Uma família peculiar 2

CAPÍTULO II

Terminava meu capítulo anterior dizendo que naquela noite foi impossível pegar no sono e, por isso, minha cabeça não parou de remoer o que aconteceu. Nunca cheguei a pensar, nem imaginar sequer, que minha primeira experiência sexual fosse com minha própria mãe; mas, já que foi assim, não me pareceu tão absurdo que minha irmã mais velha, Viki, fosse a próxima. Provado o elixir do amor, meus desejos de continuar degustando já tinham disparado e não reconheciam fronteiras.

Acreditando não estar errado e agindo de acordo com o que me foi incutido, desejar minha irmã mais velha me parecia algo perfeitamente lógico e elementar. Viki já era quase toda uma mulher, era muito gostosa e quando passava nua ao meu lado ou entrava no chuveiro enquanto eu estava ocupado com outras coisas no próprio banheiro, a verdade é que, por mais que fosse minha irmã, meu pau ficava duro e eu tinha que recorrer ao conhecido recurso manual para aplacar a libido desenfreada.

Antes de provar minha mãe, e sem antecedentes desse calibre, eu não tinha muita certeza se foder uma irmã ia ou não contra as leis naturais. Pra ser sincero, nem sequer tinha chegado a me questionar formalmente sobre isso, embora de vez em quando tivesse pensado no assunto.

Minhas primeiras tentativas com Viki não deram os resultados desejados. Tocar na bunda ou nos peitos dela não era nada extraordinário e eu já tinha feito muitas vezes, embora não com a mesma intenção que comecei a fazer agora. Antes não passava de brincadeiras inocentes e agora a coisa tomava um rumo muito mais sério. Ela só precisava reparar como meu pau ficava duro pra perceber a nova mudança de atitude em mim. No começo ela se fazia de sonsa, mas, diante da minha insistência, acabou finalmente me esclarecendo que o namorado dela dava o que ela precisava e não queria mais nada de ninguém.

Com a consequente frustração, decidi partir pra cima da minha padre.
—Tenho um problema, pai.
—Do que se trata?
—Desde que fiz com a mamãe o que fiz, tenho uma vontade enorme de repetir com a Viki. Mas ela não deixa.
—Ela está no direito dela, não acha?
—Diz que com o namorado dela já basta, mas me parece que é só desculpa. Nunca vi ela sair com ninguém como namorados.
—Talvez seja como você diz, ou talvez não. De qualquer forma, não é certo tentar forçar ninguém a fazer o que não quer. Se ela não aceita satisfazer seus desejos, o único jeito que te resta é abrir mão das suas pretensões ou tentar convencê-la por meios pacíficos.
—Pensei que se você falasse com ela sobre o assunto...
—Não seria certo eu me meter. A Viki poderia pensar que, de alguma forma, estou tentando influenciar a seu favor, e isso não seria bom para nenhum de nós dois. Se uma mulher não se entrega a um homem por vontade própria, o resultado sempre será desagradável.
—Mamãe se entregou a mim por vontade própria?
—Claro.
—Você não teve nada a ver com isso?
—Ela só me consultou, e eu respondi que achava tudo bem. A decisão foi dela.
—Você acha que ela faria de novo se eu pedisse?
—Isso você precisa perguntar a ela.
—Você não se importaria?
—Os desejos dela serão sempre os meus desejos.

A verdade é que, dessa vez, meu pai não me ajudou muito. Suponho que ele tinha seus motivos para adotar aquela atitude. Eu estava convencido de que ele nunca errava, embora muitas vezes eu não conseguisse entender. Nesse caso, o que ficou bem claro é que aquela guerra eu teria que enfrentar sozinho, e o que dias antes me parecia mamão com açúcar se transformou num osso duro de roer, porque não via jeito de a Viki mudar de ideia, e isso só fazia meu tesão aumentar. Minha irmã mais velha virou minha obsessão, e a maior parte do dia eu passava de pau duro, suprindo com a imaginação o que a realidade me negava. negava.

Claro que minha mãe poderia ter me aliviado muito, mas como eu não via nela nenhum sinal de que tivesse o menor interesse em repetir a experiência, eu ficava com vergonha de propor. Mais de uma vez estive a ponto de fazer isso, mas no final sempre recuava.

