Desde moleque eu jogo de espião porque sou muito curioso. Adoro saber o que as pessoas tão fazendo ou o que podem estar fazendo. Por isso nunca parei de espionar meus parentes, amigos ou vizinhos. Podem me chamar de voyeur, mas não ligo, porque devo ser um mesmo, mas isso era quando eu era moleque, e até hoje não deixei essa minha curiosidade de lado.
Vou contar pra vocês as coisas que consegui observar na minha casa e nas outras. Vamos começar com um fim de semana na praia com uns parentes. Minha mãe é a protagonista principal. É ela que eu espionei primeiro. Minha mãe não é muito alta (1,60 metro), mas tem um corpão bem dotado. Até hoje o corpo dela é uma delícia. Ela faz 42 anos esse ano, e eu faço 25.
A gente tava na praia com uns parentes, e aqui as praias são compridas e largas. Tem vários montes de areia. Era de dia e minha mãe tava tomando banho como todo mundo. A gente tava reunido em família, e além da minha, tinha outras três: a do meu tio Juancho, a do meu tio Maruchi e a da minha tia Maury. A gente tava na casa do Maruchi, que dá direto na areia da praia (éramos umas 25 pessoas no total). Como eu disse, todo mundo tava tomando banho ou se bronzeando. Quem tava se bronzeando, tava deitado na areia quente sem sutiã. Quem tava nadando, tava curtindo a água, a vista ou só brincando com os outros. Minha mãe tava nadando e brincando com todo mundo, o jogo era tipo um futebol aquático. Aí eu via como meu tio Juancho (que tava jogando com a gente) passava a mão na minha mãe sem se importar se a gente via ou não. O pretexto era a bola. O dia inteiro minha mãe foi apalpada pelos meus tios e ela não reclamava (meu pai também não falava nada). De noite, depois de comer e ter discutido em família, mandaram a gente dormir. Todo mundo tava cansado, mas a curiosidade de saber o que eles tavam fazendo lá embaixo me mantinha acordado. Fui ver o que os "adultos" tavam fazendo. Eles tavam se preparando. pra um banho de meia-noite. Vi eles saírem de casa e irem pra praia. Se pelaram antes de chegar no mar e entraram na água. Eu não via muito bem o que faziam, mas estavam bem coladinhos e ninguém tava com o próprio parceiro. Depois de um tempo, saíram da água e, em vez de pegarem as roupas, foram pras dunas. Eu, nem bobo nem lerdo, comecei a seguir eles. Atravessaram as primeiras dunas e ali começaram a se beijar. O bom das dunas é que dá pra chegar bem perto sem ser visto. Se beijaram rapidinho e minha mãe com a Nadia (a esposa do Juancho) se meteram num 69 entre elas, enquanto a Sally (a esposa do Maruchi) cuidava das rolas dos caras. A única luz que iluminava a gente era o luar. Dava pra ouvir os gemidos dos caras enquanto a Sally chupava eles e as lambidas da minha mãe na Nadia.
Rapidão, o Juancho se posiciona atrás da minha mãe e o Maruchi abre as pernas da Nadia. Ao mesmo tempo, os dois enfiam nas respectivas presas de uma só vez. Ouvi um MMMMMMMMM bem longo, mostrando o tesão que tava rolando. Segundos depois, vi a Sally sentando no pau do meu pai. Em minutos, o 69 se desfez e cada casal ficou com um homem.
Minha mãe recebia como uma putinha, a Sally de amazona cavalgando um cavalo quente, enquanto a Nadia não parava de gemer. Foram a Nadia e o Maruchi que gozaram primeiro (depois de um tempinho), e logo os outros seguiram. Dava pra ver que a Nadia não aguentava mais. Nisso, ouço o Juancho falar "vem, ela é só mais uma transa". Nessa hora, a Sally e minha mãe dizem "mas a gente não". Os três homens se olharam e meu pai fala "vocês podem dar conta de três", elas responderam numa voz só "claro que sim", enquanto se ajoelhavam pra cuidar dos paus dos caras. Eu via minha mãe se beijando com a Sally e chupando com gosto. Enquanto as mulheres chupavam, o Juancho se posiciona atrás da minha mãe, levanta a bunda dela e mete. começa a meter, de boa, nisso os dois ficam sozinhos enquanto a Sally senta na Maruchi enquanto elas se pegavam. A Maruchi lambia os peitos da Sally enquanto metia nela.
