Mi madre, hermosa mujer lactando 3.

Acordamos no dia seguinte quando o despertador tocou às 5:45 da manhã. A gente tava abraçado, nossos corpos bem juntinhos, com as bocas quase coladas, quando senti a boca quentinha dela nos meus lábios, ela chupava e mordia de leve, e eu correspondi, beijando ela também. Quando a gente separou as bocas, ela falou sorrindo e, ao mesmo tempo, desabotoando o roupão: — Amor, sinto meus peitos cheios demais, é sua hora. Ao ouvir essas palavras, cheio de vontade, baixei o rosto e peguei o mamilo esquerdo dela, comecei a chupar rapidinho, alternando entre as duas tetas, tomando todo o leite da minha mãe, enquanto ela acariciava minha testa. Em alguns minutos, terminei com aquele leite gostoso dos dois peitos dela, porque a gente não podia demorar, já que tínhamos que nos arrumar: eu pra escola e ela pro trabalho. Quando terminei, minha mãe foi tomar banho, enquanto eu bati uma punheta ali mesmo, porque tava muito duro. Depois fui tomar banho e me arrumar. No café da manhã, não parei de admirar o corpo curvilíneo da minha mãe, que tinha vestido um conjunto muito sexy: um blazer e uma minissaia cinza escuro, bem justinha, que mostrava as pernas lindas dela por ser tão curta. A blusa era branca e decotada. Adorava ver ela assim, despertava meu tesão pra caralho. Enquanto a gente conversava no café, ela sugeriu que eu fosse buscá-la de novo no escritório. Respondi que sim, todo feliz. Ela me levou até a escola, e a gente se despediu com um beijo na boca. Era maravilhoso que ela deixasse eu tocar o corpo dela.

Quando saí da aula, não aguentei mais e decidi ir até o escritório da minha mãe. Tava com uma vontade enorme de ver e tocar aquele corpo gostoso dela. Fui direto da escola pro escritório dela, era um pouco depois das 4 da tarde quando cheguei. Entrei no prédio e subi até a sala dela. Como a secretária não tava lá, passei direto pro escritório. Entrei e minha mãe tava lendo uns relatórios. Ela sorriu e me cumprimentou: — Filho, boa tarde, que bom te ver, não esperava que viesse tão cedo. — Oi, mãe, é que já tava com muita saudade de você e resolvi Sair direto da escola pra cá... — Olha, querido, ainda não terminei meu trabalho, mas me espera que daqui a pouco a gente vai embora. Sentei pra esperar sem tirar os olhos do corpo da minha mãe, porque ela não tinha colocado o paletó, só a blusa decotada. Quando ela se levantou pra tirar umas cópias, admirei a bunda enorme dela em ação enquanto andava, já que a saia curta e justa fazia ela ficar uma delícia, além de ver aquelas pernas lindas enquanto ela fazia isso. Como ela tinha me autorizado a tocar e acariciar ela depois da conversa do dia anterior, me levantei, caminhei até ela e abracei ela pela cintura, sentindo a barriga estreita e sensual. Acariciei a cintura dela e comecei a beijar o pescoço. — Você tá agitado, querido, mas adoro como você me acaricia. — Eu te adoro, mãe, seu corpo é tão lindo, você não faz ideia do que me provoca. — Então me conta, filho, tudo que você sente, diz o que meu corpo te provoca. — Mãe, seu corpo é fantástico, não paro de admirar. Mesmo sendo minha mãe, seu corpo me encanta, por isso quero sentir ele nu. Minha mãe sorriu olhando nos meus olhos. — Vou aceitar ter intimidade com você porque te adoro e não tem nada de errado em demonstrar o amor fisicamente. — Suas palavras me deixam muito feliz, mãe, te adoro e também seu lindo corpo. — Deixa eu terminar isso e a gente vai comer. Minha mãe terminou os compromissos dela e saímos pra comer num restaurante. A gente se divertiu alegremente, enquanto eu tava morrendo de vontade de chegar em casa e ficar com minha mãe, como ela tinha dito.

