O interfone tocou e, uns dois minutos depois, ouvi o "oi" da Silvia, uma amiga da minha mãe.
— Oi, gatinho! Como cê tá, querido?
Eu tava me vestindo no quarto e respondi que tava tudo bem, e escutei elas começarem a falar baixinho.
— E aí? Funcionou? Conseguiu usar? — a Silvia perguntou.
E minha mãe respondeu:
— Sim. Amei. A verdade é que se preparar faz toda a diferença. Não tem nem comparação.
— Viu? Pois é, nada a ver. E aí, rolou mais alguma coisa, eu? Não me diga. Com... Não!? Que agora? Nossa, amiga... Te cortei a inspiração? Tô morrendo.
— Não, não. Relaxa. A gente terminou há um tempinho. Ainda tô toda latejando aqui embaixo.
— Nossa, tô morrendo. Aconteceu mesmo. Cê se animou. Que bom. Viu como eles adoram? Enlouquece eles. Te falo, agora cê tem ele na mão. Pede o que quiser que ele faz, amiga.
— É, vamos ver. Na real, fiz pra ele e amei.
Nisso, apareci na sala e a gente se cumprimentou com um beijo. Eu tava meio sem graça sabendo que essa gostosa sabia do nosso rolê. Mas parecia que ela era a responsável pelo momento de luxúria e paixão anal que a gente tinha tido umas horinhas antes. Então fui preparar algo pra beber e nisso a Silvia me disse, sorrindo com um olhar cúmplice:
— Então, sua mãe me disse que cê gostou do presentinho dela? Eu falei pra vocês se jogarem. Que vão em frente com essa relação agora que podem, hein! Pensa que já era, ela já se divorciou. Agora é uma mulher como qualquer outra, livre, que tá a fim de você e topa tudo. Sua mãe te surpreendeu, hein?
E eu respondi, todo corado:
— É. A verdade é que não esperava. Nem imaginava. Cê deu uns conselhos pra ela?
— Sim. Eu adoro experimentar coisas novas. Sempre fui curiosa e ousada, sabe. Antes não tinha tanta coisa pra fazer que os dois curtissem. E a bunda apertada é algo difícil de entregar pra uma dama. Cê tem que estar bem segura e preparada. Mas depois que cê curte... e pega o gosto, cê ama. Então trata ela com cuidado e delicadeza. de agora em diante, sua bundinha minúscula vai ser minha, gostoso.
Eu não sabia o que fazer nem que cara colocar. Fazia só alguns minutos que eu tinha desabado no sofá junto com minha mãe depois de ter transado pela primeira vez. E justamente com ela. Minha cabeça tava a mil.
Silvia me abraçou carinhosamente pela cintura e disse: — Ô, gostoso. Tá meio tenso. Não tem problema, fica entre nós. Mas não foi bom? E graças a mim. Então? O que se diz?
E eu fiz uma careta e, olhando de canto pra minha mãe, respondi meio gaguejando: — Mhhm... v-valeu. Valeu!
Mas Silvia tinha outras intenções e falou: — Só valeu? É isso? Não tem mais nada pra mim?
E eu olhei com cara de "o que eu faço!!!" pra minha mãe, e então Silvia me agarrou forte numa nádega e procurou entre minhas calças meu pau e disse: — Eu quero um pouco de carne também.
Eu fiquei paralisado, trocando um olhar rápido com minha mãe. A coroa não perdeu tempo e baixou minha calça e minha cueca até os joelhos e, com a mão, começou a acariciar meu pau e minhas bolas, e em segundos já tava chupando tudo com muita habilidade. Eu não saía do meu espanto e não reagia. O problema é que meu pau também não. Minha cabeça tava a mil e eu não conseguia me concentrar. A gostosa se esforçava e tentava endurecer ele, mas não rolava nada. E depois de uns minutos, ela disse pra minha mãe: — Acho que ele precisa de uns mimos da mamãe pra relaxar.
