-Preciso te contar uma coisa... te traí.
Assim, sem rodeios nem filtros, genuinamente ela, minha namorada de anos me avisava que tinha me traído. Tava difícil digerir a notícia, a gente tinha um relacionamento bem aberto, dávamos liberdades de vez em quando, já tínhamos feito ménage, já tínhamos ido em casas de swing, ela já tinha me visto comer outras e eu já tinha visto ela dar pra outros... pra gente, infidelidade era equivalente a mentira, a traição, por isso a notícia caiu como um balde de água fria, mas como também não queria ficar puto, pedi pra ela não falar mais nada, que a gente saísse pra comer algo e aí ela me contasse. Queria mudar de ambiente, respirar e dar uma pausa.
Não sei se foi a melhor decisão, no carro a gente ia calado e sério, e na minha cabeça voavam milhares de imagens. Já tinha visto ela chupar paus, já tinha visto como ela era comida, mas sempre eu também participava. Agora todas aquelas imagens voltavam na minha mente, mas com o agravante de saber que tinham sido pelas minhas costas, e eu pensava com quem teria sido, porque não era a mesma coisa o cara ser um mochileiro anônimo de passagem com quem ela se esquentou e transou, do que ser meu primo ou meu chefe.
Chegamos num restaurante que a gente sempre ia quando precisava falar de algo importante. Pedimos a comida, jantamos, os dois em silêncio. Quando terminamos e enquanto traziam as sobremesas, decidi falar, olhei pra ela e disse:
- Beleza, me conta tudo.
- Em linhas gerais ou em detalhes?
A filha da puta conhecia meu tesão.
- Em detalhes.
Pedi, enquanto me xingava de masoquista.
Ela disse assim:
- Bom, é que ontem à noite a Vanina me ligou, lembra dela? Uma amiga que foi colega de escola, que a gente foi no aniversário dela no ano retrasado.
(Eu pensava: e como esquecer dessa tal Vanina, se ela tem um dos melhores pares de peitos que já vi na vida!)
- E aí, ela disse que tava mal porque tinha problemas com o Gonzalo, o ex-marido dela, que se separaram faz menos de... Um mês depois, o cara saiu de casa, largou ela pela secretária. Então a gente se encontrou num café, e, bom, a gente se perdeu conversando por horas, e depois fomos jantar e continuamos batendo papo. E aí, como eu vi que ela tava muito mal, falei que se ela quisesse, eu acompanhava ela até o apartamento dela... Chegamos lá e ela me pediu pra subir, que queria me mostrar uma roupa que tinha comprado. Subi, ela me mostrou uma lingerie muito linda, e nisso, a gente tava lá as duas, tocou o interfone e era o Gonzalo. A Vanina mandou ele subir, eles discutiram, e num momento ela ficou tão mal que saiu correndo do apê e a gente ficou sozinha com ele...
Na minha mente veio na hora a imagem do Gonzalo, um grandão jogador de rugby insuportável, com ares de metido. Foi realmente mais humilhante pra mim saber que minha namorada tinha dado pra um dos caras mais detestáveis que eu conheci nos últimos tempos... Engoli seco.
— Continua.
