Brandi voltou para casa feliz e contente com o que tinha acontecido na casa do professor. No dia seguinte, Brandi voltaria à casa do professor e deixou ele foder ela. Foi um encontro maravilhoso e, a partir daí, ela se tornou a putinha assídua dele, e, claro, no final do curso tirou a melhor nota da turma. Brandi tinha merecido, e o professor soube recompensá-la.
Passaram-se alguns anos, e Brandi estava cada vez com mais apetite sexual. Sabia que tinha virado uma ninfomaníaca e adorava isso. Estava sempre pronta e disponível pra ser fodida e comer um pauzão. Sabia que os amigos e conhecidos achavam que ela era uma garota fácil e uma puta, e que só queriam comer ela. Mas ela adorava se sentir um objeto, ser usada. Por isso, amava ficar pelada nas mãos de vários caras, prontos pra foder e humilhar ela. Era uma puta e adorava, porque fazia muitos caras felizes.
No dia em que completou vinte anos, teve uma surpresa maravilhosa quando voltou do colégio pra casa. O irmão dela, Christian, que ela não via há três anos, tinha voltado pra casa.
Assim que viu ele, Brandi ficou emocionada e abraçou o irmão com paixão e carinho. Sentia tanta falta dele, e finalmente estava vendo ele de novo. Não conseguia esquecer que foi o querido irmão dela o primeiro cara que a fodeu, e por isso sempre seria eternamente grata. Estava emocionada. O irmão dela, Christian, parecia ainda mais gato e mais sedutor. Amava tanto o irmão, entregaria o corpo inteiro pros caprichos dele. Brandi estava tão feliz com a visita do irmão. Começou culpando ele pelo tempo longo sem se ver, mas depois que ele justificou os motivos, Brandi abraçou o irmão de novo com todo carinho. Christian, ao ver ela, não conseguia evitar lembrar dos momentos maravilhosos que passou com a irmã dois anos atrás. Olhava o sorriso que a irmã dava pra ele e, ao fechar os olhos, Christian via O mesmo sorriso, mas expelindo porra pra caralho. Ela reparou no decote que a irmã estava usando e lembrou de novo das tetas enormes que se escondiam ali. Já tinham se passado dois anos, mas Christian lembrava como se tivesse acontecido poucas horas antes.
O jantar preparado pela mãe estava uma delícia. Ele quase tinha esquecido como a mãe cozinhava bem. Durante a janta, Brandi não parava de olhar pro irmão com um claro sinal de cumplicidade e safadeza. Ela adorava o irmão. Quando o jantar acabou, Brandi levou o irmão pro quarto dela, queria conversar com ele e ficar do lado dele. Os pais ficaram na sala vendo o telefilme que tava passando na TV. Christian acompanhou a irmã até o quarto.
— Que bom que você tá aqui, maninho! Tava com tanta saudade de você. Já faz dois anos desde que a gente se viu pela última vez. Acho que você lembra, né? Foi uma delícia. Foram umas férias maravilhosas.
— Claro que sim, maninha. Como é que eu vou esquecer aqueles dias em que eu comia a minha docinha irmã? Não é algo que a gente esquece fácil. Foi alucinante poder te foder, maninha.
— Já vi que você não esqueceu daquilo. Sim, sua namorada Mônica me enganou. Eu, que sempre fui uma menina muito envergonhada e medrosa, e olha só, depois, bem fodida pelo meu querido maninho. Mas, sabe, nunca me arrependi disso. Foi fabuloso você me comer, maninho. A primeira vez que senti seu pauzão dentro da minha buceta, achei que ia enlouquecer de tanto prazer, pensar que aquele pau era do meu irmão amado era maravilhoso. Você me comeu um monte de vezes.
— Você tá mais gostosa, Brandi. Tá esplêndida, sabia? Tem namorado, Brandi?