Então ela me guiou com a mão nas minhas costas até o outro lado da mesa, e minha mãe, também tensa, olhou nos meus olhos, me segurou pelas pernas e enfiou meu pau inteiro na boca dela. Sem parar de olhar fixamente nos meus olhos, ela chupava e brincava com a língua, enquanto acariciava suavemente minhas nádegas. Mas a gostosa tava ali do lado. Tudo era estranho. E algo mudou. A gente se conectou! A boca dela se acendeu. As mãos dela relaxaram. Eu senti como se ele crescesse dentro da boca dela e, aos poucos, os lábios dela já não alcançavam minhas bolas. Os movimentos Eram mais longos e em poucos segundos eu sentia que meu pau tava bem duro e ereto. Nisso, depois de nos sentirmos mais seguros, olho de canto pra Silvia e vejo que ela tava se masturbando. Sentada na cadeira, de pernas abertas, esfregava a buceta por cima da legging. E que pedaço de buceta que essa madura gostosa tem. Porque tem umas cuties safadas, e essa é uma delas. Minha mãe continuava chupando, mas agora de olhos fechados, balançando a cabeça e curtindo meu pedaço. Aí Silvia levanta e chega do meu lado, se ajoelha e pede permissão pra minha mãe. A boca dela, agora sim, me deliciou com movimentos longos e profundos. Os olhos dela se encheram de lágrimas, eu sentia a língua dela roçar minhas bolas. A veterana se mostrou bem puta. A maquiagem dela borrou um pouco enquanto as engasgadas marcavam o ritmo do boquete. E a verdade é que naquele momento perdemos o pouco pudor que restava e minha mãe se aproxima e nos beijamos apaixonadamente, cruzando nossas línguas numa dança sensual e lasciva que nos incendiou. Nossos suspiros se juntaram aos da Silvia, os beijos eram bem desenfreados. Então nos acomodamos no "sofá do amor" e enquanto Silvia continuava com o boquete, minha mãe levantou a blusa e me deliciou com seus peitos enormes e maduros. A situação era estranha e isso nos excitava cada vez mais. Eu tava me divertindo pra caralho quando minha mãe se levantou no sofá, baixou a calça esportiva e, de costas pra mim, apoiou a bunda na minha cara. Eu enfiei a língua entre as nádegas dela até roçar o cu e a buceta molhada. Comi ela de beijos. Minha língua não parava de subir e descer enquanto ela fazia pressão no meu rosto. Mas aí a cutie passou dos limites e quis dar um beijo na boca da minha velha. No meio daquela loucura, nós — eu e minha mãe — não estávamos acostumados com esse tipo de coisa. A gente tava só começando a realizar um desejo tabu entre nós dois e aquilo já era demais por enquanto. Minha velha se reincorporou e desceu do sofá, e eu me desconcentrei. A Silvia ficou sem graça e o clima meio que cortou. Aí ela diz: — Desculpa, Mary, eu já tô acostumada com essas coisas e nem percebi. Não era minha intenção forçar nada. Sabe, é melhor eu ir indo e deixar vocês se divertirem sozinhos. Assim não atrapalho.
Eu e minha mãe ficamos calados, sem saber bem o que dizer, e a gatinha fala antes de ir: — Não se preocupem, vocês se divirtam que faz bem juntos. Vou pra casa me preparar porque hoje tenho convidados lá. A gente se vê.
Nos despedimos com um beijo e ela foi embora.
Quando vimos ela sair pela câmera do porteiro, sentamos, semidespidos, em volta da mesa. Ficamos meio em stand by. Mas não durou muito. Logo demos as mãos, sorrimos e dessa vez fomos pra cama dela. Ela se deitou de barriga pra cima e, abrindo as pernas, disse: — Continua o que tava fazendo, que eu adoro.
