charuto como se fosse um pau.
Depois de mais um tempo, levantaram os serviços, a mesa ficou limpa, o mesmo homem tocou a campainha de novo e com voz forte anunciou:
- Com vocês..... Alexa.
De uma porta saiu uma mulher linda, vestida totalmente sexy, com uma máscara, e começou a tocar uma música. Ela dançava sensual, subiu na mesa e começou um striptease espetacular. Eu estava muito nervoso, olhava de canto para minha esposa, não sabia se aproveitava a vista ou que porra fazer. De repente, recebi uma mensagem no meu celular, que dizia:
- Aproveita, amor, foi pra isso que te trouxe, eu vou fazer o mesmo e depois nada de ciúmes, te prometo.
Então comecei a olhar e a relaxar, curtindo o show.
Quando tudo terminou, nos convidaram a passar para outra sala. Entramos e, no final, sobre um sofá grande que mais parecia um trono, um homem negro, gigante e musculoso estava sentado, parecia um rei ou algo assim. Vestia uma cueca preta que deixava ver um belo volume entre as pernas, torso nu e uma máscara, tinha várias tatuagens. Ao lado dele, algo como guardas reais, estavam dois negros igualmente gigantes, tipo dois metros, vestidos de modo parecido, mas sem máscara, só Observava, o resto do salão só tinha uns sofás aparentemente bem confortáveis. A gente sentou, cada um por si, e aí me aproximei da minha esposa e perguntei:
- Do que se trata tudo isso?
- Ela me disse: são só jogos, fica tranquilo e aproveita que tudo vai dar certo.
Ela soltou uma gargalhada, daquelas que só saem quando ela tá de porre. A gente sentou junto, daí o anfitrião tocou a campainha de novo, entraram as camareiras com bebidas e vendas, e eu percebi que só os homens estavam vendados. Já no escuro, colocaram um drink na minha mão, que eu tomei de um gole só, porque tava mais nervoso que o normal. Do meu lado tava minha esposa, aí convidaram as mulheres a se levantar e eu ouvi a voz do anfitrião dizendo:
- Garotas, ao trabalho.
Uns segundos depois, senti umas mãos abrindo minha camisa e beijando meu torso, com certeza era minha esposa. Daí ela desceu direto pra minha calça, desabotoou, tirou meu pau e começou a chupar e passar a língua. Já imaginando do que se tratava, e com certeza minha esposa tava ali na minha frente, eu dizia:
- Isso, amor, assim, você sempre faz tão bem, continua que eu vou às estrelas.
Depois de um tempo, ela se levantou, sentou no meu pau e eu segurei ela pela cintura. Quando subi as mãos pros peitos da minha esposa, senti algo estranho, aqueles peitos não eram da minha mulher, porque ela tinha peitos grandes mas naturais, os dessa garota estavam bem durinhos, tipo quando tem silicone. Aí falei no ouvido dela:
- Você não é minha esposa.
Ela virou o pescoço e me disse:
- Não, nada a ver, não faz sentido fazer com sua esposa numa festa swinger.
- Quêeeeeeeeeee?
Me surpreendi, mas nem tanto, algo já tava me dizendo isso há um tempão, mas eu não queria perceber.
- Cadê ela? – perguntei.
- Não sei quem é sua esposa.
- Quero ver, preciso ver, tenho que tirar a venda.
- Então, se quer ver, tira a venda dos olhos.
Essa Resposta, acho que ele não tava se referindo ao pano que eu tinha sobre os olhos, mas sim que, aparentemente, lá no fundo, quem não queria ver era eu mesmo.
- Não é proibido?
- Não, nada disso, é só uma cena pra começar a festa, pra vocês não saberem como a sua esposa escolheu o acompanhante dela.