Chegamos em casa às 6:30 da tarde. Minha mãe sentou no sofá pra relaxar, eu também sentei, mas como tava meio cansado, acabei dormindo. Mas não fiquei muito tempo assim, depois de alguns minutos minha mãe me acordou com um carinho, com as mãos dela acariciando suavemente minhas bochechas e meu queixo. Acordei e vi ela na minha frente, ela tinha se trocado. Vestia um roupão vermelho sensual, meio justo, de seda. Minha mãe me deu um sorriso lindo olhando nos meus olhos e, na minha frente, devagar e de forma cadenciada, começou a desatar os nós. O jaleco dela, quando ela terminou, abriu ele completamente e deixou cair, me mostrando toda aquela anatomia impressionante em todo seu esplendor, porque ela não tava usando nada por baixo, tava completamente pelada — Cê gosta do meu corpo, meu bem? —, — C-c-c-c-claro, mãe, é lindíssimo, você é muito gostosa, muito linda —, — Então é seu, coração, completamente seu, sou sua mãe e quero que você me mostre o quanto me ama, me acaricia, meu bem, também vou te mostrar o quanto te amo —. Eu tava impressionado com aquilo, o corpo dela era incrível, cheio de curvas, nunca tinha conseguido ver tão de perto nem com tanto detalhe, amei a cintura fina dela junto com aqueles quadris sensuais, os dois formavam um paraíso de curvas, além daquelas tetonas cheias de um leite gostoso. Voluptuosamente, ela se aproximou de mim, ainda sentado eu abracei ela pela cintura e comecei a beijar e acariciar a barriga fina e sensual dela, ela colocou as mãos na minha nuca acariciando, comecei a lamber a barriga dela, a pele tinha uma textura macia e bem firme. Nisso, ela com as mãos me apoiou no sofá e começou a desabotoar minha camisa sorrindo, abriu ela, suavemente e com muita sensualidade me beijou o peito e minha barriga, sentir a boca molhada dela era uma delícia nessas áreas, enquanto eu tava tão excitado que desabotoei minha calça e tirei minha pica pra fora.

Ao ver minha pica de fora, minha mãe sorriu pra mim, com uma mão começou a acariciar ela, enquanto com a outra mão me oferecia um dos peitões enormes dela na minha boca, que eu peguei com gosto, ela me masturbava superbem que me excitou ainda mais, as mãos dela eram tão macias que me deixavam louco de prazer, eu não parava de chupar as tetas dela e beber aquele leite gostoso, era a primeira vez que ela me masturbava e aquelas mãos eram incríveis, pela maciez e pelo jeito que ela fazia. Ela desceu a outra mão até minha pica, agora com as duas mãos me acariciava, aos poucos começou a acariciar minhas bolas suavemente, me dava massagens nelas e com as unhas acariciava com lentidão e habilidade. Comecei a lubrificar, as mãos da minha mãe ficaram Encheram de meus fluidos, ela com os dedos espalhava no meu glande e com movimentos circulares das pontas dos dedos acariciava aquela parte, as carícias dela eram rítmicas e muito prazerosas. Nisso, minha mãe se levantou, me ergueu do sofá com os braços e disse: -vem, querido, vamos pro meu quarto pra ficar mais à vontade-, me pegou pela mão e subi atrás dela, entramos no quarto, com os braços me fez deitar na cama e ela, me olhando fixamente e com um sorrisinho, se deitou devagar sobre mim até colocar os peitões enormes dela no meu rosto, e eu comecei a chupar com muita vontade, ela esfregava eles cada vez mais na minha cara, com uma das mãos apertava pra sair mais leite, meu pau não parava de lubrificar, quando terminei todo o leite da minha mãe ela me beijou com delicadeza mas com muita sensualidade ao mesmo tempo, me abraçou e puxou até eu ficar por cima dela, aí me olhando disse: -vai, acho que já tá pronto, me penetra, me sente-, -tô nervoso, mãe-, -não tem porque, relaxa e aponta teu pau pra minha entrada-, coloquei meu pau na buceta dela e senti o calor e a umidade, tava muito molhada, sentir aquele calor endureceu ainda mais, como não achava o buraco, minha mãe com a mão guiou minha ereção pra lá, quando senti comecei a empurrar um pouco até começar a entrar nela, com força empurrei tudo pra entrar completamente, senti uma delícia aquela cavidade molhada e apertada, minha mãe gritou e gemeu: -ahhhhhhh ahhhh não tão bruto, lindo aaauuuuuhhh aaaauhhhhh-, comecei a me mover metendo e tirando sem sair completamente, era indescritível o calor daquelas entranhas, procurei a boca da minha mãe e começamos a nos beijar de novo, foi um beijo mais molhado.