Então me dediquei à minha tarefa de excitar a região pélvica dela com meus beijos e minha língua aventureira. Minha mãe começou a gemer e a se mexer devagar. Eu adoro sexo oral. Curto tanto receber quanto fazer. Então passei um bom tempo entre as pernas dela. Até que ela disse que queria eu dentro, e não precisei ser implorado. A buceta dela é de uma veterana, mas ainda é meio apertada, então a penetração foi lenta, mas muito gostosa. Primeiro senti como ela tava queimando por dentro. E depois, a cada investida, sentia como eu abria caminho dentro dela. Meus movimentos foram ficando cada vez mais longos e menos pausados. Até que o bater dos nossos corpos marcava o ritmo bom que a gente levava. Os peitões sardentos dela transbordavam pros lados e balançavam no ritmo das minhas investidas. De vez em quando eu apalpava e brincava com eles, curtindo os movimentos bobos, mas super excitantes. Também me deliciava vendo como a buceta dela recebia com calor e ternura meu pau escorregadio e duro de tesão. E assim a gente ficou um bom tempo. No meio de Sorrisos e beijos, carícias suaves e gemidos de prazer. E então decidimos mudar de posição. Eu a coloquei de lado e, com meu pau brilhando de tanto lubrificante natural, abri caminho entre sua buceta apertada. E entrou de uma vez, fazendo com que ela dissesse entre um gemido de prazer: — Mmhhhh... sim, adoro sentir você dentro de mim. Lu, isso é um sonho do qual não quero acordar. Vai devagar que eu sinto como entra tudo dentro de mim. Eu me agarrava com minhas mãos na sua bundinha, abrindo de vez em quando sua racha pra ver como eu penetrava aquela ppk, rosa intenso, tão desejada por tantos anos.
E assim eu fui, sem pressa e sem pausa. Até que ela disse: — Lembra que não é o único buraco onde você pode entrar. Pode continuar aproveitando meu presentinho de hoje.
E isso me acendeu. O pau parecia que ia explodir. E eu disse: — Você gostou muito, pelo visto. E ela respondeu com voz sensual: — Sssim, Lu. Me deixou louca. A gente curtiu tanto que quero mais.
Tirei ele da buceta quente dela e apoiei minha glande escorregadia entre as nádegas dela. Ela passou saliva no cu e disse: — Devagar no começo até abrir bem o cuzinho. Depois pode meter forte como hoje de manhã.
Essas instruções tão precisas, mas ao mesmo tempo tão excitantes, me esquentaram ainda mais e me deram novas forças. Fiz um pouco de pressão até sentir o cu dela se dilatando e, lentamente, abrindo caminho pela bunda dela. Tirei ele por completo e coloquei várias vezes, ganhando uns centímetros a cada vez, até que meu pau inteiro estava dentro dela. Me surpreendi com o quanto estava tudo lubrificado, até que de dentro dela saiu um fluido branco e grosso. E eu disse: — Ainda tem a porra de hoje de manhã aí dentro. E ela, concordando com uma risadinha, pegou no meu pulso da mão que eu tinha sobre a nádega dela e, com seus movimentos, me guiava em cada penetrada e soltava um gemido entrecortado, até que a última entrou inteira e seu gemido se prolongou, terminando num longo suspiro e num aperto da mão dela. Começamos a Alargando os movimentos e aumentando o ritmo, até que de novo se ouviu aquele gemido ritmado acompanhado das palmadas entre as nádegas dela e meu púbis. A gente curtia cada roçada. Cada penetração ficava gravada a fogo nas nossas mentes. Uma e outra vez o pensamento se repetia: tô dentro dela. Essa bunda finalmente é minha!!! E todos aqueles anos de desejo se descarregavam em cada investida dentro da minha mãe.
Assim que a gente alcançou um ritmo foda, enquanto eu bombava sem parar, ela soltou minha mão e foi se ajeitando e levantando a bunda. As nádegas dela foram se abrindo enquanto eu continuava metendo no cu dela até que cortei o movimento bruscamente. E segurando ela pela cintura, levantei e deixei ela com a bunda bem empinada e aberta. E de cima eu metia cada vez mais forte. Cada vez que eu descia com força, minhas bolas batiam na buceta dela e o "ha... haaa... ha...luuu... siii... haa..." dela mostrava que o prazer era mútuo.