— E, bom, o Gonzalo tava furioso, me disse que a Vanina não entendia que ele tinha necessidades como homem e que as garotas se oferecem pra ele pela lábia e pela grana, e que isso tinha acontecido com a secretária, mas que agora ele percebia que aquilo não tinha sido importante e que ele amava ela... Eu senti um ódio dentro de mim, não dava mais pra continuar ouvindo aquele cuzão se gabando, mas também não queria deixar a casa sozinha. Então pedi pra ele, por favor, se retirar, dar um tempo, que eu ia falar com ela. O Gonzalo me agradeceu, tentou me abraçar, mas eu sutilmente me esquivei. E quando ele foi embora, liguei pra Vanina, que tava na sorveteria da esquina. A gordinha, de tanta angústia, tinha ido tomar um sorvete banhado em chocolate, sendo que fazia dois meses que ela tava de dieta rigorosa. Aí a Vanina subiu, e, nada, a coisa foi muito rápida. Ela começou a chorar, eu abracei ela, falei que aquele babaca não valia a pena. Como ela tem peitão, a gente mal conseguia se abraçar, então fiz uma piada sobre isso. Ela riu, me contou que queria operar pra tirar um pouco de peito porque tava doendo as costas dela. Eu falei que se eu fosse o marido dela, faria massagens o dia todo nas costas só pra poder comer essas tetas, e nada, meu amor, foi tudo muito rápido, começamos a nos beijar, num instante ela já tava com o vestido pra baixo e eu chupando as tetas dela, ela me disse que nunca tinha ficado com outra mina mas que a fantasia deixava ela louca, isso me esquentou mais ainda, e nada, fomos pro quarto, e quando menos percebi a gente já tava se chupando a pussy num 69, depois ensinei a tesourinha pra ela e enfiei os dedos, também dedilhei o cu dela porque ela me contou que o marido nunca queria fazer isso, eu não acreditei com a bunda que ela tem, pensei esse cara deve ser viado, então chupei o cu dela e enfiei os dedos, depois ela trouxe o vibrador, que me contou que escondia antes porque o marido acha errado, ele é muito moralista e machista, e nada, primeiro eu comi ela e depois fiz ela me comer... e é isso, sei lá, a gente tava quente, além disso solidariedade feminina, me senti mal de ver ela tão triste, e além do mais a Vanina é uma gostosa, e você sabe que minha fraqueza nas minas são as tetas...
Quando terminou eu tava voando, tinha imaginado tudo de todos os ângulos em Full HD e 3D, tava pouco me fodendo que ela fez isso pelas minhas costas, além disso imaginei as possibilidades super interessantes que se abriam de fazer ménage com a Vanina, já que minha mina é expert em convidar e me emprestar como se eu fosse o brinquedo sexual compartilhável dela e eu obviamente feliz, então pedimos a conta e quando subimos no carro fui direto pro hotel.
Assim, sem rodeios nem filtros, genuinamente ela, minha namorada de anos me avisava que tinha me traído. Tava difícil digerir a notícia, a gente tinha um relacionamento bem aberto, dávamos liberdades de vez em quando, já tínhamos feito ménage, já tínhamos ido em casas de swing, ela já tinha me visto comer outras e eu já tinha visto ela dar pra outros... pra gente, infidelidade era equivalente a mentira, a traição, por isso a notícia caiu como um balde de água fria, mas como também não queria ficar puto, pedi pra ela não falar mais nada, que a gente saísse pra comer algo e aí ela me contasse. Queria mudar de ambiente, respirar e dar uma pausa.
Não sei se foi a melhor decisão, no carro a gente ia calado e sério, e na minha cabeça voavam milhares de imagens. Já tinha visto ela chupar paus, já tinha visto como ela era comida, mas sempre eu também participava. Agora todas aquelas imagens voltavam na minha mente, mas com o agravante de saber que tinham sido pelas minhas costas, e eu pensava com quem teria sido, porque não era a mesma coisa o cara ser um mochileiro anônimo de passagem com quem ela se esquentou e transou, do que ser meu primo ou meu chefe.
Chegamos num restaurante que a gente sempre ia quando precisava falar de algo importante. Pedimos a comida, jantamos, os dois em silêncio. Quando terminamos e enquanto traziam as sobremesas, decidi falar, olhei pra ela e disse:
- Beleza, me conta tudo.
- Em linhas gerais ou em detalhes?
A filha da puta conhecia meu tesão.
- Em detalhes.
Pedi, enquanto me xingava de masoquista.
Ela disse assim:
- Bom, é que ontem à noite a Vanina me ligou, lembra dela? Uma amiga que foi colega de escola, que a gente foi no aniversário dela no ano retrasado.
(Eu pensava: e como esquecer dessa tal Vanina, se ela tem um dos melhores pares de peitos que já vi na vida!)