— Não, tenho muitos amigos, mas namorado nenhum. Ainda sou muito nova pra ter um namorado fixo. Prefiro dar uns amassos nos caras que eu gosto.
— Sabe, Brandi, tava com saudade de você. Aquelas férias foram inesquecíveis pra mim. Poder te foder, maninha. Foi tão maravilhoso. Foi fantástico, sabe. -
- Eu também sentia sua falta, maninho. Foi fenomenal você me foder, sabe. Passei umas férias inesquecíveis. Sempre vejo as fotos que tiramos pelados e transando. Adoro olhar elas porque me faz lembrar dos momentos maravilhosos que passamos juntos. São umas fotos tão obscenas e indecentes. Mas tenho que tomar cuidado pra papai e mamãe não descobrirem. Mostrei pras minhas melhores amigas. Elas não acreditavam que você tinha me fodido, maninho. Ficaram alucinadas. No começo acharam que era degenerado e escandaloso o próprio irmão te foder, mas depois entenderam que não tinha nada de errado, muito pelo contrário, que era muito excitante e fascinante ser o próprio irmão quem te fodia, e que era bem morbidão. Até uma das minhas amigas, a Sandra, também se atreveu a foder com o irmão dela. Na verdade, ela não encontrava o momento, porque não era só chegar e pedir abertamente pro seu irmão se ele quer foder com você. Mas no fim ela achou o momento ideal quando ele estava tomando banho.
A roupa que a Brandi usava era bem solta e vaporosa, e não passava despercebida pelo irmão Christian. A blusa branca da Brandi mostrava um decote insinuante e sugestivo, e as tetas exuberantes dela lutavam pra escapar e buscar a liberdade. A postura semi-deitada da Brandi na cama era muito estimulante e fazia a blusa folgada subir até a cintura, deixando à mostra as pernas lindas e esbeltas dela e permitindo adivinhar as bundas redondas. Christian não conseguiu evitar afastar o tecido fino e descobrir as tetas túrgidas da irmã. As tetas volumosas da Brandi ficavam firmes e transbordantes, revelando todo o esplendor. Brandi sorriu ingênua e submissa pro irmão e relaxou o corpo, deixando ele meter a mão. Brandi adorava sentir as mãos do irmão apalpando as tetas dela com total descaramento. Ela se sentia uma boa irmã, totalmente acessível e provocando suspiros em Christian. As mãos dele também se moveram acariciando a pele sedosa das pernas lindas dela, percorrendo-as devagar. Continuou pela parte interna e as mãos pararam na entreperna dela, descobrindo a surpresa gostosa de que a irmã não estava de calcinha.
— Puxa, Brandi, você não tá de calcinha.
— Esses dias tão tão quentes, irmãozinho, que quando chego em casa tiro a calcinha. Me sinto mais solta e mais confortável sem calcinha.
— Porra, irmãzinha, você é tão gostosa e me deixa com tanto tesão.
De repente ouviram uns passos no corredor e pensaram que os pais podiam pegar eles em atitudes mais que carinhosas. Os dois irmãos se assustaram e, apressados, se prepararam para se comportar com juízo e normalidade. Na hora, Brandi cobriu os peitões grandes e vestiu a blusa direitinho pra não levantar suspeitas. No fim, a porta do quarto não abriu e tanto Brandi quanto Christian puderam respirar aliviados.
— Caramba, irmãozinho, vamos ter que tomar cuidado. Eu morreria de vergonha se papai ou mamãe nos pegassem no flagra. Não saberia o que dizer. Que vergonha! Imagina, irmãozinho, se papai ou mamãe nos pegarem pelados, nos beijando na boca, ou transando. Não quero nem pensar nisso. Mas não se preocupa, irmãozinho, não pense que você vai vir e ir embora sem foder a sua docinha irmãzinha. Você não pode reclamar, hein. Tem muita sorte de me ter como irmã e eu estar sempre pronta pra você me comer.
