As masturbações de um filho causam a insônia de uma mãe, e muitas perguntas sobre si mesma…
Sempre me perguntei por que as pessoas juntam o que é normal com o que é certo. Do jeito que eu vejo, tem coisas "normais" que são bem "ruins" e coisas "anormais" que são "boas", ou pelo menos não têm nada de errado. Ou seja, as normas sociais nem sempre foram criadas com boas intenções por parte dos poderosos; muitas vezes foram feitas pra manter a população sob controle. Coisas como ser dócil quando abusam de nós socialmente, evitar conflito ou não fazer coisas que não machucam ninguém, sem motivo nenhum. Embora eu sempre tenha refletido sobre esses temas, a verdade é que ultimamente tenho pensado bem mais neles, e tem um motivo: meu filho aprendeu a se masturbar.
Tipo, não é que eu ache errado, mas pelas convenções sociais, não deveria tocar no assunto. Tá sendo difícil, pra ser sincera, já que tô há um bom tempo sem relações sexuais, fora as solitárias, digo.
Quando meu marido nos largou e se desligou de nós, já faz uns anos, fiquei tão queimada que decidi que minha história com homens tinha acabado. Por pressão de conhecidas, que não amigas, já que deixei todas na minha cidade antiga, tive encontros e uns dois relacionamentos de média duração. A verdade é que a simplicidade da maioria dos homens faz com que, paradoxalmente, os relacionamentos sejam complicados. Não preciso de um homem de qualquer jeito, embora às vezes um pau cairia bem, não sei se me entende.
Como já disse, não é que eu ache errado, bom, na verdade acho muito bom e muito saudável, mas são as formas que me incomodam. Ele sempre espera até altas horas da noite, achando que já vou estar dormida, e é verdade que na maioria das vezes tô. Sempre tive o sono muito leve, acordo até com o menor barulho. Os gemidos dele me acordam toda noite, e depois não consigo voltar a Dormir. Sorte que não preciso ir trabalhar, graças a uma boa herança, porque, se não, não sei como ia fazer. É como estar do lado de uma pessoa que respira muito forte e ir ficando puto.
Suponho que o fato de não termos trinco no banheiro faz ele descartar isso durante o dia. Mas à noite, enquanto vejo televisão, não é uma má ocasião. Com certeza daria para ouvir menos do que no silêncio total da noite.
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Já estou nessa situação há uns dois meses. Tem que reconhecer que ele toma suas precauções, só encontrei no quarto dele uns dois pedaços de papel que ele usou para se limpar. Bom, e uma meia que usei pelo menos uma vez.
Apesar de tudo, o quarto "cheira" antes de eu arejar de manhã. Suponho que seja pelo tempo que estou sem um homem, mas a verdade é que o aroma me excita bastante. Algum dia até fico desejando que ele saia para a aula para entrar no quarto dele.
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Mais duas semanas de sons noturnos. Pelo menos já descobri como dormir: me masturbando também. Suponho que por ser a mãe dele, tinha algo na minha cabeça que não me deixava perceber que a agitação que sentia ao acordar com os gemidos dele era excitação sexual.
O problema é que tenho que esperar ele dormir depois da sessão dele, não vá que ele me ouça como eu o ouço. E considerando que às vezes ele passa até uma hora "batendo punheta", mais a meia hora que espero depois de um tempo prudencial para ele dormir, continuo perdendo horas de sono.
Me pergunto como ele aprendeu, se os garotos de hoje em dia ainda passam o "grande segredo" em conversas baixas, ou se a Internet já faz esse papel. Na escola, alguns pais fizeram um escândalo quando propuseram aulas de educação sexual, então colocaram para uma idade uns dois anos maior. Que gente solta por aí, com certeza. que até se dão chicotadas quando falam um palavrão.
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Tem coisas que não fazem o menor sentido. Já faz quase um mês que tô na mesma rotina: escuto meu filho bater uma, espero um pouco até achar que ele dormiu e bato uma também. Não seria melhor poder fazer isso juntos?
Não que eu precise de um homem, mas um pouco de ação real não cairia mal. Por mais que seja meu filho, ter um cara na minha frente se masturbando já me ajudaria pra caralho enquanto eu faço o mesmo.
Não ia ajudar só a mim. Também acho que não faria mal pra ele ver como uma mulher se estimula, acho que poderia ser bem benéfico pra ele.
Não é incesto nem nada. Pode ser por causa do tesão que tô acumulando, mas quanto mais penso, mais idiota parece ficar fingindo que não percebo que ele bate uma toda noite a poucos metros e esconder que eu faço o mesmo depois dele. Sei lá, talvez entre todo esse tempo sozinha e a falta de sono que tô acumulando, umas ideias estranhas me vêm à cabeça.
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Decidi! Tenho que conseguir que a gente faça isso junto. Pelo ritmo que ele leva, não acho que vá resistir muito a ter um estímulo extra. Além disso, o fato de ele se esconder tanto mostra que sente que tem algo de culpado nisso. Então, olha, vou libertar ele.
O melhor é que ele mesmo proponha. Vou começar a estimular ele, ver se ele se solta. Acho que vou começar a me mostrar mais: a porta do chuveiro um pouco aberta, o roupão mais aberto...
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Porra! Depois de vários dias, parece que minha tática não tá funcionando. É um fracasso. Bom, não um fracasso total. Dá pra notar os olhares furtivos dele, até na hora do banho, percebi que ele tenta entrar no banheiro nos momentos certos. Mas não fala nada.
Pode ser que funcionasse a longo prazo, mas por enquanto a única coisa que consegui foi que as sessões noturnas dele ficassem mais longas, e as minhas também. Adie para mais tarde, com o que menos horas de sono ainda.
Uma vez tomada a decisão, não gosto de ter que esperar tanto para conseguir meu objetivo. Vou ser um pouco mais agressiva. Já que ele passa muitas vezes perto do cesto de roupa suja no caminho da cozinha, vamos ver se os "aromas" excitam ele tanto quanto a mim. Vou deixar umas calcinhas bem molhadas por mim sempre em cima, mesmo que tenha que colocar um par delas por dia.
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A mãe que o pariu! E olha que sou eu. Por que ele não tem confiança suficiente comigo? Sempre me contou todas as coisas dele.
Se eu vejo a ereção dele muitas vezes quando ele passa perto do cesto de roupa! Por esse tipo de coisa que os homens me deixam nervosa. Quantas vezes ele tinha encontrado antes umas calcinhas molhadas no cesto de roupa? Nenhuma!. E agora vê umas todos os dias, a toda hora, e vai achar que é coincidência... não pode ser.
Coitadinho, fica excitado e, por não dizer nada, tem que aguentar até a noite assim. Tomara que ele se decida.
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Meu Deus!. Peguei ele com as calcinhas na mão, acho que estava cheirando elas e vi minha oportunidade. Mas ele foi muito rápido, assim que me ouviu já tinha colocado de volta no cesto de roupa. Mas a ansiedade falou mais alto e resolvi apertar um pouco o parafuso nele:
-Oi, querido, me pareceu ver que você tinha algo na mão.
-Ah, sim, é que tinham caído no chão...
-Pois essas têm um aroma especial, não acha?- falei com um sorriso safado.
-Não sei, mãe, não reparei. Vou indo, que tenho um compromisso.
E saiu disparado pela porta a toda velocidade. Como pode ser tão difícil? Era muito mais fácil na minha cabeça: eu apertava um pouco, ele comentava algo e a gente chegava a um acordo "punheteiro" entre os dois. Me deixou com uma frustração danada, entre tesuda e puta da vida.
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Já fazem dois dias desde O incidente da calcinha, esperando que a cena se repita. Os franceses têm uma expressão muito curiosa: "o espírito da escada". Usam ela pra se referir a todas aquelas coisas que a gente gostaria de ter dito ou feito depois que algo acontece. Aquela resposta ou ação perfeita.