- E aí, ela disse que tava mal porque tinha problemas com o Gonzalo, o ex-marido dela, que se separaram faz menos de... Um mês depois, o cara saiu de casa, largou ela pela secretária. Então a gente se encontrou num café, e, bom, a gente se perdeu conversando por horas, e depois fomos jantar e continuamos batendo papo. E aí, como eu vi que ela tava muito mal, falei que se ela quisesse, eu acompanhava ela até o apartamento dela... Chegamos lá e ela me pediu pra subir, que queria me mostrar uma roupa que tinha comprado. Subi, ela me mostrou uma lingerie muito linda, e nisso, a gente tava lá as duas, tocou o interfone e era o Gonzalo. A Vanina mandou ele subir, eles discutiram, e num momento ela ficou tão mal que saiu correndo do apê e a gente ficou sozinha com ele...
Na minha mente veio na hora a imagem do Gonzalo, um grandão jogador de rugby insuportável, com ares de metido. Foi realmente mais humilhante pra mim saber que minha namorada tinha dado pra um dos caras mais detestáveis que eu conheci nos últimos tempos... Engoli seco.
— Continua.
— E, bom, o Gonzalo tava furioso, me disse que a Vanina não entendia que ele tinha necessidades como homem e que as garotas se oferecem pra ele pela lábia e pela grana, e que isso tinha acontecido com a secretária, mas que agora ele percebia que aquilo não tinha sido importante e que ele amava ela... Eu senti um ódio dentro de mim, não dava mais pra continuar ouvindo aquele cuzão se gabando, mas também não queria deixar a casa sozinha. Então pedi pra ele, por favor, se retirar, dar um tempo, que eu ia falar com ela. O Gonzalo me agradeceu, tentou me abraçar, mas eu sutilmente me esquivei. E quando ele foi embora, liguei pra Vanina, que tava na sorveteria da esquina. A gordinha, de tanta angústia, tinha ido tomar um sorvete banhado em chocolate, sendo que fazia dois meses que ela tava de dieta rigorosa. Aí a Vanina subiu, e, nada, a coisa foi muito rápida. Ela começou a chorar, eu abracei ela, falei que aquele babaca não valia a pena. Como ela tem peitão, a gente mal conseguia se abraçar, então fiz uma piada sobre isso. Ela riu, me contou que queria operar pra tirar um pouco de peito porque tava doendo as costas dela. Eu falei que se eu fosse o marido dela, faria massagens o dia todo nas costas só pra poder comer essas tetas, e nada, meu amor, foi tudo muito rápido, começamos a nos beijar, num instante ela já tava com o vestido pra baixo e eu chupando as tetas dela, ela me disse que nunca tinha ficado com outra mina mas que a fantasia deixava ela louca, isso me esquentou mais ainda, e nada, fomos pro quarto, e quando menos percebi a gente já tava se chupando a pussy num 69, depois ensinei a tesourinha pra ela e enfiei os dedos, também dedilhei o cu dela porque ela me contou que o marido nunca queria fazer isso, eu não acreditei com a bunda que ela tem, pensei esse cara deve ser viado, então chupei o cu dela e enfiei os dedos, depois ela trouxe o vibrador, que me contou que escondia antes porque o marido acha errado, ele é muito moralista e machista, e nada, primeiro eu comi ela e depois fiz ela me comer... e é isso, sei lá, a gente tava quente, além disso solidariedade feminina, me senti mal de ver ela tão triste, e além do mais a Vanina é uma gostosa, e você sabe que minha fraqueza nas minas são as tetas...
Quando terminou eu tava voando, tinha imaginado tudo de todos os ângulos em Full HD e 3D, tava pouco me fodendo que ela fez isso pelas minhas costas, além disso imaginei as possibilidades super interessantes que se abriam de fazer ménage com a Vanina, já que minha mina é expert em convidar e me emprestar como se eu fosse o brinquedo sexual compartilhável dela e eu obviamente feliz, então pedimos a conta e quando subimos no carro fui direto pro hotel.
21 comentários - Infidelidad de mi mujer
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de esta forma te digo GRACIAS.