Domingo
Eram 10 da manhã, a Vale não tinha me contado nada do que rolou na tarde anterior, tinha chegado muito "relaxada" da massagem segundo ela, então tomou banho e dormiu. Eu tinha feito o mesmo, então quase não conversamos sábado à noite. No domingo, acordei lembrando daquilo, acordei feito um touro, muito tarado, tentei agradar ela um pouco pra transar, mas ela não quis, me estranhei, não sabia o que tava rolando com ela, mas também não dei muita bola. Fomos tomar café, depois pra piscina, até dar 13h. Fomos almoçar, a Vale tava muito quieta, pensativa, tava estranha... voltamos pro quarto e dormimos umas horinhas, já eram 17h quando acordamos, de novo tentei esquentar ela, mas não teve jeito... ela levantou da cama, foi pro banheiro, e saiu de roupão...
Eu: - Onde cê vai, amor? Aconteceu alguma coisa?
Vale: - Nada, tô afim de relaxar, vou ver se consigo um horário pra uma massagem, mais tarde volto...
Na hora fiquei excitado como nunca, mesmo não gostando que ela não me contasse o que fazia (eu também tinha feito das minhas, e com a irmã dela), claramente o moreno tinha agradado ela pra caralho. Assim que ela saiu, comecei a bater uma imaginando as coisas que eles fariam na sala de massagem.
Imaginava ela de joelhos, pedindo a porra dele, na minha mente dava pra ver a boquinha dela transbordando de sêmen, e ela limpando a pica dele com a língua, tava super excitado, era tanta tesão que tinha batido umas 3 punhetas, já não aguentava mais, então fui tomar banho, já eram umas 19h30...
Daqui a pouco ouço a porta abrir, era ela, tentou entrar rápido no banheiro, mas eu me meti na frente. Olhei nos olhos dela, notei que tava estranha...
Eu: - Como foram as massagens?
Vale: - Bem, bem (quase sem abrir a boca), deixa eu passar que quero tomar um banho de imersão...
Tentei beijar ela, mas ela desviou a boca, claramente não queria que eu sentisse o gosto, nem o cheiro, comecei a ficar excitado...
Eu: - Amor, me Você se esquivou o dia inteiro, me dá um beijo pelo menos
Vale:— vou tomar um banho e sou sua, tá, deixa eu passar
Tentei passar, mas segurei ela pelo antebraço e puxei o roupão bruscamente. Ela tava com uma lingerie de renda, bem fina, preta, a calcinha era minúscula na parte da frente…
Vale:— que isso, neném?? O que cê tem?
Eu:— que linda você foi se massagear, até demais, né
Enquanto começava a acariciar as bundinhas dela e ela tentava se afastar, agarrei ela bem forte e comi a boca dela num beijo…
Eu:— então você gostou de dar pro massagista, sua putinha? Agora é minha vez…
Os olhos dela arregalaram igual bola de basquete, não conseguiu falar nada, só se entregou…
Começamos a nos beijar, ela tava com cheiro e gosto de pica, mas isso me deixava mais tesudo, enquanto apertava forte as bundinhas dela, ela baixou minha calça e começou a esfregar a mão em mim enquanto a gente se beijava, a linguinha dela brincava com a minha, parecia que queria esfregar todo o gosto da pica do moreno em mim.
Joguei ela na cama, abri as pernas dela, puxei a calcinha de lado, o sêmen ainda escorria, não liguei e comecei a chupar a buceta dela como nunca, tentava enfiar minha língua o mais fundo possível, enquanto minhas mãos percorriam os peitos e a barriga dela. Ela se contorcia de prazer, apertava minha cabeça com as mãos pra eu chupar bem fundo, a gente tava em êxtase…
Vale:— continua, amor, me chupa, mmmmm… isso, assiiim… saboreia a porra morna que me deram há pouco…
Eu continuei chupando enquanto com uma mão comecei a bater uma, tava doendo um pouco, mas a excitação era maior, fiquei um tempão assim, até que me levantei, e com ela deitada de barriga pra cima, aproximei minha pica da boca dela pra ela começar a me chupar. Com dois dedinhos ela levou minha pica à boca, enfiou inteira, enquanto eu masturbava ela num ritmo bem rápido… meus dedos pareciam soltar faísca de tanto que esfregava o clitóris dela, ela pedia mais, e mais, eu obedecia.
