despedida de soltera

As sensações eram misturadas, mas as prazerosas se sobrepunham a todas as outras. Se fosse um filme, a veríamos nua com seu corpo torneado, sua pele morena, seus peitos descansando sobre o torso daquele jovem atlético que ela não conhecia, mas com quem dividia a língua devagar, saboreando as bocas um do outro. As mãos do jovem rodeavam sua cintura e as dela o tocavam ansiosamente, de acordo com o tesão que só aumentava. Sobre ela, ajoelhado na cama na altura da sua bunda linda, outro amante mais maduro a penetrava, fazendo-a sentir seu pau duro e grande.
A imagem era quente e seus protagonistas estavam cada vez mais. Ela sentia o pau do jovem sobre sua barriga, que foi se acomodando aos poucos até que a posição permitiu que ele a penetrasse pela sua buceta. Pela primeira vez na vida, ela era duplamente penetrada e queria mais.
— Você vai chegar tarde, Noe?
— E a despedida de solteira pode se prolongar. Disse ela se olhando no espelho e gostando do que via.
— Quer que eu vá te buscar? Disse o marido, meio inquieto ao ver a gostosa que era sua mulher.
— Não, qualquer coisa pego um táxi e vou pra casa da minha mãe, que é perto.
Eles se despediram e Noelia partiu pra festa de despedida de solteira da amiga Cristina.
Elas se divertiram pra caralho e o clímax chegou com um par de strippers que fizeram um show pra tropa de mulheres que gritavam e pegavam tudo que podiam dos dois caras alugados. Mas não tinha só mulher não, porque vários colegas de trabalho da Cristina tinham sido convidados. Eles foram avisados do show e aceitaram de boa. Quem não quer ver uma horda de mulheres no cio e talvez pescar alguma coisa depois?
Noelia estava sentada, de um lado o chefe da Cristina e do outro um jovem office boy que, ao vê-la, se apressaram pra sentar perto. Conversaram animadamente, beberam pra caramba e quando os strippers apareceram, riram e brincaram, se aproximando e se roçando como se descuido. A homenageada recebeu as honras dos dançarinos e estava tão excitada que se atreveu a puxar para baixo o shorts que os cobria, acariciando seus pedaços enormes. O espetáculo esquentou todo mundo e as mãos do chefe da Cristina foram para a cintura de Noelia, se encontrando com as do cadete atlético. Noelia deu um pulo e os dois se olharam como se disputando a mulher.
Cristina continuava curtindo o show dos strippers e a galera gritava, instigando ela a se soltar mais. Enquanto isso, ao redor de Noelia, rolava um espetáculo à parte. O jovem tinha metido a mão por baixo da saia dela e a masturbava devagar, enquanto o outro colega de mesa a deixava recostada nele e a beijava na boca. Sem parar de apalpar ela, o jovem olhou pro chefe por cima, buscando cumplicidade, e encontrou sem problema.
— Quer que a gente vá pra um lugar mais tranquilo? — disse o mais velho pra Noelia. A mão do garoto tava fazendo bonito e ela queria trepar.
— Sim... Por favor, vamos.
Ela disse, beijando o chefe da Cristina. Nessa hora, ela já tinha passado a mão no volume do coroa e percebeu que era bem grande.
— Quer dar pros dois? — ele disse, amassando um peito dela enquanto o jovem a levava quase ao orgasmo.
— Sim, quero ser comida pelos dois. Quero pica... tô muito puta.
Saíram no meio dos gritos e subiram no carro do chefe.
— Leva ela pra trás e aproveita bem, que no hotel a gente pega ela junto.
Noelia, no banco de trás, gemia e ofegava, se beijando com o jovem até que ele puxou a pica dele e ofereceu. Ela viu que o garoto também tinha o seu e se jogou pra chupar.
O chefe olhava pelo espelhinho enquanto ela mamava no garoto e trocou olhares com o funcionário.
Foram pra um hotel bom e em poucos minutos os três, pelados, se reviraram na cama. Noelia chupava as duas picas enquanto enfiavam a mão nela por todo lado. Ela já quase não lembrava como tinha chegado ali e, por um momento, pensou no seu marido. Naquele instante, o jovem atlético e musculoso abraçou ela e deu um chupão de língua que fez correr eletricidade pelo corpo dela.
Ela se deitou e colocou ele por cima enquanto o chefe ajeitava a pica no cu dela. Depois, o garoto enfiou na buceta dela e os dois comeram ela ao mesmo tempo.
Noélia lembrou que tinha que ligar pro marido. Dizer que não ia dormir em casa pra ele não se preocupar. O amante mais velho abria o cu dela de par em par com a pica enorme dele e o cara metia fundo na buceta dela, e ela curtia… queria mais.
O jovem tirou a língua da boca dela e ela deu um beijo suave nos lábios dele.
— Preciso ligar pra casa pra avisar que não vou dormir.
Os dois caras se olharam e os três caíram na gargalhada. Noélia pegou a bolsa sem sair da posição e procurou o celular. Enquanto fazia isso, se beijava com o jovem e o outro aumentava o ritmo da fodida no cu dela.
— Preciso falar. — disse ela, divertida.
— Fala, ué. Quem tá te impedindo? — falaram quase em coro. Riram.
Noélia discou o número e em segundos o marido atendeu.
— Oi, amor. O que cê tá fazendo? — disse ela.
— Vendo um filme. E você?
— Comendo alguma coisa pra não morrer de fome. Os dois saíram dela e aproximaram as picas da boca dela.
Enquanto tentava falar com o marido, Noélia chupava as duas picas ao mesmo tempo e o cara metia a mão na buceta dela e começou a masturbar ela com força. Ela tentava manter a calma, mas o cara, mais uma vez, sabia o que fazia e levava ela ao orgasmo. Isso deixava ela mais a fim de largar o telefone e devorar as picas suculentas que se ofereciam, mas tentou manter a conversa.
— Bom, como vai ficar tarde, vou dormir na casa da minha mãe. — disse ela, segurando um suspiro e um gemido.
— Tá acontecendo alguma coisa? — perguntou o marido.
Ela demorou pra responder porque o cara tava beijando ela, sempre masturbando, e ela não queria largar ele por nada. Quando ele se afastou, o outro amante meteu a pica na buceta dela. boca e ela engoliu com vontade.
—Oi, tá acontecendo alguma coisa? Gritava o marido dela.
—Não. É que a chamada caiu. Disse quando conseguiu se livrar dos caralhos que a assediavam cada vez mais quentes.
—Ah, deve ser problema de sinal. Disse ele enquanto ela engolia a pica do jovenzinho e acariciava o torso nu do coroa. Soltou a pica e beijou o peito meio peludo.

