Os acontecimentos seguem seu curso, e meus planos parecem prestes a chegar a bom porto. O desejado manjar que sempre almejei está quase... mas antes, uma comilança de fast food e uma sobremesa por conta da casa.
Na terça-feira, acordei mais cedo que o normal. Tinha dormido a noite toda, e me aproximei da janela esticando os braços para ver o amanhecer sobre as montanhas e os telhados da cidade. Sorri ao lembrar do que acontecera na noite anterior, e minha ereção matinal se intensificou tanto que meu pau levantou a cabeça para o sol e o cumprimentou balançando pra cima e pra baixo.
Meu pai estava tomando café na cozinha, e como não queria estragar meu bom humor vendo a cara de adúltero dele, decidi ficar no meu quarto até que ele fosse trabalhar. Aproveitei esses quinze ou vinte minutos para copiar as fotos da minha câmera para uma pasta no computador. Eram umas trinta, cada uma mais excitante que a outra, e olha que a mamãe não estava nua. Apertei o botão de "apresentação de slides", para que fossem aparecendo uma a uma em tela cheia, e me masturbei com calma, me deliciando com cada curva do seu corpo carnudo. Foi uma forma excelente de começar o dia.
Quando ouvi a porta da frente fechar e o vozeirão do meu pai se despedindo, me vesti e fui tomar café. A atitude da minha mãe não parecia diferente de qualquer outro dia normal; ela se movia entre a pia, a geladeira e a mesa com sua energia habitual, com o roupão bem fechado e as pantufas aquecendo os pés que tanto me fizeram gozar umas oito horas antes. Ela retribuiu o beijo de bom dia que dei na sua bochecha, e enquanto tomava café não fez nenhum comentário sobre o que acontecera.
— Eu estava vendo as fotos, mamãe. Você ficou muito bem — falei, depois de um tempo.
— Você guardou elas direito, né? — perguntou, preocupada.
— Estão no meu notebook, e eu sou o único que mexe nele.
— E se entra um hacker desses e rouba elas?
— Ah, para! Não vê tanta filmes, mami —zoei. —É, pode rir, mas seu pai quase nos pegou. Quando eu saí, ele estava me procurando, e tive que dizer que tinha saído para pegar a roupa no varal. Ainda bem que ele estava meio dormindo e não desconfiou de nada —ela disse, com um tom preocupado. —Ele estava te procurando porque queria... fazer? —Não. Ontem à noite ele estava cansado. —Claro —disse eu, num tom que despertou as suspeitas da minha mãe. Minha mente foi invadida pelas imagens do hotel La Bacerra, e fiquei feliz que naquela noite ele não tivesse tocado nela com aquela vara contaminada pelos fluidos da Lucinda. —Como assim "claro"? O coitado passou a tarde toda na fábrica trabalhando, é normal que estivesse cansado. Além do mais, já te disse que o que seu pai e eu fazemos no quarto não é da sua conta. —Nem o que você e eu fazemos no meu quarto é da conta dele. Engoli meu café, levantei para deixar a xícara na pia e a agarrei pela cintura com a outra mão. Puxei-a suavemente para perto de mim e dei um beijo longo no seu pescoço, perto da orelha, aspirando o perfume natural do seu cabelo. —Ai, meu filho... Isso não vai acabar bem. —Não seja tão dramática. Apertei seu corpo macio contra o meu e considerei a possibilidade de ligar para a loja de frangos e dizer que estava doente. Mas tinha sido ela quem me arranjara o emprego, e eu não queria deixá-la mal passando por cima das minhas obrigações quando tinha apenas três dias no La Cresta de Oro. Além do mais, minha chefe paranoica devia estar ansiosa para saber se eu tinha descoberto algo na tarde anterior. Mamãe não me olhava, concentrada na pia, e sua reação ao meu abraço foi um suspiro prolongado. Busquei seus lábios com os meus, e ela permitiu que eu os beijasse, mas quando tentei enfiar a língua, ela virou o rosto e colocou a mão no meu peito para me afastar. —Vai logo, você vai se atrasar para o trabalho. Afastei-me dela a contragosto, roubando um último beijo rápido no canto de sua boca relutante, e saí da cozinha. empalmado de novo igual um burro, mas saboreando uma recompensa que estava cada vez mais perto.
*****
A manhã no frango assado foi tranquila. Teve pouca clientela, e dona Paca não parava de me lançar olhares intensos enquanto trabalhávamos. Era comum minha chefe beber uma latinha de cerveja no almoço, mas naquele dia ela não parava de enfiar uma atrás da outra goela abaixo. Apesar da corpulência dela, se continuasse bebendo naquele ritmo, estaria bêbada antes das três.
Don Fulgencio não percebeu. Como de costume, ignorava a esposa, preparava os frangos para o espeto com movimentos experientes e falava comigo sobre futebol ou touradas, dois assuntos que tínhamos em comum. A verdade é que, apesar da minha repugnância inicial, o mestre do frango estava começando a cair nas minhas graças. Ele tinha um senso de humor negro e ácido que me fez soltar mais de uma gargalhada, e sua forma de ver o mundo não era muito diferente da minha. Fiquei com um pouco de pena do que ia acontecer com ele se os planos saíssem como eu esperava, mas não o suficiente para voltar atrás.
Em certo momento, dona Paca saiu da cozinha para ir ao banheiro e começamos a falar sobre mulheres, outro assunto que compartilhávamos.
— É que são todas umas putas — afirmou meu chefe. — Olha a cubana, o dia todo com aqueles modelinhos apertados, pedindo porrada. Minha mulher não acha graça nenhuma, e diz para eu demiti-la porque é uma vagabunda, mas pussy, ela faz bem o trabalho dela, e os clientes gostam. Se alguém vem pra ver ela rebolando o bum e de quebra compra um frango, melhor ainda, né?