— Você é maravilhosa, irmãzinha. Claro que é uma sorte poder te foder, Brandi. Me sinto muito sortudo.
Nesse momento, a porta do quarto se entreabriu e a mãe dos garotos apareceu. Embora Brandi estivesse deitada na cama, não levantava nenhuma suspeita de que os dois irmãos estivessem tramando algo obsceno.
— O que vocês estão fazendo, crianças? Suponho que conversando sobre suas coisas. Vocês sempre foram dois irmãos muito unidos. Bem, seu pai e eu vamos Hora de deitar, tá. Não demorem pra ir pra cama. Brandi, lembra que você tem que acordar cedo pra não chegar atrasada no trabalho. Boa noite, filhos. Ah, e Christian, a cama do seu quarto talvez seja muito mole. Sei lá, talvez seja melhor dormir no sofá da sala. Tinha esquecido de te falar.
- Pois é, se você não tem vergonha de dormir com seu irmão.
- Claro que não, mãe. Somos irmãos, não tem problema.
- Tá bom, meus filhos, boa noite.
Quando os dois irmãos se viram sozinhos no quarto de novo, sorriram com cumplicidade e safadeza. Justamente a própria mãe deles tinha virado uma aliada inesperada e facilitava os rolos e as putarias indecentes e imorais deles. Brandi, risonha e animada, tirou a blusa leve e mostrou o corpo completamente pelado pro irmão maravilhado. Christian achava fantástico ter a chance de ver a irmã querida toda nua, sabendo que os pais estavam no quarto ao lado. Era muito excitante. Brandi, linda, gloriosa, divina na nudez e na aparente fragilidade, se mexia com dengo e provocação. Virava, rebolava a cintura com graça, acariciava os peitões, mandava beijinhos pro irmão amado e se esfregava com safadeza na buceta. Christian olhava ela todo empolgado.
- Continua brincando, maninha. No fim, cê vai ver como papai e mamãe vão nos pegar.
- Ah, maninho, não te excita assumir o risco de sermos pegos? Me deixa super com tesão, sabia? Tá aqui, toda pelada na frente do meu maninho querido, enquanto papai e mamãe tão no quarto do lado. Vem, chega mais, quer, e passa a mão em mim toda.
- Não, se no fim vão nos pegar. Mas, é, é muito emocionante agora ficar apalpando seus peitos, maninha, sabendo que papai e mamãe tão no outro quarto.
- Viu, Christian, vai ser demais dividir a cama esses dias.
Brandi beijou os lábios do irmão e se deitou na cama. cobrindo-se até a cintura e deixando à mostra as suas tetas gloriosas. Christian tirou a roupa e, depois de vestir um pijama, deitou-se ao lado da irmã. Brandi, nua, encostou-se no irmão, esfregando o corpo e abraçou ele com carinho e ternura. Christian olhou pra irmã e beijou ela com emoção na boca. Se enroscaram num beijo longo e apaixonado, onde as línguas molhadas e ávidas se fundiam com ardor e carinho.
- Tô tão feliz, irmãozinho. Isso é um sonho realizado. Dividir minha própria cama com meu querido irmãozinho é tão emocionante. Ficar completamente nua nos seus braços e na minha cama. Te amo tanto, irmãozinho. -
- Também te amo, Brandi. Você é minha irmã favorita e mimada. -
- Me fode, irmãozinho. Me come, por favor, abusa de mim. -
- Irmãzinha, pensa que podemos chamar a atenção do papai e da mamãe, e se eles nos pegarem fodendo, puta merda, não ia saber o que dizer. -
- Eu sei, irmãozinho, mas é que eu desejo tanto que você me foda. Amanhã a gente pode ficar sozinho em casa e você vai poder me comer, mas tô tão impaciente. Então, vou chupar seu pau, irmão, e engolir até a última gota do seu leite.
Brandi afastou a roupa da cama e começou a esfregar a virilha do irmão que, por sua vez, apalpava as tetas da irmã. Logo Brandi libertou o pau de Christian e se dedicou a acariciar ele, mexendo nas bolas dele.
