Se quiserem, podem revisar os 3 contos anteriores pra lembrar como a história vinha. Segue a nova história.
Resolvi retomar esse relato, agora que tudo voltou ao normal. Tolerei todas as aventuras dela com os amigos da minha filha, achando que essas histórias terminariam quando o ano letivo acabasse e esses jovens se formassem na escola. Pensei que não viriam mais na minha casa e que eu me livraria das enganações deles. E não terminei de me parabenizar pelo meu bom senso. Hoje levamos uma vida normal, sem novas infidelidades.
Minha filha entrou na universidade e foi morar em outra cidade, então a víamos só alguns fins de semana, e quase sempre ficávamos sozinhos eu e minha mulherzinha.
Depois dessa fase estudantil, nosso relacionamento melhorou muito. Ela estava muito mais solta e aberta a qualquer variação, e eu pude me dar ao luxo de fazer algumas coisas com que sempre sonhei.
Uma noite, enquanto minha mulher estava tomando banho e eu lia na sala de jantar, o celular dela recebeu uma mensagem de texto. Estava ali em cima da mesa. No começo, não liguei, mas depois de um tempo a curiosidade falou mais alto e, pegando o celular, abri a mensagem. O número era desconhecido, mas a mensagem era preocupante: "Amanhã você tem um tempinho pra mim?"
Rapidamente fechei e deixei onde estava. Fui até o banheiro e avisei minha esposa que ia sair um instante pra comprar uns caramelos.
— Sem problema, querido, termino daqui a pouco.
Saí rápido. Não queria que ela desconfiasse que eu tinha lido a mensagem, e queria que parecesse que ela tinha chegado quando eu não estava e, portanto, eu não tinha ficado sabendo.
Quando voltei, depois de um tempo, o celular não estava mais em cima da mesa. Fui pro quarto e, quando entrei, vi minha esposa, vestida só de lingerie, colocando o telefone discretamente em cima do criado-mudo.
— Já voltei, meu amor — falei, sorrindo.
— Já tô aqui, querido. Termino de me vestir e vou preparar o jantar.
Pouco depois, ela saiu e começou a... trabalhar na cozinha. Fiz que ia ao banheiro e entrei no quarto, peguei o celular e procurei a resposta: "Amanhã a partir das 10", respondeu a putinha. "Passo aí na sua casa" foi a mensagem final do desconhecido. Eu ia sair pra trabalhar às 9, e ela ia receber esse desconhecido sozinha em casa. Senti o sangue ferver.
Jantamos em silêncio. Até que não aguentei mais.
- O que você vai fazer amanhã? Perguntei inocente.
- Tava pensando em ficar em casa sossegada, mas vou ter visita.
Meu coração disparou.
- Quem vem?
- O Patrício, pai de um dos amigos da sua filha, que quer que eu acompanhe ele pra comprar um presente pra mulher dele, porque o aniversário deles tá chegando e ele não se dá bem com essas coisas.
Respirei aliviado. As coisas não eram como eu pensava. Mas fazer o quê, vocês precisam entender que com os antecedentes... E ainda assim...
Aquela noite não consegui dormir. Meus instintos diziam que não podia ser tão simples assim...
No dia seguinte, fui trabalhar no horário de sempre, e ao sair, liguei pra empresa e pedi pro meu colega de escritório me cobrir, que eu tinha que resolver uns tramites e ia chegar perto do meio-dia. Estacionei perto do meu apartamento e esperei.
Às 10 em ponto, um carro estacionou na porta. Era um carrão importado. Um homem de uns 50 anos, muito bem vestido, desceu e tocou a campainha do meu andar. Lá de cima, abriram a porta e ele subiu.
Esperei uns 15 minutos e, quando já tava começando a me desesperar, o homem e minha esposa desceram. Ela também tava toda arrumada, um luxo. Ele abriu a porta pra ela, ela entrou, o homem deu a volta, sentou no volante e partiram.