Mas a gente não aguentou muito tempo assim. Eu tava meio cansado e ela pediu pra subir. Eu me deitei de barriga pra cima e minha mãe sentou como se estivesse montando em mim. Se os peitos dela já são enormes, nessa posição ficam gigantes. Eu me agarrei nos peitos dela enquanto ela esfregava a vulva toda lubrificada e escorregadia em mim. De repente, sem usar as mãos, ela enfiou na vagina e começou com um movimento frenético, bem característico dela. Com um domínio incrível sobre a profundidade da penetração.
Assim ela gozou no meio de gemidos e movimentos bruscos. Eu conseguia sentir os espasmos musculares na barriga e na vagina dela. Com as mãos, ela se agarrou nos meus ombros e vieram os gritos abafados e os suspiros. Terminou o orgasmo e desabou em cima de mim por uns minutos. Eu sentia o coração dela batendo a mil enquanto ela sussurrava no meu ouvido o quanto essa situação a deixava feliz. Esperei pacientemente até ela se recuperar. De repente, ela se levantou e, com uma facilidade surpreendente, na mesma posição, enfiou no cu. Meu pau foi entrando devagar e de uma vez na Meu cuzinho dilatou tanto que não só senti ele todo dentro, mas também como a buceta molhada e aberta dela se encaixava no meu púbis. Essa sensação foi alucinante e deixou minha pica cansada ainda mais dura. Eu apertava as tetonas dela e chupava os bicos, curtindo o tamanho e a maciez enquanto a gente sincronizava as metidas. Depois ela se arqueou pra trás, buscando uma penetração anal mais funda, deixando os peitões balançando gostoso na minha frente. Isso me excitou pra caralho e eu falei que ia gozar agora. Então ela disse: — Aí sim!! Lu, enche meu cu de porra que me deixa louca.
Eu agarrei as nádegas dela e, no meio de um gemido, o primeiro jato saiu pra inundar aquele cu ardente da minha gostosa. Depositei todo o meu esperma naquele rabo lindo dela, com cada espasmo de orgasmo.
Ficamos exaustos na cama, completamente pelados e acabados depois de um dia inesquecível de safadeza e paixão.
— Oi, gatinho! Como cê tá, querido?
Eu tava me vestindo no quarto e respondi que tava tudo bem, e escutei elas começarem a falar baixinho.
— E aí? Funcionou? Conseguiu usar? — a Silvia perguntou.
E minha mãe respondeu:
— Sim. Amei. A verdade é que se preparar faz toda a diferença. Não tem nem comparação.
— Viu? Pois é, nada a ver. E aí, rolou mais alguma coisa, eu? Não me diga. Com... Não!? Que agora? Nossa, amiga... Te cortei a inspiração? Tô morrendo.
— Não, não. Relaxa. A gente terminou há um tempinho. Ainda tô toda latejando aqui embaixo.
— Nossa, tô morrendo. Aconteceu mesmo. Cê se animou. Que bom. Viu como eles adoram? Enlouquece eles. Te falo, agora cê tem ele na mão. Pede o que quiser que ele faz, amiga.
— É, vamos ver. Na real, fiz pra ele e amei.
Nisso, apareci na sala e a gente se cumprimentou com um beijo. Eu tava meio sem graça sabendo que essa gostosa sabia do nosso rolê. Mas parecia que ela era a responsável pelo momento de luxúria e paixão anal que a gente tinha tido umas horinhas antes. Então fui preparar algo pra beber e nisso a Silvia me disse, sorrindo com um olhar cúmplice:
— Então, sua mãe me disse que cê gostou do presentinho dela? Eu falei pra vocês se jogarem. Que vão em frente com essa relação agora que podem, hein! Pensa que já era, ela já se divorciou. Agora é uma mulher como qualquer outra, livre, que tá a fim de você e topa tudo. Sua mãe te surpreendeu, hein?
E eu respondi, todo corado:
— É. A verdade é que não esperava. Nem imaginava. Cê deu uns conselhos pra ela?