Eu tava completamente extasiado, finalmente tava penetrando aquela mulher tão linda e gostosa que era minha mãe, como tava no vai e vem, num momento acabei saindo completamente dela, então apontei meu pau de novo pra lá, entrei de novo com um pouco de dificuldade porque ela tava apertada por causa da falta de atividade sexual, ela, ao me sentir entrando, reclamava um pouco apesar da umidade dela e da minha lubrificação. Minha mãe, ao me sentir entrando, gemia de um jeito muito sensual, o que me excitava ainda mais, enquanto eu beijava o pescoço dela e segurava seus ombros. Por causa da excitação, só aguentei mais alguns minutos penetrando ela, pois foi tanta excitação que gozei dentro dela, gritei e ofeguei porque o orgasmo foi muito grande e intenso. Na hora, beijei ela com força e senti me esvaziar de porra, ela me abraçou e, olhando nos meus olhos, disse: — Já acabou, amor? Terminou? — Sim, sim, gozei dentro, acho que não é muito bom. — Não, não se preocupa, love, depois eu compro as pílulas. — Ela me abraçou, me deu um beijo na bochecha e ficou um tempinho acariciando meu cabelo. Adormeci junto com ela. Pouco depois, ouvi a porta do quarto; era ela vestida com uma calça de moletom e uma camiseta: — Vou na farmácia, amor, não demoro. — Te acompanho, sim? — Ela sorriu e me deu a aprovação. Me vesti rápido e saímos na caminhonete, porque a farmácia mais perto ficava a uns 10 minutos de carro e já era noite. Chegando lá, descemos e entramos no local. Tinha um homem atendendo. Minha mãe pediu as pílulas de emergência, e o cara me olhou estranho, porque imaginou que eu era mesmo quem podia engravidar ela. Achei que ele ficou com inveja de eu estar comendo uma mulher como ela, ainda mais porque a camiseta que minha mãe vestia era justa, decotada e deixava ver aqueles peitões ainda mais sensuais, o que dava mais inveja ainda. Quando o funcionário trouxe a caixa de pílulas, minha mãe pediu uma caixa de camisinhas enquanto me olhava e sorria. O funcionário foi buscar, trouxe uma de 100 camisinhas. Minha mãe pagou e pegou as coisas, enquanto ele passava o cartão, me olhou de novo, estranho e com muita inveja. Saímos e entramos na caminhonete. Enquanto ela dirigia, falei: — Tô com vontade, muita vontade. — De quê, meu céu? — Dos seus peitos, tô com um puta desejo. — Ela sorriu e abaixou a camiseta. Camiseta regata com uma mão enquanto com a outra dirigia, —anda, pega elas—, na hora me agarrei naquelas tetonas e chupei enquanto ela continuava dirigindo, não tinha problema porque já era noite e não passava muitos carros, assim segui até chegar em casa, chupando e sugando aquelas belezuras, minha mãe me avisou que a gente tinha chegado porque de tanto chupar as tetas dela com tanta atenção nem percebi: —já chegamos, amor—, a gente colocou a caminhonete pra dentro de casa, enquanto ela tinha levantado a camiseta, olhei a hora e eram 10:25 da noite, entramos na sala, ela disse: —agora sim a gente tá mais à vontade— e tirou de uma vez a camiseta e o sutiã, eu me joguei nela pra lamber e afundar minha cara naquelas tetonas enormes que eram meu delírio, tirei a pica e pedi pra ela me masturbar forte, ela pegou e fez isso enquanto eu chupava os peitos dela ela me masturbava, como ela fazia forte não demorei pra gozar, gozei enquanto tinha uma teta na minha boca, o orgasmo foi forte e muito gostoso, depois ela me beijou suavemente e foi pegar um papel e com cuidado me limpou o pau, no final disse: —vou tomar a pílula, amor, já volto—, depois de alguns minutos voltou e a gente se aninhou no sofá da nossa sala, ela me abraçou e eu me acomodei entre a maciez dos peitos dela, não falamos mais, tudo tinha sido muito gostoso e novo pra mim, também pra ela a gente tava entrando numa situação se bem que muito excitante também muito complexa, a gente ficou calado e parado pensando no que aconteceu até a gente dormir.