- Verdade que é estupendo estar aqui juntos, nus, agarradinhos, eu tocando seu pauzão e você passando a mão nas minhas tetas. É maravilhoso. Espero que já faz um tempo que você não goza, porque tô com muita vontade de engolir uma boa quantidade do seu leite, sabe. Quero engolir todo o seu leite.
Por fim, Brandi se decidiu a chupar o pau do irmão. Com carinho, afeto, Brandi mamava o pau de Christian, com devoção e adoração. O pau de Christian sumia na boca gulosa da irmã, cuja saliva embriagante e molhada lhe dava sensações maravilhosas. Os lábios suculentos de Brandi se concentravam e apertavam com ímpeto. E a ponta da pica do irmão dela, com ansiedade e sem freio. Ela chupava a pica do irmão com carinho de verdade e total entrega. Enquanto Brandi comia a pica do irmão, olhava nos olhos dele pra se sentir orgulhosa da reação que causava. Quando Christian achou que ia gozar, avisou a irmã, e Brandi, ansiosa e ninfomaníaca, engoliu a pica inteira esperando receber o néctar dele. Christian começou a jorrar gozo que se alojava dentro da boca da irmã, que ficava firme e segura no propósito de manter a pica do irmão dentro da boca. Brandi sentia, emocionada, o gozo brotar e inundar sua boca, sentia o gosto, sentia a viscosidade, sentia o fluxo grosso. Se sentia maravilhosamente sufocada. A língua dela ficava toda melada de porra abundante, e Brandi parecia não se saciar. Quando Christian terminou de derramar a última gota de gozo na boca da irmã, Brandi abriu a boca e uma quantidade enorme de porra escorreu, banhando o queixo e os dois lados da boca. Ainda assim, Brandi quis lamber os lábios pra continuar saboreando o gostoso sabor do gozo quente do irmão.
— Ai, irmãozinho, tava com tanta saudade de você gozar na minha boca, sentir seu gozo quente inundando minha boca. Adoro tanto quando você goza na minha boca, irmão. Tô tão feliz, sabe.
— Você é uma graça, Brandi. Que irmã mais maravilhosa que eu tenho.
— Bom, irmãozinho, é melhor a gente dormir. Amanhã a gente continua com nossas brincadeiras inocentes, tá.
— Boa noite, irmãzinha. Você é uma puta viciada.
— Ai, sério. É, acho que sou um pouco puta. Bom, sou assim. Claro, acho que você adora que eu me comporte desse jeito.
— E como, irmãzinha. Tô encantado. É um prazer ter uma irmã tão safada como você.
— Boa noite, Christian. Até amanhã.
— Até amanhã, Brandi.
Era a primeira noite deles e Christian estava encantado. Dormia junto com sua irmãzinha gostosa, completamente pelada, colada nele. Tinha certeza de que ia passar uns dias do caralho quando voltasse pra casa dos pais. Pensava em foder a irmã sempre que tivesse chance. Foder a própria irmã tinha virado um hábito tão comum que, Christian, só pensava em meter nela. Achava tão obsceno e imoral comer a própria irmã que Christian sentia uma vontade incontrolável de aumentar o número de vezes que já tinha macetado ela. Lá pelas quatro da manhã, Christian acordou com vontade de ir ao banheiro. Acendeu o abajur e ficou admirando o corpo nu da irmã, que dormia encolhidinha na cama. A irmã dele era tão linda e tinha um corpo tão espetacular. Quando Christian voltou do banheiro, uma fantasia obscena surgiu na cabeça dele depois de olhar o corpo pelado da irmã. Quase sem perceber, Christian começou a bater uma punheta perto do rostinho lindo e calmo da irmã. Ficava excitado só de pensar em gozar na irmã enquanto ela dormia. E foi o que aconteceu. Depois de alguns minutos, Christian começou a espirrar porra no rostinho doce da irmã, que se espalhou pela cara, lábios e nariz dela. Depois, deu um beijo suave na bochecha dela e voltou a deitar.