Meu "espírito da escada" particular é não ter deixado ele sair com alguma desculpa, ter sido um pouco mais explícita. Mas cheguei à conclusão de que ele teria escapado do mesmo jeito. Tenho a sensação de que estive tão perto...
Acabou! O melhor é pegar ele no meio da "tarefa", pra que não consiga evitar o assunto e, depois, puxando o fio...
Essa noite eu vou pra cima.
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Porra, porra, porra! Nesses meses não teve mais do que um par de dias em que ele não se dedicou à rotina dele. E justamente hoje tem que ser o terceiro!
Ele teve um jogo de futebol, suponho que deve estar bem cansado e caiu duro. Talvez tenha encontrado um jeito de fazer na escola e já não tem vontade à noite. Pensando bem, espero que não. Isso me tiraria oportunidades de conseguir meu objetivo.
Nada, tô há horas olhando as letras vermelhas do despertador, vendo os dois pontos que separam os minutos das horas pulsarem cada vez mais devagar. São quatro da manhã, é tarde demais. É melhor eu dormir.
Amanhã é outro dia. Espero que meus medos sejam infundados e amanhã ele volte com vontade de bater uma.
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Essa deve ser a noite! Fomos cedo pra cama. Eu com a desculpa de que tava muito cansada e insistindo que ia cair no sono na hora.
Vamos, vamos! Começa logo!
A espera tá me matando... tô com medo do pior.
Sim! Acho que tô ouvindo ele. Valeu! Valeu, meu Deus! Respira, respira fundo e vamos nessa. Devagar, sem fazer barulho pra pegar ele de surpresa.
Beleza, já levantei da cama e acho que não deu pra ouvir nada, e já tinha deixado a porta Bem aberta pra não precisar abrir ela. Tô andando pelo corredor bem devagar e quase na ponta dos pés. Tô com tontura, e me sinto toda molhada. Finalmente, depois de tantas semanas, vou conseguir.
Beleza, tô na frente da porta dele. Nem uma puta teria sido mais silenciosa. Certo, dá uma respirada fundo e entra na velocidade.
Respiro, aproximo bem devagar a mão da maçaneta e... lá vou eu!
— Filho, você tá bem? Levantei e achei que ouvi uns barulhos.
— Tô sim, mãe. Devia ser um pesadelo — ele disse com a voz meio trêmula. Fruto do susto e da surpresa, sem dúvida.
Porra! Ele tá coberto. Acho que ele bate uma coberto e põe o papel quando vai gozar. Não ver os lençóis "estalando" me fez não considerar essa possibilidade. Tem que ser assim, entrei rapidão. Até parece que percebi ele tirando a mão do pau debaixo do edredom. Bom, vou esgotar as chances desse plano, ver se tenho sorte mesmo assim.
Sento do lado da cama.
— Tem certeza, filho?
— Tenho, mãe.
Ela acariciou a cabeça dele, passando pela testa.
— Nossa! Filho, você tá muito quente. Não tá doente, né?
— Não, não, é que tá calor.
— Sei não, além disso você tá numa idade de mudanças e...
— Mãe, por favor, preciso descansar.
— Se for pra conversar um pouco sobre...
— Amanhã, mãe, por favor, me deixa dormir.
E ele se vira com uma certa violência, me dando as costas. O tom não foi muito agradável. Não me resta outra opção a não ser recuar.
Porra, porra! Tive tão perto! Não é justo! Volto pro meu quarto mais puta do que excitada. Por que as coisas não podem sair como a gente planeja e pronto? Como os homens são complicados, até os que a gente pare.
Não ouço mais ele, acho que o susto baixou a tesão. Melhor eu dormir.
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Beleza! Já sei onde eu tava errando. Não sei como não percebi antes. Todas as minhas tentativas tinham uma certa invasão da privacidade dele.
Nos adolescentes... A proteção da privacidade dela é mais forte que o ataque dos hormônios, inclusive.
Preciso de um plano. É complicado, as pessoas geralmente não sabem fazer planos. Chamam de "planos" a mesma merda que eu mesma venho fazendo até agora, traçam uma linha do tempo como se a realidade fosse uma história. Pensam "faço isso e acontece isso e, depois, acontece aquilo outro". A realidade não funciona assim.
As coisas na verdade funcionam mais ou menos assim: "faço isso e pode acontecer isso ou aquilo, se acontecer o primeiro, podem acontecer essas outras coisas, e se acontecer o segundo, essas outras".
Um bom plano, um que mereça esse nome, consiste em botar as coisas pra rolar e depois ir reduzindo as alternativas pra que todas convirjam pro resultado que você quer, ter uma previsão pra cada consequência pra que todas vão pro mesmo lugar.
É óbvio que ele quer, ou pra todos os efeitos é como se quisesse: tarado, obediente, possibilidade de ter estímulo no conforto de casa, é inteligente... e não digo isso só porque sou a mãe dele. Tenho certeza de que vai fazer muito bem pra ele. Só precisa quebrar essa primeira barreira. Já tenho mais ou menos planejado.
O primeiro passo é criar um cenário onde o invasor da privacidade, mesmo que involuntário, seja ele.
Isso vai funcionar.
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Tô nervosíssima. Aqui, de pernas abertas na cama, com a buceta tão molhada que tenho que fazer um esforço danado pra não me masturbar, mas sei que se eu gozar não vou ter força de vontade pra continuar. Ia me vestir e deixar o plano pra outro dia.
Confiro os detalhes: a porta está aberta o bastante pra incentivar a espiar e fechada o suficiente pra dar a falsa sensação de que dá pra espiar sem ser visto. O relógio mostra que ele vai chegar em casa em poucos minutos. Ele sempre é pontual.
Tento pensar em como quero que ele me veja, se completamente aberta ou com as pernas num V. Decido pela segunda opção. Também penso se vou gritar. Muito gemido. Tudo isso, em vez de fazer o tempo passar, faz ele passar mais devagar. Meu coração bate como se fosse um tambor e sinto um nó na garganta.
Vamos! Vem logo! Vem logo ou vou ficar com medo!
Ouço a porta da rua abrir. Olho pro teto e começo a me masturbar e gemer alto. Minha nossa, tô encharcada. Vamos, vamos! Aparece! Se não se apressar, eu gozo.
Sim! Acho que ele tá na porta. Deve ser a adrenalina, todos os meus sentidos estão aguçados. Existe a chance de ele ir embora depois de dar uma olhada. Não posso deixar. Tenho que ser rápida. Vou dar meu melhor show. Levanto na velocidade máxima e lá está ele. Estabeleço contato visual e ele arregala os olhos de surpresa. Ele sai correndo. Beleza, tudo conforme o plano:
- Oscar! Oscar! Vem, vamos conversar!
Ele não vem, bom, era o mais provável. Pra fingir improvisação, é importante ir o mais rápido possível. Levanto e saio correndo do quarto. Vou completamente pelada, como convém ao meu plano.
Ele tá sentado no sofá, bom. Eu tinha previsto desde ele entrar no meu quarto, a melhor das possibilidades, mas a mais improvável, até ele se trancar no dele, o que me obrigaria a dizer que não iria embora até ele abrir, a pior possibilidade, porque exercer autoridade teria esfriado um pouco o clima. A sala não é o melhor nem o pior.
Ele ligou a TV, acho que pra se distrair um pouco do choque. Preferia que ele tivesse sorrido ao chegar pra o clima ficar relaxado desde o início.
Me aproximo por trás do sofá e passo a mão no cabelo dele:
- Você se assustou, amor?
- Não, mãe, tudo bem. Desculpa ter te surpreendido, ouvi barulhos e...
Sorrio, contorno o sofá e sento do lado dele. Estando pelada, ele desvia o olhar tentando se concentrar na TV, mas não consegue evitar dar olhadas rápidas a cada poucos segundos. Beleza, a coisa tá indo bem.
- Bom, você sabe o que eu tava fazendo, — Né?
— Sim, mãe. Não sou idiota. Não tem problema, de verdade, deixa pra lá.