— Pois é.
— E que rabo que ela tem. Dá vontade de esfregar a cock nela e enfiar até a alma — disse Fulgencio, com seus olhinhos de rato brilhando de luxúria.
"Nem é tudo isso", pensei eu, que já tinha experimentado a retaguarda da Lucinda no banco de trás do meu carro. O que estava claro e confirmado é que o chefe estava morrendo de vontade de dar uma metida nela, e isso beneficiava meus planos.
Dona Paca voltou, com outra Cerveja na mão, e mudamos de assunto. Um tempo depois saí no corredor para esticar as pernas, e me encontrei com a caixa. Tava tão provocante como de costume, mas estava mais séria, e me lançou um daqueles olhares matadores antes de entrar no depósito para buscar algo. Fui atrás dela, e dei um belo beliscão na bunda.
—Anima essa cara, Lucy, que você tem que conquistar o chefe —falei, sorrindo maliciosamente—. Não vai ser difícil. Ele tá morrendo de vontade de te comer.
—Me deixa em paz, animal —ela sibilou, furiosa mas submissa— Ainda dói o que você fez... Me tratou pior que uma puta.
—Como você merece. E não se preocupa com a dor, que até segunda-feira você vai estar novinha.
Dei uma tapa forte na bunda dela e saí do depósito, satisfeito com o rumo dos acontecimentos. Lá pelas quatro horas dono Fulgencio foi pra casa, e Lucinda saiu pouco depois. Adelita tava na casa dos tios (essa tarde teria que jogar sozinho). Então dona Paca e eu ficamos completamente sozinhos no local. Mesmo assim, ela fechou a porta da cozinha e a janelinha, e se aproximou de mim ansiosa, falando em sussurros.
—Me conta, o que aconteceu ontem? —perguntou.
Tinha os olhos marejados e vermelhos de álcool, as bochechas roliças ardentes e os lábios grossos brilhando de gordura, porque além de beber a gigantona não parava de comer. Me deu um pouco de pena, e acariciei o ombro dela enquanto falava.
—Lucinda saiu de casa na hora da sesta, e a segui até La Becerra...
—Puta safada! É lá que eles se encontram! Eu sabia! —exclamou, cuspindo as palavras.
—Calma, deixa eu terminar. Segui ela até o motel, vi ela entrar e vi ela sair uma hora depois, mas não vi seu marido, nem vi o carro dele estacionado lá fora.
A Chefe me olhou confusa, ainda bufando. Agora era quando começava minha parte da conspiração, e tinha que ser convincente.
—Não consegui tirar nenhuma foto, mas tenho um plano para segunda-feira que vem.
Contei a ela que, quando já estava indo embora para casa irritado com o fracasso da minha missão, tinha reparado numa árvore de cujos galhos dava para ver as janelas da pensão, e prometi que na próxima vez eu subiria e esperaria até pegá-los no flagra. Não mencionei, claro, que eu conseguia escalar a fachada.
—Tenha paciência, Paquita. Na próxima segunda-feira eles não escapam.
—Assim espero, mas toma cuidado para não cair —disse, um pouco decepcionada por ter que esperar mais uma semana— E muito obrigada de novo por me ajudar.
Uma lágrima escorreu pela sua bochecha, e eu a limpei com o polegar, acariciando seu rosto rechonchudo, o que arrancou dela um leve sorriso. Percebi que ela estava muito perto, com seu corpo enorme quase roçando no meu. Seu hálito perfumado de cerveja e fritura me abriu o apetite, e o calor de suas curvas exageradas despertou a fera. Minha insaciável jibóia começou a inchar sob o tecido fino da calça de cozinha e não me esforcei para disfarçar.
—Me diga uma coisa, Paquita. Já sei que não é da minha conta, mas a senhora ama o dono Fulgencio?
—Eu amava, mas agora não mais. Olha, não vou ficar deprimida quando me divorciar e tirar uma grana dele —confessou, recuperando a compostura— Mas ele me trair com aquela gostosa me dói, claro, como doeria em qualquer um. Além disso...
—Além disso, o quê?
—Ele nunca me amou. Sempre esteve apaixonado por outra, e se casou comigo por despeito.
Fiquei me perguntando quem seria essa outra. Certamente não era a Lucinda, pois quando eles se casaram meus patrões, ela nem morava na cidade (nem no país). Pensei em várias mulheres que eu conhecia e que tinham mais ou menos a idade da dona Paca.
—E quem é essa outra? —perguntei, mais para continuar a conversa.
—Pois é seu filho, sua mãe, sua mãe.
A revelação me pegou de surpresa, e minha primeira reação foi uma risada nervosa. Em alguma ocasião tinha reparado que o dono do aviário olhava para a mamãe com desejo, mas era algo que muitos homens faziam, e não dei muita importância. O que dona Paca dizia, por um lado, me repugnava, pois a ideia de don Fulgencio sequer tocar na pele da minha mãe era ridícula, mas por outro lado me fez sentir mais perto do meu chefe, aumentando minha afinidade com ele. Afinal de contas, eu também estava praticamente apaixonado por ela.
—Tá de brincadeira? —disse finalmente, depois de superar o impacto inicial.
—Não, de jeito nenhum. Ele te quer desde que era um rapaz, mas ela o rejeitou várias vezes. Até brigou com seu pai uma vez, mas claro, com o Fulgencio sendo tão baixinho e seu pai tão grande, ele deu uma porrada que quase o matou. Pouco depois começou a me rondar, não sei se para dar ciúmes na sua mãe ou o quê, mas a questão é que no final nos casamos. E até hoje.
Fiquei pensativo por alguns segundos, concordando com a cabeça sem saber muito bem o que dizer. Será que don Fulgencio, depois que se divorciasse, tentaria conquistá-la de novo? Se tentasse, não só teria que lidar com os punhos do papai, mas também com os meus.
