Adotado (cap. 5)

Amigos, tô passando por uns pepinos que tão me deixando sem tempo pra escrever, mas aqui vai um capítulo curto pra vocês não perderem o fio da meada...
Já tô resolvendo isso e a história vai sair bem mais seguido... Aproveitem!!!


Capitulos anteriores:

http://www.poringa.net/posts/relatos/2539227/Adoptado-cap-1.html
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http://www.poringa.net/posts/relatos/2575756/Adoptado-cap-4.htmlPedro acordou na manhã seguinte lá pelas 10, vestiu o que tinha usado na noite anterior e desceu pra tomar café.
Lá, Liliana tinha preparado um café da manhã bem caprichado.
— Recupera as forças… ontem à noite a gente te deixou moído, né? — ela disse —
— Você ouviu o que rolou? — perguntou o garoto, surpreso
— Não preciso — respondeu ela — conhecendo a dona Vero, dá pra imaginar direitinho como ela te deixou… haha…
— Vou te perguntar uma coisa… é sempre assim aqui?… você participa das brincadeiras sexuais dela? — falou Pedro, querendo entender como funcionava a vida naquela casa —
— Olha, aqui é melhor se deixar levar pelos acontecimentos — respondeu a moça — não tenta entender muito e vive o que vier da melhor forma… e sobre mim… olha, fiquei com vontade… já vou te pegar de novo!
Os dois riram, e o garoto terminou o café e foi pro quarto estudar um pouco. Abriu as cortinas e viu que o dia estava espetacular, o parque tava exuberante. Apesar de março já estar no fim, fazia um calor danado, aquele outono tinha sido mais quente que o normal. Olhando o parque, percebeu que mal o conhecia e deu vontade de passar o resto da manhã ali. Pegou o livro e uma toalha, por via das dúvidas se resolvesse cair na piscina, e desceu.
Se acomodou numa espreguiçadeira e começou a ler. Naquela sexta também não precisava trabalhar; Damião tinha falado pra ele voltar só na segunda, pra se adaptar à nova vida… e que vida! Tinha tudo o que queria ao alcance. Pensava na família dele lá no Chaco, que apesar de não estarem muito mal financeiramente, nem sonhavam com esses luxos, e ele também não podia contar detalhes de como vivia, porque não queria escandalizar eles com as novas experiências… toda uma treta.
Continuou lendo, fazia calor, mas na sombra dava pra aguentar. O parque o fascinava; ao redor não tinha prédios altos, e os muros enormes que cercavam a residência faziam daquele lugar um paraíso à parte. discreto.

Ele viu que a Liliana fazia as tarefas dela sem tirar os olhos dele, ela realmente tava com vontade e ele teve uma ideia safada: se pelou e entrou na piscina. Ela não perdeu nenhum detalhe da caminhada dele pelado da espreguiçadeira até entrar na água, ele nadou um pouco e ficou na borda relaxando na água…

— Você tá se divertindo pra caralho, hein? — ela disse.

— E você, não tem dez minutos pra dar uma pausa? — respondeu Pedro — …tô com tanta vontade de tomar uns mates…

— Beleza — respondeu Liliana — quinze minutos, até porque eu ia fazer isso mesmo…

A moça se aproximou com tudo que precisava pra tomar uns mates com Pedro, que saiu da piscina e sentou pelado na espreguiçadeira. Ela passou um mate pra ele e disse:

— Você vai ficar pelado o dia inteiro?

— Não! …só um tempinho até eu secar — respondeu Pedro, que não conseguiu segurar a ereção que a situação de estar nu na frente dela causou.

— Tá bonito, hein! — disse Liliana ao ver o pau dele bem duro — Olha que ontem à noite ele teve muita ação… é incansável… pega o mate que eu cuido disso.

Liliana passou um mate pra ele e depois se ajoelhou na frente do pau dele, acariciou um pouco e começou a lamber. Pegava a cabeça entre os dedos e lambia as bolas dele, depois seguia com a língua até o tronco e lambia em círculos a cabeça… aí envolveu com os lábios e engoliu… e não tirou mais da boca… subia e descia, arrancando suspiros do cara, que se espalhou na espreguiçadeira, fechou os olhos e aproveitou o boquete que tava levando.

Quando não aguentou mais, entregou o néctar na boca da moça… vários jatos fortes de esperma quente que ela engoliu sem desperdiçar nada, deixando o pau do Pedro limpinho, sem nenhum vestígio do que rolou.

Ele ficou largado na espreguiçadeira e a Liliana foi pra cozinha, precisava preparar o almoço porque a Vero chegaria à uma. Depois se vestiu e foi ver ele:

— Te devo uma chupada de buceta — disse ela. disse — e prometo te deixar toda arrebentada e sem forças, igual você me deixou agora pouco…
— Tô pegando tu na palavra! — ela disse, dando um selinho nele.
Os dois caíram na risada.