Tão obcecado estava com a Viki que em nenhum momento me ocorreu pensar que tinha outras três irmãs com quem podia tentar algo. E não sei bem se é algo que acontece com frequência, mas já me aconteceu várias vezes que o que realmente quero se mostra esquivo e, no entanto, me é oferecido de bandeja aquilo por que não sinto maior interesse. Isso foi, mais ou menos, o que me aconteceu naquele dia.

Já tinha passado quase um mês desde meu famigerado aniversário e o verão começava a apertar. Era aquela hora chata e entediante da sesta e, como de costume, para respeitar a soneca do meu pai na sala, que sempre dormia depois do almoço ao som monótono da TV, todos os outros tínhamos ido para nossos quartos para passar da melhor forma possível aqueles momentos tediosos.

Um dos meus recursos favoritos era me deitar pelado na cama, colocar os fones do meu MP3 e ouvir as últimas músicas baixadas da Internet. Tava nessa quando minha irmã Dori apareceu. Tinha acabado de tomar banho e vinha equipada com duas toalhas: uma enrolando o corpo e a outra formando uma espécie de turbante na cabeça.

Ela sentou na beirada da cama e, como quem não quer nada, começou a acariciar minha coxa que tava mais perto dela e acabou brincando com meu pau, que naqueles instantes, contaminado pela preguiça da hora, tava longe de mostrar sua melhor forma e mais parecia um vermezinho.

Dori (20 anos) era a mais gostosa das minhas irmãs e, embora tudo indicasse que Ficava se transformando numa morena de respeito, daquelas que marcam época, até então era a que mais demorava a se desenvolver. Os peitinhos dela já começavam a despontar, mas ainda não passavam de umas inchaçõezinhas, onde, isso sim, se destacavam uns bicos que quase ocupavam o mesmo espaço que as próprias tetas. Até a Barbi e a Cati já estavam na frente nesse quesito. Com a Viki, claro, nem se comparava.

Meio esquisitinha nas reações dela, no geral, pelo menos comigo, era a mais carinhosa de todas e, principalmente, a mais desapegada. Meus sentimentos por ela eram muito especiais e, talvez por isso e pelo progresso lento dela como mulher, ela teria sido a primeira que eu salvaria de um incêndio e a última em que pensaria pra dar vazão aos meus instintos.

— A Viki me falou que você vive enchendo o saco dela.

Ela teve que repetir a frase porque na primeira vez, com os fones enfiados nos ouvidos, não escutei nada do que disse.

— Também acho que não é pra tanto — tentei minimizar o assunto. E, fingindo uma indiferença que tava longe de sentir, completei—: Não é uma coisa que me tira o sono.

— Eu sei que ela é mais gostosa que eu — murmurou enquanto aumentava as carícias no meu pau, que aos poucos começava a reagir— e é natural que você prefira ela... A única coisa que quero te dizer é que, se precisar de mim, pode contar comigo pro que der e vier.

— É verdade que a Viki tem namorado?

— Namorado? Ela é que tá atrás de um tal de Luís que não dá a menor bola pra ela.

— Então por que ela me disse que tem namorado?

— Ela te disse isso? — meu pau já tinha tomado um aspecto mais apresentável e a Dori envolveu ele com a mão, começando uma punheta meio devagar, mas completa—. Deve ser pra se aparecer. Você sabe como ela é metida.

Me pareceu uma baita ingratidão continuar falando da Viki enquanto ela me dava umas carícias tão íntimas e gostosas. —Você vale muito mais que a Viki —larguei meu elogio, começando também a acariciar as coxas dela—. Com certeza tem mais pretendentes que ela.

—Não tira sarro de mim —ela franziu a testa.

—É a verdade —insisti na minha mentira, deslizando a mão até alcançar com a ponta dos dedos as primeiras dobras da parte mais quente dela.

Por acaso ou de propósito, a toalha que cobria o corpo dela começou a descer, aumentando a nudez a cada movimento que ela fazia.

—Aposto que você ainda é virgem, né?

—Apostou errado. Nessa casa já não tem mais nenhuma virgem.

—A Barbi e a Cati também não?

—Nem elas.

—Porra! —não consegui evitar exclamar—. E eu achando que tinha sido o primeiro!