—Já falei demais, né? É que eu sou uma fofoqueira...
—Não se preocupe, Paquita, não tem problema. Passado é passado.
Coloquei um braço sobre seus ombros, algo para o que tive que ficar na ponta dos pés, e me aproximei mais. Dessa vez, o volume da minha calça roçou na coxa dela, apertada em uma calça branca de cozinha desgastada que ficava um pouco transparente. Apesar do torpor da cerveja, ela percebeu e olhou para baixo. Temei que ela me afastasse com um empurrão ao ver suas sobrancelhas se levantarem e a boca se torcer, mas em vez disso, ela acariciou o pacote com a mão.
—Me diz uma coisa, Ulises, você acha que... eu ainda sou atraente?
—Que pergunta, Paquita, não tá vendo como você tá me deixando de pau duro?
—É, de pau duro mesmo. Olha só como você cresceu, tesouro. Ainda me lembro quando você era um menino que vinha aos domingos com seus pais para almoçar.
Enquanto Falava, com aquela nostalgia espessa que só o álcool traz, desabotoou minha calça e baixou o zíper, enfiou a mão por dentro da cueca e libertou minha cobra de um olho só, que ficou olhando pra ela com a cabeça vermelha apontada pro teto. Eu retribuí baixando o braço dos ombros dela pra agarrar com a mão cheia uma das nádegas imensas, apertando à vontade, e com a outra mão comecei a desamarrar o avental cheio de manchas.
—Vai ver que quando ficar livre de novo, os solteiros da cidade vão fazer fila pra te rondar — falei, me erguendo mais pra aproximar a boca do ouvido dela.
—Ah, para... se fizerem, vai ser pelo dinheiro.
—Se fizerem, vai ser por isso. — Acompanhei a afirmação com uma palmada forte na bunda dela, que fez a carne abundante vibrar como gelatina —. Quando eu era um pirralho e vinha com meus pais, como a senhora diz, já batia uma punheta todo dia pensando nesse rabão lindo.
Isso era verdade. Dona Paca tinha ocupado um lugar de destaque nas minhas primeiras fantasias de punheta, dividindo os primeiros lugares com minha mãe, a peixeira peituda que sempre se inclinava muito pra frente pra pegar a merluza, aquela apresentadora da TV que aparecia de manhã de salto alto e saia curta, e algumas colegas da escola que já estavam começando a se desenvolver. Pelo visto, a primeira dessas fantasias que ia se realizar seria com a mulher do frangueiro.
—Que coisas mais bonitas você me diz... — disse Paquita, não sei se com certa ironia ou séria.
Tirei o avental dela e continuei com o casaco de cozinha, arrancando quase as duas fileiras de botões na minha impaciência pra ver o que escondia. E finalmente, puxando o sutiã pra baixo pra libertá-las completamente, me encontrei cara a cara com os peitos maiores que já vi na vida, dois cântaros pálidos que nem o King Kong conseguiria segurar numa mão só, com aréolas do tamanho de biscoitos e mamilos que dariam pra pendurar um casaco molhado.
—Caralho, Paquita, mas que exagero de peitos! — exclamei, sinceramente admirado.
— Ufa, me diga, que às vezes tenho umas dores nas costas... Até pensei em operar para reduzir.
— Isso teria sido um crime.
— Também não exagere... Aiii! Não morda tão forte que eles estão muito sensíveis.
— Mmmm... perdoa, assim melhor?
— Nossa, muito melhor! Assim, assim, chupa que você está me deixando maluca...
Obedeci minha chefe, sugando seus bicos como um bebê mamando e apertando com os dedos os odres suados de pele pálida. Até enfiei o rosto entre os dois e fiz barulhinhos com a boca, o que provocou cócegas e uma risadinha aguda parecida com o cacarejo de uma galinha. Enfiei a mão por baixo da calça e da calcinha, encontrando uma mata de pelo crespo grossa, e uma buceta molhada e inchada, grande como a de uma sexy girl, que pulsava contra meus dedos.
— Você está muito excitada, Paquita — disse. Levantei a mão encharcada de fluidos e ela deixou que eu a enfiasse quase inteira na boca, saboreando seu próprio molho.
— Mmm... já te falo... quente como uma puta você me deixou. O desgraçado do seu chefe não me toca há meses.
— Ele que perde. Se coloca aí com a bunda empinada, que vou te dar linguiça da boa.
— Como a que seu pai faz na fábrica, né? Hi, hi, hi!
— Deixa meu pai que me desconcentra... Vamos, vamos à ação.
Ela se inclinou para frente e apoiou os cotovelos em uma das mesas da cozinha, afastando várias daquelas bandejas descartáveis prateadas com frangos assados ainda quentes e outras com batatas fritas. Desci sua calça até os tornozelos, e dei algumas palmadas, não muito fortes, para ver suas carnes tremendo.
— Ai! Você está me castigando por ter feito você descascar tantas batatas, hein? — disse ela, olhando para trás com malícia. Dava para perceber na voz o quanto estava bêbada, e não sei por que isso aumentou minha excitação.
— E mais ainda vou castigar... — ameacei, dando mais palmadas dessa vez com uma escumadeira de metal.
—Uiii! Ainda está quente...
—Mas não queima, né?
—Não, não queima. Continua, continua... deixa minhas nádegas vermelhas e quentinhas, que eu gosto.
Eu a açoitei por alguns minutos, me deliciando com seus gemidos, suspiros e ordens. "Me dá mais... agora com uma frigideira, vamos..." Não sei se era o álcool, ou o quanto ela estava precisando, mas nunca imaginei dona Paca se comportando dessa forma. Ela separou um pouco mais as pernas, e entre suas coxas, três vezes mais grossas que as minhas, vislumbrei a buceta faminta e melada. A essa altura, a pele delicada de suas nádegas estava vermelha ao máximo e minha rola estava quase explodindo.
