Ela há meses esperava nosso encontro, a gente tinha conversado por vários meios durante meses e finalmente chegava a tão esperada primeira sessão.
O primeiro encontro tinha sido adiado porque minha submissa tinha sido mãe fazia pouco tempo, devo confessar que minha primeira tentativa foi dominar ela quando ainda estava grávida, mas não conseguimos concretizar.
Pra ocasião, levei cordas, velas, palitos e uma bala vibratória que comprei num sex shop especialmente pra fazer ela gozar muito. Queria ver se ela era tão multiorgásmica quanto se gabava, além de ser esguichadora.
Cheguei na casa dela perto das 22 horas, era sábado e tava bem frio. Ela me recebeu vestida com uma legging preta e uma camiseta branca, não tínhamos combinado nenhuma roupa especial porque ela tava muito nervosa e com vergonha. Vergonha que durou bem pouco.
Quando cheguei, conversamos um pouco, descontraído, porque dava pra ver que ela não conseguia ficar parada nem entrar no papel de submissa, verdade seja dita, ela não sabia como se comportar.
Num momento, ela se jogou em cima de mim e começou a me beijar, quis afastar ela e dizer que quem impunha as regras e os momentos era eu, mas a verdade é que gostei do jeito que ela me beijava.
Na hora senti minha ereção, peguei ela pelo pescoço e a fiz ajoelhar do lado do sofá onde estávamos sentados. Levantei e comecei a tirar a calça jeans. Ela me olhava com muita vontade, até começou ela mesma a baixar minha calça.
Dava pra ver a vontade que ela tinha de me conhecer, porque na mesma hora enfiou todo o meu pau na boca. Até aí tinha pouco de BDSM ou submissão, mas não importava, ainda dava tempo.
Deixei ela me chupar, saciar um pouco da vontade dela. Puxava o cabelo dela e a manuseava como uma boneca. A cabeça dela fazia o que eu queria. Ela engasgava ao ir até o fundo, mas parecia não se importar, não queria parar de lamber.
- Gosta, meu senhor? - disse com voz trêmula. Era a primeira vez que me chamava de senhor cara a cara.
- Dá pra ver que você tava com muita vontade, não é, putinha? - falei enquanto puxava mais o cabelo e o Enrolou no meu pulso.
Só assentiu com a cabeça sem parar de chupar.
Foi o suficiente por enquanto. Era hora de usar as cordas. Queria ver ela amarrada, indefesa.
Mandei ela se despir e ficar de joelhos olhando pro chão.
Continuará...
O primeiro encontro tinha sido adiado porque minha submissa tinha sido mãe fazia pouco tempo, devo confessar que minha primeira tentativa foi dominar ela quando ainda estava grávida, mas não conseguimos concretizar.
Pra ocasião, levei cordas, velas, palitos e uma bala vibratória que comprei num sex shop especialmente pra fazer ela gozar muito. Queria ver se ela era tão multiorgásmica quanto se gabava, além de ser esguichadora.
Cheguei na casa dela perto das 22 horas, era sábado e tava bem frio. Ela me recebeu vestida com uma legging preta e uma camiseta branca, não tínhamos combinado nenhuma roupa especial porque ela tava muito nervosa e com vergonha. Vergonha que durou bem pouco.
Quando cheguei, conversamos um pouco, descontraído, porque dava pra ver que ela não conseguia ficar parada nem entrar no papel de submissa, verdade seja dita, ela não sabia como se comportar.
Num momento, ela se jogou em cima de mim e começou a me beijar, quis afastar ela e dizer que quem impunha as regras e os momentos era eu, mas a verdade é que gostei do jeito que ela me beijava.
Na hora senti minha ereção, peguei ela pelo pescoço e a fiz ajoelhar do lado do sofá onde estávamos sentados. Levantei e comecei a tirar a calça jeans. Ela me olhava com muita vontade, até começou ela mesma a baixar minha calça.
Dava pra ver a vontade que ela tinha de me conhecer, porque na mesma hora enfiou todo o meu pau na boca. Até aí tinha pouco de BDSM ou submissão, mas não importava, ainda dava tempo.
Deixei ela me chupar, saciar um pouco da vontade dela. Puxava o cabelo dela e a manuseava como uma boneca. A cabeça dela fazia o que eu queria. Ela engasgava ao ir até o fundo, mas parecia não se importar, não queria parar de lamber.
- Gosta, meu senhor? - disse com voz trêmula. Era a primeira vez que me chamava de senhor cara a cara.
- Dá pra ver que você tava com muita vontade, não é, putinha? - falei enquanto puxava mais o cabelo e o Enrolou no meu pulso.
Só assentiu com a cabeça sem parar de chupar.
Foi o suficiente por enquanto. Era hora de usar as cordas. Queria ver ela amarrada, indefesa.
Mandei ela se despir e ficar de joelhos olhando pro chão.
Continuará...
2 comentários - Comienzos de sumision. 1
Me gustó...
Primera cita hay que tenerle un poquito de paciencia no?