— Valeu por não... sabe... fazer um escândalo, ou ficar histérica ou algo assim — falo com um sorrisão.
— Relaxa, mãe.
— Vem, me dá um abraço.
Abraço ele, ele resiste um pouco e apoia a cabeça no meu peito. Peito é peito, mesmo sendo da mãe dele. E ainda por cima são bem colocados. Pois é! Já tão começando a fazer efeito, já tô vendo a ereção dele. Espero mais um pouco. Foda-se o controle e desligo a TV. Sem a tela, o estímulo dominante é meu corpo pelado, ele tá olhando e tentando evitar, sem muito sucesso, ao mesmo tempo.
— Olha, sei que você é meio resistente, mas vamos conversar um pouco sobre o assunto.
— Não, mãe, já entend...
— Shhh! — sibilo enquanto coloco o dedo indicador na frente dele pra me deixar falar — Olha, masturbação é algo natural. Todo mundo tem necessidades e você sabe que desde que seu pai nos largou, não tive muitos rolos com homens. Por isso, de vez em quando, enfio o dedo...
As expressões que vou usando tão fazendo efeito, vejo a ereção dele aumentar. Tenho que esperar pra dar o empurrão final.
— Não tem nada de vergonhoso nisso — continuo.
Espera, espera até ele não aguentar mais.
— Todo mundo faz quando precisa. Ou deveria fazer...
Ele leva a mão pro pacote pra ajeitar. Agora!
— Bom, como tenho certeza que você também faz — dou risada e dou um tapinha com o dedo no queixo dele.
— Não, eu não...
— Ah, fala sério, não tem nada de que se envergonhar.
— Não, eu...
— Mais ainda, tenho certeza que quando entrei outro dia no seu quarto, você tava fazendo isso — falo apertando o braço que passei por cima dos ombros dele e puxando ele pra perto.
Ele não fala nada, e abaixa um pouco a cabeça. Tá ficando meio vermelho. Que difícil que é meu filho. Mais um empurrãozinho.
— É assim? Hein? — uso meu melhor tom de consolo.
— Sim...
— Isso é bom. Não tem nada de errado, pelo contrário.
Vejo que volta a ajeitar ela. Sinto muita tontura. Vamos pro passo crítico. Dirijo o olhar de forma exagerada pra virilha dela, mostrando surpresa.
—Pô! Ficou durinha, hein? Ainda chama isso de "ficar de pau duro"? — falo rindo.
—É, às vezes...
—Quer bater uma punheta? — achava que tava nervosa, agora é que sinto que o coração vai sair pela garganta.
—Não... sim... sim...
—Vai, sei que você quer. Ou quer que eu bata pra você?
—Sim, sim, quero sim, mas eu mesmo faço.
—Então não se acanhe. Vem comigo.
Levanto, pego na mão dele e levo pro meu quarto. Ao deitar na cama, lembro que tava pelada, quase tinha esquecido, tô até mais molhada do que quando comecei. Passo um pensamento rápido: tomara que não tenha sujado muito o sofá.
—Na cama cabe nós dois se quiser, mas se quiser ver melhor como uma mulher faz, tem uma cadeira ali e pode sentar na ponta. Tenho lenço aqui, na mesinha, pra você se limpar.
Foda-se a cadeira, ele coloca ela de frente pra ponta da cama, chega na mesinha, pega uns lenços e volta pra cadeira. O jeito que ele se mexe me mostra que não tenho mais nada pra me preocupar, já tem inércia. Coitadinho, esquentei tanto ele que tá feito um zumbi. Vou compensar com um belo show.
Ele abaixa a calça e senta na cadeira.
—Nossa! Fazia anos que não te via pelado inteiro. É muito bom ver que você se desenvolveu tão bem... na ferramenta, quero dizer, claro — solto uma risada contida. Vejo ele ficar vermelho que nem tomate.
—Valeu, acho — ele sorri. — Tô meio sem graça.
Por um momento, temo, mas ele pega na rola e começa a mexer.
—Tá me vendo bem?
—Tô, mãe.
—Vira um pouco pro lado pra eu te ver melhor.
Ele move a cadeira sem levantar, e sem soltar a rola.
—Cê vai muito rápido, né? Vai gozar cedo demais.
—Não sou expert, mas você também não tá muito devagar.
—É, me pegou no flagra. Foi uma tentativa e fiquei no meio do caminho — tento rir entre gemidos.
A verdade é que nos olhamos mais nos olhos do que nas partes íntimas. Os movimentos dele vão me fazer gozar rápido. Ele também não parece aguentar muito.
Sem tirar os olhos de mim, ele diz:
— Tô gozando... tô gozandooo...
A expressão dele. Meu Deus, a expressão dele!
— Eu também tô...
Estamos nos contorcendo sem perder o contato visual. Acho que estou tendo o melhor orgasmo da minha vida. Mas acaba. O dos dois. Ficamos em silêncio.
— Ufa! — assobio. — Foi bem... espetacular — caio na risada.
— É. A verdade é que não esperava por isso.
Me levanto, sentando na cama. Dou uns tapinhas ao meu lado pra indicar que meu filho sente perto de mim. Ele se levanta e vem. Quando senta, eu digo:
— Bom, já que concordamos que foi tão bom, você não precisa mais se esconder pra bater uma.
— Nem você — ele responde.
Quase esqueço, tem outro ponto essencial no meu plano. Se eu não cumprir, posso desfazer tudo que consegui hoje.
— Olha, normal, normal, não é bem isso. Mas também não é normal um filho pegar a mãe se tocando. Só porque não é normal não quer dizer que tenha algo de errado. E já que o acaso nos uniu, vamos aproveitar. Concorda?
— Sim, parece justo.
— E, ó, se você quiser que eu te faça uma, dar um prazer pro meu filho tá dentro das minhas responsabilidades — começo a rir — se estiver ao meu alcance — completo com uma piscada e rindo ainda mais.
Meu filho ri junto e completa:
— O mesmo digo — ele fala, mas tem um tom na voz de quem fala mais por educação do que por convicção. Isso me deixa claro que preciso do "seguro" que eu tinha planejado.
— Além disso, tô curiosa: será que eu poderia te pedir pra fazer uma em você quando der vontade?
Ele fica surpreso.
— Sim, acho que sim...
— Jura? — falo com um sorriso e apoiando o dedo indicador no nariz dele.
— Juro.
Boa! Eu precisava desse "seguro".
Ele se levanta e sai do quarto. Coitadinho, tá todo Tá meio desorientado e atropelado pelos acontecimentos. Mas vai se divertir pra caralho.
Sabia! Ainda bem que peguei o "seguro". Já faz uma semana desde o grande acontecimento, e ele não falou nem um pio. Já imaginava que essas coisas que a gente vive como um sonho por causa da excitação, que não são vividas com a percepção normal da realidade, correm o risco de serem tratadas como uma fantasia.
O mais perto de um avanço foi um dia, quando passei pelo banheiro e ouvi os gemidos já familiares. Claro que entrei, e não me enganei, mas ele parou. Sorrindo, incentivei:
- Continua, continua, já não lembra do nosso acordo em alguns dias?
- Tô com vergonha, mãe. Quando você sair.
Não quis apertar mais e fui embora.
Tenho pensado bastante. Achava que me bastava com uma emoção mais leve. Mas assim como pro meu filho um peito é um peito, comigo é a mesma coisa com o pau dele. Depois de tanto tempo sem ter um por perto...
Também pensei em outras coisas mais inconfessáveis. Tipo que o tabu do incesto só existe por causa da procriação. É um tabu porque interessa à espécie, não necessariamente aos indivíduos. A maior chance de malformações é provavelmente o que transformou em terreno proibido as relações sexuais na família. Também me pergunto: será que é "errado" se as relações sexuais evitam a procriação? Talvez a excitação contínua que tenho há meses por causa da situação, junto com a falta de horas de sono, esteja ajudando a acabar com esses preconceitos aos poucos.