Me despi completamente, jogando a roupa no chão sem me preocupar em sujar. Queria estar confortável e ter total liberdade de movimentos para escalar aquela montanha imponente. Fiquei atrás dela, em pé, e pela primeira vez na vida tive que ficar na ponta dos pés para enfiar de trás na racha de uma mulher. Teria facilitado se ela dobrasse os joelhos, mas ao mesmo tempo em que a penetrei percebi que ela estava devorando com grandes mordidas um frango assado, lambuzando os dedos e o rosto de gordura.
—Caralho, Paquita... vai comer enquanto eu te como?
—Mmm... sim, não tem problema, você continua, continua... mmfff... é que assim eu gosto mais...
Estiquei os braços para agarrar seus peitões, que estavam esmagados contra a mesa, e comecei a bombar com enfiadas brutais, certo de que não poderia machucar uma mulher daquele tamanho. Ela gemia de prazer, se lambuzava e suspirava, em parte pela minha foda vigorosa e em parte pelo banquete que estava fazendo. Em cinco minutos ela deixou só os ossos do primeiro frango, enfiou os dedos na gordura líquida no fundo da travessa e os lambeu com entusiasmo.
—Gosta da gorduchinha, hein?
—Sim... é a melhor parte... mmmm.
Peguei o prato prateado de suas mãos, levantei sobre sua bunda e Deixei cair sobre as nádegas dela uma cascata de óleo morno. Em seguida, espalhei com as mãos, dando um massagem escorregadia em suas nádegas maltratadas, untando as coxas, as panturrilhas volumosas, e até meu pau, que com o novo lubrificante entrava e saía dela com uma facilidade impressionante. Paquita atacou o segundo prato: uma porção generosa de batatas fritas, que começou a enfiar na boca aos punhados.
A verdade é que o cheiro estava abrindo meu apetite também. Estiquei o braço até a mesa, arranquei uma coxa de outro frango e dei uma mordida, fazendo uma pausa com o membro bem dentro de sua boceta monumental. Já tinha percebido que a amplitude da porta da frente não me dava muito prazer, então, afastando os montes gordurosos de carne para deixá-la à vista, decidi tentar a sorte na traseira.
—Gosta por trás, Paquita?
—Pelo cu? —disse, depois de engolir o que tinha na boca quase sem mastigar—. Meu marido às vezes me dava por aí, mas como ele tem pequeno quase nem sentia.
—Eu não tenho pequeno, já viu.
—É, filho... O seu com certeza vou sentir. —Enfiou na boca outro punhado de batatas, olhou para trás e piscou para mim. Estava vermelha e pingava suor por todo o rosto—. Vai... me fode no cu.
Coloquei a ponta do meu aríete em posição, apertada contra sua bunda, aproximei a coxa de frango que tinha na mão da boca dela e ela deixou o osso limpo a mordidas em questão de segundos. Coloquei o osso atravessado na boca dela, como se fosse a mordaça de um cavalo, e quando enfiei, sem pressa mas sem pausa, pude ver como ela o mordia até fazer estalar, ficando ainda mais vermelha e grunhindo como uma porca.
Tinha chegado a hora de montar a gostosa. Com um movimento hábil, agarrei seus ombros e coloquei os pés na mesa, de ambos os lados de seus quadris. A posição era arriscada, principalmente por causa da quantidade de molho escorregadia em nossos corpos, mas minha vara cravada tão fundo na sua bunda era suficiente para evitar que eu caísse no chão. Montei nela como sempre sonhei, movendo-me pra cima e pra baixo como um jóquei no Kentucky Derby, tirando quase toda pra depois enfiar de volta com uma forte empurrada pra baixo. Até me atrevi a soltar uma das mãos pra dar outro tapa nela.
Logo estava encharcado de suor, tanto quanto ela, e ofegante de puro cansaço apesar da minha proverbial resistência. Dona Paca, ofegando cada vez mais rápido e soltando uns gritinhos que a faziam cuspir pedaços de carne e batata, gozou de forma tão violenta que quase me derrubou com os tremores e sacudidas que tomaram todo seu corpo enorme.
— Quer... quer a sobremesa, Paquita?
— Sim... me dá... me dá seu leite, pelo amor de Deus...
Quando estava prestes a encher sua bunda com creme, libertei-a da minha selvagem sodomia e pulei no chão. Com uma velocidade surpreendente, peguei um pratinho de uma prateleira, tirei um pudim de baunilha da geladeira, servi no prato e joguei a embalagem num canto. Dona Paca tinha se levantado, e ao virar, a tontura da cerveja e da cavalgada a fizeram cambalear e cair sentada no chão. Fiquei na frente dela, com o pudim trêmulo na altura das bolas, e ela entendeu na hora o que tinha que fazer.
Ela agarrou meu cabo com as duas mãos e me ordenhou com força até que uma torrente de creme quente cobriu o pudim, respingando também no prato e no rosto dela. O orgasmo intenso e prolongado quase me fez desmaiar; dei uns passos pra trás e sentei num saco de batatas, podendo ver minha chefe engolindo o pudim coberto com meu sêmen num gole barulhento, lambendo o prato depois até deixar limpo, e até levando à boca com os dedos as gotinhas brancas que mancharam seu rosto. Ela tinha adorado a sobremesa.
Precisamos de quase um quarto de hora no chão da cozinhamos para repor as energias, e outro para limpar nos banheiros do local nossos corpos oleosos. Sem falar muito, terminamos de arrumar a cozinha e fomos para casa.
—Muito obrigada —dona Paca me disse antes de nos despedirmos—. Você não imagina como eu precisava de algo assim.
—Obrigado a senhora. Mas não espere que se repita logo... estou destruído.
