Brandi 14

Já tinham se vestido quando os amigos foram embora. Mas Sean não conseguia parar de pensar no corpo nu da irmã Paula. Agora ela estava vestida com uns shorts bem curtos e justinhos, e uma blusa branca soltinha, sem abotoar e amarrada na cintura. Sean olhava pra irmã com desejo. Tinha ficado totalmente impressionado com o corpo maravilhoso e nu da irmã.

- Foi uma tarde boa, né, irmã.

- Sim, irmão, foi uma tarde incrível. Então, irmão, depois de me ver completamente pelada, pareceu que você achou que eu sou muito gostosa. Eu sei que os caras gostam muito de mim, porque tenho uns peitões bem grandes e sou bem magrinha.

- Bom, irmã, acho que você é muito gostosa, sabe. Foi incrível poder te ver nua. Foi demais. Acho que no final minha namorada ficou um pouco com ciúmes. Amanhã tenho que compensar ela. E aí, irmã, você tem namorado?

- Então, não, Sean. Acho que os caras ficam meio intimidados. Devem pensar que sou uma garota inacessível e que sou mulher demais pra eles. E, claro, eu também sou uma garota tímida e tenho dificuldade de chegar nos caras.

- Sabe, irmã, antes quando estávamos pelados na piscina, fiquei bem excitado ao te ver nua, Paula. Você é minha irmã, claro, mas ao te ver pelada fiquei com tesão, sabe. E bom, quando a gente brincava e eu passava a mão em você, apalpava seus peitos, tava muito tarado. Minha intenção era clara, meter a mão em você.

- Sério, irmão. Me lisonjeia que meu corpo te excite. Claro que eu sou sua própria irmã, mas também sou uma mulher e posso entender que meu corpo nu te deixe nervoso. Acho lógico e normal. Sou sua irmã, mas também uma mulher. Na verdade, às vezes acontece de dois irmãos caírem no incesto e terem relações sexuais. Acho que às vezes pode ser impossível evitar.

- Irmã, eu queria te ver nua de novo.

- Nossa, irmão, já vi que meu corpo nu te deixou Impactado. Fui uma verdadeira sensação e surpresa. Bom, mamãe e papai ainda vão demorar pra chegar em casa. Então acho que vou te mostrar meu corpo pelado de novo.

Paula, brincalhona e provocante, desfez o nó fraco da blusa e finalmente se livrou dela. Como não estava usando sutiã, seus peitos enormes brilharam diante do olhar ansioso do irmão. Paula ria, divertida e dengosa. Em seguida, Paula tirou os shorts e deixou a calcinha escorrer pelas pernas finas até cair no chão. Completamente nua, virou-se e se moveu com movimentos sinuosos na frente do irmão, que a olhava encantado.

— Bom, irmão, já me viu pelada de novo. Viu que não tenho nenhuma vergonha de te mostrar meu corpo nu. Não pode reclamar, com certeza. Acho que deve ser fantástico pra você poder ver sua irmã pelada.

— Gosto de te ver nua, Paula.

Paula se aproximou do irmão e beijou seus lábios com carinho.

— Nossa, irmã, e esse beijo?

— Bom, Sean, tava com vontade de te dar um beijinho na boca. Gosto de ficar pelada na sua frente. Sei lá, me deixa com tesão, sabe. Tô pensando, irmão, talvez eu esteja meio confusa, mas já te falei, tô ficando com muito tesão e sensual, e sei lá, sinto como se te desejasse. Devo estar louca. Preciso me controlar. Tô com uma sensação estranha.

— Alguma vez já chupou a pica de um cara, Paula?

— Pô, que pergunta, hein irmão. Não, claro que não. Se nunca tinha ficado pelada na frente de um cara antes, como ia chupar a pica de um cara!

— Caralho, irmã, não consigo parar de te olhar. Você é muito gostosa. Vem, chega mais e senta no meu colo.

Submissa, Paula obedeceu aos desejos do irmão e se acomodou no colo dele, provocante e sensual. Sean deixou cair habilmente a mão esquerda na entreperna da irmã e começou a enroscar os dedos nos pelos pubianos dela, enquanto a mão direita a segurava pela as costas.
— Gosto que você me acaricie. Me sinto muito bem. Sabe, me dá arrepios sentir você mexendo na minha buceta. Não entendo, não me importo que você toque na minha buceta. Quando eu tiver um namorado, espero que ele seja tão atencioso e gostoso quanto você. —

Paula queria ser mais carinhosa e, arqueando o corpo, sentou-se sobre a virilha do irmão. Imediatamente, Sean aproveitou para apalpar a bunda de Paula sem nenhum pudor. A excitação que sentia por ter a irmã sentada em cima dele fez o pau dele responder, o que o obrigou a se ajeitar. Paula entendeu o problema do irmão e sorriu com malícia, enquanto levantava levemente a bunda para facilitar o gesto dele.

— Irmão, antes você me perguntou se eu já tinha chupado o pau de um garoto. Não sei, mas me parece que na sua cabeça tá passando a ideia de me pedir pra chupar seu pau.

— Bom, irmã, não quero te enganar, e se quiser que eu seja sincero, já pensei nessa possibilidade, em você chupar meu pau. —

— Ai, não sei, irmão. Soa muito pesado uma irmã chupar o pau do próprio irmão. É uma sacanagem. Somos irmãos, Sean. Claro que ficar pelados e deixar você me apalpar também é uma sacanagem. E eu nunca chupei o pau de um garoto. Não teria coragem, me daria muita vergonha.

Sean, ousado, se afastou da irmã, abaixou as calças e mostrou a ela o pau dele, e o tamanho ereto. Paula olhou fixamente para o pau do irmão.

