Brandi 11

E foi assim. Brandi explicou pra amiga Laura que queria mandar um vídeo com umas imagens quentes pra um amigo, pra ele poder curtir vendo o corpo nu dela. Laura conhecia os vícios da Brandi e topou realizar os desejos dela. Elas se conheciam desde pequenas e, apesar das diferenças de gosto, Laura considerava Brandi sua melhor amiga.

Carlota já tinha saído quando Laura bateu na porta de casa. Christian se refugiou no quarto pra deixar o caminho livre pros desejos da irmã Brandi.

— Você só pensa nisso, Brandi. Você é incorrigível.

— Eu sei, Laura, mas eu tô sempre com tanto tesão.

— É curiosa nossa amizade. Somos tão diferentes, Brandi. Eu, uma santinha, e você, Brandi, uma cachorra assumida.

— Não, Laura, não acho que você seja uma santinha. A única coisa é que você precisa se soltar e dar vazão aos seus desejos mais íntimos. Exatamente como eu faço, não penso se tô fazendo certo ou errado. O que importa é que se você deseja algo, tem que fazer. Você sabe, Laura, eu adoro ser comida, me sentir uma puta.

— Eu sou incapaz, Brandi. Reconheço que às vezes gostaria de ser mais ousada e não ser tão tímida, mas é que não consigo. Lembra do Tommy? Ele insistiu tanto pra eu sair com ele que no fim eu aceitei. Pois é, nosso relacionamento só durou umas semanas. No final, ele se cansou de mim. Pouco tempo depois de começarmos a sair, ele já queria me foder, não se contentava em passar a mão e apalpar meu corpo. Na verdade, a única vez que algum cara me viu nua ou que eu vi algum cara nu foi aquele dia que fui com vocês pra praia, sabe.

— Se quiser, Laura, te apresento algum amigo meu, que seja doce e carinhoso, pra te comer com ternura e respeito.

— Ah, não sei, Brandi. Me dá tanta vergonha ficar nua na frente de um cara. Fico tão nervosa só de pensar que ele vai acariciar meu corpo, minhas partes íntimas, minha buceta.

— Eu sei, Laura. Olha, tive uma ideia: a gente pode se despir as duas, e eu começo a... Acariciar teu corpo com suavidade. Você pensa que eu sou um cara e tenta agir naturalmente. -
- Não sei, Brandi, cê acha que vai ser uma boa ideia? -
- Claro que sim, Laura. Somos amigonas pra caralho.

Laura, tímida e indecisa, começou a se despir. Desabotoou todos os botões da blusa e finalmente se livrou dela. Os peitões dela apareciam por baixo do sutiã. Continuou com a calça jeans, deslizando pelas pernas finas. Laura exibia uma silhueta perfeita, com curvas sinuosas e cheias. Aí se atreveu a tirar as roupas íntimas e a nudez completa virou uma realidade linda pra caralho. Brandi, também pelada, sentou do lado da amiga no sofá.

- Sabe, Brandi, eu tô ligada que pros caras eu sou gostosa e que meu corpo desperta os desejos mais safados deles. Não posso reclamar, sou magra mas também sou durinha, tenho uns peitões grandes e firmes, e uma bunda bonita e empinada. Além disso, acho que sou bem bonita e atraente. Sei que os caras desejam meu corpo. -
- Claro que sim, Laura. Nós duas temos a sorte de ser muito gostosas e apetitosas. E os caras babam por umas minas como a gente, cheinhas e, principalmente, com uns peitões enormes. Eu acho que minas como a gente têm que ser generosas e satisfazer os desejos dos caras. -
- Ah, sei lá, Brandi. Pra você é fácil falar. Você é uma mina insaciável e os caras já te comeram um monte de vezes. -
- Sabe, Laura, o primeiro cara que me comeu foi meu próprio irmão. -
- Sério, Brandi. Não acredito. Teu irmão te comeu. -
- É verdade. Tudo rolou num verão que passei as férias com ele. Foi maravilhoso. Graças ao meu irmão, nasceu em mim uma vontade insaciável de foder.