—Há, há, há! Pois descanse, filho, que você mereceu.
Continua....
Na terça-feira, acordei mais cedo que o normal. Tinha dormido a noite toda, e me aproximei da janela esticando os braços para ver o amanhecer sobre as montanhas e os telhados da cidade. Sorri ao lembrar do que acontecera na noite anterior, e minha ereção matinal se intensificou tanto que meu pau levantou a cabeça para o sol e o cumprimentou balançando pra cima e pra baixo.
Meu pai estava tomando café na cozinha, e como não queria estragar meu bom humor vendo a cara de adúltero dele, decidi ficar no meu quarto até que ele fosse trabalhar. Aproveitei esses quinze ou vinte minutos para copiar as fotos da minha câmera para uma pasta no computador. Eram umas trinta, cada uma mais excitante que a outra, e olha que a mamãe não estava nua. Apertei o botão de "apresentação de slides", para que fossem aparecendo uma a uma em tela cheia, e me masturbei com calma, me deliciando com cada curva do seu corpo carnudo. Foi uma forma excelente de começar o dia.
Quando ouvi a porta da frente fechar e o vozeirão do meu pai se despedindo, me vesti e fui tomar café. A atitude da minha mãe não parecia diferente de qualquer outro dia normal; ela se movia entre a pia, a geladeira e a mesa com sua energia habitual, com o roupão bem fechado e as pantufas aquecendo os pés que tanto me fizeram gozar umas oito horas antes. Ela retribuiu o beijo de bom dia que dei na sua bochecha, e enquanto tomava café não fez nenhum comentário sobre o que acontecera.
— Eu estava vendo as fotos, mamãe. Você ficou muito bem — falei, depois de um tempo.
— Você guardou elas direito, né? — perguntou, preocupada.
— Estão no meu notebook, e eu sou o único que mexe nele.
— E se entra um hacker desses e rouba elas?
— Ah, para! Não vê tanta filmes, mami —zoei. —É, pode rir, mas seu pai quase nos pegou. Quando eu saí, ele estava me procurando, e tive que dizer que tinha saído para pegar a roupa no varal. Ainda bem que ele estava meio dormindo e não desconfiou de nada —ela disse, com um tom preocupado. —Ele estava te procurando porque queria... fazer? —Não. Ontem à noite ele estava cansado. —Claro —disse eu, num tom que despertou as suspeitas da minha mãe. Minha mente foi invadida pelas imagens do hotel La Bacerra, e fiquei feliz que naquela noite ele não tivesse tocado nela com aquela vara contaminada pelos fluidos da Lucinda. —Como assim "claro"? O coitado passou a tarde toda na fábrica trabalhando, é normal que estivesse cansado. Além do mais, já te disse que o que seu pai e eu fazemos no quarto não é da sua conta. —Nem o que você e eu fazemos no meu quarto é da conta dele. Engoli meu café, levantei para deixar a xícara na pia e a agarrei pela cintura com a outra mão. Puxei-a suavemente para perto de mim e dei um beijo longo no seu pescoço, perto da orelha, aspirando o perfume natural do seu cabelo. —Ai, meu filho... Isso não vai acabar bem. —Não seja tão dramática. Apertei seu corpo macio contra o meu e considerei a possibilidade de ligar para a loja de frangos e dizer que estava doente. Mas tinha sido ela quem me arranjara o emprego, e eu não queria deixá-la mal passando por cima das minhas obrigações quando tinha apenas três dias no La Cresta de Oro. Além do mais, minha chefe paranoica devia estar ansiosa para saber se eu tinha descoberto algo na tarde anterior. Mamãe não me olhava, concentrada na pia, e sua reação ao meu abraço foi um suspiro prolongado. Busquei seus lábios com os meus, e ela permitiu que eu os beijasse, mas quando tentei enfiar a língua, ela virou o rosto e colocou a mão no meu peito para me afastar. —Vai logo, você vai se atrasar para o trabalho. Afastei-me dela a contragosto, roubando um último beijo rápido no canto de sua boca relutante, e saí da cozinha. empalmado de novo igual um burro, mas saboreando uma recompensa que estava cada vez mais perto.
*****
A manhã no frango assado foi tranquila. Teve pouca clientela, e dona Paca não parava de me lançar olhares intensos enquanto trabalhávamos. Era comum minha chefe beber uma latinha de cerveja no almoço, mas naquele dia ela não parava de enfiar uma atrás da outra goela abaixo. Apesar da corpulência dela, se continuasse bebendo naquele ritmo, estaria bêbada antes das três.
Don Fulgencio não percebeu. Como de costume, ignorava a esposa, preparava os frangos para o espeto com movimentos experientes e falava comigo sobre futebol ou touradas, dois assuntos que tínhamos em comum. A verdade é que, apesar da minha repugnância inicial, o mestre do frango estava começando a cair nas minhas graças. Ele tinha um senso de humor negro e ácido que me fez soltar mais de uma gargalhada, e sua forma de ver o mundo não era muito diferente da minha. Fiquei com um pouco de pena do que ia acontecer com ele se os planos saíssem como eu esperava, mas não o suficiente para voltar atrás.
Em certo momento, dona Paca saiu da cozinha para ir ao banheiro e começamos a falar sobre mulheres, outro assunto que compartilhávamos.
— É que são todas umas putas — afirmou meu chefe. — Olha a cubana, o dia todo com aqueles modelinhos apertados, pedindo porrada. Minha mulher não acha graça nenhuma, e diz para eu demiti-la porque é uma vagabunda, mas pussy, ela faz bem o trabalho dela, e os clientes gostam. Se alguém vem pra ver ela rebolando o bum e de quebra compra um frango, melhor ainda, né?
— Pois é.
— E que rabo que ela tem. Dá vontade de esfregar a cock nela e enfiar até a alma — disse Fulgencio, com seus olhinhos de rato brilhando de luxúria.
