Bom, finalmente, me decidi a sentar, escrever e publicar a história que vivi e que se estendeu desde um ano atrás, mais ou menos julho de 2013, até um mês atrás.
Como é minha primeira vez no site, vou contar um pouco sobre mim. Me chamo Horácio, tenho 59 anos... 59 anos bem vividos. De certa forma, é como se eu não tivesse crescido, não me resigno de jeito nenhum a virar um velhinho. Trabalho como se tivesse 30 e fodo como se tivesse 20, quando dá. Faz 15 anos que me separei e estou plenamente satisfeito com minha vida de solteiro e com meu score de caça.
Há pouco mais de um ano, num sábado à noite, sozinho em casa – muitas noites fica meu filho caçula, de 18 anos – e sem muita vontade de sair, nem mesmo vontade de jantar, sentei no PC com um uísque, o cinzeiro e um Marlboro box, disposto a passar a noite fazendo "pesca online".
Me conectei a um conhecido chat de piratas, falei com umas "gatinhas", com uns abutres como eu... nada fora do comum. As aspas em gatinhas... quem é do ramo entende.
Perto das 12 da noite, cumprimentei a Mili. Naquele momento, ela era só um nick; na minha cabeça, por padrão, os nicks de mulheres são homens disfarçados até que provem o contrário, e ela não era exceção, então a cumprimentei sem muitas expectativas.
A resposta me surpreendeu. Quem andou por esses sites sabe como é a coisa. Ou não te responde nunca – aí, talvez seja uma gatinha – ou te responde de qualquer jeito – e aí você vê, se tá a fim de insistir, sabendo que provavelmente é um cara – ou te responde super na mão – aí sim, com certeza é um cara.
Mili não me respondeu com nenhuma das três; ela me mandou à merda. Num chat de sexo, te mandar à merda por um cumprimento??
Chamou minha atenção, e pelo menos pra me entreter, entrei na onda dela. O que a incomodava demais era eu não estar dormindo com minha esposa, sendo 1 da manhã de um sábado, e estar num chat procurando novinhas. (Devo esclarecer que, em geral, no nick eu coloco que sou Casado... dá segurança, e as piranhas adoram...) Segui o jogo, inventei uma história de que tudo tava uma merda, que tava procurando outra coisa, e aos poucos consegui fazer ela baixar a guarda e começamos a conversar. Ela me contou que também namorava, que morava com o cara e que, como o namorado trabalhava de noite, ela às vezes entrava no chat pra se distrair. Quando ela baixou a guarda, me passou o Facebook dela (um perfil fake) e continuamos conversando por lá.
Vamos ver... tinha na minha frente algo indefinido, ainda não dava pra saber se era um cara se passando por uma gostosa ou não. Mas tinha algo no jeito dela escrever, um não sei o quê que me passava a impressão de que ela era honesta. Quando vi as fotos dela no Facebook, me interessei ainda mais. Mili é uma ruiva de 24 anos, menina, alta, com uns peitinhos de bebê lindos, branca como a porra, sardas no rosto e uma bunda de vedete que é um espetáculo. O velho abutre quase sessentão ficou com os dentes afiados.
Conversando pelo Facebook, tentei levar a conversa pro lado do sexo... tinha conhecido ela num chat de sexo e queria pelo menos deixá-la com tesão. Mas ela não tava nessa vibe. Ela tava tendo uma crise nerviosa de verdade; me contou que com o namorado já não transavam mais, que tinha medo de não agradar mais... e eu fui cutucando. Que o namorado era um moleque, que ela tinha amadurecido mais que ele. Tentei, sutil mas persistente, que ela me passasse o celular, mas ela se recusava. Aí acendeu o alerta... deve ser um cara, por isso não quer que eu ouça a voz. Depois de um tempo, o uísque já tinha batido, eu tava ficando sem cigarros e sem paciência. Joguei tudo ou nada, deixei meu celular pra ela e disse que ia deitar pra ver TV, que se quisesse me ligasse, mas que tava cansado de ficar sentado e que ia desligar o PC. Sem esperanças de ouvir dela de novo, me preparei pra deitar e quando tava saindo do banheiro chegou uma mensagem.
- Já deitou? Sou a Mili.
Aí recuperei um pouco as esperanças...