Vou fazer umas compras.
Mais uma semana passou. Ontem acho que ele tava muito cansado e teve um dia de folga dos "trabalhos manuais" dele. Tomara, melhor pegar ele com vontade hoje, que vou usar o "seguro" que me garantia a iniciativa quando eu quisesse, sem parecer que tô invadindo a privacidade dele. No fim das contas, a permissão foi ele quem deu.
Tamo terminando de jantar. Acho que é um bom momento. Também acho que deixei passar Muitos dias se passaram e, embora não esteja tão nervosa quanto no primeiro passo do meu plano, tranquila não estou exatamente.
— Oi, Oscar, já esqueceu do que a gente conversou umas duas semanas atrás?
— Não, mãe.
— Bom, é que você não falou mais nada. Não gostou?
Vejo ele inspirar fundo. Acho que ele também andou pensando bastante.
— Gostei sim, já te falei.
— E então?
— Penso nisso direto. Mas é que me dá vergonha.
— Não seja bobo! — dou um sorriso pra ele. — Isso é só nas primeiras vezes. Além disso, esses nervos deixam tudo melhor.
Ele fica vermelho, acho que tá tendo uma ereção.
— Já que estamos nessa. Lembra que você me deu permissão pra te pedir algo se eu quisesse?
Agora sim, as bochechas dele estão pegando fogo, vermelho intenso.
— Lembro.
— Então, comprei umas coisas e queria testar. O que me diz?
— Eu ia adorar.
— Então vamos pro meu quarto.
Levantamos e entramos no meu quarto. Peço pra ele se despir e sentar, enquanto isso, tiro uma sacola de debaixo da cama. De dentro, puxo um gel lubrificante, de morango pra ser mais exata.
Me ajoelho, tô nervosa e isso se entrega no sorriso que dou pro meu filho, levemente trêmulo nos cantos dos lábios. O sorriso dele é um reflexo do meu.
Derramo um jato do gel na piroca dele e seguro, começo a mexer. É engraçado, tudo que não está bem na minha frente parece que tá girando. Minha visão periférica parece uma centrífuga de baixa velocidade.
Aguento mais um pouco, só mais um pouco. Vejo ele bufar e olhar pro teto. Agora!
Enfio na boca.
— Mãe! O que você tá faz... ufff.
Uns segundos a mais. Se ele não reclamar em mais alguns segundos, outra barreira caiu. Capricho na língua no freio dele. Agora ele já não tira o olho do teto, só pra me encarar e sorrir. Tento dar um sorriso de volta enquanto mantenho a piroca dele na minha boca.
É curioso, a tranquilidade que me dá ter Dando mais um passo, minha mente foca em outros detalhes, como se o gosto de morango tivesse sido a melhor escolha. Mas logo meus pensamentos se concentram no próximo desafio, ainda distante em minutos, depois do orgasmo dele.
Ele começa a bufar, fecha os olhos com força, coloca a mão na minha testa e empurra levemente:
— Vou gozar... uff
Resisto à leve tentativa de me afastar, nego com a cabeça e, com a mão que não está segurando a base do pau dele, faço um sinal de positivo com o polegar, indicando que está tudo bem.
E ele explode na minha boca enquanto eu chupo com força. Ele geme como se fosse chorar. Não se mexe muito, mas se curva para frente, quase encostando o queixo na minha nuca.
Ele se levanta e inspira como quem tira a cabeça da água quando não aguenta mais prender a respiração. Tiro o pau da boca e dou uma risadinha, passando a língua por ele inteiro, da base até a ponta. Depois dou uns beijinhos enquanto meu filho se recupera.
— Caralho!... nunca foi tão verdade — ele brinca.
Levanto, sento ao lado dele, passo um braço sobre os ombros dele, beijo o ombro mais próximo enquanto massajo o outro.
— Gostou? — pergunto.
— Sim. Na real, me surpreendeu quando... — ele move o punho repetidamente em direção à boca, no gesto universal de um boquete.
— É, bom, não foi premeditado — minto. — Tava ali e veio o impulso. Pensei em te dar o maior prazer possível, já que a gente faz isso. Sem machucar ninguém...
— Machucar a mim não machucou, com certeza — ele ri.
— Preciso te dizer que você tava bem carregado aqui — aproximo minha mão das bolas dele e começo a massageá-las com uma intenção dupla: brincar pra relaxar ele e excitá-lo de novo. A resistência dele deve estar baixa pro próximo passo.
— Eu sentia saindo e saindo...
Sinto ele começando a endurecer de novo. É hora de continuar.
— Agora eu tô com vontade. Cê podia me dar uma força pra retribuir o favor!
O rosto dele não mostra exatamente Duda, é mais como se ela estivesse ponderando a proposta. São só alguns décimos de segundo, mas o ritmo acelerado do meu coração dilata minha percepção do tempo.
- Claro! Mas me orienta, que não sei bem como...
Outra barreira cai.
Eu me deito na cama e indico que ele se posicione na altura da minha entreperna.
- Olha, o botãozinho aqui é o clitóris, é melhor começar ao redor, mas se for tocar direto, sempre, sempre molha os dedos. Nunca toca com os dedos secos...
Ele vai seguindo minhas instruções. Não consigo evitar que minha respiração falhe.
- Depois, se quiser, pode ir introduzindo dois dedos. Melhor se curvar... ahh... ah... um pouco pra cima...
Tento controlar a respiração. Quero que dure. Vejo ele se virar pra ficar de lado. A ereção dele já está incomodando pra ficar de bruços. Tenho que perguntar.
- Mãe, você quer que eu faça com a boca?
Surpresa! Eu tinha planejado pedir com um tom sugestivo e, se falhasse, meio suplicante. Não esperava que ele tomasse a iniciativa. Assinto rapidamente. Ele aproxima a boca e faz círculos com a língua ao redor do meu clitóris enquanto continua com os dedos. Dava pra me contentar com isso, penso.
- Ufff... aahh... ah... mais devagar, filho, quero que dure mais.
Ele levanta a cabeça por um momento.
- Como você quiser. Mas eu vou me tocar também.
Vejo o pau dele e a cabecinha está enorme e vermelha. Sinto raiva e um impulso.
- Para, para um momento.
Me sento, pego do chão, ao lado da cama, a sacola das compras. Meto a mão sem tirar nada.
- Preciso te dizer a verdade. Filho, sei que você não é bobo e sabe que, em grande parte, fui eu que fui induzindo esse jogo. Para todos os efeitos, te considero adulto e maduro pra sua idade. Por isso, quero que pense bem nisso, e só diga sim se estiver completamente convencido...
Remexo na sacola. Tiro uma caixa de camisinhas e coloco em cima da mesinha.
- ... isso não é normal, mas Também não acho que seja ruim. Do meu ponto de vista, nem considero isso pervertido, de jeito nenhum. Se a gente continuar com isso, quero que seja uma diversão boa pra você, mas não um substituto pra nada. Assim que você tiver chance de transar com garotas da sua idade, quero que você transe, mas enquanto isso...
Paro de falar. Olho pra caixa de camisinhas e depois pra ele.
— O que você me diz? — pergunto.
Ele fica encarando a caixa de camisinhas. Morde o lábio inferior por uma eternidade, parece. Finalmente, ele acena que sim.
Com o sorriso mais sincero que já dei na vida, agarro ele e derrubo de costas enquanto grito:
— Tô precisando tanto disso!
Enquanto pego uma camisinha, abro e vou colocando nele entre sorrisos e olhares cúmplices, me pergunto o quanto pesou na decisão dele perceber a minha puta necessidade. E com toda a pressa que a ansiedade me dá, monto nele com gosto. Sinto a carne da minha bunda balançar com o impulso.
— Não vai se arrepender — falo e beijo ele com luxúria entre gemidos.
Enquanto continuo cavalgando, quase ouço o som da última barreira caindo. Talvez a minha também estivesse caindo.