Passei aquele verão inteiro fodendo com meu irmão. Sabe, é tão lindo quando teu irmão te come, você se sente mais unida a ele. Quando senti pela primeira vez a pica do meu irmão penetrando minha buceta, achei que ia morrer de prazer. E a Pau do meu irmão, tão grande e tão linda.
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- Caralho, Brandi, não acredito que você teve coragem de dar pro seu próprio irmão. Soa tão indecente e safado.
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- Por isso é tão gostoso ser comida pelo seu irmão, pelo proibido e tarado que é. Sabe, adoro ser fodida pelo meu irmão.
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- Nossa, eu já morreria de vergonha se meu irmão me pegasse totalmente pelada. Uma vez, meu irmão entrou no meu quarto sem bater e eu estava me trocando. Tava colocando o sutiã e me tapei os peitos como pude, sabe. Que vergonha!
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- Pois é, te juro, Laura, e, principalmente, adoro chupar a pica do meu irmão, sentir ela na minha boca, as pulsações, o calor, e ele gozar na minha boca, me encher de porra grossa e quente.
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- Você é inacreditável, Brandi. Pode ser minha melhor amiga, mas é uma puta de marca maior. Não entendo como podemos ser tão amigas. Talvez seja por isso, por sermos tão diferentes. Embora, te garanto que gostaria de mudar um pouco. Talvez não chegar a ser tão promíscua quanto você, Brandi, mas gostaria de ser um pouco mais ousada.
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- Sério, Laura. Então, sabe, meu irmão está em casa agora. Meu irmão Christian está passando uns dias aqui e agora está no meu quarto.
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- Sério? Que vergonha! E eu aqui, completamente pelada.
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- Bom, Laura, você disse que queria ser mais ousada.
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- É, mas uma coisa é falar e outra bem diferente é a realidade.

Nesse momento, Christian apareceu na porta da sala. Laura, num reflexo instintivo, procurou as roupas pra se cobrir minimamente, com nervosismo evidente e sem sucesso. Brandi, toda safada e graciosa, foi ao encontro do irmão e se abraçou nele com fervor, apertando o corpo nu com vontade, esfregando a boceta no jeans dele. Laura se sentia inquieta e não sabia como reagir àquela situação inesperada. Corajosamente... Brandi apresentou o irmão dela e ela só conseguiu dar um sorriso tímido, sem se levantar do sofá e tentando esconder as partes íntimas. Mal dava pra cobrir os peitos com a blusa e a buceta com a calcinha. A naturalidade que o Christian mostrava e o jeito atraente dele fizeram com que, aos poucos, a Laura vencesse a vergonha, mesmo com um pouco de timidez. Ela sorriu sem graça pro irmão da amiga e não ligou de mostrar o corpo todo pelado.

- Oi, então você é a amiga da minha irmã. Prazer em te conhecer, Laura.

- Oi, Christian, prazer em te conhecer também.

O Christian se aproximou da Laura, beijou primeiro a bochecha dela e depois os lábios. Aí ele olhou o corpo nu dela com cara de safado e sem vergonha, babando na silhueta gostosa, na imensidão e na firmeza dos peitos. A Laura se sentiu intimidada com a cara de pau do irmão da amiga, mas tentou agir natural e esquecer o pudor.

- Nossa, Brandi, sua amiga Laura é uma gostosa mesmo. Que peitão.

- Valeu, Christian, você é muito gentil. Não tô muito acostumada com esses elogios, sabe. A Brandi me contou tudo sobre vocês, e fiquei impressionada. É tão indecente e obsceno dois irmãos treparem.

- É, adoro foder minha irmã Brandi. Bom, Laura, minha irmã Brandi tinha me falado que você era uma garota linda, e tenho que dizer que ela tava certa. E também me disse que você era muito envergonhada.

- Bom, Christian, a verdade é que sou meio tímida e tenho dificuldade em aceitar certas coisas. Mas, como você vê, me sinto bem agora, mesmo sem te conhecer e mostrando meu corpo todo pelado. Tô me sentindo bem. Acho que é também porque a Brandi tá aqui, igualmente nua. Sinceramente, me surpreendo comigo mesma, estando completamente nua na frente de um cara que acabei de conhecer. Pra mim é incrível, sendo tão inocente e ingênua.

- Sabe, Laura, seu rosto me passa doçura e inocência. Mas teu corpo, gata, me deixa louco. Você é uma gostosa, sabia? Tô morrendo de vontade de te foder. -
- Bom, eu, Christian. Até agora nenhum garoto me comeu. Sempre fui uma menina muito recatada, e resisti a dar certas liberdades pros caras. Os caras só pensam na mesma coisa, em se aproveitar das minas, passar a mão e foder elas.