Segui eles por um bom tempo até que entraram num shopping. No fim, minha mulherzinha tinha dito a verdade. Estacionei longe de onde eles tinham deixado o carro e segui eles de longe. Entraram em várias lojas de roupa, até que numa de lingerie aparentemente acharam o que procuravam. Sem esperar mais, virei as costas e Saí de lá rumo ao trabalho. Não tinham mentido pra mim. Depois eu perguntaria pra ela o que tinham comprado e saberia se tava me dizendo a verdade.
Passou do meio-dia, liguei pra minha casa e ninguém atendeu. Liguei então pro celular da minha esposa e ela atendeu.
— Sim, querido, como você está?
— Bem, é que liguei pra casa e ninguém atendeu, falei, me justificando.
— Acontece que faz um tempinho que terminamos as compras que te falei ontem, e o Patricio insistiu em me convidar pra almoçar no shopping pra me pagar pelo trabalho, ele disse, aqui o Patricio manda um abraço, completou.
Achei lógico.
— Bom, aproveita o almoço e manda um abraço pra ele também. De boa, desliguei a ligação. Tava feliz. Minha mulher não me enganava mais e nossa vida agora era normal.
***
Meu marido tá convencido de que nosso casamento segue como sempre, e não quer ver que depois das experiências que vivemos nada pode voltar a ser igual. Às vezes a ingenuidade dele me dá ternura. Outras, me dá pena. E algumas vezes me dá raiva.
Naquele dia, quando saí do banho e passei pela sala de jantar, vi que meu celular não tava na posição que eu tinha deixado. Sempre tento deixar ele de um jeito que, se alguém mexer, eu percebo. A saída surpresa do meu marido e a mudança de lugar do meu telefone não me deixaram dúvidas.
Quando li a mensagem, imaginei que meu marido tinha visto. Respondi e esperei a resposta. Quando chegou, levei pro meu quarto e deixei como que sem querer em cima da minha mesa de cabeceira.
Quando meu marido voltou, notei como ele procurava disfarçadamente meu celular. Por fim, foi pro banheiro e, com essa desculpa, eu sabia que ele entraria no quarto e checaria as mensagens. A cara dele quando voltou me mostrava claramente que tinha feito isso.
Tive que me segurar pra não rir. Não podia acreditar que ele ainda fosse ciumento. E era o momento exato pra dar outra lição nele.
Enquanto jantávamos, como quem não quer nada, ele me perguntou o que eu ia fazer no dia seguinte. Eu, candidamente, contei uma história pra ele que o desmontou. Dava pra ver na cara dele como ele tentava encaixar o que eu tava falando naquilo que ele queria acreditar, e percebi que ele ficou mais calmo. Mas eu sabia que a noite era longa e que ele ia acabar duvidando de novo. Então, eu precisava botar em prática a segunda parte do meu plano.
Mas antes, tenho que contar como o Patrício entrou na minha vida. Ele era um executivo importante de uma multinacional, com uma vida muito boa. Casado, com 3 filhos, e muito feliz no casamento, nem por um segundo pensava em desfazer a família por minha causa, assim como eu também não jogaria minha vida fora por ele. Além disso, ele entrou na minha vida na marra e, no fim, eu gostei e me diverti.
Na história anterior, contei pro meu marido o que rolou naquela noite na formatura da minha filha, mas não contei tudo.
Vocês lembram que eu saí da festa com a desculpa de que tava passando mal, acompanhada por um jovem que ia me levar pra casa pra gente se divertir. Também que a gente não conseguiu chegar. Que o guri não aguentou e me comeu no banco de trás do carro dele, ali mesmo no estacionamento do salão de festas, e depois continuou em casa. Ainda tenho uma cópia do vídeo daquela noite guardada, que revejo de vez em quando. A cópia que eu dei pro meu marido, ele destruiu na hora depois de assistir. Uma pena, porque acho que tive uma atuação memorável.
Enfim, depois da festa particular, voltei pra festa pública.
