La puta de mi novia y el hermanito de la amiga

Já fazia mais de três anos que eu tava saindo com minha mina, uma gostosa de 21 anos que se acabava, peituda, cinturinha fina e uma bunda de dar água na boca. Ela sempre chamava atenção e levava cantada de todo mundo quando saía, e os olhares sem vergonha na rua quando usava alguma roupa apertada. Isso sempre me incomodou, mas no fundo eu sabia que gostava.
De vez em quando ela saía sozinha com as amigas, e eu sempre desconfiava que podia me trair, ainda mais sabendo o quanto os caras são safados nos rolês quando veem uma mina assim sozinha. Mas nunca me liguei muito. O problema é que comecei a desconfiar porque o Gonzalo, o irmão mais novo de uma amiga dela, era aquele típico moleque do colégio que se achava o tal, o pegador, e na real o cara era bonitinho, e eu sabia que ele tinha as minas no pé. Mas numa festa, num aniversário, eu ouvi ele zoando com minha mina, falando umas coisas tipo "por que você nunca me deu uma chance?", "pergunta pras minas da minha turma se eu não como todas", etc., e minha mina, zoando, respondia chamando ele de filhinho da mamãe, e o resto ria, até que eu voltava e eles fingiam demência pra mudar de assunto.
Um dia eu deixei meu PlayStation na casa da minha mina, e no outro dia fui lá de noite e ela disse que tava com a amiga. Quando cheguei, minha surpresa foi que o cara também tava lá, jogando no videogame e minha mina deitada na cama do lado dele. A amiga tava fora falando no telefone. Eu fiz uma cara meio estranha, e ela me cumprimentou surpresa como sempre, o Gonzalo também, como sempre, se fazendo de descolado. Eles foram embora bem tarde, e naquela mesma noite ela me comeu mais louca do que nunca. Quando terminamos, depois de um tempo, acabei soltando: "cuidado com esse cara, hein, me parece bem safadinho". "Que isso?", ela disse, "não seja idiota". Virou de lado e dormimos.
A pulga atrás da orelha já tinha me pegado, então comecei a ver tudo com outros olhos. Na semana seguinte era o aniversário da amiga da minha mina, a irmã do cara. E ela ia comemorar na casa dela, mas naquele mesmo dia eu revistei o... Conversa de Facebook com aquele cara e quando eu tava prestes a achar algo, vejo que ela aparece, mas consegui ler que pouco antes ele disse "aquele ainda tem o playstation aqui, não sei se pra jogar, mas se quiser vem", fiquei puto pra caralho, metade raiva e metade tesão, porque sentia que ela podia realmente estar me chifrando com aquele cara e não conseguia acreditar, não conseguia conceber que fosse verdade. Só que, de qualquer forma, a excitação do meu pau foi amortecendo a raiva até quase fazer ela sumir. Não falo nada e naquela noite vamos pro aniversário da amiga. Tudo normal como sempre, eu observava cada olhada que eles trocavam, cada roçada quando passavam perto, e tudo fazia meu pau subir. Pra acalmar os nervos, o tesão e a possível raiva, tava bebendo pra caramba, minha namorada também, ela fica bem gostosa quando bebe. Já de noite, todo mundo tava dançando, outros conversando, eu já tava bem bêbado e fui no banheiro, no caminho vejo ela dançando com o cara, bem colados e se acabando de rir os dois, ninguém me viu, eu de longe fico de olho e vejo como eles olham pra todo lado e entre risadas se aproximam demais, cochichavam um no ouvido do outro, bem pertinho da boca, e se segurando na cintura. Me senti muito tonto, então entrei no banheiro pensando em aliviar o tesão, molhar o rosto ou ver o que podia fazer, verdade, tava tudo me sobrecarregando. Molhei o rosto, foquei o olhar e não sei quanto tempo fiquei lá, mas quando saí já era aquela situação típica de festa onde começa a ficar tarde e todo mundo tá quebrado, uns largados no sofá, outros continuam bêbados dançando, outros foram embora, e tudo mais escuro. Minha namorada já não tava mais com o cara, não vi ele, quando saio vejo que ela tava me procurando, me perguntou se eu tava bem, falei que sim, que aguentava mais um pouco mas já pensasse em ir embora. Ela fez biquinho e foi conversar com outras amigas. Eu cometi o erro de continuar bebendo, comecei a ficar muito, muito tonto e não consegui nem chegar no banheiro. No caminho, um conhecido percebe e acabo deitado num quarto, onde durmo quase na hora por causa do álcool. Não sei quanto tempo passou, mas acordei de repente com muita sede, tudo estava em silêncio. Abro a porta devagar, todo tonto, e já tinha acabado tudo, estava tudo apagado, em silêncio. Mas quando vou devagar até o banheiro, vejo que outro quarto estava com luz acesa. Suspeitei do pior, me aproximo e espio pela fresta da porta, e aconteceu o que ia acontecer: minha namorada estava de fio dental e regatinha curta na cama com o cara, estavam deitados transando pra caralho. Só iluminava a tela do monitor do PC na frente deles. O filho da puta já tinha a camisa desabotoada e a calça também, era lisinho e tinha os abdominais trincados. Minha namorada passava a mão neles enquanto o beijava de língua. Eu só consegui reagir tirando a pica da calça e começar a bater uma, tava duro. O cara levanta e senta ela na mesa do PC, senta e puxa o fio dental com a mão, e começa a chupar a buceta dela. Minha namorada não conseguia abrir mais as pernas pra entregar, tava toda aberta dando a buceta pro cara, nunca pensei que ela podia ser tão, mas tão puta. Ficaram assim uns minutos, depois ficam pelados e na cama ela chupa a pica dele. O cara era bem dotado, até mais comprido que o meu, isso me dava mais raiva e mais tesão. Ela chupava até as bolas dele sem parar, toda louca, mas sempre em silêncio. Depois de um tempo, ela sobe em cima dele e começa a cavalgar. Deve ter sido meia hora em que o cara comeu ela de quatro, por cima, por baixo, fez ela chupar de novo e de novo, e por último meteu no cu dela, meteu muito até gozar nos peitos dela enquanto ela batia uma pra ele deitada. "Gostou, vagabundo? Mmmmmmm", ela falava baixinho com uma voz de tesão que eu já não reconhecia. Eu volto na hora pro quarto e um tempo depois vejo ela entrar. Ela deita do meu lado pra dormir, eu finjo que acordo e alivio a minha tesão nela. De conchinha, comi ela por uns minutos até gozar bem dentro e dormir de novo. Ela deixou, sem reclamar.

No outro dia de manhã, acordamos e ela me diz: "Tivemos que ficar porque as estradas estavam um caos." E sim, e um caos ficou ela, e eu com uns chifres até o teto. Quando a gente tava indo embora, o cara acabou de levantar e tava de cueca, dava pra ver a piroca dormindo e os ovos, mas ele não tava nem aí de estar assim na frente da minha mina. Com cara de sono, ele me fala: "E aí, dormiu bem ontem, hein? Já não tá mais pra essas putarias", tirando uma onda de propósito. Filho da puta, falei. A gente foi embora e de noite peguei minha mina e mandei a real sobre tudo que vi e aconteceu. Mas isso vai ser contado em outra parte.

Espero que tenham gostado, ficou um pouco longo, mas não quis cortar os detalhes.

6 comentários - La puta de mi novia y el hermanito de la amiga

sigue asi amiguito, me haces pensar muchas cositas.

saludos
que linda historia esta bien si vos chupas tu novia tiene derecho a chupar tambien y cojer va con onda amigo