"Nem é tudo isso", pensei eu, que já tinha experimentado a retaguarda da Lucinda no banco de trás do meu carro. O que estava claro e confirmado é que o chefe estava morrendo de vontade de dar uma metida nela, e isso beneficiava meus planos.
Dona Paca voltou, com outra Cerveja na mão, e mudamos de assunto. Um tempo depois saí no corredor para esticar as pernas, e me encontrei com a caixa. Tava tão provocante como de costume, mas estava mais séria, e me lançou um daqueles olhares matadores antes de entrar no depósito para buscar algo. Fui atrás dela, e dei um belo beliscão na bunda.
—Anima essa cara, Lucy, que você tem que conquistar o chefe —falei, sorrindo maliciosamente—. Não vai ser difícil. Ele tá morrendo de vontade de te comer.
—Me deixa em paz, animal —ela sibilou, furiosa mas submissa— Ainda dói o que você fez... Me tratou pior que uma puta.
—Como você merece. E não se preocupa com a dor, que até segunda-feira você vai estar novinha.
Dei uma tapa forte na bunda dela e saí do depósito, satisfeito com o rumo dos acontecimentos. Lá pelas quatro horas dono Fulgencio foi pra casa, e Lucinda saiu pouco depois. Adelita tava na casa dos tios (essa tarde teria que jogar sozinho). Então dona Paca e eu ficamos completamente sozinhos no local. Mesmo assim, ela fechou a porta da cozinha e a janelinha, e se aproximou de mim ansiosa, falando em sussurros.
—Me conta, o que aconteceu ontem? —perguntou.
Tinha os olhos marejados e vermelhos de álcool, as bochechas roliças ardentes e os lábios grossos brilhando de gordura, porque além de beber a gigantona não parava de comer. Me deu um pouco de pena, e acariciei o ombro dela enquanto falava.
—Lucinda saiu de casa na hora da sesta, e a segui até La Becerra...
—Puta safada! É lá que eles se encontram! Eu sabia! —exclamou, cuspindo as palavras.
—Calma, deixa eu terminar. Segui ela até o motel, vi ela entrar e vi ela sair uma hora depois, mas não vi seu marido, nem vi o carro dele estacionado lá fora.
A Chefe me olhou confusa, ainda bufando. Agora era quando começava minha parte da conspiração, e tinha que ser convincente.
—Não consegui tirar nenhuma foto, mas tenho um plano para segunda-feira que vem.
Contei a ela que, quando já estava indo embora para casa irritado com o fracasso da minha missão, tinha reparado numa árvore de cujos galhos dava para ver as janelas da pensão, e prometi que na próxima vez eu subiria e esperaria até pegá-los no flagra. Não mencionei, claro, que eu conseguia escalar a fachada.
—Tenha paciência, Paquita. Na próxima segunda-feira eles não escapam.
—Assim espero, mas toma cuidado para não cair —disse, um pouco decepcionada por ter que esperar mais uma semana— E muito obrigada de novo por me ajudar.
Uma lágrima escorreu pela sua bochecha, e eu a limpei com o polegar, acariciando seu rosto rechonchudo, o que arrancou dela um leve sorriso. Percebi que ela estava muito perto, com seu corpo enorme quase roçando no meu. Seu hálito perfumado de cerveja e fritura me abriu o apetite, e o calor de suas curvas exageradas despertou a fera. Minha insaciável jibóia começou a inchar sob o tecido fino da calça de cozinha e não me esforcei para disfarçar.
—Me diga uma coisa, Paquita. Já sei que não é da minha conta, mas a senhora ama o dono Fulgencio?
—Eu amava, mas agora não mais. Olha, não vou ficar deprimida quando me divorciar e tirar uma grana dele —confessou, recuperando a compostura— Mas ele me trair com aquela gostosa me dói, claro, como doeria em qualquer um. Além disso...
—Além disso, o quê?
—Ele nunca me amou. Sempre esteve apaixonado por outra, e se casou comigo por despeito.
Fiquei me perguntando quem seria essa outra. Certamente não era a Lucinda, pois quando eles se casaram meus patrões, ela nem morava na cidade (nem no país). Pensei em várias mulheres que eu conhecia e que tinham mais ou menos a idade da dona Paca.
—E quem é essa outra? —perguntei, mais para continuar a conversa.
—Pois é seu filho, sua mãe, sua mãe.
A revelação me pegou de surpresa, e minha primeira reação foi uma risada nervosa. Em alguma ocasião tinha reparado que o dono do aviário olhava para a mamãe com desejo, mas era algo que muitos homens faziam, e não dei muita importância. O que dona Paca dizia, por um lado, me repugnava, pois a ideia de don Fulgencio sequer tocar na pele da minha mãe era ridícula, mas por outro lado me fez sentir mais perto do meu chefe, aumentando minha afinidade com ele. Afinal de contas, eu também estava praticamente apaixonado por ela.
—Tá de brincadeira? —disse finalmente, depois de superar o impacto inicial.
—Não, de jeito nenhum. Ele te quer desde que era um rapaz, mas ela o rejeitou várias vezes. Até brigou com seu pai uma vez, mas claro, com o Fulgencio sendo tão baixinho e seu pai tão grande, ele deu uma porrada que quase o matou. Pouco depois começou a me rondar, não sei se para dar ciúmes na sua mãe ou o quê, mas a questão é que no final nos casamos. E até hoje.
Fiquei pensativo por alguns segundos, concordando com a cabeça sem saber muito bem o que dizer. Será que don Fulgencio, depois que se divorciasse, tentaria conquistá-la de novo? Se tentasse, não só teria que lidar com os punhos do papai, mas também com os meus.
—Já falei demais, né? É que eu sou uma fofoqueira...