Minha mãe, enquanto tava sendo comida, chupava meu pai. Nisso, meu pai sai da boca quente da minha mãe e vai pra cima da Sally. O Juancho sai de trás da minha mãe pra começar a lamber a bunda dela. Eu via como minha mãe levantava ainda mais a raba pro céu escuro da noite. Meu pai se posiciona na frente, atrás da Sally, e começa a meter um dedo nela e falava "tá quentíssima" e tira o dedo pra trocar pela vara de carne. A Sally parou de se mexer um instante e esperou toda a carne do meu pai entrar pra começar a rebolar. Nisso, o Juancho posiciona o pau dele na frente do cu da minha mãe e começa a meter, devagar, mas de uma só vez. O único som que se ouvia eram os gemidos entre eles. O que eu conseguia ver era a cara da minha mãe e dava pra perceber o prazer que ela tava sentindo.
A Sally gozou primeiro e ficou exausta por um momento enquanto os homens foram ver como minha mãe e o Juancho estavam. O Juancho tinha gozado dentro da minha mãe, mas ela já tinha terminado, então a Maruchi e depois meu pai começaram a meter no cu dela. Eu via ela com a bunda pro ar e recebendo bastante pica, tava no sétimo céu, se deliciando com a luxúria, era o melhor pra ela.
Depois de terem brincado entre si, decidiram descansar um pouco antes de ir pra casa. Eu fui embora e, nessa luta sexual, gozei três vezes sem nem me tocar. Foi algo impressionante. Mesmo não tendo visto muita coisa (já que era de noite), os gemidos e os barulhos me deixaram a mil.
No dia seguinte, todo mundo tomou café da manhã na mesma hora e fomos direto pra praia nadar. Eles não tinham percebido que eu tinha ficado em casa pra ir ao banheiro. Nisso, eu saio e vejo minha mãe, o Moroche (o marido da minha tia Maury) e o filho mais velho dele (o Maroni) subindo. as escadas em direção aos quartos. Via que meu tio já estava passando a mão na bunda da minha mãe e que o filho dele tocava os peitos dela. Minha mãe não parava de reboltar pra acompanhar o movimento do Moroche. O Maroni começa a chupar o peito dela antes de chegar no quarto. Minha mãe tinha uma mão na cabeça do Maroni pra acariciar enquanto ele chupava o peito dela. A outra mão dela estava segurando o pau do Moroche, que já tava bem duro.
Entraram no quarto e no tempo que levei pra chegar no lugar certo pra ver o que estavam fazendo, o Maroni tava sentado na cama enquanto minha mãe, de joelhos, tava mamando no pau dele. O Moroche já tava lambendo a buceta da minha mãe. Todos já estavam pelados. O Maroni tinha as duas mãos na cabeça da minha mãe pra dar o movimento que ele queria. Minha mãe tinha as pernas o mais abertas que podia pra receber toda a língua do Moroche. Minha mãe saía do pau do Maroni pra lamber ou chupar os ovos dele. Depois voltava a enfiar o pau do Maroni até o fundo da boca dela. Quando subia a cabeça até a ponta do pau, minha mãe passava a língua e dava uns chupões bem fortes. Uns chupões e lambidas depois, o Maroni se deita na cama e minha mãe se posiciona em cima dele. O Moroche se aproxima devagar, como se esperasse eles se encaixarem pra poder entrar. Nisso, minha mãe senta em cima do Maroni e enfia o pau inteiro de uma vez só, mas suavemente. Enquanto sentava em cima do Maroni, dava pra ver ela fechar os olhos como se fosse o último pau da vida dela, como a última delícia da vida dela, algo sensacional. Assim que o pau todo tava dentro da barriga da minha mãe, ela sobe até deixar só a ponta dentro e senta de novo com todo o peso. Repete essa operação umas 2 ou 3 vezes antes de sentir as mãos do Maroni nos peitos dela, sendo acariciados e puxados pelos bicos com uma suavidade que fez minha mãe tremer. Nisso, minha mãe deixa os peitos dela cair sobre a boca de Maroni pra ser lambida, mordiscada e chupada com muita paixão, parecia que eram dois amantes que não se viam há muito tempo. Nisso, Moroche se aproxima deles por trás da minha mãe.