FIM
Sempre me perguntei por que as pessoas juntam o que é normal com o que é certo. Do jeito que eu vejo, tem coisas "normais" que são bem "ruins" e coisas "anormais" que são "boas", ou pelo menos não têm nada de errado. Ou seja, as normas sociais nem sempre foram criadas com boas intenções por parte dos poderosos; muitas vezes foram feitas pra manter a população sob controle. Coisas como ser dócil quando abusam de nós socialmente, evitar conflito ou não fazer coisas que não machucam ninguém, sem motivo nenhum. Embora eu sempre tenha refletido sobre esses temas, a verdade é que ultimamente tenho pensado bem mais neles, e tem um motivo: meu filho aprendeu a se masturbar.
Tipo, não é que eu ache errado, mas pelas convenções sociais, não deveria tocar no assunto. Tá sendo difícil, pra ser sincera, já que tô há um bom tempo sem relações sexuais, fora as solitárias, digo.
Quando meu marido nos largou e se desligou de nós, já faz uns anos, fiquei tão queimada que decidi que minha história com homens tinha acabado. Por pressão de conhecidas, que não amigas, já que deixei todas na minha cidade antiga, tive encontros e uns dois relacionamentos de média duração. A verdade é que a simplicidade da maioria dos homens faz com que, paradoxalmente, os relacionamentos sejam complicados. Não preciso de um homem de qualquer jeito, embora às vezes um pau cairia bem, não sei se me entende.
Como já disse, não é que eu ache errado, bom, na verdade acho muito bom e muito saudável, mas são as formas que me incomodam. Ele sempre espera até altas horas da noite, achando que já vou estar dormida, e é verdade que na maioria das vezes tô. Sempre tive o sono muito leve, acordo até com o menor barulho. Os gemidos dele me acordam toda noite, e depois não consigo voltar a Dormir. Sorte que não preciso ir trabalhar, graças a uma boa herança, porque, se não, não sei como ia fazer. É como estar do lado de uma pessoa que respira muito forte e ir ficando puto.
Suponho que o fato de não termos trinco no banheiro faz ele descartar isso durante o dia. Mas à noite, enquanto vejo televisão, não é uma má ocasião. Com certeza daria para ouvir menos do que no silêncio total da noite.
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Já estou nessa situação há uns dois meses. Tem que reconhecer que ele toma suas precauções, só encontrei no quarto dele uns dois pedaços de papel que ele usou para se limpar. Bom, e uma meia que usei pelo menos uma vez.
Apesar de tudo, o quarto "cheira" antes de eu arejar de manhã. Suponho que seja pelo tempo que estou sem um homem, mas a verdade é que o aroma me excita bastante. Algum dia até fico desejando que ele saia para a aula para entrar no quarto dele.
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Mais duas semanas de sons noturnos. Pelo menos já descobri como dormir: me masturbando também. Suponho que por ser a mãe dele, tinha algo na minha cabeça que não me deixava perceber que a agitação que sentia ao acordar com os gemidos dele era excitação sexual.
O problema é que tenho que esperar ele dormir depois da sessão dele, não vá que ele me ouça como eu o ouço. E considerando que às vezes ele passa até uma hora "batendo punheta", mais a meia hora que espero depois de um tempo prudencial para ele dormir, continuo perdendo horas de sono.
Me pergunto como ele aprendeu, se os garotos de hoje em dia ainda passam o "grande segredo" em conversas baixas, ou se a Internet já faz esse papel. Na escola, alguns pais fizeram um escândalo quando propuseram aulas de educação sexual, então colocaram para uma idade uns dois anos maior. Que gente solta por aí, com certeza. que até se dão chicotadas quando falam um palavrão.
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Tem coisas que não fazem o menor sentido. Já faz quase um mês que tô na mesma rotina: escuto meu filho bater uma, espero um pouco até achar que ele dormiu e bato uma também. Não seria melhor poder fazer isso juntos?
Não que eu precise de um homem, mas um pouco de ação real não cairia mal. Por mais que seja meu filho, ter um cara na minha frente se masturbando já me ajudaria pra caralho enquanto eu faço o mesmo.
Não ia ajudar só a mim. Também acho que não faria mal pra ele ver como uma mulher se estimula, acho que poderia ser bem benéfico pra ele.
Não é incesto nem nada. Pode ser por causa do tesão que tô acumulando, mas quanto mais penso, mais idiota parece ficar fingindo que não percebo que ele bate uma toda noite a poucos metros e esconder que eu faço o mesmo depois dele. Sei lá, talvez entre todo esse tempo sozinha e a falta de sono que tô acumulando, umas ideias estranhas me vêm à cabeça.
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Decidi! Tenho que conseguir que a gente faça isso junto. Pelo ritmo que ele leva, não acho que vá resistir muito a ter um estímulo extra. Além disso, o fato de ele se esconder tanto mostra que sente que tem algo de culpado nisso. Então, olha, vou libertar ele.
O melhor é que ele mesmo proponha. Vou começar a estimular ele, ver se ele se solta. Acho que vou começar a me mostrar mais: a porta do chuveiro um pouco aberta, o roupão mais aberto...
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Porra! Depois de vários dias, parece que minha tática não tá funcionando. É um fracasso. Bom, não um fracasso total. Dá pra notar os olhares furtivos dele, até na hora do banho, percebi que ele tenta entrar no banheiro nos momentos certos. Mas não fala nada.
Pode ser que funcionasse a longo prazo, mas por enquanto a única coisa que consegui foi que as sessões noturnas dele ficassem mais longas, e as minhas também. Adie para mais tarde, com o que menos horas de sono ainda.
Uma vez tomada a decisão, não gosto de ter que esperar tanto para conseguir meu objetivo. Vou ser um pouco mais agressiva. Já que ele passa muitas vezes perto do cesto de roupa suja no caminho da cozinha, vamos ver se os "aromas" excitam ele tanto quanto a mim. Vou deixar umas calcinhas bem molhadas por mim sempre em cima, mesmo que tenha que colocar um par delas por dia.
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A mãe que o pariu! E olha que sou eu. Por que ele não tem confiança suficiente comigo? Sempre me contou todas as coisas dele.
Se eu vejo a ereção dele muitas vezes quando ele passa perto do cesto de roupa! Por esse tipo de coisa que os homens me deixam nervosa. Quantas vezes ele tinha encontrado antes umas calcinhas molhadas no cesto de roupa? Nenhuma!. E agora vê umas todos os dias, a toda hora, e vai achar que é coincidência... não pode ser.
Coitadinho, fica excitado e, por não dizer nada, tem que aguentar até a noite assim. Tomara que ele se decida.
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Meu Deus!. Peguei ele com as calcinhas na mão, acho que estava cheirando elas e vi minha oportunidade. Mas ele foi muito rápido, assim que me ouviu já tinha colocado de volta no cesto de roupa. Mas a ansiedade falou mais alto e resolvi apertar um pouco o parafuso nele:
-Oi, querido, me pareceu ver que você tinha algo na mão.
-Ah, sim, é que tinham caído no chão...
-Pois essas têm um aroma especial, não acha?- falei com um sorriso safado.
-Não sei, mãe, não reparei. Vou indo, que tenho um compromisso.
E saiu disparado pela porta a toda velocidade. Como pode ser tão difícil? Era muito mais fácil na minha cabeça: eu apertava um pouco, ele comentava algo e a gente chegava a um acordo "punheteiro" entre os dois. Me deixou com uma frustração danada, entre tesuda e puta da vida.
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Já fazem dois dias desde O incidente da calcinha, esperando que a cena se repita. Os franceses têm uma expressão muito curiosa: "o espírito da escada". Usam ela pra se referir a todas aquelas coisas que a gente gostaria de ter dito ou feito depois que algo acontece. Aquela resposta ou ação perfeita.
Meu "espírito da escada" particular é não ter deixado ele sair com alguma desculpa, ter sido um pouco mais explícita. Mas cheguei à conclusão de que ele teria escapado do mesmo jeito. Tenho a sensação de que estive tão perto...