—Não se preocupe, Paquita, não tem problema. Passado é passado.
Coloquei um braço sobre seus ombros, algo para o que tive que ficar na ponta dos pés, e me aproximei mais. Dessa vez, o volume da minha calça roçou na coxa dela, apertada em uma calça branca de cozinha desgastada que ficava um pouco transparente. Apesar do torpor da cerveja, ela percebeu e olhou para baixo. Temei que ela me afastasse com um empurrão ao ver suas sobrancelhas se levantarem e a boca se torcer, mas em vez disso, ela acariciou o pacote com a mão.
—Me diz uma coisa, Ulises, você acha que... eu ainda sou atraente?
—Que pergunta, Paquita, não tá vendo como você tá me deixando de pau duro?
—É, de pau duro mesmo. Olha só como você cresceu, tesouro. Ainda me lembro quando você era um menino que vinha aos domingos com seus pais para almoçar.
Enquanto Falava, com aquela nostalgia espessa que só o álcool traz, desabotoou minha calça e baixou o zíper, enfiou a mão por dentro da cueca e libertou minha cobra de um olho só, que ficou olhando pra ela com a cabeça vermelha apontada pro teto. Eu retribuí baixando o braço dos ombros dela pra agarrar com a mão cheia uma das nádegas imensas, apertando à vontade, e com a outra mão comecei a desamarrar o avental cheio de manchas.
—Vai ver que quando ficar livre de novo, os solteiros da cidade vão fazer fila pra te rondar — falei, me erguendo mais pra aproximar a boca do ouvido dela.
—Ah, para... se fizerem, vai ser pelo dinheiro.
—Se fizerem, vai ser por isso. — Acompanhei a afirmação com uma palmada forte na bunda dela, que fez a carne abundante vibrar como gelatina —. Quando eu era um pirralho e vinha com meus pais, como a senhora diz, já batia uma punheta todo dia pensando nesse rabão lindo.
Isso era verdade. Dona Paca tinha ocupado um lugar de destaque nas minhas primeiras fantasias de punheta, dividindo os primeiros lugares com minha mãe, a peixeira peituda que sempre se inclinava muito pra frente pra pegar a merluza, aquela apresentadora da TV que aparecia de manhã de salto alto e saia curta, e algumas colegas da escola que já estavam começando a se desenvolver. Pelo visto, a primeira dessas fantasias que ia se realizar seria com a mulher do frangueiro.
—Que coisas mais bonitas você me diz... — disse Paquita, não sei se com certa ironia ou séria.
Tirei o avental dela e continuei com o casaco de cozinha, arrancando quase as duas fileiras de botões na minha impaciência pra ver o que escondia. E finalmente, puxando o sutiã pra baixo pra libertá-las completamente, me encontrei cara a cara com os peitos maiores que já vi na vida, dois cântaros pálidos que nem o King Kong conseguiria segurar numa mão só, com aréolas do tamanho de biscoitos e mamilos que dariam pra pendurar um casaco molhado.
—Caralho, Paquita, mas que exagero de peitos! — exclamei, sinceramente admirado.
— Ufa, me diga, que às vezes tenho umas dores nas costas... Até pensei em operar para reduzir.
— Isso teria sido um crime.
— Também não exagere... Aiii! Não morda tão forte que eles estão muito sensíveis.
— Mmmm... perdoa, assim melhor?
— Nossa, muito melhor! Assim, assim, chupa que você está me deixando maluca...
Obedeci minha chefe, sugando seus bicos como um bebê mamando e apertando com os dedos os odres suados de pele pálida. Até enfiei o rosto entre os dois e fiz barulhinhos com a boca, o que provocou cócegas e uma risadinha aguda parecida com o cacarejo de uma galinha. Enfiei a mão por baixo da calça e da calcinha, encontrando uma mata de pelo crespo grossa, e uma buceta molhada e inchada, grande como a de uma sexy girl, que pulsava contra meus dedos.
— Você está muito excitada, Paquita — disse. Levantei a mão encharcada de fluidos e ela deixou que eu a enfiasse quase inteira na boca, saboreando seu próprio molho.
— Mmm... já te falo... quente como uma puta você me deixou. O desgraçado do seu chefe não me toca há meses.
— Ele que perde. Se coloca aí com a bunda empinada, que vou te dar linguiça da boa.
— Como a que seu pai faz na fábrica, né? Hi, hi, hi!
— Deixa meu pai que me desconcentra... Vamos, vamos à ação.
Ela se inclinou para frente e apoiou os cotovelos em uma das mesas da cozinha, afastando várias daquelas bandejas descartáveis prateadas com frangos assados ainda quentes e outras com batatas fritas. Desci sua calça até os tornozelos, e dei algumas palmadas, não muito fortes, para ver suas carnes tremendo.
— Ai! Você está me castigando por ter feito você descascar tantas batatas, hein? — disse ela, olhando para trás com malícia. Dava para perceber na voz o quanto estava bêbada, e não sei por que isso aumentou minha excitação.
— E mais ainda vou castigar... — ameacei, dando mais palmadas dessa vez com uma escumadeira de metal.
—Uiii! Ainda está quente...
—Mas não queima, né?
—Não, não queima. Continua, continua... deixa minhas nádegas vermelhas e quentinhas, que eu gosto.
Eu a açoitei por alguns minutos, me deliciando com seus gemidos, suspiros e ordens. "Me dá mais... agora com uma frigideira, vamos..." Não sei se era o álcool, ou o quanto ela estava precisando, mas nunca imaginei dona Paca se comportando dessa forma. Ela separou um pouco mais as pernas, e entre suas coxas, três vezes mais grossas que as minhas, vislumbrei a buceta faminta e melada. A essa altura, a pele delicada de suas nádegas estava vermelha ao máximo e minha rola estava quase explodindo.