Então tirei a venda dos meus olhos, as duas: o pano preto e a que eu tinha no coração. A visão, primeiro embaçada, depois aos poucos mais clara, começou a procurar minha esposa no salão. Quando a vi, duas coisas opostas aconteceram comigo: vi minha amada esposa de joelhos num dos sofás, olhando pra onde o negro estava sentado no trono, com o vestido levantado até a cintura, sem a calcinha fio dental, a parte do peito puxada pra baixo e descoberta — na verdade, tava coberta por duas mãos alheias. Atrás dela, um cara totalmente desconhecido tava metendo por trás na bucetinha rosada dela, aquela que por tanto tempo tinha sido só minha, ou pelo menos era o que eu achava. Mas com isso, as dúvidas começaram a surgir. E por outro lado, senti meu pau ficar muito mais duro, mais do que nunca tinha ficado. Depois olhei pra minha parceira e vi uma mulher loira, de olhos azuis lindos, umas tetas enormes, uma cintura espetacular e uma bunda que se destacava da cintura, totalmente escultural.
A excitação e a raiva, ou talvez o orgulho de homem, encheram minha cabeça. Peguei ela pela cintura, levantei e desci no meu pau, metendo forte, quase com raiva. Ela respondeu com uns gritos e gemidos de prazer, me dizendo:
"Isso, papai, isso, assim mais, como você tá dura, me dá mais, papai, você é um garanhão, quero mais pau, me dá tudo, goza dentro de mim, isso, isso, siiiiiiiiiiiiiiiiiim."
Quando virei a cabeça, vi minha esposa pegando a piroca do acompanhante dela, que era bem grande, e batendo uma pra ele e chupando até ele gozar, engolindo toda aquela porra viscosa, escapando pelos cantos dos lábios. Ela me olhou enquanto engolia. toda a porra do parceiro dela me deu uma piscadela e passou a língua nos lábios, isso me deixou mais quente em dois sentidos, quente de raiva, ciúme, ódio e confusão e quente de tesão de ver minha esposa chupando e recebendo pica alheia.
Ele deixou o cara largado no sofá, deu um beijo nele e foi pro banheiro, tentei olhar ao redor e fui percebendo aos poucos que os homens estavam perdendo o encontro, um a um ia abandonando a batalha, sentados de lado, fumando um cigarro, conversando, ouvindo a música de fundo, curtindo o espetáculo que as outras pessoas davam no salão, mas não fui o único que percebeu isso, então o anfitrião tocando de novo a porra da campainha dele, anunciou o seguinte:
— Que entrem os reforços.
Então de uma porta lateral, entraram em fila, 10 homens jovens, bem definidos, todos de máscara e pelados, era um exército de picas imensas, grossas e prontas pra penetrar qualquer buceta ou boca que estivesse disposta a aceitá-los, parando de lado, depois o anfitrião tocando a campainha dele disse:
— Meninas, têm mais guerreiros pra escolher, peguem quem quiserem e quantos quiserem.
Vi minha esposa que já tinha saído do banheiro, com uma toalha como se tivesse tomado um banho, se levantar, soltar a toalha que cobria o corpo dela, ir na direção dos caras, passando na frente de cada um, olhando e analisando todos, depois de volta pegou na mão do segundo, depois do quinto e depois do décimo, o que me surpreendeu, três caras jovens sexualmente preparados pra dar prazer, com uns trabucos descomunais entre as pernas, contra uma dama frágil e o mais incrível é que ela tinha escolhido eles pra luta.
Eu enquanto isso continuava com a minha mina, a vizinha terminou com o parceiro dela e se aproximou de mim dizendo que queria se juntar a nós, já que ela não gostava de caras tipo stripper, então ela subiu em cima e colocou a buceta dela na minha boca, meu prazer tava no auge Nuvens por dois motivos: um era ter duas mulheres gostosas em cima de mim, e o outro era imaginar minha mulher sendo literalmente macetada por três máquinas sexuais, o que me deixava furioso mas excitado com a pica a mil.