Os jovens me beijaram e me apalparam, e depois me deixaram no fim do estacionamento. Eles foram rápido, estacionaram perto do salão e entraram na festa. Eu andei devagar, tentando me acalmar. A última apalpada tinha me excitado de novo.
Quando passei entre umas árvores, uma mão agarrou meu braço e me puxou pra fora do caminho. Minhas costas encostaram numa daquelas árvores velhas, que me escondia da vista das janelas do salão, e uma boca predadora se tomou conta da minha. Na penumbra do lugar, não consegui ver quem era meu parceiro, mas percebi que beijava muito bem, e me deixei levar.
Depois de um momento, meu sequestrador se afastou e, ao abrir os olhos, na minha frente estava Patricio, o pai de um dos amigos da minha filha.
— O que você está fazendo? — consegui perguntar.
Sem dizer uma palavra, ele me virou, me colocando de frente para a árvore.
— Te vi antes no carro com o garotão — disse enquanto suas mãos procuravam meus ombros e meus peitos. Me agarrei à planta.
— Me deixa, podem nos ver.
Ele pegou minha mão e a levou até o pau dele. Tava duríssimo.
— Não vai me deixar assim. Nem sonha — disse enquanto desafivelava a calça e tirava o pau, colocando nas minhas mãos.
— Aqui não — falei — é muito perigoso.
— Não pra uma rapidinha. Já vamos ter tempo de aproveitar direito — disse enquanto levantava meu vestido e descobria que eu não estava de calcinha.
— Vejo que já tá preparada — disse enquanto a mão dele percorria minha buceta, que estava encharcada. Ele puxou minha bunda pra fora, me inclinou um pouco e apontou o pau. Devagar, foi enfiando até o fundo. Eu me agarrei na árvore e abri as pernas.
Rápido, ele começou uma bombada selvagem. Não tínhamos tempo e os dois sabiam disso, mas justamente o tesão da situação fez com que eu gozasse rápido, e na mesma hora senti um líquido quente me inundando, enquanto Patricio se colava na minha bunda e suspirava no meu ouvido. Por fim, ele tirou.
— Pega meu lenço — disse.
Peguei e recolhi o gozo que escorria da minha buceta, enquanto ele arrumava a roupa.
— Me passa teu número — disse, pegando o celular. Falei, ele salvou e me ligou.
— Aí tá o meu. Agora vou voltar pra festa, mas te garanto que vamos nos divertir pra caralho. Da próxima vez, vou te dedicar todo o tempo que você merece — disse, me beijando na boca e saindo rápido.
Voltei pro salão como se nada tivesse acontecido. Meu marido me olhava com desgosto, mas eu não liguei. Já teria tempo de ver o que tinha feito, embora não tudo. No final, o Patrício, pai de outro formando, chegou com a mulher dele pra cumprimentar a gente. Ele conversou um pouco com meu marido, enquanto eu falava com a esposa dele. Depois, ela começou a papear com meu marido e o Patrício veio falar comigo.
— Você tá muito gostosa hoje, ele disse, todo educado, e eu agradeci.
— Que gentileza, falei sorrindo.
— Mas mais gostosa você tava no estacionamento ainda agora, ele falou, me encarando. Não consegui evitar de ficar vermelha.
— Não, por favor, não fica envergonhada. Não quis te ofender. Só que adoro seu estilo, e acho que vamos nos divertir pra caralho juntos, sem deixar nenhuma dúvida sobre as intenções dele.
Olhei pro meu marido, que conversava com a mulher do Patrício sem prestar atenção na minha conversa. E entendi. Ele desconfiava dos novinhos. Era hora de trocar de parceiro.
— Segunda na sua casa. Me diz a hora.
Pensei um segundo. Na minha casa. Era perfeito.
— 10 da manhã, falei.
Meu marido, junto com a mulher do meu novo amigo, chegou perto da gente. A gente continuou conversando um pouco os quatro e, por fim, nos despedimos e fomos pra casa.