Christian estendeu a mão sem vergonha e apalpou os peitos de Laura, e logo com as duas mãos ficou amassando eles com força. Laura não esperava a cara de pau natural do irmão da amiga Brandi, mas devolveu o sorriso. Laura se sentiu lisonjeada com a massagem gostosa e o apalpação que Christian dava nos peitões dela. Dava uma sensação muito prazerosa e gostosa sentir as mãos daquele cara esfregando os peitos dela, apertando com vontade e beliscando os bicos.

- Então, Laura, cê gosta que eu passe a mão em você? -
- Bom, a verdade é que não desgosta não, é bem gostoso. -
- Já sabia que no fundo você ia gostar. As minas são tudo umas putinhas. Vou te comer, raposinha gostosa. -
- Nossa, Brandi, teu irmão é um sem-vergonha. Me chama de puta e fica na maior tranquilidade. -
- Meu irmão é uma graça. A verdade é que ele trata todas as minas como se fossem umas putas. Eu me sinto lisonjeada quando ele me usa e abusa de mim e do meu corpo. Assim me sinto uma mulher de verdade.

Christian, generoso e complacente, abraçou a irmã querida e beijou ela com paixão sem parar de apalpar o corpo quente e gostoso dela. Laura pôde ver como os dois irmãos se entregavam num beijo apaixonado, onde as bocas se beijavam e se lambiam com loucura. Ela ficou impressionada. Era tão estranho e inesperado ver a amiga Brandi se entregando pro próprio irmão. Era tão surpreendente. Mas ela gostava de olhar. Se sentia uma voyeur curiosa pra continuar vendo. Christian se pelou e, Laura, pôde ver pela primeira vez a pica de um cara. Ela amou. olhar o pau daquele garoto, e quando a irmã dele, Brandi, enfiou ele inteiro na boca, ficou totalmente chocada. A própria irmã dele estava chupando o pau dele. Brandi, divertida e safada, olhava para Laura provocando sua inquietação e excitação.

- Sabe, Laura, o pau do meu irmão é tão gostoso. Adoro chupar o pau do meu irmão. Amo o pau do meu irmão.

Laura, excitada, pegou a câmera de vídeo e começou a filmar os dois irmãos, entregues àquela relação incestuosa incrível e maravilhosa. Brandi não parava de chupar o pau do irmão, com fervor e delírio, e a câmera imortalizava aqueles momentos excitantes. Era tão inacreditável. A falta de vergonha e a indecência de Brandi não tinham limites. Ela não se importava nem um pouco em se entregar sexualmente ao próprio irmão. Cometer incesto com o irmão era a maior paixão de Brandi. Christian pegou a irmã Brandi no colo e a levou para o quarto, onde continuaram suas brincadeiras sexuais e sensuais. As demonstrações de amor e carinho eram espontâneas, verdadeiras e nada forçadas. Os dois irmãos se desejavam mutuamente e ansiavam por aproveitar seus corpos jovens e ardentes, sem se preocupar com o fato de serem irmãos e com o proibido e escandaloso da relação sexual. Christian lambia a buceta da irmã com paixão, percorrendo com a língua seus lábios vaginais molhados e mordiscando seu clitóris apetitoso. Brandi gritava de prazer e, com as mãos no cabelo de Christian, puxava o rosto dele para sua entreperna. Laura, totalmente alucinada e perturbada, não perdia nenhum detalhe, e a câmera de vídeo não parava de funcionar. Brandi suspirava para sentir o pauzão do irmão penetrando sua buceta e, logo, enquanto Christian se deitava na cama, ela se sentou sobre sua entreperna e deixou que o pau dele afundasse em sua buceta. Brandi virou a cabeça e olhou para a perplexa Laura, que não conseguia acreditar no que estava vendo.

