

Olá, pessoal do P! Começo este diário para quem gosta de ler esse tipo de relato!! Beijos e obrigada por comentarAntes de mais nada, quero deixar claro que sou um cara comum... bem comum. 35 anos bem levados, um rosto normal, longe de ser bonitão, cabelo cheio, sem entradas nem "piscina", embora um pouco grisalho, um corpo bem definido (sou professor de educação física e faço muito esporte: caiaque, jogo handebol, futebol, padel...). Mas o que sempre me "salvou" de verdade foi minha altura: 1,90 m. Isso foi muito elogiado pelas mulheres com quem me relacionei. "Gosto, me sinto protegida" é uma frase que ouvi muitas vezes ao longo da minha vida. Enfim, um cara normal como eu disse, mas considero que tive muita sorte com as mulheres. Sempre fiquei com mulheres lindas... algumas demais! É o caso da Susana... 2 vezes campeã argentina de fitness. Mas não imagine uma marombeira toda marcada como um homem, né?! Fitness, uma mulherão, linda, deliciosa. Morena, incrível, olhos cor de mel. Certamente a mulher mais linda com quem já fiquei na minha vida. Algo muito parecido com isso, mas com o cabelo bem moreno:
E o que tornou essa relação mais fantástica foi a maneira inesperada como tudo aconteceu. Eu tinha 20 anos. Sim, um cara. Imaturo ainda, tinha tido só 2 ou 3 namoradas recentemente, ainda estava verdinho haha. Ela tinha 35 anos, separada, 2 filhas. E começou a frequentar um bar do qual eu era habitué, com uma amiga, que era namorada do barman.Imaginem o bar: um antro! haha. Várias mesas de sinuca, uns fliperamas, um balcão. Puro ovo, digamos, se aparecia alguma gostosa era porque tava namorando algum dos caras, que ainda por cima a gente todos se conhecia. Então a Susana revolucionou o bar, literalmente.
Além de ser uma criatura linda, a filha da puta vinha vestida com umas saias bem curtinhas, umas regatas que ficavam super sexys nela (ela tinha os peitos operados), ou umas calças jeans que pareciam tatuadas de tão justas, marcando aquele bumbum campeão que ela tinha.
O bar estava cheio de "machos", quase todos mais velhos que eu, na faixa dos 25 aos 40 anos. Caras éramos 5 ou 6. Automaticamente me "desliguei" da disputa. Era mulher demais pra mim, e a competição era terrível. Não estava à altura. Tinha uns caras muito bonitões, com grana... com carro! Eu ia a pé (morava a 2 quadras), tinha meu primeiro trampo, sempre com a grana contada. A questão é que essa gostosa, a Susana, todo mundo idolatrava ela, ofereciam drinks, champanhe, a gostosa aceitava de todos, flertava com muitos e dava ideia nos outros. Eu só dava oi e tchau, autoeliminado da competição por ser o macho alfa, sempre na minha sinuca, dizendo pros meus amigos "para de besteira, vamos jogar sinuca, não tá vendo que ela tá te enrolando pra você pagar um drink e depois vai fazer a mesma coisa com outro?".
A questão é que parece que a gostosa percebeu que tinha todo o bar na palma da mão... menos esse otário: eu. Mas não foi uma tática, algo premeditado, realmente me afastei da luta porque a sentia inalcançável. A coisa é que uma noite, tipo 4 da manhã, quando estava pra fechar, A gente do barra estava lá, tomando os últimos goles (eu, fernet). Dia de semana, quarta-feira era, estávamos os 6 ou 7 que ficávamos todo dia até o fechamento, Susana, que frequentava o Bar há uns dois meses, e a amiga, namorada do Barman. Chega a hora das despedidas, beijo aqui beijo ali, e Susana depois de beijar um por um todos na bochecha, me dá um beijo, que era o que estava sentado no balcão do lado da porta, no canto da boca, um quase beijo digamos, mas bem intenso... que me deixou automaticamente com o pau duro.