Lá pra uma hora, a Vero chegou e almoçaram. Falaram de bobeiras e de como ela tava se adaptando na casa nova, na vida nova.
— Se alimenta bem e descansa que hoje à noite tem festa de boas-vindas — falou a Vero — …mas não do jeito que cê tá pensando…. hoje tem brincadeira nova, já combinamos com o Damián.
— E não me adianta nada?
— Não… surpresa só hoje à noite…

A tarde foi tranquila, o Pedro aproveitou pra estudar um pouco, já que segunda-feira ia ter que recomeçar o trampo e a faculdade, mas pra hoje só esperava a festa de boas-vindas… o que será que esses dois estavam aprontando?
O Damián chegou lá pras sete da noite, o jantar ia ser pras nove. O Pedro tomou banho e se vestiu um pouco mais formal, percebeu que os jantares na casa eram assim, o momento em que todo mundo ficava junto e aproveitava pra se ver e contar como tinha sido o dia.
Jantaram e conversaram, depois foram pra sala tomar café e ouvir música. Isso sempre rolava quando à noite tinha festa, era um jeito de fazer a prévia: papo, música boa e carícias. O Pedro já tinha vivido isso e tava rolando de novo… As carícias foram esquentando e os três foram pro quarto do casal.

Trocaram beijos, carícias e lambidas até ficarem os três pelados. Foi aí que a Vero explicou a brincadeira da noite.
Os caras iam transar entre eles enquanto ela assistia e se masturbava.
Ela sentou na poltrona confortável que tinha no quarto enquanto os caras começaram a se acariciar. Não demorou pro Damián se enfiar entre as pernas do moleque e lamber a rola dura dele. Ficou nisso por um bom tempo até se aproximar do ouvido dele e sussurrar alguma coisa.

A Vero tava recostada na poltrona, com as pernas abertas, uma de cada lado dos braços do assento, e os dedos começando a brincar na buceta molhada dela.
O Damián se ajoelhou quatro, com a cabeça entre os travesseiros e Pedro começou a lamber o cu dele, com bastante saliva, como seu amigo Willy tinha ensinado.
Damião gemia, curtindo aquela lambida, e Vero também, toda excitada com a situação e com a punheta que estava tirando.
Com a cabeça da pica encostada no cu de Damião, Pedro olhou pra Vero, que sem parar de se masturbar observava tudo, e com um golpe de cintura, enterrou fundo, provocando um grito de dor e prazer em Damião e uma gozada forte da Vero, toda suada, entre espasmos e sem parar de se tocar.
Começou a cavalgada, Pedro curtia o cu apertado de Damião, dava um prazer enorme, Damião gemia a cada investida do garoto e Vero gozou várias vezes ao ver seus dois machos brincando de não ser.
Num momento, Pedro saiu do cu de Damião, num movimento planejado pelos dois de antemão, se deitou ao lado dele e começou a chupar a pica dele, Damião fez o mesmo com a de Pedro e começou um 69 cheio de luxúria, cheio de lambidas, chupadas, saliva, carícias e gemidos que se misturavam com os da Vero e suas punhetas furiosas… Quantas vezes ela tinha gozado?... O suor e a cara de perdida diziam que eram muitas.
O 69 continuava a todo vapor, assim como a punheta da Vero, num momento Pedro entra em espasmos gozando na boca de Damião, que não demorou muito pra encher de porra a boca do garoto.
Damião se aproximou da boca da mulher e entregou a porra do garoto, e Pedro fez o mesmo com a do marido dela. Assim, Vero bebeu até a última gota das duas gozadas, limpando com a língua as duas bocas…

Pedro se retirou pro quarto dele, foi tomar um banho e se deitou. Estava sem sono, a experiência tinha sido muito forte e ele não conseguia dormir.
Virava e revirava na cama, lembrou da Dóris, sentia falta dela, tinha ficado com vontade de uma buceta bem suculenta e, embora não tivesse desgostado de comer Damião, continuava querendo uma buceta… e sabia onde encontrar uma bem disposta.
Levantou-se silencioso, no quarto da O casal ficou em silêncio… Ele desceu as escadas sem fazer barulho e foi direto pro quarto da Liliana. A mina dormia de bruços, destapada, tava calor. Ela usava uma camiseta como camisola, que deixava a bunda enorme dela de fora, e foi pra lá que Pedro foi, subindo na cama bem devagar, enfiou a língua lá e começou a dar um beijo grego apaixonado. Liliana acordou de repente e se virou, ficando o cara com a boca na buceta dela. Ele lambeu e disse: Vim cumprir minha promessa. Ela não resistiu e logo tava gemendo de prazer com a chupada violenta que tava levando. A buceta da Liliana começou a soltar os sucos dela em abundância, e ele bebia tudo, juntando com a língua, sugando com a boca. O clitóris vermelho e inchado dela era um brinquedo entre os lábios dele, e a mina não demorou pra dar o primeiro orgasmo pra ele. Ele continuou, lambia a buceta dela com desespero, o segundo orgasmo da Liliana foi mais forte, mas Pedro não parou, o terceiro veio com um monte de tremeliques. Pedro tava com a cara toda molhada, mas seguiu no serviço… No quarto orgasmo, Liliana teve que morder o travesseiro pra não gritar, quando se recuperou, pegou o cara pelos cabelos e pediu pra ele meter. Pedro não se fez de rogado, meteu até o fundo e, segurando ela pela nuca, começou a cavalgar tão forte que a foda toda foi entre espasmos e gritos da Liliana. Quando Pedro gozou e tirou de dentro da Liliana, a mina não conseguia reagir. Ficaram abraçados um tempão, e depois o cara foi pro quarto dele, tomou o terceiro banho da noite e caiu desmaiado na cama.

5 comentários - Adotado (cap. 5)

wow!!!! qué siga!!!!
Si!!!! y cada vez se va poniendo mejor....
@masitasexxx qué mal la pasan en esa casa 😀
Me gusta tu estilo, con detalles y sobre todo bien escrito, sin faltas. (un bendición, para los tiempos que corren) Gracias.
Gracias!!!!!