— Sim. Eu adoro experimentar coisas novas. Sempre fui curiosa e ousada, sabe. Antes não tinha tanta coisa pra fazer que os dois curtissem. E a bunda apertada é algo difícil de entregar pra uma dama. Cê tem que estar bem segura e preparada. Mas depois que cê curte... e pega o gosto, cê ama. Então trata ela com cuidado e delicadeza. de agora em diante, sua bundinha minúscula vai ser minha, gostoso.
Eu não sabia o que fazer nem que cara colocar. Fazia só alguns minutos que eu tinha desabado no sofá junto com minha mãe depois de ter transado pela primeira vez. E justamente com ela. Minha cabeça tava a mil.
Silvia me abraçou carinhosamente pela cintura e disse: — Ô, gostoso. Tá meio tenso. Não tem problema, fica entre nós. Mas não foi bom? E graças a mim. Então? O que se diz?
E eu fiz uma careta e, olhando de canto pra minha mãe, respondi meio gaguejando: — Mhhm... v-valeu. Valeu!
Mas Silvia tinha outras intenções e falou: — Só valeu? É isso? Não tem mais nada pra mim?
E eu olhei com cara de "o que eu faço!!!" pra minha mãe, e então Silvia me agarrou forte numa nádega e procurou entre minhas calças meu pau e disse: — Eu quero um pouco de carne também.
Eu fiquei paralisado, trocando um olhar rápido com minha mãe. A coroa não perdeu tempo e baixou minha calça e minha cueca até os joelhos e, com a mão, começou a acariciar meu pau e minhas bolas, e em segundos já tava chupando tudo com muita habilidade. Eu não saía do meu espanto e não reagia. O problema é que meu pau também não. Minha cabeça tava a mil e eu não conseguia me concentrar. A gostosa se esforçava e tentava endurecer ele, mas não rolava nada. E depois de uns minutos, ela disse pra minha mãe: — Acho que ele precisa de uns mimos da mamãe pra relaxar.
Então ela me guiou com a mão nas minhas costas até o outro lado da mesa, e minha mãe, também tensa, olhou nos meus olhos, me segurou pelas pernas e enfiou meu pau inteiro na boca dela. Sem parar de olhar fixamente nos meus olhos, ela chupava e brincava com a língua, enquanto acariciava suavemente minhas nádegas. Mas a gostosa tava ali do lado. Tudo era estranho. E algo mudou. A gente se conectou! A boca dela se acendeu. As mãos dela relaxaram. Eu senti como se ele crescesse dentro da boca dela e, aos poucos, os lábios dela já não alcançavam minhas bolas. Os movimentos Eram mais longos e em poucos segundos eu sentia que meu pau tava bem duro e ereto. Nisso, depois de nos sentirmos mais seguros, olho de canto pra Silvia e vejo que ela tava se masturbando. Sentada na cadeira, de pernas abertas, esfregava a buceta por cima da legging. E que pedaço de buceta que essa madura gostosa tem. Porque tem umas cuties safadas, e essa é uma delas. Minha mãe continuava chupando, mas agora de olhos fechados, balançando a cabeça e curtindo meu pedaço. Aí Silvia levanta e chega do meu lado, se ajoelha e pede permissão pra minha mãe. A boca dela, agora sim, me deliciou com movimentos longos e profundos. Os olhos dela se encheram de lágrimas, eu sentia a língua dela roçar minhas bolas. A veterana se mostrou bem puta. A maquiagem dela borrou um pouco enquanto as engasgadas marcavam o ritmo do boquete. E a verdade é que naquele momento perdemos o pouco pudor que restava e minha mãe se aproxima e nos beijamos apaixonadamente, cruzando nossas línguas numa dança sensual e lasciva que nos incendiou. Nossos suspiros se juntaram aos da Silvia, os beijos eram bem desenfreados. Então nos acomodamos no "sofá do amor" e enquanto Silvia continuava com o boquete, minha mãe levantou a blusa e me deliciou com seus peitos enormes e maduros. A situação era estranha e isso nos excitava cada vez mais. Eu tava me divertindo pra caralho quando minha mãe se levantou no sofá, baixou a calça esportiva e, de costas pra mim, apoiou a bunda na minha cara. Eu enfiei a língua entre as nádegas dela até roçar o cu e a buceta molhada. Comi ela de beijos. Minha língua não parava de subir e descer enquanto ela fazia pressão no meu rosto. Mas aí a cutie passou dos limites e quis dar um beijo na boca da minha velha. No meio daquela loucura, nós — eu e minha mãe — não estávamos acostumados com esse tipo de coisa. A gente tava só começando a realizar um desejo tabu entre nós dois e aquilo já era demais por enquanto. Minha velha se reincorporou e desceu do sofá, e eu me desconcentrei. A Silvia ficou sem graça e o clima meio que cortou. Aí ela diz: — Desculpa, Mary, eu já tô acostumada com essas coisas e nem percebi. Não era minha intenção forçar nada. Sabe, é melhor eu ir indo e deixar vocês se divertirem sozinhos. Assim não atrapalho.