Acabou! O melhor é pegar ele no meio da "tarefa", pra que não consiga evitar o assunto e, depois, puxando o fio...
Essa noite eu vou pra cima.
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Porra, porra, porra! Nesses meses não teve mais do que um par de dias em que ele não se dedicou à rotina dele. E justamente hoje tem que ser o terceiro!
Ele teve um jogo de futebol, suponho que deve estar bem cansado e caiu duro. Talvez tenha encontrado um jeito de fazer na escola e já não tem vontade à noite. Pensando bem, espero que não. Isso me tiraria oportunidades de conseguir meu objetivo.
Nada, tô há horas olhando as letras vermelhas do despertador, vendo os dois pontos que separam os minutos das horas pulsarem cada vez mais devagar. São quatro da manhã, é tarde demais. É melhor eu dormir.
Amanhã é outro dia. Espero que meus medos sejam infundados e amanhã ele volte com vontade de bater uma.
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Essa deve ser a noite! Fomos cedo pra cama. Eu com a desculpa de que tava muito cansada e insistindo que ia cair no sono na hora.
Vamos, vamos! Começa logo!
A espera tá me matando... tô com medo do pior.
Sim! Acho que tô ouvindo ele. Valeu! Valeu, meu Deus! Respira, respira fundo e vamos nessa. Devagar, sem fazer barulho pra pegar ele de surpresa.
Beleza, já levantei da cama e acho que não deu pra ouvir nada, e já tinha deixado a porta Bem aberta pra não precisar abrir ela. Tô andando pelo corredor bem devagar e quase na ponta dos pés. Tô com tontura, e me sinto toda molhada. Finalmente, depois de tantas semanas, vou conseguir.
Beleza, tô na frente da porta dele. Nem uma puta teria sido mais silenciosa. Certo, dá uma respirada fundo e entra na velocidade.
Respiro, aproximo bem devagar a mão da maçaneta e... lá vou eu!
— Filho, você tá bem? Levantei e achei que ouvi uns barulhos.
— Tô sim, mãe. Devia ser um pesadelo — ele disse com a voz meio trêmula. Fruto do susto e da surpresa, sem dúvida.
Porra! Ele tá coberto. Acho que ele bate uma coberto e põe o papel quando vai gozar. Não ver os lençóis "estalando" me fez não considerar essa possibilidade. Tem que ser assim, entrei rapidão. Até parece que percebi ele tirando a mão do pau debaixo do edredom. Bom, vou esgotar as chances desse plano, ver se tenho sorte mesmo assim.
Sento do lado da cama.
— Tem certeza, filho?
— Tenho, mãe.
Ela acariciou a cabeça dele, passando pela testa.
— Nossa! Filho, você tá muito quente. Não tá doente, né?
— Não, não, é que tá calor.
— Sei não, além disso você tá numa idade de mudanças e...
— Mãe, por favor, preciso descansar.
— Se for pra conversar um pouco sobre...
— Amanhã, mãe, por favor, me deixa dormir.
E ele se vira com uma certa violência, me dando as costas. O tom não foi muito agradável. Não me resta outra opção a não ser recuar.
Porra, porra! Tive tão perto! Não é justo! Volto pro meu quarto mais puta do que excitada. Por que as coisas não podem sair como a gente planeja e pronto? Como os homens são complicados, até os que a gente pare.
Não ouço mais ele, acho que o susto baixou a tesão. Melhor eu dormir.
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Beleza! Já sei onde eu tava errando. Não sei como não percebi antes. Todas as minhas tentativas tinham uma certa invasão da privacidade dele.
Nos adolescentes... A proteção da privacidade dela é mais forte que o ataque dos hormônios, inclusive.
Preciso de um plano. É complicado, as pessoas geralmente não sabem fazer planos. Chamam de "planos" a mesma merda que eu mesma venho fazendo até agora, traçam uma linha do tempo como se a realidade fosse uma história. Pensam "faço isso e acontece isso e, depois, acontece aquilo outro". A realidade não funciona assim.
As coisas na verdade funcionam mais ou menos assim: "faço isso e pode acontecer isso ou aquilo, se acontecer o primeiro, podem acontecer essas outras coisas, e se acontecer o segundo, essas outras".
Um bom plano, um que mereça esse nome, consiste em botar as coisas pra rolar e depois ir reduzindo as alternativas pra que todas convirjam pro resultado que você quer, ter uma previsão pra cada consequência pra que todas vão pro mesmo lugar.
É óbvio que ele quer, ou pra todos os efeitos é como se quisesse: tarado, obediente, possibilidade de ter estímulo no conforto de casa, é inteligente... e não digo isso só porque sou a mãe dele. Tenho certeza de que vai fazer muito bem pra ele. Só precisa quebrar essa primeira barreira. Já tenho mais ou menos planejado.
O primeiro passo é criar um cenário onde o invasor da privacidade, mesmo que involuntário, seja ele.
Isso vai funcionar.
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Tô nervosíssima. Aqui, de pernas abertas na cama, com a buceta tão molhada que tenho que fazer um esforço danado pra não me masturbar, mas sei que se eu gozar não vou ter força de vontade pra continuar. Ia me vestir e deixar o plano pra outro dia.
Confiro os detalhes: a porta está aberta o bastante pra incentivar a espiar e fechada o suficiente pra dar a falsa sensação de que dá pra espiar sem ser visto. O relógio mostra que ele vai chegar em casa em poucos minutos. Ele sempre é pontual.
Tento pensar em como quero que ele me veja, se completamente aberta ou com as pernas num V. Decido pela segunda opção. Também penso se vou gritar. Muito gemido. Tudo isso, em vez de fazer o tempo passar, faz ele passar mais devagar. Meu coração bate como se fosse um tambor e sinto um nó na garganta.
Vamos! Vem logo! Vem logo ou vou ficar com medo!
Ouço a porta da rua abrir. Olho pro teto e começo a me masturbar e gemer alto. Minha nossa, tô encharcada. Vamos, vamos! Aparece! Se não se apressar, eu gozo.
Sim! Acho que ele tá na porta. Deve ser a adrenalina, todos os meus sentidos estão aguçados. Existe a chance de ele ir embora depois de dar uma olhada. Não posso deixar. Tenho que ser rápida. Vou dar meu melhor show. Levanto na velocidade máxima e lá está ele. Estabeleço contato visual e ele arregala os olhos de surpresa. Ele sai correndo. Beleza, tudo conforme o plano:
- Oscar! Oscar! Vem, vamos conversar!
Ele não vem, bom, era o mais provável. Pra fingir improvisação, é importante ir o mais rápido possível. Levanto e saio correndo do quarto. Vou completamente pelada, como convém ao meu plano.
Ele tá sentado no sofá, bom. Eu tinha previsto desde ele entrar no meu quarto, a melhor das possibilidades, mas a mais improvável, até ele se trancar no dele, o que me obrigaria a dizer que não iria embora até ele abrir, a pior possibilidade, porque exercer autoridade teria esfriado um pouco o clima. A sala não é o melhor nem o pior.
Ele ligou a TV, acho que pra se distrair um pouco do choque. Preferia que ele tivesse sorrido ao chegar pra o clima ficar relaxado desde o início.
Me aproximo por trás do sofá e passo a mão no cabelo dele:
- Você se assustou, amor?
- Não, mãe, tudo bem. Desculpa ter te surpreendido, ouvi barulhos e...
Sorrio, contorno o sofá e sento do lado dele. Estando pelada, ele desvia o olhar tentando se concentrar na TV, mas não consegue evitar dar olhadas rápidas a cada poucos segundos. Beleza, a coisa tá indo bem.
- Bom, você sabe o que eu tava fazendo, — Né?
— Sim, mãe. Não sou idiota. Não tem problema, de verdade, deixa pra lá.
— Valeu por não... sabe... fazer um escândalo, ou ficar histérica ou algo assim — falo com um sorrisão.