Depois de um tempo, mudei a posição das minas, coloquei elas de joelhos, rabo empinado no sofá e falei que ia arrebentar o cu delas, elas concordaram e comecei a meter uma por uma. Só que, na real, as duas já tinham os cus bem dilatados, então não foi difícil penetrá-las, isso me deixou muito tesudo, então depois de um tempo não aguentei mais e pedi pra elas virarem. Elas chuparam minha pica juntas e eu gozei toda a porra na cara delas, boca, olhos, elas se lamberam mutuamente e engoliram todo o líquido esbranquiçado e viscoso.
Terminado meu ato sexual, lembrei da minha esposa, sentei no sofá, acendi um cigarro que pedi pra uma das camareiras que distribuíam todo tipo de vício, e me preparei pra observar minha amada mulher, que estava de joelhos rodeada por três paus enormes, que ela pegava, punhetava e chupava alternando cada um, conseguindo umas ereções incríveis. Ela sempre teve o dom de saber usar a boca com uma pica na frente, agora estava com três ao mesmo tempo, isso era inédito, pelo menos pra mim. Enquanto também observava outras mulheres, a maioria já estava cansada, os homens todos já estavam só observando o espetáculo, só restavam três mulheres na ação, cada uma com três dos caras que tinham entrado agora, menos minha esposa que, ao ver um deles parado sozinho de lado, olhou pra ele e fez sinal pra se aproximar, e ele obedeceu. Então o anfitrião disse:
- Senhores, restaram três como de costume, agora começa a competição. A vencedora será merecedora de ser possuída por "O ESCOLHIDO" e ainda vai levar o prêmio surpresa oferecido gentilmente por ele mesmo. Agora é só observar quanto tempo aguentam e quantas picas e orgasmos conseguem. aguentar.
Então vi minha esposa entre as competidoras, o resto observava, comentava, incentivava e de vez em quando aplaudia. Eu comecei a torcer também, obviamente pra minha esposa, enquanto ela montava um dos caras e chupava e batia punheta pros outros três. Daí ela olhou pra um deles e falou alguma coisa, o cara a rodeou e ficou atrás dela, pegou um vidro de vaselina e derramou no pau dele e na bunda da minha esposa, também caiu no outro cara que ela tava montando. Então ele apontou aquele cano enorme pro cu dela, empurrou um pouco, ela deu um gritinho, mesmo já acostumada com sexo anal, aquela arma era de alto calibre. Aí o cara parou e começou a empurrar de volta, e assim foi até penetrar ela até o fundo. Depois os três se ajeitaram e começaram a bombar no ritmo, ela e os dois intrusos se moviam numa coreografia como se tivessem treinado e praticado por anos. Os outros dois caras só deixavam ela chupar eles. Depois de um tempo, ela olhou pra outro dos caras e ele fez a mesma coisa, foi por trás. Eu achei que ele ia substituir o cara que tava no cu da minha querida mulherzinha, mas não, tava errado de novo. Ele se ajeitou atrás do outro cara e tentou fazer uma dupla penetração, acho que vaginal, porque o cu dela não aguentaria duas salsichas daquelas. Ela gritou tanto que todo mundo ficou em silêncio, enquanto as outras competidoras estavam mais ou menos na mesma situação. Quase todo o salão tava prestando atenção na minha querida Estela.