—Pois é, viu: você foi o último.

—E, no seu caso, quem foi o sortudo?

—Diz-se o pecado, mas não o pecador.

A mão da Dori se movia cada vez mais rápido e a toalha logo parou de cumprir sua função, virando um amontoado sobre as coxas dela, e eu terminei de puxar ela pro chão.

A buceta e a pélvis dela eram quase tão lisas quanto as de uma recém-nascida, e isso não era porque ela depilava, mas porque os pelos ainda não tinham crescido direito, formando só uma penugem, macia ao toque mas quase imperceptível a olho nu.

—O que você mais gosta que façam em você? —perguntei, enquanto meus dedos já começavam uma viagem decidida pelas entranhas da vagina dela, ainda seca demais pra tentar coisa maior.

—Não sei. O que você tá fazendo em mim já é muito gostoso.

—Também eu tô adorando o que você tá fazendo em mim. Tanto que, se continuar nesse ritmo, não me responsabilizo.

Com certeza, meu pau já tava mais do que pronto pro que desse e viesse. E, não sei se pra me surpreender, me impressionar ou mostrar suas habilidades, ela se inclinou sobre mim e o massagem passou de manual pra oral, me fazendo reviver por completo os momentos inesquecíveis com a minha mãe.

—Você faz melhor que a mamãe —nesse caso, não era Um elogio. Ou eu estava muito mais relaxado, ou a Dori realmente superava minha mãe na arte de chupar pica. De qualquer forma, minhas sensações eram muito mais gostosas.

E foi então, entre uma lambida e outra, que a Dori deixou escapar o que parecia não ter intenção de revelar.

— O papai adora isso.

Ela ficou parada por alguns segundos, imediatamente arrependida do que tinha acabado de dizer.

— Então o papai foi o primeiro.

Ela retomou o boquete com a firme intenção de deixar minha dúvida no ar; mas eu estava interessado demais naquilo e queria esclarecer o mais rápido possível. Peguei a cabeça dela com as duas mãos e a forcei a olhar nos meus olhos.

— O papai foi o primeiro? — insisti.

Tive que repetir a mesma pergunta umas duas vezes. Impedida de usar a boca, ela colocou a mão diabólica dela pra funcionar de novo, e eu tive que imobilizar ela também pra não apressar os acontecimentos.

— Sim — respondeu finalmente —. Todas nós ganhamos o mesmo presente que você quando fizemos 18 anos.

— A Barbi e a Cati também?

— A Barbi e a Cati ganharam em dobro; primeiro separadas e depois juntas.

— E como é que eu só fiquei sabendo agora?

— Ele sempre fez assim. Os mais novos nunca souberam quando ele fez com os mais velhos. O papai acha que até os 19 anos a gente não precisa saber muito dessas coisas. Por isso, quando chegou sua vez, já não era segredo pra ninguém.

Pensando nas possibilidades que isso poderia me abrir em relação à minha mãe, a próxima pergunta saiu na hora dos meus lábios:

— Ele só fez uma vez com cada uma de vocês?

— Claro que não. Quando a mamãe está menstruada, ele costuma chamar uma de nós pra substituir ela.

— Mesmo que vocês não estejam a fim?

— Poxa, que pergunta hein. Você sabe muito bem que o papai nunca nos obrigaria a fazer isso se a gente não quisesse. Se ele se encarregou de tirar a virgindade de todas nós, foi Pelo nosso bem. A primeira vez costuma ser dolorosa, e ele conseguiu que essa dor fosse mínima e que todas nós acabássemos sentindo prazer.

Dori tinha terminado se livrando também do turbante e se sentou montada em mim, esfregando compassadamente a buceta dela na minha, embora ainda sem penetração. Pela expressão no rosto dela, aquele atrito era tão satisfatório pra ela quanto pra mim.

— Te aviso que não tenho camisinhas — falei quando percebi que a coisa tava esquentando.

— E eu te informo — respondeu ela com um sorriso — que na sua mesinha tem uma caixa lacrada. Eu mesma cuidei de colocar lá esta manhã.

Respirei aliviado ao ver que era verdade e me apressei em colocar o preservativo antes que fosse tarde demais.