Foi perto da 1:30 da manhã que ela me acordou: —amor, a gente dormiu, vamos pra cama agora—, me deu um beijo na bochecha e a gente foi pros respectivos quartos, a gente tava exausto, na manhã seguinte acordei com o despertador, preparei minha roupa com minha toalha e saí do meu quarto pra tomar banho, cheguei lá e ouvi que minha mãe já tava tomando banho, uma excitação me percorreu, pensei em entrar com ela ou não, bati na porta — Vai, anda, já estou quase terminando. — Ao ouvir isso, me despi rápido e, com uma ereção, entrei no banheiro. Minha mãe tinha a cortina do chuveiro fechada; ao ouvir que eu entrei, ela a puxou e, com a mão, me convidou para entrar com ela no box. — Já terminei, querido, vou deixar você tomar banho. — Ela saiu do banheiro, me deixando muito excitado. Tomei banho rápido; fiquei meio desconcertado por não ter rolado algo a mais. Me apressei, me arrumei e desci para tomar café. Ela já tinha deixado meu café pronto enquanto se arrumava. Enquanto comia, ela apareceu espetacular com uma saia justa de conjunto azul-marinho, um decote discreto, mas muito sexy dado o tamanho dos peitos dela, maquiada e perfumada. Me deu um beijo, deixando a marca vermelha do batom, e sentou para tomar café. Na mesa, ela me disse para buscá-la no escritório às 5 da tarde. Aceitei encantado. Como estava ficando tarde, subimos na caminhonete, ela me deixou na escola e seguiu para o escritório dela.

No fim das aulas, foi um alívio; esperava ansiosamente para ir com minha mãe. Fui direto para casa, descansei e fiz minhas tarefas. Antes de sair para o escritório, peguei algumas camisinhas da caixa que minha mãe tinha comprado. No caminho, não parava de pensar nos peitos dela e naquela bunda enorme. Finalmente, ao chegar, entrei rápido no escritório sem nem olhar para a secretária. Lá estava minha mãe, trabalhando na mesa dela. Me aproximei e ela me cumprimentou com um beijo profundo. Como ainda tinha pendências, ela me disse para esperar. Fiz isso e me sentei na poltrona que ela tem no escritório. Como já estava muito excitado, decidi me masturbar na frente dela.

