Antes de começar, quero deixar claro que essa história é totalmente real, só mudei os nomes dos personagens por motivos óbvios.
Bom, pra começar, quero dizer que sou um jovem profissional de 25 anos, um cara sério e responsável, corpo magro e alto. Gosto de ir à academia regularmente, o que me ajuda a manter a forma.
Atualmente, tenho que morar com meus pais e minhas duas irmãs, Marisela e Fanny. Fanny acabou de fazer 18 anos, entrou no ensino médio agora, e é com quem tenho a melhor relação. Ela é muito amigável e brincalhona, me divirto pra caramba quando estou com ela. Já minha outra irmã, Marisela, tem um temperamento mais difícil, digamos que é bipolar. Nunca se sabe qual vai ser o humor dela, e geralmente estamos discutindo ou ficamos sem nos falar por um tempo.
Quem quero falar é da Marisela, sim, minha irmã mais problemática, com quem não me dou nada bem. E é que ultimamente não consigo tirar ela da cabeça, fico pensando nela o tempo todo, por causa dos sonhos molhados que comecei a ter com ela. Vou contar um dos mais recentes, do qual lembro mais detalhes.
O sonho começava assim: chego em casa depois da academia, abro a porta do meu quarto e vejo a Marisela de costas. Ela tá com a saia do colégio, levantada até a metade da bunda. Aí ela vira pra mim e pede pra eu entrar e não fazer barulho. Ao ver aquela imagem tão sedutora, fico com um pau enorme e me aproximo devagar pra levantar a saia dela totalmente. Daí vejo que ela tá usando uma tanga branca bem pequena, enfiada na racha. A calcinha que ela tá deixando no ar aquele par de bundão imenso que minha irmã tem. Marisela, de pé, se inclina sobre a cama e apoia os cotovelos no colchão, ficando totalmente empinada. Eu me ajoelho atrás dela e coloco minha cara entre a bunda dela, começando a passar minha língua desde a bucetinha peluda até o cuzinho fechado, enquanto estou... Lambendo e mordendo as nalgas dela de vez em quando, ela responde com um gemido gostoso "aauugh" — diz Marisela.
Ela começa a se esfregar na minha cara, enchendo meus lábios com os sucos dela. Enfio minha cara naquele cuzão enorme e ela me aperta com as nalgas, gemendo e tremendo ao mesmo tempo. Percebo que ela tá tendo um orgasmo graças às lambidas que tô dando. Levanto do chão com a pica ainda mais dura, e ela vira, se ajoelha na minha frente e, abrindo bem a boca, não pensa duas vezes: enfia minha pica na boquinha dela. Mal consegue meter tudo na boca e luta pra caber toda aquela minha pica preta e veiuda na boquinha dela, mas não se assusta com a grossura que eu meto. Pelo contrário, ela tenta abrir mais a boca enquanto minha pica passa pelos lábios pintados de rosa até entrar toda. "Você é bem putinha", falo quando coloco minhas bolas no nariz dela, enquanto ela lambe e depois enfia minha pica de volta na boca, me olhando nos olhos.
Tô quase gozando na boca dela, mas ela percebe e tira. Pega minha pica e bate na própria cara com ela. Depois levanta, deita de bruços na minha cama, me jogo por cima e esfrego minha pica nas nalgas dela, mas sinto que vou gozar a qualquer momento com aquele cuzão imenso que ela tem. Então é melhor usar meus dedos. Primeiro enfio dois na buceta dela enquanto com o polegar esfrego o cu dela. Quando enfio o terceiro dedo, a buceta dela fica mais molhada e quente, e ela treme, começando a gemer cada vez mais forte e a falar putaria tipo:
"Mete, mete logo que tô bem molhada, olha como me deixou, me dá tua pica logooo, me dá!!"
"Olha que a putinha da sua irmã tá te pedindo, por favor, me dá logo, me fode logo, caralho!!"
O que eu tento é enfiar um dedo naquele cu, mas ele tá muito apertado e não entra. Então cuspo várias vezes pra lubrificar e tento de novo, mas não entra. entra, então me concentro de novo na bucetinha dela e agora meto os 4 dedos até o fundo. Ela levanta a raba e se estremece dizendo:
aaaiii!!! aaai!! devagar, devagar, que você tá me machucando,
isso me excita e puxo ela pelos cabelos pra deixar ela de quatro, ordeno: abre você mesma esse cu todo que vou te foder como você merece.