As duplas penetrações foram rolando uma atrás da outra. Eu via minha esposa aguentar uma porrada atrás da outra dos seus carrascos, se revezando um a um pra ocupar o lugar que o anterior deixava no cu ou na buceta da Estela, e ela, como uma possessa, gritava e gozava com aqueles garanhões que davam prazer e mais prazer pra ela como nunca antes tinha tido, enquanto nos outros cantos as outras mulheres já estavam... Elas estavam exaustas. Uma delas, apressando a situação, forçou os agressores a terminarem, se acomodando ao redor deles e chupando as picas deles pra que eles gozassem na cara, nos peitos e na boca dela, lambendo os restos do projétil cremoso que batia no corpo dela, e depois se deixou cair, exausta. A terceira fez o mesmo, abandonando a batalha alguns minutos depois, ficando rendida aos pés dos brutais estupradores, enquanto minha esposa só curtia e obrigava eles a continuarem. Quando o último dos incontáveis orgasmos acabou, ela pediu que enchessem a boca dela de esperma, um por um, e eles fizeram isso, entupindo as goelas dela com aquele líquido viscoso e gostoso, que ela não engoliu na hora, mas guardou. Depois, abriu a mandíbula, mostrando pra todo mundo, e de uma só vez engoliu tudo, chupando, limpando e lambendo as cabaças daqueles atacantes safados, terminando com uma salva de palmas alta e prolongada de todos os presentes.
De repente, o Escolhido se levantou, andou devagar até minha esposa. A um sinal, duas mulheres se aproximaram e tiraram a cueca dele, deixando à mostra uma pica enorme, maior que qualquer uma das presentes, uns 22 centímetros de comprimento e uns 8 centímetros de diâmetro. Era algo descomunal. Ele disse pra ela, com uma voz grave e quase sedutora: "Você mereceu, pega teu prêmio." Ela pegou com as duas mãos, já dura, tentando enfiar na boca, mas só a cabaça entrava. Era algo nunca visto. Depois de alguns minutos, ele a colocou de quatro e posicionou a ponta daquela pica monstra na porta do cu já maltratado da minha esposa, e sem cerimônia deu um empurrão firme, mas suave. Ela deu um grito desgarrador, arqueando as costas, olhando pro teto e abrindo os olhos como se fosse morrer, mas o que se rasgava era o cu dela. As paredes do ânus estavam totalmente esticadas. Depois de parar uns segundos e pedir pra ela relaxar, ele investiu de novo, pegando ela pela cintura e... trazendo ela pra perto do seu míssil terra-ar, conseguindo enfiar quase metade daquela linguiçona, começou movimentos suaves, um vai e vem sexual que a cada entrada arrancava um grito da Estela, a cada estocada abria caminho como um quebra-gelo no meio do polo norte, rompendo, rasgando, despedaçando minha amada esposa, ela só mordia um travesseiro que tinha perto e soluçava e gritava de dor, eu queria fazer algo, mas também sabia que ela tinha merecido o que estava acontecendo, pra bem ou pra mal, ela tinha ido atrás.
Por um momento saí da minha concentração no que acontecia com minha querida Estela, olhei pra baixo e me deparei com a surpresa, tinha a pica dura e pulsando, minha mão batendo uma, é como se cada pica que entrava na minha mulher me desse um grau a mais de excitação, então uma das mulheres ao meu lado abaixou a cabeça como pra me chupar, não sem antes me dizer:
- Que bem que sua esposa dá, é uma verdadeira profissional, com certeza você deve se divertir pra caralho com ela, depois te passo meu cartão, se um dia quiserem fazer um encontro, me liga e a gente se diverte.
- Como você sabia que era minha esposa?
- Pelo jeito que você olhava pra ela, se você perceber, os outros tão com a pica mole, você é o único que tá prestes a explodir, deixa que eu te ajudo.