Aproveitando que ela estava sentada e concentrada lendo uns papéis, e como estava sem o paletó, os peitos enormes dela estavam uma delícia à mostra. Então, abaixei o zíper da calça e tirei meu pau ereto. Olhando para minha mãe, que estava muito gostosa, comecei a me masturbar. Ela não percebeu de imediato, por estar tão concentrada nos papéis, mas num momento em que levantou a vista, se tocou do que eu estava fazendo. Ação, -mmmmm, você tá muito gostosa, né? Mmmm, bom, tá certo, continua fazendo isso enquanto eu termino de revisar esses documentos- e me mandou um beijo, assim, enquanto continuava trabalhando e revisando os papéis, eu continuei me masturbando olhando pra ela, tentava não fazer muito forte e controlar meus desejos, porque não queria gozar só com uma punheta, como se me entendesse de algum jeito, ela desabotoou a blusa e abriu um pouco, deixando ver parte do sutiã vermelho de renda. Fiquei extasiado com aquela visão. Ficamos assim uns 25 minutos, eu me masturbando olhando pra ela e ela me dando boas vistas do corpo dela, até que ela disse que tinha finalmente terminado o trabalho e que era hora de ir. Saímos do escritório pra comer, porque já estávamos com muita fome. Fomos a um restaurante perto do escritório. Comemos bem à vontade enquanto eu não tirava os olhos dos peitos dela. Ela percebeu e disse: -Assim que terminarmos de comer, tenho uma surpresa pra você e acho que vai gostar muito- piscou o olho e fiquei muito intrigado e com tesão ao mesmo tempo. Terminamos de comer rápido e minha mãe pagou. Saímos do lugar e subimos na caminhonete. Ela dirigiu um pouco até chegarmos a um motel. Fiquei meio surpreso, eram 6:45 da tarde quando chegamos. -Chegamos, agora me fode aqui como qualquer casal num motel desses. Me sinto completamente cheia de porra nos peitos. Sua porra gostosa e nutritiva te espera- disse abrindo um pouco o decote. -Tá, tá, tá bom, vamos- estava muito nervoso, mas extremamente excitado. -Pega esse dinheiro pra pagar na recepção- Deixamos a caminhonete num estacionamento perto e fomos andando até o motel. Vi vários casais saindo e entrando no lugar. Ao entrar, fiquei muito nervoso porque nunca tinha ido num desses. O recepcionista me olhou surpreso, e minha mãe também. Talvez não entendesse o que um moleque como eu tava fazendo com uma mulherão como ela, porque ela exalava sensualidade com a roupa, mas não parecia uma puta, só uma mulher linda vestida sensual, mas elegante e sofisticada, então ele com certeza não pensou que eu ia pegar uma prostituta, mas sim uma mulher do mundo, linda e gostosa. Perguntei o preço do quarto, o recepcionista disse que eram 250 pesos, paguei o valor e ele me deu as chaves. Minha mãe me pegou pela mão, caminhava rebolando aquele rabão, e o som dos saltos dela aumentou minha excitação. Subimos as escadas porque o quarto ficava em cima.

Entramos no quarto, eu já estava com uma excitação do caralho. Ela tirou o casaco e a blusa rapidamente, ficando só de sutiã vermelho de renda. De repente, ela pegou minha cabeça por trás e a dirigiu para os peitos, afundou meu rosto na maciez das tetas dela. Comecei a lamber e chupar enquanto sentia aquela maciez no meu rosto. Ela soltou as alças, eu tirei o sutiã e fui direto pro leite dela, me agarrando nos peitões. Ela começou a gemer, eu chupava e sugava uma e outra, tava extasiado e louco por aquelas preciosidades com o leite doce e gostoso. Enquanto chupava um peito, acariciava o outro com a mão. De vez em quando, por causa da quantidade de leite que tinha nos peitos dela, escorria um fio de leite pelo contorno, e eu lambia pra não perder nenhuma gota. Minha mãe se deitou de costas na cama, enquanto eu, por cima dela, continuava hipnotizado pelas tetas enormes e deliciosas. Enquanto chupava e tomava o leite, com as mãos eu apertava de leve pra não machucar, mas também adorava sentir a maciez, o peso e a sensação de não conseguir pegar aquelas preciosidades inteiras com a mão. Quando senti que tinha acabado com o leite dela, ela pediu pra eu me despir completamente. Eu obedeci — "vai, deita e continua batendo uma, já volto, vou retocar a maquiagem" —, ela pegou a bolsa e foi pro banheiro. Depois de uns 5 minutos, apareceu na minha frente completamente nua, maquiada perfeita e com o batom. Vermelho intenso, os lábios dela estavam muito sensuais, ela se aproximou de mim e, bem sexy, passava a língua nos lábios vermelhos me provocando ainda mais. Começou a lamber suavemente meu peito e abdômen, a língua molhada e brincalhona era algo muito prazeroso. Ela me disse para parar de me masturbar, eu obedeci, e ela começou a descer para minha virilha, lambia minhas coxas com umidade, depois abaixo do meu umbigo me dava beijos e lambidas. A elegância e delicadeza ao usar a boca era incrível, ela sabia como e o que lamber.