Ela obedece e coloca a cara na cama, com as duas mãos me mostra a pussy dela toda dilatada e molhada. Dou uns tapas na bucetinha peluda dela, depois vou enfiando meu pau devagar na pussy toda molhada. Sinto como essa rachinha aperta meu pau quando chega no fundo, enquanto Marisela mia que nem uma gatinha no cio.
auuuu!!, auuuuu!!!, auuuuu!! agora sim, já entrou tudo lá dentro, me diz minha irmã, quando minhas bolas batem na bunda dela. Deixo ele lá dentro um tempo pra ela se acostumar com a grossura, enquanto ela mexe a cintura em círculos bem devagar.
Eu sinto os sucos dela escorrendo pelas minhas coxas, ela tá mordendo os lábios e de olhos fechados aproveita meu pau que pulsa dentro dela. Viro pra olhar o espelho do meu quarto e vejo a cara de puta que minha irmã tá fazendo, com a boca aberta e os olhos quase virados.
Puxo ela de novo pelo cabelo e tiro todo o meu pau, só pra enfiar de novo de uma vez. É assim que começo a arrebentar a bucetinha da minha irmã, tirando e metendo de uma vez, sem parar de puxar os cabelos dela e batendo com a mão na bunda enorme dela. Ela começa a gritar, lembro que não podemos fazer barulho e amarro a boca dela com a calcinha fio dental branca. Sinto os orgasmos dela e até vejo os sucos saindo da pussy, enquanto escuto a bunda enorme dela quicando.
Também gosto de tirar o pau e contemplar a pussy aberta dela, cuspir e depois meter de novo. E de tanto repetir isso, entra ar na vagina dela, o que faz ela soltar uns peidos. Então, enquanto tô comendo ela, a porca tá pedalando, mas isso não impede ela de gemer igual uma puta
Marisela morde a calcinha fio dental e se joga na cama, totalmente exausta de ficar de quatro. Eu me atiro em cima dela, mas não paro de meter a pica que ela merece. Praticamente me deixo cair sobre ela, minha irmã já não faz mais nada além de gemer, forçar e aguentar a fodida que estou dando, até que eu não aguento mais e aviso que vou gozar.
Ela me diz: "faz na minha boca, por favor". Então eu me levanto e ela engole minha pica de novo, dessa vez de uma bocada só, e começo a esvaziar meu leite na boca dela enquanto ela aperta minhas bolas para sair tudo. Ela me espreme por completo e, mesmo caindo algumas gotas no chão, ela se abaixa e lambe do piso. O que caiu acabou revelando que minha irmãzinha Marisela é uma verdadeira pervertida.
Bom, pra começar, quero dizer que sou um jovem profissional de 25 anos, um cara sério e responsável, corpo magro e alto. Gosto de ir à academia regularmente, o que me ajuda a manter a forma.
Atualmente, tenho que morar com meus pais e minhas duas irmãs, Marisela e Fanny. Fanny acabou de fazer 18 anos, entrou no ensino médio agora, e é com quem tenho a melhor relação. Ela é muito amigável e brincalhona, me divirto pra caramba quando estou com ela. Já minha outra irmã, Marisela, tem um temperamento mais difícil, digamos que é bipolar. Nunca se sabe qual vai ser o humor dela, e geralmente estamos discutindo ou ficamos sem nos falar por um tempo.
Quem quero falar é da Marisela, sim, minha irmã mais problemática, com quem não me dou nada bem. E é que ultimamente não consigo tirar ela da cabeça, fico pensando nela o tempo todo, por causa dos sonhos molhados que comecei a ter com ela. Vou contar um dos mais recentes, do qual lembro mais detalhes.
O sonho começava assim: chego em casa depois da academia, abro a porta do meu quarto e vejo a Marisela de costas. Ela tá com a saia do colégio, levantada até a metade da bunda. Aí ela vira pra mim e pede pra eu entrar e não fazer barulho. Ao ver aquela imagem tão sedutora, fico com um pau enorme e me aproximo devagar pra levantar a saia dela totalmente. Daí vejo que ela tá usando uma tanga branca bem pequena, enfiada na racha. A calcinha que ela tá deixando no ar aquele par de bundão imenso que minha irmã tem. Marisela, de pé, se inclina sobre a cama e apoia os cotovelos no colchão, ficando totalmente empinada. Eu me ajoelho atrás dela e coloco minha cara entre a bunda dela, começando a passar minha língua desde a bucetinha peluda até o cuzinho fechado, enquanto estou... Lambendo e mordendo as nalgas dela de vez em quando, ela responde com um gemido gostoso "aauugh" — diz Marisela.