— Ai, irmão, não me tenta. Não posso chupar seu pau. Isso é pecado e uma sacanagem. Além disso, papai e mamãe estão quase chegando. Eu, se você quiser, vou deixar você me ver pelada sempre que quiser, e também vou deixar você me apalpar. Pode me passar a mão toda, amassar meus peitos, mexer na minha buceta e apalpar minha bunda e cada canto do meu corpo sempre que tiver vontade. Mas não podemos esquecer que somos irmãos e essas coisas não devemos fazer. Além disso, eu tenho muita vergonha e não sei fazer isso de... Enfiar uma rola na boca -
- Tá bom, mana. Mas é que olhar teu corpo pelado e passar a mão em você me deixa com muito tesão. Mesmo que seja só uma chupadinha, só um beijinho, mana. Olha, dá um beijinho na ponta da minha rola, mana, e pronto. -
- Poxa, mano, que chato você é! Tá bom, mas só uma chupadinha, hein. -

Paula, generosa, se ajoelhou na frente do irmão e pegou a rola dele na mão. Olhou com atenção. Era a rola do próprio irmão e ela tava segurando com a mão. Sentia a pulsação e o grau de dureza. Paula tava excitada. Paula queria levar a rola do irmão pra boca. E foi o que fez. A primeira intenção era só dar um beijinho carinhoso, mas assim que colocou a rola do irmão na boca, desejou segurá-la e chupar até se fartar. Chupou com carinho, com delicadeza, molhando com a saliva embriagante dela. Sean tava alucinado. A própria irmã dele tava chupando a rola dele. Paula chupava a rola dele, lambia e beijava com toda a paixão. Também quis provar as bolas do irmão e tentou engolir elas.

- Ai, mano, no final tô chupando tua rola. Você conseguiu o que queria. Mas, sabe, eu gosto de chupar tua rola, mano. Sinto curiosidade. Olha, mano, vou esquecer que somos irmãos, tá. Não vai poder reclamar. Acho que sou uma boa irmã. -

Enquanto chupava a rola do irmão, Paula olhava nos olhos dele, com carinho e ternura. Queria ver no olhar do irmão a reação que causava nele a própria irmã chupando a rola dele. O olhar do irmão era confuso e hipnotizado. Sean queria prolongar aquele momento maravilhoso e mágico por uma eternidade, mas a excitação que percorria o corpo dele era maior que o controle, e bem na hora que a irmã engoliu praticamente a rola toda, ele soltou um jorrinho de porra que foi parar dentro da boca da irmã. Sean não conseguiu avisar a irmã, não conseguiu perguntar se ela se importaria dele gozar na boca dela. Paula Ela estava atordoada, não estava preparada, e a boca dela recebeu mais jatos de porra. Paula se sentia sufocada, mas não parou de chupar o pau do irmão enquanto gozava. Paula sentia a abundância da porra do irmão inundar sua boca, aquela sensação pegajosa e o ardor. Quando finalmente Paula abriu a boca, a porra acumulada misturada com a saliva transbordou pelos dois lados e cobriu seu queixo.

- Caralho, irmão, você não me avisou que ia gozar e encheu minha boca toda de porra. Você é um porco e um safado, irmão. Tô com a língua toda melada de porra, e a boca inteira, nojento. -

- Desculpa, irmã, mas não consegui evitar. -

- Tá, tá. Porra, que loucura, não paro de cuspir porra. Caralho, até meus peitos tão manchados da sua porra, irmão. Bom, você deve tá feliz. Caramba, não acredito. Engoli a porra do meu próprio irmão. -

- Pois é, irmã. -

- Bom, irmão, vou dar uma passada no banheiro pra limpar a boca dessa porra, tá. -

Uma vez no banheiro, Paula começou a cuspir na pia e, ao mesmo tempo, beber um pouco de água e cuspir porra. Depois de alguns instantes, Paula sentiu a presença do irmão, que se encostou nela por trás, e percebeu como as mãos dele se agarravam nos peitões dela.

- Tá brava porque não te avisei que ia gozar, irmã? -

- Acontece que eu não esperava que você fosse gozar na minha boca e me pegou de surpresa. Só isso, mas não tô brava. Claro que não, bobo. Eu sei que os caras adoram ver as minas engolindo a porra de vocês. Mas, sei lá, irmão, é difícil aceitar que engoli seu leite, sabe. Mas, fazer o quê, tudo bem. -

- Talvez fosse melhor ter te avisado, irmã. E aí, cê gosta do gosto da porra? -

- Bom, irmão, sei lá, tem um gosto diferente. Não sinto muito sabor, mas é quente e pegajoso. Não me desagrada, mas se você tivesse me avisado, não sei se teria deixado, irmão, você gozar... Gozaria na minha boca. Bom, melhor a gente se vestir agora. Mamãe e papai podem chegar a qualquer momento. Bom, irmão, acho que por hoje compartilhamos experiências maravilhosas juntos. A gente se viu pelado, se apalpou, e, bom, no final eu chupei seu pau, irmão, e engoli seu leite. Tô muito feliz, irmão, e não me arrependo de nada. Não se preocupa, não tô brava. —

— Eu também, Paula. Ainda me sinto abalado com o que aconteceu. Você chupou meu pau, irmã, e soa tão chocante. Bom, irmã, você vai me chupar de novo outra hora? —

— A gente vê, irmão. Não me enche o saco, hein, que ainda não tô certa dessa história de chupar seu pau, irmão. Mas, o que vou deixar é você me ver pelada e passar a mão em mim, irmão. Gosto quando você me apalpa toda, irmão. Por enquanto só isso, hein. Não seja tão sem-vergonha. Acho que você tem que ficar satisfeito. —

— Claro que tô satisfeito, irmã. —

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