Passaram-se alguns anos, e Brandi estava cada vez com mais apetite sexual. Sabia que tinha virado uma ninfomaníaca e adorava isso. Estava sempre pronta e disponível pra ser fodida e comer um pauzão. Sabia que os amigos e conhecidos achavam que ela era uma garota fácil e uma puta, e que só queriam comer ela. Mas ela adorava se sentir um objeto, ser usada. Por isso, amava ficar pelada nas mãos de vários caras, prontos pra foder e humilhar ela. Era uma puta e adorava, porque fazia muitos caras felizes.
No dia em que completou vinte anos, teve uma surpresa maravilhosa quando voltou do colégio pra casa. O irmão dela, Christian, que ela não via há três anos, tinha voltado pra casa.
Assim que viu ele, Brandi ficou emocionada e abraçou o irmão com paixão e carinho. Sentia tanta falta dele, e finalmente estava vendo ele de novo. Não conseguia esquecer que foi o querido irmão dela o primeiro cara que a fodeu, e por isso sempre seria eternamente grata. Estava emocionada. O irmão dela, Christian, parecia ainda mais gato e mais sedutor. Amava tanto o irmão, entregaria o corpo inteiro pros caprichos dele. Brandi estava tão feliz com a visita do irmão. Começou culpando ele pelo tempo longo sem se ver, mas depois que ele justificou os motivos, Brandi abraçou o irmão de novo com todo carinho. Christian, ao ver ela, não conseguia evitar lembrar dos momentos maravilhosos que passou com a irmã dois anos atrás. Olhava o sorriso que a irmã dava pra ele e, ao fechar os olhos, Christian via O mesmo sorriso, mas expelindo porra pra caralho. Ela reparou no decote que a irmã estava usando e lembrou de novo das tetas enormes que se escondiam ali. Já tinham se passado dois anos, mas Christian lembrava como se tivesse acontecido poucas horas antes.
O jantar preparado pela mãe estava uma delícia. Ele quase tinha esquecido como a mãe cozinhava bem. Durante a janta, Brandi não parava de olhar pro irmão com um claro sinal de cumplicidade e safadeza. Ela adorava o irmão. Quando o jantar acabou, Brandi levou o irmão pro quarto dela, queria conversar com ele e ficar do lado dele. Os pais ficaram na sala vendo o telefilme que tava passando na TV. Christian acompanhou a irmã até o quarto.
— Que bom que você tá aqui, maninho! Tava com tanta saudade de você. Já faz dois anos desde que a gente se viu pela última vez. Acho que você lembra, né? Foi uma delícia. Foram umas férias maravilhosas.
— Claro que sim, maninha. Como é que eu vou esquecer aqueles dias em que eu comia a minha docinha irmã? Não é algo que a gente esquece fácil. Foi alucinante poder te foder, maninha.
— Já vi que você não esqueceu daquilo. Sim, sua namorada Mônica me enganou. Eu, que sempre fui uma menina muito envergonhada e medrosa, e olha só, depois, bem fodida pelo meu querido maninho. Mas, sabe, nunca me arrependi disso. Foi fabuloso você me comer, maninho. A primeira vez que senti seu pauzão dentro da minha buceta, achei que ia enlouquecer de tanto prazer, pensar que aquele pau era do meu irmão amado era maravilhoso. Você me comeu um monte de vezes.
— Você tá mais gostosa, Brandi. Tá esplêndida, sabia? Tem namorado, Brandi?
— Não, tenho muitos amigos, mas namorado nenhum. Ainda sou muito nova pra ter um namorado fixo. Prefiro dar uns amassos nos caras que eu gosto.