Vocês sabem o que aconteceu no dia seguinte, e como meu maridinho acabou aceitando que eu virei uma puta selvagem. Mas não falei nada sobre o Patrício. Queria que ele continuasse desconfiando dos novinhos e me deixasse brincar nas ligas maiores.
Quando na segunda, às 10, a campainha tocou, eu já tava preparada. Um vestido leve, decotado, soltinho na altura do joelho, lilás claro, salto alto e cabelo solto. Quando abri a porta, gostei do que vi.
O Patrício, mais alto que eu, grisalho, gato, enfiado num terno importado caro que vestia como uma luva, e um sorriso de matar.
— Entra, Patrício, falei, me afastando. Ele chegou perto, me beijou na bochecha e entrou.
— Viviana, você tá mais gostosa hoje do que outro dia, ele disse, sorrindo.
— Senta que já vou buscar o café, falei, indo pra cozinha.
O Patrício entrou atrás de mim. Ficou nas minhas costas e, com cuidado, acariciou meu cabelo.
— Seu cabelo... É lindo, muito macio, disse enquanto uma das mãos afastava meus cabelos para o lado e o dorso da mão dele percorreu a parte de trás do meu pescoço.
— Pele macia e quentinha, como imaginei.
Me virei e, segurando as mãos dele, as coloquei ao lado do corpo dele.
— Eu falei pra você esperar na sala. Vamos, não seja mau.
Ele avançou em minha direção até deixar o rosto quase colado no meu. Eu ainda segurava as mãos dele e não conseguia evitar a aproximação. A boca dele ficou a centímetros da minha. Meus olhos se perdiam no verde dos olhos dele. O beijo foi inevitável. Os lábios dele foram separando os meus até abrir espaço pra língua dele invadir minha boca e brincar com a minha. Minhas mãos apertaram os pulsos dele, tentando me controlar. Depois de um instante, ele se afastou de mim e deu alguns passos pra trás.
— Espero o café na sala, disse se virando, e me deixou ali, sufocada e nervosa.
Quando ele saiu, precisei molhar o rosto pra me refrescar e me dominar. Respirei fundo, terminei de montar a bandeja e voltei pra sala.
Relaxado, Patrício me esperava sentado num sofá. O rosto sereno dele não mostrava nenhuma mudança pelo que tinha acontecido. Deixei a bandeja na mesinha. Me senti totalmente dominada por aquele homem que ficava ali, impassível, como se nada do que tinha rolado fosse importante. Passei na frente dele pra me sentar em outro sofá, e as mãos dele me seguraram pela cintura. Devagar, ele me puxou pra perto até me fazer sentar no braço do sofá dele.
Ali, as mãos dele subiram pelas minhas pernas enquanto ele me oferecia os lábios, que eu capturei com desejo. Não demorou muito pra eu estar totalmente entregue sobre o corpo dele, sentindo as mãos dele percorrerem todo o meu corpo. Não lembro em que momento ficamos os dois pelados.
Naquele sofá, ele me possuiu de novo de forma selvagem, e antes de gozar, ele tirou e pediu pra eu levá-lo pro quarto.
— Quero te comer na caminha do seu marido, disse morbidamente. Peguei na mão dele e o levei pro meu quarto. quarto.
Ele sentou na cama e com o olhar me mandou chupar. Me ajoelhei e peguei na pica dura e quente dele. Ele se recostou e começou a suspirar de prazer.
- Ahhh, como você chupa bem, putinha, como você chupa bem.
Quando ele me puxou pra cima da cama e me colocou de quatro, eu baixei a cabeça pra dar um ângulo melhor, e sem perder tempo ele meteu até o talo.
Quando finalmente gozou, eu sabia que tinha virado viciada na pica dele.