Ela começa a se esfregar na minha cara, enchendo meus lábios com os sucos dela. Enfio minha cara naquele cuzão enorme e ela me aperta com as nalgas, gemendo e tremendo ao mesmo tempo. Percebo que ela tá tendo um orgasmo graças às lambidas que tô dando. Levanto do chão com a pica ainda mais dura, e ela vira, se ajoelha na minha frente e, abrindo bem a boca, não pensa duas vezes: enfia minha pica na boquinha dela. Mal consegue meter tudo na boca e luta pra caber toda aquela minha pica preta e veiuda na boquinha dela, mas não se assusta com a grossura que eu meto. Pelo contrário, ela tenta abrir mais a boca enquanto minha pica passa pelos lábios pintados de rosa até entrar toda. "Você é bem putinha", falo quando coloco minhas bolas no nariz dela, enquanto ela lambe e depois enfia minha pica de volta na boca, me olhando nos olhos.
Tô quase gozando na boca dela, mas ela percebe e tira. Pega minha pica e bate na própria cara com ela. Depois levanta, deita de bruços na minha cama, me jogo por cima e esfrego minha pica nas nalgas dela, mas sinto que vou gozar a qualquer momento com aquele cuzão imenso que ela tem. Então é melhor usar meus dedos. Primeiro enfio dois na buceta dela enquanto com o polegar esfrego o cu dela. Quando enfio o terceiro dedo, a buceta dela fica mais molhada e quente, e ela treme, começando a gemer cada vez mais forte e a falar putaria tipo:
"Mete, mete logo que tô bem molhada, olha como me deixou, me dá tua pica logooo, me dá!!"
"Olha que a putinha da sua irmã tá te pedindo, por favor, me dá logo, me fode logo, caralho!!"
O que eu tento é enfiar um dedo naquele cu, mas ele tá muito apertado e não entra. Então cuspo várias vezes pra lubrificar e tento de novo, mas não entra. entra, então me concentro de novo na bucetinha dela e agora meto os 4 dedos até o fundo. Ela levanta a raba e se estremece dizendo:
aaaiii!!! aaai!! devagar, devagar, que você tá me machucando,
isso me excita e puxo ela pelos cabelos pra deixar ela de quatro, ordeno: abre você mesma esse cu todo que vou te foder como você merece.
Ela obedece e coloca a cara na cama, com as duas mãos me mostra a pussy dela toda dilatada e molhada. Dou uns tapas na bucetinha peluda dela, depois vou enfiando meu pau devagar na pussy toda molhada. Sinto como essa rachinha aperta meu pau quando chega no fundo, enquanto Marisela mia que nem uma gatinha no cio.
auuuu!!, auuuuu!!!, auuuuu!! agora sim, já entrou tudo lá dentro, me diz minha irmã, quando minhas bolas batem na bunda dela. Deixo ele lá dentro um tempo pra ela se acostumar com a grossura, enquanto ela mexe a cintura em círculos bem devagar.
Eu sinto os sucos dela escorrendo pelas minhas coxas, ela tá mordendo os lábios e de olhos fechados aproveita meu pau que pulsa dentro dela. Viro pra olhar o espelho do meu quarto e vejo a cara de puta que minha irmã tá fazendo, com a boca aberta e os olhos quase virados.
Puxo ela de novo pelo cabelo e tiro todo o meu pau, só pra enfiar de novo de uma vez. É assim que começo a arrebentar a bucetinha da minha irmã, tirando e metendo de uma vez, sem parar de puxar os cabelos dela e batendo com a mão na bunda enorme dela. Ela começa a gritar, lembro que não podemos fazer barulho e amarro a boca dela com a calcinha fio dental branca. Sinto os orgasmos dela e até vejo os sucos saindo da pussy, enquanto escuto a bunda enorme dela quicando.
Também gosto de tirar o pau e contemplar a pussy aberta dela, cuspir e depois meter de novo. E de tanto repetir isso, entra ar na vagina dela, o que faz ela soltar uns peidos. Então, enquanto tô comendo ela, a porca tá pedalando, mas isso não impede ela de gemer igual uma puta
Marisela morde a calcinha fio dental e se joga na cama, totalmente exausta de ficar de quatro. Eu me atiro em cima dela, mas não paro de meter a pica que ela merece. Praticamente me deixo cair sobre ela, minha irmã já não faz mais nada além de gemer, forçar e aguentar a fodida que estou dando, até que eu não aguento mais e aviso que vou gozar.
Ela me diz: "faz na minha boca, por favor". Então eu me levanto e ela engole minha pica de novo, dessa vez de uma bocada só, e começo a esvaziar meu leite na boca dela enquanto ela aperta minhas bolas para sair tudo. Ela me espreme por completo e, mesmo caindo algumas gotas no chão, ela se abaixa e lambe do piso. O que caiu acabou revelando que minha irmãzinha Marisela é uma verdadeira pervertida.
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