Eu, meio inocente, meio trouxa, fui dormir pensando "olha só, ela vai querer me dar um beijo... estava meio bêbada, como todo mundo nessa hora, e errou a bochecha".
Chegou a quinta, dia inesquecível na minha vida... até aquele momento um dia qualquer, estava no professorado de educação física ainda, dois períodos, chego em casa no final da tarde e me jogo numa poltrona pra ver TV, cansado. Enrolando pra tomar banho e ir pro Bar, como todos os santos dias. Aí toca o telefone de casa (esquece celular, isso foi há 15 anos, quase ninguém tinha).
- Alô, é o Tete?
- Sim, sou eu, quem é?
- Romina, a namorada do Javier (o Barman)
- Ah, e aí Romi, tudo bem? Que foi? (meio que travei, nunca a gente tinha conversado fora do Bar)
- Não, nada... aqui tem alguém que quer falar com você, te passo
- Tá, vai (entendendo menos ainda)
- Oi gato, tudo bem? (SUSANA!!!)
- Oi, oi, tudo bem, e você?!
- Olha, é o seguinte, eu gosto de você e quero te ver... você quer?
- Quero, quero... como não vou querer?!
- Bom, te parece em meia hora no Bar?
- Sim, sim, certeza (eu mal conseguia respirar, praticamente)
- Vai, te espero (e desligou...)
Eu não sabia se estava sonhando ou o quê, mas nunca tomei banho e me troquei tão rápido, com um sorriso de orelha a orelha, mas devo admitir que um pouco tremendo pela incerteza... era uma gostosa que dava cagasso, imponente, linda... uma fera!
Chego no Bar... ela já estava lá, sentada sozinha numa mesa, tomando alguma coisa. A amiga sentada no balcão, conversando com o namorado, o Barman. Cumprimento eles com um beijo... ela me diz: "vai lá, ela tá te esperando... boa sorte!", e pisca pra mim. Acho que nessa hora o cagaco multiplicou por 10! Eu estava a 5 metros da mesa... caminhei tentando disfarçar que minhas pernas estavam tremendo.
-Oi Su (beijo na bochecha e me sento)
-Oi guy (sim, de novo guy... e só isso já me deixava louco!). Olha, eu gosto muito de você, e não gosto de ficar com vontade de nada... você tem vontade de irmos pra outro lugar só eu e você? (Ufff, imagino a cara de incredulidade que devo ter feito... pensando: todos esses caras e ela me escolhe?! Porque não era que ela saía com qualquer um todo dia, pelo contrário, até ali nada com ninguém... acreditem, a gente teria descoberto na hora, era um troféu de guerra, ninguém ia ficar quieto!!!
Peço um táxi pelo bar, ele passa pra nos buscar, a gente sobe os dois atrás. Digo tal hotel, o cara me olha pelo espelho como dizendo "que rabão, o caminhão que você vai comer!!!" E sim, ele tinha razão... só que ela me "comeu", como nunca nenhuma mulher tinha feito até aquele momento.
Bastou eu dizer isso pro taxista que ela agarrou meu rosto com as duas mãos e me comeu pela boca de um jeito impressionante, desenfreado... e automaticamente levou a mão pra minha virilha, e por cima do jeans me apalpou o pau que já estava completamente duro. Queria que essa viagem nunca acabasse, estava me sentindo maravilhosamente... mas finalmente chegamos no hotel. Paguei o taxista e entramos, rumo ao que seria uma das melhores noites da minha vida. Mas essa, essa é outra história...

Se você curtiu, comenta, recomenda, compartilha!!! Vamos fazer a P! crescer ainda mais!aqui está o link da 2ª parte, o essencial dessa história...http://www.poringa.net/posts/relatos/2606510/Diario-sexual-de-un-tipo-cualquiera-2da-parte.htmlComenta!

19 comentários - Diário sexual de um cara comum (parte 1)
Que camión que te "comiste" !!!
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamohttp://i.imgbox.com/8pds403os cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
buen relato 😉
lastima q en esa epoca no existian los celus/camaras digitales, sino seguro tendrias alguna fotito posta de la mina