- Não, bebê, tô vendo TV. O que E aí? - Nada, não consigo dormir. Queria continuar conversando. (Foda-se, vou arriscar....) - Me liga e a gente continua conversando, te falo da cama. - Não, vamos conversar por mensagem... (Pronto...é um cara...vou dormir) - Vai lá, bebê, me liga, é difícil escrever no celular. Deitei resignado...mas dez minutos depois meu celular toca, de um número privado. (Que burrice, pensei, se ela estava me mandando mensagens e o número dela aparece!) Quando atendi, voltei à vida. A vozinha de garota meio bêbada dela me deixou maluco. Era ela. A única coisa que ela me disse por telefone foi que tinha vergonha de falar alto, que eu me conectasse de novo se não fosse dormir. Era tudo que eu precisava, confirmei que realmente, com quem estava falando era aquela ruiva linda das fotos. Ou pelo menos, era uma gatinha. A partir daquele dia, começaram algumas semanas de conversa com ela pelo Facebook todas as noites. Que ela nunca tinha traído o namorado, mas que não aguentava mais. Que queria experimentar outras coisas, mas tinha muito medo de ser julgada. Trabalhei ela com a paciência de um artesão; que ela precisava de um amante mais velho, alguém com experiência, que tirasse a puta que ela tinha dentro...Cada vez, ela ficava mais excitada. Chegamos ao ponto de ela me cumprimentar me chamando de "Pai", e depois de a gente se esquentar conversando a noite toda, ela me ligava por dois minutos para gemer no meu ouvido enquanto gozava. Durante essas semanas, que foram quase um mês, me tornei um mestre da punheta. Ela me mandava fotos pelada - que provavelmente vou publicar em algum momento, ainda não decidi - e eu às vezes ligava a webcam só um pouquinho para deixá-la louca, enquanto ela no meu ouvido dizia que eu era muito maior que o namorado, e que isso a excitava até morrer. Depois de algumas semanas, num sábado à noite, eu a convenci. Claro, sempre tinha jogado a ideia de nos encontrarmos, e ela sempre tinha dito não. Que não queria trair o namorado, que tinha medo de um desconhecido. Aquele sábado, depois de Depois de falar por uma hora, ela mudou a resposta. Como sempre, mandei um "quando a gente se vê?". Em vez de responder as bobagens de sempre, ela disse que o que dava medo era que, se marcássemos pra outro momento, a tesão ia passar e ela me deixaria plantado porque a culpa ia falar mais alto. Então não pensa mais, vou te buscar agora mesmo!!
Combinamos de nos encontrar num posto de gasolina perto da casa dela... ela ficava com tesão de ser levantada na rua como uma putinha. Entrei no carro e fui dirigindo, o tempo todo trocando mensagem com ela.
Quando cheguei no posto, ela não estava... o táxi dela tinha atrasado. Esperei quase meia hora, fumando até os dedos. Depois de um tempo, vejo ela descendo de um 206. Divina, a mesma ruiva com a bunda espetacular das fotos. E usando o vestidinho curto que eu tinha pedido. Entrei no carro e fiquei um minuto curtindo a cara de cagada dela, parada no meio do pátio do posto, com o cu quase totalmente à mostra e morrendo de frio, esperando aparecer o velhinho que ia foder ela...
Continua na parte 2!
Como é minha primeira vez no site, vou contar um pouco sobre mim. Me chamo Horácio, tenho 59 anos... 59 anos bem vividos. De certa forma, é como se eu não tivesse crescido, não me resigno de jeito nenhum a virar um velhinho. Trabalho como se tivesse 30 e fodo como se tivesse 20, quando dá. Faz 15 anos que me separei e estou plenamente satisfeito com minha vida de solteiro e com meu score de caça.
Há pouco mais de um ano, num sábado à noite, sozinho em casa – muitas noites fica meu filho caçula, de 18 anos – e sem muita vontade de sair, nem mesmo vontade de jantar, sentei no PC com um uísque, o cinzeiro e um Marlboro box, disposto a passar a noite fazendo "pesca online".
Me conectei a um conhecido chat de piratas, falei com umas "gatinhas", com uns abutres como eu... nada fora do comum. As aspas em gatinhas... quem é do ramo entende.
Perto das 12 da noite, cumprimentei a Mili. Naquele momento, ela era só um nick; na minha cabeça, por padrão, os nicks de mulheres são homens disfarçados até que provem o contrário, e ela não era exceção, então a cumprimentei sem muitas expectativas.
A resposta me surpreendeu. Quem andou por esses sites sabe como é a coisa. Ou não te responde nunca – aí, talvez seja uma gatinha – ou te responde de qualquer jeito – e aí você vê, se tá a fim de insistir, sabendo que provavelmente é um cara – ou te responde super na mão – aí sim, com certeza é um cara.
Mili não me respondeu com nenhuma das três; ela me mandou à merda. Num chat de sexo, te mandar à merda por um cumprimento??
Chamou minha atenção, e pelo menos pra me entreter, entrei na onda dela. O que a incomodava demais era eu não estar dormindo com minha esposa, sendo 1 da manhã de um sábado, e estar num chat procurando novinhas. (Devo esclarecer que, em geral, no nick eu coloco que sou Casado... dá segurança, e as piranhas adoram...) Segui o jogo, inventei uma história de que tudo tava uma merda, que tava procurando outra coisa, e aos poucos consegui fazer ela baixar a guarda e começamos a conversar. Ela me contou que também namorava, que morava com o cara e que, como o namorado trabalhava de noite, ela às vezes entrava no chat pra se distrair. Quando ela baixou a guarda, me passou o Facebook dela (um perfil fake) e continuamos conversando por lá.