— Relaxa, mãe.
— Vem, me dá um abraço.
Abraço ele, ele resiste um pouco e apoia a cabeça no meu peito. Peito é peito, mesmo sendo da mãe dele. E ainda por cima são bem colocados. Pois é! Já tão começando a fazer efeito, já tô vendo a ereção dele. Espero mais um pouco. Foda-se o controle e desligo a TV. Sem a tela, o estímulo dominante é meu corpo pelado, ele tá olhando e tentando evitar, sem muito sucesso, ao mesmo tempo.
— Olha, sei que você é meio resistente, mas vamos conversar um pouco sobre o assunto.
— Não, mãe, já entend...
— Shhh! — sibilo enquanto coloco o dedo indicador na frente dele pra me deixar falar — Olha, masturbação é algo natural. Todo mundo tem necessidades e você sabe que desde que seu pai nos largou, não tive muitos rolos com homens. Por isso, de vez em quando, enfio o dedo...
As expressões que vou usando tão fazendo efeito, vejo a ereção dele aumentar. Tenho que esperar pra dar o empurrão final.
— Não tem nada de vergonhoso nisso — continuo.
Espera, espera até ele não aguentar mais.
— Todo mundo faz quando precisa. Ou deveria fazer...
Ele leva a mão pro pacote pra ajeitar. Agora!
— Bom, como tenho certeza que você também faz — dou risada e dou um tapinha com o dedo no queixo dele.
— Não, eu não...
— Ah, fala sério, não tem nada de que se envergonhar.
— Não, eu...
— Mais ainda, tenho certeza que quando entrei outro dia no seu quarto, você tava fazendo isso — falo apertando o braço que passei por cima dos ombros dele e puxando ele pra perto.
Ele não fala nada, e abaixa um pouco a cabeça. Tá ficando meio vermelho. Que difícil que é meu filho. Mais um empurrãozinho.
— É assim? Hein? — uso meu melhor tom de consolo.
— Sim...
— Isso é bom. Não tem nada de errado, pelo contrário.
Vejo que volta a ajeitar ela. Sinto muita tontura. Vamos pro passo crítico. Dirijo o olhar de forma exagerada pra virilha dela, mostrando surpresa.
—Pô! Ficou durinha, hein? Ainda chama isso de "ficar de pau duro"? — falo rindo.
—É, às vezes...
—Quer bater uma punheta? — achava que tava nervosa, agora é que sinto que o coração vai sair pela garganta.
—Não... sim... sim...
—Vai, sei que você quer. Ou quer que eu bata pra você?
—Sim, sim, quero sim, mas eu mesmo faço.
—Então não se acanhe. Vem comigo.
Levanto, pego na mão dele e levo pro meu quarto. Ao deitar na cama, lembro que tava pelada, quase tinha esquecido, tô até mais molhada do que quando comecei. Passo um pensamento rápido: tomara que não tenha sujado muito o sofá.
—Na cama cabe nós dois se quiser, mas se quiser ver melhor como uma mulher faz, tem uma cadeira ali e pode sentar na ponta. Tenho lenço aqui, na mesinha, pra você se limpar.
Foda-se a cadeira, ele coloca ela de frente pra ponta da cama, chega na mesinha, pega uns lenços e volta pra cadeira. O jeito que ele se mexe me mostra que não tenho mais nada pra me preocupar, já tem inércia. Coitadinho, esquentei tanto ele que tá feito um zumbi. Vou compensar com um belo show.
Ele abaixa a calça e senta na cadeira.
—Nossa! Fazia anos que não te via pelado inteiro. É muito bom ver que você se desenvolveu tão bem... na ferramenta, quero dizer, claro — solto uma risada contida. Vejo ele ficar vermelho que nem tomate.
—Valeu, acho — ele sorri. — Tô meio sem graça.
Por um momento, temo, mas ele pega na rola e começa a mexer.
—Tá me vendo bem?
—Tô, mãe.
—Vira um pouco pro lado pra eu te ver melhor.
Ele move a cadeira sem levantar, e sem soltar a rola.
—Cê vai muito rápido, né? Vai gozar cedo demais.
—Não sou expert, mas você também não tá muito devagar.
—É, me pegou no flagra. Foi uma tentativa e fiquei no meio do caminho — tento rir entre gemidos.
A verdade é que nos olhamos mais nos olhos do que nas partes íntimas. Os movimentos dele vão me fazer gozar rápido. Ele também não parece aguentar muito.
Sem tirar os olhos de mim, ele diz:
— Tô gozando... tô gozandooo...
A expressão dele. Meu Deus, a expressão dele!
— Eu também tô...
Estamos nos contorcendo sem perder o contato visual. Acho que estou tendo o melhor orgasmo da minha vida. Mas acaba. O dos dois. Ficamos em silêncio.
— Ufa! — assobio. — Foi bem... espetacular — caio na risada.
— É. A verdade é que não esperava por isso.
Me levanto, sentando na cama. Dou uns tapinhas ao meu lado pra indicar que meu filho sente perto de mim. Ele se levanta e vem. Quando senta, eu digo:
— Bom, já que concordamos que foi tão bom, você não precisa mais se esconder pra bater uma.
— Nem você — ele responde.
Quase esqueço, tem outro ponto essencial no meu plano. Se eu não cumprir, posso desfazer tudo que consegui hoje.
— Olha, normal, normal, não é bem isso. Mas também não é normal um filho pegar a mãe se tocando. Só porque não é normal não quer dizer que tenha algo de errado. E já que o acaso nos uniu, vamos aproveitar. Concorda?
— Sim, parece justo.
— E, ó, se você quiser que eu te faça uma, dar um prazer pro meu filho tá dentro das minhas responsabilidades — começo a rir — se estiver ao meu alcance — completo com uma piscada e rindo ainda mais.
Meu filho ri junto e completa:
— O mesmo digo — ele fala, mas tem um tom na voz de quem fala mais por educação do que por convicção. Isso me deixa claro que preciso do "seguro" que eu tinha planejado.
— Além disso, tô curiosa: será que eu poderia te pedir pra fazer uma em você quando der vontade?
Ele fica surpreso.
— Sim, acho que sim...
— Jura? — falo com um sorriso e apoiando o dedo indicador no nariz dele.
— Juro.
Boa! Eu precisava desse "seguro".
Ele se levanta e sai do quarto. Coitadinho, tá todo Tá meio desorientado e atropelado pelos acontecimentos. Mas vai se divertir pra caralho.
Sabia! Ainda bem que peguei o "seguro". Já faz uma semana desde o grande acontecimento, e ele não falou nem um pio. Já imaginava que essas coisas que a gente vive como um sonho por causa da excitação, que não são vividas com a percepção normal da realidade, correm o risco de serem tratadas como uma fantasia.
O mais perto de um avanço foi um dia, quando passei pelo banheiro e ouvi os gemidos já familiares. Claro que entrei, e não me enganei, mas ele parou. Sorrindo, incentivei:
- Continua, continua, já não lembra do nosso acordo em alguns dias?
- Tô com vergonha, mãe. Quando você sair.
Não quis apertar mais e fui embora.
Tenho pensado bastante. Achava que me bastava com uma emoção mais leve. Mas assim como pro meu filho um peito é um peito, comigo é a mesma coisa com o pau dele. Depois de tanto tempo sem ter um por perto...
Também pensei em outras coisas mais inconfessáveis. Tipo que o tabu do incesto só existe por causa da procriação. É um tabu porque interessa à espécie, não necessariamente aos indivíduos. A maior chance de malformações é provavelmente o que transformou em terreno proibido as relações sexuais na família. Também me pergunto: será que é "errado" se as relações sexuais evitam a procriação? Talvez a excitação contínua que tenho há meses por causa da situação, junto com a falta de horas de sono, esteja ajudando a acabar com esses preconceitos aos poucos.
Vou fazer umas compras.