De lá pra frente, uma ou duas vezes por semana, ele me visitava e me comia. A gente se divertia pra caralho. Combinamos, pra evitar surpresas, que as mensagens dele pra me visitar fossem neutras, pra dar pra justificar. E a gente tinha razão. A hora tinha chegado. (continua)
Resolvi retomar esse relato, agora que tudo voltou ao normal. Tolerei todas as aventuras dela com os amigos da minha filha, achando que essas histórias terminariam quando o ano letivo acabasse e esses jovens se formassem na escola. Pensei que não viriam mais na minha casa e que eu me livraria das enganações deles. E não terminei de me parabenizar pelo meu bom senso. Hoje levamos uma vida normal, sem novas infidelidades.
Minha filha entrou na universidade e foi morar em outra cidade, então a víamos só alguns fins de semana, e quase sempre ficávamos sozinhos eu e minha mulherzinha.
Depois dessa fase estudantil, nosso relacionamento melhorou muito. Ela estava muito mais solta e aberta a qualquer variação, e eu pude me dar ao luxo de fazer algumas coisas com que sempre sonhei.
Uma noite, enquanto minha mulher estava tomando banho e eu lia na sala de jantar, o celular dela recebeu uma mensagem de texto. Estava ali em cima da mesa. No começo, não liguei, mas depois de um tempo a curiosidade falou mais alto e, pegando o celular, abri a mensagem. O número era desconhecido, mas a mensagem era preocupante: "Amanhã você tem um tempinho pra mim?"
Rapidamente fechei e deixei onde estava. Fui até o banheiro e avisei minha esposa que ia sair um instante pra comprar uns caramelos.
— Sem problema, querido, termino daqui a pouco.
Saí rápido. Não queria que ela desconfiasse que eu tinha lido a mensagem, e queria que parecesse que ela tinha chegado quando eu não estava e, portanto, eu não tinha ficado sabendo.
Quando voltei, depois de um tempo, o celular não estava mais em cima da mesa. Fui pro quarto e, quando entrei, vi minha esposa, vestida só de lingerie, colocando o telefone discretamente em cima do criado-mudo.
— Já voltei, meu amor — falei, sorrindo.
— Já tô aqui, querido. Termino de me vestir e vou preparar o jantar.
Pouco depois, ela saiu e começou a... trabalhar na cozinha. Fiz que ia ao banheiro e entrei no quarto, peguei o celular e procurei a resposta: "Amanhã a partir das 10", respondeu a putinha. "Passo aí na sua casa" foi a mensagem final do desconhecido. Eu ia sair pra trabalhar às 9, e ela ia receber esse desconhecido sozinha em casa. Senti o sangue ferver.
Jantamos em silêncio. Até que não aguentei mais.
- O que você vai fazer amanhã? Perguntei inocente.
- Tava pensando em ficar em casa sossegada, mas vou ter visita.
Meu coração disparou.
- Quem vem?
- O Patrício, pai de um dos amigos da sua filha, que quer que eu acompanhe ele pra comprar um presente pra mulher dele, porque o aniversário deles tá chegando e ele não se dá bem com essas coisas.
Respirei aliviado. As coisas não eram como eu pensava. Mas fazer o quê, vocês precisam entender que com os antecedentes... E ainda assim...
Aquela noite não consegui dormir. Meus instintos diziam que não podia ser tão simples assim...
No dia seguinte, fui trabalhar no horário de sempre, e ao sair, liguei pra empresa e pedi pro meu colega de escritório me cobrir, que eu tinha que resolver uns tramites e ia chegar perto do meio-dia. Estacionei perto do meu apartamento e esperei.
Às 10 em ponto, um carro estacionou na porta. Era um carrão importado. Um homem de uns 50 anos, muito bem vestido, desceu e tocou a campainha do meu andar. Lá de cima, abriram a porta e ele subiu.
Esperei uns 15 minutos e, quando já tava começando a me desesperar, o homem e minha esposa desceram. Ela também tava toda arrumada, um luxo. Ele abriu a porta pra ela, ela entrou, o homem deu a volta, sentou no volante e partiram.