Eu e minha mãe ficamos calados, sem saber bem o que dizer, e a gatinha fala antes de ir: — Não se preocupem, vocês se divirtam que faz bem juntos. Vou pra casa me preparar porque hoje tenho convidados lá. A gente se vê.
Nos despedimos com um beijo e ela foi embora.
Quando vimos ela sair pela câmera do porteiro, sentamos, semidespidos, em volta da mesa. Ficamos meio em stand by. Mas não durou muito. Logo demos as mãos, sorrimos e dessa vez fomos pra cama dela. Ela se deitou de barriga pra cima e, abrindo as pernas, disse: — Continua o que tava fazendo, que eu adoro.
Então me dediquei à minha tarefa de excitar a região pélvica dela com meus beijos e minha língua aventureira. Minha mãe começou a gemer e a se mexer devagar. Eu adoro sexo oral. Curto tanto receber quanto fazer. Então passei um bom tempo entre as pernas dela. Até que ela disse que queria eu dentro, e não precisei ser implorado. A buceta dela é de uma veterana, mas ainda é meio apertada, então a penetração foi lenta, mas muito gostosa. Primeiro senti como ela tava queimando por dentro. E depois, a cada investida, sentia como eu abria caminho dentro dela. Meus movimentos foram ficando cada vez mais longos e menos pausados. Até que o bater dos nossos corpos marcava o ritmo bom que a gente levava. Os peitões sardentos dela transbordavam pros lados e balançavam no ritmo das minhas investidas. De vez em quando eu apalpava e brincava com eles, curtindo os movimentos bobos, mas super excitantes. Também me deliciava vendo como a buceta dela recebia com calor e ternura meu pau escorregadio e duro de tesão. E assim a gente ficou um bom tempo. No meio de Sorrisos e beijos, carícias suaves e gemidos de prazer. E então decidimos mudar de posição. Eu a coloquei de lado e, com meu pau brilhando de tanto lubrificante natural, abri caminho entre sua buceta apertada. E entrou de uma vez, fazendo com que ela dissesse entre um gemido de prazer: — Mmhhhh... sim, adoro sentir você dentro de mim. Lu, isso é um sonho do qual não quero acordar. Vai devagar que eu sinto como entra tudo dentro de mim. Eu me agarrava com minhas mãos na sua bundinha, abrindo de vez em quando sua racha pra ver como eu penetrava aquela ppk, rosa intenso, tão desejada por tantos anos.
E assim eu fui, sem pressa e sem pausa. Até que ela disse: — Lembra que não é o único buraco onde você pode entrar. Pode continuar aproveitando meu presentinho de hoje.
E isso me acendeu. O pau parecia que ia explodir. E eu disse: — Você gostou muito, pelo visto. E ela respondeu com voz sensual: — Sssim, Lu. Me deixou louca. A gente curtiu tanto que quero mais.
Tirei ele da buceta quente dela e apoiei minha glande escorregadia entre as nádegas dela. Ela passou saliva no cu e disse: — Devagar no começo até abrir bem o cuzinho. Depois pode meter forte como hoje de manhã.