— Sabe, Brandi, tava com saudade de você. Aquelas férias foram inesquecíveis pra mim. Poder te foder, maninha. Foi tão maravilhoso. Foi fantástico, sabe. -
- Eu também sentia sua falta, maninho. Foi fenomenal você me foder, sabe. Passei umas férias inesquecíveis. Sempre vejo as fotos que tiramos pelados e transando. Adoro olhar elas porque me faz lembrar dos momentos maravilhosos que passamos juntos. São umas fotos tão obscenas e indecentes. Mas tenho que tomar cuidado pra papai e mamãe não descobrirem. Mostrei pras minhas melhores amigas. Elas não acreditavam que você tinha me fodido, maninho. Ficaram alucinadas. No começo acharam que era degenerado e escandaloso o próprio irmão te foder, mas depois entenderam que não tinha nada de errado, muito pelo contrário, que era muito excitante e fascinante ser o próprio irmão quem te fodia, e que era bem morbidão. Até uma das minhas amigas, a Sandra, também se atreveu a foder com o irmão dela. Na verdade, ela não encontrava o momento, porque não era só chegar e pedir abertamente pro seu irmão se ele quer foder com você. Mas no fim ela achou o momento ideal quando ele estava tomando banho.
A roupa que a Brandi usava era bem solta e vaporosa, e não passava despercebida pelo irmão Christian. A blusa branca da Brandi mostrava um decote insinuante e sugestivo, e as tetas exuberantes dela lutavam pra escapar e buscar a liberdade. A postura semi-deitada da Brandi na cama era muito estimulante e fazia a blusa folgada subir até a cintura, deixando à mostra as pernas lindas e esbeltas dela e permitindo adivinhar as bundas redondas. Christian não conseguiu evitar afastar o tecido fino e descobrir as tetas túrgidas da irmã. As tetas volumosas da Brandi ficavam firmes e transbordantes, revelando todo o esplendor. Brandi sorriu ingênua e submissa pro irmão e relaxou o corpo, deixando ele meter a mão. Brandi adorava sentir as mãos do irmão apalpando as tetas dela com total descaramento. Ela se sentia uma boa irmã, totalmente acessível e provocando suspiros em Christian. As mãos dele também se moveram acariciando a pele sedosa das pernas lindas dela, percorrendo-as devagar. Continuou pela parte interna e as mãos pararam na entreperna dela, descobrindo a surpresa gostosa de que a irmã não estava de calcinha.
— Puxa, Brandi, você não tá de calcinha.
— Esses dias tão tão quentes, irmãozinho, que quando chego em casa tiro a calcinha. Me sinto mais solta e mais confortável sem calcinha.
— Porra, irmãzinha, você é tão gostosa e me deixa com tanto tesão.
De repente ouviram uns passos no corredor e pensaram que os pais podiam pegar eles em atitudes mais que carinhosas. Os dois irmãos se assustaram e, apressados, se prepararam para se comportar com juízo e normalidade. Na hora, Brandi cobriu os peitões grandes e vestiu a blusa direitinho pra não levantar suspeitas. No fim, a porta do quarto não abriu e tanto Brandi quanto Christian puderam respirar aliviados.
— Caramba, irmãozinho, vamos ter que tomar cuidado. Eu morreria de vergonha se papai ou mamãe nos pegassem no flagra. Não saberia o que dizer. Que vergonha! Imagina, irmãozinho, se papai ou mamãe nos pegarem pelados, nos beijando na boca, ou transando. Não quero nem pensar nisso. Mas não se preocupa, irmãozinho, não pense que você vai vir e ir embora sem foder a sua docinha irmãzinha. Você não pode reclamar, hein. Tem muita sorte de me ter como irmã e eu estar sempre pronta pra você me comer.
— Você é maravilhosa, irmãzinha. Claro que é uma sorte poder te foder, Brandi. Me sinto muito sortudo.
Nesse momento, a porta do quarto se entreabriu e a mãe dos garotos apareceu. Embora Brandi estivesse deitada na cama, não levantava nenhuma suspeita de que os dois irmãos estivessem tramando algo obsceno.