Segui eles por um bom tempo até que entraram num shopping. No fim, minha mulherzinha tinha dito a verdade. Estacionei longe de onde eles tinham deixado o carro e segui eles de longe. Entraram em várias lojas de roupa, até que numa de lingerie aparentemente acharam o que procuravam. Sem esperar mais, virei as costas e Saí de lá rumo ao trabalho. Não tinham mentido pra mim. Depois eu perguntaria pra ela o que tinham comprado e saberia se tava me dizendo a verdade.
Passou do meio-dia, liguei pra minha casa e ninguém atendeu. Liguei então pro celular da minha esposa e ela atendeu.
— Sim, querido, como você está?
— Bem, é que liguei pra casa e ninguém atendeu, falei, me justificando.
— Acontece que faz um tempinho que terminamos as compras que te falei ontem, e o Patricio insistiu em me convidar pra almoçar no shopping pra me pagar pelo trabalho, ele disse, aqui o Patricio manda um abraço, completou.
Achei lógico.
— Bom, aproveita o almoço e manda um abraço pra ele também. De boa, desliguei a ligação. Tava feliz. Minha mulher não me enganava mais e nossa vida agora era normal.
***
Meu marido tá convencido de que nosso casamento segue como sempre, e não quer ver que depois das experiências que vivemos nada pode voltar a ser igual. Às vezes a ingenuidade dele me dá ternura. Outras, me dá pena. E algumas vezes me dá raiva.
Naquele dia, quando saí do banho e passei pela sala de jantar, vi que meu celular não tava na posição que eu tinha deixado. Sempre tento deixar ele de um jeito que, se alguém mexer, eu percebo. A saída surpresa do meu marido e a mudança de lugar do meu telefone não me deixaram dúvidas.
Quando li a mensagem, imaginei que meu marido tinha visto. Respondi e esperei a resposta. Quando chegou, levei pro meu quarto e deixei como que sem querer em cima da minha mesa de cabeceira.
Quando meu marido voltou, notei como ele procurava disfarçadamente meu celular. Por fim, foi pro banheiro e, com essa desculpa, eu sabia que ele entraria no quarto e checaria as mensagens. A cara dele quando voltou me mostrava claramente que tinha feito isso.
Tive que me segurar pra não rir. Não podia acreditar que ele ainda fosse ciumento. E era o momento exato pra dar outra lição nele.
Enquanto jantávamos, como quem não quer nada, ele me perguntou o que eu ia fazer no dia seguinte. Eu, candidamente, contei uma história pra ele que o desmontou. Dava pra ver na cara dele como ele tentava encaixar o que eu tava falando naquilo que ele queria acreditar, e percebi que ele ficou mais calmo. Mas eu sabia que a noite era longa e que ele ia acabar duvidando de novo. Então, eu precisava botar em prática a segunda parte do meu plano.
Mas antes, tenho que contar como o Patrício entrou na minha vida. Ele era um executivo importante de uma multinacional, com uma vida muito boa. Casado, com 3 filhos, e muito feliz no casamento, nem por um segundo pensava em desfazer a família por minha causa, assim como eu também não jogaria minha vida fora por ele. Além disso, ele entrou na minha vida na marra e, no fim, eu gostei e me diverti.
Na história anterior, contei pro meu marido o que rolou naquela noite na formatura da minha filha, mas não contei tudo.
Vocês lembram que eu saí da festa com a desculpa de que tava passando mal, acompanhada por um jovem que ia me levar pra casa pra gente se divertir. Também que a gente não conseguiu chegar. Que o guri não aguentou e me comeu no banco de trás do carro dele, ali mesmo no estacionamento do salão de festas, e depois continuou em casa. Ainda tenho uma cópia do vídeo daquela noite guardada, que revejo de vez em quando. A cópia que eu dei pro meu marido, ele destruiu na hora depois de assistir. Uma pena, porque acho que tive uma atuação memorável.
Enfim, depois da festa particular, voltei pra festa pública.
Os jovens me beijaram e me apalparam, e depois me deixaram no fim do estacionamento. Eles foram rápido, estacionaram perto do salão e entraram na festa. Eu andei devagar, tentando me acalmar. A última apalpada tinha me excitado de novo.