Enquanto ela me chupava, vi como o Escolhido deu uma última estocada na minha mulher, enfiando os 22 centímetros de pica dentro do cu dela, percebi porque o grito dela foi mais forte que o anterior, depois ele envolveu a cintura dela com os dois braços e a levantou no ar, sem tirar o míssil nuclear do cu da minha mulher, dando ordem pra um dos guardas se aproximar, então o negão veio com uma linguiçona parecida com a do Escolhido em comprimento, largura e cor, apontou pra buceta da Estela e enfiou tudo de uma vez, entre os dois seguravam ela no ar só com as picas e as mãos nas pernas dela que estavam em forma de M, recebendo mais pica do que nunca tinha levado. recebido em toda a vida. Eles manejavam o corpo dela como se fosse uma boneca de pano, ela começou a trocar os gritos de dor por gemidos de prazer, os movimentos foram ficando cada vez mais rápidos, brutais, ferozes, bestiais, mas ela só gemia no começo, depois de uns minutos começou a gritar, mas de prazer, pedindo e implorando por mais:
- Mais assim, mais, mais, mais... aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh quero mais pica, sou a maior puta, deem pra essa puta uma pica maior, quero mais, me deem porra de homem, tratem essa puta como o que ela é: uma puta, vagabunda, prostituta, piranha, rabuda, isso que eu sou, me deem pica que é o que eu preciso, maaaaaaaaaaaaaaaaa maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa ahhhhh aaaaaaaaaaaaaaah aahhhhhhhh aaaaaaaaaaaaaaahhhh maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais sim, meus donos, sim, meus garanhõeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeees donos da minha bucetaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa mais.
Os gritos dela tocaram algo dentro de mim, que me fez gozar na boca da garota que me chupava quase ao mesmo tempo que o último dos múltiplos orgasmos da minha delicada esposa.
Os algozes dela começaram a movê-la muito mais rápido e forte, dava pra ver que gozavam dentro dela, os bufidos deles foram ficando cada vez mais fortes, ela depois dos orgasmos só se deixava manejar como eles quisessem, a cabeça dela balançava de um lado pro outro, como se estivesse desmaiada, até que a dureza dos movimentos deu pra todos o sinal de que o Escolhido e a guarda dele tinham ejaculado dentro da minha amada e frágil esposa, além disso começou a jorrar porra pra todo lado da entreperna da Estela, era uma quantidade grande de líquido viscoso, eles deixaram ela largada num dos sofás e disseram: deem banho nela, vistam ela e preparem ela pra receber o prêmio, o resto tem meia hora pra se arrumar e vir pro salão, onde vão comer e assistir à entrega do prêmio.
Meia hora depois, todo mundo estava tomado banho e pronto, no salão, pra onde nos levaram tinha uma mesa com todo tipo de comida, era tipo um café da manhã. americano, tinha sucos, frutas, frios, jarras com café, chá, porra, de tudo, cada um se servia do que queria, mas minha esposa não estava. Eu começava a me preocupar, mas de repente tocou aquela campainha de puta e a voz do anfitrião soou dizendo:
— Senhoras e senhores, com vocês, o Escolhido e a vencedora.
Uma porta dupla se abriu, de onde saíram esse homem, de mãos dadas com minha amada esposa, que estava radiante, com um vestido colado ao corpo cor de fúcsia, com um decote até a cintura, uns sapatos de salto com plataforma de acrílico de uns 20 centímetros, um penteado espetacular, uma maquiagem de atriz pornô de primeira linha, toda uma deusa. Então o homem negro de pauzão falou:
— Este evento anual é algo que meu pai começou há 37 anos. A fortuna que temos nos permite realizar nossos desejos e fantasias mais íntimos. Não quero que se sintam usados ou ultrajados, porque fazemos isso para que muitas pessoas também realizem suas fantasias e, de quebra, ajudar alguém a salvar seu casamento ou apimentar suas relações. Nada é pessoal, tudo é sexual. Aqui não tem amor, o amor fica em casa, nos seus lares, com seus parceiros e famílias. Aqui são só jogos sexuais. E a vencedora indiscutível deste ano é Estela. Uma salva de palmas forte para ela.
Os presentes explodiram em aplausos, assobios, elogios e gritos como "bravo, Estela, você é a melhor" ou coisas assim. Depois, um grupo começou a gritar em coro: "puuuuuta, puuuuuta, puuuuuta". Ela, sorrindo, disse:
— Senhora puta.