Vale não aguentou mais e gozou, se contorceu toda, Com as mãos dela, ela parou o movimento das minhas, porque eu já não aguentava mais. Demorou uns segundos para se levantar e continuar me dando prazer. Minha situação era diferente: eu tinha a pica dormente de tantas punhetas que tinha batido, e por momentos não sentia nada — nem a boca dela, nem a língua, nada... mas mesmo assim, continuava dura.
Vale continuou me chupando. De vez em quando a boca cansava, ela cuspia e seguia com a mão. Eu esfregava os peitos dela pra me esquentar mais, mas ainda assim tava longe de gozar. Ela percebeu, então começou a contar o que rolou com o moreno pra ver se funcionava...
Enquanto me punhetava forte, começou a história...
Vale: Quer que eu conte o que o Richard love fez comigo??
Eu: — Sim, bebê, conta logo.
Vale: — Quando cheguei, ele tava sozinho atendendo. Quando terminou com a mina que ele tava massageando, cancelou os outros horários, então ficamos só nós dois... continuo??
Eu: — Sim, sim, continua (minha pica explodia enquanto ela me masturbava super rápido).
Vale: — Assim que fechou a porta do lugar, ele se jogou em cima de mim e começou a me beijar — boca, pescoço, puxou o roupão e foi pros meus peitinhos, desceu pra barriguinha e chupou minha buceta por cima da calcinha. Depois disso, me pegou, me colocou no colo como se eu fosse a neném dele e me sentou na maca... Me deixou nua e chupou muito meus peitinhos enquanto enfiava um dedinho... continuo??
Eu: — Sim, amor, vai, vai que já tô gozando.
Vale: — Beleza, vou pular pro final então, os detalhes te conto outro dia... Depois ele fez eu chupar ele todo, enfiava bem fundo, de vez em quando eu engasgava, mas ele queria que eu continuasse e eu continuava... No final, me colocou de costas na maca e começou a me comer bem forte, até que não aguentou mais e começou a encher de porra, viu que delícia que foi?? (com a carinha de putinha inocente dela).
Naquele momento, não aguentei mais e comecei a gozar nos peitos dela. Doía pra caralho, quase não saiu porra, mas eu tinha curtido pra caralho...
Ela esfregou um pouco os peitos. Mas já tava pouco me importando, eu tava fora! E nosso fim de semana já tava chegando ao fim…
Eram 10 da manhã, a Vale não tinha me contado nada do que rolou na tarde anterior, tinha chegado muito "relaxada" da massagem segundo ela, então tomou banho e dormiu. Eu tinha feito o mesmo, então quase não conversamos sábado à noite. No domingo, acordei lembrando daquilo, acordei feito um touro, muito tarado, tentei agradar ela um pouco pra transar, mas ela não quis, me estranhei, não sabia o que tava rolando com ela, mas também não dei muita bola. Fomos tomar café, depois pra piscina, até dar 13h. Fomos almoçar, a Vale tava muito quieta, pensativa, tava estranha... voltamos pro quarto e dormimos umas horinhas, já eram 17h quando acordamos, de novo tentei esquentar ela, mas não teve jeito... ela levantou da cama, foi pro banheiro, e saiu de roupão...
Eu: - Onde cê vai, amor? Aconteceu alguma coisa?
Vale: - Nada, tô afim de relaxar, vou ver se consigo um horário pra uma massagem, mais tarde volto...
Na hora fiquei excitado como nunca, mesmo não gostando que ela não me contasse o que fazia (eu também tinha feito das minhas, e com a irmã dela), claramente o moreno tinha agradado ela pra caralho. Assim que ela saiu, comecei a bater uma imaginando as coisas que eles fariam na sala de massagem.
Imaginava ela de joelhos, pedindo a porra dele, na minha mente dava pra ver a boquinha dela transbordando de sêmen, e ela limpando a pica dele com a língua, tava super excitado, era tanta tesão que tinha batido umas 3 punhetas, já não aguentava mais, então fui tomar banho, já eram umas 19h30...
Daqui a pouco ouço a porta abrir, era ela, tentou entrar rápido no banheiro, mas eu me meti na frente. Olhei nos olhos dela, notei que tava estranha...
Eu: - Como foram as massagens?
Vale: - Bem, bem (quase sem abrir a boca), deixa eu passar que quero tomar um banho de imersão...
Tentei beijar ela, mas ela desviou a boca, claramente não queria que eu sentisse o gosto, nem o cheiro, comecei a ficar excitado...