Ela começou a se concentrar nas carícias na região da minha virilha, percorria com a língua minhas coxas, até dando pequenas mordidas na minha pele naquela área. Continuou subindo para meu abdômen inferior, dando beijos suaves e molhados. Quando senti que ela começou a beijar meu pau já completamente ereto, começando na base, dava pequenos beijos seguindo ao longo dele, espalhando seus beijinhos molhados até deixá-lo um pouco vermelho por causa do batom. Então ela começou a usar a língua, provava meu pau como se fosse um pirulito, com lambidas longas primeiro na cabeça e depois ao longo, percorria ele todo com a língua e, ao chegar no freio, me dava um beijo nele. Ela estava me fazendo um boquete incrível, a delicadeza e sensualidade dela me enlouqueciam. Com a língua, ela brincava com minha cabeça, passava em círculos ao redor dela. Então, com a mão, ela pegou suavemente a base do meu pau e o levou à boca. Foi uma sensação enorme e muito quente. Ela chupava gostoso pra caralho minha cabeça enquanto estava dentro, ao tirar, com a língua acariciava e colocava de novo. Eu ouvia os estalos da boca dela e até os sons de mmmm, mmmmmmm, mmmmmm, mmmmmm que ela fazia ao ter ele dentro da boca. Às vezes, sugava como se fosse um canudinho, mas com delicadeza; em outros momentos, chupava como pirulito. Me dava beijos molhados no tronco, depois colocava de novo na boca para chupar minha cabeça enquanto suavemente me masturbava na base. Quando tirava minha cabeça da boca, juntava os lábios, relambendo-os, até que no ponto mais excitante... Depois daquela mamada incrível, ela se afastou do meu pau, se levantou e disse: —Não quero que você goze na minha boca, quero sentir dentro de mim. A chupada tinha sido tão boa que eu fiquei sem palavras. Ela montou em mim, pegou meu pau duro e guiou até a buceta dela, sentando e enfiando tudo de uma vez. Ela gemeu forte quando sentiu ele entrar por completo. Começou a se mexer, já que aquela posição favorecia o movimento dela. Segurei seus quadris enquanto ela se movia com força e apertava meu pau com a buceta. Não sabia quanto tempo ia aguentar, porque o prazer era imenso com aquele ritmo. Ela pulava em cima de mim sem parar, eu via o rosto dela, os olhos fechados de vez em quando, ela passava a língua nos lábios e gemia alto.

Eu tentava me concentrar para não gozar, porque o prazer era demais. Ela era uma mulher cheia de paixão, com muito tesão. Gemia forte e gritava: —Fode, fode gostoso, me fode com força! Agora eu via como aquela mulher era fogosa e cheia de desejo, e era minha mãe, o que me intimidava um pouco, porque aquele tesão todo me impunha respeito. Pensava que talvez não conseguisse satisfazer ela. Mas ela sabia exatamente o que fazer e como me fazer aproveitar o prazer. Enquanto pulava, enfiando meu pau dentro dela sem parar, passava a mão no meu peito, até dava uns beliscões gostosos com as unhas. Era prazer demais para mim, além de sentir como a buceta dela se enfiava gostoso no meu pau. Não aguentei mais e gozei vários jatos dentro dela, num orgasmo muito forte. Minha mãe terminou de se mexer, se aproximou do meu rosto e me beijou delicadamente. Depois se deitou e me abraçou, acariciando minhas costas com os dedos suaves. Ficamos assim um tempo, pensando no que tinha acontecido.

8 comentários - Mi madre, hermosa mujer lactando 3.

COMO ME GUSTO ESTE RELATO 🤤 Y DEMAS ESTA DECIR QUE ME CALENTO MUCHISIMO♥ REALMENTE MUY BUEN POST.. EN UN RATO PASO A DEJAR PUNTITOSS♥
Lo prometido, vengo a dejar puntos a tan excelente aporteee 🤤 👌
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Estupendos. Te dejé mis 10 y esperando siguiente. 😀