Me despi completamente, jogando a roupa no chão sem me preocupar em sujar. Queria estar confortável e ter total liberdade de movimentos para escalar aquela montanha imponente. Fiquei atrás dela, em pé, e pela primeira vez na vida tive que ficar na ponta dos pés para enfiar de trás na racha de uma mulher. Teria facilitado se ela dobrasse os joelhos, mas ao mesmo tempo em que a penetrei percebi que ela estava devorando com grandes mordidas um frango assado, lambuzando os dedos e o rosto de gordura.
—Caralho, Paquita... vai comer enquanto eu te como?
—Mmm... sim, não tem problema, você continua, continua... mmfff... é que assim eu gosto mais...
Estiquei os braços para agarrar seus peitões, que estavam esmagados contra a mesa, e comecei a bombar com enfiadas brutais, certo de que não poderia machucar uma mulher daquele tamanho. Ela gemia de prazer, se lambuzava e suspirava, em parte pela minha foda vigorosa e em parte pelo banquete que estava fazendo. Em cinco minutos ela deixou só os ossos do primeiro frango, enfiou os dedos na gordura líquida no fundo da travessa e os lambeu com entusiasmo.
—Gosta da gorduchinha, hein?
—Sim... é a melhor parte... mmmm.
Peguei o prato prateado de suas mãos, levantei sobre sua bunda e Deixei cair sobre as nádegas dela uma cascata de óleo morno. Em seguida, espalhei com as mãos, dando um massagem escorregadia em suas nádegas maltratadas, untando as coxas, as panturrilhas volumosas, e até meu pau, que com o novo lubrificante entrava e saía dela com uma facilidade impressionante. Paquita atacou o segundo prato: uma porção generosa de batatas fritas, que começou a enfiar na boca aos punhados.
A verdade é que o cheiro estava abrindo meu apetite também. Estiquei o braço até a mesa, arranquei uma coxa de outro frango e dei uma mordida, fazendo uma pausa com o membro bem dentro de sua boceta monumental. Já tinha percebido que a amplitude da porta da frente não me dava muito prazer, então, afastando os montes gordurosos de carne para deixá-la à vista, decidi tentar a sorte na traseira.
—Gosta por trás, Paquita?
—Pelo cu? —disse, depois de engolir o que tinha na boca quase sem mastigar—. Meu marido às vezes me dava por aí, mas como ele tem pequeno quase nem sentia.
—Eu não tenho pequeno, já viu.
—É, filho... O seu com certeza vou sentir. —Enfiou na boca outro punhado de batatas, olhou para trás e piscou para mim. Estava vermelha e pingava suor por todo o rosto—. Vai... me fode no cu.
Coloquei a ponta do meu aríete em posição, apertada contra sua bunda, aproximei a coxa de frango que tinha na mão da boca dela e ela deixou o osso limpo a mordidas em questão de segundos. Coloquei o osso atravessado na boca dela, como se fosse a mordaça de um cavalo, e quando enfiei, sem pressa mas sem pausa, pude ver como ela o mordia até fazer estalar, ficando ainda mais vermelha e grunhindo como uma porca.
Tinha chegado a hora de montar a gostosa. Com um movimento hábil, agarrei seus ombros e coloquei os pés na mesa, de ambos os lados de seus quadris. A posição era arriscada, principalmente por causa da quantidade de molho escorregadia em nossos corpos, mas minha vara cravada tão fundo na sua bunda era suficiente para evitar que eu caísse no chão. Montei nela como sempre sonhei, movendo-me pra cima e pra baixo como um jóquei no Kentucky Derby, tirando quase toda pra depois enfiar de volta com uma forte empurrada pra baixo. Até me atrevi a soltar uma das mãos pra dar outro tapa nela.
Logo estava encharcado de suor, tanto quanto ela, e ofegante de puro cansaço apesar da minha proverbial resistência. Dona Paca, ofegando cada vez mais rápido e soltando uns gritinhos que a faziam cuspir pedaços de carne e batata, gozou de forma tão violenta que quase me derrubou com os tremores e sacudidas que tomaram todo seu corpo enorme.
— Quer... quer a sobremesa, Paquita?
— Sim... me dá... me dá seu leite, pelo amor de Deus...
Quando estava prestes a encher sua bunda com creme, libertei-a da minha selvagem sodomia e pulei no chão. Com uma velocidade surpreendente, peguei um pratinho de uma prateleira, tirei um pudim de baunilha da geladeira, servi no prato e joguei a embalagem num canto. Dona Paca tinha se levantado, e ao virar, a tontura da cerveja e da cavalgada a fizeram cambalear e cair sentada no chão. Fiquei na frente dela, com o pudim trêmulo na altura das bolas, e ela entendeu na hora o que tinha que fazer.
Ela agarrou meu cabo com as duas mãos e me ordenhou com força até que uma torrente de creme quente cobriu o pudim, respingando também no prato e no rosto dela. O orgasmo intenso e prolongado quase me fez desmaiar; dei uns passos pra trás e sentei num saco de batatas, podendo ver minha chefe engolindo o pudim coberto com meu sêmen num gole barulhento, lambendo o prato depois até deixar limpo, e até levando à boca com os dedos as gotinhas brancas que mancharam seu rosto. Ela tinha adorado a sobremesa.
Precisamos de quase um quarto de hora no chão da cozinhamos para repor as energias, e outro para limpar nos banheiros do local nossos corpos oleosos. Sem falar muito, terminamos de arrumar a cozinha e fomos para casa.
—Muito obrigada —dona Paca me disse antes de nos despedirmos—. Você não imagina como eu precisava de algo assim.
—Obrigado a senhora. Mas não espere que se repita logo... estou destruído.
—Há, há, há! Pois descanse, filho, que você mereceu.
Continua....
1 comentários - O Mestre do Pirocão (Parte 7)