Vamos ver... tinha na minha frente algo indefinido, ainda não dava pra saber se era um cara se passando por uma gostosa ou não. Mas tinha algo no jeito dela escrever, um não sei o quê que me passava a impressão de que ela era honesta. Quando vi as fotos dela no Facebook, me interessei ainda mais. Mili é uma ruiva de 24 anos, menina, alta, com uns peitinhos de bebê lindos, branca como a porra, sardas no rosto e uma bunda de vedete que é um espetáculo. O velho abutre quase sessentão ficou com os dentes afiados.
Conversando pelo Facebook, tentei levar a conversa pro lado do sexo... tinha conhecido ela num chat de sexo e queria pelo menos deixá-la com tesão. Mas ela não tava nessa vibe. Ela tava tendo uma crise nerviosa de verdade; me contou que com o namorado já não transavam mais, que tinha medo de não agradar mais... e eu fui cutucando. Que o namorado era um moleque, que ela tinha amadurecido mais que ele. Tentei, sutil mas persistente, que ela me passasse o celular, mas ela se recusava. Aí acendeu o alerta... deve ser um cara, por isso não quer que eu ouça a voz. Depois de um tempo, o uísque já tinha batido, eu tava ficando sem cigarros e sem paciência. Joguei tudo ou nada, deixei meu celular pra ela e disse que ia deitar pra ver TV, que se quisesse me ligasse, mas que tava cansado de ficar sentado e que ia desligar o PC. Sem esperanças de ouvir dela de novo, me preparei pra deitar e quando tava saindo do banheiro chegou uma mensagem.
- Já deitou? Sou a Mili.
Aí recuperei um pouco as esperanças...
- Não, bebê, tô vendo TV. O que E aí? - Nada, não consigo dormir. Queria continuar conversando. (Foda-se, vou arriscar....) - Me liga e a gente continua conversando, te falo da cama. - Não, vamos conversar por mensagem... (Pronto...é um cara...vou dormir) - Vai lá, bebê, me liga, é difícil escrever no celular. Deitei resignado...mas dez minutos depois meu celular toca, de um número privado. (Que burrice, pensei, se ela estava me mandando mensagens e o número dela aparece!) Quando atendi, voltei à vida. A vozinha de garota meio bêbada dela me deixou maluco. Era ela. A única coisa que ela me disse por telefone foi que tinha vergonha de falar alto, que eu me conectasse de novo se não fosse dormir. Era tudo que eu precisava, confirmei que realmente, com quem estava falando era aquela ruiva linda das fotos. Ou pelo menos, era uma gatinha. A partir daquele dia, começaram algumas semanas de conversa com ela pelo Facebook todas as noites. Que ela nunca tinha traído o namorado, mas que não aguentava mais. Que queria experimentar outras coisas, mas tinha muito medo de ser julgada. Trabalhei ela com a paciência de um artesão; que ela precisava de um amante mais velho, alguém com experiência, que tirasse a puta que ela tinha dentro...Cada vez, ela ficava mais excitada. Chegamos ao ponto de ela me cumprimentar me chamando de "Pai", e depois de a gente se esquentar conversando a noite toda, ela me ligava por dois minutos para gemer no meu ouvido enquanto gozava. Durante essas semanas, que foram quase um mês, me tornei um mestre da punheta. Ela me mandava fotos pelada - que provavelmente vou publicar em algum momento, ainda não decidi - e eu às vezes ligava a webcam só um pouquinho para deixá-la louca, enquanto ela no meu ouvido dizia que eu era muito maior que o namorado, e que isso a excitava até morrer. Depois de algumas semanas, num sábado à noite, eu a convenci. Claro, sempre tinha jogado a ideia de nos encontrarmos, e ela sempre tinha dito não. Que não queria trair o namorado, que tinha medo de um desconhecido. Aquele sábado, depois de Depois de falar por uma hora, ela mudou a resposta. Como sempre, mandei um "quando a gente se vê?". Em vez de responder as bobagens de sempre, ela disse que o que dava medo era que, se marcássemos pra outro momento, a tesão ia passar e ela me deixaria plantado porque a culpa ia falar mais alto. Então não pensa mais, vou te buscar agora mesmo!!
Combinamos de nos encontrar num posto de gasolina perto da casa dela... ela ficava com tesão de ser levantada na rua como uma putinha. Entrei no carro e fui dirigindo, o tempo todo trocando mensagem com ela.
Quando cheguei no posto, ela não estava... o táxi dela tinha atrasado. Esperei quase meia hora, fumando até os dedos. Depois de um tempo, vejo ela descendo de um 206. Divina, a mesma ruiva com a bunda espetacular das fotos. E usando o vestidinho curto que eu tinha pedido. Entrei no carro e fiquei um minuto curtindo a cara de cagada dela, parada no meio do pátio do posto, com o cu quase totalmente à mostra e morrendo de frio, esperando aparecer o velhinho que ia foder ela...
Continua na parte 2!
3 comentários - A Ruiva do Chat - Parte 1