Ele agarra ela pela cintura pra parar aquele movimento e abrir um pouco as nádegas dela, pra poder preparar o pau dele. O movimento dos dois parou até que Moroche começou a enfiar o pau no cu da minha mãe. Ela soltou um OOOOHHHHHHHHHH que foi seguido pelo de Maroni e pelo de Moroche. Assim que Moroche enfiou o pau todo até o fundo, o trio ficou parado por um tempo que pareceu uma eternidade. Depois, aos poucos, Moroche começou a se mover suavemente, seguido por Maroni. Eles começaram a se mover em harmonia, e minha mãe (assim como eles) não parava de gemer baixinho no começo, depois mais selvagemente. Começaram a se mover mais rápido, e os gemidos se transformaram em gritos de euforia e luxúria. Todos estavam quase lá, quando vejo que Moroche começa a se sentar enquanto continuava metendo e tirando. A posição terminou com minha mãe subindo e descendo em cima de dois paus, as mãos dela estavam sobre os peitos dela, assim como as de Maroni. Nisso, Maroni tira o pau da barriga da minha mãe, e Moroche toma conta do corpo todo dela como uma fera, agarra as cadeiras dela e começa a acelerar o movimento, enquanto Maroni se levanta e posiciona o pau na frente da boca da minha mãe. Minha mãe engoliu o pau inteiro dele de uma só vez. Nisso, minha mãe fica numa posição que só Moroche e Maroni se moviam nos buracos respectivos deles. Vi como Moroche e Maroni gozaram porque deram uns últimos movimentos nas cadeiras antes de todos se jogarem na cama. Nem uma gota de esperma saiu de nenhum buraco. Minha mãe limpa eles e diz pra irem pra praia. Assim que eles saíram do quarto, Maury (minha tia) entra por outra porta e se deita do lado da minha mãe. Elas se beijam um pouco, e Maury começa a limpar ela com a língua, minha mãe aceita e elas ficam de 69. Eu depois fui embora e deixei elas em paz.
Vou contar pra vocês as coisas que consegui observar na minha casa e nas outras. Vamos começar com um fim de semana na praia com uns parentes. Minha mãe é a protagonista principal. É ela que eu espionei primeiro. Minha mãe não é muito alta (1,60 metro), mas tem um corpão bem dotado. Até hoje o corpo dela é uma delícia. Ela faz 42 anos esse ano, e eu faço 25.
A gente tava na praia com uns parentes, e aqui as praias são compridas e largas. Tem vários montes de areia. Era de dia e minha mãe tava tomando banho como todo mundo. A gente tava reunido em família, e além da minha, tinha outras três: a do meu tio Juancho, a do meu tio Maruchi e a da minha tia Maury. A gente tava na casa do Maruchi, que dá direto na areia da praia (éramos umas 25 pessoas no total). Como eu disse, todo mundo tava tomando banho ou se bronzeando. Quem tava se bronzeando, tava deitado na areia quente sem sutiã. Quem tava nadando, tava curtindo a água, a vista ou só brincando com os outros. Minha mãe tava nadando e brincando com todo mundo, o jogo era tipo um futebol aquático. Aí eu via como meu tio Juancho (que tava jogando com a gente) passava a mão na minha mãe sem se importar se a gente via ou não. O pretexto era a bola. O dia inteiro minha mãe foi apalpada pelos meus tios e ela não reclamava (meu pai também não falava nada). De noite, depois de comer e ter discutido em família, mandaram a gente dormir. Todo mundo tava cansado, mas a curiosidade de saber o que eles tavam fazendo lá embaixo me mantinha acordado. Fui ver o que os "adultos" tavam fazendo. Eles tavam se preparando. pra um banho de meia-noite. Vi eles saírem de casa e irem pra praia. Se pelaram antes de chegar no mar e entraram na água. Eu não via muito bem o que faziam, mas estavam bem coladinhos e ninguém tava com o próprio parceiro. Depois de um tempo, saíram da água e, em vez de pegarem as roupas, foram pras dunas. Eu, nem bobo nem lerdo, comecei a seguir eles. Atravessaram as primeiras dunas e ali começaram a se beijar. O bom das dunas é que dá pra chegar bem perto sem ser visto. Se beijaram rapidinho e minha mãe com a Nadia (a esposa do Juancho) se meteram num 69 entre elas, enquanto a Sally (a esposa do Maruchi) cuidava das rolas dos caras. A única luz que iluminava a gente era o luar. Dava pra ouvir os gemidos dos caras enquanto a Sally chupava eles e as lambidas da minha mãe na Nadia.