Eu: - Amor, me Você se esquivou o dia inteiro, me dá um beijo pelo menos
Vale:— vou tomar um banho e sou sua, tá, deixa eu passar
Tentei passar, mas segurei ela pelo antebraço e puxei o roupão bruscamente. Ela tava com uma lingerie de renda, bem fina, preta, a calcinha era minúscula na parte da frente…
Vale:— que isso, neném?? O que cê tem?
Eu:— que linda você foi se massagear, até demais, né
Enquanto começava a acariciar as bundinhas dela e ela tentava se afastar, agarrei ela bem forte e comi a boca dela num beijo…
Eu:— então você gostou de dar pro massagista, sua putinha? Agora é minha vez…
Os olhos dela arregalaram igual bola de basquete, não conseguiu falar nada, só se entregou…
Começamos a nos beijar, ela tava com cheiro e gosto de pica, mas isso me deixava mais tesudo, enquanto apertava forte as bundinhas dela, ela baixou minha calça e começou a esfregar a mão em mim enquanto a gente se beijava, a linguinha dela brincava com a minha, parecia que queria esfregar todo o gosto da pica do moreno em mim.
Joguei ela na cama, abri as pernas dela, puxei a calcinha de lado, o sêmen ainda escorria, não liguei e comecei a chupar a buceta dela como nunca, tentava enfiar minha língua o mais fundo possível, enquanto minhas mãos percorriam os peitos e a barriga dela. Ela se contorcia de prazer, apertava minha cabeça com as mãos pra eu chupar bem fundo, a gente tava em êxtase…
Vale:— continua, amor, me chupa, mmmmm… isso, assiiim… saboreia a porra morna que me deram há pouco…
Eu continuei chupando enquanto com uma mão comecei a bater uma, tava doendo um pouco, mas a excitação era maior, fiquei um tempão assim, até que me levantei, e com ela deitada de barriga pra cima, aproximei minha pica da boca dela pra ela começar a me chupar. Com dois dedinhos ela levou minha pica à boca, enfiou inteira, enquanto eu masturbava ela num ritmo bem rápido… meus dedos pareciam soltar faísca de tanto que esfregava o clitóris dela, ela pedia mais, e mais, eu obedecia.
Vale não aguentou mais e gozou, se contorceu toda, Com as mãos dela, ela parou o movimento das minhas, porque eu já não aguentava mais. Demorou uns segundos para se levantar e continuar me dando prazer. Minha situação era diferente: eu tinha a pica dormente de tantas punhetas que tinha batido, e por momentos não sentia nada — nem a boca dela, nem a língua, nada... mas mesmo assim, continuava dura.
Vale continuou me chupando. De vez em quando a boca cansava, ela cuspia e seguia com a mão. Eu esfregava os peitos dela pra me esquentar mais, mas ainda assim tava longe de gozar. Ela percebeu, então começou a contar o que rolou com o moreno pra ver se funcionava...
Enquanto me punhetava forte, começou a história...
Vale: Quer que eu conte o que o Richard love fez comigo??
Eu: — Sim, bebê, conta logo.
Vale: — Quando cheguei, ele tava sozinho atendendo. Quando terminou com a mina que ele tava massageando, cancelou os outros horários, então ficamos só nós dois... continuo??
Eu: — Sim, sim, continua (minha pica explodia enquanto ela me masturbava super rápido).
Vale: — Assim que fechou a porta do lugar, ele se jogou em cima de mim e começou a me beijar — boca, pescoço, puxou o roupão e foi pros meus peitinhos, desceu pra barriguinha e chupou minha buceta por cima da calcinha. Depois disso, me pegou, me colocou no colo como se eu fosse a neném dele e me sentou na maca... Me deixou nua e chupou muito meus peitinhos enquanto enfiava um dedinho... continuo??
Eu: — Sim, amor, vai, vai que já tô gozando.
Vale: — Beleza, vou pular pro final então, os detalhes te conto outro dia... Depois ele fez eu chupar ele todo, enfiava bem fundo, de vez em quando eu engasgava, mas ele queria que eu continuasse e eu continuava... No final, me colocou de costas na maca e começou a me comer bem forte, até que não aguentou mais e começou a encher de porra, viu que delícia que foi?? (com a carinha de putinha inocente dela).
Naquele momento, não aguentei mais e comecei a gozar nos peitos dela. Doía pra caralho, quase não saiu porra, mas eu tinha curtido pra caralho...
Ela esfregou um pouco os peitos. Mas já tava pouco me importando, eu tava fora! E nosso fim de semana já tava chegando ao fim…
1 comentários - Fin de semana a puro morbo con mi novia! Domingo!