Já devidamente protegido, sem mudar de posição e mostrando uma experiência que me deixou confuso, Dori foi aos poucos alojando na boceta dela o bom cacete em que meu pau tinha se transformado. Ela levou seu tempo pra absorver tudo, sem me deixar tomar iniciativa nenhuma. Pelo menos na teoria, ela era a experiente e eu o novato inexperiente, então minha obrigação era ver, sentir e aprender.

Colocando as mãos no meu peito, e eu apertando com as minhas as pequenas tetas dela, a partir daí ela iniciou uma espécie de dança do ventre, desenhando com os quadris uns oitos imaginários que logo me jogaram num estado de amnésia total, pois esqueci da Viki, das maravilhosas tetas dela e de todos os maus bocados passados por causa da intransigência dela, amaldiçoando ter demorado tanto pra encontrar o que estava tão ao meu alcance.

— Tá gostando?

Pergunta besta a dela, porque acho que meus gemidos contínuos de prazer não deixavam dúvidas. Não sei bem se era efeito da camisinha ou resultado de uma técnica estudada, mas o fato é que eu me mantinha num nível de excitação que eu ousaria chamar de estacionário, naquele ponto exato onde o gozo Raspa o auge, mas sem alcançá-lo por completo. Eu tinha a impressão de que aquela que eu considerava tão inexperiente quanto eu sabia dominar a situação como ninguém e controlar meus impulsos com precisão matemática. As lições que recebeu do meu pai deviam ter sido bem numerosas e, acima de tudo, produtivas, a julgar pelos resultados que estava operando em mim.

Às vezes, me dava a sensação de que a buceta dela se apertava, aumentando a pressão sobre o sortudo hóspede que ali abrigava, e até parecia que exercia um certo efeito de sucção. Quando isso acontecia, os olhos dela brilhavam de um jeito especial e ela mordia com força o lábio inferior.

Se quisesse, acho que a Dori poderia ter prolongado aquela situação por todo o tempo do mundo. Totalmente rendido à evidência, eu só ficava olhando pra ela sem perder um detalhe. Apesar de a cabeleira ainda molhada grudar no rosto dela, dando um ar selvagem, ela me pareceu mais gostosa do que nunca, e eu ardia de vontade de que fossem meus dentes mordendo aquele lábio inferior; mas estava claro que, naquela primeira vez, a Dori tinha decidido assumir o controle total da cena, e qualquer tentativa minha de ser mais participativo era rapidamente neutralizada.

Não saberia dizer quanto tempo durou. Acho que o estopim foi ouvir o bocejo alto do meu pai, sinal claro de que já tinha acordado. Quase junto com ele, a respiração da Dori foi ficando mais ofegante, os movimentos dela mais apressados e, quando me dei conta, estávamos os dois bem enlaçados e atropelados por uma avalanche de arrepios que nos deixou sem fala, enquanto meu caldo vital se acumulava na ponta da camisinha.

Foi algo realmente incrível, nada parecido com o que vivi com a minha mãe. Não saberia dizer se melhor ou pior, mas com certeza completamente diferente. Do que não tive a menor dúvida é que, na Dori, minha irmã preferida, aliás, eu tinha encontrado uma puta mestra que me Faria gozar muito e bem.

Quando, com suas duas toalhas penduradas no braço, saiu do meu quarto rebolando o corpo como uma verdadeira rainha da luxúria, a pergunta veio na hora na minha cabeça: será que Viki, Barbi ou Cati seriam capazes de superar um sarrafo tão alto?........
PRÓXIMO RELATOhttp://www.poringa.net/posts/relatos/2600636/Una-peculiar-familia-3.html












pra mim, uma modelo que parece com a Dori


Uma família peculiar 2


relato

erotico

4 comentários - Uma família peculiar 2

JonhCas +1
【✔】 Excelente Aporte Amigo!
►Gracias por compartir!
►Saludos 🤘 😀 🤘


veteranas
que buena historia te confieso que yo tambien le tengo ganaas a mi hermana pero ella es menor q yo
fer898 +1
muy buena, lo que si veo medio raro es la letra una etra sin negrita para mi gusto me hace sentir que es un texto mas limpio y me dan mas ganas de ller todo seguido 🙂 buen aporte