O Escolhido pegou um objeto e entregou a ela, parabenizando-a com um beijo na bochecha:
— Como vencedora do evento número 37 dos jogos sexuais, te premio com o PAU DE OURO, que é uma estatueta de um pau feita de ouro maciço de 24 quilates, e também o prêmio surpresa, que está neste pacote de presente, que só poderá ser aberto quando você estiver a sós com seu marido e com a promessa de que ninguém nunca saberá o que é.
Depois, todos foram embora. nos despedindo, e fomos saindo de casa, Anastasia se aproximou de mim, era a mulher que me chupou quando minha esposa estava sendo penetrada por aquelas duas super negonas pretas, gigantes e brilhantes, me deu um papel com um número de telefone e se despediu com um beijinho, na minha esposa ela disse que a admirava e que esperava nossa ligação quando quiséssemos passar um tempo gostoso.
Subimos no carro e comecei a dirigir, eu estava sério, ela estava cansada, mas me olhava de canto de olho, depois de alguns quilômetros ela disse:
- Você está bravo?
- Sim.
- Se quiser se divorciar, vou entender, sei que errei, mas precisava fazer isso, nosso casamento estava por um fio, cada vez transamos menos, não conversamos, e apesar de estarmos juntos e nos dizer que nos amamos, nos relacionamos menos a cada dia. Eu te amo loucamente, e precisava te mostrar a mulher que você tem em casa, tudo que ela pode fazer por você, mas se você não gostou, juro que vou deixar tudo seguir seu curso, se quiser que eu vá embora, eu vou, os filhos já são grandes e estão estudando, não vão sofrer tanto, e sei que não vai faltar nada porque você sempre foi um bom pai...
- Você pode calar a boca e me deixar terminar? Estou bravo não pelo que você fez, mas por como fez, você deveria ter me consultado, sempre fomos abertos no sexo, embora nunca tenhamos compartilhado com ninguém, mas nas nossas fantasias nós dois conhecíamos elas, e você sabia que se me pedisse, eu não diria não. Hoje te vi aguentar umas pirocas enormes no seu corpo e isso me excitou pra caralho, gozei duas vezes, fui chupado por três gostosas lindas e comi a bunda delas, você ganhou um prêmio de ouro maciço, e nunca me consultou. Eu também te amo loucamente, você é a mulher que escolhi pra passar a vida toda, podemos dar a volta por cima, mas nunca mais com enganos, sempre de frente e com a verdade.
- Sério que você me ama, depois de tudo que fiz naquela mansão?
- Claro que sim, sempre vou te amar.
Ela me deu um beijo carinhoso e se aninhou no meu braço. Direto. Depois de um tempo, chegamos em casa, ela tava dormindo. Eu carreguei ela, deitei na cama, tirei a roupa dela, abri as pernas, e a buceta e o cu dela estavam totalmente dilatados. Ela dormiu dois dias seguidos. Quando acordou, servi um café da manhã caprichado e dei um baita beijo. Ela me perguntou se tinha dormido muito, eu contei quanto tempo, ela sorriu e me abraçou, dizendo:
— Vou te compensar.
Depois, ela lembrou e perguntou:
— Já abriu o presente?
— Não, é seu presente, você quem tem que abrir.
— Não, é nosso presente, é dos dois. Foi o que o Escolhido me disse, e falou que a gente devia aproveitar junto.
— Beleza, então vamos abrir.
Peguei o presente em cima da cômoda e entreguei pra ela. Ela rasgou o papel. Era uma maleta. Quando abrimos a maleta, vimos algo que não dava pra acreditar: era uma porrada de dólares, parecia um milhão. Isso não importa agora. O importante é que o Escolhido não só salvou nosso casamento, mas também nos deu as ferramentas pra curtir sem culpa os prazeres da vida.
22 comentários - Convite da minha esposa Estela salvou nosso casamento
, lo felicito
Excelente