- Viu, Laura, como meu irmão me fode? É Maravilhoso se sentir fodida pelo próprio irmão. Você devia experimentar, Laura. Continua filmando, querida, não perde nenhum detalhe. -
- Tô transtornada. Isso tudo é demais. -
- Vem, chega mais um pouco, Laura. Deixa a câmera de lado por uns instantes e vem pra perto da gente. Assim você vai perder toda a sua vergonha. -

Brandi continuava sentada na virilha do irmão e mexia os quadris devagar e com calma, mas ao mesmo tempo sentindo as pulsações da pica enorme do irmão dentro dela. Laura se aproximou e sentou na beirada da cama, junto dos dois irmãos. Brandi não parava de sorrir, tava feliz e contente, e orgulhosa de mostrar pra amiga Laura o comportamento obsceno que tinha com o próprio irmão.

- Nossa, Brandi, tô tão surpresa. Porra, Laura, teu irmão tá te comendo. Além disso, é a primeira vez que vejo um casal transando, e claro, é muito chocante ser minha melhor amiga com o próprio irmão. -
- É maravilhoso, sabia? Bom, irmãozinho, não para de se mexer e me foder. Então, Laura, se você quiser, pode deixar a câmera de vídeo fixa e se juntar a gente. -
- Ah, não sei, Brandi, não tô muito segura. -
- Bom, você que sabe. Meu irmão te comeria com maior prazer. -
- É que não sei, me dá um certo medo. -
- Vem, deita na cama e relaxa. Se deixa levar. -

Laura fez isso e se deitou do lado do Christian. Brandi continuaria cavalgando na pica do irmão, mas se afastou por uns instantes. Christian olhou com carinho pra Laura e beijou os lábios dela com doçura enquanto acariciava as coxas de veludo dela. Depois, passou as mãos pelo corpo dela, acariciando cada cantinho, com suavidade e carinho. Sorriu pra Laura enquanto apertava os peitos enormes e firmes dela. Enquanto isso, a insaciável Brandi chupava a pica do irmão. Laura sorriu pro Christian e deixou ele meter a mão.

- Sabe, Laura, adoro seus peitos. São tão grandes e durinhos. Nossa, e o meu... Irmã. É insaciável. Você está mais calma agora. Sabe, eu gosto muito de você. Você tem um corpo tão sensual e gostoso. E a verdade é que eu adoraria te foder, Laura. Mas se você não tiver certeza agora, podemos deixar pra outro dia, claro. Por enquanto, já me contento em te apalpar toda.

Laura, relaxada, deixou que o irmão da amiga apalpasse seu corpo. Começava a se sentir à vontade. Um sentimento de prazer e satisfação tomava conta dela. Ela adorava que aquele cara apertasse suas tetas grandes com tanta vontade, apertando e amassando com as mãos inquietas, e que beliscasse seus mamilos eretos. As mãos dele percorreram sua barriga lisa, com uma suavidade delicada, e brincaram com seu umbigo fino. Inconscientemente, Laura abriu as pernas e mostrou seus lábios vaginais. Christian, imediatamente, levou a mão até sua buceta apetitosa, com descaramento e insolência, brincando com seus dedos ousados nos lábios dela. Laura suspirou.

— Laura, eu te foderia agora mesmo, sua putinha. Aposto que você tá adorando, igual uma vadiazinha.

— Bom, Christian, a verdade é que eu me sinto muito bem aqui, pelada, enquanto você não para de me apalpar. É muito gostoso sentir seus carinhos e mimos por todo o meu corpo. Não sei, essa sensação de você apertar minhas tetas me faz tão bem.

— Claro que você podia chupar minha pica, né, Laura, e se juntar à puta da minha irmã.

— Bem, eu nunca chupei a pica de um cara antes, Christian. Mas acho que vou me animar. Confio que sei fazer um bom boquete. Tô tão nervosa e empolgada.

Um sentimento de excitação percorreu o corpo ardente de Laura, quando sua mão direita começou a brincar com as bolas de Christian. Em seguida, agarrou a pica dele e apertou com força.

— Que emocionante é a sensação de sentir uma pica pulsando na minha mão, Christian! E você tem uma pica tão dura e quente. Adoro tocar na sua pica, Christian.

— Então vai gostar mais ainda quando enfiar ela na boca, sua putinha. foxy.