— O que vocês estão fazendo, crianças? Suponho que conversando sobre suas coisas. Vocês sempre foram dois irmãos muito unidos. Bem, seu pai e eu vamos Hora de deitar, tá. Não demorem pra ir pra cama. Brandi, lembra que você tem que acordar cedo pra não chegar atrasada no trabalho. Boa noite, filhos. Ah, e Christian, a cama do seu quarto talvez seja muito mole. Sei lá, talvez seja melhor dormir no sofá da sala. Tinha esquecido de te falar.
- Pois é, se você não tem vergonha de dormir com seu irmão.
- Claro que não, mãe. Somos irmãos, não tem problema.
- Tá bom, meus filhos, boa noite.
Quando os dois irmãos se viram sozinhos no quarto de novo, sorriram com cumplicidade e safadeza. Justamente a própria mãe deles tinha virado uma aliada inesperada e facilitava os rolos e as putarias indecentes e imorais deles. Brandi, risonha e animada, tirou a blusa leve e mostrou o corpo completamente pelado pro irmão maravilhado. Christian achava fantástico ter a chance de ver a irmã querida toda nua, sabendo que os pais estavam no quarto ao lado. Era muito excitante. Brandi, linda, gloriosa, divina na nudez e na aparente fragilidade, se mexia com dengo e provocação. Virava, rebolava a cintura com graça, acariciava os peitões, mandava beijinhos pro irmão amado e se esfregava com safadeza na buceta. Christian olhava ela todo empolgado.
- Continua brincando, maninha. No fim, cê vai ver como papai e mamãe vão nos pegar.
- Ah, maninho, não te excita assumir o risco de sermos pegos? Me deixa super com tesão, sabia? Tá aqui, toda pelada na frente do meu maninho querido, enquanto papai e mamãe tão no quarto do lado. Vem, chega mais, quer, e passa a mão em mim toda.
- Não, se no fim vão nos pegar. Mas, é, é muito emocionante agora ficar apalpando seus peitos, maninha, sabendo que papai e mamãe tão no outro quarto.
- Viu, Christian, vai ser demais dividir a cama esses dias.
Brandi beijou os lábios do irmão e se deitou na cama. cobrindo-se até a cintura e deixando à mostra as suas tetas gloriosas. Christian tirou a roupa e, depois de vestir um pijama, deitou-se ao lado da irmã. Brandi, nua, encostou-se no irmão, esfregando o corpo e abraçou ele com carinho e ternura. Christian olhou pra irmã e beijou ela com emoção na boca. Se enroscaram num beijo longo e apaixonado, onde as línguas molhadas e ávidas se fundiam com ardor e carinho.
- Tô tão feliz, irmãozinho. Isso é um sonho realizado. Dividir minha própria cama com meu querido irmãozinho é tão emocionante. Ficar completamente nua nos seus braços e na minha cama. Te amo tanto, irmãozinho. -
- Também te amo, Brandi. Você é minha irmã favorita e mimada. -
- Me fode, irmãozinho. Me come, por favor, abusa de mim. -
- Irmãzinha, pensa que podemos chamar a atenção do papai e da mamãe, e se eles nos pegarem fodendo, puta merda, não ia saber o que dizer. -
- Eu sei, irmãozinho, mas é que eu desejo tanto que você me foda. Amanhã a gente pode ficar sozinho em casa e você vai poder me comer, mas tô tão impaciente. Então, vou chupar seu pau, irmão, e engolir até a última gota do seu leite.
Brandi afastou a roupa da cama e começou a esfregar a virilha do irmão que, por sua vez, apalpava as tetas da irmã. Logo Brandi libertou o pau de Christian e se dedicou a acariciar ele, mexendo nas bolas dele.