Rapidão, o Juancho se posiciona atrás da minha mãe e o Maruchi abre as pernas da Nadia. Ao mesmo tempo, os dois enfiam nas respectivas presas de uma só vez. Ouvi um MMMMMMMMM bem longo, mostrando o tesão que tava rolando. Segundos depois, vi a Sally sentando no pau do meu pai. Em minutos, o 69 se desfez e cada casal ficou com um homem.
Minha mãe recebia como uma putinha, a Sally de amazona cavalgando um cavalo quente, enquanto a Nadia não parava de gemer. Foram a Nadia e o Maruchi que gozaram primeiro (depois de um tempinho), e logo os outros seguiram. Dava pra ver que a Nadia não aguentava mais. Nisso, ouço o Juancho falar "vem, ela é só mais uma transa". Nessa hora, a Sally e minha mãe dizem "mas a gente não". Os três homens se olharam e meu pai fala "vocês podem dar conta de três", elas responderam numa voz só "claro que sim", enquanto se ajoelhavam pra cuidar dos paus dos caras. Eu via minha mãe se beijando com a Sally e chupando com gosto. Enquanto as mulheres chupavam, o Juancho se posiciona atrás da minha mãe, levanta a bunda dela e mete. começa a meter, de boa, nisso os dois ficam sozinhos enquanto a Sally senta na Maruchi enquanto elas se pegavam. A Maruchi lambia os peitos da Sally enquanto metia nela.
Minha mãe, enquanto tava sendo comida, chupava meu pai. Nisso, meu pai sai da boca quente da minha mãe e vai pra cima da Sally. O Juancho sai de trás da minha mãe pra começar a lamber a bunda dela. Eu via como minha mãe levantava ainda mais a raba pro céu escuro da noite. Meu pai se posiciona na frente, atrás da Sally, e começa a meter um dedo nela e falava "tá quentíssima" e tira o dedo pra trocar pela vara de carne. A Sally parou de se mexer um instante e esperou toda a carne do meu pai entrar pra começar a rebolar. Nisso, o Juancho posiciona o pau dele na frente do cu da minha mãe e começa a meter, devagar, mas de uma só vez. O único som que se ouvia eram os gemidos entre eles. O que eu conseguia ver era a cara da minha mãe e dava pra perceber o prazer que ela tava sentindo.
A Sally gozou primeiro e ficou exausta por um momento enquanto os homens foram ver como minha mãe e o Juancho estavam. O Juancho tinha gozado dentro da minha mãe, mas ela já tinha terminado, então a Maruchi e depois meu pai começaram a meter no cu dela. Eu via ela com a bunda pro ar e recebendo bastante pica, tava no sétimo céu, se deliciando com a luxúria, era o melhor pra ela.
Depois de terem brincado entre si, decidiram descansar um pouco antes de ir pra casa. Eu fui embora e, nessa luta sexual, gozei três vezes sem nem me tocar. Foi algo impressionante. Mesmo não tendo visto muita coisa (já que era de noite), os gemidos e os barulhos me deixaram a mil.
No dia seguinte, todo mundo tomou café da manhã na mesma hora e fomos direto pra praia nadar. Eles não tinham percebido que eu tinha ficado em casa pra ir ao banheiro. Nisso, eu saio e vejo minha mãe, o Moroche (o marido da minha tia Maury) e o filho mais velho dele (o Maroni) subindo. as escadas em direção aos quartos. Via que meu tio já estava passando a mão na bunda da minha mãe e que o filho dele tocava os peitos dela. Minha mãe não parava de reboltar pra acompanhar o movimento do Moroche. O Maroni começa a chupar o peito dela antes de chegar no quarto. Minha mãe tinha uma mão na cabeça do Maroni pra acariciar enquanto ele chupava o peito dela. A outra mão dela estava segurando o pau do Moroche, que já tava bem duro.