Quando passei entre umas árvores, uma mão agarrou meu braço e me puxou pra fora do caminho. Minhas costas encostaram numa daquelas árvores velhas, que me escondia da vista das janelas do salão, e uma boca predadora se tomou conta da minha. Na penumbra do lugar, não consegui ver quem era meu parceiro, mas percebi que beijava muito bem, e me deixei levar.
Depois de um momento, meu sequestrador se afastou e, ao abrir os olhos, na minha frente estava Patricio, o pai de um dos amigos da minha filha.
— O que você está fazendo? — consegui perguntar.
Sem dizer uma palavra, ele me virou, me colocando de frente para a árvore.
— Te vi antes no carro com o garotão — disse enquanto suas mãos procuravam meus ombros e meus peitos. Me agarrei à planta.
— Me deixa, podem nos ver.
Ele pegou minha mão e a levou até o pau dele. Tava duríssimo.
— Não vai me deixar assim. Nem sonha — disse enquanto desafivelava a calça e tirava o pau, colocando nas minhas mãos.
— Aqui não — falei — é muito perigoso.
— Não pra uma rapidinha. Já vamos ter tempo de aproveitar direito — disse enquanto levantava meu vestido e descobria que eu não estava de calcinha.
— Vejo que já tá preparada — disse enquanto a mão dele percorria minha buceta, que estava encharcada. Ele puxou minha bunda pra fora, me inclinou um pouco e apontou o pau. Devagar, foi enfiando até o fundo. Eu me agarrei na árvore e abri as pernas.
Rápido, ele começou uma bombada selvagem. Não tínhamos tempo e os dois sabiam disso, mas justamente o tesão da situação fez com que eu gozasse rápido, e na mesma hora senti um líquido quente me inundando, enquanto Patricio se colava na minha bunda e suspirava no meu ouvido. Por fim, ele tirou.
— Pega meu lenço — disse.
Peguei e recolhi o gozo que escorria da minha buceta, enquanto ele arrumava a roupa.
— Me passa teu número — disse, pegando o celular. Falei, ele salvou e me ligou.
— Aí tá o meu. Agora vou voltar pra festa, mas te garanto que vamos nos divertir pra caralho. Da próxima vez, vou te dedicar todo o tempo que você merece — disse, me beijando na boca e saindo rápido.
Voltei pro salão como se nada tivesse acontecido. Meu marido me olhava com desgosto, mas eu não liguei. Já teria tempo de ver o que tinha feito, embora não tudo. No final, o Patrício, pai de outro formando, chegou com a mulher dele pra cumprimentar a gente. Ele conversou um pouco com meu marido, enquanto eu falava com a esposa dele. Depois, ela começou a papear com meu marido e o Patrício veio falar comigo.
— Você tá muito gostosa hoje, ele disse, todo educado, e eu agradeci.
— Que gentileza, falei sorrindo.
— Mas mais gostosa você tava no estacionamento ainda agora, ele falou, me encarando. Não consegui evitar de ficar vermelha.
— Não, por favor, não fica envergonhada. Não quis te ofender. Só que adoro seu estilo, e acho que vamos nos divertir pra caralho juntos, sem deixar nenhuma dúvida sobre as intenções dele.
Olhei pro meu marido, que conversava com a mulher do Patrício sem prestar atenção na minha conversa. E entendi. Ele desconfiava dos novinhos. Era hora de trocar de parceiro.
— Segunda na sua casa. Me diz a hora.
Pensei um segundo. Na minha casa. Era perfeito.
— 10 da manhã, falei.
Meu marido, junto com a mulher do meu novo amigo, chegou perto da gente. A gente continuou conversando um pouco os quatro e, por fim, nos despedimos e fomos pra casa.
Vocês sabem o que aconteceu no dia seguinte, e como meu maridinho acabou aceitando que eu virei uma puta selvagem. Mas não falei nada sobre o Patrício. Queria que ele continuasse desconfiando dos novinhos e me deixasse brincar nas ligas maiores.