- Verdade que é estupendo estar aqui juntos, nus, agarradinhos, eu tocando seu pauzão e você passando a mão nas minhas tetas. É maravilhoso. Espero que já faz um tempo que você não goza, porque tô com muita vontade de engolir uma boa quantidade do seu leite, sabe. Quero engolir todo o seu leite.
Por fim, Brandi se decidiu a chupar o pau do irmão. Com carinho, afeto, Brandi mamava o pau de Christian, com devoção e adoração. O pau de Christian sumia na boca gulosa da irmã, cuja saliva embriagante e molhada lhe dava sensações maravilhosas. Os lábios suculentos de Brandi se concentravam e apertavam com ímpeto. E a ponta da pica do irmão dela, com ansiedade e sem freio. Ela chupava a pica do irmão com carinho de verdade e total entrega. Enquanto Brandi comia a pica do irmão, olhava nos olhos dele pra se sentir orgulhosa da reação que causava. Quando Christian achou que ia gozar, avisou a irmã, e Brandi, ansiosa e ninfomaníaca, engoliu a pica inteira esperando receber o néctar dele. Christian começou a jorrar gozo que se alojava dentro da boca da irmã, que ficava firme e segura no propósito de manter a pica do irmão dentro da boca. Brandi sentia, emocionada, o gozo brotar e inundar sua boca, sentia o gosto, sentia a viscosidade, sentia o fluxo grosso. Se sentia maravilhosamente sufocada. A língua dela ficava toda melada de porra abundante, e Brandi parecia não se saciar. Quando Christian terminou de derramar a última gota de gozo na boca da irmã, Brandi abriu a boca e uma quantidade enorme de porra escorreu, banhando o queixo e os dois lados da boca. Ainda assim, Brandi quis lamber os lábios pra continuar saboreando o gostoso sabor do gozo quente do irmão.
— Ai, irmãozinho, tava com tanta saudade de você gozar na minha boca, sentir seu gozo quente inundando minha boca. Adoro tanto quando você goza na minha boca, irmão. Tô tão feliz, sabe.
— Você é uma graça, Brandi. Que irmã mais maravilhosa que eu tenho.
— Bom, irmãozinho, é melhor a gente dormir. Amanhã a gente continua com nossas brincadeiras inocentes, tá.
— Boa noite, irmãzinha. Você é uma puta viciada.
— Ai, sério. É, acho que sou um pouco puta. Bom, sou assim. Claro, acho que você adora que eu me comporte desse jeito.
— E como, irmãzinha. Tô encantado. É um prazer ter uma irmã tão safada como você.
— Boa noite, Christian. Até amanhã.
— Até amanhã, Brandi.
Era a primeira noite deles e Christian estava encantado. Dormia junto com sua irmãzinha gostosa, completamente pelada, colada nele. Tinha certeza de que ia passar uns dias do caralho quando voltasse pra casa dos pais. Pensava em foder a irmã sempre que tivesse chance. Foder a própria irmã tinha virado um hábito tão comum que, Christian, só pensava em meter nela. Achava tão obsceno e imoral comer a própria irmã que Christian sentia uma vontade incontrolável de aumentar o número de vezes que já tinha macetado ela. Lá pelas quatro da manhã, Christian acordou com vontade de ir ao banheiro. Acendeu o abajur e ficou admirando o corpo nu da irmã, que dormia encolhidinha na cama. A irmã dele era tão linda e tinha um corpo tão espetacular. Quando Christian voltou do banheiro, uma fantasia obscena surgiu na cabeça dele depois de olhar o corpo pelado da irmã. Quase sem perceber, Christian começou a bater uma punheta perto do rostinho lindo e calmo da irmã. Ficava excitado só de pensar em gozar na irmã enquanto ela dormia. E foi o que aconteceu. Depois de alguns minutos, Christian começou a espirrar porra no rostinho doce da irmã, que se espalhou pela cara, lábios e nariz dela. Depois, deu um beijo suave na bochecha dela e voltou a deitar.
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