Entraram no quarto e no tempo que levei pra chegar no lugar certo pra ver o que estavam fazendo, o Maroni tava sentado na cama enquanto minha mãe, de joelhos, tava mamando no pau dele. O Moroche já tava lambendo a buceta da minha mãe. Todos já estavam pelados. O Maroni tinha as duas mãos na cabeça da minha mãe pra dar o movimento que ele queria. Minha mãe tinha as pernas o mais abertas que podia pra receber toda a língua do Moroche. Minha mãe saía do pau do Maroni pra lamber ou chupar os ovos dele. Depois voltava a enfiar o pau do Maroni até o fundo da boca dela. Quando subia a cabeça até a ponta do pau, minha mãe passava a língua e dava uns chupões bem fortes. Uns chupões e lambidas depois, o Maroni se deita na cama e minha mãe se posiciona em cima dele. O Moroche se aproxima devagar, como se esperasse eles se encaixarem pra poder entrar. Nisso, minha mãe senta em cima do Maroni e enfia o pau inteiro de uma vez só, mas suavemente. Enquanto sentava em cima do Maroni, dava pra ver ela fechar os olhos como se fosse o último pau da vida dela, como a última delícia da vida dela, algo sensacional. Assim que o pau todo tava dentro da barriga da minha mãe, ela sobe até deixar só a ponta dentro e senta de novo com todo o peso. Repete essa operação umas 2 ou 3 vezes antes de sentir as mãos do Maroni nos peitos dela, sendo acariciados e puxados pelos bicos com uma suavidade que fez minha mãe tremer. Nisso, minha mãe deixa os peitos dela cair sobre a boca de Maroni pra ser lambida, mordiscada e chupada com muita paixão, parecia que eram dois amantes que não se viam há muito tempo. Nisso, Moroche se aproxima deles por trás da minha mãe.
Ele agarra ela pela cintura pra parar aquele movimento e abrir um pouco as nádegas dela, pra poder preparar o pau dele. O movimento dos dois parou até que Moroche começou a enfiar o pau no cu da minha mãe. Ela soltou um OOOOHHHHHHHHHH que foi seguido pelo de Maroni e pelo de Moroche. Assim que Moroche enfiou o pau todo até o fundo, o trio ficou parado por um tempo que pareceu uma eternidade. Depois, aos poucos, Moroche começou a se mover suavemente, seguido por Maroni. Eles começaram a se mover em harmonia, e minha mãe (assim como eles) não parava de gemer baixinho no começo, depois mais selvagemente. Começaram a se mover mais rápido, e os gemidos se transformaram em gritos de euforia e luxúria. Todos estavam quase lá, quando vejo que Moroche começa a se sentar enquanto continuava metendo e tirando. A posição terminou com minha mãe subindo e descendo em cima de dois paus, as mãos dela estavam sobre os peitos dela, assim como as de Maroni. Nisso, Maroni tira o pau da barriga da minha mãe, e Moroche toma conta do corpo todo dela como uma fera, agarra as cadeiras dela e começa a acelerar o movimento, enquanto Maroni se levanta e posiciona o pau na frente da boca da minha mãe. Minha mãe engoliu o pau inteiro dele de uma só vez. Nisso, minha mãe fica numa posição que só Moroche e Maroni se moviam nos buracos respectivos deles. Vi como Moroche e Maroni gozaram porque deram uns últimos movimentos nas cadeiras antes de todos se jogarem na cama. Nem uma gota de esperma saiu de nenhum buraco. Minha mãe limpa eles e diz pra irem pra praia. Assim que eles saíram do quarto, Maury (minha tia) entra por outra porta e se deita do lado da minha mãe. Elas se beijam um pouco, e Maury começa a limpar ela com a língua, minha mãe aceita e elas ficam de 69. Eu depois fui embora e deixei elas em paz.
7 comentários - O espião
puede ser que haya una segunda parte
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