Quando na segunda, às 10, a campainha tocou, eu já tava preparada. Um vestido leve, decotado, soltinho na altura do joelho, lilás claro, salto alto e cabelo solto. Quando abri a porta, gostei do que vi.
O Patrício, mais alto que eu, grisalho, gato, enfiado num terno importado caro que vestia como uma luva, e um sorriso de matar.
— Entra, Patrício, falei, me afastando. Ele chegou perto, me beijou na bochecha e entrou.
— Viviana, você tá mais gostosa hoje do que outro dia, ele disse, sorrindo.
— Senta que já vou buscar o café, falei, indo pra cozinha.
O Patrício entrou atrás de mim. Ficou nas minhas costas e, com cuidado, acariciou meu cabelo.
— Seu cabelo... É lindo, muito macio, disse enquanto uma das mãos afastava meus cabelos para o lado e o dorso da mão dele percorreu a parte de trás do meu pescoço.
— Pele macia e quentinha, como imaginei.
Me virei e, segurando as mãos dele, as coloquei ao lado do corpo dele.
— Eu falei pra você esperar na sala. Vamos, não seja mau.
Ele avançou em minha direção até deixar o rosto quase colado no meu. Eu ainda segurava as mãos dele e não conseguia evitar a aproximação. A boca dele ficou a centímetros da minha. Meus olhos se perdiam no verde dos olhos dele. O beijo foi inevitável. Os lábios dele foram separando os meus até abrir espaço pra língua dele invadir minha boca e brincar com a minha. Minhas mãos apertaram os pulsos dele, tentando me controlar. Depois de um instante, ele se afastou de mim e deu alguns passos pra trás.
— Espero o café na sala, disse se virando, e me deixou ali, sufocada e nervosa.
Quando ele saiu, precisei molhar o rosto pra me refrescar e me dominar. Respirei fundo, terminei de montar a bandeja e voltei pra sala.
Relaxado, Patrício me esperava sentado num sofá. O rosto sereno dele não mostrava nenhuma mudança pelo que tinha acontecido. Deixei a bandeja na mesinha. Me senti totalmente dominada por aquele homem que ficava ali, impassível, como se nada do que tinha rolado fosse importante. Passei na frente dele pra me sentar em outro sofá, e as mãos dele me seguraram pela cintura. Devagar, ele me puxou pra perto até me fazer sentar no braço do sofá dele.
Ali, as mãos dele subiram pelas minhas pernas enquanto ele me oferecia os lábios, que eu capturei com desejo. Não demorou muito pra eu estar totalmente entregue sobre o corpo dele, sentindo as mãos dele percorrerem todo o meu corpo. Não lembro em que momento ficamos os dois pelados.
Naquele sofá, ele me possuiu de novo de forma selvagem, e antes de gozar, ele tirou e pediu pra eu levá-lo pro quarto.
— Quero te comer na caminha do seu marido, disse morbidamente. Peguei na mão dele e o levei pro meu quarto. quarto.
Ele sentou na cama e com o olhar me mandou chupar. Me ajoelhei e peguei na pica dura e quente dele. Ele se recostou e começou a suspirar de prazer.
- Ahhh, como você chupa bem, putinha, como você chupa bem.
Quando ele me puxou pra cima da cama e me colocou de quatro, eu baixei a cabeça pra dar um ângulo melhor, e sem perder tempo ele meteu até o talo.
Quando finalmente gozou, eu sabia que tinha virado viciada na pica dele.
De lá pra frente, uma ou duas vezes por semana, ele me visitava e me comia. A gente se divertia pra caralho. Combinamos, pra evitar surpresas, que as mensagens dele pra me visitar fossem neutras, pra dar pra justificar. E a gente tinha razão. A hora tinha chegado. (continua)
1 comentários - Mi mujer atiende a dos amigos de mi hija (4)
Excelente relato
Pero...
No encuentro los anteriores.
Pasame todos estos capitulos