Laura, desorientada mas cheia de desejo, fechou os olhos e virou o rosto na direção da virilha de Christian. Sem hesitar, abriu a boca e pegou a pica do irmão da amiga. Sentiu o calor e a pulsação dentro da boca e tremeu de tesão. Era uma sensação nova e maravilhosa. Abriu os olhos e olhou para Christian com submissão e inocência. Começou a chupar a pica dele com pura emoção, se atrevendo a engolir inteira na boca sem sentir ânsia. Laura estava louca de tesão. Tão excitada que não impediu Christian de gozar na cara dela, molhando o rostinho bonito com esperma grosso e esbranquiçado, enquanto a língua dela também ficava cheia de porra. Se sentiu confusa, mas também excitada e saciada de leite. Se sentiu feliz, engasgada e cuspindo porra.

— Caralho, não acredito que um cara gozou na minha boca. Puta merda, engoli seu leite. Minha língua tá cheia de porra. Bom, Christian, muito obrigada. Adorei chupar sua pica e provar seu gozo. É foda sentir o esperma de um cara grosso e generoso na minha boca. Nunca imaginei que falaria isso, mas é tão chocante e alucinante meter uma pica grande na boca, chupar e deixar ela cuspir porra na sua boca toda. Tô completamente dominada.

— Fico feliz, Laura. Espero que chupe minha pica mais vezes.

— Claro que sim, Christian. E bom, se quiser, pode me foder. Tô totalmente decidida a ser comida por você, Christian. Sei lá, depois de mostrar meu corpo todo pelado e de chupar sua pica, me sinto mais ousada e safada.

— Bom, talvez melhor amanhã. Hoje tô satisfeito.

— Valeu, Brandi, por me apresentar ao seu irmão e me fazer perder esse medo bobo de sexo. Tô tão no cio. Bom, Christian, amanhã quero que me foda, sem desculpa. Quero que você abuse de mim e faça eu me comportar como uma mulher de verdade. Então já sabe, amanhã você tem que me comer. beleza. -
- Nossa, Laura, que mudança. -
- Sim, Brandi, chupar o pau do seu irmão me mudou completamente. Tô tão tesuda que preciso que algum cara me coma. Preciso que um pauzão entre na minha buceta molhada. -
- Tô chocada, Laura. Acho que não conheço mais minha melhor amiga. E fico feliz que você esteja agindo sem vergonha. -
- Sim, Brandi, eu também tô muito surpresa com meu comportamento. Me sinto outra mulher. Acho que vou me animar pra ir nas festas que vocês fazem com seus amigos. Agora sim, tô convencida.

Naquele exato momento, Carlota voltou e, conhecendo o jeito tímido da Laura, se surpreendeu ao vê-la pelada junto com seus filhos, Brandi e Christian, e com restos de porra ainda nos lábios. Carlota explicou que adorava foder com o próprio filho.

- Pois é, Laura, adoro foder com meu filho, sabe. É maravilhoso e emocionante saber que é exatamente o filho que você gerou e viu crescer quem tá te comendo. Acho que é o melhor jeito de uma mãe e um filho mostrarem o amor e carinho que sentem um pelo outro. No começo, fiquei chocada quando descobri que meus próprios filhos se fodiam, mas olha, agora me sinto encantada e uma mãe tão boa quando meu filho me come. -
- Tudo isso é muito surpreendente pra mim, Carlota. Mas acho que é maravilhoso isso acontecer numa família. É ótimo agir com total naturalidade. Na minha casa, meus pais são muito tradicionais e caretas em relação a sexo, e se soubessem disso tudo, iam ficar horrorizados. Não iam acreditar que uma mãe fodesse com o próprio filho, ou que um filho fodesse com a própria irmã. Mas eu acho muito bonito e lindo. -
- Bom, Laura, seu irmão Marc ficaria muito feliz se pudesse foder com você. -
- Pois é, acho que sim, Brandi, mas não sei se eu teria coragem. É fácil falar, mas como vou dizer pro meu irmão que quero que ele me coma? Não saberia como dizer. -
- Não é tão Complicado, Laura. Você só precisa agir com sensualidade. Por exemplo, pode tentar tomar banho sem trancar a porta pra provocar ele te pegar pelada. Quando seus pais não estiverem em casa, anda pela casa com roupas leves, deixando entrever parte dos seus encantos. E vai ver como você encontra o melhor momento. Claro que não vai poder pedir diretamente pro seu irmão te comer.

- Pois é, olha, hoje à noite meus pais não vão dormir em casa porque tão viajando.

- Perfeito, Laura, é uma boa hora pra esquentar seu irmão.

- Bom, talvez eu tente alguma coisa. Sei lá, vou ver.

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