Mais uma semana passou. Ontem acho que ele tava muito cansado e teve um dia de folga dos "trabalhos manuais" dele. Tomara, melhor pegar ele com vontade hoje, que vou usar o "seguro" que me garantia a iniciativa quando eu quisesse, sem parecer que tô invadindo a privacidade dele. No fim das contas, a permissão foi ele quem deu.
Tamo terminando de jantar. Acho que é um bom momento. Também acho que deixei passar Muitos dias se passaram e, embora não esteja tão nervosa quanto no primeiro passo do meu plano, tranquila não estou exatamente.
— Oi, Oscar, já esqueceu do que a gente conversou umas duas semanas atrás?
— Não, mãe.
— Bom, é que você não falou mais nada. Não gostou?
Vejo ele inspirar fundo. Acho que ele também andou pensando bastante.
— Gostei sim, já te falei.
— E então?
— Penso nisso direto. Mas é que me dá vergonha.
— Não seja bobo! — dou um sorriso pra ele. — Isso é só nas primeiras vezes. Além disso, esses nervos deixam tudo melhor.
Ele fica vermelho, acho que tá tendo uma ereção.
— Já que estamos nessa. Lembra que você me deu permissão pra te pedir algo se eu quisesse?
Agora sim, as bochechas dele estão pegando fogo, vermelho intenso.
— Lembro.
— Então, comprei umas coisas e queria testar. O que me diz?
— Eu ia adorar.
— Então vamos pro meu quarto.
Levantamos e entramos no meu quarto. Peço pra ele se despir e sentar, enquanto isso, tiro uma sacola de debaixo da cama. De dentro, puxo um gel lubrificante, de morango pra ser mais exata.
Me ajoelho, tô nervosa e isso se entrega no sorriso que dou pro meu filho, levemente trêmulo nos cantos dos lábios. O sorriso dele é um reflexo do meu.
Derramo um jato do gel na piroca dele e seguro, começo a mexer. É engraçado, tudo que não está bem na minha frente parece que tá girando. Minha visão periférica parece uma centrífuga de baixa velocidade.
Aguento mais um pouco, só mais um pouco. Vejo ele bufar e olhar pro teto. Agora!
Enfio na boca.
— Mãe! O que você tá faz... ufff.
Uns segundos a mais. Se ele não reclamar em mais alguns segundos, outra barreira caiu. Capricho na língua no freio dele. Agora ele já não tira o olho do teto, só pra me encarar e sorrir. Tento dar um sorriso de volta enquanto mantenho a piroca dele na minha boca.
É curioso, a tranquilidade que me dá ter Dando mais um passo, minha mente foca em outros detalhes, como se o gosto de morango tivesse sido a melhor escolha. Mas logo meus pensamentos se concentram no próximo desafio, ainda distante em minutos, depois do orgasmo dele.
Ele começa a bufar, fecha os olhos com força, coloca a mão na minha testa e empurra levemente:
— Vou gozar... uff
Resisto à leve tentativa de me afastar, nego com a cabeça e, com a mão que não está segurando a base do pau dele, faço um sinal de positivo com o polegar, indicando que está tudo bem.
E ele explode na minha boca enquanto eu chupo com força. Ele geme como se fosse chorar. Não se mexe muito, mas se curva para frente, quase encostando o queixo na minha nuca.
Ele se levanta e inspira como quem tira a cabeça da água quando não aguenta mais prender a respiração. Tiro o pau da boca e dou uma risadinha, passando a língua por ele inteiro, da base até a ponta. Depois dou uns beijinhos enquanto meu filho se recupera.
— Caralho!... nunca foi tão verdade — ele brinca.
Levanto, sento ao lado dele, passo um braço sobre os ombros dele, beijo o ombro mais próximo enquanto massajo o outro.
— Gostou? — pergunto.
— Sim. Na real, me surpreendeu quando... — ele move o punho repetidamente em direção à boca, no gesto universal de um boquete.
— É, bom, não foi premeditado — minto. — Tava ali e veio o impulso. Pensei em te dar o maior prazer possível, já que a gente faz isso. Sem machucar ninguém...
— Machucar a mim não machucou, com certeza — ele ri.
— Preciso te dizer que você tava bem carregado aqui — aproximo minha mão das bolas dele e começo a massageá-las com uma intenção dupla: brincar pra relaxar ele e excitá-lo de novo. A resistência dele deve estar baixa pro próximo passo.
— Eu sentia saindo e saindo...
Sinto ele começando a endurecer de novo. É hora de continuar.
— Agora eu tô com vontade. Cê podia me dar uma força pra retribuir o favor!
O rosto dele não mostra exatamente Duda, é mais como se ela estivesse ponderando a proposta. São só alguns décimos de segundo, mas o ritmo acelerado do meu coração dilata minha percepção do tempo.
- Claro! Mas me orienta, que não sei bem como...
Outra barreira cai.
Eu me deito na cama e indico que ele se posicione na altura da minha entreperna.
- Olha, o botãozinho aqui é o clitóris, é melhor começar ao redor, mas se for tocar direto, sempre, sempre molha os dedos. Nunca toca com os dedos secos...
Ele vai seguindo minhas instruções. Não consigo evitar que minha respiração falhe.
- Depois, se quiser, pode ir introduzindo dois dedos. Melhor se curvar... ahh... ah... um pouco pra cima...
Tento controlar a respiração. Quero que dure. Vejo ele se virar pra ficar de lado. A ereção dele já está incomodando pra ficar de bruços. Tenho que perguntar.
- Mãe, você quer que eu faça com a boca?
Surpresa! Eu tinha planejado pedir com um tom sugestivo e, se falhasse, meio suplicante. Não esperava que ele tomasse a iniciativa. Assinto rapidamente. Ele aproxima a boca e faz círculos com a língua ao redor do meu clitóris enquanto continua com os dedos. Dava pra me contentar com isso, penso.
- Ufff... aahh... ah... mais devagar, filho, quero que dure mais.
Ele levanta a cabeça por um momento.
- Como você quiser. Mas eu vou me tocar também.
Vejo o pau dele e a cabecinha está enorme e vermelha. Sinto raiva e um impulso.
- Para, para um momento.
Me sento, pego do chão, ao lado da cama, a sacola das compras. Meto a mão sem tirar nada.
- Preciso te dizer a verdade. Filho, sei que você não é bobo e sabe que, em grande parte, fui eu que fui induzindo esse jogo. Para todos os efeitos, te considero adulto e maduro pra sua idade. Por isso, quero que pense bem nisso, e só diga sim se estiver completamente convencido...
Remexo na sacola. Tiro uma caixa de camisinhas e coloco em cima da mesinha.
- ... isso não é normal, mas Também não acho que seja ruim. Do meu ponto de vista, nem considero isso pervertido, de jeito nenhum. Se a gente continuar com isso, quero que seja uma diversão boa pra você, mas não um substituto pra nada. Assim que você tiver chance de transar com garotas da sua idade, quero que você transe, mas enquanto isso...
Paro de falar. Olho pra caixa de camisinhas e depois pra ele.
— O que você me diz? — pergunto.
Ele fica encarando a caixa de camisinhas. Morde o lábio inferior por uma eternidade, parece. Finalmente, ele acena que sim.
Com o sorriso mais sincero que já dei na vida, agarro ele e derrubo de costas enquanto grito:
— Tô precisando tanto disso!
Enquanto pego uma camisinha, abro e vou colocando nele entre sorrisos e olhares cúmplices, me pergunto o quanto pesou na decisão dele perceber a minha puta necessidade. E com toda a pressa que a ansiedade me dá, monto nele com gosto. Sinto a carne da minha bunda balançar com o impulso.
— Não vai se arrepender — falo e beijo ele com luxúria entre gemidos.
Enquanto continuo cavalgando, quase ouço o som da última barreira caindo. Talvez a minha também estivesse caindo.
FIM
17 comentários - Meu filho, as punhetas dele e meu plano
Y ese final fue perfecto