O vai e vem constante e a situação tinham deixado os dois no limite, então no meio da chamada sentiram aquela vontade incontrolável de gozar. Noelia viu aquelas duas picas quentes, pulsando prestes a explodir, e sorriu.
—Bom, a gente se vê amanhã. Me prepara o café… disse ela toda dengosa.

Naquele instante, os dois caralhos dela jorraram sem parar, enchendo a cara dela de porra. Ela abriu a boca e engoliu um jato do garanhão jovem, e o outro soltou outro jato nos peitos dela. Saboreou a porra dos dois.
—Bom… a gente se vê amanhã. Disse ele.
—Sim, meu amor. Sem conseguir disfarçar que tinha a boca cheia de porra grossa de dois caralhos.
—Já tá comendo?
—Tô sim, saboreando as delícias que servem na festa. Dito isso, engoliu a pica do jovem de novo pra limpar toda a porra que escorria pelo tronco e pelas bolas dele.

Enquanto se despedia do marido, ela se deitou e o coroa a penetrou pela buceta com a pica ainda escorrendo porra, que serviu de lubrificante.

De manhã, os dois caralhos dela dormiam e, mesmo assim, exibiam suas picas potentes, meio murchas mas imponentes. Noelia pensou que precisava ir embora.
Se sentia aberta de todos os lados. Tinham penetrado ela pelo cu, pela buceta, até com as duas picas ao mesmo tempo. Os peitos dela tinham porra, a barriga também… Foi tomar banho e olhou pra eles dormindo. Olhou o relógio: eram 6 da manhã de domingo. Quem acorda nessa hora num domingo?

Viu o jovenzinho se espreguiçar e abrir os olhos. Ele olhou pra ela e a pica dele se desenrolou, ficando dura de novo.
—Vamos pro chuveiro? Convidou ela.
O cara pulou e seguiu ela. Minutos depois, ele tava comendo ela debaixo d'água, e de novo os corpos deles se esfregavam um no outro.
Foi a primeira gozada da manhã que Nioélia recebeu. A segunda foi o café da manhã que o marido serviu pra ela.

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