Essas instruções tão precisas, mas ao mesmo tempo tão excitantes, me esquentaram ainda mais e me deram novas forças. Fiz um pouco de pressão até sentir o cu dela se dilatando e, lentamente, abrindo caminho pela bunda dela. Tirei ele por completo e coloquei várias vezes, ganhando uns centímetros a cada vez, até que meu pau inteiro estava dentro dela. Me surpreendi com o quanto estava tudo lubrificado, até que de dentro dela saiu um fluido branco e grosso. E eu disse: — Ainda tem a porra de hoje de manhã aí dentro. E ela, concordando com uma risadinha, pegou no meu pulso da mão que eu tinha sobre a nádega dela e, com seus movimentos, me guiava em cada penetrada e soltava um gemido entrecortado, até que a última entrou inteira e seu gemido se prolongou, terminando num longo suspiro e num aperto da mão dela. Começamos a Alargando os movimentos e aumentando o ritmo, até que de novo se ouviu aquele gemido ritmado acompanhado das palmadas entre as nádegas dela e meu púbis. A gente curtia cada roçada. Cada penetração ficava gravada a fogo nas nossas mentes. Uma e outra vez o pensamento se repetia: tô dentro dela. Essa bunda finalmente é minha!!! E todos aqueles anos de desejo se descarregavam em cada investida dentro da minha mãe.
Assim que a gente alcançou um ritmo foda, enquanto eu bombava sem parar, ela soltou minha mão e foi se ajeitando e levantando a bunda. As nádegas dela foram se abrindo enquanto eu continuava metendo no cu dela até que cortei o movimento bruscamente. E segurando ela pela cintura, levantei e deixei ela com a bunda bem empinada e aberta. E de cima eu metia cada vez mais forte. Cada vez que eu descia com força, minhas bolas batiam na buceta dela e o "ha... haaa... ha...luuu... siii... haa..." dela mostrava que o prazer era mútuo.
Mas a gente não aguentou muito tempo assim. Eu tava meio cansado e ela pediu pra subir. Eu me deitei de barriga pra cima e minha mãe sentou como se estivesse montando em mim. Se os peitos dela já são enormes, nessa posição ficam gigantes. Eu me agarrei nos peitos dela enquanto ela esfregava a vulva toda lubrificada e escorregadia em mim. De repente, sem usar as mãos, ela enfiou na vagina e começou com um movimento frenético, bem característico dela. Com um domínio incrível sobre a profundidade da penetração.
Assim ela gozou no meio de gemidos e movimentos bruscos. Eu conseguia sentir os espasmos musculares na barriga e na vagina dela. Com as mãos, ela se agarrou nos meus ombros e vieram os gritos abafados e os suspiros. Terminou o orgasmo e desabou em cima de mim por uns minutos. Eu sentia o coração dela batendo a mil enquanto ela sussurrava no meu ouvido o quanto essa situação a deixava feliz. Esperei pacientemente até ela se recuperar. De repente, ela se levantou e, com uma facilidade surpreendente, na mesma posição, enfiou no cu. Meu pau foi entrando devagar e de uma vez na Meu cuzinho dilatou tanto que não só senti ele todo dentro, mas também como a buceta molhada e aberta dela se encaixava no meu púbis. Essa sensação foi alucinante e deixou minha pica cansada ainda mais dura. Eu apertava as tetonas dela e chupava os bicos, curtindo o tamanho e a maciez enquanto a gente sincronizava as metidas. Depois ela se arqueou pra trás, buscando uma penetração anal mais funda, deixando os peitões balançando gostoso na minha frente. Isso me excitou pra caralho e eu falei que ia gozar agora. Então ela disse: — Aí sim!! Lu, enche meu cu de porra que me deixa louca.
Eu agarrei as nádegas dela e, no meio de um gemido, o primeiro jato saiu pra inundar aquele cu ardente da minha gostosa. Depositei todo o meu esperma naquele rabo lindo dela, com cada espasmo de orgasmo.
Ficamos exaustos na cama, completamente pelados e acabados depois de um dia inesquecível de safadeza e paixão.
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