Deseo de hijo, deseo de madre: El diario (Parte 5)

Eva volta a ler o jornal e descobre algo que terminará por quebrantar sua sanidade, agora deseia seu filho com todas as suas forças....

Durante o café da manhã, ela o olhava. Era tão bonito. Será que escreveu no seu jornal? Precisava saber. Ardia em desejos de saber. O acompanhou à porta para despedir-lo.

-Hasta luego, mamá.
-Hasta luego, tesouro.
-Ela beijou quase tocou os lábios. As suas olhares se encontraram. Eva aguentou vários segundos.

-Llegarás tarde.
-Sim. Adeus.
-Ela ficou no batente da porta esperando que ele pegasse o elevador e saísse. Depois, entrou em casa e fechou a porta. Foi direto para o quarto de Pedro. Pegou o jornal e se deitou na cama.

-Abriu. Comprovou com satisfação que havia algo novo. Sentiu um arrepio.

Continuam as olhares. Agora estou quase seguro de que não são imaginções minhas. Ela me mira, mais do que antes.

Por que será? Acaso se deu conta de como a miro eu? Sospeitará que a desejo com todo o meu ser?
Espero que não seja assim. Não suportaria que pensasse mal de mim.

Pela tarde saí um pouco. E quando voltei para casa, fiz uma loucura. Ainda não posso crer o que fiz. Creio que estou me tornando louco. Se ela descobrir, não sei o que teria acontecido.

Eva estava muito intrigada. O que havia feito Pedro?

Quando entrei em casa, havia silêncio. Suposi que minha mãe havia saído, mas ao passar pelo salão a vi dormindo no sofá. Pensei em acordá-la.

Aproximei-me dela. Estava tão linda. Com o rosto cheio de paz, respirando suavemente. Tinha as suas mãos como almofada. E parecia que sorria um pouco.
Me sentei no outro sofá, para admirá-la. Não pude evitar que minha mente fosse tomada por toda classe de imagens dela e eu nus, nos amando. Não pude evitar que meu cock se tornasse duro. Comecei a tocá-la por cima do calção.
Estava muito excitado. Não pensava com clareza. O desejo me dominava. Quando me dei conta, havia saído Aqui está a tradução:

La cock e eu fazia uma masturabação na frente dela. Se minha mãe abrisse os olhos me veria.

O meu coração batia com força. Tinha que parar. Isso estava muito mal.

Não parei. Continuei a vê-la, continuei a me masturbar.

Se isso já era loucura, o que fiz posteriormente era demais. Me levantei e me aproximei a ela. Com a cock agarrada com a mão. Fiquei de pé ao lado da sua cara.

Se nesse momento eu tivesse corrido toda minha cum, teria espirrado seu belo rosto. Isso desejava, continuar a masturbar-me até estourar sobre sua cara. Ela não se despertaria. Mas quando acordasse mais tarde descobriria sua cara cheia de sêmen.

Havia ido muito longe. Mas o meu desejo me empurrava ainda mais longe. Me agachei um pouco.

O fiz. Sigo sem poder acreditar que o fiz. Mas minha cock roçou sua pele. A movi por toda sua frente, descei até suas faces. E...Oh, Deus! Passei minha cock nos lábios da minha mãe. Acariciei sua cara com minha cock.

Ia correr. Não podia aguentar mais tanta excitação. Noté como o meu orgasmo começava a formar-se muito dentro de mim. Acelerei o ritmo da minha mão. Pus o ponto de minha cock apontando para suas faces.

Ia fazer: Estava decidido. Ia correr na cara da minha mãe. O que passasse depois não me importava. O único que havia para mim era aquele momento, sua cara preciosa, minha cock prestes a estourar.

Noté o espasmo do primeiro jato. E no último instante me arrependi. Me afastei rapidamente dela e minha cock começou a escorrer. Apretei os dentes para não gritar. Corri abundantemente e intensamente no chão, ao lado do sofá.

Fiquei alguns segundos ali, jadeando, em silêncio.

Estava louco? Havia estado prestes a correr sobre minha mãe. Um segundo mais, um único segundo, e teria coberto suas faces com meu sêmen.

Quando me repus, me levantei e fui ao banheiro buscar papel para limpar minha corrida. Ela continuava dormindo. A olhei um tempo mais. Depois a desperte. Era um mais uma das suas fantasias. O coração de Eva late com força no peito. Sua pussy pingava líquidos que encharcavam seus dedos.

Tinha que saber. Saber se era ou não verdade. Se levantou, deixou o diário sobre a cama e foi correndo para o salão. Se arrodillou no chão, ao lado do sofá, onde ela havia tido a cabeça no dia anterior.

Mirou o piso. Não o havia lavado desde aquele momento. Descobriu uma zona sem brilho, como se houvesse limpado algo que caiu mas não se fez com consciência.

-Não...não pode ser...Oh... Deus meu...

E então, viu. Por parte da frente do sofá havia um mancha. Em seguida, soube o que era. Era uma gota de sêmen seca.

-Fez...É verdade...Fez

A mão esquerda apoiou-se no braço do sofá. A direita meteu-se por debaixo das suas calcinhas. Clavou dois dedos dentro da pussy e se correu.

-Aggg...Agggg,... meu menino...me passou...seu cock pela cara...aggggggggggg

O orgasmo foi tão forte que se quedou sem forças e teve que apoiar no sofá. Jadeava. Inclusive babeava e se passou uma mão pela boca para limpar.

-¿Por qué não lo hiciste? ¿Por qué no te corriste en mi cara? Não te habría dito nada. Te habría deixado. Teria feito o que me pideses.

Pedro... Pedro... ¿Qué nos está passando?

Se levantou do chão, voltou ao quarto de Pedro e guardou o diário. Recolheu a habitação e seguidamente o resto da casa.

Esse meio-dia, quando Pedro regressou das aulas e ele lhe deu um beijo, ela se abraçou a ele. Pedro a rodeou com seus braços.

-¿Estás bem, mamá? ¿Pasa algo?

-Não, nada, tesouro. Tudo está bem. É só que eu tinha vontade de abraçar meu homem.

Quando se deu conta do que havia dito, se afastou dele.

-Pero bueno, deixémonos de sentimentalismos, que é hora de comer.

Se deu a volta e foi com passo rápido para a cozinha.

Basta Eva. Basta. Não sigas por ahí - se repetia ela uma e outra vez.

Essa tarde, quando voltou a se quedar sozinha, regressou ao quarto de Pedro. Cogiu o... diário. Leu e se manteve até alcançar dois prazerosos orgasmos. Continuará...

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